Perguntas do paciente (681)

  • Como manter a esperança durante o tratamento quando os resultados iniciais não são os que eu esperav

    Como manter a esperança durante o tratamento quando os resultados iniciais não são os que eu esperava?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    É natural se sentir desanimada quando os resultados iniciais não são como o esperado. Esperança não é fingir que está tudo bem. Você pode estar decepcionada e ainda assim continuar. As duas coisas podem coexistir. Foque no que está ao seu alcance no dia a dia, respeitando seu tempo. Nesse momento, a terapia também pode ser uma aliada para sustentar emocionalmente esse percurso. A disposição.


  • . Como posso lidar com a sensação de que estou "perdendo tempo" por estar doente e afastado dos meus

    . Como posso lidar com a sensação de que estou "perdendo tempo" por estar doente e afastado dos meus objetivos e sonhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Sentir que está “perdendo tempo” é uma dor compreensível diante do adoecimento. Mas esse período não é vazio. Pode ser um tempo de cuidado, necessário para que você possa seguir depois. Ajustar expectativas e valorizar pequenos avanços já é uma forma de continuar caminhando. Aos poucos, é possível ressignificar esse momento sem abandonar quem você deseja ser. A terapia pode ajudar a elaborar essa sensação e reconstruir um sentido possível nesse processo. A disposição.


  • Como posso equilibrar a esperança com a realidade de que o linfoma pode ser incurável?

    Como posso equilibrar a esperança com a realidade de que o linfoma pode ser incurável?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Equilibrar esperança e realidade é um processo delicado, e sentir essa ambivalência é compreensível. A esperança também abrange a qualidade de vida, o controle da doença e nos momentos que ainda podem ser vividos com sentido. Ao mesmo tempo, reconhecer os limites da condição ajuda a tomar decisões mais conscientes e cuidadosas. Sustentar esse equilíbrio sozinha pode ser difícil, a terapia pode oferecer um momento reservado para elaborar esses sentimentos e encontrar formas mais possíveis de seguir. A disposição.


  • Como lidar com a insegurança e o medo do futuro, especialmente em relação ao tratamento e possíveis

    Como lidar com a insegurança e o medo do futuro, especialmente em relação ao tratamento e possíveis recaídas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    É muito compreensível que o medo do futuro apareça, especialmente diante de incertezas no tratamento. Tentar controlar tudo pode aumentar a ansiedade. Por isso, focar no presente e no que está ao seu alcance ajuda a trazer mais estabilidade. A insegurança não precisa ser eliminada, mas acolhida com cuidado. Construir apoio, informação e rotina pode fortalecer esse caminho. A terapia pode ser um espaço importante para trabalhar esses medos e desenvolver mais segurança emocional e autoconhecimento ao longo do processo. A disposição.


  • Como posso lidar com a ansiedade em relação ao futuro, especialmente com relação ao tratamento e à i

    Como posso lidar com a ansiedade em relação ao futuro, especialmente com relação ao tratamento e à incerteza sobre a cura do linfoma ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Sentir ansiedade diante da incerteza sobre o tratamento e a cura é uma reação muito compreensível. Em vez de tentar resolver todo o futuro, pode ajudar trazer o foco para o presente e para o que está sob seu controle agora. Manter alguma rotina, informação clara traz mais estabilidade emocional. A incerteza pode continuar, mas não precisa ser enfrentada sozinha. A terapia pode ser um espaço de apoio para lidar com essa ansiedade de forma mais segura ao longo do processo. A disposição.


  • Como posso lidar com o medo da morte durante o tratamento de linfoma?

    Como posso lidar com o medo da morte durante o tratamento de linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    O medo da morte pode surgir com força nesse contexto, e reconhecer isso já é um passo importante. Em vez de tentar afastá-lo a todo custo, pode ser mais possível acolher esse medo e trazer o foco para o presente, para o que está sendo cuidado agora. Pequenos apoios como informação clara, rotina e pessoas de confiança ajudam a dar mais estabilidade emocional. Você não precisa atravessar isso sozinha. A terapia pode ser um espaço seguro para elaborar esse medo e encontrar formas mais sustentáveis de lidar com ele ao longo do tratamento. A disposição.


  • É normal sentir que o câncer de linfoma vai me mudar como pessoa?

