Uma pessoa com transtorno bipolar que seja funcional e devidamente tratado, exerça uma profissão (en

46 respostas
Uma pessoa com transtorno bipolar que seja funcional e devidamente tratado, exerça uma profissão (ensino superior) poderia se tornar psicanalista ou psicólogo ou a sua patologia o impediria?
Dra. Luar Violeta Perez
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Claro que poderia, sua patologia não iria atrapalhar em nada, o importante é sempre estar em terapia e fazendo o tratamento medicamentoso.

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 Camila Polese de Oliveira
Psicólogo, Psicanalista
Santo André, SP
Pra ser psicólogo e psicanalista, é preciso de estudos, supervisão e análise pessoal. Tendo transtorno bipolar ou não, sempre haverão empecilhos pessoais no caminho. Cabe a quem pretende ser psicanalista/psicólogo manter este tripé (estudo, supervisão e análise). Um caminho interessante é você conversar com seu analista (ou começar uma terapia caso não faça), para investigar o seu receio de que isto possa te impedir de trabalhar nessa área.
Abraços
 Dora Costa
Psicólogo, Psicanalista
Brasília
É possível se você diz que está devidamente tratado . Porém existe um longo percurso a seguir. Em psicanálise trabalha-se com o desejo e o mesmo é sinônimo de poder , é importante levar seu desejo para discutir com seu analista.
Talvez seja necessário reformular esta pergunta para você mesmo. Um bom lugar para se perguntar sobre isso é em uma análise. No processo de análise você mesmo vai poder descobrir se isso é possível para você, se é isso mesmo que você deseja. Espero ter ajudado.
 Teresa Cristina de Oliveira
Psicanalista, Psicólogo
Goiânia
A consciência dos próprios limites, dos gatilhos de uma crise , podem até ajudar a ter uma escuta empatica ; como ser psicólogo e/ou psicanalista requererem estudos e supervisão, sem dúvida alguma que você pode ser profissional desta área.
 Angela Maria da Silva
Psicanalista, Psicólogo
Guarulhos
Acredito que este profissional deve que deseja ser um psicólogo Psicanalista, precisa estar com o quadro apresentado acima , sendo bem assistido ,por psiquiatra e psicanalista , e estes profissionais podem com muita responsabilidade avaliar se está apto para o exercício da profissão , que exige muito estudo , supervisão e análise pessoal .
 Tânia Passos Dickie
Psicanalista, Psicólogo, Sexólogo
Petrópolis
Sua pergunta fala que a pessoa está devidamente tratada. Eu acrescentaria também, conscientizada de sua condição e de seus limites. A psicanálise irá mostrar o quanto de cura e estável se sente, para lidar com as questões alheias. Sendo submetida às suas próprias sessões, ninguém melhor que seu analista pode acreditar na sua capacidade. E sobretudo a própria pessoa confiar em si de tal forma que possa também passar confiança aos seus analisandos. Desta forma concordo que poderá atuar e dar o melhor de si. Pois a profissão exige bastante. Boa sorte!
Dra. Monique Aguiar
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá!!! Não teria nenhum problema. A pessoa precisa manter sua terapia e tratamento. Concomitantemente aos estudos para ambas profissões.
 Gabriela Sanches
Psicanalista, Psicólogo
Londrina
Olá, como vai? Como psicanalista, minha visão é a de que seguindo a ética da psicanálise, aquela que a psicanálise propõe, juntamente com análise pessoal, supervisão para casos que sinta necessidade, análise de controle e debruçando-se sobre o estudo da mesma, não haveria empecilho algum para o exercício. Espero ter auxiliado de alguma forma.

