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É normal uma criança de 5 anos ter ciúme do cachorro que chegou justamente para ser companheiro da família? Ele maltrata o cão e confessa ciúmes por mais que explicamos que o amamos e que ele é importante, especial, tem toda atenção e cuidado que um filho merece e demonstramos isso.
Olá. Seu filho não deve estar com ciúmes especificamente do cachorro, mas no que ele veio representar para a família, ele é um novo membro e algumas crianças, talvez a maioria, sintam ciúmes mesmo, igual um irmãozinho novo que chega ao lar.
Você terá que ter bastante paciência com ele, continuar explicando o quanto o cachorrinho não vai roubar o espaço e buscar fazer atividades juntos. Seu filho está expressando o que ele está sentindo, cabe aos pais acolherem esse sentimento e trabalharem isso junto com ele. Fica bem e boa sorte!
Você terá que ter bastante paciência com ele, continuar explicando o quanto o cachorrinho não vai roubar o espaço e buscar fazer atividades juntos. Seu filho está expressando o que ele está sentindo, cabe aos pais acolherem esse sentimento e trabalharem isso junto com ele. Fica bem e boa sorte!
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O ciúme é normal para todos nós e até mesmo esperado no contexto relatado. É importante ter claro que nem uma criança e nem os adultos escolhem ter ou não ciúmes, por isso, aproveite que ele mesmo admite o que está sentindo (pois geralmente as pessoas não fazem isso) e busque acolher a fala do seu filho sobre isso, busque entender o que ele entende por esse sentimento. É um processo que exige paciência, diálogo e acolhimento, seu filho tem 5 anos e está em desenvolvimento, precisa do apoio dos cuidadores para aprender a lidar com esses desconfortos emocionais.
Obs.:Nesse processo é importante que os pais/cuidadores também exercitem o olhar para si mesmos e vejam como lidam com o próprio ciúme ;)
Obs.:Nesse processo é importante que os pais/cuidadores também exercitem o olhar para si mesmos e vejam como lidam com o próprio ciúme ;)
Olá! Primeiro, gostaria de dizer que é bastante comum crianças de 5 anos sentirem ciúmes quando há mudanças significativas no ambiente familiar, como a chegada de um novo animal de estimação. É importante validar os sentimentos da criança, reconhecendo o ciúme sem julgá-lo, e ao mesmo tempo, ensiná-la maneiras adequadas de expressar esses sentimentos. No entanto, se você perceber que o comportamento do seu filho não está melhorando ou está se intensificando, pode ser útil procurar a orientação de um psicólogo infantil.
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Olá. Sim, é natural. A criança pode criar a fantasia de que seu lugar na família pode ser "ameaçado" pelo cachorro, por isso, aconselho que ele seja incluído nas atividades com o cãozinho, inclusive nos momentos de cuidado para fortalecer o vínculo entre eles, dialoguem com o menino sobre o lugar dele no núcleo familiar, acolhimento nos períodos de ciúmes também será muito necessário, mas sem que sejam deixadas de lado as advertências, diante de comportamentos inadequados. Espero ter ajudado, estou à disposição!
Boa Noite! O ciúme em si pode acontecer e já vejo um sintoma para buscar um psicólogo infantil. O fato de maltratar o cão já levanta a necessidade que talvez não seja o momento de ter o cachorrinho (precisa de um lugar seguro para ele) e urgência de acompanhamento psicológico. é muito comum repetir esses padrões de comportamento na escola. A terapia seria ótima para entender melhor, lidar com isso e já prevenir transtornos psicológicos no desenvolvimento. Estimo melhoras e que bom que vocês estão conscientes da situação. O primeiro passo é buscar ajuda.
Olá. Ter ciúmes é algo natural nas relações afetivas e neste caso, a criança parece se sentir "substituída" pelo animalzinho que chegou à família. E, mesmo com todos os cuidados e conversas, a criança pode ser sentir assim - é natural nessa fase. Sugiro que validem com a criança o que ela demonstra sentir, dizendo, por exemplo "parece que você fica muito bravo/irritado/chateado com o (nome do cachorro), mas não podemos bater em ninguém quando estamos bravos". Enfim, aos poucos ir nomeando o que a criança sente e quando necessário dizer que não pode agredir. Isso traz a noção de limites à criança e é extremamente importante para o seu desenvolvimento.