    É normal sentir que o câncer de linfoma vai me mudar como pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Sim, é bastante comum sentir que uma experiência como o linfoma pode transformar quem você é. Um diagnóstico assim costuma mobilizar valores, prioridades e a forma de enxergar a vida. Essas mudanças não significam perder sua essência, mas, muitas vezes, reorganizar partes de si diante do que está sendo vivido. Esse processo pode ser confuso, mas também pode abrir espaço para novos sentidos. A terapia pode ajudar a integrar essas mudanças de forma mais consciente e cuidadosa. A disposição.


  • Receber diagnóstico de Linfoma pode causar quais reações emocionais imediatas?

    Receber diagnóstico de Linfoma pode causar quais reações emocionais imediatas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Receber um diagnóstico de linfoma costuma provocar um impacto emocional intenso e imediato. É comum surgirem choque, medo, ansiedade e uma sensação de irrealidade, como se fosse difícil acreditar no que está acontecendo. Algumas pessoas também experimentam tristeza profunda, revolta ou até um certo “bloqueio” emocional nos primeiros momentos. Essas reações são respostas humanas diante de uma notícia difícil e não seguem uma ordem fixa. Nesse período, a terapia pode oferecer um espaço de acolhimento e organização emocional para atravessar esse início com mais suporte. A disposição.


  • Quando é o momento certo para buscar apoio psicológico durante o tratamento de linfoma ?

    Quando é o momento certo para buscar apoio psicológico durante o tratamento de linfoma ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Não existe um “momento certo” único, a psicoterapia pode ser buscado desde o diagnóstico. Muitas pessoas se beneficiam já no início, para acolher o impacto emocional e organizar pensamentos e decisões. Mas ele também é importante em fases como início do tratamento, mudanças no quadro ou quando surgem medos mais intensos. Se você sente que está difícil sustentar tudo sozinha, esse já é um sinal suficiente. A terapia pode oferecer suporte contínuo ao longo de todo o processo, respeitando seu tempo e suas necessidades. A disposição.


  • Como criar uma rotina emocionalmente saudável morando fora do país?

    Como criar uma rotina emocionalmente saudável morando fora do país?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Uma rotina emocionalmente saudável no exterior começa por três pilares: estrutura, vínculo e autocuidado ativo. Primeiro, criar rituais diários previsíveis — sono, alimentação, pausas reais — reduz a sensação de instabilidade. Depois, cultivar vínculos intencionais: manter laços com o Brasil, construir novas referências locais e limitar relações que drenam energia. E, por fim, investir em práticas que sustentam o equilíbrio interno: terapia, exercícios de regulação emocional, momentos de silêncio e atividades que lembram quem você é além do trabalho.
    Quando esses três eixos se alinham, a vida fora do país deixa de ser apenas adaptação e passa a ter direção, estabilidade e sentido.
    Se a intenção é desenvolver uma rotina emocional compatível com o seu nível de exigência e com seu estilo de vida internacional, a psicoterapia oferece o espaço adequado para esse aprofundamento e autoconhecimento. Fico a disposição.


  • Como diferenciar saudade, tristeza profunda e luto não elaborado?

    Como diferenciar saudade, tristeza profunda e luto não elaborado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Saudade pode ser saudável, mas nem sempre é: às vezes ela vira insistência emocional, idealização do passado ou dependência afetiva que impede avanços.
    Tristeza profunda afeta rotina, energia e capacidade de manter o dia a dia, indicando um estado emocional que já ultrapassa o esperado.
    Luto não elaborado é quando a dor não encontra lugar interno: a pessoa não integra a perda, não reorganiza a vida e fica presa a emoções que não circulam.
    A psicoterapia diferencia esses movimentos, identifica quando a saudade virou sofrimento e conduz o processo emocional para um lugar de integração real. Fico a disposição.


  • Como posso fortalecer minha autoestima vivendo longe da minha rede de apoio?

