Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, t

126 respostas
Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, trava! Tenho várias coisas em mente mais não sai...

E também tenho medo da feminidade da mulher (eu) com palavras, no jeito de falar..

Algum conselho?
 Silvana Resaffi
Psicólogo
São Paulo
O ideal é iniciar um tratamento psicológico. Att
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 João Pedro da Silveira Neumann
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Na maioria das vezes, quando expressamos uma opinião nas redes sociais, não estamos próximos de estímulos que nos deixam inibidos, como o olhar de com quem estamos conversando, suas expressões faciais e etc, que encaramos muitas vezes como sinais de ameaça. Além disso há também as pausas que fazemos para formular nosso pensamento, sendo este tempo muito menor quando conversamos com alguém pessoalmente.
É muito comum ter comportamentos diferentes dentro e fora das redes sociais. Porém, se você percebe que se sente "travada" na maioria das situações de contato social presencial, o ideal é procurar um(a) psicoterapeuta, para que você consiga compreender e trabalhar esta dificuldade.
 Vera Fernandes
Psicólogo
Barueri
Sim, psicoterapia na abordagem Cognitivo Comportamental. O que você nos conta, demonstra que há distorções cognitivas, que criam uma realidade que provavelmente não é a real, mas você as vê assim. Procure uma profissional próximo à você e comece. Você verá que em pouco tempo haverão mudanças. Abraços...
 Carlos Bengio Neto
Psicólogo
São Paulo
Faça uma terapia online, procure meu contato!
Poderias procurar um psicoterapeuta para entender teu comportamento e tirar tuas duvidas. Um abraço
 Miriane de Toledo Heinrich
Psicólogo
São Paulo
Bem, você já deve ter pesquisado e lido muitas coisas sobre o que acontece com você online. O grande problema é que online, lendo as respostas aqui, por exemplo, você só recebe mais informações e opiniões, mas não enfrenta de fato as suas dificuldades. E enfrentar dificuldades é se dar a oportunidade de ultrapassá-las.
Você mencionou o medo da feminilidade. Sugiro que você procure um profissional do sexo masculino, alguém que possa fazer uma aliança com você e, quem sabe, te apresente o que você teme de um jeito que você possa assimilar, ficando próximo sem tanto medo. É possível, mas apenas se você se der a chance.
Desejo-lhe boa sorte!
 Renata Bombine Pimentel
Psicólogo
São Paulo
Olá! De fato hoje muitas pessoas têm conseguido se comunicar muito mais pela internet do que pessoalmente, por isso é importante procurar um psicólogo com quem poderá conversar sobre os seus medos, insegurança sem julgamento. O trabalho de psicoterapia consiste no autoconhecimento e a partir do momento que entender as causas conseguirá se expressar mais e assim melhorar a sua qualidade de vida, autoestima, etc. Sou especialista em Saúde Mental e fico à disposição. Um abraço.
Olá, boa tarde, tudo bem? Respondendo a sua pergunta, acredito que uma resignificação cognitiva e um tratamento de habilidades sociais (THS) pode lhe trazer resultados
Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Bem, essa dificuldade toda me parece questões de autoestima e até de fobia social. Precisa descobrir o porquê, causas, origens, crenças negativas, traumas que podem ter desencadeado essa “trava”. Uma psicoterapia ajudará muito. Procure um psicólogo para avaliação e tratamento. Mesmo você sendo uma pessoa introvertida que é normal ser mais tímida , travas não poderiam acontecer. O fluir da comunicação é importante para se conectar com o mundo, novas experiências.
 Aline Banchieri
Psicólogo
Mogi Guaçu
Meu conselho seria procurar um(a) psicólogo(a) que trabalhe com Brainspotting, uma técnica eficaz para o tratamento desses medos.
 Joel Lerner Amato
Psicólogo
São Paulo
Olá! Diferentes dinâmicas da nossa personalidade, algumas conscientes, outras não, podem influenciar o quanto nos sentiremos a vontade para falarmos o que queremos para outras pessoas, assim como nossa relação com nossa feminilidade ou masculinidade.
Em um processo de psicoterapia com um psicólogo, será possível compreender essas dinâmicas, seja pelo diálogo, seja pelo uso de outras técnicas, e superar os obstáculos que te incomodam.
Fico a disposição, abs.
 Caio Fasoli Rebouças
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Bom dia tudo bem?
A sua pergunta me pareceu um tanto vaga de forma que não me sentiria a vontade de chamar de medo como você nomeia ou qualquer outro sentimento.
Existe aí uma dor, isso fica óbvio, qual a sua origem ou como lidar com ela é difícil dizer lendo apenas uma frase em um computador, seria necessário conhece-la e tentar entende-la em sua história de vida, seu contexto atual, sua visão de mundo e personalidade e aí sim, a partir daí ir moldando uma forma de lidar com essa sua dor da forma que seja mais confortável e tranquila possível para você. É importante lidar com as nossas dificuldades sim, mas todos temos limites e precisamos respeita-los, então essa "dança" entre exigir mais de nós e tomarmos cuidado para não sermos violentos com nós mesmos é algo que um psicólogo poderia auxilia-la a fazer. De qualquer forma me senti compelido a dizer pra você que o que quer que esteja ocorrendo com você, você não precisa enfrentar sozinha, busque auxilio, não é vergonha alguma, cada pessoa tem suas próprias dificuldades.
Espero que você encontre a ajuda que precisa! Abraços
Boa tarde! Concordo com as contribuições dos colegas e ressalto a importância de se procurar um psicólogo, pois acredito que desenvolver as Habilidades Sociais ajudaria muito no seu caso.
Boa tarde! Saiba que não está sozinho nesta. Muitas vezes expressar palavras e sentimentos é algo difícil e ansiogênico. Existem muitas situações e treinamentos que favorecem esse diálogo. Também é interessante saber por que isso ocorre, muitas vezes já existe um transtorno de ansiedade instalado. Ao conhecer exatamente as situações que isso ocorre fica mais fácil delimitar o tratamento. Mas lhe afirmou que há treinos de habilidades sociais reconhecidos no mundo tudo que favorecem esse interação. Busque um psicólogo para lhe auxiliar.
Bom dia!

