Perguntas do paciente (143)
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Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus
Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade de concentração pode ter diferentes causas, como excesso de estímulos digitais, ansiedade, estresse ou até TDAH. Por isso, é importante investigar antes de tirar conclusões.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudá-lo a reduzir distrações, organizar melhor a rotina de estudos e desenvolver estratégias para recuperar o foco e o prazer pela leitura.
Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sinto muito que você tenha passado por essas experiências. Pelo que você descreve, é possível que a intimidade esteja ativando lembranças do trauma, e isso pode ser trabalhado em psicoterapia. Você não é defeituosa, e o que acontece com você tem tratamento.
A Terapia Cognitivo-Comportamental, associada à Terapia Cognitivo-Sexual quando necessário, ajuda a reduzir as crises de ansiedade, elaborar o trauma e reconstruir uma relação mais segura com o próprio corpo e com a intimidade. Em alguns casos, a avaliação com um psiquiatra também pode ser indicada para auxiliar no controle dos sintomas.
Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Cognitivo-Sexual. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é uma angústia muito comum. O desejo de construir um relacionamento profundo faz parte das necessidades humanas e não há nada de fútil nisso.
Aos 25 anos, não existe uma idade em que "deveríamos" ter todas as respostas ou já ter encontrado a pessoa certa. O sofrimento costuma aumentar quando transformamos essa expectativa em uma cobrança sobre nós mesmos.
Você também não precisa esperar que sua vida esteja completamente estável para se relacionar. É possível construir uma carreira, amadurecer e desenvolver um relacionamento ao mesmo tempo. O mais importante é compreender quais expectativas, crenças e padrões podem estar influenciando suas escolhas e a forma como você vive os relacionamentos.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudá-lo a lidar com essa ansiedade, fortalecer o autoconhecimento e desenvolver relacionamentos mais saudáveis, sem que sua felicidade dependa exclusivamente de encontrar alguém.
Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental, atendendo pessoas com dificuldades nos relacionamentos. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A depressão não fica necessariamente "à espreita", mas quem já passou por um episódio depressivo pode apresentar uma maior vulnerabilidade para novos episódios, especialmente diante de acontecimentos estressantes ou perdas importantes.
Isso acontece porque, além do impacto emocional da situação, podem ser reativados padrões de pensamento negativos, comportamentos de isolamento e outras características que favoreceram a depressão anteriormente.
A boa notícia é que essa vulnerabilidade pode ser trabalhada. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda a identificar precocemente os sinais de recaída, modificar padrões de pensamento e desenvolver estratégias para enfrentar momentos difíceis antes que os sintomas se intensifiquem.
Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo
Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudá-lo bastante. Pelo que você descreve, o problema não parece ser a falta de interesse pelo trabalho, mas a dificuldade em manter o foco diante do impulso de buscar mais informações, fazer outro curso ou aprender "mais um pouco" antes de agir.
Na TCC, investigamos os pensamentos e crenças que mantêm esse padrão, como a necessidade de estar sempre mais preparado ou o medo de errar. O objetivo é reduzir o perfeccionismo, melhorar a capacidade de concentração e ajudá-lo a transformar conhecimento em ação.
Também é importante investigar se esses sintomas estão relacionados apenas ao perfeccionismo ou se há outros fatores envolvidos, como ansiedade ou TDAH, para que o tratamento seja o mais adequado possível.
Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz
Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Dificuldade de concentração, agitação e sensação de pensamento acelerado podem acontecer por diferentes motivos. Ansiedade, estresse, privação de sono e sobrecarga emocional são algumas possibilidades, mas também é importante investigar condições como TDAH e outros transtornos. Apenas esses sintomas não são suficientes para estabelecer um diagnóstico.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), buscamos compreender quando esses sintomas aparecem, quais pensamentos e emoções os acompanham e de que maneira estão interferindo no trabalho e na vida cotidiana. A partir disso, é possível desenvolver estratégias para organização, manejo da ansiedade, atenção e regulação emocional.
