Perguntas do paciente (197)
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O que é autoconhecimento e como ele ajuda a saúde mental?
O que é autoconhecimento e como ele ajuda a saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autoconhecimento, na perspectiva psicanalítica, não é apenas “saber sobre si”, mas um processo de escuta do inconsciente. Muitas vezes, pensamos que nos conhecemos bem, mas nossas escolhas, sintomas e repetições mostram justamente o contrário: há em nós algo que escapa à consciência.
Na análise, esse movimento de se escutar abre espaço para reconhecer o que te habita, desejos, conflitos, afetos, e isso tem efeitos diretos sobre a saúde mental. Não se trata de “controlar” emoções, mas de se relacionar de outro modo com aquilo que insiste, encontrando novos caminhos para viver com mais leveza e autenticidade.
Se você sente que é hora de se aproximar mais de si, te convido a iniciar a análise comigo. É nesse espaço singular de fala e escuta que algo de novo pode emergir em sua vida.
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Como o autoconhecimento pode ajudar no controle das emoções?
Como o autoconhecimento pode ajudar no controle das emoções?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autoconhecimento é um caminho poderoso para lidar melhor com as emoções. Quando você se conhece, entende de onde vêm certas reações, reconhece seus limites e aprende a identificar o que realmente sente. Isso não significa “controlar” no sentido de reprimir, mas sim de ter mais clareza para agir de forma consciente, sem ser dominado pelas emoções.
Na terapia, esse processo acontece de maneira cuidadosa e transformadora. É um espaço onde você pode se escutar, elaborar o que sente e descobrir novas formas de se relacionar consigo e com os outros. Se sentir que é hora de investir nesse cuidado, te convido a iniciar a análise comigo. Será um prazer acompanhar o seu processo de autoconhecimento e crescimento.
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Quais responsabilidades temos com a nossa saúde mental?
Quais responsabilidades temos com a nossa saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Cuidar da saúde mental é uma responsabilidade que temos conosco todos os dias. Assim como cuidamos do corpo, precisamos também prestar atenção ao que sentimos, ao que pensamos e à forma como lidamos com a vida. Isso significa se permitir descansar, colocar limites, buscar apoio quando necessário e reconhecer que não precisamos dar conta de tudo sozinhos.
A análise é um espaço que ajuda justamente nisso: compreender suas necessidades, se fortalecer diante dos desafios e encontrar formas mais leves de viver. Se sentir que chegou o momento de olhar com mais carinho para você, te convido a iniciar esse processo comigo. Será um prazer caminhar ao seu lado nessa jornada de autoconhecimento e cuidado.
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Qual é a relação existente entre a vida pessoal e a vida profissional?
Qual é a relação existente entre a vida pessoal e a vida profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A vida pessoal e a profissional não são caixas separadas. Uma influencia a outra o tempo todo. Quando você está sobrecarregado no trabalho, isso pode afetar seu humor, sua saúde, seus relacionamentos. E quando algo na vida pessoal não vai bem, é natural que seu desempenho e energia no trabalho também sejam impactados.
Por isso, falar em equilíbrio não é sobre “dividir em partes iguais”, mas sim sobre encontrar uma forma de viver que faça sentido pra você, onde suas escolhas profissionais não apaguem seus desejos pessoais, e vice-versa.
Na terapia, você pode aprender a reconhecer esses pontos de conflito, a se escutar mais e a construir uma rotina que respeite tanto seus objetivos quanto o seu bem-estar. Afinal, a vida é uma só e merece ser vivida de forma inteira.
Se ao ler essas palavras você percebeu que também sente esse desafio entre vida pessoal e profissional, saiba que não precisa enfrentar isso sozinho(a). A análise é um espaço de escuta, onde você pode se conhecer mais profundamente, entender suas escolhas e construir um caminho mais leve e autêntico.
