Bom dia, sou um rapaz, 20 anos e fui diagnosticado com depressão e TAG em 2013 depois de uma mudança
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Bom dia, sou um rapaz, 20 anos e fui diagnosticado com depressão e TAG em 2013 depois de uma mudança bem traumática de cidade e desde 2015, tomei praticamente todos os ISRS e ISRSN disponíveis no mercado brasileiro, com pouca ou nenhuma melhora. Os principais sintomas sempre foram: tristeza, falta de vontade em realizar atividades, irritação, crises de choro, insônia, pânico, ansiedade extrema (premeditar 1 milhão de possibilidades para o futuro e ficar relembrando detalhes do passado), baixa concentração (não conseguia ler e fazer cálculos direito), pensamentos acelerados e obsessivos (sempre pensando em uma coisa atrás da outra ou em coisas que já aconteceram). Do meio pro final do ano passado, fiquei completamente apático. Não consigo chorar, não tenho libido, não sinto empolgação, não consigo assistir um filme ou qualquer atividade de lazer e nenhum acontecimento bom faz diferença pro meu cérebro. É como se eu tivesse parado de sentir emoções. Se no começo da depressão (em 2013) eu sentia principalmente tristeza, chorava etc, agora não consigo sentir tristeza, só restou um vazio que, pelo que eu pesquisei, é chamado de anedonia. Minha psiquiatra continua querendo empurrar ISRS e ISRSN e eles só pioram a minha anedonia. Alguma abordagem que eu poderia sugerir para um outro psiquiatra? Já pensei em: antipsicóticos, antiparkinsonianos ou outra substância que tenha relação com os receptores de dopamina, pois parece que o centro de recompensa do meu cérebro "se desligou", fora os outros sintomas antigos da depressão. Preciso urgentemente de ajuda, pois apesar de não ter pensamentos suicidas intensos, não consigo ver sentido em viver desse jeito, praticamente no piloto automático.
Olá. Além do tratamento com o médico Psiquiatra, seria interessante você marcar uma consulta com um Psicólogo. A medicação é importante, mas não pode ser a única alternativa. Enquanto a medicação vai até o sintoma a terapia busca a causa do problema. Em paralelo você precisa ter um acompanhamento psicológico onde poderá dividir com o seu terapeuta suas angústias, onde terá oportunidade de ressignificar os seus sentimentos promovendo uma mudança de atitudes. Essa mudança é essencial para mudar sua vida e alcançar uma vida mais saudável. Procure um profissional que te passe confiança. Se não achar numa primeira tentativa, não desista!
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Somente o medicamento não é capaz de proporcionar uma melhora que deseja. Procure uma psicoterapia. Pesquise sobre emdr e brainspotting.
Como os colegas já falaram, a terapia é bastante importante juntamente com a medicação. Já tentou a terapia com Emdr? Acredito que ia lhe ajudar bastante!
Olá, como os colegas já disseram a medicação precisa ser acompanhada por psicoperapia. Senão você só põe uma tampa no trauma.
Faça psicoterapia!
Faça psicoterapia!
Ola, vejo pelo seu relato seu grande sofrimento e que apesar de ter tomado todas as medicações indicadas não houve melhora no quadro. Muito pelo contrário, houve uma piora te deixando uma sensação de vazio e a perda total da conexão com sentimentos. O mais indicado seria uma parceria entre vc, um bom Psicologo e seu psiquiatra. A medicação tampona tudo, mas não resolve. É como tratar uma febre. Toma-se um tylenol, mas se não cuidar do que está causando a febre, só o tylenol não vai resolver, não é mesmo?
Procure um psicólogo que te escute e que te acolha. Importante ter empatia com o profissional e aderir ao tratamento, ou seja, não faltar. Aos poucos vc verá sua melhora chegar.
Marque logo uma consulta com alguém de sua confiança.
Espero ter ajudado.
Procure um psicólogo que te escute e que te acolha. Importante ter empatia com o profissional e aderir ao tratamento, ou seja, não faltar. Aos poucos vc verá sua melhora chegar.
Marque logo uma consulta com alguém de sua confiança.
Espero ter ajudado.
Acho de extrema importância que além dos medicamentos atente ao acompanhamento psicológico,. Ambos profissionais será de grande importância na sua qualidade de vida.
Querido, bom dia! Posso perfeitamente entender seu anseio e considero admirável sua busca por ajuda, apesar de a falta de vontade que se apresenta. Se não está vendo melhoras, busque uma segunda opinião. Existe uma gama de boas medicações no mercado que podem ser usadas no seu caso. Sugiro fortemente também que, se ainda não tiver em processo de psicoterapia, que procure um profissional da psicologia com boas referências e que você sinta confiança! Você parece ser um rapaz com muito desejo de melhorar. Algumas vezes, outro profissional pode oferecer uma ajuda mais adequada ao seu caso. Um forte abraço e desejo que as coisas se restabeleçam em breve.
Ola! Sugiro sessões de Brainspotting! Pode ser muito eficaz para o seu caso. Fico a disposição. Abs
Olá, garoto de 20anos.
Sua determinação e desejo de melhoras são ferramentas fundamentais para restauração de sua saúde mental. Não desanime, tudo em você está muito intenso dado o momento precoce da instalação do quadro depressivo, justamente na fase de formação, a adolescência, onde vc se encontrava e ainda encontra, em fase de desenvolvimento humano. Se necessário, mude de psiquiatra que.acerte em medicação adequada a seu organismo e não deixe de buscar um profissional competente pra psicoterapia em EMDR, ideal para tratar depressão e os traumas pós traumáticos. Deus te abençoe e te faça feliz em sua busca de qualidade de vida.