Como você já percebe prejuízo no trabalho, recomendo procurar atendimento psicológico. Dependendo do que for identificado durante o acompanhamento, uma consulta com psiquiatra também poderá ser indicada.
Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem estruturada e baseada em evidências. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento. Há alguns anos comet
Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento.
Há alguns anos cometi uma infidelidade com uma pessoa do meu passado. Meu companheiro me perdoou e seguimos juntos, mas eu nunca consegui me perdoar.
Recentemente imaginei como minha vida poderia ter sido se eu tivesse ficado com essa pessoa. Foi apenas um pensamento hipotético, e logo pensei que sou feliz no meu relacionamento atual. Mesmo assim, senti uma culpa muito intensa, como se esse pensamento significasse que fiz algo errado novamente.
Esse tipo de pensamento pode ser uma manifestação do TOC ou pode indicar que ainda tenho algum sentimento por essa pessoa? Como lidar com essa culpa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imaginar “como teria sido minha vida se eu tivesse ficado com aquela pessoa” não significa necessariamente desejar essa pessoa ou querer outro relacionamento. Pensamentos, lembranças e hipóteses surgem naturalmente. No TOC, porém, um pensamento pode desencadear dúvidas como: “Por que pensei nisso?”, “Será que ainda sinto alguma coisa?” ou “Será que pensar nisso já é uma forma de infidelidade?”.
A tentativa de encontrar uma certeza absoluta pode alimentar o próprio ciclo obsessivo. A pessoa analisa sentimentos, revisita lembranças, compara relacionamentos e busca garantias, sente alívio por algum tempo e depois volta a duvidar.
No seu caso, existe ainda uma culpa relacionada à infidelidade do passado. É importante diferenciar responsabilizar-se por algo que aconteceu de continuar se punindo indefinidamente por isso.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), podemos trabalhar tanto o ciclo de obsessões e compulsões quanto as crenças relacionadas à culpa, responsabilidade e necessidade de certeza.
Se essas dúvidas estão causando sofrimento, converse sobre esse episódio com o profissional que acompanha seu TOC. Evite tentar descobrir repetidamente “o que esse pensamento realmente significa”, pois essa busca por certeza pode fazer parte do próprio transtorno.
Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e realizo atendimento on-line para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s
Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Pelo que você relata, não é possível concluir que exista uma compulsão sexual ou que você tenha tido uma “recaída”. Você descreve longos períodos sem procurar pornografia, pouca vontade de acessar e interrupção do conteúdo quando se sentiu desconfortável.
O que chama mais atenção é o sofrimento posterior: culpa intensa, sensação de estar “suja”, angústia e preocupação com o que ter visto poderia significar sobre você. Pensamentos, imagens ou conteúdos vistos não definem, por si só, seus desejos, valores ou caráter.
Em quadros de ansiedade e também no TOC, determinados conteúdos podem desencadear pensamentos intrusivos e uma necessidade intensa de descobrir “o que isso diz sobre mim?”. Essa busca por certeza pode aumentar ainda mais a ansiedade.
A Terapia Cognitivo-Sexual pode ser especialmente útil nesse caso, porque trabalha a sexualidade sem julgamentos, ajudando a diferenciar desejo, fantasia, curiosidade, pensamentos intrusivos e comportamentos compulsivos. Também permite trabalhar a culpa e as crenças negativas construídas em torno da própria sexualidade.
Um atendimento com um profissional que compreenda tanto sexualidade quanto Terapia Cognitivo-Comportamental pode ajudá-la a entender esse sofrimento sem aumentar a vergonha que você já está sentindo.
Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Cognitivo-Sexual. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado.
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Olá! Minha pergunta é sobre saúde sexual e pornografia: Passei minha adolescência consumindo pornogr
Olá! Minha pergunta é sobre saúde sexual e pornografia:
Passei minha adolescência consumindo pornografia com muita frequência. Com 18 anos comecei a ter relações sexuais e desde então tenho tido dificuldades. O meu desejo sexual está praticamente condicionado ao ato da masturbação sozinho com uma tela. Durante a intimidade com outra pessoa minha sensibilidade sexual é quase nula, e mesmo o clímax é frustrante.