    Como posso fortalecer minha autoestima vivendo longe da minha rede de apoio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Em base a minha experiencia clinica com mudança de pais, viver longe da sua rede de apoio exige uma autoestima mais ativa, construída no cotidiano. Três pontos fazem diferença: reconhecer suas conquistas reais, mesmo as pequenas; estabelecer limites claros para preservar energia emocional em um ambiente novo; e criar referências internas que não dependam da validação de familiares ou amigos. Isso inclui desenvolver rituais pessoais, adotar uma rotina que reforce sua identidade e aprender a se observar sem autocrítica excessiva.
    Quando essa base emocional se fortalece, a distância deixa de fragilizar e começa a revelar quem você é sem o filtro das expectativas alheias. A psicoterapia ajuda a transformar essa transição em maturidade emocional e solidez interna, essencial para quem vive e atua em diferentes culturas. Fico a disposição.


  • Como saber se estou enfrentando um “choque cultural” ou se estou desenvolvendo ansiedade?

    Como saber se estou enfrentando um “choque cultural” ou se estou desenvolvendo ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    O choque cultural costuma gerar estranhamento, cansaço social e dificuldade de criar novas referências. Já a ansiedade aparece com sinais mais constantes: antecipação negativa, tensão corporal, irritabilidade e dificuldade de desligar a mente. A diferença está no ritmo, o choque cultural tende a estabilizar; a ansiedade se intensifica.
    A psicoterapia ajuda justamente a diferenciar o que vem da adaptação externa e o que nasce do seu mundo interno, trazendo clareza e estabilidade emocional para essa fase. Fico a disposição se desejares aprofundar pelo autoconhecimento e cuidado emocional.


  • Quais são os impactos emocionais mais comuns ao morar em outro país?

    Quais são os impactos emocionais mais comuns ao morar em outro país?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Ao viver fora, mesmo profissionais de alta performance lidam com impactos emocionais marcantes: perda de referências, sensação de deslocamento, pressão constante por resultados e o desafio de carregar toda a bagagem emocional que não ficou no país de origem. Surge um conflito identitário — quem eu sou aqui? — que muitas vezes se mistura à solidão, à ansiedade e às dúvidas sobre pertencimento.

    A psicoterapia ajuda justamente a reorganizar essas mudanças internas, ampliando clareza, estabilidade e senso de direção para que a vida no exterior seja vivida com consistência e não apenas resistência.

    Se você quiser aprofundar esse processo com alguém que compreende a experiência de expatriados, a psicoterapia é fundamental para autoconhecimento. Fico a disposição.


  • Um profissional que é formado em pedagogia e tem título de psicanalista, e faz pós de neuropsicologi

    Um profissional que é formado em pedagogia e tem título de psicanalista, e faz pós de neuropsicologia, pode aplicar avaliações neuropsicológicas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Boa tarde! Vou te responder cuidados para cuidar da sua saúde mental na escolha de profissionais da psicologia devidamente formados: veja se tem CRP ativo, tempo de formação, experiencia na sua demanda. A neuropsicologia e avaliações psicológicas, inclusive o termo psicologia, podem configurar exercício ilegal da profissão e cabem denuncias ao CRP. Normalmente avaliação neuropsicológica é realizada por neuropsicólogo ou medico neurologista, psiquiatra. Ainda na parte de avaliação psicológica, os testes a serem aplicados são de uso exclusivo de psicólogos. Assim, sendo o psicólogo o profissional devidamente habilitado para fazer avaliação psicológica.


  • é normal sentir vontade de mandar mensagem para uma pessoa que gostou na época de escola, cerca de 1

    é normal sentir vontade de mandar mensagem para uma pessoa que gostou na época de escola, cerca de 10 anos atrás?
    Hoje estou em um relacionamento consolidado mas reencontrei essa pessoa a algumas semanas e gostaria de falar para ela o que eu sentia no passado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    É normal que um reencontro desperte curiosidade, mas agir por impulso pode ser uma forma discreta de autossabotagem. Quando a vida atual está estruturada, revisitar o passado costuma sinalizar falta de foco emocional, não falta de sentimento. É um movimento que dispersa energia e abre brechas desnecessárias.
    A vontade de mandar mensagem fala mais sobre seu momento interno do que sobre a outra pessoa. Nessas horas, a psicoterapia tem caráter preventivo: ajuda a sustentar clareza, preservar o que está estável e evitar escolhas que criam ruídos, repetições de padrões negativos no futuro. Fico a disposição.