Olá! É normal sentir ciúmes, que ótimo a criança entender, nomear e expressar esse sentimento. O que precisa ser orientado é sobre como se expressar de forma mais saudável, sem direcinar pra raiva e agressividade.
Evite dizer "você não pode sentir ciúmes" isso faz com que a criança possa entender como "sou uma criança má, eu não deveria sentir ciúmes, sou inadequado, meus pais não me amam..." O ideal é: aceitar as emoções desconfortáveis, se acolher e direcionar a criança como se comportar quando ela sente essas emoções desconfortáveis.
Lembre-se os adultos são a referência pra ela.
Orientação sobre como agir nessas situações pode trazer o alívio que você veio buscar aqui. Estou à disposição, abraço!
Evite dizer "você não pode sentir ciúmes" isso faz com que a criança possa entender como "sou uma criança má, eu não deveria sentir ciúmes, sou inadequado, meus pais não me amam..." O ideal é: aceitar as emoções desconfortáveis, se acolher e direcionar a criança como se comportar quando ela sente essas emoções desconfortáveis.
Lembre-se os adultos são a referência pra ela.
Orientação sobre como agir nessas situações pode trazer o alívio que você veio buscar aqui. Estou à disposição, abraço!
É normal que crianças de 5 anos experimentem ciúmes em certas situações, incluindo quando um novo elemento é introduzido na família, como um cachorro. O ciúme pode surgir da sensação de perder atenção ou afeto dos pais para o novo membro da família. É importante lembrar que as crianças estão desenvolvendo suas habilidades emocionais e ainda estão aprendendo a lidar com essas emoções complexas.
Para lidar com essa situação, é essencial continuar demonstrando amor e cuidado tanto para a criança quanto para o cachorro. Certifique-se de dedicar tempo exclusivo à criança, reservando momentos para brincar e conversar. Inclua a criança nas atividades relacionadas ao cuidado do cachorro, para que ela se sinta envolvida e importante. Reforce a ideia de que o cachorro é um novo membro da família, mas que a criança também é amada e valorizada.
Além disso, é importante conversar abertamente com a criança sobre seus sentimentos de ciúme e ajudá-la a expressar suas emoções de maneira saudável. Explique que é normal sentir ciúme e que vocês estão ali para apoiá-la. Incentive a criança a interagir de forma positiva com o cachorro, ensinando-a sobre a importância de cuidar e respeitar os animais.
Se o comportamento de maltratar o cachorro persistir, é recomendável buscar orientação de um profissional, como um psicólogo infantil, para ajudar a criança a lidar com suas emoções e desenvolver habilidades de empatia e responsabilidade. Espero ter ajudado. Abraços.
Para lidar com essa situação, é essencial continuar demonstrando amor e cuidado tanto para a criança quanto para o cachorro. Certifique-se de dedicar tempo exclusivo à criança, reservando momentos para brincar e conversar. Inclua a criança nas atividades relacionadas ao cuidado do cachorro, para que ela se sinta envolvida e importante. Reforce a ideia de que o cachorro é um novo membro da família, mas que a criança também é amada e valorizada.
Além disso, é importante conversar abertamente com a criança sobre seus sentimentos de ciúme e ajudá-la a expressar suas emoções de maneira saudável. Explique que é normal sentir ciúme e que vocês estão ali para apoiá-la. Incentive a criança a interagir de forma positiva com o cachorro, ensinando-a sobre a importância de cuidar e respeitar os animais.
Se o comportamento de maltratar o cachorro persistir, é recomendável buscar orientação de um profissional, como um psicólogo infantil, para ajudar a criança a lidar com suas emoções e desenvolver habilidades de empatia e responsabilidade. Espero ter ajudado. Abraços.
