Perguntas do paciente (553)

  • O que eu faço quando não consigo viver angustiada com o toc? Tenho toc religioso e eu já fiz de tudo

    O que eu faço quando não consigo viver angustiada com o toc? Tenho toc religioso e eu já fiz de tudo pra conseguir resolver, até tenho um posicionamento sobre e tô tentando não mexer no assunto que me angustia, mas fico com medo de não ser toc ou até ser mas eu ainda estar em risco quanto ao conteúdo, daí tudo até mesmo o mecanismos pra superar o toc eu duvido, pq pode ser que eu esteja fazendo errado e fico perdida na minha cabeça, parece que eu não tenho certeza de nada e ainda me cobro pra viver normal e sentir algum orgulho de mim, mas não consigo pq parece que eu não tô vivendo certo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    O que você está sentindo é a própria armadilha clássica do TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), especificamente a escrupulosidade ou TOC religioso: a necessidade absoluta de ter certeza sobre o que é ou não real, o medo de estar errada e a autovigilância exaustiva.
    Quando você duvida até dos mecanismos para superar o TOC (achando que está fazendo errado), o próprio pensamento de dúvida virou uma nova obsessão.


  • Olá, eu comecei a fazer terapia recentemente (hoje foi a minha terceira sessão e eu nunca tinha ido

    Olá, eu comecei a fazer terapia recentemente (hoje foi a minha terceira sessão e eu nunca tinha ido a nenhuma outra), mas eu sempre tenho a sensação que estou falando coisas muito confusas nas minhas consultas, que eu nem sempre falo o que eu estou sentindo de verdade ou que eu não exponho o que eu realmente deveria, mesmo que sem querer. Ás vezes parece que eu não sei responder a nenhuma pergunta dirigida a mim ou que eu fico tão nervosa para responder que eu acabo respondendo qualquer coisa sem analisar bem. Eu gostaria saber se é comum sentir isso durante as primeiras sessões e como eu posso melhorar isso ou conseguir externalizar os problemas que eu quero trabalhar na terapia.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Para a sua terceira consulta, o ideal é focar no acolhimento e na validação do seu ritmo, mantendo o tom natural e livre de formatações rígidas. Veja abaixo uma opção de resposta para usar ou se inspirar:Entendo perfeitamente que você esteja se sentindo assim. Estamos na nossa terceira consulta, e construir esse vínculo de confiança leva tempo mesmo. Falar sobre as nossas vulnerabilidades com alguém que acabamos de conhecer gera muita ansiedade. É super normal essa pressa interna ou o medo de "errar" o que vai dizer, o que às vezes faz você responder a primeira coisa que vem à cabeça ou sentir que está sendo confusa. Não se preocupe com isso. Aqui não existe jeito certo ou errado de falar, e estamos no seu ritmo. Pode respirar fundo; vamos organizar esses pensamentos juntos, sem pressa.


  • Como a TCC pode ajudar um jogador de futebol a perder e lidar com o medo de errar, pressão da torcid

    Como a TCC pode ajudar um jogador de futebol a perder e lidar com o medo de errar, pressão da torcida, medo de ser criticado, medo de ser julgado, necessidade de agradar a todos, e o medo de jogar contra times e campeonatos grandes? Quando o atleta aprende a perder e lidar com esses medos, o desempenho e a performance sobe muito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A aplicação da terapia cognitivo-comportamental no futebol auxilia os atletas ao transformar crenças autocríticas e limitantes, a exemplo da ideia de que um erro isolado define um fracasso total, em perspectivas mais realistas e construtivas. Esse acompanhamento psicológico também utiliza o método de enfrentamento progressivo a cenários de alta pressão, o que diminui de forma significativa os níveis de estresse e ansiedade durante as partidas. Consequentemente, o esportista ganha mais clareza mental e estabilidade emocional para executar suas funções e tomar decisões rápidas e assertivas dentro das quatro linhas.


  • tive diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista nível 1 de suporte, e Altas Habilidades mt recent

    tive diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista nível 1 de suporte, e Altas Habilidades mt recentemente. Uma questão que me incomoda muito é uma grande fobia social. Gostaria de saber se Terapia Cognitiva Comportamental seria boa para mim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é amplamente considerada o padrão-ouro para o tratamento da fobia social, mas no seu caso (uma pessoa com dupla excepcionalidade: TEA nível 1 e Altas Habilidades), ela precisa ser adaptada e neuroafirmativa para funcionar perfeitamente. O diagnóstico recente pode trazer um misto de alívio e muitas dúvidas. É completamente normal e frequente que autistas de nível 1 de suporte que possuem Altas Habilidades desenvolvam fobia social. Isso acontece porque, por muito tempo, você pode ter usado uma estratégia chamada masking (camuflar suas características para tentar se encaixar). O esforço analítico e intelectual constante para decodificar as interações sociais gera um esgotamento mental gigantesco e o medo crônico de errar ou de ser julgado negativamente.