Qualquer conselho que seja oferecido sem antes estar amparado por uma escuta, é um equívoco. Trabalhar com generalizações é não apostar na singularidade de cada sujeito e na sua capacidade de criar formas únicas de lidar com seus conflitos. Sua pergunta me lembra a frequente "dificuldade de se falar" nas sessões de psicoterapia. Muitas vezes temos inúmeras coisas em mente, mas não conseguimos transmiti-las. O terapeuta reconhece essas dificuldades e faz o convite para que se fale sobre elas, dentro das possibilidades do momento. Cada pessoa terá seu próprio tempo para colocar seus conflitos em fala.
 Sandra Pintaudi Lebrão
Psicólogo
São Bernardo do Campo
A linguagem oral ou escrita não é a única forma de expressão, o ser humano pode se expressar pelo corpo, pelas artes e acessar conteúdos inconscientes da mesma forma que usando palavras.
Trabalho com yogaterapia, associando técnicas psicofísicas do yoga com respiração e meditação. A expressão oral é mais um recurso e não uma pré-condição para o trabalho terapêutico acontecer. Se quiser experimentar, faça um contato.
 Kelly Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Santo André - Pb
Boa tarde! Seguramente, muito embora acreditado como um contato de proximidade, a comunicação online se diferencia consideravelmente, no que tange ao contato íntimo (refiro intimidade não como sexualidade e sim, como proximidade afetiva / vínculo de confiança / acolhimento...), em relação ao contato pessoal e, a priori, me parece que estamos falando sobre uma possível dificuldade com relações de intimidade (a apresentação desta possibilidade não se constitui em diagnóstico, uma vez , que para tal é requerido um acompanhamento cuidadoso e individual).
Considero valoroso, ponderar sobre a possibilidade de iniciar uma análise pessoal individual (relevante que seja presencial), com uma Psicóloga (o) de sua escolha.
Espero ter podido auxiliar.
À disposição.
 Daphini Lima
Psicólogo
Rio de Janeiro
Oi, tudo bem?
Deve ser muito dificil pra você passar por isso, ao mesmo tempo já é um ótimo avanço que você consiga observar e descrever a sua dificuldade. Parabéns por isso! :)
O anonimato das redes sociais pode estar te protegendo e permitindo essas interações. Isso não é ruim. A questão é que você quer expandir as habilidades de comunicação que você já tem na internet para o ao vivo. Para conseguir fazer isso, é preciso treinar! Mas antes disso, o entendimento sobre a sua personalidade e história de vida vão te ajudar a fazer isso de forma mais gentil consigo mesma, melhorando a sua qualidade de vida.
Estou a disposição. Boa sorte!
 Aline Borges
Psicólogo
Barueri
Este comportamento tornou-se muito comum entre as pessoas atualmente, ou seja, você não está sozinho nessa. Com as redes sociais, as pessoas vivem um momento de libertação de falar o que pensam e agir mais livremente, porém, é necessário também saber se relacionar com as pessoas na escola, trabalho, família e outros convívios sociais. Minha sugestão é iniciar a terapia para compreender se esses comportamentos podem ser indícios de uma fobia social e, buscar alternativas para melhorar seus relacionamentos sociais e ser feliz!
Olá, pense na possibilidade de fazer terapia para entender esse seu comportamento. Espero ter ajudado.
Com certeza uma psicoterapia pode te ajudar a desenvolver essas habilidades sociais.
Olá! O melhor conselho seria você procurar ajuda de um psicólogo. Muitas angústias parecem estar envolvidas aí. No processo psicoterápico você aprende a lidar melhor com o sofrimento, amplia perspectiva, desenvolve habilidades, enfim, aprende a modificar padrões que te mantém paralisada nessas dificuldades. Você já deu o primeiro passo! Boa sorte na sua jornada! Permaneço a disposição,
 Thiago Sepulveda
Psicólogo
Rio de Janeiro
Busque fazer psicoterapia cognitivo comportamental. Ela pode te auxiliar nas crenças subjacentes a esses comportamentos que você deseja mudar.
 Clayton Senhoreli
Psicólogo
São Paulo
Olá. A terapia pode ajudar a entender essa dificuldade que vem enfrentando, conhecendo a si mesma. É importante o processo na medida em que irá auxiliar a entender seus medos, favorecendo o seu desenvolvimento. O que hoje parece ser um obstáculo difícil, quase intransponível, amanhã poderá ser algo natural.
Boa noite. Tudo bem? Imagino o quanto seja difícil enfrentar esta dificuldade e o quanto ela traz sofrimento e desfuncionalidade para sua vida. Trabalhando há algum tempo com Transtornos de Ansiedade vejo uma possibilidade de serum tipo de fobia social. Aconselho que procure um profissional da área para fazer o diagnostico e se necessário acompanhamento psiquiátrico. Além disso, nestes casos o tratamento psicoterápico mais eficaz seria a terapia cognitiva-comportamental. Qualquer dúvida estou à disposição.
 Patricia Perri Massuia
Psicólogo
São Paulo
OLA TENTE FAZER TERAPIA ONLINE.
 Gabriel Domingos Silva Rego
Psicólogo
São Paulo
Meu conselho: procure psicoterapia. Nosso comportamento é sempre sustentado pelo sentido, pela finalidade do mesmo, entender seu sentido/finalidade abre a porta para fazê-lo diferente, isso pode ser feito em psicoterapia. Abraços.
 Carla Magalhães Mikulski
Psicólogo
Salvador
É aconselhável que busque ajuda de uma psicóloga para avaliar esse seu "travamento". A terapia cognitivo-comportamental pode ser uma grande aliada nos casos de dificuldade de interações sociais. Um abraço e sigo à disposição!
Dra. Andressa Dorothea
Psicólogo, Psicanalista
São Caetano do Sul
Um bom caminho é fazer psicoterapia online. Atualmente há essa possibilidade e vejo que há bons resultados. Você poderia se comunicar, inicialmente, por texto, por voz e depois por chamada de vídeo. Há algo na sua história que bloqueou a sua comunicação. Busque ajuda!
Olá, que tal observar se essa dificuldade de se comunicar pessoalmente ocorre também em outras situações? A Terapia Cognitivo Comportamental pode lhe fornecer ferramentas para que aos poucos consiga realizar algumas aproximações e tentar um diálogo, sempre passo a passo. Interessante também pensar em qual foi a primeira vez que vc percebeu essa dificuldade...boas reflexões, e a melhor dica é ter ao seu lado um Psicólogo pra lhe auxiliar neste momento. Abraços.
 Rodrigo Rebello
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
O medo aprisiona qualquer pessoa de progredir. Se/quando estiver disponível para progredir o melhor é iniciar uma conversa com um profissional apto a ajudar. Um bom psicólogo pode ser um dos caminhos para o início desse e dos demais progressos que você merece ter na vida! :-)
 Gustavo Prado Correa Pereira
Psicólogo
São Paulo
Olá! É interessante começar um processo de psicoterapia para entender esses medos e como eles atuam no seu dia a dia. Ter um espaço para refletir sobre essas dificuldades e refletir os modelos de masculino e feminino que estão acompanhando seus medos pode ser um bom caminho para entender e assim modificar esses padrões de comportamento! Boa sorte no teu processo!
 Renan Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá. Inserindo sua pergunta aqui, entendo que deu o primeiro passo e parabéns por isso. Na psicoterapia você encontra um ambiente propício para se expressar da forma que quiser, livre de julgamentos ou pré-conceitos. Minha recomendação aqui é que procure por ajuda de um psicólogo e espero que possa construir uma vida social que goste.
De fato hoje muitas pessoas têm conseguido se comunicar muito mais pela internet do que pessoalmente, por isso é importante procurar um psicólogo com quem poderá conversar sobre os seus medos, insegurança sem julgamento. A Terapia Cognitivo Comportamental pode lhe fornecer ferramentas para que aos poucos consiga realizar algumas aproximações e tentar um diálogo, sempre passo a passo.
Realmente é muito difícil enfrentar esses medos, medos que muitas vezes nos aprisionam em nós mesmos , impedindo de ver e realizar o que realmente queremos, medo do que os outros vão falar, pensar. Nos processos que desenvolvo com os pacientes o que percebo é que quando podem se observar melhor e chegar a um nível profundo dos gatilhos que disparam esse medo, lidar com eles passa a ser mais seguro.
 Patrícia Mateos Machado
Psicólogo
São José
Olá, recomendo que faça terapia! Isso vai ajudá-la nessas questões que você está trazendo. Abçs!
Dr. Fabiano Nabuco
Psicólogo
São Paulo
Isso pode ser causado por algo que está lá atrás . Busque um profissional. Tudo dará certo .
 Sandra Rodriguez
Psicólogo, Terapeuta complementar
Santo André, SP
Olá! Está me parecendo que você é uma pessoa tímida, por isso torna-se mais difícil falar pessoalmente. O ideal é você começar a fazer terapia. Ela te ajudará a se conhecer melhor, identificar suas qualidades, ganhar mais auto confiança, se tornar uma pessoa mais segura e consequentemente vencer a sua timidez. Acredite, você é capaz!
Dra. Emy Lay Soares Loiola
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Sem dúvidas vejo que é de grande importância procurar um psicólogo, pois acredito que desenvolver as Habilidades Sociais ajudaria muito no seu caso. Não se deixe para depois. Espero ter ajudado e coloco-me a disposição. Um abraço!
Pode ser sintoma relacionado a ansiedade, e procurar terapia precocemente vai te ajudar a lidar com isso. Procure terapia o quanto antes.
Oi, processos fóbicos e ansiosos acontecem em vários níveis e em várias intensidades, é importante compreender em que contextos e em que condições sua dificuldade de se comunicar pessoalmente com outras pessoas se expressa. Existe um outro processo que você descreve que é "medo da feminilidade", a feminilidade é uma expressão social diferenciador dos gêneros a partir de estereótipos a partir de um sexo biológico e não deve ser tratado por um terapeuta como uma naturalização que deve ser imposta à mulher, por isso, precisamos entender como essa feminilidade se expressa no cotidiano para compreendermos o sentimento de medo que gira em torno dela.
Caso precise, ofereço minhas sessões, sou psicóloga, psicanalistas, com especialização, residência e mestrado concluídos e com ampla experiência em acompanhamento de pacientes com trajetória que se aproxima da sua.

Fico à disposição
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia online - R$ 150
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
A psicoterapia pode ser uma aliada neste processo, pois te proporcionará a possibilidade de entrar em contato de forma mais profunda em suas questões e entender o motivo da sua dificuldade em se expressar, assim como a forma que se sente em relação a feminilidade.
 Elaine Albano
Psicólogo
Juiz de Fora
Procure um psicólogo. Ele poderá ajudá-lo com essas questões.
 Pablo Angelin
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá!

Sugiro buscar ajuda especializada, um acompanhamento contínuo para levantamento de hipóteses. Dificuldade de comunicação ou interação social, pode ser sintoma de algo que nesse momento ainda te escapa a nomeação, por esse motivo, um profissional psicólogo ou psicanalista seriam minhas indicações iniciais, havendo necessidade, outros encaminhamentos certamente serão feitos.