Olá!
Não posso afirma alguma coisa por não saber mais detalhes do que você está chamando de ciúmes. Por exemplo: o que seu filho faz especificamente com o cachorro ou como ele responde a vocês e em que momentos. Contudo, é muito comum que a chegada de um novo membro da família modifique algo e traga diversos sentimentos distintos em cada membro familiar. Sugiro que auxilie seu filho a expressar o que está sentindo através de perguntas simples: pq vc fez isso? Vc gosta do totó (nome do cachorro)? ou através de alguma brincadeira lúdica como desenhar para ir entendendo como seu filho vê o cachorro ou se sente em relação ao animal. Fazer uma brincadeira entre vocês três também pode revelar algumas coisas. Enfim, dar esse suporte a criança na expressão do que sente pode ser uma atividade que o ajude a desenvolver mecanismos na relação com vocês muito bacana e, também, ajuda-lo a entender o que ele mesmo sente.
Não posso afirma alguma coisa por não saber mais detalhes do que você está chamando de ciúmes. Por exemplo: o que seu filho faz especificamente com o cachorro ou como ele responde a vocês e em que momentos. Contudo, é muito comum que a chegada de um novo membro da família modifique algo e traga diversos sentimentos distintos em cada membro familiar. Sugiro que auxilie seu filho a expressar o que está sentindo através de perguntas simples: pq vc fez isso? Vc gosta do totó (nome do cachorro)? ou através de alguma brincadeira lúdica como desenhar para ir entendendo como seu filho vê o cachorro ou se sente em relação ao animal. Fazer uma brincadeira entre vocês três também pode revelar algumas coisas. Enfim, dar esse suporte a criança na expressão do que sente pode ser uma atividade que o ajude a desenvolver mecanismos na relação com vocês muito bacana e, também, ajuda-lo a entender o que ele mesmo sente.
Olá, tudo bem?
Parabéns pela chegada do novo membro da família!
Sim, é comum que isso desperte sentimentos em uma criança, pois ela precisa entender como será o funcionamento familiar com essa mudança. O ciúmes faz parte deste processo. É importante validar o sentimento e estar ao lado da criança, assim, ela poderá entender que esse novo integrante não estará ocupando o lugar dela e que poderá tornar a família ainda mais completa.
Fico à disposição.
Um abraço!
Parabéns pela chegada do novo membro da família!
Sim, é comum que isso desperte sentimentos em uma criança, pois ela precisa entender como será o funcionamento familiar com essa mudança. O ciúmes faz parte deste processo. É importante validar o sentimento e estar ao lado da criança, assim, ela poderá entender que esse novo integrante não estará ocupando o lugar dela e que poderá tornar a família ainda mais completa.
Fico à disposição.
Um abraço!
Olá! Bastante comum. Sentimentos como o ciúmes não são tão simples de sentir. Adultos também possuem bastante dificuldade em observar e reconhecer esse sentimento e também de emitir comportamentos que não causem danos a si mesmo, ao outro ou à relação.
Talvez seja muito importante o auxílio de um profissional da psicologia que trabalhe com o público infantil para que, através dos recursos terapêuticos disponíveis, a criança tenha a possibilidade de poder entrar em contato com seu sentimento, entender como expressa-los (de maneira alternativa a violência ou agressividade) e conseguir maior efetividade nas relações interpessoais.
Talvez seja muito importante o auxílio de um profissional da psicologia que trabalhe com o público infantil para que, através dos recursos terapêuticos disponíveis, a criança tenha a possibilidade de poder entrar em contato com seu sentimento, entender como expressa-los (de maneira alternativa a violência ou agressividade) e conseguir maior efetividade nas relações interpessoais.