Será um prazer te acompanhar nesse processo. Se sentir que é o momento, te convido a agendar uma sessão comigo, vamos juntos abrir esse espaço para você.
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Como posso conciliar a satisfação pessoal com a vida profissional?
Como posso conciliar a satisfação pessoal com a vida profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Conciliar a vida pessoal e profissional não significa ter tudo “perfeito” o tempo todo. Na verdade, é aprender a se ouvir, entender seus limites e respeitar o que faz sentido pra você. Muitas vezes, a gente se cobra demais para dar conta de tudo e é aí que o cansaço e a frustração aparecem.
O caminho começa quando você se permite olhar para dentro, reconhecer suas necessidades e dar espaço para o que realmente te nutre. Trabalho é importante, mas você também é. E quando encontra esse equilíbrio, sua rotina fica mais leve e você passa a viver com mais satisfação.
Na análise, você pode descobrir formas de organizar melhor essas áreas, sem se perder de si mesma(o). É um espaço de acolhimento, reflexão e crescimento. E pode ser transformador caminhar esse processo com alguém ao seu lado. Se sentir que chegou o momento de dar esse primeiro passo, estou aqui para construir contigo esse espaço.
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Como posso promover o equilíbrio entre minha vida pessoal e profissional?
Como posso promover o equilíbrio entre minha vida pessoal e profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas vezes, quando falamos em “equilíbrio” entre vida pessoal e profissional, imaginamos uma divisão perfeita, quase matemática, que raramente se sustenta na realidade. O que está em jogo não é apenas o tempo que dedicamos a cada área, mas como nos posicionamos diante do desejo e das escolhas que fazemos.
A análise oferece um espaço para escutar o que, em você, busca satisfação, seja no trabalho, seja na vida íntima. Esse movimento permite compreender por que, tantas vezes, nos sentimos sobrecarregados ou em dívida com nós mesmos, e abre possibilidades para construir uma rotina mais condizente com aquilo que faz sentido na sua história singular.
Se você sente que esse equilíbrio tem sido difícil de encontrar, te convido a iniciar a análise. Juntos iremos construir um espaço para colocar em palavras o que hoje pesa, e transformar isso em algo que possa te sustentar com mais leveza.
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Quais são as implicações de uma avaliação com foco na saúde mental?
Quais são as implicações de uma avaliação com foco na saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma avaliação em saúde mental é, acima de tudo, um momento de cuidado. Diferente da ideia de “exame” que muitas vezes assusta, trata-se de um espaço de conversa, escuta e compreensão, onde olhamos juntos para como você está se sentindo, pensando e vivendo suas relações.
Esse processo pode trazer mais clareza sobre o que está acontecendo com você, ajudando a identificar sinais de ansiedade, estresse ou tristeza que, muitas vezes, passam despercebidos no dia a dia. Também pode abrir caminhos para mudanças importantes: seja iniciar uma psicoterapia, pensar em novos hábitos ou simplesmente ter um espaço seguro para falar sem julgamentos.
Mais do que respostas prontas, a avaliação oferece acolhimento e autoconhecimento. É o primeiro passo para cuidar de si com mais consciência e leveza. Se sentir que esse é o momento de olhar para a sua saúde mental, será um prazer te acompanhar nesse processo.
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Como acessar e trabalhar com o subconsciente para alcançar maior tranquilidade mental na meditação ?
Como acessar e trabalhar com o subconsciente para alcançar maior tranquilidade mental na meditação ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando você me pergunta sobre acessar o subconsciente para encontrar mais tranquilidade, eu não escuto apenas uma dúvida técnica… eu escuto um desejo muito profundo de se sentir melhor dentro de si mesmo.
E eu quero te responder com cuidado.
Eu sou Nilzelly Martins, psicóloga e psicanalista, e dentro da psicanálise, especialmente a partir de Jacques Lacan, nós não pensamos o subconsciente como algo que você simplesmente acessa, como se fosse um lugar escondido esperando para ser encontrado. O inconsciente não é um espaço ao qual você entra. Ele é algo que se manifesta.
