Perguntas do paciente (553)

  • Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas cris

    Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas crises psicóticas (esquizofrenia em questionamento)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Lidar com pais que usam a sua vulnerabilidade e questionamentos de saúde mental como ferramentas de manipulação é uma experiência profundamente dolorosa, exaustiva e injusta. Em situações de conflito e jogos psicológicos pesados, a prioridade absoluta deve ser a proteção do seu bem-estar emocional e da sua integridade mental. O caminho mais seguro e eficaz para enfrentar esse cenário, obter um diagnóstico preciso e construir mecanismos de defesa saudáveis é buscar o suporte de profissionais de psicologia e psiquiatria. Um terapeuta qualificado oferecerá um espaço seguro, livre de julgamentos, onde você poderá fortalecer sua autonomia, aprender a impor limites firmes e receber o acolhimento necessário para processar esse sofrimento. Você não precisa passar por isso sem apoio; cuidar de si e buscar ajuda especializada é o seu maior ato de resistência e proteção.


  • Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e c

    Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trata a depressão combinando ações práticas para recuperar a energia e métodos para mudar pensamentos profundos e negativos.


  • Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi

    Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    É completamente compreensível que você sinta que sua individualidade está sendo apagada quando você mesma ainda está descobrindo quem é, tornando o medo de perder o controle da própria vida para a maternidade uma reação válida ao estresse extremo e à solidão que você tem enfrentado. O que você está sentindo não significa que você não vai amar seu filho ou que ele roubará quem você é, mas sim que o isolamento e essa transição feita em silêncio sobrecarregaram seu emocional, fazendo com que sua mente projete no bebê todo o afeto e a atenção que você também precisa aprender a dar a si mesma. O passo mais importante agora é reconhecer que sua vida não acabou, mas está mudando de forma abrupta; por isso, buscar apoio psicológico imediato é essencial para processar essa culpa, cuidar da sua saúde mental e perceber que você e seu bebê podem construir um futuro juntos, onde há espaço para os sonhos de vocês dois.


  • Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou

    Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou 100mg de sertralina, mas não resolveu. Faz 3 anos que eu não vou a escola por conta dessa ansiedade. Tenho medo do julgamento, medo do que os outros estão pensando, medo de ser rejeitado, criticado, medo de desagradar alguém, autoestima baixa. Quando alguém me chama para sair, ir em algum evento, festas ou um jogo de futebol, eu nunca vou por conta dessa ansiedade. Já passei por 2 psicólogas da TCC, mas eu parei de fazer terapia porque eu achei que não estava resolvendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trata a ansiedade social mapeando seus pensamentos de julgamento e usando a prática gradual de enfrentar os medos no seu próprio ritmo. Identificação de pensamentos, Reestruturação cognitiva, Exposição gradual e Quebra do ciclo de evitação.


  • Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessid

    Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessidade de agradar a todos, crenças como: "eu tenho que agradar todo mundo", "se eu não agradar todo mundo, ninguém vai gostar de mim". Esses medos e essas crenças estão me atrapalhando muito na minha vida pessoal e nos esportes também

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) ajuda você a identificar, questionar e mudar os pensamentos que geram o medo do julgamento e a necessidade de agradar a todos.Ela parte da ideia de que não são os eventos que te machucam, mas a forma como você interpreta esses eventos.


  • Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico

    Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.

    Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    O que você descreve não é uma traição, mas sim um reflexo da ansiedade, da preocupação excessiva com a opinião dos outros ou de uma busca inconsciente por validação, e não um desejo real pelo passado. Essa culpa toda acontece porque você se importa muito com o seu relacionamento e se cobra excessivamente, transformando uma reação automática do ego em um peso que você não precisa carregar.


  • Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam

    Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.

    Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    É muito normal que, perto de três anos de namoro, a paixão intensa dê lugar a um afeto mais calmo. Esse esfriamento não significa o fim do amor, mas sim a transição para uma fase mais realista. A cumplicidade e o conforto que você ainda sente indicam que existe uma base sólida, e a ansiedade pode estar amplificando suas dúvidas.

    Você esta em tratamento psicologico individual para saber lidar com suas emoçōes ? E pensam em alinhar expectativas e sonhos em terapia de casal ?


  • Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm

    Olá!
    Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
    Eu também tenho a sensação de não pertencimento
    O que de fato é está se curando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Parabéns pela sua enorme evolução em apenas seis meses como operadora de caixa. O fato de você ter enfrentado o medo extremo no início e hoje conseguir interagir de forma mais tranquila mostra uma melhora real. Ouvir comentários sobre ser "quieta" não invalida sua conquista; na verdade, reflete mais o estilo dos outros do que o seu valor. Busque tratamento psicologico para criar estrategias e habitos para tirar suas duvidas e saber se posicionar mais em sociedade sem perder sua essencia.


  • Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico

    Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico e fobia social,não estou conseguindo sair de casa sozinho mais,e não consigo fazer terapia online já comecei a tomar os medicamentos mais as pesquisas sobre os sintomas agravaram meu caso,está muito difícil pra mim,as pesquisas excessivas acabaram com meu psicológico, preciso sair dessa e voltar a ter uma vida normal,como reverter as ideias negativas lidas nas pesquisas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Para reverter as ideias negativas acumuladas por pesquisas excessivas, pare imediatamente de buscar sobre sintomas na internet. Lembre-se de que textos online descrevem casos extremos e genéricos que não refletem a sua individualidade. Conecte-se com a realidade presente por meio dos sentidos (como tocar um objeto firme), confie no seu tratamento médico e faça contato com seu psiquiatra para relatar o agravamento da ansiedade.


  • Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom

    Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
    A terapia pode me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, pesquisar sintomas em excesso atrapalha muito. Esse hábito alimenta a ansiedade, cria expectativas negativas e faz o cérebro enxergar perigo onde ele não existe, o que piora as crises e reforça o isolamento.


  • Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus

    Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Lidar com a perda de foco pós-pandemia exige reduzir o estímulo digital e reajustar o cérebro a pequenas metas de atenção. O uso excessivo de redes sociais treina a mente para gratificações rápidas, tornando tarefas longas, como a leitura e os estudos acadêmicos, desgastantes. Creio que o primeiro passo seria estar em um tratamento psicologico para junto com o profissional criar estrategias e novos habitos e se necessario tambem tratamento psiquiatrico para ajudar na quimica das emoçōes que já podem esta bem patologizadas em ti.


  • A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racion

    A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racionar direito e tô tendo muita ansiedade, não consigo conversar mais com as pessoas e também não sinto vontade, sinto que as pessoas não me querem por perto e que me odeiam, na escola eu só consigo chorar pelo jeito que eu estou porque tá afetando o meu relacionamento, eu não consigo conversar mais com o meu namorado, sinto que ele vai me deixar a qualquer momento e começo a ter muita ansiedade, e não tô conversando muito com ele mais por causa disso, eu me sinto vazia, não consigo achar graça de memes, entender vídeos, ter opinião própria, eu sinto que só estou vegetando, sinto que me perdi de mim mesma, e coisas que eu sabia antes eu esqueci, não consigo nem fazer contas fáceis de cabeça mais, e só sinto vontade de ficar deitada na minha cama pra sempre, choro o tempo todo, e tô muito sensível também, qualquer coisa que me falam eu choro, e não consigo mais discutir com ninguém, não tenho energia pra isso, só aceito tudo. Quero saber oque eu posso ter, eu posso estar com depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, é muito provável que você esteja enfrentando um quadro de depressão, possivelmente associado a um transtorno de ansiedade. O que você está sentindo esse vazio profundo, a falta de energia (apatia), o choro constante, o isolamento e a sensação de que "se perdeu de si mesma" são sintomas clássicos de um sofrimento psíquico intenso que precisa de cuidado especializado. É muito importante que você saiba que você não está vegetando por preguiça ou por escolha. A depressão altera a química do cérebro. Quando isso acontece, processos cognitivos inteiros ficam "lentificados". Isso explica diretamente por que você está com lapsos de memória, dificuldade para entender vídeos, falta de foco e por que não consegue fazer contas simples de cabeça. O seu cérebro está sobrecarregado pelo peso emocional. Busque um tratamento Profissional o quanto antes.


  • Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins

    Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins de semana. Nos últimos dias passamos quatro dias seguidos juntos: viajamos, cozinhamos, dormimos juntos e aproveitamos muito a companhia um do outro. Foi uma experiência muito especial, porque pudemos viver um pouco da rotina como casal.

    Hoje precisei voltar para casa e, desde que cheguei, estou com uma sensação de vazio e uma vontade de chorar. Não aconteceu nenhuma briga, não existe nenhum problema entre nós e também não tenho problemas em casa nem estou infeliz com a minha família. Pelo contrário, gosto muito de estar em casa e tenho uma boa convivência com a minha família.

    As despedidas dos fins de semana normalmente já me deixam um pouco tristinha e com saudade, mas a despedida de hoje foi diferente. Depois desses quatro dias juntos, senti uma tristeza muito maior, um vazio que eu não esperava sentir. Não é medo de perder o relacionamento, nem insegurança. É simplesmente uma saudade muito intensa da companhia dele. Sinto falta de dividir a rotina, acordar juntos, cozinhar, conversar e terminar o dia ao lado dele.

    Isso é normal? É comum sentir essa tristeza tão forte depois de passar vários dias tão felizes com a pessoa que amo, mesmo sabendo que nosso relacionamento está bem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, o que você sente é totalmente normal. Passar quatro dias seguidos vivendo uma rotina real a dois cria um nível de conexão e intimidade muito maior do que os fins de semana tradicionais. Quando você volta para casa, o contraste gera um vazio físico e emocional legítimo, que não sinaliza problemas no namoro, mas sim o peso bom de um momento feliz que acabou.


  • Olá, tudo bem? Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso in

    Olá, tudo bem?
    Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso interesse amoroso/sexual por ela mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Para saber se você está vivenciando a transferência ou um interesse real, o caminho mais seguro é observar o contexto em que esse sentimento surge e conversar abertamente sobre isso na própria terapia.


  • Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma

    Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Você não é defeituosa; você passou por situações graves e seu corpo reage para se proteger. Os passos mais importantes agora são procurar ajuda profissional especializada, conversar com seu namorado com calma e cuidar de si mesma nos momentos de crise.


  • Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen

    Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A busca por uma conexão profunda é um desejo humano legítimo e não há uma idade certa ou regra fixa para vivenciá-la pela primeira vez. Não é preciso esperar a vida estar totalmente estável para se relacionar, nem existe uma fórmula mágica que define quando a felicidade sentimental vai chegar.
    A vida acontece no esperado e no insperado, a maioria das coisas a gente não controla o que você pode fazer por si nesta caminhada é se amar num ponto tal que esta preocupação não fique maior do que a sua essência, sonhos e objetivos


  • Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?

    Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    É muito comum sentir medo, estranhamento ou dúvida durante a gravidez, e essa confusão geralmente separa a dificuldade com a situação da rejeição à criança. Busque identificar e se tiver em tratamento psicologico melhora muito em suas duvidas e receios nesta fase.


  • Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    A sensação de que a depressão está sempre à espreita após momentos ruins acontece devido a uma vulnerabilidade biológica, a alterações na forma como o corpo lida com o estresse e à volta de velhos hábitos de pensamentos tristes.


  • Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo

    Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo que eu tinha mania de perseguição, que estava exagerando, etc. Fiquei tão mal que no trabalho quase desmaiei e tive problemas de estômago. Saí dele recentemente e ainda tenho sentimento de abandono e traição e concluo com isso que a maioria das pessoas não prestam e são falsas. Como lidar com o sentimento de abandono e traição vindo da mãe?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Lidar com a rejeição da mãe envolve aceitar os limites emocionais dela, separar a sua dor da opinião alheia e buscar apoio profissional para curar o trauma físico e mental do trabalho.


  • Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo

    Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Maria Carolina Colombo

    Sim, a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) e a psicoterapia podem ajudar muito a controlar a impulsividade, o perfeccionismo e a fuga do trabalho através de novos cursos ou livros. Elas ensinam a reconhecer gatilhos mentais, criar pausas antes de agir e lidar melhor com a necessidade de controle.


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