  • Como a TCC trabalha a baixa autoestima e a autoimagem negativa de si, já que a autoimagem é imutável?

    Como a TCC trabalha a baixa autoestima e a autoimagem negativa de si, já que a autoimagem é imutável?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Na verdade, a psicoterapia e especificamente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) parte do princípio científico de que a autoimagem não é imutável. A autoimagem é uma construção mental flexível, formada por crenças que você aprendeu ao longo da vida e que, portanto, podem ser desaprendidas e reestruturadas.


  • É possível termos sentimentos ou sensações que não queremos ter? Ontem eu estava acordando, ainda c

    É possível termos sentimentos ou sensações que não queremos ter?

    Ontem eu estava acordando, ainda com muito sono, em tinha aberto os olhos ainda, quando do nada me veio na cabeça um cara que um dia gostei e sorri. Assim que abri os olhos, pensei: “Ué, mas eu nem gosto mais dele. Essa pessoa me fez passar por coisas ruins, então por que eu tive essa reação?”

    Passei o dia remoendo isso e me sentindo culpada, porque eu sei que não gosto mais dele e não quero voltar a ficar com ele. Mas aquele momento me fez questionar se uma reação espontânea pode significar alguma coisa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, é absolutamente possível e muito comum termos sentimentos, sensações ou reações espontâneas que não queremos ter. O que você vivenciou é um fenômeno psicológico perfeitamente normal e não significa que você ainda gosta dele ou que deseja voltar para essa relação.Não há motivo para se sentir culpada. A mente humana funciona por caminhos complexos, especialmente no momento do despertar.


  • Tenho dificuldade de me priorizar metas pessoais e fazer o que gosto. Sou de família que me deixou u

    Tenho dificuldade de me priorizar metas pessoais e fazer o que gosto. Sou de família que me deixou um pouco de lado emocionalmente e acredito que isso me bloqueia de me priorizar mais, sinto que tenho que tirar força negativa de dentro de mim pra tentar me priorizar e tenho uma crença de que acho que seria muito egoísta da minha parte ao me colocar em primeiro lugar. Como se trabalha isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Esse bloqueio se trabalha reescrevendo a crença de que você é egoísta e reaprendendo a cuidar de si com compaixão, e não com raiva ou culpa, idealmente com a ajuda da psicoterapia.Quando crescemos em um ambiente onde nossos sentimentos são ignorados, é normal acreditar que não merecemos espaço. Cuidar de si parece errado porque a regra antiga da sua casa era agradar aos outros para ser aceito.


  • Na visão da TCC e da neurociência, repetir afirmações positivas e repetir pensamentos positivos todo

    Na visão da TCC e da neurociência, repetir afirmações positivas e repetir pensamentos positivos todos os dias, modifica ou cria novas crenças crenças centrais e crenças intermediárias? Pois a cada pensamento e cada palavra que repetimos, cria novas conexões neurais no cérebro fazendo com que modifique ou crie novas crenças? repetir essas afirmações e esses pensamentos todos os dias, cria ou modifica essas crenças centrais e intermediárias?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Na visão da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da neurociência, a repetição pura e simples de afirmações positivas não é suficiente para criar ou modificar crenças centrais (profundas) e intermediárias (regras/suposições).Embora cada pensamento repetido de fato ative caminhos neurais, o processo de mudança cognitiva e estrutural do cérebro é mais complexo do que apenas "repetir palavras".


  • Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coi

    Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coisas das revistas que tive ou tenho e costumo anotar num papel, antes eu guardava mas agora jogo fora,e isso está me deixando ansiosa,pois eu esqueço das coisas importantes, mesmo sabendo que essas coisas não são reais eu sinto tipo um impulso pra isso, isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Entendo perfeitamente o seu desabafo. É exaustivo sentir esse impulso constante de anotar e, logo depois, o medo de ter descartado algo importante.O que você está vivenciando é um comportamento comum e tem explicação, mas o sofrimento e a ansiedade que ele gera precisam de atenção. Procure uma profissional qualificado para lhe ajudar com estrategias e você criar novos hábitos para isto.


  • Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b

    Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    É perfeitamente compreensível sentir esse receio. O medo da rejeição e do julgamento alheio é uma resposta humana natural, especialmente quando sentimos que nossas qualidades podem destacar-nos de forma negativa em determinado grupo. No ambiente social brasileiro, traços como o pragmatismo, a busca pela excelência ou o cuidado com a aparência masculina podem, às vezes, colidir com estereótipos ou com a cultura do "deixa disso". No entanto, esconder quem você é consome uma energia imensa e limita seu potencial.


  • Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Para se tornar uma pessoa interessante e atraente para si mesmo, você deve mudar o foco de "como os outros me veem" para "como eu experimento a vida", pois o magnetismo social é apenas um reflexo natural de uma vida interna rica, autônoma e bem resolvida. Esteja em tratamento psicologico para lhe auxiliar em sua auto estima.


  • Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço

    Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Você deve começar a suspeitar de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) quando seus comportamentos deixarem de ser apenas uma busca exaustiva por excelência e passarem a ser impulsionados pelo medo catastrófico de que algo terrível aconteça se você não atingir a certeza absoluta. Embora o perfeccionismo e a intolerância à incerteza sejam gatilhos cognitivos fortemente interligados tanto à ansiedade quanto ao TOC, a transição para um quadro clínico envolve marcadores muito específicos de sofrimento e perda de controle. Busque tratamento para tirar suas duvidas e se conseguir fazer um teste para confirmar seus possível transtorno com uma neuropsicóloga.


  • É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após

    É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após conseguir mudar essas crenças, depois de um tempo elas voltam fazendo com que o paciente tenha recaídas? Se o paciente tem recaídas por conta de que a crença disfuncional antiga voltou, então não é possível mudar crenças disfuncionais para sempre ou por algum tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, é possível mudar crenças disfuncionais e construir novas formas de pensar, mas o cérebro não "apaga" totalmente o passado; o que acontece é que uma crença nova e saudável passa a dominar, embora a antiga possa dar sinais em momentos de grande estresse.


  • Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente,

    Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente, mais faz três dias que minhas crises voltaram, a angústia, coração acelerado , a cabeça dói, o entalo , oque fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Você deve entrar em contato com o seu médico psiquiatra o quanto antes para relatar a volta dos sintomas e avaliar se é necessário ajustar o tratamento.


  • Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu

    Olá, boa noite.
    Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
    Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
    Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
    Eu deveria procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, você deve procurar ajuda profissional o mais rápido possível, especialmente por causa dos pensamentos de acabar com tudo.O que você está sentindo, esse vazio constante, a sensação de que os momentos felizes não pertencem a você e a angústia profunda com o tempo, são sinais de um sofrimento emocional intenso, como a depressão ou a despersonalização. Você não precisa carregar esse peso sozinho e existe tratamento para isso.


  • Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

    Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Investir em amizades vale a pena porque o ser humano precisa de conexão social para ter saúde mental e física, mesmo que muitas relações sejam passageiras.A dor de ver pessoas indo embora por causa de trabalho, namoro ou mudanças é real. No entanto, fechar-se totalmente traz um custo alto. Você já buscou ajuda profissional, para nao passar por isto sozinho ? E tirar algumas duvidas suas.


  • Eu comecei a usar anticoncepcional e estou na pausa da minha terceira cartela, eu tenho tomado "cert

    Eu comecei a usar anticoncepcional e estou na pausa da minha terceira cartela, eu tenho tomado "certo" mas as vezes esqueço por 1 a 2 horas no MÁXIMO, além disso eu sempre uso camisinha do início ao fim e também faço coito interrompido, existe alguma chance mesmo assim de engravidar? Sou muito paranóica com isso e acho que as vezes acabo estragando o momento por pensar demais e ficar com medo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A chance de você engravidar no seu caso é praticamente zero, pois você está unindo três métodos de proteção muito eficazes. Por reconhecer ter alguns momentos intensos "paranóica", busque ajuda profissional para saber lidar melhor isto.


  • Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré

    Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
    Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
    A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    É muito legítimo ter esse receio. Para garantir um espaço seguro e sem julgamentos, o ideal é procurar profissionais que se identifiquem explicitamente como "afetivo-sexualmente diversos" ou que trabalhem com "não-monogamia ética". Mas de certa forma quando um profissional que atenda casal se dispõe a base é saber que cada um tem uma dinamica unica e diferente e trabalhar neste foco no tratamento.


  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos? Crenças da baixa autoestima como: "eu sou feio", "ninguém vai me amar e me achar atraente". Crenças da depressão como: "Sou inútil", "ninguém gosta de mim", "não sou bom o suficiente", "todos são melhores do que eu". E crenças e pensamentos da ansiedade social como: "Estão me julgando", "Eu tenho que agradar todo mundo", "se me criticarem, significa que sou ruim".

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trata a baixa autoestima, a ansiedade social e a depressão juntas ao mapear o ciclo interconectado onde crenças profundas sobre si mesmo geram pensamentos automáticos negativos, que por sua vez alimentam o isolamento e o medo do julgamento.Na TCC, esses três problemas não são vistos como ilhas isoladas, mas como engrenagens de um mesmo sistema. A crença de baixa autoestima ("eu sou feio", "não sou bom o suficiente") alimenta a depressão ("sou inútil") e pavimenta o caminho para a ansiedade social ("vão me julgar porque sou ruim"). Trabalha em tratamento através da psicoeducação, questionamentos e confrontos mentais com os pensamentos intrusivos que aparecem e ressignificação.


  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trata a baixa autoestima, a ansiedade social e a depressão juntas porque esses três problemas formam um ciclo ligado, onde um alimenta o outro.Na TCC, o psicólogo não olha para os problemas de forma isolada. Ele entende que a forma como você pensa sobre si mesmo afeta como você age com os outros e como se sente no dia a dia.


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