Qual é a quantidade correta de proteína e carboidrato para hipertrofia?
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Qual é a quantidade correta de proteína e carboidrato para hipertrofia?
Olá! Não existe uma quantidade correta pois esses valores podem variar bastante de acordo com diversos fatores: teu peso atual, composição corporal, exames bioquímicos, objetivo final (o quanto de hipertrofia você está buscando?), nível e tipos de atividade física que você pratica, gasto energético com as atividades do seu dia-a-dia etc. De uma forma geral, para hipertrofia recomenda-se um consumo de 1,6 até 2,5 gramas de proteína por Kg/dia, já a recomendação de carboidrato pode variar bastante de acordo com as calorias totais da tua dieta. Espero ter ajudado e fico à disposição para agendarmos uma consulta!
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Olá boa noite, antes de qualquer coisa é necessário calcularmos o seu balanço energético em kilo calorias . Para ocorrer uma hipertrofia muscular significativa é necessário que você entre em superavit calórico, ou seja, consumo energético acima do seu gasto, pois essa energia excedente que será sintetizada no seu sarcoplasma em forma de glicogenio, e os aminoácidos excedentes serão captados pelo ribossomo pelo estímulo da via MTOR . A partir do balanço em superavit, que se faz a melhor distribuição dos seus macronutrientes, porém é necessário que seja quantificado o seu GET (gasto energético total), através da equação adequada ao seu perfil do IMC, assim é possível determinar o VET de consumo e a distribuição dos macros . No seu caso o mais adequado é marcar uma consulta nutricional para calcularmos todas variáveis. Abraços
Olá!
As quantidades são individualizadas e requerem cálculos relacionados à sua composição corporal específica, além do seu nível de atividade física, intensidade de treinamento, rotina e outras especificidades. Recomendo investir em uma consulta com um nutricionista para ter um plano alimentar personalizado voltado pras suas necessidades individuais. Indico, ainda, um acompanhamento, uma vez que a progressão dentro do esporte requer reajustes e novas estratégias nutricionais constantes. Caso se interesse, estou à disposição!
As quantidades são individualizadas e requerem cálculos relacionados à sua composição corporal específica, além do seu nível de atividade física, intensidade de treinamento, rotina e outras especificidades. Recomendo investir em uma consulta com um nutricionista para ter um plano alimentar personalizado voltado pras suas necessidades individuais. Indico, ainda, um acompanhamento, uma vez que a progressão dentro do esporte requer reajustes e novas estratégias nutricionais constantes. Caso se interesse, estou à disposição!
Te convidamos para uma consulta: Nutrição esportiva - R$ 300
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Olá!
Primeiramente precisamos avaliar as suas medidas na antropometria, como as circunferências, adipômetro e peso. Assim, calcula-se o VET (valor energético total) com a distribuição dos macronutrientes (carboidrato, proteína, lipídeo) e os micronutrientes (vitaminas e minerais) para cada paciente, baseado não apenas nos dados colhidos na antropometria como também no tipo de exercício, duração do mesmo, frequência e outras variáveis que podem acontecer, a depender da pessoa, como se treina dois tipos de exercícios num mesmo dia. Ou seja, vou citar um exemplo: se treina aeróbico (esteira, bicicleta são exemplos) de manhã e anaeróbico (treino de força) à tarde e/ou noite.
Para você ter uma ideia, para treinos anaeróbicos o recrutamento de macronutrientes é diferente do que no treino aeróbico, e isso varia também com o tempo e frequência do exercício realizado.
Portanto, o meu principal conselho é que você passe por uma consulta com nutricionista, para avaliar não apenas a sua rotina de treino como todo seu histórico clínico e te passar uma alimentação individualizada voltada para seu objetivo.
Abraço.
Primeiramente precisamos avaliar as suas medidas na antropometria, como as circunferências, adipômetro e peso. Assim, calcula-se o VET (valor energético total) com a distribuição dos macronutrientes (carboidrato, proteína, lipídeo) e os micronutrientes (vitaminas e minerais) para cada paciente, baseado não apenas nos dados colhidos na antropometria como também no tipo de exercício, duração do mesmo, frequência e outras variáveis que podem acontecer, a depender da pessoa, como se treina dois tipos de exercícios num mesmo dia. Ou seja, vou citar um exemplo: se treina aeróbico (esteira, bicicleta são exemplos) de manhã e anaeróbico (treino de força) à tarde e/ou noite.