Ele aparece naquilo que escapa, nos pensamentos que insistem, nos sentimentos que parecem não ter explicação, nas repetições da sua vida… e, muitas vezes, no próprio momento em que você tenta meditar e percebe que sua mente não se acalma.
E isso não é um erro seu.
A meditação pode ser um caminho muito bonito, mas não como uma tentativa de controlar ou silenciar tudo. Quando você se senta em silêncio, o que aparece não é um obstáculo é muitas vezes justamente aquilo que pede para ser escutado. Ao invés de lutar contra esses pensamentos, talvez o convite seja outro: observar, permitir, reconhecer que algo em você está tentando se dizer.
A tranquilidade mental não vem de um controle perfeito da mente. Ela começa a surgir quando você já não precisa brigar com o que sente, quando aquilo que antes era confuso começa, aos poucos, a ganhar sentido.
E é aqui que a terapia se torna um espaço tão importante.
Porque você não precisa acessar nada à força. Você não precisa saber por onde começar. Você apenas fala… e, pouco a pouco, aquilo que estava disperso começa a se organizar. O que era só angústia começa a ter nome, história, significado.
Eu costumo dizer que a meditação pode abrir um espaço de encontro com você mesmo… mas a análise é onde esse encontro pode ser sustentado, cuidado e compreendido.
E existe algo muito delicado nisso: quando você começa a se entender, algo dentro de você se acalma, não porque tudo desaparece, mas porque você já não está mais perdido dentro do que sente.
Se você está buscando essa tranquilidade, talvez não seja sobre ir mais fundo sozinho, tentando acessar algo escondido… mas sobre permitir que esse caminho seja construído com alguém ao seu lado.
E, se fizer sentido para você, eu posso te acompanhar nesse processo com escuta, cuidado e respeito ao seu tempo, para que esse encontro com você mesmo não seja solitário, mas possível.
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Há tratamento para hipervigilância somática? .
Há tratamento para hipervigilância somática? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hipervigilância somática, essa sensação constante de vigiar o próprio corpo, percebendo cada batida do coração, cada dorzinha, cada variação de respiração, não é só um excesso de atenção. Muitas vezes, é o corpo tentando falar quando as palavras ainda não encontraram espaço. É como se, em vez de deixar as angústias e inquietações aparecerem na conversa com alguém, elas se manifestassem no corpo.
Pela ótica lacaniana, o corpo não é apenas biológico: ele é atravessado pela linguagem, pelas histórias e marcas que carregamos. Quando algo não foi simbolizado, ou seja, não foi colocado em palavras, pode insistir em se mostrar por meio das sensações corporais.
Na análise, ao falar livremente, sem censura, você começa a dar lugar a isso no campo da linguagem. Com o tempo, o que estava preso no corpo encontra palavras e a necessidade de vigiar o tempo todo perde força. Assim, o corpo, antes em constante estado de alerta, pode se tornar um lugar mais habitável e tranquilo.
Se desejar, estou aqui para te acompanhar nessa construção!
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Tenho crises de ansiedade constantes, mas, durante elas, não sinto falta de ar nem taquicardia, para
Tenho crises de ansiedade constantes, mas, durante elas, não sinto falta de ar nem taquicardia, para mim, os sintomas são mais emocionais: sinto uma angústia muito intensa e tenho crises frequentes de choro, junto com muitas preocupações, medos e uma sensação de agonia no corpo, também fico com uma grande confusão mental, isso seria também uma crise de ansiedade sem sintomas físicos, e mais relacionada emocional? Ou as crises de ansiedade tem que envolver os sintomas físicos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é, sim, uma forma muito legítima de crise de ansiedade. Nem toda crise precisa se manifestar com sintomas físicos como taquicardia ou falta de ar. Muitas vezes, ela se apresenta de forma mais silenciosa, mas não menos intensa, como você tão bem colocou: uma angústia profunda, choro recorrente, confusão mental, medos difusos e uma sensação de agonia no corpo difícil de nomear.
