Quais são os transtornos emocionais e comportamentais?

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Quais são os transtornos emocionais e comportamentais?
 Tatiane Belleza
Psicólogo
Rio de Janeiro
Os transtornos emocionais e comportamentais são condições que impactam o funcionamento emocional, psicológico e social de uma pessoa. Entre os mais comuns: ansiedade, depressão, transtornos de humor, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtornos de conduta, entre outros. Esses transtornos podem surgir por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e experiências de vida, e frequentemente requerem uma avaliação cuidadosa e um acompanhamento especializado para o tratamento adequado. Se precisar de mais detalhes ou quiser conversar sobre algum específico, estou aqui para ajudar!

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Transtornos emocionais e comportamentais incluem condições como ansiedade, depressão, transtorno bipolar, transtornos de controle de impulsos, transtornos de conduta e transtornos alimentares. Esses transtornos afetam o humor, as emoções e os comportamentos, podendo comprometer o funcionamento diário da pessoa.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Essa é uma pergunta que abre um campo vasto e importante da psicologia. Quando falamos em transtornos emocionais e comportamentais, estamos nos referindo a formas específicas de sofrimento psíquico que impactam como a pessoa sente, pensa e se comporta. Eles podem se manifestar de maneira intensa ou mais sutil, afetando relações, desempenho no trabalho ou estudos, autoestima e até o modo como alguém se percebe no mundo. Mas mais do que colocar “rótulos”, é essencial compreender a função desses comportamentos e emoções no contexto da história de vida de cada um.

Ansiedade, depressão, fobias, transtornos de personalidade, dificuldade de regulação emocional, impulsividade, isolamento, dependência emocional, entre tantos outros quadros, podem ser considerados transtornos quando ultrapassam os limites da adaptação saudável. Mas mesmo quando os nomes parecem se repetir, as causas e os significados por trás deles são profundamente únicos. Como foi que seu corpo aprendeu a se proteger desse jeito? O que ele está tentando dizer com isso que tem incomodado?

A neurociência tem ajudado muito nesse processo de escuta mais precisa. Hoje sabemos que emoções como medo, raiva ou tristeza, quando vividas em excesso ou mal processadas, podem ativar circuitos cerebrais que se repetem e se reforçam com o tempo — como se o cérebro estivesse tentando manter a segurança, mesmo que isso custe uma vida mais limitada ou sofrida. Por isso, intervenções psicológicas bem estruturadas ajudam a remodelar essas conexões, ampliando possibilidades emocionais e comportamentais mais saudáveis e flexíveis.

