Perguntas do paciente (527)
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Estou a dois dias sentindo meus batimentos cardíacos acelerados. Palpitação. Estou fazendo o uso des
Estou a dois dias sentindo meus batimentos cardíacos acelerados. Palpitação. Estou fazendo o uso dessa médicação ha 6 dias, o que eu devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você tem um médico da sua confiança que o está acompanhando, acredito que o primeiro passo é ligar para ele/marcar uma sessão e falar sobre estes efeitos que estão surgindo...
O uso de medicação pode vir acompanhado de alguns efeitos colaterais, pode ser o seu caso, assim como pode não ser. Para ter mais tranquilidade e não se preocupar é recomendado que você possa sentar e conversar com o seu médico e avaliar tudo o que pode ou não ser esperado neste início do uso da medicação até o período em que já seria esperado o efeito em si (efeito esperado).
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Porque uma criança de 8 anos repetiria, sem som, as frases que ela mesmo diz?
Porque uma criança de 8 anos repetiria, sem som, as frases que ela mesmo diz?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia, trata-se de uma excelente pergunta. Isso nos mostra que você está atenta ao seu filho e preocupada. Isso para a criança já significa muito, desde que ela perceba a sua preocupação como um cuidado e não como uma rejeição. Concordo com as colegas, poderíamos aqui formular mil hipótese a este respeito, mas para cada caso existe um subjetivo único por trás, e cada sintoma precisa ser investigado por profissional adequado.
Lhe fornecer um diagnóstico sem ao menos conhecer a criança seria rotular ela sem ter precisão no embasamento.
Compreenda, um bom diagnóstico se faz necessário para que um bom tratamento possa acontecer, caso contrário é apenas charlatanismo.
Espero ter esclarecido. Me coloco à disposição. Grande abraço.
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Em quantos dias o organismo elimina o efeito da olanzapina?
Em quantos dias o organismo elimina o efeito da olanzapina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Bom dia. Respondendo sua pergunta, naturalmente, no período de uma semana já não há mais Olanzapina em seu organismo.
Cada pessoa reage de diferentes formas com relação a mesmíssima medicação, neste sentido pode ser que haja um leve variação. Grande abraço.
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Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o de
Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Todos estes fatores podem contribuir, afinal, o ambiente passa a ser percebido como perigoso. Quem dirá, o convívio...
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Como posso comunicar ao profissional da saúde que eu suspeito ter Transtorno de Personalidade Limítr
Como posso comunicar ao profissional da saúde que eu suspeito ter Transtorno de Personalidade Limítrofe (Borderline)? Um psicólogo pode realizar o diagnóstico ou devo procurar um psiquiatra?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode sim, sem sombra de dúvidas. Exatamente assim como estás fazendo, seja honesto e aberto com relação aos seus próprios medos e fantasias, o profissional está lá para te ajudar, não para julgar. Vá com essa tranquilidade, afinal, transtornos de personalidade são de forma resumida, uma forma de ser e de reagir ao mundo que se torna desadaptativa em razão da tua forma de sentir e perceber. Não do que se envergonhar.
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Terapia comportamental dialetica pode ser feita online?
Terapia comportamental dialetica pode ser feita online?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
sim.
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Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Claro que sim! Hehehe, desculpe o jeito, mas não tens porque ficares sofrendo desta forma. Procura um bom profissional e ele fará uma avaliação do teu caso e vai te indicar o melhor tratamento ok?
Grande abraço
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Tenho muito medo de ficar perto de pessoas que não conheço medo das pessoas n gostarem de mim, medo
Tenho muito medo de ficar perto de pessoas que não conheço
medo das pessoas n gostarem de mim, medo de eu ser chata....
Uma terapia seria uma boa ideia, mas como conversar com os pais sobre isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, compreendo sua preocupação, provavelmente também fica preocupada com o que os seus pais iriam pensar. É importante que a gente compreenda que independente das nossas escolhas e atitudes, não podemos controlar a reação e sentimentos despertador nas pessoas. Se você está sentindo que seria interessante para ti ter um espaço de escuta e acolhimento sem julgamento, com toda a certeza psicoterapia é uma boa opção.
Quem sabe ser franca com eles sobre a parte mais “leve” da conversa seja uma boa ideia, dessa forma você pode criar uma abertura para o tema. Por exemplo: “pai, mãe! Eu estou em uma fase da minha vida que está me deixando com muitas dúvidas e sinto que estou precisando de um apoio diferente do da família. Meus amigos fazem terapia e me disseram que é uma boa opção para me organizar de dentro para fora. Será que eu posso contar com o apoio de vocês?”.
