Maria Fernanda Talarico

Psicanalista · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP RJ 39657

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Pacientes fiéis

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Experiência

Ainda na adolescência iniciei meu primeiro processo de análise pessoal. As crises geradas por este período me alcançaram em cheio e me lançaram em um interesse não só pelo meu sofrimento pessoal, mas também pela subjetividade humana. A faculdade de psicologia veio como um caminho e é uma construção desde então. Já são quinze anos graduada e a formação segue até hoje.
Desde o início da minha prática clínica entendi que as questões sociais são fundamentais e influenciam diretamente na subjetividade individual. Por isso, fiz questão de atuar junto à população mais vulnerabilizada e as minorias sociais. Dessa forma, a Atenção Psicossocial pelo SUS tornou-se a via de trabalho e formação profissional. Fiz estágios, especialização e residência em serviços de saúde mental e trabalhei em diversos dispositivos como CAPS, emergência psiquiátrica, ambulatório ampliado, CAPSi, enfermaria psiquiátrica e residência terapêutica. Concomitantemente ao trabalho no consultório particular, que venho sustentando desde 2016.
A Psicanálise é a prática que encontrei para fazer a minha análise pessoal há vinte anos. E é a partir dessa minha experiência e dos efeitos subjetivos vividos por mim que pauto também meu trabalho clínico na ética da Psicanálise.
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicanálise com adolescentes
  • Psicanálise com adultos
  • Psicologia psicanalítica
  • Psicanálise para mulheres
  • Atendimento adulto e infantil
  • Saúde mental
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Pacientes que trato

Adultos
Crianças a partir dos 13 anos de idade (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (4)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicanálise

    R$ 150 - R$ 180

  • Psicanálise com adolescentes

    R$ 180

  • Tratamento da síndrome do pânico

    R$ 180

  • Tratamento da depressão

    R$ 180

  • Tratamento da ansiedade

    R$ 150 - R$ 180

Artigos

Terapia online para brasileiros no exterior

As tecnologias ganharam espaço na vida das pessoas. Hoje, atividades online e tarefas cotidianas se misturam, incluindo tratamentos de saúde via Internet. O CFP regulamentou o atendimento online em 2018 (Resolução Nº 11/2018). A prática cresceu com a pandemia, exigindo adaptação dos profissionais. Para um bom atendimento, garanta privacidade, evitando distrações. O sigilo é obrigatório e gravações são proibidas. Tenha boa conexão e, preferencialmente, use fones de ouvido. Pontualidade é importante. As sessões duram de 40 a 50 minutos.

Consultórios (5)

Maria Fernanda Talarico
Consulta Online Angra dos Reis

Rua Rio de Janeiro, Angra Dos Reis 23900-001

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Disponibilidade

Número de telefone

(21) 97918...
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Consultório presencial

Avenida Roberto Silveira, Paraty 23970-000

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  • Dinheiro
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Consulta Online Niterói

Centro, Centro, Niterói 24020-090

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Consultório online RJ

Rua Santa Clara, 1, Copacabana, Rio de Janeiro 22041-011

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Teleconsulta

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

61 opiniões

Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
  • Pontual
  • Eficácia do tratamento
Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • C

    Camila Guimarães

    Estou adorando o atendimento com a dr Maria, uma profissional atenciosa e acolhedora. Me sinto a vontade para expressar minhas emoções e as sessões estão surtindo muito efeito no meu dia a dia. Agradeço a empatia e a atenção!

     • Consultório presencial • Consulta Psicologia  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato!


  • M

    Muito atenciosa,meu filho q passou com ela .gostou muito ,sempre responde as mensagens.

     • Consultório presencial • Consulta Psicologia  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato!


  • F

    Fernanda

    Minha experiência com ela tem sido muito positiva. É uma profissional atenta, acolhedora e que realmente pratica uma escuta . Considero uma excelente profissional e me sinto muito bem acompanhada durante esse processo.

     • Consulta Online Angra dos Reis • Terapia  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato, Fernanda.


  • P

    Pedro

    Excelente profissional! Atenciosa e sabe conduzir muito bem a consulta.

     • Consultório online • Primeira consulta psicanálise  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato!


  • V

    Vivian Dutra

    O que falar de alguém que nos escuta e transmite o que buscamos cura e paz interior

     • Consultório online • Consulta Psicologia  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato!


  • A

    A F

    Primeira consulta, ótimo atendimento atencioso e cuidadoso.

     • Consultório presencial • Tratamento psicanalítico para adolescentes  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato!


  • P

    Patrícia Rodrigues

    Atenciosa e prestou informações detalhadamente. Obrigada

     • Consulta Online Angra dos Reis • Teleconsulta  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato, Patrícia


  • R

    Rayana M.

    Quero registrar minha satisfação com o atendimento. A escuta foi acolhedora, respeitosa e conduzida com muito profissionalismo. Recomendo o atendimento a quem busca uma profissional comprometida, atenciosa e interessada no atendimento aos pacientes!!

     • Consultório online • Consulta Psicologia  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato, Rayana.


  • A

    Aline B.

    Ótima profissional, ouve com atenção, demonstra interesse pelo paciente, esclarece dúvidas e orienta com cuidado. Recomendo!

     • Consultório online • Primeira consulta psicologia  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato !


  • T

    TP

    Super recomendo! A consulta foi certeira e necessária

     • Consultório presencial • Primeira consulta psicologia  • 

    Maria Fernanda Talarico

    Obrigada pelo relato !