Você sente que está vivendo algo que não consegue entender bem? Já tentou nomear o que sente e percebeu que talvez as palavras não dão conta? Como tem sido conviver com esse “jeito de ser” que às vezes atrapalha tanto? A terapia é um espaço onde essas perguntas ganham escuta, sentido e, aos poucos, novos caminhos. Caso precise, estou à disposição.
Ola boa noite, Transtornos emocionais e comportamentais englobam uma variedade de condições que afetam a regulação das emoções, o comportamento e as interações sociais. Eles podem se manifestar de diversas formas, como ansiedade, depressão, transtornos de conduta, transtornos relacionados a trauma e estresse, entre outros.
Oi, tudo bem?
Os transtornos emocionais e comportamentais mais frequentes, especialmente em contextos clínicos e escolares, variam conforme a faixa etária, mas alguns são recorrentes tanto em crianças quanto em adolescentes e adultos.
1-Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
– Preocupações excessivas, medo constante, tensão, dificuldade para relaxar.
2-Transtorno de Ansiedade de Separação (mais comum em crianças)
– Sofrimento ao se separar de figuras de apego, medo de que algo ruim aconteça.
3-Fobias específicas
– Medo intenso de objetos ou situações específicas (escuro, altura, insetos etc.).
4-Fobia social (ansiedade social)
– Medo de ser julgado ou exposto em situações sociais.
5-Transtorno do Pânico
– Crises de ansiedade com sintomas físicos intensos (falta de ar, taquicardia etc.).
6-Depressão (Transtorno Depressivo Maior ou Distimia)
– Tristeza persistente, anedonia, alterações no sono e apetite, baixa autoestima.
7-Transtorno Disruptivo da Desregulação do Humor (em crianças)
– Irritabilidade crônica, explosões de raiva desproporcionais à situação. Em relação aos transtornos comportamentais mais frequentes:
1-Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
– Desatenção, impulsividade e/ou hiperatividade que afetam o funcionamento diário.
2-Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD)
– Comportamento desafiador persistente, desobediência, hostilidade a figuras de autoridade.
3-Transtorno de Conduta
– Comportamentos agressivos, violação de regras sociais, mentiras, vandalismo.
4-Transtorno do Espectro Autista (TEA)
– Alterações na comunicação social, interesses restritos, comportamentos repetitivos. (Pode aparecer com alterações emocionais e comportamentais associadas.)
5-Transtornos do Apego (como o Transtorno Reativo do Apego)
– Dificuldade de formar vínculos seguros, distanciamento emocional ou busca excessiva por atenção.
Dr. Rafael Peixoto
Psicólogo, Terapeuta complementar
Petrópolis
“Nem todo comportamento difícil é ‘frescura’ — às vezes, é um pedido de socorro disfarçado.”
Sabe aquela criança que vive irritada, desafia tudo ou chora por qualquer coisa? Ou o adulto que se isola, perde o controle com facilidade e parece estar sempre em alerta? Essas reações podem estar ligadas a transtornos emocionais e comportamentais, como ansiedade intensa, alterações de humor, impulsividade, agressividade ou dificuldade de lidar com frustrações.
Por trás do “drama” ou do “excesso”, quase sempre existe dor não reconhecida.
Ignorar sinais assim é como tentar apagar um incêndio com um copo d’água.
E se esse comportamento for apenas a ponta do iceberg? Um olhar terapêutico pode revelar o que está escondido lá no fundo.
Depende, existem diversos transtornos, sendo eles: de neurodesenvolvimento, de humor, de personalidade, neurocognitivos, psicóticos, depressivos, ansiosos e do sono.
Todos eles podem influenciar emoções e comportamento significativamente de diversas maneiras, por isso é importante investigar afundo caso a caso.
Transtornos emocionais e comportamentais englobam uma variedade de condições que afetam a forma como as pessoas pensam, sentem e agem, impactando suas vidas diárias. Dentre os mais comuns estão os transtornos de ansiedade, depressão, transtorno bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos de personalidade, transtornos dissociativos e transtornos psicóticos como a esquizofrenia.
São condições que afetam o modo como uma pessoa pensa, sente e age, gerando sofrimento e prejuízos em diferentes áreas da vida. Abaixo trarei alguns exemplos:
Transtornos Emocionais (mais ligados ao que sentimos e pensamos):
Transtornos de Ansiedade (ansiedade generalizada, fobia social, pânico)
Transtornos Depressivos (depressão maior, distimia)
Transtornos Comportamentais (mais visíveis no agir, no controle dos impulsos e regras):
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)
Transtorno Opositivo-Desafiador (mais comum em crianças e adolescentes)
Transtorno de Conduta, entre outros.

Importante ressaltar que nem todo nem todo comportamento difícil ou sofrimento emocional é um transtorno.No entanto, quando os sintomas persistem, se intensificam e prejudicam a vida da pessoa, é hora de buscar ajuda profissional.
Abraço!
Anny
Dra. Laís Linazzi
Psicólogo, Psicanalista
Araucária
Transtornos Emocionais e Comportamentais
Transtornos Emocionais

Transtorno Depressivo Maior

Transtorno Depressivo Persistente (Distimia)

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

Transtorno de Pânico

Fobias Específicas

Fobia Social (Ansiedade Social)

Transtorno de Ansiedade de Separação

Mutismo Seletivo

Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

Transtorno de Estresse Agudo

Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

Transtorno Disfórico Pré-Menstrual

Transtorno de Adaptação

Transtorno Bipolar (I e II)

