Como os pais podem ajudar se a filha foi diagnosticado com Transtorno de Personalidade Borderline (T
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Como os pais podem ajudar se a filha foi diagnosticado com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Quando uma filha recebe o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), os pais podem ajudar principalmente oferecendo presença emocional, compreensão e estabilidade. O primeiro passo é buscar informação de qualidade sobre o transtorno, entendendo que os comportamentos difíceis não são escolhas conscientes ou falta de esforço, mas tentativas de lidar com emoções muito intensas.
Validar os sentimentos da filha, mesmo quando não se concorda com suas atitudes, é fundamental. Validar não significa concordar ou estar de acordo, mas sim reconhecer a dor emocional sem minimizar, criticar ou ridicularizar. Ao mesmo tempo, manter limites claros e consistentes ajuda a transmitir segurança e previsibilidade, reduzindo conflitos e medos de abandono.
Apoiar o tratamento psicológico e, quando indicado, psiquiátrico, também faz grande diferença. Os pais podem participar do processo terapêutico quando orientados, aprender habilidades de comunicação mais eficazes e cuidar da própria saúde emocional. Um ambiente menos invalidante, mais estável e acolhedor favorece o desenvolvimento de autonomia emocional e melhora a qualidade das relações familiares ao longo do tempo.
(Esta explicação tem caráter informativo e psicoeducativo e NÃO substitui uma avaliação ou acompanhamento com um profissional de saúde mental, que é fundamental para compreender cada caso de forma individualizada e adequada.)
Validar os sentimentos da filha, mesmo quando não se concorda com suas atitudes, é fundamental. Validar não significa concordar ou estar de acordo, mas sim reconhecer a dor emocional sem minimizar, criticar ou ridicularizar. Ao mesmo tempo, manter limites claros e consistentes ajuda a transmitir segurança e previsibilidade, reduzindo conflitos e medos de abandono.
Apoiar o tratamento psicológico e, quando indicado, psiquiátrico, também faz grande diferença. Os pais podem participar do processo terapêutico quando orientados, aprender habilidades de comunicação mais eficazes e cuidar da própria saúde emocional. Um ambiente menos invalidante, mais estável e acolhedor favorece o desenvolvimento de autonomia emocional e melhora a qualidade das relações familiares ao longo do tempo.
(Esta explicação tem caráter informativo e psicoeducativo e NÃO substitui uma avaliação ou acompanhamento com um profissional de saúde mental, que é fundamental para compreender cada caso de forma individualizada e adequada.)
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Se a filha foi diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline, os pais podem ajudá-la oferecendo um ambiente seguro, consistente e acolhedor, em que suas emoções sejam reconhecidas sem julgamentos. É importante validar o que ela sente, mostrando que seus afetos são legítimos, mesmo quando intensos, e ao mesmo tempo estabelecer limites claros de maneira firme, mas empática, para manter estrutura e segurança. Demonstrar presença, atenção e previsibilidade ajuda a reduzir o medo de abandono e fortalece o vínculo. Além disso, buscar acompanhamento profissional especializado, tanto para a filha quanto para os pais, permite orientação sobre como lidar com crises, regular emoções próprias e apoiar o desenvolvimento de formas mais estáveis de relação e autorregulação emocional.
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