Como os traumas infantis impactam na vida adulta? .

28 respostas
Como os traumas infantis impactam na vida adulta? .
 Lorena Blas
Psicólogo
Santo André, SP
Podem impactar de diversas maneiras, por exemplo com dificuldades em se relacionar ou no trabalho. Até mesmo na alimentação e na disposição para o dia a dia. Vai depender muito de qual foi o trauma e o que foi e vem sendo feito. Acredito que a psicoterapia é fundamental nesses casos. Estou a disposição.

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 Izolina Kreutzfeld
Psicólogo
Jaraguá Do Sul
Olá !
Podem causar sofrimentos e até desencadear algum transtorno mental, impossibilitando o indivíduo a ter uma vida saudável.

Psicóloga Izolina
 Rosângela Chiaretti
Psicólogo
São Caetano do Sul
Olá, boa tarde


Traumas na infância podem impactar a vida adulta nas emoções, relacionamentos e autoestima. Uma criança que se sentiu rejeitada pode ter medo de abandono; quem viveu críticas constantes pode se tornar inseguro. Essas marcas moldam como a pessoa vê o mundo e reage a ele.

A boa notícia? Com autoconhecimento e terapia, é possível ressignificar essas feridas e viver de forma mais leve.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Os traumas infantis deixam marcas que vão além das lembranças – eles moldam a forma como o cérebro se organiza, como você se relaciona e até mesmo como lida com as emoções. É como se o sistema nervoso aprendesse cedo a se proteger de ameaças, criando padrões que podem persistir na vida adulta, mesmo quando o perigo já passou.

Do ponto de vista neurocientífico, experiências traumáticas na infância podem alterar o funcionamento de áreas como a amígdala, que fica mais sensível e reativa ao perigo, tornando a pessoa mais ansiosa e hipervigilante. O córtex pré-frontal, responsável pelo controle emocional e racionalidade, pode ter dificuldade em regular essas reações intensas, levando a impulsividade ou dificuldade em tomar decisões equilibradas sob estresse. Além disso, o hipocampo, que está ligado à memória e à percepção do tempo, pode ser afetado, fazendo com que algumas lembranças traumáticas pareçam sempre presentes, como se estivessem acontecendo novamente, em vez de serem memórias do passado.

Essas mudanças cerebrais impactam diretamente na vida adulta. Muitas pessoas que passaram por traumas na infância desenvolvem padrões de autossabotagem, dificuldades em confiar nos outros e uma sensação constante de estar "fora do controle". Em relacionamentos, podem surgir medos de abandono, dificuldade em estabelecer limites ou uma tendência a repetir padrões destrutivos. Além disso, há uma conexão direta entre traumas precoces e condições como ansiedade, depressão, transtornos de personalidade e até dores crônicas.

Mas a neurociência também traz um ponto essencial: o cérebro tem plasticidade, ou seja, pode mudar e se reorganizar ao longo da vida. Estratégias terapêuticas ajudam a reconfigurar essas respostas, ensinando o sistema nervoso a se sentir seguro novamente. Técnicas como mindfulness, Terapia Focada nas Emoções e Terapia do Esquema podem ajudar a ressignificar essas experiências e criar novas formas de se relacionar consigo mesmo e com o mundo.

O passado pode ter moldado partes de quem você é, mas ele não define quem você pode se tornar. Caso precise, estou à disposição.
 Kenmeny Torres
Psicólogo
Serra
Olá! Acredito que somos a composição de toda uma vida, pensando no inconsciente, ele é atemporal, ou seja, você não é hoje a construção do que está vivendo no presente, mas sim tudo o que te aconteceu. Pensando nisso, o trauma vivenciado, mesmo que na infância, se ele não for resolvido, sempre irá te afetar, independente da sua idade. O ideal, é conseguir resolver isso em você, o trabalho de um psicólogo pode te ajudar entender o que teve nesse acontecimento traumático que ainda impacta a sua vida e como lidar melhor com essa situação.
 Rafaella Lopes Araújo
Psicólogo
Natal
Sabe quando a gente sai apressado para o trabalho e esquece uma janela aberta e quando volta nossa casa esta cheia de poeira, molhada de agua de chuva ou com os objetos fora do lugar pela força do vento? o trauma vivenciado, é essa janela que insiste em permanecer aberta, as vezes com mais consciência podemos minimizar os danos e nos antecipar a algumas situações desafiadoras, as vezes só nos resta limpar os estragos e cuidar para que se repita imediatamente. São marcas que deixam cicatrizes e algumas reabrimos constantemente por desconhecimento.
 Indayá Jardim de Almeida
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! De diversas formas, mas para definir as maneiras, dimensões e quais foram os impactos somente um processo analítico poderá investigar, diante disso, é importante buscar um psicólogo/ psicanalista para que possa ter um espaço de escuta sensível e acolhimento, possibilitando assim, o autorreconhecimento da própria história. Espero ter ajudado, estou á disposição!
Dra. Tatiane Alves de Oliveira
Psicólogo
Rio de Janeiro
Os traumas infantis podem impactar significativamente a vida adulta, especialmente no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Segundo o DSM-5-TR e a OMS, experiências adversas na infância, como abuso, negligência, ou perda significativa de um cuidador, podem interromper o desenvolvimento emocional e afetivo da criança, resultando em dificuldades nas áreas de regulação emocional, identidade, e relacionamentos interpessoais.