Transtorno de Regulação do Humor Disruptiva (Infância)
Talvez você esteja percebendo que não está muito bem.
Talvez ande mais irritada, mais cansada, chorando sem motivo ou perdendo o controle do que antes parecia fácil. E agora, com coragem, está buscando entender. Quer dar nome ao que sente.
E o que eu quero te dizer com todo carinho e sem nenhum julgamento é que isso não te faz fraca. Te faz consciente.
Porque reconhecer que algo não está bem é o primeiro passo para se cuidar de verdade.
Na psicologia, nós organizamos essas vivências em dois grandes grupos:
Transtornos emocionais
São aqueles que afetam principalmente o seu mundo interno: o humor, o equilíbrio emocional, o modo como você sente a vida.
• Depressão : quando a tristeza não passa, o cansaço vira rotina e até as coisas que antes davam prazer já não fazem mais sentido.
• Ansiedade Generalizada: aquela mente que não para, sempre esperando o pior, com o corpo em alerta e o sono em fuga.
• Transtorno do Pânico : crises súbitas de medo intenso, com sensação de que algo horrível vai acontecer.
• Bipolaridade: alternância entre dias de euforia exagerada e outros de uma tristeza profunda.
• Fobias e Fobia Social : quando o medo impede a vida de acontecer.
• Estresse Pós-Traumático (TEPT): respostas emocionais intensas após vivenciar algo difícil ou assustador.
• Transtorno Disfórico Pré-Menstrual: sintomas emocionais graves antes da menstruação, que afetam a rotina e os relacionamentos.

Transtornos comportamentais
São aqueles que afetam a forma como você age, reage e interage com o mundo.

• TDAH – dificuldade de manter o foco, impulsividade, sensação constante de estar sobrecarregada.
• Transtorno Opositivo-Desafiador – mais comum em jovens, com irritabilidade frequente e resistência a qualquer regra.
• Transtorno de Conduta – comportamentos agressivos, cruéis ou desrespeitosos às normas sociais.
• Transtornos Alimentares – quando a comida (ou o corpo) vira inimigo ou obsessão.
• Transtornos do Controle do Impulso – agir sem pensar, depois se arrepender: explosões de raiva, compulsões, comportamentos de risco.
• Transtornos relacionados a substâncias – uso de álcool, drogas ou medicamentos que afetam o comportamento e o autocuidado.
Se você se reconheceu em algum ponto, saiba: isso não é um rótulo. É uma bússola.
Ajuda a entender o que está acontecendo, a buscar apoio profissional e a construir um caminho possível, gentil e real de volta para si.
Claro! Aqui está uma sugestão de resposta clara, acolhedora e humanizada—sem “cara de ChatGPT”—que você pode usar com seus pacientes ou seus familiares:

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Os transtornos emocionais e comportamentais abrangem uma variedade de condições que afetam o modo como as pessoas sentem, pensam e agem no dia a dia. Entre os transtornos emocionais, destacam-se aqueles que envolvem alterações de humor, como depressão e ansiedade. Nesses casos, podem surgir sintomas como tristeza persistente, medo intenso ou preocupações excessivas, que acabam impactando o convívio social, o desempenho escolar ou profissional e a qualidade de vida.

Já os transtornos comportamentais se manifestam principalmente por meio de dificuldades no controle das ações e impulsos. Exemplos comuns incluem o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que pode provocar desatenção, inquietação e impulsividade; e os transtornos de oposição e conduta, caracterizados por comportamentos desafiadores e, por vezes, até mesmo agressivos.

É importante lembrar que esses transtornos não definem quem a pessoa é, nem são resultado de “fraqueza” ou falta de vontade. Eles têm origem em diversos fatores, como genética, ambiente, experiências de vida e funcionamento do cérebro. O diagnóstico e o acompanhamento especializado são essenciais para promover o desenvolvimento saudável e o bem-estar emocional.

Se houver dúvidas ou sinais de sofrimento, buscar o apoio de um profissional faz toda diferença. O olhar cuidadoso pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e encontrar caminhos para superar as dificuldades.

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Os transtornos emocionais e comportamentais abrangem uma variedade de condições que afetam o modo como as pessoas sentem, pensam e agem no dia a dia. Entre os transtornos emocionais, destacam-se aqueles que envolvem alterações de humor, como depressão e ansiedade. Nesses casos, podem surgir sintomas como tristeza persistente, medo intenso ou preocupações excessivas, que acabam impactando o convívio social, o desempenho escolar ou profissional e a qualidade de vida.

