Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que conti
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Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que continuam a tratá-los como crianças ? Com total controle sobre a vida deles, chegando a sofrer quando um arruma uma companheira e tentando sabotar cada relacionamento; tentando convencer o outro mais velho (48) a voltar para casa e outro de 46 que é complexado e nunca chegou a trabalhar.
Neste caso, além de cuidar dos pais, é importante que os filhos também possam ter acesso a autoconhecimento e autodesenvolvimento. É interessante que estas pessoas procurem por processos de psicoterapia para compreender a necessidade de manter seus filhos em posição infantilizada (considerando os pais) e a dificuldade de abrir seu próprio espaço enquanto adultos (considerando os filhos).
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Olá, é uma situação não tão incomum assim para muitas famílias, embora esta pareça um pouco mais "caricata". Quando o funcionamento familiar inibe ou impossibilita o desenvolvimento individual dos seus membros, é necessário adotar uma visão sistêmica sobre esta disfuncionalidade familiar. Acredito que além da terapia individual, seria fundamental a ida de toda a família para Terapia Familiar Sistêmica. Abraços.
Olá! Neste caso será muito mais viável tratar os filhos que se permitem ficar em um possível lugar de controle e submissão aos pais. Aparentemente não é uma situação saudável para essa família!
Olá. O recomendado seria que todos fizessem terapia individual ou até mesmo um terapia de família. Os pais para entenderem Para que seus filhos já cresceram e os filhos pra não se abalarem com essas questões que os pais impõe pra eles. Boa sorte!
Pela construção da pergunta, me parece que alguém de fora está incomodado com a relação que uma família próxima apresenta.
Nesse caso, convido essa pessoa a pensar que, às vezes, é realmente difícil ver situações aparentemente doentias e não saber o que fazer.
Pois é, infelizmente nem sempre quem está de fora pode ajudar. É preciso que essa família perceba que algo não está bem e deseje mudar de alguma forma.
Essa iniciativa provavelmente vai acontecer (SE acontecer) quando os filhos perceberem que estão velhos demais para se deixarem dominar.
Mas veja bem: pode ser que tudo já esteja tão acomodado que, na prática, nada vai ser feito.
Com isso, para essa pessoa de fora que fez a pergunta, resta a reflexão: “nem sempre é possível ajudar quem não quer ser ajudado”.
Nesse caso, convido essa pessoa a pensar que, às vezes, é realmente difícil ver situações aparentemente doentias e não saber o que fazer.
Pois é, infelizmente nem sempre quem está de fora pode ajudar. É preciso que essa família perceba que algo não está bem e deseje mudar de alguma forma.
Essa iniciativa provavelmente vai acontecer (SE acontecer) quando os filhos perceberem que estão velhos demais para se deixarem dominar.
Mas veja bem: pode ser que tudo já esteja tão acomodado que, na prática, nada vai ser feito.
Com isso, para essa pessoa de fora que fez a pergunta, resta a reflexão: “nem sempre é possível ajudar quem não quer ser ajudado”.
Acredito que todos deveriam participar de uma Terapia Sistêmica Familiar. Mesmo que não compareçam todos os membros, será importante com quem for , porque mesmo se faltar algum membro se fará um bom trabalho. Outra alternativa é terapia sistêmica de casal para o casal e terapia individual para os filhos . A terapia sistêmica familiar trabalha os relacionamentos da família, de todos os integrantes de uma forma sistêmica ou seja interligada, integrada, em um espaço onde todos poderão se manifestar e compreender. É a melhor opção com certeza!!
A primeira questão é que ou o casal ou um dos filhos esteja desconfortável a ponto de buscar ajuda. A pessoa deve querer mudar e não é fácil uma vez que este sistema familiar é de longa duração e os filhos se submetem justamemte por se sentirem incapacitados em assumir suas próprias vidas. Concordo que a terapia sistêmica familiar ou mesmo de casal possa ajudar mas o mais importante é a psicoterapia individual para os filhos poderem se apropriar do seu potencial e passarem à condição de adultos. Espero ter ajudado. Abraço.
Os filhos precisam começar terapia para encontrar um meio de impor limites aos seus pais e parar de submeter. Por que ainda aceitam que os pais tomem controle de suas próprias vidas?
Terapia familiar sistêmica é uma forma de trabalho bastante interessante para este caso.
Terapia familiar sistêmica é uma forma de trabalho bastante interessante para este caso.
Pela maneira com foi relatada não é possível perceber qual a grande questão neste núcleo familiar, já que pais cuidam como se filhos não fossem adultos e parece que também os filhos apresentam alguma dificuldade ao lidar com esses pais. Neste caso seria importante que você que está questionando e parece ter uma visão diferente sobre este núcleo familiar busque orientação com um psicólogo para poder ajudar e, como consequência, a família possa perceber que precisa de ajuda também.
Importante que tanto os pais como os filhos iniciem um processo terapêutico. Os pais precisam buscar a felicidade em outras atividades e deixar que os filhos vivam e possam construir os objetivos de vida deles. A ligação com a família, os laços não deixarão de existir. Porém, eles não podem ser impeditivos para o crescimento dos filhos como também não podem ser determinantes para o bem estar dos pais. Acredito que a família deve buscar ajuda terapêutica.