Esses impactos podem levar a:

Instabilidade emocional: O trauma pode causar dificuldades em regular as emoções, resultando em reações extremas a situações cotidianas.
Medo de abandono: A insegurança gerada por traumas infantis pode criar um medo intenso de ser abandonado, um dos principais sintomas do TPB.
Padrões de relacionamento disfuncionais: A falta de vínculos seguros durante a infância pode fazer com que o adulto desenvolva relacionamentos intensos e instáveis, com dificuldades em confiar nos outros.
Identidade instável: O trauma pode interferir na formação de uma identidade estável, levando a sentimentos de vazio e confusão sobre quem se é.
Esses fatores contribuem para a perpetuação de padrões de comportamento e dificuldades emocionais na vida adulta. O tratamento, como a Terapia Dialético-Comportamental (DBT) e a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é essencial para ajudar a lidar com as consequências desses traumas.
Os traumas infantis podem se manifestar de diversas formas na vida adulta, impactando tanto o emocional quanto o comportamento. Eles podem influenciar na forma como a pessoa se relaciona, na maneira de lidar com conflitos, na autoestima, na sensação de segurança e até em sintomas físicos e emocionais, como ansiedade, depressão e dificuldades de regulação emocional. Cada pessoa vivencia suas experiências de forma única, por isso, a psicoterapia é um espaço importante para explorar e compreender esses impactos, promovendo um processo de cuidado e transformação.
 Adriana de Oliveira
Psicólogo
Ribeirão Pires
Os traumas vivenciados na infância podem deixar marcas que se estendem para a vida adulta, influenciando a forma como lidamos com nossas emoções, estabelecemos relações e percebemos a nós mesmos. Muitas vezes, experiências dolorosas durante a infância podem levar ao desenvolvimento de crenças negativas sobre o próprio valor e à dificuldade de confiar nos outros, o que pode resultar em comportamentos de evitação ou em padrões de relacionamentos prejudiciais. Na prática da Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para identificar e ressignificar essas crenças, que muitas vezes se enraízam desde a infância, permitindo que o indivíduo reconstrua uma narrativa mais positiva e realista sobre si mesmo e o mundo ao seu redor. Essa abordagem visa não apenas aliviar sintomas de ansiedade, depressão e insegurança, mas também promover o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento mais adaptativas. Ao reconhecer o impacto dos traumas passados e trabalhar de forma gradual e segura, é possível transformar o sofrimento em um aprendizado que contribua para uma vida mais plena, fortalecendo a resiliência e a capacidade de construir relações interpessoais mais saudáveis.
 Milene Flores
Psicólogo, Psicanalista
Santa Maria, RS
A frase de Contardo Calligaris, “A infância é um chão que pisamos a vida toda”, traduz perfeitamente como nossas experiências nos primeiros anos de vida nos acompanham para sempre. Tudo o que vivemos na infância, seja amor, segurança, rejeição ou dor, deixa marcas que influenciam a forma como nos relacionamos, tomamos decisões e enxergamos o mundo.

Quando uma criança cresce em um ambiente acolhedor, é mais provável que desenvolva confiança em si mesma e nos outros. Mas quando enfrenta traumas, como negligência, abuso ou instabilidade emocional, esses desafios podem se refletir na vida adulta, trazendo insegurança, medo do abandono, dificuldades em estabelecer vínculos saudáveis e até transtornos emocionais mais profundos.