Sua determinação e desejo de melhoras são ferramentas fundamentais para restauração de sua saúde mental. Não desanime, tudo em você está muito intenso dado o momento precoce da instalação do quadro depressivo, justamente na fase de formação, a adolescência, onde vc se encontrava e ainda encontra, em fase de desenvolvimento humano. Se necessário, mude de psiquiatra que.acerte em medicação adequada a seu organismo e não deixe de buscar um profissional competente pra psicoterapia em EMDR, ideal para tratar depressão e os traumas pós traumáticos. Deus te abençoe e te faça feliz em sua busca de qualidade de vida.
Olá, entendo que esteja sofrendo, o vazio e a ausência de respostas interiores lhe deixa nesse estado, os medicamentos se tomados de forma correta, são capazes de reverter esse quadro, porém, vc não comentou o que exatamente lhe conduziu a esses sintomas. É necessário que juntamente com o remédio, você busque ajuda psicológica, falar, com alguém que possui uma escuta especializada, sem crítica e com ética, fará toda a diferença.
Espero que tenha lhe ajudado, estou a disposição
Abraço
Vera Pelizzari
Espero que tenha lhe ajudado, estou a disposição
Abraço
Vera Pelizzari
Terapia com um profissional em EMDR apresenta bons resultados , seria mais uma opção além do psiquiatra , a medicação e terapia associados geram resultados mais permanentes , possibilitando qualidade de vida! Um abraço
Olá, boa noite.
Há estudos que indicam que somente a medição não resolve. O remédio ajuda no sintoma, ou seja na parte física a terapia mexe no comportamento e assim nas causas dos sintomas. É como se vc mexesse somente no HD e não no software de um computador tomando somente o remédio.
Pelo o que vc falou, vc passou situações muito dolorosas e dificieis que precisam ser tratadas. Para assim vc poder levar uma vida melhor e posteriormente ate viver sem remédios. É claro, se acha que não está satisfeito com a médicação pode procurar outro profissional. Mas seria muito importante a busca por um psicólogo. Ainda mais com ideacoes suicidas. Imagino que sei vazio deve ser imensurável que somente remédios não dão conta.
Cuide-se.
Há estudos que indicam que somente a medição não resolve. O remédio ajuda no sintoma, ou seja na parte física a terapia mexe no comportamento e assim nas causas dos sintomas. É como se vc mexesse somente no HD e não no software de um computador tomando somente o remédio.
Pelo o que vc falou, vc passou situações muito dolorosas e dificieis que precisam ser tratadas. Para assim vc poder levar uma vida melhor e posteriormente ate viver sem remédios. É claro, se acha que não está satisfeito com a médicação pode procurar outro profissional. Mas seria muito importante a busca por um psicólogo. Ainda mais com ideacoes suicidas. Imagino que sei vazio deve ser imensurável que somente remédios não dão conta.
Cuide-se.
Olá rapaz, seu relato indica que vc não está satisfeito com o tratamento psiquiátrico, sugiro que busque outro profissional para melhor avaliar o diagnóstico e equalizar as medicações para depressão e ansiedade. Será que vc está com Transtorno de Ansiedade Generalizada ou pelo trauma seria Transtorno de Estresse Pós-traumático, o diagnóstico é de fundamental importância para que você paciente consiga desenvolver estratégias para lidar com a doença assim como, aderir ao tratamento. Você não faz menção sobre outros tratamentos que já tenha realizado, a psicoterapia é um tratamento que o auxiliará a compreender melhor o diagnósticos, desenvolver estratégias para fortalecimento emocional e também cognitivo para o enfrentamento de sua situação, alem disso também está indicado o engajamento atividade física e mental, a ampliação e manutenção de suas redes sociais e familiares. Quando estamos nos sentindo frágeis, todos os suportes de qual dispormos precisa ser alavancado. Busque o profissional de psicologia!
Olá! Uma opção válida seria a busca de um outro profissional que busque outra medicação que você se adapte melhor associado a busca de uma psicoterapia. É muito importante a associação do trabalho de psicoterapia com a medicação em casos como o seu. Procure um profissional de psicologia que você confie. Espero ter ajudado.
Nada pode ser mais aterrador do sentir se apático diante da vida que, a partir de nossos desafios, nos impulsiona ao crescimento e evolução da consciência. O corpo não está separado de nossas emoções e pensamentos, na verdade reflete de volta as angústias não solucionadas na forma de sintomas. E seu corpo está como um "copo cheio" que não "cabe" ou "aceita" mais "diagnósticos ou medicações de última geração". O que seu Ser deseja é simplesmente existir e não está conseguindo ter um um espaço de expressão. A psicoterapia, dentro de um processo de investigação mais aprofundadas das causas de sua depressão, poderá ser uma valiosa ferramenta para que consiga "esvaziar" sua mente cheia de "senões e porquês" para uma verdadeira mudança, mais significativa e que traga uma mudança mais significativa para sua vida. Olhe para dentro e descubra o que de fato faz você feliz. Muito boa sorte em sua jornada!
Olá, sugiro que busque outros psiquiatras, até encontrar um profissional que te olhe como um todo e tente encontrar uma saída melhor para o seu caso. Como já foi dito, também é muito importante que você faça psicoterapia, pois somente os remédios não são suficientes para mudar a vida de uma pessoa. A psicoterapia que vai fazer com que você entenda e trabalhe as questões da sua vida que te levaram a ficar nessa situação. Com a combinação de psiquiatra e psicólogo, você poderá melhorar bastante. Qualquer coisa, estou à disposição. Abraços e boa sorte!
Sei que a pergunta é antiga, mas me cabe também perguntar: você já está em um acompanhamento terapêutico?
Pergunto, pois esse é o primeiro passo para início de um processo eficaz na sua jornada de vida.