Na psicanálise, especialmente na orientação lacaniana, nós escutamos esses sinais não como algo a ser imediatamente silenciado, mas como mensagens importantes do sujeito. A angústia, nesses casos, não é um erro do corpo ou da mente, ela é um sinal de que algo na sua história, nos seus laços, ou nas exigências internas e externas que te atravessam está te pedindo atenção.
É nesse ponto que a análise pode ser transformadora. Porque ela não busca apagar os sintomas, mas criar um espaço para que você possa escutar o que está por trás deles. Em análise, você é convidada a falar livremente, sem precisar organizar tudo de antemão. O analista escuta não só o que você diz, mas também como diz: as pausas, os tropeços, os retornos, porque muitas vezes é justamente nesses detalhes que começa a se desenhar um caminho para compreender o que hoje aparece como confusão e angústia.
Com o tempo, esse processo de falar e ser escutada vai dando forma ao que antes era vivido apenas como um turbilhão. E quando conseguimos nomear uma experiência, ela deixa de ser um peso sem rosto e passa a ter contorno, começo, meio e fim. Isso não significa eliminar a ansiedade por completo, mas sim construir uma relação diferente com ela, menos paralisante, mais compreensível e mais sua.
Analisar-se é, portanto, um ato de cuidado profundo. É um caminho para sair do automatismo dos sintomas e construir um modo mais próprio de estar no mundo, com mais sentido, mais escolhas e menos repetição.
Se você sente que é hora de cuidar disso com escuta e delicadeza, a psicanálise pode ser um espaço potente para esse processo. Quando sentir que chegou o momento, saiba que estarei por aqui para caminhar contigo nessa construção.
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O que é a psicoterapia de trauma? .
O que é a psicoterapia de trauma? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoterapia de trauma é um espaço de escuta e acolhimento criado para quem passou por experiências difíceis, dolorosas ou marcantes que, de alguma forma, deixaram marcas no corpo, nas emoções, nos pensamentos ou na forma como a pessoa se relaciona com o mundo.
Mas o trauma não é só o que aconteceu. É, acima de tudo, como aquilo foi vivido por você. Às vezes, algo que pode parecer “pequeno” aos olhos dos outros, pode ter causado um grande impacto dentro de quem viveu, e é justamente isso que importa: o seu jeito único de sentir, reagir e lembrar.
Na minha prática clínica, com base na psicanálise lacaniana, o que ofereço não é uma receita pronta nem técnicas para “apagar” o que aconteceu. Em vez disso, abrimos um espaço para que você possa falar livremente, no seu tempo, sem julgamentos, para ir dando sentido ao que ficou confuso, dolorido ou sem palavras.
Essa escuta profunda, ética e respeitosa permite que algo comece a se transformar. Não se trata de esquecer, mas de elaborar, de reconstruir a sua história a partir da sua própria fala, e assim, encontrar novas formas de estar no mundo, de viver seus afetos, seus vínculos e seus desejos com mais liberdade.
Se você sente que carrega algo que não consegue nomear, que te atravessa de forma intensa, repetitiva ou silenciosa demais… Talvez indica que o primeiro passo para falar disso, dar lugar a isso, e cuidar de você esteja pedindo para ser construído. Se desejar, estou aqui para caminhar e construir contigo esse espaço!
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Como lidar com a rejeição da criança? .
Como lidar com a rejeição da criança? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A rejeição dói e quando vem de uma criança, pode tocar lugares muito sensíveis em quem cuida. Seja quando ela diz “não gosto de você”, se afasta sem motivo aparente ou prefere estar com outra pessoa, é natural que isso desperte sentimentos de tristeza, insegurança ou até raiva em quem está por perto.