Abçs.
 Gabriela Bosa
Psicólogo, Psicanalista
Curitiba
Sim, é possível que a pessoa exerça a profissão, porém, é importante que, como qualquer psicólogo e psicanalista, esteja se dedicando, além do estudo teórico, à terapia e análise pessoais. É esta dedicação contínua que autoriza que o profissional exerça de forma suficiente seu trabalho.
 Weslley Sá Farias
Psicólogo, Psicanalista
Aracaju
Olha, eu acho que o colega Paulo Renato fez uma observação extremamente pertinente. Há algumas formas de estruturação da subjetividade que quando vão para a posição de psicanalista, na clínica, podem ser comprometedoras tanto para o analista quanto para o analisando. As informações que você me traz são insuficientes para avaliar isto, mas se a pessoa se estrutura, preponderantemente, na psicose, tal como o Paulo falou, é realmente comprometedor. Mas, indo além disso, de forma geral, independentemente do transtorno pessoal que um psicanalista tenha, ele precisa lidar, a cada atendimento que faz, com o desafio de identificar o que é a sua própria questão naquele momento e o que é questão do seu analisando, em que ponto de si próprio tal questão lhe toca, distinguir as histórias de vida, apesar das semelhanças, avaliar a interferência do é que seu sobre o que é do outro e aceitar o fato que cada um irá passar pela mesma questão de formas diferentes, bem como encontrará soluções diferentes. Enfim, para certificar-se de que é ou não fator impeditivo, é necessário passar pela experiência da análise pessoal.

 Carolina Ribeiro dos Santos
Psicólogo, Psicanalista
Curitiba
Olá! O transtorno bipolar não é nenhum impedimento para a formação de psicólogo e/ou psicanalista. Se a pessoa mantiver o tripé: estudos teóricos, supervisão e análise/psicoterapia, entende-se que ela esteja apta a trabalhar suas questões pessoais de forma a não atrapalhar seu trabalho, seja um transtorno diagnosticado ou outras questões psíquicas, que sabemos, todos nós temos e precisamos levar em consideração, principalmente para exercer a profissão de psicanalista/psicólogo. Espero ter ajudado. Att. Carolina
 Cleide Marchiotti
Psicólogo, Psicanalista
Maringá
Ola! Claro que poderia. Como você mesmo coloca "devidamente tratado" e isso em todas as profissões. Na nossa profissão de psicanalista, temos que ter sempre em pauta o cuidado para com nossos pacientes e por isso o tripé é muito importante, ou seja, análise pessoal, supervisão e estudos teóricos continuado.
 Thiago Afonso
Psicanalista
Campinas
Transtorno bipolar tem cura ao contrário do que dizem e sou polêmico por afirmar isso. Só tem que saber "onde apertar o parafuso". Quanto a atender se a pessoa não estiver em estado de equilíbrio convém ela se preservar.
Dr. Jorge Luiz Souza de Oliveira
Psicanalista
Feira de Santana
Certamente! Nada o impediria, siga em frente, cumpra as etapas exigidas e sucesso!!
 Fernando Toledo Mello Filho
Psicanalista
Campinas
Poderia exercer sim a profissão, desde que devidamente tratada, com um acompanhamento de um profissional para ele continuar seu tratamento e um supervisor para acompanhamento do seu trabalho.
 Daniel Strucchi
Terapeuta complementar, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá ! Sim, você poderá desempenhar estas atividades. Procure encarar a Depressão Bipolar como transitória e não permanente. Busque tratamentos recentes da Psiquiatria e da Psicologia para ter melhores resultados. Um abraço
Dra. Kennia Wandenkolk
Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá!!! A Psicanálise não trabalha com diagnóstico. Todo ser humano carrega em si dores e vivências. Alguns convivem com Transtornos, que se tratados devidamente com terapia/análise e medicamentos que propiciem o equilíbrio, os possibilitam a trabalhar ou exercer o ofício que desejar.
Um Psicanalista precisa ter o desejo e sustentar este desejo de ser e, para a formação e percurso da Psicanálise, precisará manter o tripé defendido por Freud: Teoria, Análise Pessoal e Supervisão. Leve este assunto para a análise!!!
 Maria Alice Nahes
Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá. Claro! A bipolaridade não interferiria em sua profissão, caso este mantenha um acompanhamento e um cuidado contínuo em relação a sua condição. Vale ressaltar que, se este indivíduo busca, por exemplo, se tornar um psicanalista, o seu modo de ser e estar no mundo não influencia a sua função de analista, uma vez que ser um psicanalista implica em um outro modo de se relacionar com o paciente, isto é: um modo em que quem estará ali presente será o profissional e não o pessoal. Espero ter auxiliado. Estou à disposição.
 Otávio Calile
Psicólogo, Psicanalista
Brasília
É possível sim. No caso de psicanalistas, a análise pessoal é uma condição para o exercício de sua função. Durante esse processo, o objetivo da análise é a criação de possibilidades de existência a partir da identificação de seu sintoma.
 Alexandra Cavalheiro
Psicanalista
Niterói
Pode com certeza, seguindo em paralelo sua análise pessoal. Esse é o primeiro passo para se tornar psicanalista. Mais tarde poderá seguir formações teóricas e participar numa escola de psicanálise, e quando o tempo chegar começar a atender, tendo sempre supervisão de casos. Com tudo isso você vai construindo o seu estilo e o seu trabalho. Por vezes certas patologias nos obrigam a parar, retomar mais tarde...mas é como todos os obstáculos da vida.
 Daiane Brang Feldhaus
Psicanalista, Terapeuta complementar
Rio Do Sul
Não impediria! Mas seria recomendado que faça o tratamento para esses problemas para ter um bom rendimento como profissional.
 Rafaela Maluf
Psicólogo
São Paulo
O Transtorno Bipolar não necessariamente impede alguém de exercer uma profissão ou de se tornar um psicanalista ou psicólogo, desde que a pessoa esteja devidamente tratada e funcional. É importante lembrar que o transtorno bipolar pode afetar a estabilidade emocional e o humor da pessoa, o que pode impactar no desempenho profissional e na relação com pacientes, especialmente se o tratamento não estiver adequado. No entanto, cada caso é único e deve ser avaliado individualmente por um profissional de saúde mental.
Dr. André Salvador
Psicanalista
Niterói
Sim, uma pessoa que tem transtorno bipolar pode se tornar psicanalista. O transtorno bipolar é uma condição médica que pode ser tratada e gerenciada com medicamentos e terapias. O fato de uma pessoa ter transtorno bipolar não significa automaticamente que ela não pode ser psicanalista.