Acredito que nao só o casal necessite de ajuda mas os filhos que se submetem a tal controle. É uma pergunta subjetiva cabe avaliar p fimcionamento dela... as vezes terapia familiar ajuda.... tb. Todos tem que estar disponiveis a serem ajudados
Att.
Eduardo
Att.
Eduardo
É necessário tratamento para ambos (pais e filhos). Pais que geralmente não deixam seus filhos crescerem podem gerar um grave distúrbio emocional e social para seus filhos, além de trazer um grande sofrimento.
Varias foram as respostas em relação a essa situação entre pais e filhos. Acho que todos foram unânimes indicando tratamento aos filhos, que são os únicos que ainda podem querer mudar. Ou não. Como disse o colega Daniel Lage, do RJ, só podemos ajudar quem quer ser ajudado. E talvez nenhum deles esteja buscando uma mudança.
Mas, se querem mudar, indicaria terapia individual para os filhos.
Mas, se querem mudar, indicaria terapia individual para os filhos.
Quem pergunta poderia ser um membro da família? Na teoria dos sistemas sabemos que se acontecer mudança de funcionamento em um dos membro, isso irá reverberar no funcionamento do sistema todo. As mudanças podem acontecer dentro de um planejamento, que um profissional treinado nessa área poderá ajudar esta família a se conscientizar do que precisam, para sair do impasse e começarem a se movimentar. Muitas vezes o peso é muito grande quando acontecem determinados jogos perversos que podem ter origens no medo, lealdades, pais com transtornos de personalidade, autoritarismo e outros, onde fica difícil o processo de diferenciação e desenvolvimento normal , fazendo com que sintam se amarrados e com a certeza de que nada podem fazer. No atendimento de uma família, muitas vezes nao vem todos no começo, mas aqueles que participam , vão começar fazer pequenas mudanças e aos poucos ter uma nova visão e esperança, vai dar frutos um pouco melhores de cada vez.Qualquer melhora faz a diferença. Durante a terapia familiar , membros podem ser encaminhados também para terapia individual .Boa sorte.
Olá,
Fiquei me perguntando quem fez a pergunta, já que independente das diferentes formas de ajudar essa família, nenhuma adiantará caso essa inquietação não faça parte de pelo menos alguém que pertença a esse núcleo trazido.
Essa família sugere pais, que por algum motivo, não conseguem deixar com que seus filhos cresçam, o que certamente colaborou para a criação de filhos com dificuldade de sair de seus lugares infantis.
Um análise individual certamente beneficiaria cada um dos membros da família, pois trabalharia questões individuais para que cada um pudesse se olhar dentro dessa dinâmica e compreender o motivo de permanecer nela.
Já a terapia familiar não conseguiria dar conta de trabalhar as questões individuais de cada um, mas por outro lado, é uma ótima opção para fazer com que as principais questões dessa família apareçam de forma mais escancarada. Muitos desejos de fazer uma análise individual vem de questões que se abrem a partir de uma terapia familiar.
Portanto, diversas são as ferramentas para ajudá-los, mas para que isso seja possível deve haver alguma questão ou incomodo dos próprios familiares (ou de pelo menos um familiar que ao buscar ajuda se aproprie desse incômodo e possa reverberar no restante do núcleo), ok?
Grande abraço
Fiquei me perguntando quem fez a pergunta, já que independente das diferentes formas de ajudar essa família, nenhuma adiantará caso essa inquietação não faça parte de pelo menos alguém que pertença a esse núcleo trazido.
Essa família sugere pais, que por algum motivo, não conseguem deixar com que seus filhos cresçam, o que certamente colaborou para a criação de filhos com dificuldade de sair de seus lugares infantis.
Um análise individual certamente beneficiaria cada um dos membros da família, pois trabalharia questões individuais para que cada um pudesse se olhar dentro dessa dinâmica e compreender o motivo de permanecer nela.
Já a terapia familiar não conseguiria dar conta de trabalhar as questões individuais de cada um, mas por outro lado, é uma ótima opção para fazer com que as principais questões dessa família apareçam de forma mais escancarada. Muitos desejos de fazer uma análise individual vem de questões que se abrem a partir de uma terapia familiar.
Portanto, diversas são as ferramentas para ajudá-los, mas para que isso seja possível deve haver alguma questão ou incomodo dos próprios familiares (ou de pelo menos um familiar que ao buscar ajuda se aproprie desse incômodo e possa reverberar no restante do núcleo), ok?
Grande abraço
Ache AJUDA PROFISSIONAL. Ache um competente psicologo especializado em PSICOTERAPIA. Existe cura.
É importante falar que toda a família precisa de tratamento. Primeiro os filhos que se submetem a este controle exagerado e os pais que não permitem o crescimento dos filhos. É necessário entender o porquê de cada um se comportar dessa forma e se isso é realmente um sofrimento para eles, visto que quem fala parece ser uma terceira pessoa. A terapia tem que ser realizada por vontade própria da pessoa. A pessoa tem que querer passar por um processo terapêutico. De qualquer forma, se assim quiserem é muito importante uma terapia.
O trabalho do analista consiste em despertar aquilo que já existe dentro da pessoa. É a arte de despertar o sujeito para seu potencial criativo genuíno. A finalidade não é curar, e sim favorecer o crescimento interior por meio das dificuldades pessoais.
