Perguntas do paciente (90)

  • Há alguns meses estou muito agressiva com meu namorado, qnd ele me chateia, mágoa ou me expressa che

    Há alguns meses estou muito agressiva com meu namorado, qnd ele me chateia, mágoa ou me expressa chego ao um nível descontrolado no qual acabo agredindo ele, com palavras e fisicamente. Eu nunca fui assim, nos meus outros relacionamentos nunca agredir ninguém. E o pior de tudo é qie o último episódio de agressão eu não lembro de nada, nem o motivo da briga na hr do fato eu lembro. É como se eu saisse de mim. O q está acontecendo cmg?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Uma mudança sutil em seu comportamento agressivo pode ser preocupante e é importante em relação à maneira adequada. É positivo que você esteja buscando entender e lidar com essa situação.

    A agressão verbal e física em um relacionamento não é saudável e pode ter consequências emocionais e físicas para ambas as partes envolvidas. As mudanças em seu comportamento podem ser influenciadas por diversos fatores, como estresse, ansiedade, problemas emocionais não resolvidos ou dificuldades de comunicação.

    É altamente recomendável que você busque ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta, para explorar o que pode estar causando essas mudanças em seu comportamento e para desenvolver estratégias para lidar com suas emoções de maneira mais saudável. Ter um espaço seguro para discutir seus sentimentos, entender suas reações e aprender maneiras mais construtivas de lidar com conflitos é fundamental.

    Lembrando que buscar ajuda é um passo corajoso e importante para o seu próprio bem-estar e para o bem-estar do seu relacionamento. É fundamental abordar esse comportamento para promover um ambiente mais saudável e respeitoso em seu relacionamento.


  • Eu desde de criança sempre falei sozinho e ando de um lado para o outro, sempre imaginando situações

    Eu desde de criança sempre falei sozinho e ando de um lado para o outro, sempre imaginando situações e fantasias até às vezes imaginando ser outras pessoas e criando personas, mas sempre foi algo que fiz consciente disso e faço todos os dias, as músicas geralmente são gatilhos e através da música vou criando essas situações na minha mente, mas não o faço em público tudo isso faço particularmente, existe algo de estranho ou anormal nisso? Devo me preocupar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Falar sozinho, imaginar situações e criar fantasias são comportamentos que muitas pessoas realizam como parte de seus processos de pensamento e criatividade. Essas atividades são formas de autoexpressão, processamento emocional ou até mesmo exercício podem ser criativos da mente. No contexto privado e consciente, essas atividades geralmente não são consideradas anormais ou específicas.

    No entanto, essas atividades estão começando a causar desconforto, atrapalhando suas atividades diárias, afetando sua capacidade de se concentrar em tarefas ou causando preocupações graves, pode ser útil discutir isso com um profissional de saúde mental. Eles podem ajudar a avaliar esses comportamentos relacionados a algum transtorno ou se são apenas uma parte normal de sua experiência.

    Lembre-se de que todos nós temos maneiras diferentes de lidar com nossos pensamentos e emoções. O importante é se sentir confortável e funcionar bem no dia a dia. Se você tem preocupações, um profissional de saúde mental pode ajudar


  • Meus exames T3, T4, TSH e Trab estão normais mas o anti tireoperoxidase deu aumentado - 1.300. Gosta

    Meus exames T3, T4, TSH e Trab estão normais mas o anti tireoperoxidase deu aumentado - 1.300. Gostaria de saber se é hashimoto ou doença de graves?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Um nível aumentado de anticorpos antitireoperoxidase (TPO) é mais comumente associado à doença de Hashimoto, uma condição autoimune que afeta a tireoide. No entanto, para um diagnóstico preciso, é essencial consultar um endocrinologista ou médico especializado. Eles avaliarão todos os resultados dos exames, seu histórico médico e sintomas para determinar o diagnóstico correto.


  • Estresse pode aumentar a vontade de ir ao banheiro ?

    Estresse pode aumentar a vontade de ir ao banheiro ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, o estresse pode afetar o corpo de várias maneiras, incluindo o aumento da vontade de ir ao banheiro. Quando estamos sob estresse, o corpo libera hormônios como o cortisol, que influenciam o funcionamento do sistema digestivo e urinário. Isso pode resultar em sensações de urgência para urinar ou defecar com mais frequência.

    Além disso, o estresse também pode desencadear respostas físicas, como aumento da frequência cardíaca e respiração acelerada, que podem afetar o funcionamento dos músculos envolvidos no controle da bexiga e do intestino.