Posto assim, estou a disposição para maiores esclarecimentos.
Dr. Breno Silveira Mendes
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá. Em complemento às respostas dos colegas, sugiro que, caso ainda tenha dificuldades em falar com o Psicólogo pessoalmente, você poderia buscar um atendimento on-line. A experiência clínica tem mostrado que alguns pacientes podem se beneficiar mais da modalidade online do que presencialmente.
Olá, boa tarde. é muito importante que você busque uma ajuda psicoterápica com um psicólogo que você se identifique e confie. Esse é o melhor tratamento para cuidar dessas inseguranças internas profundas que estão afetando negativamente a sua vida.
Olá! O relacionamento que estabelecemos com as pessoas pela rede social é bastante diferente do relacionamento que estabelecemos de modo presencial. Imagino que você se sinta mais à vontade e mais segura com o relacionamento virtual (nas redes sociais). Você parece ter medo das consequências de suas palavras durante o relacionamento presencial. Uma psicoterapia pode te ajudar a entender o porquê deste medo e da inibição que este medo gera.
 Léa Olímpio de Moura
Psicólogo
Belo Horizonte
Oi... Padrões de inibições/fugas/esquivas passivas e talvez medo do julgamento do outro são apreendidos ao longo das experiências da vida. A telinha muitas vezes nos protege da exposição direta, e até pode nos empoderá mais. Porém, eu imagino que tem vontade de estar presente nos ambientes e se posicionar, talvez como algumas pessoas que conhece. A Terapia Cognitivo Comportamental trabalha com treinos de Habilidades Sociais e outras habilidades psicológicas que talvez possam desenvolvidas também como: autoestima, autocontrole, enfrentamento e resolução de problemas...
Busque ajuda e treine as habilidades que estão em déficits e regularize os excessos comportamentais.
Olá, espero que esteja bem! Pela sua descrição é possível identificar características ou sintomas de ansiedade. Se possível, faça uma avaliação com um profissional para melhor clareza e direcionamento.
 Bruna Marinho
Psicólogo, Sexólogo
Olinda
Olá! Algumas pessoas, de fato, sentem facilidade para se expressar nas redes sociais, mas esta não é uma regra. Recomendo que busque iniciar um processo de psicoterapia que possibilite um espaço de reflexão acerca das suas travas, dos seus medos e sobre o modelo social de feminilidade, como menciona. Cuide-se! Abraço.
Oi oi ...
Sim, psicoterapia na abordagem Cognitivo Comportamental. O que você descreve, demonstra que há distorções cognitivas, que criam uma realidade que provavelmente não é a real, mas você as vê assim.
Procure um profissional próximo à você e comece, ou até mesmo atendimento on-line.
Abraço e se cuide.
Às vezes essas dificuldades surgem por não sabermos COMO falar, e o treino de habilidades sociais em Terapia Cognitivo-Comportamental pode ajudar. Também é importante identificar que pensamentos tens que te impedem de falar, como por exemplo "não sei o que dizer, vou me atrapalhar, os outros não vão me entender", esses pensamentos podem estar aumentando o problema, e é preciso responder a eles. Sugiro buscares atendimento psicológico para essa situação.
 João Sales
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Temos sensações que as vezes parecem estranhas para nós, por isso um processo de psicoterapia pode lhe auxiliar a entender o que acontece, por exemplo, que haja uma impossibilidade em falar, quais associações podem ser feitas com outros recortes da sua vida. Espero ter ajudado e me coloco a disposição.
 Virginia Fernandes
Psicólogo, Terapeuta complementar
Santo André, SP
o ideal é você ter um acompanhamento terapêutico para compreender o que acarreta tal comportamento...
fico a disposição.
Interagir com seres humanos e psicoterapia.
 Thais Carrijo
Psicólogo
São Paulo
Olá! Neste caso um acompanhamento psicoterapêutico é fundamental para investigar os motivos que levam a esta dificuldade relatada e, consequentemente, lidar da melhor forma possível com tais dificuldades; especialmente porque as interações sociais são aspectos fundamentais para nossa saúde e bem-estar integral. Espero ter ajudado, e me coloco à disposição!
Olá, ja que tem dificuldade em falar sugiro sempre escrever, faça um diário. vi que muitas pessoas orientaram terapia online, mas pode ser que ate online pode ter dificuldade em falar. Porém com uma escrita você pode ter uma orientação do que deseja falar e as vezes nem precisa falar, só mostrar para a terapeuta que ela saberá conduzir e com o tempo você pode começar a ter mais coragem e menos insegurança para relatar sobre aquilo que é intimo e particular que condiz com suas emoções, sentimentos e pensamentos. Espero ter ajudado!!
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Fazer psicoterapia. Abraço.
É compreensível que a comunicação seja mais fácil em plataformas online. A dificuldade em expressar-se pessoalmente pode estar relacionada à ansiedade social. Trabalhar gradualmente na exposição a situações sociais e praticar técnicas de relaxamento pode ajudar. Explorar as causas subjacentes com um profissional em terapia é importante para compreender e superar essas barreiras. Praticar a autocompaixão também é crucial enquanto se trabalha na construção de confiança em interações pessoais.
Dra. Nathália Ávila
Psicólogo
Belo Horizonte
É normal sentir essa diferença na forma de se expressar em diferentes contextos. Comece praticando interações sociais pessoais com pessoas de confiança e em situações mais confortáveis. Respeite seu próprio ritmo e não se pressione. Práticas de relaxamento e respiração podem ajudar a aliviar a ansiedade social. Quanto ao medo da feminilidade, lembre-se de que não há um jeito "certo" de ser feminina. Cada pessoa tem sua própria forma única. Aceitar-se é fundamental. Se esses sentimentos persistirem, considerar terapia pode ajudar a explorar e lidar com essas preocupações.
É compreensível sentir dificuldades em se expressar publicamente, especialmente se você enfrenta medo ou insegurança em relação à forma como se expressa ou à feminilidade. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar:

Autoaceitação: Aceitar-se como você é, com todas as suas características, é fundamental para construir confiança.

Pratique a comunicação: Tente conversar com amigos ou familiares em ambientes mais informativos para ganhar confiança em sua capacidade de se expressar verbalmente.

Fale devagar: Respire profundamente e fale em um ritmo tranquilo. Isso pode ajudar a reduzir a sensação de trabalho.

Aceite erros: É normal cometer erros ao falar. Não seja muito difícil conseguir mesmo quando isso acontecer.

Terapia: Considerar a ajuda de um terapeuta pode ser benéfico para explorar suas preocupações e trabalhar em sua autoestima e habilidades de comunicação.

Pratique a escuta ativa: Ao prestar atenção ao que os outros dizem, você pode aprender a responder de forma mais natural.

Trabalho na autoimagem: Às vezes, preocupações com a feminilidade podem estar relacionadas à autoimagem. Trabalhar na acessibilidade do seu eu pode ajudar nesse aspecto.

Lembre-se de que melhorar sua habilidade de se expressar verbalmente leva tempo e prática. Se necessário, um terapeuta pode ajudá-lo a explorar as causas subjacentes de suas dificuldades e desenvolver estratégias para melhorar sua comunicação pessoal.
Ola, boa tarde! Neste caso é importante procurar um acompanhamento psicologico para que encontre meios eficazes de enfrentamento e habilidades de comunicação assertiva, para se posicionar e trazer de forma autêntica quem você é.
Me coloco a disposição, caso deseje conversar e conhecer meu trabalho, me mande uma mensagem. Um abraço
@psiluanamarys
Indico que inicie o acompanhamento psicológico para explorar como seria trazer essa expressão da escrita para a fala.
Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta - R$ 120
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Entendo que expressar-se pessoalmente pode ser desafiador para você, enquanto nas redes sociais parece mais fácil. Essa dificuldade pode estar relacionada a várias questões, e é algo que podemos explorar juntas durante nossas sessões. A timidez ou a dificuldade em expressar-se verbalmente são temas comuns, e trabalhar nisso pode envolver técnicas de comunicação, identificação de padrões de pensamento e emoções, entre outras estratégias.

O medo da feminilidade e a insegurança em relação à sua forma de falar são questões valiosas para discutirmos. Esses sentimentos podem ter raízes profundas, e através da terapia, podemos explorar suas origens, identificar padrões de pensamento negativos e desenvolver estratégias para aumentar sua autoconfiança.

Lembre-se de que é um processo gradual, e não há pressa. O importante é criar um espaço seguro para você se expressar, explorar seus sentimentos e trabalhar em direção ao seu bem-estar emocional. Estou aqui para apoiá-la nesse caminho. Se tiver mais alguma preocupação ou se desejar discutir algo específico, sinta-se à vontade para compartilhar.
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Dra. Fabiana Villela
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Primeiramente, é importante reconhecer que a expressão através das redes sociais oferece um espaço onde muitas pessoas sentem-se mais seguras para se expressar, devido ao controle sobre o ambiente de interação e ao tempo para formular pensamentos e respostas. No entanto, a comunicação face a face envolve uma troca mais imediata e vulnerável, o que pode ser intimidador para alguém que tem dificuldades em se expressar ou teme julgamentos sobre sua maneira de ser ou falar.

Quanto ao medo da feminilidade, isso sugere uma complexidade em sua relação com a própria identidade de gênero e como você percebe a expressão de feminilidade em si mesma e nas interações sociais. Pode estar relacionado a crenças internas sobre o que significa ser mulher e como uma mulher "deveria" se expressar, bem como a possíveis experiências passadas de julgamento ou rejeição.