No decorrer do trabalho analítico há a proposição de que pelo falar, pelo escutar e pelo fazer criativo nos confrontamos com nós próprios. Pôr-se em processo analítico é possibilitar o existir permeável a outros saberes. É despertar para o próprio caminho de vida como processo natural com sentido, finalidade e objetivo; é a experiência interior.
A experiência interior se torna experiência de vida quando vivida com todas as suas implicações. A psicoterapia tem como objetivo auxiliar pessoas que sofrem ou estão com dificuldades na vida e não conseguem resolver sozinhas. Na terapia o analisando é convidado a, num espaço seguro e sigiloso, explorar seus afetos, pensamentos e fantasias que compõem o cenário de seu sofrimento.
O processo de psicoterapia junguiana possibilita que o analisando se familiarize com os sintomas que produz.
Atenciosamente,
Aline De Coster.
No decorrer do trabalho analítico há a proposição de que pelo falar, pelo escutar e pelo fazer criativo nos confrontamos com nós próprios. Pôr-se em processo analítico é possibilitar o existir permeável a outros saberes. É despertar para o próprio caminho de vida como processo natural com sentido, finalidade e objetivo; é a experiência interior.
A experiência interior se torna experiência de vida quando vivida com todas as suas implicações. A psicoterapia tem como objetivo auxiliar pessoas que sofrem ou estão com dificuldades na vida e não conseguem resolver sozinhas. Na terapia o analisando é convidado a, num espaço seguro e sigiloso, explorar seus afetos, pensamentos e fantasias que compõem o cenário de seu sofrimento.
O processo de psicoterapia junguiana possibilita que o analisando se familiarize com os sintomas que produz.
Atenciosamente,
Aline De Coster.
Olá!
Me parece que existe uma relação simbiótica entre os pais e filhos, ou seja, não houve uma ruptura consciente entre essas relações. Está tudo interligado e ninguém consegue viver de forma saudável e independente.
Através da psicoterapia, os pais aprenderão a fazer a ruptura consciente na relação com os seus filhos.
Me parece que existe uma relação simbiótica entre os pais e filhos, ou seja, não houve uma ruptura consciente entre essas relações. Está tudo interligado e ninguém consegue viver de forma saudável e independente.
Através da psicoterapia, os pais aprenderão a fazer a ruptura consciente na relação com os seus filhos.
Percebo seu incômodo em verificar essa dinâmica familiar disfuncional. Os pais não prepararam os filhos para seguirem suas próprias vidas. Por outro lado, os filhos não conseguiram sair dessa dinâmica em que foram aprisionados. Um desses elementos, precisaria querer abrir mão de estar neste lugar. Adoraria poder ajudar/atender um deles, mas...
Uma família é um organismo vivo e dinâmico, em que cada membro tem sua função e lugar específico na dinâmica familiar. É natural que num determinado momento, os filhos sigam seu destino sob as bençãos de seus pais. Se há sofrimento nesse processo, podemos inferir a presença de alguma memória traumática inconsciente, que, mesmo de forma ineficiente, objetiva evitar uma dor maior.
Por isso, conhecer fatos significativos da história familiar ajuda a formular uma hipótese diagnóstica e a indicar um tratamento: aconteceu algum trauma na família de origem dos pais? Morte prematura? Abandono? Guerra? Uma vez que tenhamos acessado essa memória, será possível identificar a raiz do problema e trabalhar para desfazer o bloqueio energético produtor do emaranhamento, reorganizando o campo de consciência familiar. Uma abordagem bastante eficiente para esse fim é a Constelação Sistêmica Familiar, que pode ser realizada em grupo ou individualmente.
Por isso, conhecer fatos significativos da história familiar ajuda a formular uma hipótese diagnóstica e a indicar um tratamento: aconteceu algum trauma na família de origem dos pais? Morte prematura? Abandono? Guerra? Uma vez que tenhamos acessado essa memória, será possível identificar a raiz do problema e trabalhar para desfazer o bloqueio energético produtor do emaranhamento, reorganizando o campo de consciência familiar. Uma abordagem bastante eficiente para esse fim é a Constelação Sistêmica Familiar, que pode ser realizada em grupo ou individualmente.
O recomendado seria que todos fizessem terapia individual ou até mesmo um terapia de família. Os pais para entenderem Para que seus filhos já cresceram e os filhos pra não se abalarem com essas questões que os pais impõe pra eles.
Dependerá de quais membros da família reconhecem que tem um problema e aceitam procurar ajuda. Em uma situação ideal todos fariam psicoterapia ou mesmo uma terapia familiar. Mas mesmo se apenas uma pessoa quiser buscar tratamento já será proveitoso.
Olá!
Como disse Sartre: "Ser adulto é poder fazer escolhas e assumir as consequências", e ainda " O homem é condenado a ser livre". Assim entendo que os filhos desse casal, ora adultos, escolhem se submeter as determinações (escolhas ) feitas pelos seus pais sobre suas vidas. Recomendo aos filhos tratamento psicoterapeutico (terapia com o psicólogo ). A sabedoria popular diz: "O incomodado é que se mude".
Um abraço!