Para você ter uma ideia, para treinos anaeróbicos o recrutamento de macronutrientes é diferente do que no treino aeróbico, e isso varia também com o tempo e frequência do exercício realizado.
Portanto, o meu principal conselho é que você passe por uma consulta com nutricionista, para avaliar não apenas a sua rotina de treino como todo seu histórico clínico e te passar uma alimentação individualizada voltada para seu objetivo.
Abraço.
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Olá, não existe um valor exato. Existem recomendações para cada macro nutriente. Mesmo assim, o valor é relativo e individualizado. De acordo com o seu peso, altura, nível de atividade física, qual a atividade que faz, duração, frequência, intensidade. Então não há como responder sem te conhecer.
Fico á disposição para orienta-lo melhor.
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Para hipertrofia, as necessidades de proteína e carboidrato variam conforme fatores individuais como peso, nível de atividade e metas específicas de treino, mas em geral, a ingestão de ambos precisa ser bem ajustada para dar suporte ao ganho de massa muscular.
A quantidade de proteína recomendada para hipertrofia costuma girar em torno de 1,6 a 2,2 gramas por quilo de peso corporal por dia. No entanto, uma alimentação com proteína de qualidade e bem distribuída ao longo do dia é essencial para que o organismo absorva e utilize esses nutrientes de forma ideal.
Já para os carboidratos, recomenda-se algo em torno de 4 a 7 gramas por quilo de peso corporal. A razão para essa faixa é que os carboidratos são a principal fonte de energia para exercícios de alta intensidade, como o treinamento de força, e ajudam a manter a reserva de glicogênio muscular, essencial para que você consiga realizar treinos com mais intensidade e por mais tempo.
Essas diretrizes não são regras fixas, e é natural fazer ajustes ao longo do caminho, dependendo da resposta do corpo, do nível de desempenho e do objetivo de ganho muscular. Consultar um nutricionista para personalizar essas metas sempre traz os melhores resultados, já que ele poderá avaliar outros fatores, como descanso e suplementação, que também influenciam diretamente no ganho de massa.
A quantidade de proteína recomendada para hipertrofia costuma girar em torno de 1,6 a 2,2 gramas por quilo de peso corporal por dia. No entanto, uma alimentação com proteína de qualidade e bem distribuída ao longo do dia é essencial para que o organismo absorva e utilize esses nutrientes de forma ideal.
Já para os carboidratos, recomenda-se algo em torno de 4 a 7 gramas por quilo de peso corporal. A razão para essa faixa é que os carboidratos são a principal fonte de energia para exercícios de alta intensidade, como o treinamento de força, e ajudam a manter a reserva de glicogênio muscular, essencial para que você consiga realizar treinos com mais intensidade e por mais tempo.
Essas diretrizes não são regras fixas, e é natural fazer ajustes ao longo do caminho, dependendo da resposta do corpo, do nível de desempenho e do objetivo de ganho muscular. Consultar um nutricionista para personalizar essas metas sempre traz os melhores resultados, já que ele poderá avaliar outros fatores, como descanso e suplementação, que também influenciam diretamente no ganho de massa.
Para promover a hipertrofia muscular, a ingestão de proteína deve ser entre 1.6 a 2.2 gramas por quilograma de peso corporal por dia, sendo que a extremidade mais alta dessa faixa é benéfica para indivíduos com treinos intensivos. Já os carboidratos devem variar entre 3 a 6 gramas por quilograma por dia, dependendo da intensidade e duração dos treinos, pois são essenciais para fornecer energia e ajudar na recuperação muscular. Distribuir o consumo desses macronutrientes ao longo das refeições diárias, especialmente proteína em cada refeição e carboidratos próximo aos treinos, é crucial. Consultar um nutricionista que pode otimizar essas recomendações para atender às necessidades individuais.
Busque atendimento nutricional adequado e tratado com individualidade. Estou disponível para agendamento de consulta.
Olá, isso precisa ser analisado individualmente, a quantidade correta para uma pessoa não vai ser a mesma para outra, depende das características individuais de cada um, do tipo de exercício praticado, da intensidade do exercício, da sua composição corporal e de outros fatores. Procure um nutri que faça uma avaliação individual.
o correto é primeiro avaliar o estado de saúde e composição corporal para então montar uma dieta focada em hipertrofia. O ideal é ter fontes de proteina, como ovo, iogurte, leite, carne, frango, peixe, queijo com baixo teor de gordura, feijão, soja, grão de bico, aveia, linhaça, alinhado a fontes de carboidrato, como frutas, verduras, arroz, mandioca, pão, inhame, batata, batata doce, em todas as refeições.