Olá.Se essa reação com a chegada do animalzinho estiver trazendo sofrimento para a criança e para os cuidadores, que pelo pequeno relato identifico que possa estar ocorrendo, entendo ser importante agendar uma conversa com psicólogo infantil. Neste encontro, profissional e cuidadores poderão conversar e aprofundar sobre sobre as possíveis motivações dessas reações, identificando também a melhor forma de manejá-las, seja iniciando um acompanhamento psicológico infantil como espaço potencial para elaboração desses sentimentos ou uma orientação aos pais. Importante enfatizar que qualquer reação infantil que proporciona sofrimento, por menor e simples que pareça, requer cuidado e olhar atento.
Sim, o ciúme é uma reação normal. Para a criança, esta é uma situação nova, e mesmo que o cão seja para sua própria companhia, ela ainda está se adaptando. É importante continuar reforçando o que você mencionou: explicar que a ama, que ela é importante e especial. Além disso, destaque a importância do novo membro da família. Se o ciúme se tornar excessivo continuar, entre em contato comigo.
Tenha uma boa semana!
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Dependendo da posição que o cachorro assumiu dentro da família, é normal sim.
É bastante comum que crianças expressem ciúmes quando um novo membro, como um cachorro, entra na família. Isso pode ocorrer porque a criança pode se sentir ameaçada pela atenção que o novo integrante recebe dos adultos da família.
É importante compreender que o ciúme faz parte do desenvolvimento emocional da criança e pode manifestar-se de maneiras como maltratar o animal ou buscar mais atenção dos pais. É essencial conversar com a criança de maneira compreensiva, explicando que o amor e a atenção da família não diminuem por causa do cachorro, e que ambos são amados de maneira única.
Na terapia cognitivo-comportamental (TCC), poderíamos explorar estratégias para ajudar a criança a expressar seus sentimentos de forma saudável, ensinando habilidades de empatia e cuidado com o cachorro, enquanto reforçamos o amor e a importância dela na família. Além disso, trabalharíamos para fortalecer a autoestima da criança e suas habilidades sociais, ajudando-a a lidar melhor com emoções como o ciúme.
É importante compreender que o ciúme faz parte do desenvolvimento emocional da criança e pode manifestar-se de maneiras como maltratar o animal ou buscar mais atenção dos pais. É essencial conversar com a criança de maneira compreensiva, explicando que o amor e a atenção da família não diminuem por causa do cachorro, e que ambos são amados de maneira única.
Na terapia cognitivo-comportamental (TCC), poderíamos explorar estratégias para ajudar a criança a expressar seus sentimentos de forma saudável, ensinando habilidades de empatia e cuidado com o cachorro, enquanto reforçamos o amor e a importância dela na família. Além disso, trabalharíamos para fortalecer a autoestima da criança e suas habilidades sociais, ajudando-a a lidar melhor com emoções como o ciúme.
Olá, tudo bem? Sim, é normal uma criança de 5 anos sentir ciúmes de um novo animal de estimação, pois ainda está desenvolvendo suas habilidades emocionais. Validar os sentimentos dela, dialogar abertamente e ensinar empatia são passos importantes. Reforço positivo e momentos exclusivos com os pais ajudam a reduzir a competição. Envolvê-la em atividades com o cachorro pode fortalecer o vínculo. Recomendo agendar uma consulta para trabalharmos esses aspectos na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ajudando sua criança a lidar melhor com suas emoções. Estou à disposição para auxiliar nessa jornada.
A convivência com o animal é uma otima oportunidade para aprender a dividir as coisas
É comum que os filhos não queiram dividir o amor dos pais, por isso a rivalidade entre irmãos. Porém, cada caso tem sua especificidade. O que este animal tem representado para esta criança? Pode ser que a questão que esteja por trás seja outra, é preciso investigar. Procurar ajuda profissional pode auxiliar neste processo.
Sim, é bastante comum que crianças pequenas sintam ciúmes quando um novo membro chega à família, especialmente um animal de estimação, que pode exigir atenção e carinho. A criança pode não compreender totalmente a mudança e como isso afeta a dinâmica familiar.
Embora você explique que o cachorro é amado e importante, a criança pode ainda sentir insegurança ou medo de perder espaço afetivo. Isso não significa que ele não seja amado, mas sim que ele ainda está processando esse novo cenário. Ele pode expressar esse ciúmes de maneiras que, às vezes, envolvem agressividade.