Como disse Sartre: "Ser adulto é poder fazer escolhas e assumir as consequências", e ainda " O homem é condenado a ser livre". Assim entendo que os filhos desse casal, ora adultos, escolhem se submeter as determinações (escolhas ) feitas pelos seus pais sobre suas vidas. Recomendo aos filhos tratamento psicoterapeutico (terapia com o psicólogo ). A sabedoria popular diz: "O incomodado é que se mude".
Um abraço!
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Olá! Percebo que o sistema familiar está em desajuste. Cada membro da família certamente tem sua contribuição para que esse funcionamento se estabelecesse.
Pensando assim. Indicaria uma terapia familiar e, após avaliação, provavelmente o acompanhamento individual para alguns membros. Espero ter ajudado.
Pensando assim. Indicaria uma terapia familiar e, após avaliação, provavelmente o acompanhamento individual para alguns membros. Espero ter ajudado.
Olá!
Acredito que o mais adequado para a situação que você descreve, é a terapia de família.
Nela, todos vocês terão a oportunidade de serem ouvidos e poderão fazer novos combinados que deixem todos mais confortáveis com a situação.
Espero ter contribuído!
Acredito que o mais adequado para a situação que você descreve, é a terapia de família.
Nela, todos vocês terão a oportunidade de serem ouvidos e poderão fazer novos combinados que deixem todos mais confortáveis com a situação.
Espero ter contribuído!
Olá! A pessoa deve querer mudar e não é fácil uma vez que este sistema familiar é de longa duração e os filhos se submetem justamente por se sentirem incapacitados em assumir suas próprias vidas. Os filhos precisam começar terapia para encontrar um meio de impor limites aos seus pais e parar de submeter. Espero ter ajudado e coloco-me a disposição. Um abraço!
Ola! É muito importante procurar ajuda de um profissional, ele poderá auxiliar nessa transição de vida e vocês tornarão essa, uma fase incrível para vocês e para seus filhos. É fundamental que os pais, desde cedo, tenham em mente o quanto é saudável e importante que os filhos possam trilhar seus próprios caminhos. O amor dos pais pelos filhos deve sempre favorecer a autonomia, nunca impedi-la. Os filhos também precisam iniciar uma terapia e aprender colocar limites e ter autonomia sobre suas vidas e parar de sustentam esse lugar que foram aprisionados. Espero ter ajudado! Abraço!
Minha recomendação é uma terapia de família para que eles possam olhar os sentimentos, medos e inseguranças que estão mantendo as relações dessa forma.
Pergunte se eles preferem continuar sofrendo ou se aceitam fazer algo para melhorar, caso eles prefiram melhorar, vejam todas as formas disponíveis para isso, como psicoterapia.
Mesmo se tratando de uma única família, cada um é um ser, cada um foi atravessado de uma maneira específica então cada um deles precisa de acompanhamento para suas questões e para lidar com os pais.
Não há como tratar o casal, a menos que eles procurem ajuda terapêutica. Mas há como tratar os filhos, que devem estar sofrendo bastante por não saber lidar com a situação. O caso precisaria ser avaliado através de uma consulta, mas creio que os principais pontos a serem trabalhados com os filhos seriam autoestima e amor próprio. Ninguém precisa abandonar os pais, mas pela idade desse filhos, eles já deveriam ser mais autônomos e os pais deveriam percebe-los como indivíduos com vontades e valores próprios. Ambientes familiares saudáveis criam os filhos para saírem de casa e serem independentes. Quando os filhos seguem a vida demostra que os pais fizeram seu papel com excelência.
Olá! Para o casal ser tratado é necessário que haja desejo deles ao tratamento. De igual modo, cada filho que esteja angustiado dentro da relação familiar, desejando, pode buscar tratamento.Espero ter ajudado. Fico a disposição.
Não consegui entender sua pergunta, especialmente porque não dá para saber qual é a sua relação com esse casal, já que seria importante saber qual é o seu papel na vida deles. Se você tem uma relação próxima e estiver te deixando desconfortável, pode comunicar isso a eles e colocar limites na sua interação com eles. Abraço
Oferecer o serviço de psicologia é sempre bem vindo a qualquer pessoa e vc pode fazer a essa família, com todo cuidado, visto que, por mais que você perceba o caos familiar e individual neles, é importante entender, se de fato, esse grupo familiar, tem alguma demanda consciente para se tratar. Quanto mais saudável estamos, menos preocupados e co dependentes ficamos, em relação as fragilidades do outro. Digo que, a atração é mais forte que a promoção! Sugiro que você busque um bom psicólogo, administre suas questões positivamente e deixe que essas pessoas, atraídas pelo seu sucesso terapêutico, solicitem você também atendimento psicológico. Geralmente funciona assim com maior exito. Eu me ajudo e ajuda as pessoas. Buque conhecer sobre grupo de mutua ajuda CODA.
Trabalhar com um casal e filhos adultos em uma dinâmica tão desafiadora requer sensibilidade e comunicação aberta. Incentivar a independência dos filhos adultos, promover um diálogo honesto e estabelecer limites saudáveis são passos cruciais. Se a situação persistir, considere envolver um terapeuta familiar para orientação profissional. A mudança leva tempo, mas o objetivo é criar relações mais saudáveis e funcionais dentro da família.