A boa notícia é que, apesar de a infância ser esse chão permanente, podemos aprender a caminhar sobre ele de uma nova maneira. O autoconhecimento e a terapia podem nos ajudar a ressignificar o passado, construindo uma vida mais leve e relações mais saudáveis. Afinal, somos muito mais do que as dores que carregamos.
Prof. Leonir Troscki
Psicólogo
Jaraguá Do Sul
Olá!

Os traumas infantis podem ter um impacto duradouro na vida adulta, influenciando a forma como uma pessoa percebe o mundo, se relaciona com os outros e lida com suas emoções. Na infância, estamos em uma fase crucial de desenvolvimento, onde nossas experiências moldam nossas crenças fundamentais sobre nós mesmos e sobre a segurança do ambiente ao nosso redor. Quando essas experiências são traumáticas, podem criar padrões de pensamento negativos e comportamentos defensivos que persistem na vida adulta.

Por exemplo, um trauma pode levar a dificuldades em confiar nas pessoas, gerando relacionamentos interpessoais instáveis. Além disso, indivíduos que vivenciaram traumas na infância podem ter uma tendência a reações emocionais intensas ou dificuldades em regular suas emoções. Isso ocorre porque o trauma pode alterar a forma como o cérebro processa o estresse e a ameaça, deixando uma resposta mais sensível e reativa.

Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e modificar esses padrões de pensamento e comportamento. Através de técnicas específicas, é possível ressignificar essas experiências passadas, reduzindo seu impacto no presente e promovendo um maior bem-estar emocional.

É fundamental considerar o suporte profissional para lidar com essas questões de maneira eficaz e saudável. Estou à disposição para ajudar e você pode saber mais sobre meu trabalho acessando os links do Doctoralia Leonir Troscki - Psicólogo e no site Humanamente Falando.

Fico à disposição, fique bem!
Com afeto,
Leonir Troscki - CRP12/12755.
Os traumas infantis podem impactar a vida adulta de diversas formas, influenciando emoções, relacionamentos e a forma como a pessoa lida com desafios. Experiências difíceis na infância podem gerar insegurança, medo do abandono, dificuldades na regulação emocional e padrões repetitivos nos vínculos afetivos.
No entanto, isso não significa que esses impactos sejam permanentes. Com autoconhecimento, apoio emocional e, se necessário, acompanhamento profissional, é possível ressignificar essas experiências e desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo mesmo e com os outros. O passado pode influenciar, mas não define quem você é.
Olá! Espero que esteja bem!

De várias maneiras! Tem questões que acontecem na vida, seja quando criança ou mesmo depois dessa fase, que podem ser traumáticas mesmo que não sejam necessariamente "traumas", como os que são entendidos comumente. Fato é que cada pessoa vai ser atravessada e impelida por questões e problemáticas próprias e como cada uma dessas pessoas vai lidar com cada uma dessas situações é que vai dizer do quanto uma situação foi traumática ou não. Superada ou não.

Fico à disposição caso queira conversar mais a respeito ou tenha alguma outra dúvida!
Olá, bom dia, como vai? A experiência do trauma é vivida pelo indivíduo como uma espécie de cisão ou rompimento, que cria uma desconexão com o próprio corpo e associações equivocadas a respeito do que é sentir-se seguro, amado, respeitado etc. Essa cisão na infância pode representar uma desconexão profunda que venha a impactar a relação consigo mesmo e/ou outras pessoas, uma vez que entender como verdadeiramente se sente e ter a capacidade de se colocar no mundo com verdade, envolve uma conexão genuína consigo mesmo e com seu corpo. Sugiro uma abordagem terapêutica que trabalhe com as sensações do corpo, reconstruindo a conexão com o aqui e agora, desconectando as situações de associações equivocadas geradas pelo trauma. Agenda uma consulta agora mesmo!
Os traumas infantis não ficam no passado; eles se inscrevem na forma como sentimos, pensamos e nos relacionamos na vida adulta. A infância é o período em que construímos nossas primeiras referências sobre segurança, amor e pertencimento. Quando essas vivências são marcadas por abandono, rejeição, violência ou negligência, nosso psiquismo cria defesas para lidar com essa dor.
Na vida adulta, essas defesas podem se manifestar de diversas formas: dificuldade em confiar nos outros, padrões repetitivos de relacionamento, sensação constante de vazio, baixa autoestima, ansiedade, depressão e até sintomas físicos. Muitas vezes, a pessoa sente que reage a situações do presente de maneira intensa ou desproporcional, sem perceber que está, na verdade, revivendo emoções antigas, não elaboradas.
O trauma não desaparece sozinho, mas pode ser ressignificado. A terapia psicanalítica é uma excelente opção para esse processo, pois permite acessar essas experiências inconscientes, compreender seus efeitos e, pouco a pouco, construir uma relação mais livre consigo mesmo e com o mundo.
 Anna Caroline Chociai
Psicólogo
Curitiba