No entanto, é importante que a pessoa tenha controle sobre os sintomas do transtorno bipolar antes de buscar uma carreira como psicanalista. É importante que o psicanalista seja emocionalmente estável e tenha habilidades de comunicação e empatia para ajudar os pacientes.

Além disso, como em qualquer carreira de cuidados de saúde mental, um psicanalista deve ter consciência de seus próprios limites e estar disposto a procurar ajuda profissional se necessário. Se uma pessoa com transtorno bipolar estiver em tratamento adequado e estiver estável, ela pode ser capaz de ter uma carreira bem-sucedida como psicanalista.
Psicanálise é do bem e faz bem! Se precisar de ajuda, estamos a sua disposição!
Prof. Wesley Espinosa Santana
Psicanalista
São Paulo
Olá!!! Com certeza sim!! Vá em frente e faça o que deseja, pois, de uma forma ou de outra, é com as nossa dificuldades que encontramos situações significativas para o aprendizado e a conquista de objetivos!! Um abraço e se cuide!!
 Paula Moretti
Psicanalista
São Paulo
Para ser psicanalista, ao meu ver, é importante que a pessoa goste, em primeiro lugar, de escutar o outro, parece ser algo fácil mas, realmente, não é.
É importante também estar disposto a enfrentar seus próprios conflitos, independente da nomenclatura, utilização ou não de medicamentos, e essa parte fazemos em nossa análise pessoal.
Por último e não menos importante, gostar de estar sempre aprendendo sobre o ser humano e sua complexidade, isso inclui escutar a experiência de outros profissionais (supervisão) e toda bagagem teórica construída ao longo da jornada da Psicanálise e de outras áreas do conhecimento.
Tudo isso é um processo e vale a pena tentar caso seja seu desejo!
Sou suspeita pra falar, kkk, mas , é uma profissão muito gratificante.
Espero ter ajudado,
abraço