Relações familiares são formadas por vários papéis e funções, sendo que cada membro exerce um papel específico. E por mais adoecedor que seja, as pessoas tem ganhos a curto e longo prazo por exercerem ou se submeterem a dinâmica familiar vigente. Para que tais pessoas saiam dessa situação de sofrimento é necessários que os ganhos comecem a ter menos peso que os sofrimentos gerados e só aí vão tomar a iniciativa de procurar ajuda, independentemente da idade que tenham. Fico à disposição!
Essa situação é delicada e envolve dinâmicas familiares complexas, onde os pais, mesmo na terceira idade, têm dificuldades em aceitar que os filhos são adultos e que precisam viver suas próprias vidas. Esse comportamento controlador pode ser prejudicial tanto para os pais quanto para os filhos, gerando frustrações, ressentimentos e impedindo que todos alcancem uma vida plena e independente.
Do ponto de vista profissional, é essencial que os filhos compreendam que, mesmo que os pais tenham boas intenções, esse tipo de controle excessivo não é saudável. Eles precisam reconhecer que têm o direito e a responsabilidade de buscar seu próprio caminho, o que inclui tomar decisões sobre relacionamentos, carreira e moradia, sem a necessidade de validação constante dos pais.
A primeira etapa para mudar essa dinâmica é que os filhos aceitem que precisam de ajuda e que essa ajuda pode vir de profissionais como psicólogos e/ou psiquiatras. O tratamento pode ajudá-los a desenvolver a confiança necessária para tomar as rédeas de suas vidas e estabelecer limites saudáveis com os pais.
É importante também que os pais reconheçam que, ao tentar controlar a vida dos filhos, eles podem estar causando mais mal do que bem, tanto para os filhos quanto para si mesmos. A terapia pode ser uma ferramenta poderosa para ajudá-los a entender e aceitar o papel que desempenham na vida dos filhos adultos e a encontrar novas formas de se relacionar com eles, baseadas em respeito e autonomia.
Em resumo, todos os envolvidos precisam de apoio para mudar essa dinâmica. Os filhos, em particular, devem buscar esse tratamento por si mesmos, independentemente da aprovação dos pais. Essa jornada de autoconhecimento e independência é crucial para o bem-estar de todos e para que possam construir relações mais saudáveis e equilibradas.
Do ponto de vista profissional, é essencial que os filhos compreendam que, mesmo que os pais tenham boas intenções, esse tipo de controle excessivo não é saudável. Eles precisam reconhecer que têm o direito e a responsabilidade de buscar seu próprio caminho, o que inclui tomar decisões sobre relacionamentos, carreira e moradia, sem a necessidade de validação constante dos pais.
A primeira etapa para mudar essa dinâmica é que os filhos aceitem que precisam de ajuda e que essa ajuda pode vir de profissionais como psicólogos e/ou psiquiatras. O tratamento pode ajudá-los a desenvolver a confiança necessária para tomar as rédeas de suas vidas e estabelecer limites saudáveis com os pais.
É importante também que os pais reconheçam que, ao tentar controlar a vida dos filhos, eles podem estar causando mais mal do que bem, tanto para os filhos quanto para si mesmos. A terapia pode ser uma ferramenta poderosa para ajudá-los a entender e aceitar o papel que desempenham na vida dos filhos adultos e a encontrar novas formas de se relacionar com eles, baseadas em respeito e autonomia.
Em resumo, todos os envolvidos precisam de apoio para mudar essa dinâmica. Os filhos, em particular, devem buscar esse tratamento por si mesmos, independentemente da aprovação dos pais. Essa jornada de autoconhecimento e independência é crucial para o bem-estar de todos e para que possam construir relações mais saudáveis e equilibradas.
Ah, um dilema familiar que requer uma abordagem delicada e refinada. Vamos explorar essa questão com base na TCC e na neurociência.
Primeiramente, é essencial compreender que o comportamento controlador dos pais pode estar enraizado em medos e ansiedades profundas, possivelmente exacerbadas pela idade avançada. A neurociência nos ensina que padrões de comportamento estabelecidos ao longo de décadas podem ser difíceis de mudar, mas não impossíveis.
Na TCC, o foco seria ajudar os pais a reconhecerem e desafiarem suas crenças disfuncionais sobre a necessidade de controle. Isso pode ser feito através de sessões terapêuticas que explorem os medos subjacentes e promovam a aceitação da independência dos filhos. Técnicas de reestruturação cognitiva podem ser empregadas para substituir pensamentos negativos por perspectivas mais saudáveis e realistas.
Para os filhos, é crucial estabelecer limites claros e consistentes. A TCC pode ajudá-los a desenvolver habilidades de assertividade para comunicar suas necessidades e desejos de maneira eficaz, sem ceder ao controle parental. Além disso, a terapia familiar pode ser uma ferramenta valiosa para facilitar a comunicação e promover um entendimento mútuo.
A neurociência também sugere que a plasticidade cerebral permite a adaptação e mudança de comportamentos, mesmo em idades avançadas. Portanto, com paciência e persistência, é possível promover mudanças significativas.
Em suma, o tratamento deve envolver uma combinação de terapia individual para os pais e filhos, bem como sessões de terapia familiar para abordar as dinâmicas disfuncionais. A sabedoria e a ciência, quando aplicadas com delicadeza e precisão, podem guiar essa família rumo a um relacionamento mais saudável e harmonioso.