Alguns conselhos iniciais seriam:

Exploração das Origens: Tente refletir ou escrever sobre quando você começou a sentir essas dificuldades e medos. Existem experiências específicas que contribuíram para esses sentimentos? Compreender as raízes pode oferecer insights importantes.

Expressão Gradual: Comece a se expressar em situações pessoais menos intimidadoras, talvez com pessoas de confiança que ofereçam um ambiente seguro e acolhedor. Isso pode ajudar a construir sua confiança gradualmente.

Terapia: Considerar a terapia com um psicólogo ou psicanalista pode ser extremamente benéfico. Um profissional qualificado pode ajudá-la a explorar as origens de suas dificuldades, trabalhar através de questões relacionadas à identidade e autoestima, e desenvolver estratégias para se expressar mais livremente.

Autoaceitação e Autoexpressão: Trabalhar no sentido de aceitar sua própria versão de feminilidade e expressão. A feminilidade é diversa e não há uma única maneira "correta" de ser mulher ou de se expressar como tal. Encontrar conforto na sua própria pele e na sua maneira de se expressar pode ser libertador.

Prática de Mindfulness e Técnicas de Relaxamento: Essas práticas podem ajudar a reduzir a ansiedade associada à expressão pessoal e ao medo de julgamento, permitindo que você esteja mais presente e menos autoconsciente em situações sociais.

Exploração Criativa: Experimente diferentes formas de expressão (como arte, escrita, dança) para explorar e se conectar com sua feminilidade e emoções de maneiras que possam não ser tão intimidantes quanto a comunicação verbal direta.

Lembre-se, cada pessoa tem seu próprio ritmo e caminho para a autoexploração e expressão. Seja gentil consigo mesma durante esse processo. A jornada para entender e superar essas dificuldades pode ser desafiadora, mas também é uma oportunidade para crescimento e autoconhecimento. Espero ter ajudado de alguma forma.
 Bruna Rodrigues
Psicólogo
Mogi das Cruzes
Escreva num caderno seus sentimentos e anseios, nas sessões leve para compartilhar com seu terapeuta. Aos poucos você vai desligando do caderno e a sessão começara acontecer.
 Rodrigo Amorim de Souza
Psicólogo
São Bernardo do Campo
É possível depreender que inibir falas que gostaria de enunciar lhe trazem prejuízos sociais. A psicoterapia pode te auxiliar a sentir-se mais segura em enunciar o que sente e pensa com maior segurança, se deparando e elaborando os entraves que lhe causa tais barreiras.
É comum sentir-se bloqueada ao tentar se expressar pessoalmente. Comece em ambientes confortáveis e pratique conversas curtas. Visualize-se falando com confiança e aceite sua feminilidade, sem medo de julgamento. Respire fundo, vá devagar e lembre-se que a prática ajuda a construir confiança.
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia adulto - R$ 100
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 Leonarda Araujo
Psicólogo
São José do Rio Preto
Às vezes, é natural se sentir bloqueado. No entanto, observe se isso ocorre com frequência: se é uma situação recorrente, se você teme o julgamento das pessoas, se isso gera crises, insegurança, ou até uma sensação de paralisia em determinadas situações. A reflexão também se isso acontece em ambientes diferentes ou sempre nos mesmos, e está relacionada a interações com pessoas específicas. Pode haver uma explicação teórica que seja mais clara. Buscar ajuda psicológica e desenvolver o autoconhecimento pode ser fundamental para compreender o que está acontecendo internamente. Trabalhar a causa e os pensamentos intrusivos é primordial. Se precisar estou a disposição.
 Douglas Pandori
Psicólogo
Guarulhos
Olá!

Eu entendo como pode ser desafiador lidar com essa dificuldade de se expressar pessoalmente, especialmente quando se sente que há tantas coisas em sua mente, mas elas não saem como gostaria. Isso pode estar relacionado a uma ansiedade social ou até mesmo a um bloqueio emocional, onde o medo de ser mal interpretada ou de expressar algo que não se sinta confortável pode gerar esse "travar" na hora de falar.

O medo da feminilidade, especificamente em relação à forma de falar ou se expressar, é algo que também pode ser influenciado por padrões culturais, inseguranças pessoais ou experiências passadas. É importante lembrar que a forma como você se expressa é única e válida, e que ninguém precisa se encaixar em um molde específico de comunicação ou comportamento.

Um bom passo é começar a trabalhar a autoconfiança e a aceitação de si mesma. A terapia pode ser um ótimo espaço para explorar essas questões, entender a raiz desses medos e aprender estratégias para se expressar com mais fluidez e autenticidade. À medida que você se sentir mais confortável com quem você é, o medo de se expressar naturalmente diminuirá.

Além disso, um exercício útil pode ser praticar a expressão em ambientes seguros, como com amigos próximos ou em grupos terapêuticos, até que você se sinta mais confiante para se comunicar de forma genuína e sem receios.

Se quiser, podemos conversar mais sobre isso, e posso te ajudar a explorar formas de trabalhar essas questões de maneira acolhedora e construtiva.
Dra. Marcela Felício
Psicólogo, Psicanalista
São José dos Campos
Olá! Recomendo a busca pelo processo de psic(análise) psicoterapia. Poderá ser ponto de engate considerar enquanto questão, a que lugar as redes sociais ocupam no jeito de falar, que estando este desocupado delas desvela a "trava", para construção de um saber sobre do efetivamente que se trata. Abraço.
 Suelen Magalhães Barros
Psicólogo
São Paulo
Como diria Freud, o que a boca cala o corpo fala, ou seja aquilo que não expressamos vira sintoma e nos acompanha. Busque ajuda profissional para ter um espaço de escuta que lhe permite falar de tudo que te incomoda, sem julgamentos. Abraços
Olá! O espaço terapêutico ofertado pelo profissional da psicologia pode ser utilizado para que você fale sobre suas dificuldades, tanto de encontrar palavras quanto suas dificuldades na vida.
 André Luiz Almeida
Psicólogo
Belo Horizonte
Dificuldades em se expressar verbalmente e o medo relacionado à feminilidade podem estar ligados a inseguranças ou padrões de autoexigência que você pode ter internalizado ao longo do tempo. É natural sentir que, nas redes sociais, o ambiente oferece mais controle e menos pressão imediata, permitindo que as palavras fluam de forma mais fácil. No entanto, em interações pessoais, o contexto e as emoções podem gerar bloqueios.

A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para explorar o que está por trás desse "travar" ao se comunicar e desse medo específico relacionado à feminilidade. Com o acompanhamento certo, é possível identificar crenças ou experiências que possam estar limitando sua expressão e trabalhar para criar um espaço interno de maior aceitação e segurança.

Um dos benefícios da terapia é que você pode praticar a expressão em um ambiente seguro, sem julgamento, e ganhar confiança para levar isso ao cotidiano. Gradualmente, você pode se permitir redescobrir sua voz e aceitar sua feminilidade de forma autêntica, aprendendo que a comunicação pessoal, assim como nas redes sociais, pode ser um espaço para se conectar de maneira verdadeira.
 Henrique José Almeida
Psicólogo
Belo Horizonte
Dificuldades para se expressar pessoalmente e o medo relacionado à feminilidade no jeito de falar podem estar associados a inseguranças, crenças limitantes ou questões emocionais mais profundas. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalham para melhorar a autoconfiança, desenvolver habilidades de comunicação e ajudar a lidar com pensamentos que causam bloqueios. Um processo terapêutico pode proporcionar um espaço seguro para explorar esses temas e encontrar formas mais confortáveis de se expressar.
Um psicólogo pode te ajudar!
 Matheus Vieira
Psicólogo
Florianópolis
Boa noite. Iniciar um processo psicoterapêutico poderá ajudar neste caso.
Espero ter ajudado.
Prof. Maria Luisa de Oliveira Salomon
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Percebe-se que voce deve ser timido e inseguro e uma terapia poderia lhe ajudar a compreender a origem dessa insegurança que lhe faz se sentir mais seguro quando nao esta frente a frente com as pessoas ou mesmo no anonimato. A questao da feminilidade também seria compreendida em um processo de terapia Nao hesite em procurar ajuda para essas questoes Procure um profissional com quem se sinta seguro e acredito que vai superar essas dificuldades
 Leandro Takahashi
Psicólogo
Balneário Camboriú
É importante buscar ajuda profissional, como por exemplo a psicoterapia, para compreender os motivos dessas dificuldades e o que elas representam para você. Esse processo pode fornecer um novo olhar sobre si, ajudando a considerar suas potencialidades e a encontrar maneiras de expressá-las de forma mais segura.
Espero poder te ajudado de alguma forma.
Pelo que você descreve, pode haver uma mistura de ansiedade social, bloqueio emocional e insegurança na autoexpressão , especialmente em relação à sua feminilidade. Quando você se comunica por escrito, há um tempo para organizar os pensamentos sem a pressão do momento, mas ao falar pessoalmente, o medo do julgamento ou da forma como sua fala será percebida pode estar te travando.