Mas é importante lembrar: a criança ainda está aprendendo a lidar com as emoções e a construir laços. O que parece rejeição pode, muitas vezes, ser a forma que ela encontra de expressar uma frustração, de testar seus limites ou de afirmar um pedacinho da sua própria identidade.
Na clínica psicanalítica, escutamos a rejeição como uma mensagem, e não como um ataque. É uma forma de a criança dizer algo que ela ainda não consegue traduzir em palavras claras. Por isso, ao invés de reagir com culpa ou dureza, o convite é: posso escutar o que está por trás disso? Posso sustentar esse momento sem precisar me defender?
Lidar com a rejeição da criança é, acima de tudo, acolher a sua dor sem deixar que ela desorganize a relação. É mostrar que, mesmo quando ela está brava, confusa ou afastada, você continua ali: presente, confiável, disponível.
E se isso te abala mais do que gostaria, tudo bem também. Muitas vezes, essas situações despertam feridas antigas, histórias nossas que ainda doem. E é possível (e necessário) cuidar disso também, para que você possa sustentar esse vínculo com mais liberdade e leveza.
Talvez você esteja vivendo algo difícil de nomear. Uma angústia silenciosa, uma repetição que cansa, uma tristeza que insiste… Ou talvez só sinta que há algo em você que precisa de espaço, de escuta, de cuidado.
A psicanálise é um caminho que se faz pela palavra, pela possibilidade de falar de si sem pressa, sem julgamento, sendo acolhido(a) em sua singularidade.
Meu trabalho é sustentar um espaço ético e sensível, onde você possa se escutar com liberdade e descobrir novos sentidos para o que te atravessa. Não ofereço respostas prontas, mas me coloco ao seu lado para que possamos, juntos(as), construir um percurso que te permita viver com mais leveza, presença e verdade.
Se isso te tocou de alguma forma, este pode ser um bom momento para começar sua análise. Sinta-se à vontade para me escrever.
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Como o complexo de rejeição interfere no relacionamento com as pessoas ?
Como o complexo de rejeição interfere no relacionamento com as pessoas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando alguém carrega dentro de si a marca da rejeição, mesmo que de forma silenciosa, isso pode atravessar suas relações sem que perceba. Às vezes, é um medo constante de ser deixado(a), outras vezes, a certeza (mesmo sem motivo) de que não é querido(a) o suficiente. Em alguns casos, a pessoa se afasta antes de se machucar; em outros, se apega intensamente, como se o outro fosse a única fonte de valor possível.
Esse complexo de rejeição muitas vezes nasce lá atrás, na infância, em vínculos frágeis, ausências, críticas ou em pequenos gestos que, repetidos, foram criando a sensação de não ser digno(a) de amor. E quando isso não é escutado, elaborado ou simbolizado, acaba reaparecendo em forma de angústia, ciúme, necessidade constante de validação ou dificuldade de confiar.
Do ponto de vista psicanalítico, não tratamos o complexo de rejeição como um “defeito” a corrigir, mas como uma história que precisa ser escutada com profundidade. Porque aquilo que hoje te faz sofrer nas relações pode ter começado num momento em que você apenas tentou se proteger.
Na análise, criamos um espaço onde essa dor pode finalmente encontrar palavras. Onde você pode olhar para si com menos julgamento e mais compreensão. E onde pode descobrir formas mais leves e verdadeiras de se relacionar com o outro, mas principalmente, com você mesmo(a).
Se você sente que o medo da rejeição te acompanha, ou que ele interfere nas suas relações, talvez seja hora de cuidar disso com delicadeza e escuta.
Estou aqui, caso queira dar esse passo.
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Quais são as consequências do sentimento de rejeição?