Primeiramente, é essencial compreender que o comportamento controlador dos pais pode estar enraizado em medos e ansiedades profundas, possivelmente exacerbadas pela idade avançada. A neurociência nos ensina que padrões de comportamento estabelecidos ao longo de décadas podem ser difíceis de mudar, mas não impossíveis.
Na TCC, o foco seria ajudar os pais a reconhecerem e desafiarem suas crenças disfuncionais sobre a necessidade de controle. Isso pode ser feito através de sessões terapêuticas que explorem os medos subjacentes e promovam a aceitação da independência dos filhos. Técnicas de reestruturação cognitiva podem ser empregadas para substituir pensamentos negativos por perspectivas mais saudáveis e realistas.
Para os filhos, é crucial estabelecer limites claros e consistentes. A TCC pode ajudá-los a desenvolver habilidades de assertividade para comunicar suas necessidades e desejos de maneira eficaz, sem ceder ao controle parental. Além disso, a terapia familiar pode ser uma ferramenta valiosa para facilitar a comunicação e promover um entendimento mútuo.
A neurociência também sugere que a plasticidade cerebral permite a adaptação e mudança de comportamentos, mesmo em idades avançadas. Portanto, com paciência e persistência, é possível promover mudanças significativas.
Em suma, o tratamento deve envolver uma combinação de terapia individual para os pais e filhos, bem como sessões de terapia familiar para abordar as dinâmicas disfuncionais. A sabedoria e a ciência, quando aplicadas com delicadeza e precisão, podem guiar essa família rumo a um relacionamento mais saudável e harmonioso.
Caso seja possível recomendar, indico que a família inicie um processo de psicoterapia de família. Para o caso de recusa, seria indicado propor terapia individual para as pessoas desse sistema familiar que estiverem mais acolhedoras para um processo de mudança ou, pelo menos, menos resistentes.
Olá! O que você descreve é uma dinâmica familiar complexa, e é natural que sinta a necessidade de entender melhor essas relações. A psicanálise pode ser um espaço valioso para explorar as raízes desse comportamento e os significados emocionais por trás dessas atitudes. O processo pode ajudá-los a redefinir os papéis dentro da família e construir relações mais saudáveis. Caso decida começar, estarei à disposição para acompanhá-la nessa jornada.
Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que continuam a tratá-los como crianças ? Com total controle sobre a vida deles, chegando a sofrer quando um arruma uma companheira e tentando sabotar cada relacionamento; tentando convencer o outro mais velho (48) a voltar para casa e outro de 46 que é complexado e nunca chegou a trabalhar.
Pelo o que você apresenta, o problema é familiar. Acredito que nesse caso seria indicado Psicoterapia para cada um dos filhos, para que eles individualmente consigam se fortalecer emocionalmente, reorganizando suas próprias vidas, conforme seus desejos e não a partir das expectativas dos pais, que já fizeram suas escolhas.
Boa tarde, acredito que o mais indicado nesse caso seja terapia de família , para trabalhar todas essas relações interpessoais e dinâmicas consequentes.
A situação relatada envolve dinâmicas familiares enraizadas, com padrões de controle e dependência emocional que, muitas vezes, se perpetuam ao longo de gerações.
Pais que continuam exercendo controle excessivo sobre filhos adultos, interferindo em suas escolhas e relacionamentos, geralmente estão lidando com medos profundos de perda, solidão ou falta de propósito, especialmente com o avanço da idade.
Já os filhos, por sua vez, podem estar emocionalmente fragilizados por uma relação de dependência afetiva, que dificulta a construção de autonomia, relacionamentos saudáveis e identidade própria.
O que pode ajudar:
Psicoterapia familiar ou individual para os envolvidos, a fim de compreender os papéis assumidos e como transformá-los.
Orientações específicas sobre limites saudáveis nas relações, que valorizem a autonomia dos filhos sem romper os laços afetivos.
É importante abordar esse tema com empatia, pois tanto o controle quanto a dependência são formas de sofrimento — ainda que inconscientes.
Relações familiares podem se renovar em qualquer fase da vida, desde que haja disposição para olhar para a dor e para os padrões que se repetem. O apoio psicológico é um caminho fundamental nesse processo.
Pais que continuam exercendo controle excessivo sobre filhos adultos, interferindo em suas escolhas e relacionamentos, geralmente estão lidando com medos profundos de perda, solidão ou falta de propósito, especialmente com o avanço da idade.
Já os filhos, por sua vez, podem estar emocionalmente fragilizados por uma relação de dependência afetiva, que dificulta a construção de autonomia, relacionamentos saudáveis e identidade própria.
O que pode ajudar:
Psicoterapia familiar ou individual para os envolvidos, a fim de compreender os papéis assumidos e como transformá-los.
Orientações específicas sobre limites saudáveis nas relações, que valorizem a autonomia dos filhos sem romper os laços afetivos.
É importante abordar esse tema com empatia, pois tanto o controle quanto a dependência são formas de sofrimento — ainda que inconscientes.
Relações familiares podem se renovar em qualquer fase da vida, desde que haja disposição para olhar para a dor e para os padrões que se repetem. O apoio psicológico é um caminho fundamental nesse processo.