Nos últimos meses tenho tomado bastante consciência sobre isso, e diminuí consideravelmente esse hábito, porém tenho dúvidas sobre o processo. Muito se fala do "reboot de 90 dias sem pornografia", me parece um pouco promessa milagrosa haha. Acredito ser capaz de parar com o hábito e "reformular" minha experiência com a sexualidade, porém gostaria de saber sobre isso com especialistas.
É realmente possível que, parando com esses hábitos, eventualmente se possa "reprogramar" a experiência sexual? Digo, desenvolver uma sexualidade saudável, sensibilidade na intimidade com outra pessoa, reverter disfunções causadas pelo consumo prolongado de pornografia...
Já tive experiências reais mais agradáveis, geralmente quando envolve sentimento e relacionamento. Porém, no geral, tem sido muito difícil manter relações sexuais.
Tenho pensado em algum acompanhamento também. Um psicólogo que trata de sexualidade é capaz, ou é necessário também uma especialidade médica?
Agradeço desde já a todos que cederem um tempo para me responder. Grato!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, um psicólogo que trabalhe com sexualidade pode ajudá-lo, e a Terapia Cognitivo-Sexual é especialmente indicada para compreender dificuldades como as que você descreveu.
Nesse processo, não trabalhamos apenas a retirada da pornografia. Investigamos como seu desejo e sua excitação foram sendo associados à masturbação, à tela e a determinados estímulos, além de fatores como ansiedade de desempenho, expectativas, pensamentos durante a relação, atenção às sensações corporais e dificuldades em responder aos estímulos presentes na intimidade com outra pessoa.
É possível desenvolver novas formas de vivenciar a sexualidade. Por isso, eu teria cautela com a ideia de um “reboot de 90 dias”. Não existe um prazo mágico para “reprogramar” a resposta sexual. O tratamento busca ampliar gradualmente o repertório de excitação e prazer, favorecendo uma sexualidade compartilhada mais satisfatória.
O acompanhamento médico também pode ser importante, mas não necessariamente substitui a terapia sexual. Dependendo da dificuldade apresentada, um urologista pode investigar fatores orgânicos, hormonais, medicamentosos ou outras condições físicas. Muitas vezes, o melhor cuidado é justamente a atuação complementar entre psicólogo e médico.
Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Sexual e Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhando questões relacionadas à sexualidade, pornografia, ansiedade de desempenho e dificuldades sexuais. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso ne
Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso nela todo dia, até cheguei a namorar outra pessoa depois, mas nunca me senti feliz com o meu relacionamento recente
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O fato de você pensar nessa pessoa há quatro anos não significa necessariamente que ainda esteja apaixonado por ela. Às vezes, o que permanece não é exatamente a pessoa, mas uma história que ficou sem conclusão, acompanhada de culpa, arrependimento e pensamentos sobre como as coisas poderiam ter sido diferentes.
Quando pensamos repetidamente “se eu não tivesse errado...” ou “como seria minha vida se estivéssemos juntos?”, podemos acabar idealizando uma relação que, na prática, nem chegou a acontecer plenamente. E comparar um relacionamento real, com dificuldades e limitações, com uma possibilidade imaginada quase sempre coloca o relacionamento atual em desvantagem.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é possível compreender o que mantém esses pensamentos: sentimento pela pessoa, culpa, idealização, dificuldade de elaborar o fim ou até um padrão de ruminação. O objetivo não é simplesmente “esquecer”, mas entender por que essa história continua ocupando tanto espaço emocional depois de tantos anos.
Se isso tem interferido na sua capacidade de construir novos relacionamentos e de estar emocionalmente presente neles, um atendimento psicológico pode ajudá-lo a elaborar essa experiência e seguir adiante de maneira mais saudável.
Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental e questões relacionadas aos relacionamentos. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de você reconhecer que esse comportamento mudou ao longo do tempo e passou a fugir do seu controle já é um passo muito importante. Pelo seu relato, a pornografia parece ter deixado de ser apenas um estímulo ocasional e passou a funcionar como uma forma de lidar com emoções, rotina, estresse ou mudanças vividas após a gravidez da sua esposa.