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Quais perguntas posso fazer na sessão de psicanálise em relação ao meu tratamento? Tenho muitas dúvi
Tenho muitas dúvidas e não sei como e se devo perguntar tudo que eu quero na sessão de psicanálise.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psicanálise, não existe um jeito certo de falar, nem uma lista do que deve ou não ser dito. O espaço analítico é justamente o lugar onde tudo o que te inquieta, confunde, envergonha ou parece “sem sentido” pode ser trazido.
Você não precisa organizar suas dúvidas antes da sessão. Pode chegar exatamente como está — com pensamentos soltos, com perguntas sem forma, com sentimentos que ainda nem têm nome. É no ato de falar que as coisas começam a se desenhar. Às vezes, o que você não sabe dizer é justamente o que mais precisa ser escutado.
Se algo dentro de você hesita em perguntar, observe essa hesitação. A psicanálise acolhe não apenas o que é dito, mas também o que fica preso na garganta. Às vezes, o silêncio fala tanto quanto as palavras.
E não se preocupe: o analista está ali para te escutar sem julgamento, sem pressa e sem respostas prontas. A função dele não é te corrigir, mas te acompanhar no caminho de descobrir o que suas próprias palavras — e pausas — querem revelar.
Então sim, você pode perguntar tudo. Pode duvidar, se contradizer, mudar de ideia, voltar no mesmo assunto várias vezes. A sessão é o espaço onde o “não sei” tem valor, porque é a partir dele que a verdade começa a aparecer.
E se em algum momento você sentir medo, vergonha ou confusão, diga isso também. É assim, pouco a pouco, que a confiança nasce — e é nesse espaço de liberdade que o processo se torna realmente transformador.
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Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito nunca consegui sentir esse arrebatamento de mãe,sou bem fria com elas,inclusive elas reclamam que não abraço ou beijo constantemente.Não consigo sentir falta delas quando viajam,e mais velha quando casou,todos ficaram esperando que eu fosse chorar,ou algo assim.Mas não senti nada.Tenho muita culpa por isso e sempre pesquiso pra saber se mais pessoas tem esse problema.Devo fazer psicanálise pra descobrir o motivo desse desapego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você chama de “frieza” pode, na verdade, ser uma forma de defesa emocional construída há muito tempo. Algumas pessoas, por histórias de vida marcadas por rejeição, falta de acolhimento ou experiências de amor que vieram acompanhadas de dor, aprendem inconscientemente a se proteger do sentir. O psiquismo, para não se despedaçar, cria uma espécie de armadura: sente-se, mas à distância.
Essa barreira afetiva, que hoje aparece nas suas relações com as filhas, talvez tenha começado muito antes — nas relações que você viveu com seus próprios pais ou nas experiências de infância em que o afeto era confundido com vulnerabilidade. A psicanálise nos ajuda a compreender justamente isso: as raízes invisíveis do que sentimos (ou não conseguimos sentir).
Você não está sozinha nesse tipo de vivência. Muitas mães se cobram por não corresponderem ao ideal romântico da maternidade — o de estar sempre tomada por um amor arrebatador, por uma entrega incondicional. Mas o amor materno é muito mais complexo e humano do que isso. Ele se manifesta de formas diferentes, e em alguns casos, vem atravessado por medos, traumas e silêncios.
A psicanálise é, sim, o caminho mais indicado nesse momento. Não para te “ensinar a amar”, mas para te ajudar a entender por que o seu modo de amar precisou se defender tanto. É um processo de reencontro com partes de si que, por sobrevivência, ficaram adormecidas.
Ao longo desse trabalho, o que era culpa se transforma em compreensão, e o que era distância pode, aos poucos, se converter em presença. Você pode descobrir um jeito mais leve e possível de se vincular — com as filhas, com o mundo e, principalmente, consigo mesma.
Eu te convido a iniciar esse processo comigo. Será um espaço sem julgamentos, onde você poderá falar o que talvez nunca tenha dito em voz alta. E, nesse espaço, vamos escutar juntas não o que falta em você, mas o que ainda precisa ser acordado.