Boa noite! Filhos são sempre filhos... No processo de psicoterapia vocês poderão expor as inseguranças, fortalecer o que une vocês de verdade e trabalhar a autonomia relativa de cada um. O psicoterapeuta vai respeitar o tempo de vocês, mas sempre convidamos o paciente (ou casal) a lidar da melhor forma com cada momento (isso vai variar conforme mais detalhes que fornecerem na psicoterapia). Desejo sucesso! Fico à disposição.
Olá! Essa dinâmica familiar pode ser entendida, na análise do comportamento, como um padrão de controle reforçado ao longo do tempo, no qual os pais mantêm os filhos em posição de dependência por meio de contingências coercitivas e reforços sociais. Esse tipo de comportamento, apesar de muitas vezes ter a intenção de proteger ou manter vínculo, acaba limitando a autonomia dos filhos e gerando sofrimento para todos os envolvidos.
É fundamental que tanto os pais quanto os filhos busquem acompanhamento psicológico individual. O processo terapêutico permite identificar as funções dos comportamentos envolvidos, ampliar repertórios de autonomia, autocuidado e assertividade, além de possibilitar a flexibilização dos papéis familiares. Em alguns casos, o suporte psiquiátrico também pode ser necessário. A psicoterapia é essencial para modificar contingências disfuncionais e promover relações mais equilibradas, com base na liberdade, responsabilidade e respeito às individualidades.
É fundamental que tanto os pais quanto os filhos busquem acompanhamento psicológico individual. O processo terapêutico permite identificar as funções dos comportamentos envolvidos, ampliar repertórios de autonomia, autocuidado e assertividade, além de possibilitar a flexibilização dos papéis familiares. Em alguns casos, o suporte psiquiátrico também pode ser necessário. A psicoterapia é essencial para modificar contingências disfuncionais e promover relações mais equilibradas, com base na liberdade, responsabilidade e respeito às individualidades.
O tratamento passa por ajudar o casal a entender que os filhos já são adultos e precisam ser tratados como tal. É importante trabalhar a diferenciação — mostrar que eles não perdem o papel de pais, mas esse papel muda: em vez de controle, passa a ser apoio e referência. Também é necessário reforçar a identidade conjugal, incentivando que invistam em si mesmos e na relação, ao invés de viverem em função dos filhos. Por fim, é essencial trabalhar as crenças de abandono e perda de valor que estão por trás do excesso de controle, ajudando-os a elaborar o luto da “função parental ativa” e a construir um vínculo mais saudável, baseado em respeito e autonomia.
Esse padrão indica enmeshment familiar e codependência severa - os pais usam o controle como forma de manter proximidade e propósito, enquanto os filhos adultos podem ter desenvolvido dependência emocional e imaturidade devido à superproteção - o tratamento ideal é terapia familiar sistêmica para trabalhar limites saudáveis, individuação e autonomia, combinada com terapia individual para cada membro desenvolver independência emocional
Em primeiro lugar, precisamos entender se esse casal enxerga os comportamentos em relação aos filhos como problemáticos e se querem lidar com isso. Do contrário, não há o que se fazer com relação a eles. Sobre os filhos, no entanto, seria interessante que buscassem uma psicoterapia até mesmo como forma de emancipação desses pais, supondo que já não façam e que estejam dispostos a atravessar este processo.
Olá, tudo bem? A situação que você descreve é bastante delicada, porque envolve padrões de relacionamento que se consolidaram ao longo de décadas e que provavelmente estão ligados a vínculos de dependência emocional e dificuldades na diferenciação entre gerações. Quando pais mantêm os filhos adultos sob intenso controle, tratando-os como crianças, não é apenas uma questão de “excesso de cuidado”, mas sim de dinâmicas familiares que perpetuam a dependência e dificultam a autonomia.
Do ponto de vista terapêutico, é importante compreender que não se trata apenas de mudar comportamentos pontuais, mas de trabalhar crenças e papéis que cada membro da família assumiu ao longo da vida. Muitas vezes, esses pais enxergam nos filhos a sua principal fonte de sentido, o que faz com que sofram ou até sabotem quando percebem sinais de separação ou independência. Já os filhos, por sua vez, podem se sentir culpados ou incapazes de romper, mesmo desejando autonomia. É como se todos estivessem presos em uma rede afetiva que dá segurança, mas ao mesmo tempo sufoca.
Talvez seja interessante refletir: de que forma esses filhos se sentem quando percebem esse controle? O que cada um ganha — e também perde — ao manter essa relação de dependência? E como esses pais se imaginam se precisassem encarar uma vida em que os filhos seguissem seu próprio caminho? Essas perguntas ajudam a trazer clareza sobre o papel emocional que cada um está desempenhando.
O tratamento pode envolver terapia familiar ou terapia de casal para os pais, com foco em trabalhar o apego excessivo e o medo da perda, além de psicoterapia individual para os filhos, de modo a fortalecer recursos internos para lidar com a autonomia sem carregar culpa desproporcional. Em alguns casos, o suporte psiquiátrico também pode ser necessário, principalmente se houver sintomas de ansiedade ou depressão associados. É um processo que exige paciência, mas que pode transformar profundamente a forma como essa família se relaciona. Caso precise, estou à disposição.