Uma estratégia útil é a exposição gradual , começando por conversas curtas e com pessoas de confiança para obter segurança. Técnicas como treino de habilidades sociais , prática diante do espelho e gravação da própria voz podem ajudar a reduzir o desconforto. Além disso, trabalhar a facilidade da sua identidade e da forma como se expressar pode ser essencial.

Se o medo da feminilidade não tem jeito de falar por algo que te causa desconforto, pode valer a pena explorar isso em um processo terapêutico para entender a raiz desse sentimento e ressignificá-lo. O mais importante é lembrar que a sua forma de declaração é válida, e com treino e autoconhecimento, você pode se sentir mais confortável ao falar presencialmente.
Dr. Levi Wenceslau Oliveira
Psicólogo
Lauro de Freitas
Parece que você está lidando com uma dificuldade de expressão emocional em situações presenciais, o que é mais comum do que parece, e pode estar relacionado à ansiedade social ou ao medo do julgamento. O fato de conseguir se expressar nas redes sociais pode indicar que você se sente mais segura quando tem o tempo de organizar suas palavras e não precisa lidar com a imediata reação do outro. Isso é válido, mas é importante trabalhar essas barreiras para se sentir mais confortável também no contato pessoal.

Uma abordagem terapêutica pode ajudá-la a explorar a raiz dessa dificuldade. A psicoterapia pode ser uma ferramenta poderosa para lidar com a insegurança em relação à feminilidade e à forma de se expressar. Muitas vezes, temos crenças limitantes sobre como deveríamos falar ou nos comportar, especialmente sobre a imagem que temos de nós mesmas, e esses pensamentos podem ser desafiados e ressignificados ao longo do processo.

Quanto ao medo da feminilidade e da forma de se expressar com palavras, é importante trabalhar a aceitação de quem você é, permitindo-se ser autêntica e confiante em sua comunicação. Isso pode envolver aprender a se conectar com sua verdadeira essência, sem o medo do que os outros possam pensar. A prática gradual e a construção da autoconfiança podem ajudar a diminuir esse bloqueio.

Levi Wenceslau – CRP 03/14355
Dra. Carolaine Siqueira
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá!

O que você está vivendo faz muito sentido e é mais comum do que parece. A dificuldade de se expressar pessoalmente, mesmo tendo clareza nas redes sociais ou no pensamento, muitas vezes está ligada a experiências anteriores em que você talvez não se sentiu segura, ouvida ou aceita por ser quem você é especialmente no que envolve sua feminilidade e sensibilidade.

Pela abordagem sistêmica, isso pode estar conectado à forma como a expressão emocional era (ou é) vista no seu sistema familiar ou social.

Como as mulheres da sua família eram tratadas ao se expressarem?

Havia espaço para vulnerabilidade ou era preciso ser forte e contida o tempo todo?

Alguém na sua história pode ter sido julgada ou reprimida por se mostrar?

Esses medos ficam registrados no corpo, e o travamento pode ser um mecanismo inconsciente de proteção. Não tem nada de errado com você pode ser que sua mente e seu corpo só estejam tentando evitar um sofrimento antigo.

E sobre o medo da feminilidade: ela não precisa seguir um padrão. Ser mulher é ser como você é, no seu tempo, no seu tom, com a sua forma de falar.

Se quiser ajuda para entender melhor o que está acontecendo, qualquer dúvida, estou à disposição!
 Tiago José
Psicólogo
Belo Horizonte
Ei! O ser humano possui um recurso incrível que podemos fazer uma analogia bem interessante: a mente é uma verdadeira torre de controle! Quando a mente trabalha em sua capacidade máxima, é bem fácil identificarmos sobrecarga e… Pode modificar a velocidade dos processamentos e suas resultantes, ou simplesmente, pode travar. Sentimentos de cunho depreciativos podem iniciar seus ataques quando no sentimos mais vulneráveis receosos. Para o manuseio do autoconhecimento, não deixe de ser orientada por um profissional da saúde mental! Expressar o seu contexto será de grande importância para lidar melhor com os atuais sentimentos vivenciados.
 Cristiano Ávila
Psicólogo, Psicanalista
Praia Grande
Olá.
Terapia, focado em programação mental. Entender o porquê sua mente lhe traz os medos e travas, entender em que momento da sua vida, você teve algum evento traumático, que hoje lhe dispara esses gatilhos e assim trabalhar a ressignificação do evento causador lhe trará liberdade e controle de sua vida novamente.

Abço
 Izolina Kreutzfeld
Psicólogo
Jaraguá Do Sul
Olá!

Sugiro fazer terapia para desenvolver essas habilidades e também reestruturar ideias que, por ventura, você tenha acerca do assunto.

Atenciosamente,
Psicóloga Izolina Kreutzfeld
Olá! Por mais diferente que possa parecer, é bastante comum ter mais facilidade para se expressar por escrito do que pessoalmente. Isso acontece porque, muitas vezes, o ambiente presencial envolve mais pressão ou medo de julgamento, o que pode gerar bloqueios.

Esse receio em relação à sua própria feminilidade ao se expressar também pode estar ligado a experiências passadas em contextos onde ser autêntica talvez tenha gerado desconforto, críticas ou insegurança.

Buscar um psicólogo pode ser um ótimo caminho para entender melhor essas vivências, identificar o que mantém esse bloqueio e te apoiar na construção de formas mais livres e seguras de se comunicar no seu ritmo e do seu jeito.

Você não precisa mudar quem é. Só precisa permitir que sua voz exista com mais liberdade e respeito.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
A dificuldade de se expressar pessoalmente, mesmo tendo tanto para dizer, pode estar ligada a algumas experiências, talvez ainda inconscientes, mas que podem ser melhor faladas e elaboradas para lidar com elas de outras maneiras.
Quando você menciona medo da sua feminilidade, do jeito de falar, isso parece apontar para uma tensão interna entre o desejo de se mostrar como você é e o receio de ser interpretada ou invalidada.
Na psicanálise, esse "travar" pode ser visto como um sintoma que revela algo que precisa ser simbolizado, falado e escutado. Pergunte-se: o que dentro de mim teme tanto o olhar do outro? O que na minha feminilidade ou forma de ser me provoca essa angústia? A dificuldade de se expressar não significa incapacidade, mas pode apontar para um conflito entre o que você sente, o que você deseja e o que acredita ser aceitável.
Buscar um espaço terapêutico, seja presencial ou online, com um psicólogo ou psicanalista, pode ajudar a compreender a origem dessa trava, a dar voz a essa feminilidade e a libertar o desejo de se expressar plenamente. É um caminho de construção e acolhimento, sem julgamentos.
Espero ter ajudado e até mais.
É dificil dar um conselho sem saber seus objetivos, suas dores e suas experiências.
Um psicólogo pode te ajudar a identificar quais são essas travar e te ajudar a traçar estratégias para lidar com elas.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Parece que há uma divisão entre o que vive dentro de você e o que consegue expressar ao mundo - como se suas palavras ficassem presas num lugar onde só a tela as liberta. Esse medo da própria voz feminina pode ser um sintoma de algo mais profundo que merece ser escutado, não julgado.

Que tal experimentar escrever à mão, sem destino (nem redes sociais), para que seus pensamentos possam fluir sem a pressão do olhar alheio? Aos poucos, você pode descobrir qual é o medo que silencia sua fala pessoalmente.

Se quiser, podemos explorar juntas: o que acontece no seu corpo quando as palavras travam? Há alguma memória ligada a esse bloqueio? Você não está sozinha nesse processo.
Entendo perfeitamente sua angústia e como é desafiador sentir-se bloqueada na comunicação pessoal, especialmente quando suas ideias fluem tão bem por escrito. É uma experiência comum e muitas pessoas enfrentam dificuldades semelhantes ao transitar entre a expressão online e offline. Não se force a grandes discursos de uma vez. Comece aos poucos e praticando a comunicação oral em situações de baixo risco: conversas com amigos próximos, familiares, ou em ambientes onde você se sinta mais à vontade. A psicoterapia pode ter ajudar nesse processo.
O que você descreve pode estar relacionado a um misto de insegurança, medo do julgamento e dificuldade em acessar a própria expressão emocional de forma espontânea. Muitas pessoas se sentem mais seguras ao escrever, pois o ambiente virtual oferece um espaço com menos exposição direta, tempo para pensar e controle sobre o que será dito.

O medo de expressar a própria feminilidade pode estar ligado a experiências passadas, padrões culturais ou conflitos internos relacionados à identidade. Isso pode gerar um bloqueio na fala, principalmente em situações presenciais em que o corpo, a voz e o olhar também comunicam.

Um caminho possível é o acompanhamento com um psicólogo, que pode ajudar a entender a origem desses bloqueios e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade social e fortalecer sua autoconfiança na comunicação. A psicoterapia é um espaço seguro onde você pode explorar sua identidade, suas emoções e aprender a se expressar com mais liberdade, no seu tempo e do seu jeito.