A boa notícia é que com paciência, carinho e consistência, esse comportamento pode ser trabalhado. A terapia pode ajudar a criança a lidar melhor com seus sentimentos de insegurança e, ao mesmo tempo, oferecer suporte à família para ajustar a convivência de forma harmoniosa.
Se você se sente inseguro sobre como lidar com isso, ou percebe que a situação está afetando o bem-estar de todos, incluindo o da criança, uma orientação profissional pode ser fundamental para criar um ambiente saudável para todos. Que tal agendarmos uma consulta para explorar as melhores formas de apoiar a criança nesse processo e fortalecer os laços familiares?
Embora você explique que o cachorro é amado e importante, a criança pode ainda sentir insegurança ou medo de perder espaço afetivo. Isso não significa que ele não seja amado, mas sim que ele ainda está processando esse novo cenário. Ele pode expressar esse ciúmes de maneiras que, às vezes, envolvem agressividade.
A boa notícia é que com paciência, carinho e consistência, esse comportamento pode ser trabalhado. A terapia pode ajudar a criança a lidar melhor com seus sentimentos de insegurança e, ao mesmo tempo, oferecer suporte à família para ajustar a convivência de forma harmoniosa.
Se você se sente inseguro sobre como lidar com isso, ou percebe que a situação está afetando o bem-estar de todos, incluindo o da criança, uma orientação profissional pode ser fundamental para criar um ambiente saudável para todos. Que tal agendarmos uma consulta para explorar as melhores formas de apoiar a criança nesse processo e fortalecer os laços familiares?
É normal uma criança de 5 anos sentir ciúmes quando um cachorro chega à família, já que ela pode ver o animal como uma "ameaça" ao seu lugar de destaque. Isso pode se manifestar em comportamentos como maltratar o cão. É importante continuar explicando o carinho e a atenção que a criança recebe, mas também deixar claro que o comportamento inadequado não é aceitável. Envolver a criança em cuidados positivos com o cachorro, como alimentá-lo ou brincar de forma gentil, pode ajudar. Se o comportamento persistir, é recomendável buscar a ajuda de um profissional.
Sim, é relativamente comum que uma criança de 5 anos sinta ciúmes de um novo membro da família, como um cachorro. Crianças nessa faixa etária estão ainda desenvolvendo sua percepção de relacionamentos, e o ciúmes pode ser uma resposta natural ao perceber que alguém ou algo está recebendo atenção que antes era exclusiva dela.
A chegada de um cachorro pode gerar uma série de sentimentos na criança, como insegurança, medo de perder atenção ou até mesmo competição pelo carinho dos pais. Embora vocês já expliquem para ele que o cachorro é importante e que ainda o amam igualmente, a criança pode não compreender completamente o conceito de compartilhar amor e atenção, e isso pode se manifestar de várias maneiras.
A chegada de um cachorro pode gerar uma série de sentimentos na criança, como insegurança, medo de perder atenção ou até mesmo competição pelo carinho dos pais. Embora vocês já expliquem para ele que o cachorro é importante e que ainda o amam igualmente, a criança pode não compreender completamente o conceito de compartilhar amor e atenção, e isso pode se manifestar de várias maneiras.
É comum que crianças pequenas sintam ciúmes ao ver um novo membro (como um cachorro) recebendo atenção. Isso acontece porque a criança ainda está desenvolvendo o senso de pertencimento e pode sentir que a atenção dos pais está sendo dividida. Embora isso seja normal, é importante continuar reforçando o amor pela criança e pelo animal, além de ensinar de maneira positiva como interagir de forma carinhosa com o cão. Caso o comportamento persista, pode ser útil consultar um psicólogo infantil para ajudar a lidar com esses sentimentos.
A criança está demonstrando sinais de insegurança afetiva! Por algum motivo ele não percebe o cãozinho como um amigo ou membro da família, mas sim como concorrente. Para entender melhor o que vem desencadeando esse tipo de sentimento, somente em acompanhamento para aprofundamento da coleta e análise de dados. Um risco eminente, é que ele comece a transferir esse sentimento também para outras pessoas.