Quais são as consequências do sentimento de rejeição?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O sentimento de rejeição pode tocar lugares muito profundos da nossa história. Às vezes ele aparece de forma clara, depois de um término, uma exclusão, uma ausência. Outras vezes, é mais silencioso: uma sensação constante de não pertencer, de nunca ser suficiente, de esperar algo do outro que nunca vem.
As consequências desse sentimento podem se manifestar de muitos jeitos: inseguranças, medo do abandono, dificuldade em confiar, necessidade de agradar para não ser deixado(a), ou até o oposto, um isolamento como forma de se proteger da dor.
Mas o mais importante é entender que essa dor tem uma história. E essa história merece ser escutada com cuidado, respeito e profundidade.
Na análise, criamos um espaço para falar sobre essas marcas, que muitas vezes vêm da infância, de experiências repetidas ou de vivências que nunca puderam ser elaboradas. Não se trata de apagar o que aconteceu, mas de ressignificar o que ficou inscrito, e aos poucos, encontrar outras formas de se relacionar consigo, com o outro e com o mundo.
Se você sente que esse tema te atravessa, e gostaria de falar sobre isso com alguém que escuta de forma ética e acolhedora, este pode ser um bom momento para começar sua análise.
Estou aqui, à disposição, caso queira dar esse passo.
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É normal sentir raiva direcionada à pessoa falecida?
É normal sentir raiva direcionada à pessoa falecida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é normal, e muito mais comum do que se fala.
A raiva direcionada a alguém que faleceu pode surgir de forma inesperada e causar culpa, confusão ou até vergonha em quem sente. Mas, do ponto de vista clínico e psicanalítico, ela é compreensível e válida.
A morte não apaga as complexidades do vínculo que existia. Às vezes, ficam palavras não ditas, feridas antigas, mágoas mal resolvidas e a raiva pode ser uma das formas que o psiquismo encontra para lidar com essa ausência. Também pode aparecer como expressão do desamparo, da sensação de abandono, ou da dor por algo que acabou sem que você tivesse escolha.
Na escuta clínica, essa raiva não é julgada. Ela é acolhida como parte do luto, um luto que é único para cada pessoa. E poder falar sobre ela, com sinceridade e sem medo de condenação, é o que permite dar lugar à dor e, aos poucos, elaborar o que ficou suspenso.
Se você sente algo assim, não está só. Sentir raiva de quem partiu não significa que você não amava essa pessoa. Significa apenas que seu amor, sua dor e sua história com ela foram reais, com toda a complexidade que existe em qualquer relação humana.
E você tem o direito de falar e elaborar sobre isso. A psicanálise é um caminho que se faz pela palavra, pela possibilidade de falar de si sem pressa, sem julgamento, sendo acolhido(a) em sua singularidade. Meu trabalho é sustentar um espaço ético e sensível, onde você possa se escutar com liberdade e descobrir novos sentidos para o que te atravessa. Não ofereço respostas prontas, mas me coloco ao seu lado para que possamos, juntos(as), construir um percurso que te permita viver com mais leveza, presença e verdade.
Se isso te tocou de alguma forma, este pode ser um bom momento para começar sua análise. Sinta-se à vontade para me escrever. Estou aqui!
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Sentimento de Raiva, por que sentimos e como lidar? .
Sentimento de Raiva, por que sentimos e como lidar? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A raiva é uma emoção humana, legítima e necessária. Ela surge quando algo nos frustra, nos fere ou nos contraria e tem a função de proteger nossos limites. Mas nem sempre sabemos como escutá-la ou lidar com ela de forma saudável. Muita gente aprendeu que sentir raiva “é feio”, que demonstrá-la é sinal de fraqueza ou de descontrole. Por isso, ela acaba sendo reprimida, disfarçada ou explode de forma desproporcional, em relações, no corpo ou até contra si mesmo(a).