Não existe uma quantidade “única e correta” que sirva para todas as pessoas. As necessidades de proteína e carboidrato para hipertrofia variam bastante conforme as particularidades individuais.
Fatores como peso, altura, composição corporal, sexo, idade, rotina diária, nível de atividade física, tipo de treino praticado, intensidade dos exercícios, condições de saúde, metabolismo e objetivo específico podem mudar significativamente as necessidades nutricionais.
Por isso, duas pessoas com o mesmo peso podem ter necessidades completamente diferentes dependendo da quantidade de massa muscular, percentual de gordura, gasto energético diário e frequência de treino.
Em relação às proteínas, a faixa mais estudada para praticantes de musculação costuma girar em torno de aproximadamente 1,4 a 2,2 g por kg de peso corporal ao dia em indivíduos com composição corporal adequada e treinamento regular.
Mas existe um detalhe importante: pessoas com sobrepeso, obesidade ou percentual de gordura muito elevado nem sempre devem usar o peso corporal total para esse cálculo, porque isso pode superestimar bastante a necessidade proteica real.
Outro ponto que gera muita confusão é que a contagem proteica considera toda a proteína consumida no dia, e não apenas carnes, ovos ou whey protein. Alimentos como arroz, feijão, leite, aveia, pães e outros também contribuem para o total diário.
Já os carboidratos costumam ser subestimados por muitas pessoas que buscam hipertrofia. Eles têm papel fundamental no desempenho do treino, reposição de glicogênio, recuperação muscular e manutenção da intensidade do exercício.
Dietas baixas em carboidratos podem prejudicar rendimento, recuperação e até dificultar ganho de massa em algumas pessoas, especialmente em quem treina com maior volume ou intensidade.
Também é importante entender que exagerar na proteína não acelera indefinidamente a hipertrofia. Excesso proteico também fornece calorias e pode contribuir para ganho de gordura corporal se houver superávit calórico elevado. Além disso, aumentar proteína em excesso muitas vezes reduz espaço para carboidratos importantes para performance e construção muscular.
Na prática, hipertrofia costuma depender muito mais de equilíbrio nutricional, treino bem estruturado, sono adequado e constância do que de buscar números extremos de proteína.
Fatores como peso, altura, composição corporal, sexo, idade, rotina diária, nível de atividade física, tipo de treino praticado, intensidade dos exercícios, condições de saúde, metabolismo e objetivo específico podem mudar significativamente as necessidades nutricionais.
Por isso, duas pessoas com o mesmo peso podem ter necessidades completamente diferentes dependendo da quantidade de massa muscular, percentual de gordura, gasto energético diário e frequência de treino.
Em relação às proteínas, a faixa mais estudada para praticantes de musculação costuma girar em torno de aproximadamente 1,4 a 2,2 g por kg de peso corporal ao dia em indivíduos com composição corporal adequada e treinamento regular.
Mas existe um detalhe importante: pessoas com sobrepeso, obesidade ou percentual de gordura muito elevado nem sempre devem usar o peso corporal total para esse cálculo, porque isso pode superestimar bastante a necessidade proteica real.
Outro ponto que gera muita confusão é que a contagem proteica considera toda a proteína consumida no dia, e não apenas carnes, ovos ou whey protein. Alimentos como arroz, feijão, leite, aveia, pães e outros também contribuem para o total diário.
Já os carboidratos costumam ser subestimados por muitas pessoas que buscam hipertrofia. Eles têm papel fundamental no desempenho do treino, reposição de glicogênio, recuperação muscular e manutenção da intensidade do exercício.
Dietas baixas em carboidratos podem prejudicar rendimento, recuperação e até dificultar ganho de massa em algumas pessoas, especialmente em quem treina com maior volume ou intensidade.
Também é importante entender que exagerar na proteína não acelera indefinidamente a hipertrofia. Excesso proteico também fornece calorias e pode contribuir para ganho de gordura corporal se houver superávit calórico elevado. Além disso, aumentar proteína em excesso muitas vezes reduz espaço para carboidratos importantes para performance e construção muscular.
Na prática, hipertrofia costuma depender muito mais de equilíbrio nutricional, treino bem estruturado, sono adequado e constância do que de buscar números extremos de proteína.
Especialistas
Fábio M. Fernandes Nunes
Cardiologista, Médico clínico geral, Nutrólogo
Uberlândia
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