Pergunto, pois esse é o primeiro passo para início de um processo eficaz na sua jornada de vida.
Imagino o quanto é dificil para você estar nessa situação. Você recebeu várias indicações de psicoterapia, procurou?
Ainda que com falta de vontade, busque ajuda, você pode se surpreender com você mesmo quando começar a buscar mais de dentro para fora. Busque, ainda que sem muita vontade, apenas dê esse primeiro passo.
Desejo melhoras.
Ainda que com falta de vontade, busque ajuda, você pode se surpreender com você mesmo quando começar a buscar mais de dentro para fora. Busque, ainda que sem muita vontade, apenas dê esse primeiro passo.
Desejo melhoras.
Hoje além dos ISRS e ISRNS (duais) temos várias medicações que podem auxiliar e potencializar o antidepressivo, porém é necessário individualizar cada caso. Seria interessante você conversar com seu médico assistente sobre essas possibilidades de mudanças ou associações.
Boa tarde! Busque a opinião de outro profissional, psiquiatra, para reavaliar seu caso. É sempre bom a opinião de uma segunda pessoa em determinados casos. Como relataram outros colegas, só a medicação não seria suficiente para tratar questões de ordem psicológicas, e outro ponto que vale aqui mencionar, algumas medicações quando mal administradas, levam a um agravamento do caso. Busque terapia para ver se existem, acredito que sim, questões em sua vida que possam estar te levando a esse quadro de depressão profunda. Importante lembrar que, em seu atual estagio, a medição é indispensável, porém, pode ser preciso a opinião de outro profissional para ver se está causando o efeito esperado em você.
Seu relato sugere a necessidade urgente da acolhida de um psicólogo e de preferência que trabalhe em conjunto com um psiquiatra.
Olá!
Seu relato é bem importante e expressa nas entrelinhas uma vontade de melhora desses sintomas, como depressão, insônia, pânico, ansiedade, anedonia e neurastenia os medicamentos trarão possível alívio, busque um(a) psiquiatra que seja de sua confiança e siga corretamente suas instruções.
Porem sugiro também a busca de um(a) psicólogo(a)capacitado(a) a te oferecer um espaço de fala para que juntos possam possivelmente encontrarem as causas desse fenômeno que você experiência, na certeza que sairá desta fortalecido e retome suas atividades cotidianas.
Boa sorte!
Abraço.
Seu relato é bem importante e expressa nas entrelinhas uma vontade de melhora desses sintomas, como depressão, insônia, pânico, ansiedade, anedonia e neurastenia os medicamentos trarão possível alívio, busque um(a) psiquiatra que seja de sua confiança e siga corretamente suas instruções.
Porem sugiro também a busca de um(a) psicólogo(a)capacitado(a) a te oferecer um espaço de fala para que juntos possam possivelmente encontrarem as causas desse fenômeno que você experiência, na certeza que sairá desta fortalecido e retome suas atividades cotidianas.
Boa sorte!
Abraço.
Além do tratamento com psiquiátrico, é muito importante que faça o acompanhamento psicológico. A Terapia Cognitivo Comportamental é uma das melhores abordagens para o tratamento da Depressão. Procure uma psicóloga para te ajudar. Não se deixe de lado. Cuide-se!!
São tantas propagandas e fórmulas mágicas vendidas para amenizar o sofrimento psíquico, não é? Tanta informação e palpites podem até causar o efeito reverso, mais atrapalhar do que ajudar. O processo de análise é construído no que faz sentido para você, onde você se sente acolhido e pode ser você mesmo. Fique aonde se sente bem e dê prioridade ao que você acredita que faz bem para você mesmo. Desejo que encontre o melhor caminho para você!
Olá! O mais associado é conciliar a medicação com psicoterapia. Procure um psicólogo(a). Um abraço.
Olá, acredito que seria interessante buscar um auxílio além da via farmacológica, existem várias abordagens diferentes dentro da psicologia e da psicanálise que poderiam contribuir de alguma forma no seu processo.
Olá! É um passo importante estar disposto a procurar ajuda, mas acredito que para você é importante também a consulta com um psicólogo. Pois apesar da medicação ajudar na depressão, irá lhe ajudar muito poder falar sobre suas questões para um outro profissional. Caso desejar, estou disponível para consulta. Um abraço.
Olá! É recomendável que você adentre em um processo de autoconhecimento em conjunto com o tratamento medicamentoso neste momento. Uma das possibilidades é a psicoterapia onde um psicólogo poderá te acompanhar em seu processo de autoconhecimento. Um abraço.
Olá! É muito importante que você possa pensar na possibilidade de um acompanhamento combinado: psiquiatria e psicologia juntas. A medicação é fundamental nos casos de depressão, mas percebo que existem questões emocionais que necessitam de outra abordagem profissional.
Olá, sinto por estar passando por isso no momento.
A medicação abaixa o platô de sintomas para que a terapia funcione e modifique positivamente sua forma de pensar-agir-sentir.
As pílulas, sem terapia, diminuem consideravelmente o problema, inclusive levando o paciente a achar que está tudo resolvido. Sua história de vida, relações, contexto social e biológico precisam ser levados em consideração para além de um diagnóstico/rótulo.
A medicação abaixa o platô de sintomas para que a terapia funcione e modifique positivamente sua forma de pensar-agir-sentir.
As pílulas, sem terapia, diminuem consideravelmente o problema, inclusive levando o paciente a achar que está tudo resolvido. Sua história de vida, relações, contexto social e biológico precisam ser levados em consideração para além de um diagnóstico/rótulo.
Psicoterapia e Medicina, tem gratuito no governo se for o caso.
Olá, como você está?