Do ponto de vista terapêutico, é importante compreender que não se trata apenas de mudar comportamentos pontuais, mas de trabalhar crenças e papéis que cada membro da família assumiu ao longo da vida. Muitas vezes, esses pais enxergam nos filhos a sua principal fonte de sentido, o que faz com que sofram ou até sabotem quando percebem sinais de separação ou independência. Já os filhos, por sua vez, podem se sentir culpados ou incapazes de romper, mesmo desejando autonomia. É como se todos estivessem presos em uma rede afetiva que dá segurança, mas ao mesmo tempo sufoca.
Talvez seja interessante refletir: de que forma esses filhos se sentem quando percebem esse controle? O que cada um ganha — e também perde — ao manter essa relação de dependência? E como esses pais se imaginam se precisassem encarar uma vida em que os filhos seguissem seu próprio caminho? Essas perguntas ajudam a trazer clareza sobre o papel emocional que cada um está desempenhando.
O tratamento pode envolver terapia familiar ou terapia de casal para os pais, com foco em trabalhar o apego excessivo e o medo da perda, além de psicoterapia individual para os filhos, de modo a fortalecer recursos internos para lidar com a autonomia sem carregar culpa desproporcional. Em alguns casos, o suporte psiquiátrico também pode ser necessário, principalmente se houver sintomas de ansiedade ou depressão associados. É um processo que exige paciência, mas que pode transformar profundamente a forma como essa família se relaciona. Caso precise, estou à disposição.
Olá, como vai?
Neste caso, o tratamento não seria sobre o casal, visto que eles não estão implicados na separação com os filhos. O recomendável são os filhos fazerem psicoterapia. Com o passar do tempo e das elaborações, a tendência é que as coisas mudem, e mudar vai gerar atritos e descompassos, mas futuramente, a dinâmica vai ser melhor.
Espero ter ajudado.
Neste caso, o tratamento não seria sobre o casal, visto que eles não estão implicados na separação com os filhos. O recomendável são os filhos fazerem psicoterapia. Com o passar do tempo e das elaborações, a tendência é que as coisas mudem, e mudar vai gerar atritos e descompassos, mas futuramente, a dinâmica vai ser melhor.
Espero ter ajudado.
Olá. Tudo bem? Situação complexa, onde caso você não esteja inserido nesta dinâmica familiar, sinto te dizer, que não te diz respeito. São vínculos complexos, onde todas as partes envolvidas tem o seu prazer e responsabilidades neste aprisionamento. Não há muito o que ser feito, a não ser compreender que não se pode ajudar a quem não quer sair de relações tóxicas. Sim, existe dor e sofrimento, mas, os ganhos psíquicos inconscientes podem ser maiores e isso realmente dificulta a vontade de afastamento. Talvez o máximo que pode ser feito, como se fosse um água mole em pedra dura, tanto bate até que fura, é aguardar os momentos onde algum deles dividir alguma questão e, a partir daí, é fazer comentários ou questionamentos que os levem a alguma reflexão, para que algum dia essas reflexões leve essa pessoa perceber o mal que essa dinâmica lhe faz. Caso você seja uma das pessoas deste vínculo, aceitar sua impotência de sair disso sozinho e procurar ajuda especializada pode ser a melhor forma e solução para mudar esse quadro. Abraço.
Um casal que mantém filhos adultos sob controle excessivo está, na verdade, preso a um padrão relacional que não acompanhou o crescimento dos filhos. O comportamento de sabotagem e dependência emocional revela medo de perda e dificuldade de reconhecer a individualidade do outro. Nesses casos, a terapia familiar pode ajudar a reorganizar os papéis e limites, permitindo que cada um assuma sua própria autonomia emocional. O foco do trabalho é romper o ciclo de infantilização e promover um novo tipo de vínculo, onde o amor não precise se confundir com controle.
Olá! Um caso bastante complexo, o qual, pelo visto, ocorre há muitos anos. O melhor seria alguma das pessoas dessa família (pelo menos) fazer psicoterapia Psicanalítica, para entender e mudar essa dificuldade em transformar os vínculos.
A situação de pais idosos (70 e 68 anos) que mantêm um controle rígido sobre filhos adultos (acima de 40 anos) é um fenômeno psicológico que envolve dependência emocional mútua, medo do ninho vazio e, em muitos casos, a infantilização dos filhos para manter o papel de cuidado dos pais.Nesta configuração, os pais costumam ver a autonomia dos filhos como uma "ameaça" ou um "abandono". Isso gera comportamentos específicos:
Sabotagem de Relacionamentos: Os pais sentem que a companheira do filho é uma "rival" que vai roubar a atenção e o controle que eles detêm.
Pressão para o Retorno (Filho de 48 anos): Uma tentativa de recuperar o status de "família completa" sob o teto dos pais, ignorando a necessidade de independência do adulto.
o ideal seria que esta familia fosse atendida por um terapeuta de familia.
Sabotagem de Relacionamentos: Os pais sentem que a companheira do filho é uma "rival" que vai roubar a atenção e o controle que eles detêm.
Pressão para o Retorno (Filho de 48 anos): Uma tentativa de recuperar o status de "família completa" sob o teto dos pais, ignorando a necessidade de independência do adulto.
o ideal seria que esta familia fosse atendida por um terapeuta de familia.
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