É uma pergunta importante e, felizmente, a presença de um transtorno bipolar não impede necessariamente alguém de se tornar um psicanalista, psicólogo ou profissional em qualquer campo. Muitas pessoas com transtorno bipolar são capazes de seguir carreiras de sucesso e realizar suas ambições educacionais e profissionais, desde que estejam devidamente tratadas e recebendo o apoio necessário. É fundamental destacar a importância do tratamento adequado para o transtorno bipolar. Isso envolve o acompanhamento médico por um psiquiatra e a adesão às recomendações de tratamento, que podem incluir medicação e terapia. Com o tratamento adequado, muitas pessoas com transtorno bipolar podem estabilizar seu humor e funcionar bem em suas vidas pessoais e profissionais. No entanto, é importante lembrar que a saúde mental deve ser uma prioridade. O estresse e as demandas da profissão de psicanalista ou psicólogo podem ser significativos, e é essencial que a pessoa com transtorno bipolar esteja atenta às suas necessidades emocionais e tome medidas para gerenciar o estresse de maneira eficaz. Além disso, ter um sistema de apoio sólido, incluindo um terapeuta pessoal, pode ser benéfico. Cada pessoa é única, e a decisão de seguir uma carreira em psicologia ou psicanálise dependerá de diversos fatores individuais. O transtorno bipolar não precisa ser um obstáculo intransponível, desde que seja devidamente gerenciado. Lembre-se de que muitos profissionais de saúde mental têm suas próprias experiências pessoais que os tornam mais empáticos e compreensivos em sua prática. O importante é cuidar da saúde emocional e seguir os caminhos que melhor atendam às suas necessidades e objetivos pessoais e profissionais.
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 Paulo Bonzanini
Psicanalista
Santo André
A pessoa com transtorno bipolar, desde que esteja em tratamento adequado e seja funcional, pode seguir uma carreira no campo da psicanálise, psicologia ou em qualquer outra área profissional para a qual tenha aptidão e interesse. O transtorno bipolar não deve ser um impedimento automático para a escolha de uma carreira, desde que a pessoa esteja estável emocionalmente e seja capaz de cumprir as responsabilidades associadas ao trabalho.
No entanto, é importante que a pessoa com transtorno bipolar esteja ciente dos desafios que podem surgir ao longo do caminho e esteja preparada para gerenciá-los. Isso pode incluir a necessidade de manter um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal, ter estratégias de autocuidado e apoio social, além de seguir um plano de tratamento consistente, que pode envolver medicação, terapia e outras abordagens recomendadas por profissionais de saúde mental.
Tanto na psicanálise quanto na psicologia, a empatia, a compreensão dos processos mentais e emocionais e a capacidade de estabelecer relacionamentos terapêuticos são habilidades essenciais. Se a pessoa com transtorno bipolar possuir essas habilidades e estiver comprometida com o seu próprio bem-estar e o bem-estar dos outros, então ela poderá exercer essas profissões de forma eficaz.
É importante ressaltar que a decisão de seguir uma carreira como psicanalista ou psicólogo deve ser tomada com cautela e em consulta com profissionais de saúde mental. Cada caso é único, e o apoio adequado pode ajudar a pessoa a alcançar seus objetivos profissionais de maneira saudável e sustentável.
 Valéria Rezende
Psicólogo, Psicanalista
Volta Redonda
Adorei a sua pergunta! Você não imagina a quantidade de profissionais de Saúde Mental que tem Transtorno Afetivo Bipolar e são ótimos clínicos! Tem uma psiquiatra que é professora da USP e fala abertamente sobre o seu diagnóstico. Mas, sabe por quê muitos profissionais não expõe essas questões? Porque infelizmente a sociedade ainda é muito preconceituosa. Muitos têm medo de perder pacientes e o respeito de outros profissionais. Mas, aos poucos isso vai se transformando. Seja como for, minha ideia é incentivar você a estudar sim e dedicar-se ao máximo em sua formação que deve ir além da teoria, ao incluir análise pessoal, supervisão de casos clínicos e também, o combate à desinformação e estigmas. Sim! O T.A.B. ainda é carregado de muito preconceito, inclusive por parte de profissionais de saúde. Desses, aliás, você deve fugir! Se precisar de mais alguma ajuda, não hesite em me chamar. Quero poder te ajudar!
 Filomena Caraschi
Psicanalista
Itapeva
Como Psicanalista acredito que depende muito da pessoa estar em tratamento contínuo. Por se tratar de um Transtorno, e que ocorre em vários graus, quando a medicação está sendo efetiva para o paciente, a pessoa pode passar a ter uma vida normal e ser o que ela quiser.
 Felipe Firenze
Psicanalista
Rio de Janeiro
A psicanálise pode ajudar a compreender os significados e os impactos emocionais por trás das oscilações do transtorno bipolar. Ela não substitui o tratamento médico, mas oferece um espaço de escuta e reflexão sobre seus sentimentos, histórias e conflitos, ajudando a ressignificar experiências. Cada pessoa é única, e o processo terapêutico se adapta a essa singularidade. Caso queira conversar mais sobre isso, estarei aqui para acolher suas questões. Um abraço!
 Elisabeth Marques
Psicanalista, Terapeuta complementar
Santos
Boa noite!!
Com certeza tem tudo para ser um incrivel colega, mediante ao quadro apresentado de estabilidade devido ao tratamento em dia. Porém, é indispensável estrar em acompanhamento psicanalítco para poder processar todas as informações vinda dos pacientes e trabalhar as transferencias e contra tranferencias que ocorrem, e cuidar em análise dos possíveis gatilhos. O humor controlado e estável pode ter levar a ser um excelente profissional. Parabéns e realize seu sonho. Estou a disposição
 Juliana Costa
Psicólogo, Psicanalista
Boa Vista
Sim, desde que esteja devidamente fazendo terapia e em tratamento. A bipolaridade com o tratamento adequado consegue se manter estável.
 Valter Rodrigues
Psicanalista, Psicólogo
Contagem
Uma pessoa com transtorno bipolar que esteja funcional e devidamente tratada pode sim se tornar psicanalista ou psicólogo. A condição não é um impedimento automático para a formação ou o exercício dessas profissões, desde que a pessoa mantenha um tratamento adequado e um acompanhamento contínuo.
Considerações Importantes
Tratamento e Estabilidade: É fundamental que a pessoa esteja em tratamento e tenha controle sobre os sintomas do transtorno bipolar. Isso geralmente envolve acompanhamento médico, terapia e, possivelmente, medicação.
Autoconhecimento e Supervisão: Para ser um bom profissional na área de psicologia ou psicanálise, é essencial ter autoconhecimento e estar ciente de como suas experiências pessoais podem influenciar sua prática. A supervisão clínica é uma parte importante do treinamento, permitindo que o profissional trabalhe suas questões pessoais em um ambiente seguro.
Empatia e Experiência Pessoal: Muitas pessoas com transtornos mentais desenvolvem uma empatia profunda devido às suas próprias experiências. Isso pode ser uma vantagem na prática clínica, pois permite uma compreensão mais rica das dificuldades enfrentadas pelos pacientes.
Avaliação Individual: Cada caso é único, e as capacidades de cada indivíduo podem variar. É importante que a pessoa avalie sua própria situação, considerando fatores como estresse, suporte social e habilidades de enfrentamento.
Conclusão
Portanto, com o tratamento adequado e uma abordagem consciente de suas próprias experiências emocionais, uma pessoa com transtorno bipolar pode seguir uma carreira bem-sucedida como psicanalista ou psicólogo. Se você ou alguém que você conhece está considerando essa trajetória, é aconselhável buscar orientação profissional para garantir que todas as necessidades de saúde mental sejam atendidas ao longo do caminho.
 Patricia Rodrigues
Psicanalista
Caraguatatuba
sim, pode exercer a função que desejar. att Psicanalista Patricia Rodrigues @psicanalista.patriciarodrigues
Olá. Sim, a pessoa pode se tormar pasicanalista, psicólogo ou qualquer outra profissão, a patologia não representa impedimento. Abraço
 Lucas Jerzy Portela
Psicanalista
Salvador
qualquer pessoa que tenha passado por sua psicanálise, como psicanalisando, até o fim pode se tornar psicanalista.
Olá,