Sinto muito pelo momento difícil que está passando. É importante você saber que, apesar da grande importância dos medicamentos no controle dos sintomas da depressão, um tratamento conjunto entre a medicação e as psicoterapias é essencial para maior eficácia do tratamento.
Os medicamentos focam nos sintomas, mas as psicoterapias irão trabalhar com as causas, com as emoções e comportamentos, possibilitando que você faça modificações e ressignificações em sua vida. Busque ajuda profissional!
Espero ter ajudado,
Estou à disposição!
Abraço.
Sinto muito pelo momento difícil que está passando. É importante você saber que, apesar da grande importância dos medicamentos no controle dos sintomas da depressão, um tratamento conjunto entre a medicação e as psicoterapias é essencial para maior eficácia do tratamento.
Os medicamentos focam nos sintomas, mas as psicoterapias irão trabalhar com as causas, com as emoções e comportamentos, possibilitando que você faça modificações e ressignificações em sua vida. Busque ajuda profissional!
Espero ter ajudado,
Estou à disposição!
Abraço.
Olá boa noite Só o fato de ter se aberto aqui ja significa muito. Aconselho que busque um processo psicoterapeutico para te auxiliar. or meio do processo terapêutico é possível identificar qual a função dos seus comportamentos, como também quais variáveis podem estar mantendo tais comportamentos. Me chamo Letícia e sou psicóloga, e me coloco à disposição.
O tratamento envolve, além de medicação, psicoterapia, onde você vai trabalhar na dinâmica da sua psique. Além disso, exercício físico e outras práticas de autoconhecimento são essenciais no tratamento. Abraço
O que você está descrevendo parece ser um quadro complexo de depressão resistente ao tratamento, e é completamente compreensível que você esteja se sentindo desanimado diante da falta de respostas adequadas dos tratamentos anteriores. A anedonia, o vazio emocional e a falta de motivação podem estar relacionados a um funcionamento cerebral alterado, afetando tanto os sistemas de recompensa quanto os de regulação emocional.
Além dos tratamentos farmacológicos que você mencionou, a psicoterapia pode ser uma opção muito importante, pois oferece um espaço para explorar profundamente suas emoções e experiências, além de compreender as causas e efeitos da depressão. Terapias podem ajudar a desenvolver habilidades de enfrentamento para lidar com pensamentos obsessivos, a ansiedade extrema e os efeitos da apatia. Trabalhar com um profissional que tenha experiência em transtornos complexos, como depressão e TAG, pode abrir portas para novas formas de lidar com os sintomas e, possivelmente, melhorar a qualidade de vida.
Além dos tratamentos farmacológicos que você mencionou, a psicoterapia pode ser uma opção muito importante, pois oferece um espaço para explorar profundamente suas emoções e experiências, além de compreender as causas e efeitos da depressão. Terapias podem ajudar a desenvolver habilidades de enfrentamento para lidar com pensamentos obsessivos, a ansiedade extrema e os efeitos da apatia. Trabalhar com um profissional que tenha experiência em transtornos complexos, como depressão e TAG, pode abrir portas para novas formas de lidar com os sintomas e, possivelmente, melhorar a qualidade de vida.
Olá, como tem passado? Você foi diagnosticado aos 8 anos com depressão e TAG? Desde então você começou uma terapia com algum psicólogo? Pode ser algo recomendado em seu caso, visto que alguns dos sintomas e sensações que comentou tem suas origens mais "psicológicas" do que físicas, mais mentais e psíquicas, do que físicas. Em uma terapia pode trabalhar, falar e elaborar como foi o início do processo de depressão e como ele tem vindo desde então.
Cuidado com os conhecimentos, termos e exemplos que se vê em outras fontes, parece que ao mesmo tempo que tentam dar algum sentido, também obscurecem o que fazer.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Cuidado com os conhecimentos, termos e exemplos que se vê em outras fontes, parece que ao mesmo tempo que tentam dar algum sentido, também obscurecem o que fazer.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Compreendo como essa situação tem sido difícil e desgastante para você. O que você descreve parece ser um quadro complexo, e a anedonia que você está vivenciando realmente indica uma perda significativa de prazer e conexão emocional, o que é um sintoma comum em quadros depressivos crônicos. Embora os ISRS e ISRSN nem sempre sejam eficazes para todos os pacientes, especialmente em casos mais resistentes, uma abordagem psicanalítica pode ser muito útil para compreender os aspectos inconscientes que podem estar contribuindo para essa apatia e os sintomas emocionais. A psicanálise pode ajudar a explorar questões profundas que muitas vezes são difíceis de acessar por meio de outras abordagens, possibilitando um trabalho com os conflitos internos, a raiz de suas angústias e a reconstrução do vínculo com suas emoções. É importante também conversar com um psiquiatra que tenha experiência com transtornos resistentes. O mais importante é que você continue buscando apoio e se permita explorar as diferentes possibilidades de tratamento. Você não precisa enfrentar isso sozinho, e é possível encontrar um caminho para melhorar sua qualidade de vida.
Considerando seu histórico de depressão e TAG desde 2013, a falta de resposta aos ISRS e ISRSN, e o desenvolvimento de anedonia, é compreensível que você esteja buscando alternativas. É válido explorar outras abordagens com um novo psiquiatra. Aqui estão algumas opções que você pode discutir:
O acompanhamento psicológico é fundamental para trabalhar pensamentos disfuncionais e emoções que causam prejuízo, promovendo bem-estar a médio e longo prazo. A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para explorar os conflitos internos que podem estar contribuindo para a sua depressão.
Dada a sua suspeita de que o centro de recompensa do seu cérebro está "desligado", conversar sobre medicações que afetam a dopamina é razoável. Algumas opções incluem:
Antipsicóticos atípicos: Alguns antipsicóticos, em doses baixas, podem aumentar a dopamina e ajudar na anedonia.