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Dúvidas respondidas

66 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá, eu comecei a fazer terapia recentemente (hoje foi a minha terceira sessão e eu nunca tinha ido

Olá, eu comecei a fazer terapia recentemente (hoje foi a minha terceira sessão e eu nunca tinha ido a nenhuma outra), mas eu sempre tenho a sensação que estou falando coisas muito confusas nas minhas consultas, que eu nem sempre falo o que eu estou sentindo de verdade ou que eu não exponho o que eu realmente deveria, mesmo que sem querer. Ás vezes parece que eu não sei responder a nenhuma pergunta dirigida a mim ou que eu fico tão nervosa para responder que eu acabo respondendo qualquer coisa sem analisar bem. Eu gostaria saber se é comum sentir isso durante as primeiras sessões e como eu posso melhorar isso ou conseguir externalizar os problemas que eu quero trabalhar na terapia.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Maria Fernanda Talarico

Sim, é bastante comum se sentir um pouco confuso, especialmente no início de uma terapia. Você está apenas na sua terceira sessão e ainda está começando a conhecer esse espaço, a profissional que o conduz e também a sua própria maneira de falar sobre aquilo que lhe acontece.

Na psicanálise, inclusive, não esperamos que o paciente tenha sempre uma fala organizada ou saiba exatamente o que precisa dizer. A associação livre é uma das formas fundamentais de falar em análise: deixar que as ideias, lembranças, sentimentos e pensamentos apareçam, mesmo quando parecem não ter muita relação entre si. Às vezes, justamente aquilo que parece uma resposta confusa, inesperada ou que não fazia sentido naquele momento pode levar a algo importante. É possível até se surpreender com alguma coisa que se diz e que, antes, ainda não havia sido pensada dessa maneira.

Por isso, não é necessário chegar à sessão sabendo exatamente o que você precisa falar, nem avaliar previamente o que é mais ou menos importante. O processo de análise não acontece necessariamente em linha reta e também não é possível dizer tudo de uma vez. As questões vão podendo aparecer e ser trabalhadas ao longo do tempo.

Esse nervosismo que você sente também pode ser algo interessante de levar para a sua analista. Você pode dizer a ela, inclusive, que tem dificuldade para responder às perguntas, que sente que acaba falando qualquer coisa ou que tem medo de não conseguir dizer o que realmente gostaria. Falar sobre o que está acontecendo durante as próprias sessões também faz parte do trabalho analítico.

Não existe uma resposta certa ou errada na terapia. Existe um trabalho psíquico a ser construído a partir daquilo que está causando sofrimento ou despertando alguma questão em você. Com o tempo, e à medida que a relação de confiança com sua analista for se estabelecendo, talvez seja possível falar com mais liberdade e deixar que o próprio processo indique alguns caminhos.


Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi

Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Maria Fernanda Talarico

A gravidez pode ser um momento muito delicado na vida de uma mulher, justamente porque envolve uma série de transformações que acontecem ao mesmo tempo. Há as mudanças no corpo, nos hormônios, na relação com o próprio corpo e com aquilo que até então era conhecido. Mas há também uma transformação subjetiva muito importante: preparar-se para receber uma criança, imaginar-se mãe, pensar sobre o cuidado, a educação e o futuro desse outro que está chegando. Tudo isso pode mobilizar muita ansiedade, angústia, medo e sentimentos que nem sempre correspondem à expectativa social de que a gravidez deveria ser vivida apenas com alegria.

Na sua pergunta, uma frase chama bastante a atenção: você diz que sente que “ele é amado e eu não” e que a vida que você finalmente poderia começar “não é minha, mas sim será pro bebê”. Parece haver aí uma preocupação muito importante com o risco de desaparecer enquanto sujeito diante da maternidade.

Quando uma mulher engravida, muitas vezes o lugar de mãe passa a ocupar quase toda a cena. As atenções se voltam para o bebê, para os cuidados, para as mudanças que virão e para aquilo que será necessário fazer. Mas tornar-se mãe não significa deixar de ser mulher, nem deixar de ter desejos, interesses, projetos, dúvidas e uma vida que também lhe pertence.

E talvez seja justamente por isso que a sua pergunta sobre não ter planos e objetivos e, ao mesmo tempo, sentir que um filho poderia “roubar” a sua vida seja tão importante. Não é necessariamente uma contradição. É possível ainda não saber muito bem o que deseja para a própria vida e, ao mesmo tempo, temer perder até mesmo a possibilidade de descobrir isso.

Você parece estar percebendo algo importante sobre si mesma e, de certa forma, já está colocando essa questão em palavras: como cuidar de um filho sem abandonar a si mesma? Como construir um lugar para a maternidade sem que ela ocupe todo o espaço da sua existência?

Não existe um saber prévio sobre como fazer isso. A maternidade vai exigir dedicação, mudanças e adaptações, mas isso não significa que você precise se apagar para exercê-la. Construir esse equilíbrio é um processo singular e pode ser bastante complexo.

Por isso, acredito que seria importante que você pudesse contar com um espaço de escuta e psicoterapia durante esse momento. Uma análise pode ajudá-la a trabalhar essas angústias, compreender melhor o que essa gravidez mobilizou em você e, principalmente, encontrar uma maneira de atravessar a maternidade sem se abandonar como sujeito.

Cuidar de um bebê não precisa significar deixar de cuidar da mulher que você é.


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