A chegada de um filho costuma trazer transformações importantes para o casal. É comum haver mudanças na frequência sexual, na rotina, nas responsabilidades e até na forma como cada um vivencia a intimidade. Algumas pessoas, diante dessas mudanças, acabam buscando formas rápidas de aliviar emoções ou obter prazer imediato, e a pornografia pode assumir esse papel.
O profissional mais indicado para iniciar essa avaliação é o psicólogo. Na Terapia Cognitivo-Sexual, baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o tratamento não se limita a pedir que a pessoa "pare de assistir pornografia". O foco é compreender quais situações, pensamentos e emoções desencadeiam esse comportamento, identificar os gatilhos, desenvolver estratégias para lidar com os impulsos e construir uma sexualidade mais saudável e compatível com os seus valores.
Também é trabalhada a relação com a parceira, a comunicação sobre a vida sexual e emocional e o fortalecimento de outras formas de enfrentar o estresse e a ansiedade, para que a pornografia deixe de ser a principal estratégia de regulação emocional.
Em alguns casos, quando há ansiedade, depressão ou outro transtorno associado, pode ser recomendada uma avaliação com um psiquiatra. Entretanto, essa necessidade é avaliada individualmente.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Sexual e Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando homens e mulheres que enfrentam compulsão por pornografia, masturbação compulsiva, ansiedade, dificuldades na sexualidade e problemas nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n
Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado à ansiedade, mas também merece uma avaliação cuidadosa para compreender a função desses pensamentos e comportamentos. Não é possível afirmar, apenas pelo seu relato, que se trate de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), embora alguns aspectos lembrem o ciclo de obsessão e busca por alívio que pode ocorrer nesse transtorno.
Percebo que o sofrimento parece não estar apenas no fato de ter cometido a infidelidade, mas na dificuldade de aceitar que esse capítulo da sua vida já foi enfrentado pelo casal. A culpa faz com que sua mente retorne repetidamente ao acontecimento, enquanto a necessidade de perguntar novamente se seu parceiro a perdoou pode funcionar como uma tentativa de aliviar, ainda que temporariamente, essa angústia. O problema é que esse alívio costuma durar pouco, fazendo surgir uma nova necessidade de confirmação.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), investigamos como pensamentos, emoções e comportamentos se retroalimentam. Muitas vezes, a busca constante por garantias acaba mantendo o sofrimento, porque o cérebro aprende que só consegue reduzir a ansiedade quando recebe uma nova confirmação. Assim, o ciclo tende a se repetir.
Também é importante refletir sobre a diferença entre responsabilidade e culpa permanente. Assumir a responsabilidade pelo que aconteceu, reparar os danos possíveis e aprender com a experiência são atitudes diferentes de permanecer se punindo indefinidamente. Se o casal conversou sobre o ocorrido e decidiu seguir em frente, talvez hoje o maior desafio seja desenvolver autocompaixão e construir uma relação mais saudável com a sua própria história.
Caso esses pensamentos sejam muito frequentes, difíceis de controlar, provoquem intenso sofrimento ou levem você a buscar confirmações repetidamente, vale a pena procurar um psicólogo para uma avaliação. Se houver suspeita de TOC ou de outro transtorno de ansiedade, o tratamento pode ser bastante eficaz e, quando necessário, pode incluir uma avaliação psiquiátrica.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, culpa persistente, pensamentos repetitivos, dificuldades nos relacionamentos e sofrimento emocional após situações de infidelidade.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
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Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t
Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa descoberta tenha despertado tristeza, insegurança e muitas dúvidas. É natural que você se pergunte se esse comportamento é apenas um hábito ou se pode indicar um problema maior.
Assistir pornografia, por si só, não significa que uma pessoa tenha uma compulsão. O que faz diferença é a frequência, a intensidade, a perda de controle e o impacto que esse comportamento causa na vida pessoal, profissional e no relacionamento.