Outras medicações: Existem outras medicações que podem influenciar os níveis de dopamina, mas devem ser consideradas e prescritas por um psiquiatra.
Outras opções medicamentosas incluem antidepressivos tricíclicos (ATC) ou Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), que são antidepressivos mais antigos que podem ser considerados se os ISRS e ISRSN não forem eficazes, e estimulantes que, em alguns casos, podem ser usados para aumentar a energia e motivação, mas devem ser usados com cautela.
É crucial que qualquer mudança na medicação seja feita sob supervisão médica. Um novo psiquiatra poderá avaliar seu caso, considerar seu histórico detalhado e ajustar a medicação de acordo com suas necessidades individuais. Estudos têm demonstrado a eficácia da psicanálise no tratamento de transtornos de ansiedade, depressão e outros problemas emocionais. A psicanálise é muito eficiente no tratamento da ansiedade.
Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado com foco na psicanálise.
O acompanhamento psicológico é fundamental para trabalhar pensamentos disfuncionais e emoções que causam prejuízo, promovendo bem-estar a médio e longo prazo. A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para explorar os conflitos internos que podem estar contribuindo para a sua depressão.
Dada a sua suspeita de que o centro de recompensa do seu cérebro está "desligado", conversar sobre medicações que afetam a dopamina é razoável. Algumas opções incluem:
Antipsicóticos atípicos: Alguns antipsicóticos, em doses baixas, podem aumentar a dopamina e ajudar na anedonia.
Outras medicações: Existem outras medicações que podem influenciar os níveis de dopamina, mas devem ser consideradas e prescritas por um psiquiatra.
Outras opções medicamentosas incluem antidepressivos tricíclicos (ATC) ou Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), que são antidepressivos mais antigos que podem ser considerados se os ISRS e ISRSN não forem eficazes, e estimulantes que, em alguns casos, podem ser usados para aumentar a energia e motivação, mas devem ser usados com cautela.
É crucial que qualquer mudança na medicação seja feita sob supervisão médica. Um novo psiquiatra poderá avaliar seu caso, considerar seu histórico detalhado e ajustar a medicação de acordo com suas necessidades individuais. Estudos têm demonstrado a eficácia da psicanálise no tratamento de transtornos de ansiedade, depressão e outros problemas emocionais. A psicanálise é muito eficiente no tratamento da ansiedade.
Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado com foco na psicanálise.
Olá!
Além do acompanhamento com psiquiatra, considere também com um psicólogo, pois ambos lidam com a saúde e doença mental (cada um com sua intervenção e competência), assim se complementam.
Como psicóloga, penso que a abordagem EMDR pode te auxilar, você conhece?
Além do acompanhamento com psiquiatra, considere também com um psicólogo, pois ambos lidam com a saúde e doença mental (cada um com sua intervenção e competência), assim se complementam.
Como psicóloga, penso que a abordagem EMDR pode te auxilar, você conhece?
Seria muito bom que fizesse psicoterapia, iria te ajudar bastante, você precisar olhar para essa dor e aos poucos ir dando um novo sentido, buscando saídas, resignificando. Te garanto que é possível sentir e achar o caminho viável.
Olá! Agradeço por compartilhar sua história com tanta clareza, isso mostra o quanto você está buscando se cuidar, mesmo em meio a tanta dor.
Na Gestalt-terapia, que é abordagem que trabalho, olhamos para os sintomas como formas de adaptação diante de experiências difíceis, e não apenas como "doenças a serem medicadas". O vazio, a apatia e a anedonia que você descreve são sinais de um desligamento emocional que merece acolhimento e escuta, não só medicação.
A psicoterapia pode te ajudar a retomar o contato com suas emoções, redescobrir sentidos e reconstruir vínculos com você mesmo e com o mundo, no seu ritmo. Esse processo não substitui o acompanhamento psiquiátrico, mas pode ser complementar, especialmente quando a medicação sozinha não tem trazido alívio.
Você não precisa enfrentar tudo isso sozinho. Se quiser conversar melhor sobre isso, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
Na Gestalt-terapia, que é abordagem que trabalho, olhamos para os sintomas como formas de adaptação diante de experiências difíceis, e não apenas como "doenças a serem medicadas". O vazio, a apatia e a anedonia que você descreve são sinais de um desligamento emocional que merece acolhimento e escuta, não só medicação.
A psicoterapia pode te ajudar a retomar o contato com suas emoções, redescobrir sentidos e reconstruir vínculos com você mesmo e com o mundo, no seu ritmo. Esse processo não substitui o acompanhamento psiquiátrico, mas pode ser complementar, especialmente quando a medicação sozinha não tem trazido alívio.
Você não precisa enfrentar tudo isso sozinho. Se quiser conversar melhor sobre isso, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
Olá, tudo bem? Antes de qualquer coisa, quero te dizer que a forma como você descreveu sua experiência mostra o quanto você tem consciência e lucidez sobre o que está vivendo — e isso, mesmo em meio a tanta exaustão emocional, é algo muito valioso. O quadro que você relata, com histórico longo de sintomas resistentes e uma sensação de vazio afetivo (anedonia), realmente merece uma avaliação mais ampla e cuidadosa. O que você sente não é preguiça nem falta de força de vontade — é um estado em que o sistema nervoso parece ter se “desconectado” da capacidade de sentir prazer, um mecanismo que a neurociência associa à disfunção nos circuitos dopaminérgicos, muitas vezes não responsivos aos antidepressivos convencionais que atuam mais na serotonina.