Os traumas infantis podem ter um impacto significativo na vida adulta, influenciando comportamentos, emoções e relacionamentos. Quando uma criança vive uma experiência traumática, isso pode afetar seu desenvolvimento emocional e social. Esses eventos podem gerar padrões de comportamento que se repetem na vida adulta, como dificuldades em confiar nas pessoas, problemas de autoestima ou reações emocionais intensas a situações que lembram o trauma.

É importante lembrar que reconhecer a influência dos traumas é um primeiro passo valioso. A terapia pode ajudar a explorar essas experiências, entender como elas afetam seu comportamento atual e desenvolver estratégias para lidar com isso de maneira saudável. A jornada pode ser desafiadora, mas é possível encontrar um caminho para o crescimento e a cura. Você não está sozinha nesse processo!
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Os traumas infantis podem impactar a vida adulta de inúmeras formas; na forma como expressamos e sentimos as emoções e nossos comportamentos; em nossos relacionamentos; na forma como nos enxergamos (autoestima); em nossa saúde física, etc.
A criança para se desenvolver adequadamente necessita de um ambiente seguro e estável (lar seguro com pais disponíveis e previsíveis, presentes emocionalmente para a criança); senso de conexão (receber intimidade, amor, empatia, atenção, respeito e afeto); autonomia (ambiente que permita a criança sentir-se segura para se aventurar no mundo) ; autoestima (não criticar em excesso, não humilhar); liberdade de expressão (permitir que a criança expresse suas emoções; incentivar preferencias e vocações) e limites (ensinar a criança limites realistas e mostrar as consequencias dos comportamentos; ensinar responsabilidades; respeitar o direito do outro).
Quando ocorre uma falha nesses aspectos pode se criar dificuldades para essa criança na vida adulta ou traumas dependendo da gravidade. Isso vai interferir na capacidade da pessoa regular o proprio humor (controlar e lidar com as emoções); pode prejudicar a autoestima fazendo com que a pessoa tenha uma visão negativa de si mesmo; de suas capacidades; de seu futuro; pode interferir nos relacionamentos tornando a pessoa dependente; com medo de ser abandonada; ou com dificuldades em confiar no outro levando a relacionamentos tóxicos; faz com que evite relacionamentos; os traumas pode trazer padrões de pensamento e comportamento disfuncionais levando a autossabotagem, procrastinação, perfeccionismo, necessidade de validação constante, negativismo etc. Pode interferir na saude mental como um todo (depressão, ansiedade, fobias, panico,transtornos de personalidade); também pode interferir no lado profissional. Com terapia é possivel ressignificar esses traumas e construir uma vida melhor que valha a pena ser vivida.
 Neila Patricia Machry
Psicólogo
Caxias Do Sul
Os traumas infantis têm um impacto significativo na vida adulta, influenciando a forma como a pessoa percebe o mundo, se relaciona com os outros e lida com suas emoções. Esses impactos podem ser analisados a partir da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da Terapia do Esquema, que ajudam a entender como experiências da infância moldam crenças e padrões comportamentais. Alguns impactos: dificuldades nos relacionamentos, baixa autoestima, críticas excessivas, dificuldade em lidar com emoções, comportamentos compulsivos, maior vulnerabilidade à ansiedade. Através da terapia é possível desenvolver estratégias saudáveis, construir relacionamentos mais seguros e ressignificar suas experiências de vida.
 Sara Pinto Carneiro
Psicólogo, Psicanalista
Piracicaba
Olá,

Para a psicanalise a infancia é a fase que formamos nossa personalidade, um trauma é uma experiencia muito forte que nos ensina como devemos reagir ou agir sobre algumas experiências ou vivencias. Se a criança tiver o suporte certo ela pode conseguir elaborar esse trauma e não ter tantos impactos assim. Agora, se a criança não tiver esse apoio o trauma pode impactar não só sua vida adulta, mas todas as outras fases (infancia e adolescencia).