Já os transtornos comportamentais se manifestam principalmente por meio de dificuldades no controle das ações e impulsos. Exemplos comuns incluem o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que pode provocar desatenção, inquietação e impulsividade; e os transtornos de oposição e conduta, caracterizados por comportamentos desafiadores e, por vezes, até mesmo agressivos.

É importante lembrar que esses transtornos não definem quem a pessoa é, nem são resultado de “fraqueza” ou falta de vontade. Eles têm origem em diversos fatores, como genética, ambiente, experiências de vida e funcionamento do cérebro. O diagnóstico e o acompanhamento especializado são essenciais para promover o desenvolvimento saudável e o bem-estar emocional.

Se houver dúvidas ou sinais de sofrimento, buscar o apoio de um profissional faz toda diferença. O olhar cuidadoso pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e encontrar caminhos para superar as dificuldades.
Quando falamos em transtornos emocionais e comportamentais, estamos lidando com manifestações do sofrimento psíquico que escapam ao controle da pessoa — e que impactam diretamente sua forma de sentir, pensar, reagir e se relacionar com o mundo.

No consultório, não é raro ouvir algo como: ‘Eu não sei por que me sinto assim’ ou ‘Não entendo por que ajo desse jeito’. E aí está a chave: esses transtornos não são uma escolha consciente. São formas como a mente responde quando algo dentro de nós perde o eixo.

Alguns transtornos se instalam no território da emoção:
A ansiedade, por exemplo, não é apenas preocupação — é um estado de alerta constante, que transforma o cotidiano em terreno instável.
A depressão, por sua vez, não é só tristeza — é um esvaziamento afetivo, uma perda de energia vital que pode tomar o corpo, o pensamento e até a esperança.
O pânico surge como uma explosão interna, sem aviso, como se o corpo reagisse a uma ameaça que não está lá, mas que parece absolutamente real.

Outros transtornos se manifestam no comportamento:
Em crianças e adolescentes, por exemplo, vemos condutas desafiadoras, impulsividade, agressividade, desobediência frequente — e, por trás disso, muitas vezes, uma dor mal compreendida.
Transtornos como o TDAH ou o Transtorno Desafiador de Oposição não são falta de educação — são alterações nos circuitos de autorregulação, que afetam como o sujeito responde a regras, frustrações e limites.
Mesmo no adulto, comportamentos impulsivos ou destrutivos podem ser expressão de algo muito mais profundo: uma falha na capacidade de elaborar o afeto, o desejo, o conflito.

Em comum, todos esses transtornos carregam um elemento fundamental: o sofrimento humano que precisa ser escutado, nomeado e compreendido.
Eles não são um rótulo. São sinalizadores — avisos de que algo no psiquismo está fora do compasso e pede cuidado.

Por isso, diagnosticar não é encaixar em uma caixa. É dar nome à dor.
E tratar é abrir espaço para reconstruir caminhos de equilíbrio, onde o sujeito não seja definido pelo transtorno — mas compreendido a partir dele.
Dra. Ana Paula Bueno Moreali
Psicólogo
Brasília
Vamos lá: Antes de começar é extremamente importante lembrar que nem tudo é transtorno mental, ok? E que quando identificamos alguma dessas condições, não definimos quem a pessoa é, apenas nomeamos uma parte, aquela que representa um intenso sofrimento psíquico e que sim, podem ser cuidadas com escuta qualificada, apoio e tratamento adequado.
Mas respondendo sua pergunta: Os transtornos emocionais e comportamentais são muitos e bem diversos. Geralmente, envolvem dificuldades e disfunções na forma como a pessoa sente, pensa e se comporta no mundo. Alguns exemplos são os transtornos ansiosos, depressivos, de personalidade, de aprendizagem, do humor e transtornos afetivos. Espero ter ajudado. Abraços!

Você não está só.
Os transtornos emocionais e comportamentais compõem um amplo espectro de condições que afetam o modo como uma pessoa sente, pensa e age em relação a si, aos outros e ao mundo ao redor. Tais transtornos envolvem alterações no humor, nos afetos, no controle das emoções e na regulação dos comportamentos, impactando significativamente a qualidade de vida, a convivência social, o desempenho escolar ou profissional e o bem-estar geral.