Nesses casos, o acompanhamento psiquiátrico precisa mesmo ser reavaliado, e é legítimo que você leve essas observações para outro profissional. Existem, de fato, alternativas terapêuticas que vão além dos ISRS e ISRSN, como moduladores dopaminérgicos, estabilizadores de humor, ou mesmo estratégias que envolvem outras vias neuroquímicas — mas essa decisão precisa ser feita com um psiquiatra que tenha experiência em depressões resistentes e abordagem integrativa, pois cada mudança medicamentosa demanda um olhar técnico sobre histórico, interações e metabolismo.
Enquanto isso, na esfera psicológica, há caminhos complementares que podem ajudar a restabelecer a “capacidade de sentir”. Em quadros como o seu, a terapia busca reativar o sistema de recompensa por meio de micro experiências de presença e reconexão emocional. Abordagens baseadas em Mindfulness, Terapia do Esquema e Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) trabalham não só com pensamentos, mas com o corpo e o sistema nervoso, ajudando o cérebro a “lembrar” o que é sentir de forma segura. Pode parecer pouco frente à intensidade do que você vive, mas quando o cérebro está hibernando emocionalmente, o recomeço costuma vir em pequenas fagulhas, e elas são o início real da reconstrução.
Talvez ajude refletir: o que você sente quando tenta lembrar de algo que antes te fazia bem? É desconexão, irritação, indiferença? E o que acontece quando tenta apenas observar o que sente, sem lutar contra isso? Às vezes, o primeiro passo não é buscar sentir algo específico, mas permitir que o vazio seja olhado com curiosidade, e não com culpa. Isso ajuda o cérebro a sair, aos poucos, do estado de “desligamento” defensivo.
Diante da gravidade e duração do quadro, é realmente importante conversar com outro psiquiatra — de preferência alguém que atue com casos de depressão resistente ou que tenha experiência com abordagens combinadas. E, paralelamente, manter ou iniciar o acompanhamento psicológico pode ser o espaço seguro que você precisa para reconstruir o contato com sua vida interna. Caso precise, estou à disposição.
Nesses casos, o acompanhamento psiquiátrico precisa mesmo ser reavaliado, e é legítimo que você leve essas observações para outro profissional. Existem, de fato, alternativas terapêuticas que vão além dos ISRS e ISRSN, como moduladores dopaminérgicos, estabilizadores de humor, ou mesmo estratégias que envolvem outras vias neuroquímicas — mas essa decisão precisa ser feita com um psiquiatra que tenha experiência em depressões resistentes e abordagem integrativa, pois cada mudança medicamentosa demanda um olhar técnico sobre histórico, interações e metabolismo.
Enquanto isso, na esfera psicológica, há caminhos complementares que podem ajudar a restabelecer a “capacidade de sentir”. Em quadros como o seu, a terapia busca reativar o sistema de recompensa por meio de micro experiências de presença e reconexão emocional. Abordagens baseadas em Mindfulness, Terapia do Esquema e Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) trabalham não só com pensamentos, mas com o corpo e o sistema nervoso, ajudando o cérebro a “lembrar” o que é sentir de forma segura. Pode parecer pouco frente à intensidade do que você vive, mas quando o cérebro está hibernando emocionalmente, o recomeço costuma vir em pequenas fagulhas, e elas são o início real da reconstrução.
Talvez ajude refletir: o que você sente quando tenta lembrar de algo que antes te fazia bem? É desconexão, irritação, indiferença? E o que acontece quando tenta apenas observar o que sente, sem lutar contra isso? Às vezes, o primeiro passo não é buscar sentir algo específico, mas permitir que o vazio seja olhado com curiosidade, e não com culpa. Isso ajuda o cérebro a sair, aos poucos, do estado de “desligamento” defensivo.
Diante da gravidade e duração do quadro, é realmente importante conversar com outro psiquiatra — de preferência alguém que atue com casos de depressão resistente ou que tenha experiência com abordagens combinadas. E, paralelamente, manter ou iniciar o acompanhamento psicológico pode ser o espaço seguro que você precisa para reconstruir o contato com sua vida interna. Caso precise, estou à disposição.
Olá, como vai?
Compreendedo o seu sofrimento e trajetória na busca do equilíbrio da sua saúde mental, em querer sentir. Além de procurar por outro psiquiatra, você tem feito acompanahmento com psicólogo? Seria importante combinar as duas terapêuticas. Além disso, seguir uma vida dita saúdável: exercícios, alimentação leve e equilibrada e contato com a natureza, se afastando dos dispositivos eletrônicos.
Outro ponto importante é você falar para a psiquiatra como se sente, numa conversa franca e honesta sobre como você se sente com o tratamento que ela te passa e a relação de vocês.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Compreendedo o seu sofrimento e trajetória na busca do equilíbrio da sua saúde mental, em querer sentir. Além de procurar por outro psiquiatra, você tem feito acompanahmento com psicólogo? Seria importante combinar as duas terapêuticas. Além disso, seguir uma vida dita saúdável: exercícios, alimentação leve e equilibrada e contato com a natureza, se afastando dos dispositivos eletrônicos.
Outro ponto importante é você falar para a psiquiatra como se sente, numa conversa franca e honesta sobre como você se sente com o tratamento que ela te passa e a relação de vocês.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
O que você descreve indica um quadro emocional complexo e resistente, especialmente após várias tentativas medicamentosas sem resposta satisfatória. Nesses casos, é importante discutir com o psiquiatra a falta de melhora e, se necessário, buscar uma segunda opinião.
Além disso, a psicoterapia contínua é central nesse tipo de quadro. Ela não atua apenas nos sintomas, mas ajuda a trabalhar o impacto do trauma vivido, a cronificação do sofrimento, a anedonia, os pensamentos acelerados e a sensação de vazio. Em muitos casos, a medicação sozinha não é suficiente, e o tratamento mais eficaz acontece com o trabalho psicológico aprofundado, que ajuda a reorganizar emoções, sentidos e modos de lidar com a própria história.