Do ponto de vista psicanalítico, a raiva pode ter muitos sentidos:
Ela pode vir da sensação de não ser visto(a), de ser constantemente frustrado(a), de repetir um lugar de impotência. Às vezes, ela fala de algo que não foi dito, de um desejo sufocado, de uma dor não escutada. Por isso, não se trata de eliminar a raiva, mas de escutá-la. De entender de onde ela vem, o que ela tenta proteger, o que ela quer dizer por trás do grito ou do silêncio.
Na análise, criamos um espaço onde você pode falar livremente sobre isso, sem medo de julgamento. É um lugar para dar palavras àquilo que foi vivido com intensidade, para transformar o que hoje talvez se manifeste como sintoma, explosão ou retraimento em algo que possa ser cuidado, simbolizado e ressignificado.
Se você sente que a raiva tem te atravessado de forma difícil, ou se quer entender melhor o que há por trás do que você sente, talvez este seja um bom momento para começar sua análise.
Estou aqui, caso queira dar esse passo.
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Boa noite. Há um mês atrás, presenciei um assalto na volta pra casa do serviço dentro de um colet
Boa noite.
Há um mês atrás, presenciei um assalto na volta pra casa do serviço dentro de um coletivo e em momento algum os meliantes mexeram comigo, mas foi o suficiente para me mudar por inteiro. Primeiro que parei de pegar coletivos, tanto pra ir pro serviço, quanto pra voltar. Não consigo me sentir segura na rua nem mesmo com meus familiares, tenho pensamentos de que a qualquer momento podem me matar, que estou sentindo seguida, hipervigilãncia, medo extremo e sinto que afetou a minha vida social também, pois só me sinto segura em casa, tenho evitado sair, a não ser pro meu serviço. Quero saber como posso tratar essa questão, pois eu só quero voltar a ser normal como antes.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia!
Antes de qualquer coisa, quero te dizer que o que você está sentindo é legítimo, compreensível e profundamente humano. Mesmo que os assaltantes não tenham encostado em você, o que você viveu foi uma experiência traumática e o trauma não depende da gravidade aparente do acontecimento, mas de como ele atravessa e marca cada pessoa por dentro.
Estar em risco, ainda que por poucos minutos, pode romper a sensação de segurança no mundo. Seu corpo e sua mente, em um gesto de proteção, passaram a ficar em estado de alerta constante, como se algo ruim pudesse acontecer a qualquer momento. É por isso que você se sente hipervigilante, com medo de sair, desconfiada até em situações que antes eram comuns.
Nada disso significa que “tem algo errado com você”, pelo contrário: é o seu sistema psíquico tentando te proteger. Mas, quando essa proteção passa a controlar sua vida e limitar seus movimentos, é sinal de que essa dor precisa ser acolhida e escutada.
Você não precisa atravessar isso sozinha. A psicanálise (ou a psicoterapia clínica) pode te oferecer um espaço seguro para falar sobre o que aconteceu, sobre o que ficou em você desde então, e principalmente: sobre como isso te afeta hoje. Não se trata de “voltar a ser como antes”, mas de elaborar essa experiência de modo que ela não te paralise mais. Que ela possa fazer parte da sua história sem tomar conta do seu presente.
Esse medo tem um sentido. Ele quer dizer algo. E na escuta certa, com ética e cuidado, é possível que ele vá se transformando, aos poucos, em algo menos sufocante, mais nomeável, mais leve.
Se você sentir que esse pode ser um bom momento, estou aqui para te acompanhar nesse processo, com respeito, escuta e sem pressa.
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Quais são os fatores que ajudam na saúde mental ou emocional?
Quais são os fatores que ajudam na saúde mental ou emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando falamos em saúde mental, muita gente pensa em “fazer tudo certo”, manter hábitos saudáveis ou seguir fórmulas. Mas, na verdade, cuidar da saúde emocional é muito mais do que isso.
É sobre ter espaços onde você possa simplesmente ser quem é. Onde suas emoções possam existir, sem cobrança. Onde o que você sente possa ser escutado, de verdade.