Ao meu ver, não impediria, poderia ajudar. Quem possui algum transtorno sabe o que é sofrimento psiquico pela própria experiência, pode ter boa capacidade para compreender o sofrimento de outros.
 Vanessa Oliveira Martins
Psicólogo, Psicanalista
Londrina
O transtorno bipolar não impede que uma pessoa exerça funções intelectualmente exigentes, como a de psicólogo ou psicanalista. Na verdade, muitos profissionais da saúde mental convivem com diagnósticos diversos e, com acompanhamento contínuo, não só mantêm estabilidade, como desenvolvem uma escuta ainda mais sensível às dores do outro.
O ponto central está na funcionalidade: se o tratamento — seja com medicação, psicoterapia e autocuidado — está sendo eficaz a ponto de permitir organização da vida cotidiana, estabilidade emocional e reflexividade, não há impedimento ético ou legal. Tanto a psicologia quanto a psicanálise exigem que o profissional tenha um espaço de elaboração pessoal (análise e supervisão), justamente para lidar com as próprias questões de forma consciente e não projetá-las no paciente.
 Henara Ferreira
Psicanalista
Porto Alegre
A pessoa com transtorno bipolar, com tratamento medicamentoso e psicoterápico em dia, reconhecendo que precisa desses dois pilares pode ser um excelente profissional em qualquer área.
 Daniel  Castilhos
Psicanalista, Psicopedagogo
Porto Alegre
O que permite ser um psicólogo e ou psicanalista é o percurso de estudo, análise e terapia pessoal e supervisão técnica. Ter alguma características pessoal não é um empecilho para atuar na área.
Dr. Bruno Guimarães Tannus
Psicanalista, Médico de família
Curitiba
O fato de uma pessoa ter recebido o diagnóstico de transtorno afetivo bipolar não a impede de se tornar psicanalista, desde que ela consiga sustentar sua própria análise, de modo suficientemente duradouro e profundo, e esteja engajada em estudos permanentes e na transmissão da Psicanálise, bem como em supervisões frequentes dos casos clínicos que vier a atender.
Também acredito que o diagnóstico não necessariamente a impediria de se tornar psicólogo(a), desde que ela fosse aprovada no vestibular para o curso de Psicologia e conseguisse concluir a graduação nessa área.
 Andrea  Nathan
Psicanalista
São Paulo
Poderia sim. Desde que sempre mantenha o acompanhamento psiquiátrico e também a análise constante.
Dra. Ramone Santos
Terapeuta complementar, Psicanalista
Americana
Sim. Uma pessoa com Transtorno Bipolar, funcional e devidamente tratada, pode sim tornar-se psicóloga ou psicanalista.
O transtorno não é um impedimento legal, ético ou clínico por si só.
 Ramon Andrade
Psicanalista
Rio de Janeiro
O transtorno bipolar, quando devidamente acompanhado e tratado, não impede alguém de exercer uma profissão, inclusive na área da saúde mental. Ter um diagnóstico não invalida a capacidade intelectual, ética ou clínica de uma pessoa. O que importa é o grau de estabilidade, o cuidado contínuo com a própria saúde psíquica e o compromisso com a própria análise.