Buscar ajuda agora não é sinal de fraqueza. É um passo importante para sair do modo automático e reconstruir qualidade de vida, mesmo após um longo período de sofrimento.
Além disso, a psicoterapia contínua é central nesse tipo de quadro. Ela não atua apenas nos sintomas, mas ajuda a trabalhar o impacto do trauma vivido, a cronificação do sofrimento, a anedonia, os pensamentos acelerados e a sensação de vazio. Em muitos casos, a medicação sozinha não é suficiente, e o tratamento mais eficaz acontece com o trabalho psicológico aprofundado, que ajuda a reorganizar emoções, sentidos e modos de lidar com a própria história.
Buscar ajuda agora não é sinal de fraqueza. É um passo importante para sair do modo automático e reconstruir qualidade de vida, mesmo após um longo período de sofrimento.
Olá! Puxa, pela sua descrição é possível perceber o quanto e há quanto tempo vem sofrendo sem ver resultado com o tratamento medicamentosos. Contudo, em casos psiquiátricos, o tratamento medicamentosos é uma parte importante da intervenção, mas não a única. É bastante importante que você também busque por um psicólogo especializado em casos de depressão para receber o tratamento completo e poder ter uma nova perspectiva de vida.
Sinto muito pelo que você tem vivido. Pelo seu relato, existem indicativos de depressão resistente, com anedonia, apatia emocional, ansiedade intensa e impacto importante no funcionamento diário. Isso realmente pede uma reavaliação cuidadosa do tratamento.
Faz sentido buscar uma segunda opinião psiquiátrica, discutir a revisão do diagnóstico e outras estratégias além dos ISRS/ISRSN, sempre com acompanhamento médico. Ao mesmo tempo, a psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar no manejo da ruminação, dos pensamentos acelerados, da ansiedade e na retomada gradual de sentido e rotina, mesmo quando as emoções parecem “desligadas”.
Como há repercussões físicas e funcionais, é fundamental manter acompanhamento psiquiátrico e iniciar ou fortalecer a psicoterapia. Procure um psicólogo especializado e um médico/psiquiatra para uma avaliação integrada e um plano de cuidado individualizado. Você não precisa enfrentar isso sozinho.
Faz sentido buscar uma segunda opinião psiquiátrica, discutir a revisão do diagnóstico e outras estratégias além dos ISRS/ISRSN, sempre com acompanhamento médico. Ao mesmo tempo, a psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar no manejo da ruminação, dos pensamentos acelerados, da ansiedade e na retomada gradual de sentido e rotina, mesmo quando as emoções parecem “desligadas”.
Como há repercussões físicas e funcionais, é fundamental manter acompanhamento psiquiátrico e iniciar ou fortalecer a psicoterapia. Procure um psicólogo especializado e um médico/psiquiatra para uma avaliação integrada e um plano de cuidado individualizado. Você não precisa enfrentar isso sozinho.
Olá!
Considere buscar uma nova avaliação psiquiátrica, mas não só, para além dos medicamentos os sintomas emocionais precisam de fala e escuta, para que seja possível compreender também o que persiste. A análise é um caminho possível, busque ajuda!
Considere buscar uma nova avaliação psiquiátrica, mas não só, para além dos medicamentos os sintomas emocionais precisam de fala e escuta, para que seja possível compreender também o que persiste. A análise é um caminho possível, busque ajuda!
Sinto muito que você esteja passando por esse "vazio". O que você descreve é um relato muito lúcido de um quadro que chamamos de Depressão Resistente ao Tratamento com um forte componente de embotamento afetivo (essa sensação de estar anestesiado, sem libido e sem emoções).
É muito comum que, após anos de uso de ISRS (Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina), alguns pacientes desenvolvam o que chamamos de "Indiferença Induzida por Antidepressivos". Basicamente, o excesso de serotonina pode "achatar" os receptores de dopamina, o que explicaria por que você parou de chorar e sentir tristeza, mas também perdeu a capacidade de sentir prazer (anedonia).
Como você pediu sugestões de abordagens para discutir com um novo profissional, aqui estão caminhos fundamentados na psicofarmacologia moderna para casos como o seu:
1. Foco na Dopamina e Noradrenalina
Se os ISRS/ISRSN (que focam muito em serotonina) não funcionaram e pioraram a anedonia, a lógica clínica muitas vezes migra para o sistema dopaminérgico (o sistema de recompensa e prazer).
Bupropiona: É um antidepressivo que atua na noradrenalina e dopamina. Diferente dos ISRS, ele tende a não causar apatia sexual ou emocional e pode ajudar na concentração e na falta de vontade.
Agonistas Dopaminérgicos (como o Pramipexol): Você mencionou "antiparkinsonianos". Em doses baixas, o pramipexol tem sido estudado para depressões bipolares e unipolares com anedonia grave, justamente por "religar" o centro de recompensa.
Modafinila: Às vezes usada como "off-label" para combater a fadiga e a apatia cognitiva de quem não respondeu ao tratamento comum.
2. Antidepressivos de Mecanismos Diferentes
Existem classes que não seguem a linha clássica dos ISRS:
Vortioxetina: Embora atue na serotonina, ela é um modulador multimodal que costuma ter um impacto positivo maior na cognição e menos impacto negativo na libido/emoção.
IMAOs (Inibidores da Monoaminoxidase): Como a Tranilcipromina (Parnate). São drogas "antigas", mas extremamente potentes para depressões anedônicas e resistentes onde nada mais funcionou. Exigem restrições dietéticas, mas podem ser transformadoras.