Abs
 Claudia Cecilia Daniel
Psicólogo, Psicanalista
São José dos Campos
Os traumas infantis podem ter um impacto profundo na vida adulta, afetando a maneira como nos relacionamos com os outros, como lidamos com o estresse e até mesmo nossa autoestima. Muitas vezes, essas experiências podem levar a padrões de comportamento, dificuldades emocionais e até problemas de saúde mental. É importante reconhecer essas experiências e buscar apoio, pois isso pode ajudar na cura e no desenvolvimento de relacionamentos mais saudáveis. Agende uma consulta para falarmos mais detalhadamente.
 Marcia Girardi
Psicólogo
Porto Alegre
Traumas infantis podem impactar muito a vida adulta, pois as experiências que vivemos na infância moldam as crenças e padrões emocionais que carregamos para a vida. Quando uma criança vivencia abuso, negligência ou falta de afeto, isso pode gerar insegurança, dificuldades para confiar nos outros e uma visão distorcida de si mesma. Esses traumas podem se manifestar na vida adulta por meio de problemas nos relacionamentos, ansiedade, depressão ou até comportamentos impulsivos e autodestrutivos.

Na Terapia do Esquema, trabalhamos juntos para entender como esses traumas passados influenciam suas crenças e comportamentos no presente. O objetivo é identificar esses padrões e ajudar a ressignificá-los, criando novas formas de lidar com suas emoções e desafios, de maneira mais saudável e equilibrada. Isso permite que você se libere dos efeitos do passado e viva com mais confiança e paz.
Os traumas infantis podem ter impactos profundos e duradouros na vida adulta, afetando a saúde mental e física. Indivíduos que sofreram traumas na infância podem ter dificuldade em confiar nos outros, o que pode levar a relacionamentos marcados por desconfiança e insegurança. Eles podem, inconscientemente, recriar padrões disfuncionais de relacionamentos que replicam as dinâmicas traumáticas do passado.
 Caio Lacerda
Psicólogo
Recife
O que acontece principalmente é que a pessoa vai ter a vida mais restrita em algum aspecto que tenha relação com a situação traumática. Por exemplo, uma situação de abuso sexual na infância vai dificultar a pessoa de confiar, de estabelecer relações sexuais saudáveis, pode despertar muito medo e insegurança na vida adulta.
 Gabriel Gonçalves
Psicólogo, Psicanalista
Salvador
De diversas formas! Tendemos a repetir ciclos em nossas vidas, um trauma mal elaborado, se repetirá ao longo da vida do sujeito. O processo analítico, te ajudara a identificar e elaborar essas traumas para se obter uma maior qualidade de vida.
Olá!
Os traumas infantis podem impactar de diversas formas na vida adulta como nas relações profissionais, pessoais, autoestima, autonomia, etc.
É importante a psicoterapia nesse contexto para compreender os traumas e minimizar os impactos que surgem na vida adulta.

Fico à disposição para maiores esclarecimentos.
Abraço.
 Laura Magalhães Terena
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Traumas vividos na infância podem deixar marcas duradouras na forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros. Experiências de abandono, violência, negligência ou situações que causaram medo intenso tendem a se inscrever de maneira profunda na subjetividade — muitas vezes sem que a pessoa consiga nomear com clareza o que ficou ali.

Na vida adulta, esses traços podem aparecer como dificuldades de se relacionar, baixa autoestima, reações emocionais intensas ou até um certo estranhamento diante da própria história. Nem sempre a pessoa associa esses sentimentos ao que viveu na infância, mas o sofrimento costuma buscar alguma forma de se expressar. Um trabalho de escuta pode ser essencial para que isso encontre sentido e elaboração.
Dr. Rafael Peixoto
Psicólogo, Terapeuta complementar
Petrópolis
Muito obrigado pela sua pergunta tão importante e sensível.

“Às vezes, não é o presente que dói — é o passado gritando por atenção dentro da nossa rotina.”

Traumas vividos na infância podem deixar marcas invisíveis que, na vida adulta, se transformam em insegurança, dificuldade para confiar, medo do abandono, bloqueios emocionais e até sintomas físicos como tensão constante ou sensação de vazio.

Pense em uma criança que cresceu sem se sentir ouvida: essa mesma pessoa, já adulta, pode acabar se calando diante de conflitos, engolindo o que sente para evitar rejeição.

O corpo lembra, mesmo quando a mente tenta esquecer. Reconhecer esses padrões é o primeiro passo para recuperar o poder sobre a própria história e construir novas formas de se relacionar com o mundo.

Agradeço novamente por trazer esse tema. Caso deseje, estou à disposição para te ajudar nesse processo de reconexão e fortalecimento emocional.

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