  • Faço terapia há mais ou menos 3 anos, mas mesmo assim costumo voltar para o mesmo estado de desânimo

    Faço terapia há mais ou menos 3 anos, mas mesmo assim costumo voltar para o mesmo estado de desânimo de sempre, antes achava que era preguiça, mas tenho vontade de fazer coisas mais ativas, mas meu corpo e minha mente parecem sempre quererem ficar em um estado constante de repouso. Tomo vitaminas e pratico atividade física regularmente, então não acredito que seja questão de saúde física, no entanto constantemente me sinto triste sem motivo, não consigo criar laços com ninguém e sempre evito ambientes com muitas pessoas porque é sufocante pra mim. Estou quase no fim da faculdade, porém não possuo perspectiva de futuro alguma, sinto que vou morrer sendo um fracasso, porque constantemente não me vejo como capaz de fazer o que tenho vontade, sinto que sou burra e que todos estão alcançando algo na vida, menos eu. Costumava desejar muito a morte, no entanto, sei que no fundo só gostaria de poder a vida sem saber que minha cabeça funciona de uma maneira completamente diferente das outras pessoas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Bom dia! Sugiro que converse com seu psicólogo ou reflita sobre trocar de profissional. A psicoterapia pode ter avaliação, metas objetivas e na medida que você vai melhorando amplia-se seu autoconhecimento e bem estar. Pelo seu relato de estar numa "estaca zero" emocionalmente, sugiro que busques outro tratamento psicológico profissional. Lembrando de verificar CRP ativo e frequência semanal mínima.


  • Acho que tenho algum problema relacionado aos meus sentimentos. Ao mesmo tempo que sinto muitas cois

    Acho que tenho algum problema relacionado aos meus sentimentos. Ao mesmo tempo que sinto muitas coisas, também sinto um vazio enorme. Recentemente perdi alguém muito próximo da minha família, mas não consegui sentir o luto de uma forma “normal”. Chorei no dia, mas era algo que ia e voltava rapidamente, e no dia seguinte já parecia distante. Depois disso, simplesmente parei de sentir qualquer coisa sobre o assunto. Não sinto preocupação, mas ao mesmo tempo sou muito ansiosa. Isso pode indicar algum problema emocional que eu precise procurar ajuda profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    Bom dia! Os benefícios da psicoterapia já são reconhecidos mundialmente, tanto como prevenção, cuidado de comportamentos e da saúde mental. Como no seu caso, de elaborar esse luto, processar seus sentimentos, procrastinação. Todos seus resultados, conquistas, relacionamentos afetivos estão ligados ao seu mundo interior. A diferença de cuidar da saúde mental e emocional esta na prevenção de conflitos e assertividade na tomada de decisões.


  • Qual o caminho existencial para superar o trauma do bullying?

    Qual o caminho existencial para superar o trauma do bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    O caminho existencial para superar o trauma do bullying envolve resgatar sentido e autonomia na própria vida, não apenas “curar sintomas”. De forma objetiva:
    Reconhecimento e validação – Admitir o impacto do bullying, sem minimizar sentimentos ou culpar a si mesmo.
    Compreensão do padrão – Entender como o trauma moldou crenças, comportamentos e relações atuais.
    Resgate da autonomia – Aprender a se posicionar, estabelecer limites e tomar decisões conscientes.
    Construção de sentido – Redefinir objetivos, valores e propósito de vida, usando a experiência como aprendizado, não como prisão emocional.
    Apoio especializado – Psicoterapia existencial ou abordagem integrativa ajuda a refletir sobre escolhas, relações e autenticidade.


  • Como o bullying afeta a identidade e o sentido de vida de uma pessoa, sob uma perspectiva existencia

    Como o bullying afeta a identidade e o sentido de vida de uma pessoa, sob uma perspectiva existencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Lisiane Hadlich Machado

    O bullying mina a autoestima e a percepção de valor próprio, fazendo a pessoa questionar quem é e seu lugar no mundo. Essa vivência pode gerar crenças internalizadas de inadequação, isolamento e medo de se expressar. Existencialmente, afeta o sentido da vida, pois a pessoa pode sentir que suas escolhas, relações e projetos são inseguros ou irrelevantes, dificultando a construção de propósito, autenticidade e autonomia.


Perguntas frequentes

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