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Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por M
Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por Midas sociais ou pessoalmente) me deixam nervosa e me fazem querer me isolar. Sinto que não consigo estudar, me divertir, ter uma vida legal, ou amigos. O que será isso?
Às vezes, coisas me remetem ao meu passado e a impressão que tenho sobre ele é que ele foi triste, mas eu sei que tiveram coisas boas mas até as coisas boas parecem tristes. Me sinto sozinha muito frequentemente.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir-se nervosa ao ver os outros produzindo ou se divertindo, enquanto em você surge uma sensação de incapacidade, isolamento e solidão, pode estar relacionado a algo maior do que apenas “comparação”. Muitas vezes, isso tem a ver com **feridas antigas de autoestima, experiências de desamparo ou memórias dolorosas que ainda não foram elaboradas**.
Quando até lembranças boas do passado parecem tristes, isso indica que existe um filtro emocional marcado pelo sofrimento. É como se a dor cobrisse até os momentos de alegria, deixando a sensação de que nada foi suficiente ou de que não houve espaço verdadeiro para viver plenamente.
Esse vazio e essa solidão que você sente com frequência não significam que você é incapaz de ter uma vida boa ou de se conectar com pessoas. Significam que **há uma parte sua pedindo por escuta, compreensão e cuidado**, para que essas marcas do passado possam ser ressignificadas e não mais invadam o presente com tanta força.
Na terapia, você terá um espaço seguro para olhar para essas emoções, compreender de onde elas vêm e transformar esse peso em consciência e possibilidade de vida mais leve. Você não precisa atravessar isso sozinha.
Eu te convido a iniciar esse processo comigo. Juntas, podemos reconstruir o seu olhar sobre você mesma e abrir espaço para uma vida em que o passado não roube a cor do presente.
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Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me
Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muita gente pensa que a ansiedade só aparece quando existe um “motivo claro”. Mas, na verdade, a ansiedade não depende apenas de circunstâncias externas — ela pode nascer dentro de nós, como um estado de alerta constante, mesmo quando aparentemente “está tudo bem”.
Isso não significa que você tenha um defeito. A ansiedade não é falha de caráter. Ela é uma forma de funcionamento psíquico e corporal que, em alguns momentos, fica hiperativada. É como se o seu corpo e a sua mente estivessem em vigília, esperando que algo ruim aconteça, mesmo que a razão não veja perigo.
As causas podem ser múltiplas:
* **biológicas**, como predisposição genética e desequilíbrios neuroquímicos;
* **emocionais**, como vivências de insegurança, críticas, abandono ou falta de acolhimento na infância;
* **ambientais**, como estresse prolongado, pressões sociais ou situações traumáticas.
Do ponto de vista psicanalítico, a ansiedade é muitas vezes o sinal de um **conflito interno não simbolizado**, uma energia psíquica que não encontrou palavras ou elaboração e, por isso, se expressa no corpo e na mente como angústia difusa.
Então, não é defeito: é um **pedido de escuta**. Seu corpo está comunicando algo que precisa ser olhado com cuidado e, no espaço terapêutico, é possível compreender esse “sem motivo” e transformá-lo em um caminho de autoconhecimento e liberdade.
Se você sente que a ansiedade tem falado mais alto do que você, eu te convido a iniciar esse processo comigo. Juntos, podemos escutar o que ela tem a dizer e abrir espaço para uma vida mais leve, consciente e conectada com quem você realmente é.
Grande abraço!
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Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto es
Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto estranha, não tenho reação as coisas.
Se algo de ruim ou bom acontece não manifesto reação sobre isso. E agora tenho sentido uma estranheza das coisas e ambiente q me encontro.
Isso pode ser devido a ansiedade não tratada?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve — essa sensação de estar estranha, distante das próprias emoções e do ambiente ao redor — é algo que muitas pessoas com ansiedade crônica acabam vivenciando em algum momento. Quando a mente passa muito tempo em estado de alerta, tentando controlar tudo, chega uma hora em que ela simplesmente se cansa. E, para não colapsar, ela desliga o sentir.
É um mecanismo de defesa: o corpo e o psiquismo tentam te proteger de uma sobrecarga emocional que já não conseguem sustentar. Por isso, as coisas deixam de provocar reações intensas. O que antes te emocionava, hoje parece neutro. O que antes te doía, agora apenas entorpece. Mas isso não significa que você não sinta — significa que você sentiu demais, por muito tempo, e precisou se anestesiar para continuar existindo.