Na psicanálise, inclusive, considera-se fundamental que o analista tenha feito e continue fazendo seu próprio processo terapêutico. Isso vale para qualquer profissional, com ou sem diagnóstico. A experiência do sofrimento, quando elaborada, pode inclusive ampliar a capacidade de escuta.

Cada caso precisa ser avaliado de forma singular. Um acompanhamento terapêutico consistente pode ajudar a refletir sobre limites, possibilidades e escolhas profissionais de maneira responsável. Estou disponível para essa escuta e orientação.
Uma pessoa com transtorno bipolar, quando funcional e em tratamento adequado, não é impedida de cursar o ensino superior nem de atuar como psicólogo ou psicanalista. O diagnóstico, por si só, não invalida a capacidade profissional.
O que se mostra essencial é a estabilidade clínica, o compromisso com o tratamento, a análise pessoal, a supervisão e a sustentação de uma postura ética. Em períodos de instabilidade, pode ser necessário ajustar ou até suspender temporariamente a prática clínica, o que também faz parte da responsabilidade profissional.
Portanto, a patologia não impede o exercício dessas profissões; o fundamental é o cuidado contínuo consigo e a responsabilidade na atuação com o outro. Coloco-me à disposição para esclarecer dúvidas ou aprofundar essa reflexão, caso deseje.

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