Entre os transtornos emocionais mais frequentemente observados estão os transtornos de ansiedade (como o transtorno de ansiedade generalizada, fobias, transtorno do pânico e transtorno obsessivo-compulsivo), os transtornos depressivos (por exemplo, depressão maior e distimia), e os transtornos do humor, nos quais se destacam o transtorno bipolar e os episódios de mania ou hipomania. Os indivíduos afetados podem experimentar sintomas como angústia persistente, tristeza intensa, irritabilidade, medo excessivo, preocupações desproporcionais, instabilidade emocional, entre outros.

Os transtornos comportamentais, por sua vez, envolvem padrões persistentes de atitudes e ações desadaptativas ou inadequadas ao contexto, muitas vezes com prejuízo significativo nas relações interpessoais e no funcionamento cotidiano. Dentre eles, destacam-se o transtorno de conduta, transtorno desafiador opositivo, transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), além de comportamentos impulsivos, agressivos ou antissociais.

Vale ressaltar que muitos transtornos emocionais e comportamentais podem coexistir, dificultando o diagnóstico e exigindo uma abordagem multidisciplinar. A busca de avaliação especializada é essencial para um manejo adequado, além do suporte psicoterápico, intervenções educacionais e, quando indicado, o uso de medicação. O acolhimento, o respeito à individualidade e o fortalecimento de redes de apoio são fundamentais para promover um desenvolvimento saudável e uma vida mais equilibrada para pessoas com essas condições.

Se precisar de mais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos mais inclusivos e humanos.
Abraços
 Luciana Mandelli
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Nem todo sofrimento vira diagnóstico.
Mas alguns padrões emocionais e comportamentais se tornam tão persistentes, tão intensos ou tão desregulados que passam a comprometer o viver, o conviver e o se perceber.
É aí que falamos de transtornos emocionais e comportamentais.

Abaixo, os principais grupos:

Transtornos de Ansiedade
O corpo em alerta, a mente acelerada, o futuro como ameaça constante.
Incluem:
• Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
• Fobias específicas
• Transtorno de Pânico
• Transtorno de Ansiedade Social
• Transtorno de Ans. de Separação
• Mutismo seletivo

Transtornos Depressivos
A vitalidade se esconde, o mundo perde cor.
Incluem:
• Transtorno Depressivo Maior
• Distimia (transtorno depressivo persistente)
• Transtorno Disfórico Pré-Menstrual
• Episódios depressivos dentro do Transtorno Bipolar

Transtornos de Conduta e Controle de Impulsos
Quando o agir vem antes do pensar — e às vezes, contra o sentir.
Incluem:
• Transtorno de Conduta
• Transtorno Opositivo-Desafiador
• Transtorno Explosivo Intermitente
• Cleptomania
• Piromania

Transtornos de Personalidade
Padrões rígidos, intensos e duradouros na forma de sentir, pensar e se relacionar.
• Transtorno Borderline
• Narcisista
• Antissocial
• Evitativo
• Dependente
• Esquizotípico
(entre outros)

Transtornos do Humor (Afetivos)
Oscilações de humor que vão além do temperamento — impactam escolhas, relações e identidade.
• Transtorno Bipolar I e II
• Ciclotimia

Transtornos Obsessivo-Compulsivos e Relacionados
Ideias que se impõem, comportamentos que aliviam (mas escravizam).
• TOC
• Tricotilomania (arrancar cabelos)
• Dermatillomania (cutucar a pele)
• Acumulação

Transtornos do Neurodesenvolvimento (com impacto emocional e comportamental)
Quando o jeito de sentir e agir carrega diferenças estruturais desde o início da vida.
• TDAH
• Transtornos do Espectro Autista
• Transtornos de Aprendizagem
• Deficiência Intelectual

Transtornos Reativos e Relacionais
Rompimentos precoces, vínculos feridos, desorganização afetiva.
• Transtorno de Apego Reativo
• Transtorno de Relacionamento Social Desinibido
• Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

Importante lembrar:
Nem todo comportamento disfuncional é transtorno.
Nem toda emoção intensa precisa ser contida.
Mas quando o sofrimento começa a limitar o viver, o sonhar e o se expressar… é hora de acolher com profundidade e ciência.