Sim, essa sensação pode estar ligada à ansiedade não tratada. E é um sinal de que o seu mundo interno está pedindo cuidado. O tratamento não é apenas sobre controlar crises; é sobre reaprender a se reconectar com suas emoções, com o corpo e com a vida.
Na terapia, você vai encontrar um espaço para entender o que te esgotou, para acolher essa parte que precisou se afastar e, aos poucos, voltar a sentir sem medo. Não há nada de errado com você. O que existe é uma mente exausta, pedindo descanso, presença e escuta.
Se você sente que algo em você está pedindo por ajuda, eu te convido a iniciar esse processo comigo. Vamos caminhar juntos nesse retorno à vida — com leveza, consciência e o cuidado que você merece.
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Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob es
Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob estresse por causa dos incômodos da gravidez, da vida a dois e da pandemia. Devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra para me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está vivendo é mais comum — e mais profundo — do que parece.
A primeira gestação é um mergulho em transformações físicas, emocionais e simbólicas. O corpo muda, os hormônios oscilam, a mente se reorganiza, e a vida — de repente — já não é mais só sua. Somam-se a isso as adaptações da vida a dois e o peso emocional que a pandemia deixou, e é natural que o estresse e a confusão se façam presentes.
Mas nada disso significa fraqueza. Significa humanidade.
Nesse momento, buscar ajuda não é um sinal de desequilíbrio, mas de cuidado com o seu próprio equilíbrio.
Um psicólogo ou psicanalista pode te oferecer um espaço de escuta — um refúgio onde você possa falar de tudo: do medo, da culpa, da alegria, da dúvida, da ambivalência de amar e se assustar ao mesmo tempo. Na psicanálise, especialmente, você encontrará a chance de compreender o que essas emoções querem te dizer e de se reconectar com a mulher que existe por trás da gestante.
O psiquiatra pode entrar se houver sintomas mais intensos — como crises de ansiedade, insônia persistente ou tristeza profunda —, garantindo o suporte clínico necessário. Mas, na maioria dos casos, começar pela terapia é o passo mais importante.
O nascimento de um bebê sempre traz junto o nascimento de uma nova versão de quem o gera. E essa mulher — mais sensível, mais inteira e também mais vulnerável — precisa ser cuidada com a mesma delicadeza que dedica à vida que cresce dentro dela.
Procurar ajuda agora é um gesto de amor — por você, pelo bebê e pela história que os dois estão começando a escrever juntos.
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É interessante que possamos responder sua pergunta despertando em você mais dúvidas. Você compreende a razão de sua timidez? Você compreende a ligação que existe entre sua inibição com relação ao sexo oposto? Você compreende qual a relação de sua inibição com relação ao sexo oposto e sua própria proposição de que não é gay? Se a resposta para essas perguntas for não, claramente você precisa desenvolver seu autoconhecimento e confiança. Neste caso, o mais indicado seria um tratamento psicoterápico. Em minha opinião, de preferência com um psicanalista.
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Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma pergunta muito importante e a forma como você a faz já mostra que está atento(a) a si mesmo(a) e em busca de compreensão, o que é um ótimo sinal.
A autoestima baixa pode, sim, estar relacionada à depressão, mas nem sempre significa que ela está presente. A diferença está na intensidade e na constância dos sintomas. Quando a falta de autoconfiança vem acompanhada de tristeza profunda, desânimo, perda de prazer, sensação de vazio, alterações no sono, apetite ou pensamentos negativos sobre a própria vida, então pode ser um sinal de que a depressão está se manifestando.
Mas a autoestima baixa, por si só, também pode ser consequência de outros fatores — experiências de rejeição, comparações constantes, relações abusivas, autocrítica excessiva ou um ambiente que, por muito tempo, fez você duvidar do seu próprio valor.
Para começar a reconstruir a autoestima, é importante compreender que ela não se alimenta de elogios externos, mas de autorreconhecimento. E isso exige um processo de escuta e autoconhecimento. Algumas práticas que ajudam nesse caminho:
Terapia: o espaço terapêutico é onde você aprende a olhar para si com menos julgamento e mais compreensão.
Cuidar do corpo: sono, alimentação e movimento têm impacto direto na regulação emocional e na percepção de si.
Revisar o diálogo interno: trocar a autocrítica por uma escuta mais gentil.
Reconectar-se com o prazer: fazer pequenas coisas que te devolvam vitalidade e pertencimento à vida.