O fato de seu namorado assistir pornografia no trabalho ou aproveitar qualquer momento em que está sozinho pode ser um sinal de que vale a pena investigar melhor essa relação com a pornografia, mas, isoladamente, não é suficiente para concluir que exista uma compulsão. Para isso, seria necessário avaliar, por exemplo, se ele tenta reduzir o comportamento e não consegue, se isso interfere no desempenho no trabalho, na vida sexual do casal, se gera prejuízos importantes ou se ele utiliza a pornografia como principal forma de lidar com emoções como ansiedade, estresse, solidão ou frustração.
Também é importante olhar para o impacto que essa situação está tendo em você. Independentemente de haver ou não uma compulsão, o comportamento dele despertou sofrimento e merece ser conversado de forma aberta, respeitosa e sem acusações. Entender o significado que a pornografia tem para ele e compartilhar como você se sente pode ajudar o casal a construir acordos que façam sentido para ambos.
Se esse comportamento estiver causando conflitos frequentes, perda de confiança ou prejuízo para a intimidade do casal, a psicoterapia pode ser uma excelente oportunidade para compreender o problema e buscar mudanças. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia Cognitivo-Sexual oferecem estratégias eficazes para lidar tanto com o uso problemático de pornografia quanto com as dificuldades de comunicação e confiança no relacionamento.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Cognitivo-Sexual e Terapia de Casal, auxiliando pessoas e casais que enfrentam dificuldades relacionadas à pornografia, compulsão sexual, confiança, comunicação e vida íntima.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
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Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixon
Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Receber pouco afeto durante a infância pode influenciar a maneira como aprendemos a reconhecer, expressar e confiar nas nossas próprias emoções. Algumas pessoas crescem dando mais atenção às necessidades dos outros do que às próprias ou aprendem a "desligar" os sentimentos como forma de proteção. Nesses casos, pode ser mais difícil perceber quando o amor está surgindo.
O fato de você só ter identificado que gostava dessa pessoa quando ela se afastou pode indicar que a perda tornou o sentimento mais evidente. Isso não significa, necessariamente, que você só consiga amar quando perde alguém, mas que talvez tenha dificuldade em perceber os sinais do vínculo enquanto ele está sendo construído.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos o desenvolvimento do autoconhecimento emocional. Isso inclui aprender a identificar pensamentos, emoções, sensações físicas e comportamentos, tornando mais fácil reconhecer o que você sente antes que uma situação de perda ou afastamento aconteça.
Sobre sua segunda pergunta, existe, sim, uma relação entre amar e seguir as próprias metas, mas ela não é direta. Quando uma pessoa desenvolve relacionamentos seguros e saudáveis, tende a sentir mais apoio emocional, segurança e confiança para enfrentar desafios. Ao mesmo tempo, é importante que seus objetivos de vida não dependam exclusivamente de um relacionamento. Quanto mais você fortalece sua autoestima, seus valores e seu senso de identidade, maior é a capacidade de amar alguém sem deixar de investir em si mesmo e nos seus projetos.
Se você percebe que tem dificuldade recorrente para identificar sentimentos, estabelecer vínculos ou compreender suas próprias emoções, a psicoterapia pode ajudá-lo a desenvolver essa consciência emocional e construir relacionamentos mais saudáveis, sem abrir mão do seu crescimento pessoal.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam dificuldades nos relacionamentos, insegurança afetiva, ansiedade e desafios no desenvolvimento emocional.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
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Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar
Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, em algumas abordagens da psicologia, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é bastante comum que o processo terapêutico não aconteça apenas durante os 50 minutos da sessão. O objetivo é que o paciente também desenvolva habilidades para lidar com as dificuldades ao longo da semana.
Dependendo das necessidades de cada pessoa, o psicólogo pode utilizar diferentes recursos, como registros de pensamentos, exercícios para identificar emoções, técnicas de respiração e relaxamento, práticas de atenção plena, listas de estratégias para momentos de ansiedade, cartões de enfrentamento com frases personalizadas, lembretes de habilidades aprendidas em sessão ou outras atividades que façam sentido para aquele caso.