Você não está sozinho(a) nisso. Com acolhimento e escuta profissional, é possível avançar.
Entender o que realmente está sentindo pode contribuir para sentir-se melhor, pois auxiliará a ter controle dos gatilhos que geram ansiedade e dificultam a comunicação. Nesse processo de auto conhecimento, controle de emoções e pensamentos, como também na ampliação de habilidades sociais, contar com auxilio de um profissional, trará ótimos benefícios.
 Lívia Vernaci Estrella
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Oi. A psicanálise ou psicoterapia estão aí justamente para ajudar a tratar desses sintomas que se manifestam em nosso corpo e que têm raízes mais profundas na nossa psique.
Permita-se experimentar
É mais comum do que parece conseguir se comunicar melhor por escrito do que falando pessoalmente. Isso acontece porque, nas redes sociais ou mensagens, você tem tempo para pensar, organizar as ideias e se sentir mais protegido, enquanto, no contato direto, há exposição, olhar do outro e inseguranças que podem fazer você travar.

Um caminho possível é a psicoterapia, que pode te ajudar a explorar essas inseguranças, acolher sua identidade e fortalecer sua voz do seu jeito, no seu tempo. O objetivo não é forçar você a falar como os outros, mas te ajudar a encontrar segurança na sua forma de ser.

Você tem o direito de existir com autenticidade, e isso inclui sua voz, seu corpo, sua expressão e tudo o que você sente.
É muito comum sentir dificuldade para se expressar pessoalmente, especialmente quando estamos lidando com questões internas relacionadas à identidade, autocrítica ou medo do julgamento. Muitas pessoas encontram nas redes sociais um espaço mais confortável para externalizar seus pensamentos, porque ali há mais controle sobre o que, quando e como compartilhar.

Esse “travar” na fala e o medo em relação à forma como você se expressa, inclusive ligado à sua feminilidade, merecem atenção e cuidado. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para você explorar essas sensações, entender de onde vêm essas inseguranças e trabalhar para que você possa se sentir mais livre e autêntica ao falar — seja com palavras ou com a sua presença.

Com o tempo, é possível desenvolver mais confiança, reconhecer o valor da sua voz e se conectar de forma mais verdadeira consigo mesma e com os outros. Se quiser, posso ajudar a encontrar caminhos para essa transformação.
Busque ajuda profissional antes que tenha agravamento desta condição, um bom profissional vai lhe dar o acolhimento que você precisa.
 Nara Salviato
Psicólogo, Terapeuta complementar
Santo André
Ola tudo bem? Tive um paciente com o mesmo histórico e o tratei com psicoterapia + tecnica de Barras de Access em cinco sessões a melhora foi notória e ele conseguiu mudar padrões antigos que o limitava, hoje ele consegue se expressar e tem um diálogo saudável e com menos instrospecção. Me procure que explico detalhadamento como é o tratamento
 Karla Ito
Psicólogo
Fortaleza
Muitas pessoas sentem travas para expressar no contato direto, mesmo sendo comunicativas em outros contexto. Isso pode estar ligado à ansiedade social e ao medo de julgamento. A psicoterapia auxilia no treino de habilidades de comunicação e no fortalecimento da autoconfiança para interações presenciais.
Olá, tudo bem!

É comum conseguir se expressar melhor por escrito e travar na fala, isso pode estar ligado à ansiedade social e ao medo de julgamento. Sobre o receio com a feminilidade na forma de falar, muitas vezes vem de inseguranças ou padrões sociais que geram autocrítica. Podemos trabalhar isso em terapia, fortalecendo sua confiança e explorando sua forma única de se comunicar. Enquanto isso, exercícios graduais, como treinar a fala em voz alta ou em ambientes seguros, podem ajudar bastante.
 Thayana Montechiare
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! O que você sente é mais comum do que parece. Muitas vezes a dificuldade de se expressar pessoalmente está ligada à ansiedade, medo de julgamento ou até a traços que aprendemos a esconder. Mas isso não é um defeito, é algo que pode ser trabalhado e transformado.
Se você quiser, podemos aprofundar esse processo juntos em terapia on-line, num espaço seguro para entender a origem dessas travas e desenvolver estratégias para se comunicar com mais confiança.
 Miguel Novicki
Psicólogo, Psicanalista
Curitiba
Olá, talves seria realizar algum tipo de intervessão voltada para o desenvolvimento das habilidades sociais. O ideal seria buscar um psicólogo que possa lhe orientar de forma adequada
Dr. Ségismar Bergasse
Psicanalista, Sexólogo, Psicólogo
Brasília
A palavra nas redes sociais encontra em você uma fluidez que, no contato direto, parece se retrair. Isso não significa que você não tenha o que dizer — pelo contrário: mostra que há um excesso, muitas coisas em mente, mas que diante do olhar do outro algo trava, como se a voz ficasse presa na garganta.

Esse “travar” pode estar ligado ao medo de se expor, de ser julgado, ou até, como você mesmo trouxe, ao encontro com a feminilidade da mulher — que desperta em você sentimentos e ansiedades difíceis de nomear.
Na psicanálise, entendemos que não é falta de conteúdo ou de inteligência: é o inconsciente que, diante de certas presenças, ergue barreiras.

Mais do que buscar fórmulas prontas para “destravar”, talvez o caminho seja explorar de onde vem esse medo, o que ele representa na sua história, e como ele se atualiza quando você se vê diante do outro.
Em um espaço de escuta clínica, essas palavras que hoje só conseguem sair pelo teclado podem, pouco a pouco, ganhar corpo na fala — e trazer alívio, liberdade e presença.
Olá, como vai?
Sugiro que você procure um psicanalista para você poder falar o que vier a sua mente, sem julgamento e desatar os nós que existem no seu inconsciênte. Dessa forma, você vai conseguir sair desse bloqueio.
Espero ter ajudado, fico à disposição!
Dra. Dayse Ferreira
Psicanalista, Psicólogo
São José dos Campos
Olá, boa tarde!
Escrevendo ou teclando, a censura consciente é maior: o escrever. exige elaborar, rever e corrigir pontos que vc acredita não ser bons.
No encontro pessoal não há esse tempo para elaborar, outro ponto também é que pessoalmente há o olhar que pode ser intimidador e julgador, consequentemente Você pode se sentir vulnerável.
O que você descreve é mais comum do que parece e envolve ansiedade e padrões de comportamento que dificultam a expressão em situações presenciais. Escrever em redes sociais mostra que você tem ideias e sentimentos claros, mas o corpo e a mente podem reagir com travas na hora de falar pessoalmente. Na psicoterapia, podemos identificar os padrões que mantêm essa dificuldade e desenvolver estratégias práticas para se expressar com mais segurança e naturalidade. Com acompanhamento, é possível fortalecer sua autoconfiança, explorar sua comunicação e se sentir mais à vontade em interações presenciais. Se quiser, podemos marcar uma consulta para iniciar esse processo de forma personalizada.
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Um tratamento psicoterápico pode ajudar a falar e expandir estas queixas e contribuir para que venha a se expressar diferente. Busque um psicólogo!
Muitas pessoas conseguem se expressar melhor por escrito, mas travam ao falar por insegurança ou medo de julgamento. O psicólogo pode ajudar a compreender a origem desse bloqueio, fortalecer a autoconfiança e trabalhar o medo de se expressar e de mostrar sua feminilidade com naturalidade e segurança. Buscar ajuda é um ótimo primeiro passo.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Oi, tudo bem?
O que você descreve revela uma sensibilidade profunda — e também uma forma de proteção. Quando você diz que consegue se expressar melhor nas redes, é possível que, nelas, exista uma sensação de segurança emocional: ninguém te interrompe, há tempo para pensar e escolher as palavras. Já na presença do outro, o corpo interpreta o contato como algo arriscado, e o sistema nervoso entra em estado de vigilância. É como se o cérebro dissesse: “cuidado, aqui você pode ser exposta”. Essa reação não é fraqueza, é uma forma de defesa que o corpo aprendeu.

O medo da feminilidade que você menciona é muito significativo. Às vezes, ele nasce de experiências em que a expressão feminina — o tom de voz, o gesto, a sensibilidade — foi julgada, ridicularizada ou vista como vulnerável. O cérebro, então, aprende a associar a própria feminilidade a perigo ou vergonha. Quando você tenta expressá-la, ele aciona o travamento para “proteger” o que foi ferido. O paradoxo é que esse mesmo bloqueio te distancia de quem você é.

Em terapia, é possível trabalhar esse processo de forma muito respeitosa: entender de onde veio essa insegurança, dar voz a partes suas que foram silenciadas e reconstruir uma relação mais gentil com a própria expressão. A ideia não é “forçar a falar”, mas criar segurança emocional para que a voz volte naturalmente — como um músculo que precisa ser reeducado com cuidado.

Talvez valha se perguntar: o que acontece dentro de mim segundos antes de tentar falar? É medo de ser julgada, de parecer frágil, de não corresponder? E o que minha voz gostaria de dizer se não tivesse medo? Essas reflexões ajudam a começar o processo de reconexão com sua própria presença.