O diagnóstico não é um rótulo.
É um mapa — que só faz sentido se for lido junto com a pessoa.
Busque apoio profissional para estudo particular e especifico. :)
Transtornos emocionais e comportamentais abrangem uma ampla gama de condições que afetam o humor, as emoções e o comportamento de uma pessoa, impactando sua capacidade de funcionar normalmente na vida diária. Esses transtornos podem variar desde condições mais comuns como ansiedade e depressão, até condições mais graves como esquizofrenia e transtornos de personalidade.
Olá, como vai?

Os transtornos emocionais e comportamentais englobam condições que afetam de forma significativa o modo como a criança ou o adolescente regula suas emoções, comportamentos e relacionamentos sociais. Esses quadros costumam surgir na infância ou adolescência e podem interferir intensamente na vida escolar, familiar e social, exigindo uma escuta atenta, diagnóstico cuidadoso e intervenções específicas. São exemplos importantes o Transtorno de Ansiedade de Separação, o Transtorno de Ansiedade Generalizada, os Transtornos Depressivos, o Transtorno Desafiador Opositivo (TDO), o Transtorno de Conduta e os Transtornos Disruptivos, do Controle de Impulsos e da Conduta.

Do ponto de vista das neurociências, essas manifestações podem estar associadas a alterações no funcionamento de áreas cerebrais ligadas ao controle das emoções, como o córtex pré-frontal e a amígdala, além de envolverem fatores genéticos, ambientais e experiências precoces adversas. A convivência com violência doméstica, negligência afetiva ou instabilidade nos vínculos familiares, por exemplo, pode impactar significativamente o desenvolvimento emocional e comportamental, favorecendo a emergência desses quadros.

Já pela psicanálise, os transtornos emocionais e comportamentais não são vistos como falhas isoladas, mas como expressões subjetivas de um sofrimento psíquico. A forma como a criança se comporta, desafia limites ou se retrai pode ser compreendida como um modo de se posicionar no laço com o outro, sinalizando conflitos internos, demandas de reconhecimento ou dificuldades na constituição do eu. Por isso, mais do que apenas controlar sintomas, o tratamento deve considerar o contexto relacional da criança, seus modos de se expressar e as funções que o sintoma ocupa em sua economia psíquica.

É fundamental que o diagnóstico não se reduza a rótulos, mas abra caminhos para a construção de vínculos terapêuticos e estratégias de cuidado que incluam a família, a escola e, sempre que necessário, serviços públicos como o CAPS infantil. O acompanhamento clínico contínuo, a escuta sensível e o investimento em ambientes acolhedores fazem toda a diferença para que a criança possa elaborar seu sofrimento e desenvolver recursos mais saudáveis de enfrentamento.

Espero ter ajudado, fico à disposição.
Transtornos emocionais e comportamentais são dificuldades que afetam a maneira como sentimos, pensamos e agimos no dia a dia. Eles podem causar sofrimento e dificultar nossas relações e atividades.

Alguns exemplos comuns são:
• Ansiedade: quando sentimos medo ou preocupação demais, que atrapalha nosso bem-estar.
• Depressão: momentos em que sentimos tristeza profunda e falta de vontade nas coisas que gostamos.
• Estresse pós-traumático: quando algum acontecimento difícil fica muito presente na nossa mente, causando medo e ansiedade.
• Transtornos alimentares: quando a relação com a comida e o corpo gera sofrimento, como controlar demais o que come ou comer em excesso.
• Dificuldades de comportamento: especialmente em crianças e adolescentes, com impulsos fortes, dificuldades em seguir regras ou se relacionar.
Cada pessoa é única, e essas dificuldades podem se manifestar de formas diferentes. Procurar ajuda profissional é um passo importante para entender e cuidar melhor de si.
Qualquer dúvida estou á disposição.
Os transtornos emocionais e comportamentais são condições que afetam o modo como a pessoa pensa, sente, age e se relaciona com os outros. Eles podem se manifestar na infância, adolescência ou idade adulta, com diferentes graus de intensidade e impacto na vida cotidiana.
Grupo de condições que afetam o humor, pensamentos e comportamento de uma pessoa, causando dificuldades significativas em diversas áreas da vida. Eles podem se manifestar de várias formas, como depressão, ansiedade, transtornos de conduta e outros.

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