Olá, tudo bem? Imagino que seja desconcertante ver seu filho lidar com sentimentos tão intensos a ponto de descontá-los no novo companheiro de quatro patas. Aos cinco anos o cérebro ainda está “testando” os botões de regular emoções e impulsos; quando um filhote entra em cena, parte dele pode interpretar a novidade como um rival por afeto, mesmo que a lógica adulta diga o contrário.
Na perspectiva da Neurociência, áreas ligadas à empatia e ao autocontrole — como o córtex pré-frontal — ainda estão em franca construção nessa fase. É como se o “painel de controle” emocional tivesse algumas luzes piscando sem manual completo, então ciúme e possessividade podem surgir enquanto ele descobre como garantir seu lugar no “ecossistema” familiar. Abordagens integrativas, que combinam elementos da TCC, Terapia Focada nas Emoções e Teoria do Apego, costumam ajudar a transformar esses sentimentos brutos em compreensão e vínculo saudável.
Será que seu filho já teve espaço para contar, em suas próprias palavras e brincadeiras, “o que muda” quando o cachorro aparece? Como ele percebe os momentos em que recebe atenção exclusiva e os instantes em que o cão ganha destaque? Que histórias sobre cuidar, proteger ou ser protegido emergem quando vocês compartilham tarefas simples — por exemplo, dar água ou brincar juntos — em vez de apenas explicar que ele continua amado? Explorar essas narrativas pode abrir caminhos para que ele processe o ciúme sem precisar agredir. Se em algum momento as agressões se intensificarem ou surgirem outras mudanças marcantes de comportamento, vale considerar uma avaliação de um(a) profissional da área médica, como um(a) psiquiatra infantil ou neuropsicólogo(a), para descartar questões neurodesenvolvimentais.
Parece que, por enquanto, o desafio está menos em convencê-lo com palavras e mais em ajudá-lo a sentir-se parte ativa da nova história familiar. Que pequenas escolhas diárias poderiam fazê-lo perceber que há espaço para todos — inclusive para suas emoções, mesmo quando elas chegam em forma de ciúme? Caso precise, estou à disposição.
Na perspectiva da Neurociência, áreas ligadas à empatia e ao autocontrole — como o córtex pré-frontal — ainda estão em franca construção nessa fase. É como se o “painel de controle” emocional tivesse algumas luzes piscando sem manual completo, então ciúme e possessividade podem surgir enquanto ele descobre como garantir seu lugar no “ecossistema” familiar. Abordagens integrativas, que combinam elementos da TCC, Terapia Focada nas Emoções e Teoria do Apego, costumam ajudar a transformar esses sentimentos brutos em compreensão e vínculo saudável.
Será que seu filho já teve espaço para contar, em suas próprias palavras e brincadeiras, “o que muda” quando o cachorro aparece? Como ele percebe os momentos em que recebe atenção exclusiva e os instantes em que o cão ganha destaque? Que histórias sobre cuidar, proteger ou ser protegido emergem quando vocês compartilham tarefas simples — por exemplo, dar água ou brincar juntos — em vez de apenas explicar que ele continua amado? Explorar essas narrativas pode abrir caminhos para que ele processe o ciúme sem precisar agredir. Se em algum momento as agressões se intensificarem ou surgirem outras mudanças marcantes de comportamento, vale considerar uma avaliação de um(a) profissional da área médica, como um(a) psiquiatra infantil ou neuropsicólogo(a), para descartar questões neurodesenvolvimentais.
Parece que, por enquanto, o desafio está menos em convencê-lo com palavras e mais em ajudá-lo a sentir-se parte ativa da nova história familiar. Que pequenas escolhas diárias poderiam fazê-lo perceber que há espaço para todos — inclusive para suas emoções, mesmo quando elas chegam em forma de ciúme? Caso precise, estou à disposição.
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