Não é sobre “falar melhor”, é sobre se permitir existir inteira — com voz, corpo e emoção. E esse é um dos trabalhos mais bonitos da psicoterapia. Caso precise, estou à disposição.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Oi, tudo bem? O que você descreve é algo muito sensível e, ao mesmo tempo, profundamente humano. Às vezes, o que chamamos de “trava” não é uma falta de palavras, mas um excesso de emoções tentando sair todas de uma vez — e o corpo, sem saber por onde começar, simplesmente silencia. Nas redes, há uma sensação de controle, de tempo para pensar, de distância da reação do outro. Já no contato real, o olhar e o tom de voz do outro ativam partes muito antigas do cérebro, ligadas à vergonha, ao medo e à exposição.

Esse medo da própria feminilidade que você mencionou é muito interessante e merece ser olhado com cuidado. Pode ser que exista uma parte de você que aprendeu, em algum momento, que expressar-se com delicadeza ou sensibilidade poderia ser visto como fraqueza, vulnerabilidade ou até gerar rejeição. É como se o corpo dissesse: “é melhor esconder essa parte para não me machucar”. Mas o que acontece quando esconder passa a doer mais do que mostrar?

Você já percebeu o que sente exatamente no instante em que tenta falar e trava? É medo de ser julgada? De parecer “demais”? Ou de não ser compreendida? Essas perguntas ajudam a chegar perto da emoção que está por trás da trava, porque o silêncio sempre carrega uma história. E quando a gente entende o que ele está tentando proteger, ele começa a se desfazer.

A terapia pode te ajudar a reconectar a fala com a emoção — a transformar essa energia paralisada em expressão autêntica, sem medo de como ela vai soar. O seu jeito de ser mulher e de se comunicar não precisa seguir um padrão: ele só precisa ser seu. E quando isso acontece, a voz volta a sair, com naturalidade e verdade. Caso precise, estou à disposição.
A psicoterapia é uma importante ferramenta para entender o que está por trás dessas dificuldades e então dar o devido tratamento e encaminhamento a elas. Meu conselho é um trabalho nesse sentido para que você consiga transformar essa condição se é algo que traz algum sofrimento ou prejuizo a você. Estou à disposição.
 Stephanie Von Wurmb Helrighel
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Muitas pessoas sentem exatamente isso: conseguem se expressar melhor quando estão atrás de uma tela, em silêncio, com tempo para pensar, sem o olhar direto do outro. No ambiente virtual, existe uma sensação de proteção — você se sente no controle da forma e do tempo da sua fala. Já no contato presencial, onde há olhar, tom de voz, corpo e presença, tudo parece expor demais… e o corpo “trava”.

Essa trava não é falta de conteúdo — pelo contrário, é excesso de emoção. Há tanto dentro de você que, diante do outro, as palavras parecem se perder. O que trava é a voz do medo: medo de não ser compreendida, medo do julgamento, medo de que, ao se expressar, algo de muito íntimo se revele.

Você menciona também o medo da feminilidade, do seu próprio jeito de ser mulher. Isso é algo profundo — e, na psicanálise, vemos com frequência. Muitas mulheres, por experiências passadas ou por padrões familiares e culturais, aprenderam que o feminino pode ser perigoso, frágil ou “demais”. Assim, acabam reprimindo a própria expressão — a voz, os gestos, o brilho, o desejo — por medo de não caber, de incomodar, de ser vistas demais.

Mas o feminino não é o perigo — é a potência.
Essa sensibilidade, essa forma de perceber o mundo com tanta intensidade, é justamente o que te torna viva e autêntica. O medo que você sente hoje é o mesmo que protegeu essa feminilidade quando ela não foi acolhida lá atrás. Agora, ela precisa de espaço, de um ambiente seguro onde possa voltar a se expressar.

Meu conselho é: não lute contra o silêncio. Comece por ele. Escreva. Continue colocando em palavras tudo o que sente nas redes, nos diários, nas mensagens. Escrever é uma forma legítima de falar — é o primeiro passo para que a voz comece a nascer de dentro. Aos poucos, no espaço terapêutico, essa escrita pode se transformar em fala, e a fala em presença.

Na terapia, você poderá compreender a origem desse medo e reconstruir o vínculo com sua própria voz e com o seu feminino — um vínculo que não assusta, mas acolhe.

Você não precisa se forçar a falar antes de estar pronta. O processo é lento, mas é belo: a voz nasce quando o medo se sente escutado.
Olá, boa tarde.

Isso me parece algo mais intenso do que uma timidez. Meu conselho principalment eé que busque um psicólogo compreensível. Pode parecer diferente à primeira vista, mas com o profissional certo para sua demanda, poderiam iniciar as consultas de forma digitada, por exemplo, até poder desenvolver-se melhor e fazer as consultas por teleconsulta, por exemplo.

Se essas características te incomodam, busque ajuda, tenho certeza que com o psicólogo certo você poderá livrar-se disso.Espero ter ajudado, grande abraço.
O que você está sentindo é mais comum do que parece. Muitas pessoas se sentem mais à vontade escrevendo do que falando. Um caminho é ir praticando aos poucos a expressão verbal em ambientes seguros, começando com pessoas de confiança. Trabalhar com um psicólogo pode ajudar a entender de onde vem esse bloqueio e o medo de se expressar, além de ensinar estratégias para ganhar confiança e soltar a voz aos poucos, sem pressão.
A dificuldade de se expressar pessoalmente, somada ao medo da própria feminilidade, revela um conflito interno entre desejo e censura. A escrita nas redes pode servir como válvula de escape, onde há controle e distância do olhar do outro. Já no contato direto, o medo da exposição faz com que a fala trave. Trabalhar isso em psicoterapia é fundamental, porque a fala é o instrumento mais simbólico da liberdade. Entender de onde vem o medo do feminino — seja como expressão de vulnerabilidade ou de força — ajuda a reconstruir uma relação mais confortável com a própria identidade. O processo é gradual, mas libertador: quanto mais a palavra encontra lugar, menos o corpo precisa se defender.
O que você descreve é mais comum do que parece. Muitas pessoas têm facilidade em se expressar por escrito, mas sentem bloqueio emocional e físico ao falar pessoalmente, especialmente quando há medo de julgamento ou autocrítica.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), esse tipo de dificuldade é trabalhado a partir de três frentes:
Identificar pensamentos automáticos que surgem antes ou durante a fala (“vou errar”, “vão me julgar”, “não sou boa o bastante”). Treinar habilidades de exposição gradual, começando com situações mais seguras, até desenvolver confiança para se expressar naturalmente.
Trabalhar a relação com a feminilidade e autoimagem, compreendendo crenças e experiências que podem ter gerado medo de se mostrar ou se afirmar como mulher.
Com o tempo, a terapia ajuda a reconstruir a autoconfiança e a liberdade de ser quem você é, tanto em palavras quanto em presença.
 Mariana de Sousa Aguilar
Psicólogo, Psicanalista
Guarulhos
Olá, achei interessante a associação que você faz entre não conseguir se expressar e o medo da feminilidade, talvez seja importante olhar melhor para essa associação, para que consiga ter uma compreensão. Muitas vezes em um processo de análise é possível pensar sobre essas questões.
O que você descreve sugere uma dificuldade em lidar com a própria expressão em presença do outro, possivelmente relacionada à timidez, insegurança ou medo de julgamento, e ao mesmo tempo uma tensão em relação à sua própria feminilidade e à forma como se manifesta. Não há nada de errado nisso; é uma experiência que muitas pessoas têm, especialmente em contextos de intimidade ou exposição. Um caminho útil é a psicoterapia psicanalítica, que ajuda a compreender de onde vêm esses bloqueios, sejam experiências passadas, conflitos internos ou expectativas sobre si mesma, e a trabalhar gradualmente a confiança na própria voz e na expressão de sentimentos. Enquanto isso, pequenas estratégias podem ajudar: praticar falar em voz alta sozinha, registrar pensamentos e tentar compartilhá-los com pessoas de confiança em ambientes seguros, e reconhecer cada progresso, por menor que seja, sem autocrítica
Dr. Klyus Vieira
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá!
O que você descreve é uma ação com recorrência e de muita importância para elaborarmos. A dificuldade de falar pessoalmente, enquanto se expressa bem por escrito, sugere que há um afeto, uma carga de emoção, intensa que trava a fala na presença do outro. O medo da própria feminilidade aponta para uma possibilidade de  conflito interno em relação a um aspecto fundamental da sua identidade. 
Esse medo da sua própria feminilidade soa como um sofrimento profundo, como se houvesse uma parte de você que precisa ser contida ou escondida.

