É verdade que quem tem obturacão escura(amálgama)não pode tomar 1 mg de vitamina b12 metilcobalamina
É verdade que quem tem obturacão escura(amálgama)não pode tomar 1 mg de vitamina b12 metilcobalamina somente a de 500 mcg?
16 respostas
boa tarde!!! Na verdade não existe nenhum estudo que realmente comprove que a dose de 1.000mg de metilcobalamina seja perigosa para quem tem a obturação de amálgama. Essa dúvida costuma surgir na "odontologia integrativa" que fala que altas doses de metilcobalamina poderiam reagir com o mercúrio liberado pelas restaurações antigas,mas a Anvisa, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e os principais manuais médicos são unânimes em afirmar que não existem estudos controlados que comprovem essa reação em humanos ou a necessidade de evitar a suplementação com esse material na boca.
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A restrição é um conceito da "odontologia integrativa/biológica", que sugere que altas doses da forma metilada da vitamina poderiam, em tese, interagir com o mercúrio do amálgama. No entanto, entidades médicas e odontológicas reforçam que o amálgama não causa intoxicação e que não há relatos científicos de que a suplementação nas dosagens habituais seja nociva.
Não existe comprovação científica acerca da proibição ou de nenhuma dose de reposição de vitamina B12 em quem tem obturação escura.
Não. Não há evidências científicas de que pessoas com obturações de amálgama não possam tomar 1 mg (1000 mcg) de metilcobalamina. A dose da vitamina B12 deve ser definida conforme a necessidade individual e orientação profissional, e não pelo tipo de obturação
Não, não é verdade. Não existe contraindicação clínica entre amalgama de prata em obturação dentária e suplementação de vitamina B12 em qualquer forma ou dose. Essa associação aparece em conteúdo de internet, mas não tem respaldo em literatura científica seria, em diretrizes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, nem em consensos internacionais sobre deficiência de B12. A metilcobalamina é uma forma ativa, segura, e a dose adequada depende do contexto clínico: a dose de 500 mcg costuma ser suficiente para manutenção em quem não tem deficiência comprovada. Quando há deficiência documentada (B12 sérica baixa, homocisteína elevada, sintomas neurológicos), as doses utilizadas chegam tranquilamente a 1000 a 5000 mcg por dia por via oral, ou aplicação intramuscular conforme indicação medica. O que vale checar antes de suplementar é: dosar B12 sérica e idealmente homocisteína ou ácido metilmalonico, identificar a causa (uso de metformina, inibidor de bomba de prótons, gastrite atrófica, dieta vegana, baixa absorção pos-cirurgia bariátrica), e definir a dose com base nesse contexto, não no material da obturação.
Não há evidências científicas de que pessoas com obturações de amálgama não possam utilizar metilcobalamina na dose de 1 mg (1.000 mcg). Também não existe uma recomendação de que o limite seja de 500 mcg devido à presença dessas restaurações. Essa dúvida costuma surgir por informações divulgadas na internet sobre uma possível interação entre a vitamina B12 e o mercúrio presente no amálgama, mas essa associação não é respaldada por evidências científicas consistentes. A indicação da dose de vitamina B12 deve levar em consideração fatores como o motivo da suplementação, os níveis sanguíneos da vitamina, a capacidade de absorção e as necessidades individuais da pessoa. Em muitos casos, doses de 1.000 mcg são utilizadas para corrigir deficiência de vitamina B12, especialmente quando há alteração na absorção intestinal ou necessidade de reposição mais intensa. Se você possui restaurações de amálgama e precisa suplementar vitamina B12, o mais importante é que a dose seja definida de acordo com sua necessidade clínica e nutricional, e não pela presença das obturações. Israel Adolfo – Nutricionista Esportivo
Não há evidência de que quem possui obturação de amálgama precise limitar a metilcobalamina a 500 mcg. Ter amálgama dentário não é uma contraindicação conhecida ao uso de 1 mg de vitamina B12. A dose adequada deve ser definida conforme exames, sintomas e motivo da suplementação, pois 1 mg pode ser indicado em casos de deficiência, mas não é necessário para todas as pessoas.