Do ponto de vista psicanalítico, a autoestima é o modo como o “eu” se vê e essa imagem é construída desde muito cedo, a partir dos olhares e afetos que recebemos. Quando esse olhar inicial falha, é na terapia que ele pode ser reconstruído.
Se você sente que a sua autoestima anda frágil ou que o ânimo diminuiu, eu te convido a iniciar esse processo comigo. Na terapia, vamos compreender de onde vem essa sensação de inadequação e transformar o olhar que você tem sobre si em algo mais verdadeiro, mais gentil e mais livre.
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Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade faz
Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade fazer nada ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Eu recomendo um psicoterapeuta psicanalítico. Ele vai te ajudar a entender o que esta se passando dentro de ti. Fico a disposição.
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Bom dia Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicaçã
Bom dia
Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicação se faz necessário um acompnhamento pelo psicólogo???RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o acompanhamento psicológico é muito importante mesmo quando você já está em tratamento com o psiquiatra. Na verdade, os dois profissionais atuam de maneira complementar — e quando caminham juntos, o resultado costuma ser mais profundo e duradouro.
O psiquiatra trabalha principalmente com o aspecto biológico do sofrimento. Ele avalia sintomas, regula o funcionamento químico do cérebro e, quando necessário, prescreve medicações para estabilizar o corpo e trazer alívio. Já o psicólogo, por outro lado, te ajuda a compreender as raízes emocionais do que está acontecendo — aquilo que o remédio não alcança: os sentimentos, as repetições, as memórias, os medos e as formas de se relacionar consigo mesmo e com o mundo.
A medicação pode acalmar a tempestade, mas a terapia te ensina a entender o que provocou o temporal.
Sem esse espaço de fala e escuta, o tratamento corre o risco de aliviar sintomas sem transformar o que os sustenta. É na terapia que você pode dar sentido ao que vive, aprender a lidar com suas emoções e reconstruir uma relação mais saudável com a própria história.
Por isso, se você começou um tratamento com o psiquiatra, esse é um ótimo momento para procurar também o acompanhamento psicológico. Assim, corpo e mente se alinham, e o cuidado se torna completo: o remédio ajuda a estabilizar, e a terapia te ajuda a compreender e a se transformar.
Procurar esse equilíbrio é um ato de maturidade e amor por si mesmo.
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Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?
Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um profissional psicólogo.
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Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu
Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
Isso é um problema neurológico?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve — irritabilidade, impaciência, falta de vontade de estar em situações sociais e até certa apatia em relação ao trabalho — é bastante comum no período da menopausa. As oscilações hormonais impactam diretamente o corpo e também o estado emocional, podendo trazer alterações de humor, fadiga, lapsos de memória, ansiedade e até o desejo de se isolar.
Isso não significa, necessariamente, que você tenha um problema neurológico. Muitas vezes, o que acontece é uma combinação entre fatores **biológicos (mudanças hormonais e metabólicas), emocionais (revisão do ciclo de vida, autopercepção, autoestima) e sociais (papéis familiares, sobrecargas, expectativas)**.
O fato de você buscar refúgio na leitura também é um sinal: não de doença, mas de uma tentativa saudável de encontrar prazer e descanso em meio a tantas mudanças. Quando isso passa a ocupar tempo excessivo, pode ser apenas a forma que você encontrou de se proteger do contato com aquilo que está mais difícil.
O que pode ajudar é olhar para esse momento com acolhimento. A menopausa não é apenas uma perda: é também uma travessia, uma oportunidade de ressignificar sua relação consigo mesma. Com acompanhamento terapêutico, é possível transformar essa fase em um processo de fortalecimento e não de isolamento.
Então, não: não se trata, necessariamente, de um quadro neurológico. Mas é um chamado do seu corpo e da sua psique para que você cuide de si.
Se você sente que esses sintomas têm te afastado da vida que gostaria de viver, eu te convido a iniciar esse processo comigo. Juntas, podemos compreender melhor esse momento, aliviar a carga emocional e abrir espaço para que essa etapa seja vivida com mais leveza, consciência e liberdade.
Grande abraço.
Perguntas frequentes
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Olá, pessoal! Tudo bem? Tenho 42 anos, testosterona basal de 420 e comecei a usar Nebido por orienta
Sim. Picos suprafisiológicos de testosterona, mesmo transitórios, podem oferecer…