Esses materiais não substituem a terapia, mas funcionam como um apoio para que o paciente consiga colocar em prática o que foi trabalhado na sessão justamente nos momentos em que mais precisa. Esse processo favorece a generalização das habilidades aprendidas e costuma contribuir para que os resultados do tratamento sejam mais consistentes.
Se você percebe que a ansiedade e a angústia aumentam muito entre uma sessão e outra, vale a pena conversar abertamente com seu psicólogo sobre isso. Juntos, vocês podem pensar em estratégias específicas para esses dias, adaptadas à sua realidade. Em alguns casos, pode ser indicado aumentar temporariamente a frequência das sessões ou construir um plano de enfrentamento para os momentos de maior sofrimento.
Cada tratamento é individualizado. Por isso, o fato de um profissional utilizar ou não materiais físicos não determina, por si só, a qualidade da psicoterapia. O mais importante é que as intervenções façam sentido para as suas dificuldades e ajudem você a desenvolver autonomia para lidar com elas ao longo do tempo.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, oferecendo um tratamento estruturado e baseado em evidências para pessoas que enfrentam ansiedade, angústia, pensamentos repetitivos e outras dificuldades emocionais.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com
Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é compreensível. Sair de casa para construir a própria vida e, ao mesmo tempo, preocupar-se com uma mãe de 75 anos pode despertar sentimentos de culpa, tristeza, ansiedade e um forte senso de responsabilidade.
É importante lembrar que cuidar da sua vida e construir um relacionamento não significa abandonar sua mãe. Muitas vezes, a mente cria a sensação de que é preciso escolher entre uma coisa ou outra, quando, na realidade, é possível encontrar formas de continuar presente, oferecendo apoio, visitas frequentes, ligações e ajudando a organizar uma rede de suporte para ela.
Também vale refletir se a sua mãe ficará realmente desamparada ou se esse é um medo que a ansiedade está ampliando. Ela possui outros familiares, amigos, vizinhos ou pessoas de confiança? Há maneiras de manter uma rotina de contato que traga segurança para vocês dois?
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos justamente esses sentimentos de culpa e responsabilidade excessiva, ajudando a diferenciar o que está sob o nosso controle daquilo que faz parte do processo natural da vida. Constituir a própria família e desenvolver autonomia não é um ato de egoísmo, mas uma etapa importante do desenvolvimento.
Se essa ansiedade estiver muito intensa ou dificultando sua decisão, buscar acompanhamento psicológico pode ajudá-lo a viver essa transição de forma mais tranquila e equilibrada.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, culpa, dificuldades familiares e momentos importantes de transição na vida.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela perda da sua cachorrinha.
Sim, o que você está vivendo pode fazer parte do processo de luto. Nossos animais de estimação ocupam um lugar muito especial na família, oferecem companhia, afeto e fazem parte da nossa rotina por muitos anos. Quando eles partem, é natural sentir um vazio profundo.
Pelo seu relato, além da saudade, percebo que você está carregando muita culpa. Pensamentos como "eu poderia ter feito mais", "eu deveria ter cuidado melhor" ou "eu poderia ter evitado" são bastante comuns durante o luto. Muitas vezes, nossa mente tenta encontrar uma explicação ou uma forma de mudar algo que, na realidade, já não está sob nosso controle.
Você também conta que imaginava envelhecer ao lado dela e que sofre ao ver outras pessoas com seus cães. Isso mostra que você não está apenas lamentando a perda da sua companheira, mas também dos planos e momentos que imaginava viver com ela.