3. Estratégias de Potencialização
Em vez de trocar de antidepressivo, o psiquiatra pode "turbinar" o tratamento:
Lítio ou Quetiapina em baixas doses: Mesmo que você não seja bipolar, o Lítio em doses baixas é um dos melhores potencializadores para tirar o paciente da ideação depressiva e da apatia.
Estimulantes (Metilfenidato/Lisdexanfetamina): Em casos específicos de baixa concentração e anedonia severa, podem ser usados com cautela para reativar o foco.
4. Novas Terapias (Intervencionistas)
Se a medicação oral falhou por 10 anos, pode ser a hora de considerar tratamentos que atuam diretamente nos circuitos cerebrais:
Esketamina (Spravato): Um spray nasal aprovado para depressão resistente. Atua no glutamato e costuma ter uma resposta muito rápida para quem se sente no "piloto automático".
Estimulação Magnética Transcraniana (EMT): Um tratamento não invasivo que usa campos magnéticos para estimular áreas do cérebro responsáveis pelo humor e prazer.
O que você pode dizer ao próximo psiquiatra:
"Doutor, já tentei diversos ISRS e ISRSN sem sucesso e sinto que eles agravam minha anedonia e meu embotamento afetivo. Gostaria de explorar abordagens que foquem mais no sistema dopaminérgico ou no glutamato, ou talvez estratégias de potencialização, pois sinto que meu problema atual é falta de recompensa e motivação (anedonia), e não apenas tristeza."
Um lembrete importante
Aos 20 anos, seu cérebro ainda está terminando de se desenvolver (isso ocorre até os 25). O fato de você ter tido um trauma em 2013 significa que seu sistema de alerta (TAG) foi moldado por esse evento. Além da medicação, você já tentou abordagens como a Terapia do Esquema ou EMDR para o trauma da mudança? Elas são cruciais para "destravar" o que o remédio não alcança.
É muito comum que, após anos de uso de ISRS (Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina), alguns pacientes desenvolvam o que chamamos de "Indiferença Induzida por Antidepressivos". Basicamente, o excesso de serotonina pode "achatar" os receptores de dopamina, o que explicaria por que você parou de chorar e sentir tristeza, mas também perdeu a capacidade de sentir prazer (anedonia).
Como você pediu sugestões de abordagens para discutir com um novo profissional, aqui estão caminhos fundamentados na psicofarmacologia moderna para casos como o seu:
1. Foco na Dopamina e Noradrenalina
Se os ISRS/ISRSN (que focam muito em serotonina) não funcionaram e pioraram a anedonia, a lógica clínica muitas vezes migra para o sistema dopaminérgico (o sistema de recompensa e prazer).
Bupropiona: É um antidepressivo que atua na noradrenalina e dopamina. Diferente dos ISRS, ele tende a não causar apatia sexual ou emocional e pode ajudar na concentração e na falta de vontade.
Agonistas Dopaminérgicos (como o Pramipexol): Você mencionou "antiparkinsonianos". Em doses baixas, o pramipexol tem sido estudado para depressões bipolares e unipolares com anedonia grave, justamente por "religar" o centro de recompensa.
Modafinila: Às vezes usada como "off-label" para combater a fadiga e a apatia cognitiva de quem não respondeu ao tratamento comum.
2. Antidepressivos de Mecanismos Diferentes
Existem classes que não seguem a linha clássica dos ISRS:
Vortioxetina: Embora atue na serotonina, ela é um modulador multimodal que costuma ter um impacto positivo maior na cognição e menos impacto negativo na libido/emoção.
IMAOs (Inibidores da Monoaminoxidase): Como a Tranilcipromina (Parnate). São drogas "antigas", mas extremamente potentes para depressões anedônicas e resistentes onde nada mais funcionou. Exigem restrições dietéticas, mas podem ser transformadoras.
3. Estratégias de Potencialização
Em vez de trocar de antidepressivo, o psiquiatra pode "turbinar" o tratamento:
Lítio ou Quetiapina em baixas doses: Mesmo que você não seja bipolar, o Lítio em doses baixas é um dos melhores potencializadores para tirar o paciente da ideação depressiva e da apatia.
Estimulantes (Metilfenidato/Lisdexanfetamina): Em casos específicos de baixa concentração e anedonia severa, podem ser usados com cautela para reativar o foco.
4. Novas Terapias (Intervencionistas)
Se a medicação oral falhou por 10 anos, pode ser a hora de considerar tratamentos que atuam diretamente nos circuitos cerebrais:
Esketamina (Spravato): Um spray nasal aprovado para depressão resistente. Atua no glutamato e costuma ter uma resposta muito rápida para quem se sente no "piloto automático".
Estimulação Magnética Transcraniana (EMT): Um tratamento não invasivo que usa campos magnéticos para estimular áreas do cérebro responsáveis pelo humor e prazer.
O que você pode dizer ao próximo psiquiatra:
"Doutor, já tentei diversos ISRS e ISRSN sem sucesso e sinto que eles agravam minha anedonia e meu embotamento afetivo. Gostaria de explorar abordagens que foquem mais no sistema dopaminérgico ou no glutamato, ou talvez estratégias de potencialização, pois sinto que meu problema atual é falta de recompensa e motivação (anedonia), e não apenas tristeza."
Um lembrete importante
Aos 20 anos, seu cérebro ainda está terminando de se desenvolver (isso ocorre até os 25). O fato de você ter tido um trauma em 2013 significa que seu sistema de alerta (TAG) foi moldado por esse evento. Além da medicação, você já tentou abordagens como a Terapia do Esquema ou EMDR para o trauma da mudança? Elas são cruciais para "destravar" o que o remédio não alcança.
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