Alguns fatores ajudam muito nesse processo: Estar em relações em que você se sente respeitado(a), poder descansar sem culpa, ter espaço para sentir prazer, falar sobre o que te atravessa e, principalmente, não precisar esconder sua dor para seguir vivendo.
Mas a verdade é que cada pessoa sente de um jeito. Às vezes, aquilo que te fortalece hoje pode ter sido o que te machucou no passado. Por isso, não existem receitas prontas e sim histórias únicas que merecem ser escutadas.
A análise é esse espaço. Um lugar onde você pode falar no seu tempo, do seu jeito, sobre o que dói, o que repete, o que não entende. Não é sobre mudar quem você é, é sobre se aproximar mais de si. Com menos peso, menos medo, e mais verdade.
Se isso te toca de alguma forma, talvez seja o momento de iniciar sua análise.
Estou aqui, quando quiser dar esse passo.
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Como a conexão entre mente e corpo afeta a saúde mental?
Como a conexão entre mente e corpo afeta a saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas vezes somos ensinados e passamos a acreditar que o que sentimos está “só na cabeça”. Mas quem já viveu uma angústia que aperta o peito, um medo que trava o corpo, uma tristeza que pesa nos ombros… sabe: a mente e o corpo não estão separados.
Nosso corpo fala. Ele fala quando a palavra falta, quando o sofrimento não encontra saída, quando algo fica calado por tempo demais. Às vezes, ele fala através da insônia, da dor que não passa, do cansaço que não tem explicação. Outras vezes, ele silencia, se fecha, se contrai, se adoece.
Na psicanálise, entendemos que o que não é simbolizado com palavras pode se inscrever no corpo como sintoma. E é por isso que escutar esse corpo, e o que ele carrega, é tão essencial para cuidar da saúde mental.
A análise oferece um espaço onde sua dor pode se transformar em fala. Onde aquilo que parece “do nada” pode, aos poucos, ganhar sentido. Onde corpo e mente deixam de brigar e passam a se escutar.
Se você sente que carrega algo no corpo que não entende muito bem… Se há repetições, dores, travas ou inquietações que te acompanham… Talvez seja o momento de dar lugar a isso e de cuidar de você com mais presença e verdade.
Estou aqui, caso queira dar esse passo.
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O que posso fazer para melhorar a minha saúde mental quando me sinto não amada pelas as pessoas ?
O que posso fazer para melhorar a minha saúde mental quando me sinto não amada pelas as pessoas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir que não é amado(a) pode ser uma dor profunda. E, muitas vezes, essa dor aparece em silêncio: no modo como você se fecha, se compara, se sabota ou se sente invisível mesmo estando cercado(a) de gente.
Esse sentimento não nasce do nada. Ele tem história. Pode ter vindo de vínculos frágeis, de afeto negado, de palavras que machucaram ou, às vezes, de amor que nunca veio do jeito que você precisava.
Com o tempo, isso pode ir se transformando numa ideia fixa: “eu não sou importante”, “não sou suficiente”, “não mereço amor”. E essa crença vai moldando seus relacionamentos, sua autoestima, sua forma de estar no mundo.
Mas o que poucas pessoas dizem é que esse sentimento pode ser cuidado. E o primeiro passo não é tentar se convencer de que “isso é coisa da sua cabeça”, mas sim acolher essa dor com verdade e escuta.
Na análise, você encontra um espaço onde pode falar de tudo isso com liberdade. Onde ninguém vai te julgar ou apressar. Onde, aos poucos, você pode entender por que se sente assim, de onde isso vem, e o que pode começar a mudar.
Cuidar da sua saúde mental, nesse caso, é reconhecer que existe uma ferida… e que ela merece atenção, e não silêncio. Se você sente que essa dor te acompanha, estou aqui para te escutar com ética, cuidado e respeito pela sua história. Talvez esse seja um bom momento para começar sua análise.
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