Rua Vasco Fernandes Coutinho, 41, Campinas 13076-261
Emito recibo (Receita Saúde) para solicitação de reembolso junto ao seu plano.
Ler mais08/12/2025
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7 opiniões
Muito atencioso.
Primeira consulta já me sentir mais leve e seguro.
"Erick, você é um psicólogo excepcional! Sua abordagem empática e profissional me ajuda a encontrar clareza e força. Muito grato pela sua dedicação e apoio! #psicologia #gratidão"
A terapia tem sido um espaço muito importante de acolhimento e reflexão. Fico muito contente em estar aprendendo a me reconhecer em diferentes estacões e ao mesmo tempo cuidando/validando uma pequena criança do passado.
O Dr. Érick é um profissional incrível. Sempre muito atencioso, se importa com cada etapa do tratamento e conduz tudo de forma leve e acolhedora. Transmite segurança e cuidado em todo o processo!
Meu filho e eu fazemos terapia de família com o Erick, em pouco tempo já vejo mudanças significativas. Ele é um excelente profissional, empático, capacitado e comprometido. Recomendo muito.
Psicólogo atencioso e mostra o problema por um outro ponto de vista. Ótimo atendimento!
Um profissional atencioso e de excelente formação que busca a melhor forma de se conectar com o paciente para ajudá-lo em suas questões pessoais. Nota 10.
15 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Preciso de orientação sobre como ajudar meu pai, que desenvolveu consumo excessivo de álcool nos últimos anos. Ele passou a beber diariamente e, quando misturando bebida destilada, fica agressivo verbalmente e no dia seguinte não lembra do que aconteceu. Sempre que eu e meu irmão tentamos conversar com ele sobre diminuir ou buscar ajuda, ele reage com irritação. Existe alguma forma adequada de realizarmos uma intervenção familiar ou de abordar esse assunto sem piorar a situação? Qual seria o melhor caminho para incentivar que ele busque ajuda profissional?
Olá. É interessante o seu pai se perceber acolhido por você e pelo seu irmão. Posturas de embate (pare de beber, você precisa de ajuda...) podem desencadear mais agressividade. Procure conversar com ele em momentos em que ele esteja sóbrio.
Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.
Neste caso, em processo terapêutico, é necessário compreender essa identificação com feminino, bem como essa questão social, que foi trabalhada inicialmente.
Busque um/uma profissional que seu filho se sinta confortável em abrir essas questões tão particulares.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.