O luto não significa esquecer quem partiu, mas aprender, aos poucos, a seguir em frente sem que a dor ocupe todo o espaço da sua vida. Cada pessoa tem o seu tempo, e não existe um prazo "certo" para isso. No entanto, se esse sofrimento continua muito intenso e está dificultando sua rotina ou seu bem-estar, a psicoterapia pode ajudá-la a elaborar essa perda de forma mais acolhedora e saudável.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam luto, ansiedade, culpa, depressão e outras dificuldades emocionais.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sensação de que "tudo depende de mim" é mais comum do que parece e pode gerar um grande desgaste emocional. Muitas vezes, a pessoa passa a acreditar que precisa resolver todos os problemas, atender às expectativas dos outros ou evitar que algo dê errado, assumindo responsabilidades que nem sempre são suas.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), investigamos os pensamentos e as crenças que sustentam esse sentimento. Algumas pessoas desenvolvem a ideia de que precisam dar conta de tudo para serem valorizadas, aceitas ou para evitar conflitos. Com o tempo, isso pode levar à sobrecarga, ansiedade, culpa e dificuldade para estabelecer limites.
Um exercício importante é perguntar a si mesmo: "Essa responsabilidade é realmente minha ou estou assumindo algo que também pertence a outras pessoas?". Essa reflexão ajuda a diferenciar aquilo que está sob o seu controle daquilo que não depende exclusivamente de você.
Aprender a dividir responsabilidades, dizer "não" quando necessário e aceitar que nem tudo pode ser controlado são passos importantes para reduzir esse peso emocional.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, culpa excessiva, sobrecarga emocional, dificuldades para estabelecer limites e problemas nos relacionamentos.
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Espero ter ajudado.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto. Quando uma relação chega ao fim, a pessoa não perde apenas o parceiro, mas também os planos compartilhados, as expectativas para o futuro, a rotina construída e, muitas vezes, uma parte importante da própria identidade.
É natural que, nesse período, surjam emoções como tristeza, saudade, raiva, culpa, ansiedade e até momentos de esperança de que tudo volte a ser como antes. Esses sentimentos fazem parte do processo de adaptação e variam de intensidade para cada pessoa.
Superar um término não significa esquecer o relacionamento ou fingir que ele nunca existiu. Significa elaborar essa experiência, compreender o que ela representou, aprender com a vivência e, aos poucos, reconstruir a própria vida sem que a dor ocupe todo o espaço.
Quando o sofrimento é muito intenso, persistente ou impede a pessoa de retomar suas atividades, trabalhar, cuidar de si ou construir novos vínculos, a psicoterapia pode ser um importante recurso para ajudar na elaboração desse luto e no fortalecimento emocional.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam términos de relacionamento, ansiedade, baixa autoestima, dependência emocional e dificuldades nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
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Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes)
Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes) e eu descobri ontem com um ano juntos q eles são irmãos, e meu namorado pediu um tempo. Estou com medo de terminarmos, eu me sinto muito culpada. E ele é o único apoio que tenho (eu tenho autismo e depressão) e sem ele sinto que tudo vai desmoronar
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por esse momento. Pelo seu relato, parece que duas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo: o medo de perder o relacionamento e a culpa por uma situação que ocorreu antes mesmo de vocês se conhecerem.
É importante lembrar que, se essas conversas aconteceram dois anos antes de você conhecer seu namorado, elas pertencem à sua história anterior ao relacionamento. Isso, por si só, não significa que você tenha feito algo de errado. O fato de eles serem irmãos era uma informação que você desconhecia na época.
Também me chamou a atenção quando você disse que ele é o único apoio que tem e que, sem ele, sente que tudo vai desmoronar. Considerando que você relata conviver com autismo e depressão, é compreensível que a possibilidade de um término desperte uma angústia muito intensa. Ao mesmo tempo, essa percepção mostra o quanto é importante ampliar sua rede de apoio e cuidar da sua saúde emocional, para que seu bem-estar não dependa exclusivamente de uma única pessoa.
Se o seu namorado pediu um tempo, procure respeitar esse espaço e evite tomar conclusões precipitadas enquanto vocês ainda não conversaram sobre a situação. Quando ambos estiverem mais tranquilos, um diálogo aberto e respeitoso pode ajudá-los a compreender o que aconteceu e decidir, juntos, os próximos passos.
A Terapia Cognitivo-Comportamental pode ajudá-la a trabalhar a culpa, o medo da perda, a dependência emocional e desenvolver recursos para enfrentar esse momento com mais segurança.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, depressão, dependência emocional e dificuldades nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…