Não há evidências de que isso ocorra no corpo humano em uma escala que represente risco à saúde. O processo de metilação no organismo é extremamente complexo e regulado; a vitamina B12 suplementada não sai "espalhando" grupos metil pelo mercúrio das obturações de forma descontrolada. Não há nenhum estudo que comprove que 1 mg seja perigoso e 500 mcg seja seguro.
Não. Não há diretrizes reocmendem limitar a metilcobalamina a 500mcg em pessoas com obturações de amálgama.
A presença de amálgama dentário, por si só, não estabelece esse limite para a vitamina B12. A dose de B12 deve depender da indicação, alimentação, exames e condição individual. Se você estiver pensando em tomar metilcobalamina, seria bom conversar com um nutricionista para definir a dose necessária.
Desconheço essa informação. Quanto a amalgama libera substâncias toxicas no seu organismo, o ideal seria trocar por resina, se possível. E também poderia fazer uma suplementação para detoxificar.
Olá. Agradeço pela oportunidade de esclarecer! Não há evidência científica de que obturações escuras (amálgama) interfiram no uso da vitamina B12 metilcobalamina, seja em doses de 500 mcg ou 1000 mcg. Esta restrição é mito! A escolha da dose deve ser feita conforme necessidade individual, avaliada por exames e acompanhamento profissional. A vitamina B12 é essencial para energia, sistema nervoso e formação de glóbulos vermelhos. Se houver sintomas de deficiência, como cansaço ou formigamento, é importante buscar avaliação. Sugiro agendarmos uma consulta para definir a suplementação adequada e segura.
Não há evidência científica de que pessoas com restaurações de amálgama precisem limitar a metilcobalamina a 500 mcg ou que não possam utilizar 1.000 mcg (1 mg) por esse motivo. As restaurações de amálgama não são uma contraindicação reconhecida ao uso de vitamina B12. Inclusive, suplementos de B12 com 500 a 1.000 mcg são comuns e a vitamina apresenta baixa toxicidade. O mais importante é avaliar se existe indicação para suplementar e qual dose é necessária. Se desejar, você pode agendar uma consulta comigo para avaliarmos seus exames e sua necessidade de vitamina B12.
A presença de restaurações de amálgama, por si só, não é uma contraindicação estabelecida ao uso de metilcobalamina 1 mg. Embora o amálgama contenha mercúrio, não há evidência clínica consistente de que doses usuais de vitamina B12 aumentem o risco de toxicidade por mercúrio. A necessidade e a dose de B12 devem ser individualizadas conforme exames, alimentação e possíveis alterações de absorção. Em casos específicos de exposição ou suspeita de intoxicação por metais, a avaliação médica/toxicológica é mais apropriada.
Bom dia! Não há evidência clínica consistente de que pessoas com restaurações de amálgama precisem limitar a metilcobalamina a 500 mcg ou evitar a dose de 1 mg. Lembrando que 1 mg equivale a 1.000 mcg. Essa preocupação costuma estar relacionada à hipótese de a metilcobalamina favorecer a transformação do mercúrio em outras formas. Entretanto, resultados de reações químicas em laboratório não demonstram que tomar essas doses de vitamina B12 provoque intoxicação em quem tem amálgama, nem estabelecem 500 mcg como um limite seguro específico. A dose de B12 deve ser definida conforme a necessidade de suplementação, os exames, os sintomas e a capacidade de absorção. Ter uma restauração de amálgama, por si só, não é uma contraindicação reconhecida à metilcobalamina de 1 mg. Se essa dose foi prescrita, não é necessário reduzi-la apenas por causa da restauração; converse com o profissional responsável para confirmar a indicação.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