    Se você estiver enfrentando mudanças graves nos padrões de micção ou evacuação relacionados ao estresse, é aconselhável consultar um médico para descartar outras condições médicas e discutir estratégias para lidar com os efeitos do estresse no corpo.


  • A crise de ansiedade pode atacar sempre no mesmo horário ?

    A crise de ansiedade pode atacar sempre no mesmo horário ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Uma crise de ansiedade não está necessariamente ligada a um local específico. No entanto, em alguns casos, a ansiedade pode ser desencadeada por padrões de atividades diárias ou situações específicas que ocorrem em horários regulares. Por exemplo, se alguém tem um compromisso estressante todos os dias pela manhã, é possível que a ansiedade seja mais intensa nesse local.

    No entanto, a ansiedade também pode ocorrer de forma imprevisível, sem um padrão de horário específico. Ela pode ser influenciada por vários fatores, incluindo estresse, pensamentos negativos, preocupações, entre outros. Se você está enfrentando crises de ansiedade frequentes, é importante procurar um profissional de saúde mental para avaliação e orientação adequada.


  • É possível alaguem com depressão ter oscilações de humor bruscas diárias? Como um exemplo, posso aco

    É possível alaguem com depressão ter oscilações de humor bruscas diárias?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, é possível que alguém com depressão experimente oscilações de humor bruscas ao longo do dia. Embora a depressão seja frequentemente associada a sentimentos persistentes de tristeza, desânimo e falta de interesse, também pode apresentar variações em diferentes momentos. Alguém com depressão pode passar por períodos em que se sente um pouco melhor, seguido por momentos de intensa tristeza, irritabilidade ou ansiedade.

    Essas oscilações de humor podem ser influenciadas por vários fatores, incluindo níveis de estresse, eventos específicos, alterações nos níveis de energia e outros fatores ambientais ou emocionais. No entanto, é importante diferenciar entre variações naturais do estado de ânimo e ciclos bipolares, que envolvem variações extremas de humor, indo da depressão à mania. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando essas oscilações de humor, é recomendável procurar ajuda de um profissional de saúde mental para uma avaliação adequada e orientação.





  • O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ans

    O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ansiedade? Ir tb no psicologo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, quando os medicamentos não parecem ser eficazes no tratamento da depressão e do transtorno de ansiedade, é altamente recomendável procurar ajuda de um psicólogo ou terapeuta. A terapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e outras abordagens, tem se mostrado eficaz no tratamento desses distúrbios.

    A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento negativo, fornecer estratégias para lidar com sintomas, desenvolver habilidades de enfrentamento e promover mudanças positivas no comportamento. A combinação de terapia com outras intervenções, como apoio social, estilo de vida saudável e, se necessário, medicação, pode ser uma abordagem eficaz para tratar essas condições complexas.

    Lembre-se de que cada pessoa é única, e encontrar uma combinação certa de tratamento pode levar tempo. Consultar um profissional de saúde mental é o primeiro passo para explorar as opções disponíveis e criar um plano de tratamento personalizado.


  • Tenho crises de ansiedade e muito ruim palpitação no coração dores no peito e muito complicado lida

    Tenho crises de ansiedade e muito ruim palpitação no coração dores no peito e muito complicado lida com a situação tive muitas perda a na família e esse quadro de ansiedade foi só agravando o que. Faco pra sai dessa rotina de transtorno?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Compreendo que as crises de ansiedade e as perdas familiares tenham impactado você significativamente. É importante buscar apoio profissional, como terapia, para explorar e enfrentar esses desafios. Praticar técnicas de relaxamento, manter hábitos saudáveis ​​e falar abertamente sobre seus sentimentos pode ajudar a lidar com a ansiedade. Lembre-se de que é um processo gradual, mas com suporte adequado, é possível construir estratégias para lidar melhor com as crises e trabalhar para superar a rotina de transtorno.


  • As pessoas com TOC com tratamento adequado conseguem ter uma vida normal? Fazer faculdade, casar, te

    As pessoas com TOC com tratamento adequado conseguem ter uma vida normal? Fazer faculdade, casar, ter filhos etc ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, muitas pessoas com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) podem alcançar uma vida plena e satisfatória com o tratamento adequado. O tratamento para o TOC geralmente envolve terapia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), e, em alguns casos, medicação. Com o suporte necessário, muitas pessoas conseguem gerenciar seus sintomas e realizar uma variedade de objetivos, como fazer faculdade, casar, ter filhos e manter relacionamentos saudáveis.

    A terapia ajuda as pessoas com TOC a desenvolver estratégias para lidar com as obsessões e compulsões, permitindo que elas tenham mais controle sobre seus pensamentos e comportamentos. No entanto, é importante lembrar que o progresso pode ser gradual e que cada pessoa é única. O importante é buscar ajuda profissional, seguir o tratamento recomendado e trabalhar em conjunto com um terapeuta para alcançar metas pessoais e qualidade de vida.


  • Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e

    Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e etc mas o que me incomoda é que essa transferência é pesada e começou já na terceira ou quarta sessão, e até hoje não cessou. Já conversei com ela sobre isso, mas o sentimento não muda. Não queria deixar a terapia pois além de tudo minha psicóloga é uma excelente profissional. Tem algo que eu possa fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    É normal que a transferência possa ser intensa e tensa em algumas situações. Continue a explorar essa dinâmica com sua psicóloga, focando não apenas nos sentimentos, mas também nas razões subjacentes a esses sentimentos. Trabalhar para entender as origens e emoções como elas se relacionam com sua vida atual pode ser esclarecedor. Se a transferência estiver dificultando seu progresso ou bem-estar, pode ser considerado benéfico em segundo lugar a possibilidade de discutir essas questões com um supervisor ou buscar uma opinião terapêutica. O importante é priorizar sua jornada de autocuidado e crescimento emocional.


  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Entendo que você está enfrentando dificuldades ao interagir com mulheres. Isso pode ser influenciado pela ansiedade ou insegurança social. É importante explorar suas opiniões e emoções em torno dessas interações. A terapia pode ser um espaço seguro para abordar esses desafios, trabalhando na autoestima, nas habilidades sociais e na gestão da ansiedade, conduzindo a construção de relacionamentos mais saudáveis ​​e gratificantes.





  • Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer

    Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer que é fobia social ou eu sou antissocial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    A dificuldade de se socializar e o medo de se reunir com outras pessoas podem indicar a presença de fobia social, que é um transtorno de ansiedade caracterizado por ansiedade intensa em situações sociais. No entanto, é importante destacar que não é necessariamente uma questão de ser antissocial.

    A fobia social envolve uma ansiedade excessiva em relação a ser julgado, avaliado ou envergonhado em situações sociais, o que pode levar a evitar essas situações ou enfrentá-las com grande desconforto. Um psicólogo ou profissional de saúde mental pode avaliar seus sintomas e fazer um diagnóstico adequado, além de oferecer estratégias para lidar com essa ansiedade social, seja por meio de terapia ou outras abordagens.

    Lembrando que não importa a terminologia, o importante é buscar ajuda se você estiver enfrentando essas dificuldades. Um profissional pode ajudar a compreender suas preocupações e desenvolver maneiras de lidar com elas de maneira mais saudável.


  • Tenho 64 anos e moro sozinha numa cidade na qual eu acredito não gostar, não consigo fazer amizades

    Tenho 64 anos e moro sozinha numa cidade na qual eu acredito não gostar, não consigo fazer amizades , não me identifico aqui, mas preciso continuar porque sou concursada e largar tudo, ir embora para tentar outro emprego, na minha idade , é muito difícil.
    Vivo infeliz, deprimida e muito ansiosa.
    Percebi que amo outra cidade, a qual vou a cada quinze dias, penso não gostar desta cidade mas admito que se um de meus filhos aqui morasse eu ficara bem aqui.
    Estou confusa, as vezes penso que o que quero é estar perto dos filhos de novo e fico inventando histórias...como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Entendendo que você está passando por um período de confusão e desafios emocionais. É normal sentir-se perdido em situações complexas como essa. Considerar o apoio de um psicólogo pode ser muito benéfico para ajudá-lo a explorar seus sentimentos, tomar decisões e encontrar maneiras de lidar com a depressão e a ansiedade. Enquanto isso, dê passos pequenos e realistas em direção ao que você deseja pode ser um começo. Lembre-se de que cuidar de si mesma é uma prioridade e que, com orientação adequada, você pode encontrar caminhos para uma vida mais segura e equilibrada.


  • A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?

    A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, a depressão pode variar o raciocínio e a capacidade de pensar com clareza. Muitas pessoas com depressão relatam dificuldades em concentrar-se, tomar decisões e processar informações de maneira eficaz. Isso é frequentemente referido como "névoa mental" ou "confusão mental".

    A depressão pode afetar o funcionamento cognitivo de várias maneiras, incluindo o enfraquecimento da memória, o aumento da capacidade de atenção e a lentidão do processamento de informações. Esses sintomas variam de acordo com a intensidade de pessoa para pessoa, mas muitas vezes estão presentes em quadros depressivos.

    Se você ou alguém que você conhece está enfrentando esses sintomas, é recomendável procurar ajuda de um profissional de saúde mental. O tratamento adequado pode não apenas aliviar os sintomas depressivos, mas também melhorar a clareza mental e a capacidade de pensar com mais eficácia.


  • Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, a autoestima baixa pode estar ligada à depressão, embora não seja o único fator. A relação é complexa, com a baixa autoestima contribuindo para agravar sintomas depressivos e vice-versa. Para aumentar a autoestima, é importante praticar a autocompaixão, desafiar pensamentos negativos, considerar conquistas, definir metas realistas, cuidar do corpo e mente com hábitos saudáveis, buscar apoio social e, se necessário, considerar a ajuda de um profissional em terapia para explorar e enfrentar essas questões de maneira mais profunda.


  • Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade faz

    Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade fazer nada ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Para tratar sintomas como desânimo, choro frequente e falta de vontade de fazer atividades, é recomendado procurar um psicólogo clínico ou um psicoterapeuta. Esses profissionais são treinados para avaliar e tratar uma ampla gama de questões emocionais e comportamentais, incluindo depressão.

    Dentro da psicologia clínica, existem várias abordagens terapêuticas que podem ser eficazes no tratamento desses sintomas, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), a terapia de fácil e compromisso (ACT) e a terapia psicodinâmica, entre outras. O importante é encontrar um profissional com quem você se sinta confortável e que tenha experiência no tratamento desses tipos de problemas.

    Lembrando sempre que, ao buscar ajuda, você dará um passo importante na direção à melhoria de sua saúde emocional e bem-estar.


  • Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Sim, a psicoterapia pode ser benéfica para pessoas de todas as idades, incluindo aquelas com 75 anos. A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar pensamentos, emoções e desafios pessoais, independentemente da fase da vida em que alguém se encontra. Para uma pessoa mais velha, a psicoterapia pode ajudar a lidar com questões como adaptação às mudanças na saúde, perdas significativas, solidão, ansiedade e depressão.

    No entanto, ao escolher iniciar uma psicoterapia em uma idade mais avançada, é importante considerar fatores como a disposição da pessoa para se envolver no processo terapêutico e a abordagem do terapeuta para lidar com questões específicas da idade. O suporte emocional e a oportunidade de trabalhar em direção a um maior bem-estar podem ser valiosos em qualquer estágio da vida.


  • Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Para tratar a timidez e a insegurança, você pode procurar um psicólogo que tenha experiência em terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou terapia de exposição. Essas abordagens são frequentemente usadas para tratar questões relacionadas à ansiedade social, timidez e insegurança. A TCC ajuda a identificar padrões de pensamento negativos e substituí-los por pensamentos mais realistas e construtivos. A terapia de exposição envolve gradualmente situações sociais desafiadoras para reduzir a ansiedade associada a elas.

    Ao procurar um psicólogo, certifique-se de que ele tenha experiência em tratar problemas de ansiedade social ou timidez. Uma boa relação de confiança entre você e o terapeuta é essencial para que o tratamento seja eficaz. Converse com o profissional sobre suas preocupações e objetivos para que vocês possam trabalhar juntos para superar a timidez e a insegurança.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Boa tarde! É positivo que você esteja buscando compreender e lidar com seus sintomas. Para fazer uma avaliação mais precisa, o primeiro passo é procurar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem conduzir uma avaliação completa por meio de entrevistas e questionários para determinar se você está lidando com ansiedade, estresse ou possivelmente outras condições relacionadas.

    Descreva seus sintomas com detalhes, como quando eles ocorrem, a frequência e a intensidade. Isso ajudará o profissional a entender melhor sua situação. Lembre-se de que o suporte de um profissional é essencial para determinar o diagnóstico correto e criar um plano de tratamento adequado para suas necessidades individuais.


  • Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontad

    Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontade de se isolar das pessoas e só dormir, sentir muito medo, isso pode ser diagnosticado como depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Danielle Avelino Pereira

    Os sintomas que você descreveu, incluindo desânimo, fadiga persistente, irritabilidade, isolamento social, sentimentos de medo e alterações no padrão de sono, são indicativos de uma possível depressão. No entanto, apenas um profissional de saúde mental pode fazer um diagnóstico preciso após uma avaliação detalhada.

    Se você está enfrentando esses sintomas, é altamente prejudicial procurar a ajuda de um psicólogo ou profissional de saúde mental. Eles podem fazer uma avaliação mais abrangente, discutir suas dúvidas e fornecer orientações específicas, seja por meio de aconselhamento, terapia ou outros métodos de tratamento. Lembre-se de que você não precisa enfrentar isso sozinho e que há ajuda disponível para apoiá-lo no caminho da recuperação.


Perguntas frequentes

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