O travar aqui é visto como um sinal, em que o travar não é uma falha sua, mas um sintoma, isto é, a manifestação de algo que tenta se manifestar de uma forma que não sai completa, é a ponta de um iceberg, um sinal de algo no inconsciente que precisa ser significado.
Possivelmente um conflito, uma memória, um desejo ou um medo está tentando ser expresso e, ao mesmo tempo, contido. A psicanálise trabalha justamente para decifrar a linguagem dos sintomas, os motivos que te levaram a bloquear essa manifestação que te traz esses questionamentos.
Um ponto que podemos começar a olhar é a  escrita como pista. Que facilidades ela te traz? Como usar essa facilidade nas redes sociais a seu favor?
Essa escrita pode ser utilizada como o início de uma reflexão, de uma análise, um primeiro passo valioso para conectar-se com seus pensamentos e sentimentos de forma mais livre. 
Outro ponto de muita importância aqui é o medo da feminilidade. Esse é um ponto central na análise. "O que, especificamente, na sua feminilidade causa medo?", "Que mensagens você internalizou sobre como uma mulher deve ou não deve ser?", "Com quem ou com que situações passadas esse medo está associado?".
O objetivo não é eliminar a feminilidade, mas entender a origem desse conflito para que, aos poucos, você possa se reconhecer e se habitar de forma mais inteira e menos assustada.
Trouxe aqui uma ilustração do trabalho analítico que poderemos realizar, uma investigação profunda para entender "por que" a sua fala trava e *o que* o seu medo da feminilidade está tentando proteger. Elaboraremos uma busca de um autoconhecimento que visa, no final, restituir a você a autoria da sua própria história e da sua forma de se expressar.
Fico no aguardo do seu contato e fique bem!
Não sei se entendi sua pergunta de forma adequada. Você tem muitos pensamentos? Talvez você possa estar lidando com muita ansiedade e por isso se sente travada. Tente algumas tecnicas de mindfulness, isso pode ajudar. Sente medo de ser feminina ou tem medo de perder o controle?
 Felipe Lima
Psicólogo
São Paulo
É mais comum do que você imagina conseguir se expressar melhor pela escrita do que falando. A escrita oferece tempo, distância e organização. Já na presença do outro, especialmente quando há insegurança, medo de julgamento ou sensibilidade ao modo como a pessoa fala, o corpo naturalmente trava.

Alguns pontos que podem ajudar:

Comece levando algo escrito para a sessão. Não precisa ser bonito nem organizado. Pode ser uma lista de tópicos, frases soltas ou um texto que você escreveu em momentos de mais clareza. Entregar ou ler esse conteúdo já abre caminhos para a conversa.

Fale sobre o próprio travamento. Dizer que você sente dificuldade de se expressar pessoalmente é, por si só, uma forma de se expressar e já coloca a terapeuta ao seu lado, compreendendo seu ritmo.

O medo da “feminilidade” também merece espaço. Às vezes não é exatamente a feminilidade em si, mas as associações que você construiu com ela: cuidado, delicadeza, vulnerabilidade, intensidade afetiva ou até experiências antigas que deixaram marcas. Nada disso precisa ser enfrentado sozinho. Nomear esse medo, mesmo que de forma muito simples, já é um começo.

Use o corpo a seu favor. Quando travar, respire fundo, olhe para um ponto fixo ou peça um minuto. O silêncio também comunica e ajuda a organizar o que vem depois.

Com o tempo, você vai descobrir que não precisa falar tudo de uma vez nem do jeito “certo”. Basta começar com o que consegue, mesmo que pareça pouco. Esse “pouco” pode se transformar em algo muito significativo quando a conversa começa a acontecer no seu ritmo.

E lembre-se: você não precisa ter o domínio da fala para que seu processo avance. A terapia acontece na relação, e a relação pode ser construída também a partir da sua escrita, das suas pausas e da sua forma de existir no encontro.
É comum conseguir se expressar pelas redes e travar presencialmente. Isso geralmente envolve ansiedade, medo de julgamento e, no seu caso, a insegurança diante da feminilidade. Na TCC, trabalhamos os pensamentos que te bloqueiam e formas de ganhar segurança no contato direto.
O ideal é começar pela terapia individual; depois da avaliação, o psicólogo define se precisa de outra abordagem.
Conselho: comece por pequenas falas simples, sem tentar “acertar”. Isso já ajuda a destravar.
Se quiser entender melhor esse bloqueio e aprender a se comunicar com mais confiança, posso te acompanhar nesse processo.
 Diego Santos Vigato
Psicólogo
São Bernardo do Campo
O que você descreve é mais comum do que parece. Algumas pessoas conseguem se expressar melhor por escrito, especialmente em redes sociais ou mensagens, porque ali há tempo para organizar as ideias, escolher as palavras e sentir-se mais protegidas do olhar direto do outro.

Quando o contato é presencial, surgem fatores emocionais que podem gerar bloqueio: medo de julgamento, insegurança, experiências passadas de não ser ouvida ou acolhida, etc. Isso pode fazer com que a fala "trave", mesmo com o pensamento muito ativo.

Sobre o medo da própria feminilidade, isso costuma estar ligado a como, em algum momento da vida, essa expressão foi percebida ou recebida pelo ambiente, seja por críticas, vergonha, repressão ou associações com vulnerabilidade. A feminilidade não é um problema, mas sim uma parte importante da identidade e da espontaneidade de cada pessoa.

O caminho mais indicado é buscar um acompanhamento psicológico, para compreender as origens desse bloqueio e trabalhar gradualmente a segurança de se expressar de forma autêntica, sem medo do julgamento. A terapia ajuda a ressignificar essas experiências, integrando o que hoje parece “travado” de maneira mais natural e livre.
Do ponto de vista profissional, a dificuldade de se expressar em ambientes sociais presenciais é uma característica que pode estar associada a um quadro de ansiedade social. Orienta-se buscar tratamento profissional (psicológico ou psiquiátrico) caso tais dificuldades estejam causando sofrimento significativo e atrapalhando sua qualidade de vida. Por exemplo, impedindo de se expressar no ambiente escolar ou de trabalho. Além disso, é importante colocar que existem vários tratamentos para ansiedade social com evidências robustas de eficácia.
Dr. Erick Polasse
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Isso que você descreve é mais comum do que parece. Quando você escreve, tem tempo, controle e menos exposição; ao vivo, o corpo entra em modo de defesa, trava a fala, acelera pensamentos e bloqueia a expressão. Não é falta de conteúdo ... é ansiedade social e medo de julgamento.

O medo da própria feminilidade geralmente vem de ter aprendido que falar de forma feminina é algo negativo ou frágil. Isso gera autocensura. O conselho é começar pequeno: frases curtas, sem se explicar demais, aceitando falar imperfeito. Se travar, diga isso em voz alta — tira a pressão. Leve esse tema para a terapia: quando o medo diminui, a fala volta.

Não evite ainda que seja difícil falar pessoalmente, quanto mais nos habituamos a conversar apenas pela internet mais difícil fica, precisa ir se colocando em situações sociais aos poucos, primeiro com poucas pessoas e que sejam conhecidas e ir aumentando. E precisaria entender melhor como é esse medo da feminilidade no falar, é sobre a sua fala? Sobre fala de outras pessoas? Você já fez ou faz terapia? Se precisar podemos falar sobre isso.
O que você descreve não é falta de conteúdo ou de identidade, é bloqueio emocional. Nas redes, há distância, tempo e proteção; presencialmente, o corpo entra em alerta, trava, como se falar fosse um risco. Esse medo da própria feminilidade na fala costuma estar ligado a experiências de julgamento, silenciamento ou invalidação, não a algo “errado” em você.
Um caminho importante é não se forçar a falar, mas começar a legitimar a sua voz do jeito que ela já consegue sair — pela escrita. A psicoterapia ajuda a transformar essa voz escrita em voz falada, com segurança, respeitando seu ritmo, trabalhando o medo, a vergonha e o direito de ocupar espaço com quem você é.
 Thatiane Torres
Psicólogo, Psicanalista
Guarulhos
Olá. Senti muita verdade e sensibilidade no seu relato.

O que você descreve mostra que, hoje, a tela do celular ou do computador funciona para você como um escudo. Na internet, você se sente segura para deixar os seus pensamentos saírem. Já no 'cara a cara', parece que o olhar do outro pesa tanto que a sua voz trava por proteção.

Na psicanálise, pensamos que essa 'trava' como uma defesa. É como se uma parte interna sua dissesse: 'Não se mostre, é perigoso ser vista de verdade'.

Você tocou num ponto muito profundo sobre o 'medo da feminilidade'. Às vezes, carregamos a ideia (consciente ou não) de que assumir o nosso lugar de mulher, com nossos desejos e nosso jeito de falar, é algo errado ou vergonhoso. Então, para não correr riscos, a gente cala.

Não existe um 'conselho rápido' que destrave isso magicamente, porque isso tem a ver com a sua história e com quem você é.

O que posso te dizer é que a psicoterapia serve justamente para ser esse lugar de transição. É um espaço seguro onde você pode treinar 'destravar' a sua voz e investigar por que a sua feminilidade lhe causa medo, em vez de liberdade.

Você tem muito a dizer (sua mente cheia prova isso). Merece um espaço onde possa falar sem medo de julgamento.

Thatiane Torres | Psicóloga & Psicanalista

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