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Experiência

Muitas pessoas chegam à avaliação neuropsicológica depois de anos convivendo com dificuldades de atenção, memória, organização, procrastinação, impulsividade ou autocontrole emocional, sem compreender exatamente por que isso acontece. Outras já receberam diagnósticos anteriores, mas continuam com dúvidas, não se reconhecem inteiramente nas conclusões apresentadas ou percebem que aspectos importantes do seu funcionamento ainda precisam ser investigados.

Também é comum que a procura ocorra quando as dificuldades começam a produzir desgaste significativo nos relacionamentos, na vida acadêmica, no trabalho ou na capacidade de administrar as próprias emoções. Nesses casos, mais importante do que buscar rapidamente um rótulo é compreender como os aspectos cognitivos, emocionais, comportamentais e relacionais se combinam na história daquela pessoa.

Meu trabalho é transformar essas dúvidas em uma compreensão clínica criteriosa, individualizada e tecnicamente fundamentada.

Sou Dr. Mário Neto, PhD, psicólogo e neuropsicólogo clínico. Realizo avaliações psicológicas e neuropsicológicas 100% on-line para adolescentes a partir dos 12 anos, adultos e idosos, atendendo pacientes de todo o Brasil.

Principais demandas investigadas

A avaliação pode ser indicada para investigar hipóteses e realizar diagnósticos diferenciais relacionados a:

• Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade — TDAH;

• Transtorno do Espectro Autista — TEA;

• dificuldades de atenção, memória, planejamento, organização e funções executivas;

• procrastinação persistente, impulsividade e dificuldade de concluir tarefas;

• dificuldade de autocontrole e regulação emocional;

• irritabilidade, reações emocionais intensas e baixa tolerância à frustração;

• ansiedade, depressão e alterações persistentes do humor;

• transtorno bipolar e diferenciação entre oscilações emocionais, depressão, ansiedade, TDAH e outros quadros;

• transtorno de personalidade borderline, instabilidade emocional, impulsividade, medo de abandono e dificuldades nos relacionamentos;

• traços e transtornos da personalidade;

• desgaste recorrente nas relações familiares, afetivas, sociais ou profissionais;

• dificuldades de aprendizagem;

• altas habilidades ou superdotação;

• declínio cognitivo, comprometimento cognitivo leve e demências;

• compulsões, dependências e dificuldades de adaptação;

• situações em que diferentes condições apresentam sintomas semelhantes e exigem uma investigação diagnóstica mais ampla.

Como funciona a avaliação neuropsicológica

A avaliação neuropsicológica não se resume à aplicação de testes. Trata-se de um processo estruturado de investigação que integra história de vida, desenvolvimento, queixas atuais, funcionamento acadêmico e profissional, relações interpessoais, autonomia, rotina, características da personalidade, aspectos emocionais e desempenho cognitivo.

O processo pode incluir entrevistas clínicas, anamnese detalhada, análise de documentos e informações complementares, observação clínica e utilização de testes psicológicos com parecer favorável no SATEPSI, quando aplicáveis. Os resultados não são interpretados de maneira isolada. Todas as informações são analisadas em conjunto, considerando a história, o contexto e a singularidade de cada pessoa.

A avaliação é iniciada já na primeira consulta e normalmente é concluída em sete sessões, incluindo a entrevista inicial, as etapas de investigação, a integração dos resultados e a devolutiva. Quando clinicamente adequado e previamente combinado, é possível realizar duas sessões no mesmo dia.

Ao final, o paciente recebe uma explicação detalhada dos resultados e um laudo psicológico ou neuropsicológico. O documento apresenta as funções investigadas, os principais achados, as hipóteses diagnósticas e diferenciais, as repercussões funcionais observadas e recomendações individualizadas para tratamento, acompanhamento e possíveis adaptações.

O diferencial da formação em Tecnologia da Informação

Minha primeira formação acadêmica foi na área de Tecnologia da Informação, na qual também concluí o mestrado em Ciências da Computação. Posteriormente, formei-me em Psicologia e direcionei minha atuação clínica e acadêmica para a Neuropsicologia, a Avaliação Psicológica, o Psicodiagnóstico e a Saúde Mental.

Essa trajetória interdisciplinar constitui um diferencial importante para a avaliação neuropsicológica contemporânea, especialmente no atendimento on-line. A formação tecnológica contribui para uma compreensão aprofundada dos ambientes digitais, dos processos estruturados de coleta e organização de informações e da integração sistemática de diferentes fontes de dados.

Também favorece a utilização criteriosa de recursos digitais, o acompanhamento organizado das diferentes etapas da avaliação e a construção de uma experiência on-line mais funcional, acessível e consistente para o paciente.

A tecnologia, entretanto, não substitui a escuta clínica, o raciocínio diagnóstico ou os fundamentos científicos da Psicologia. Ela é utilizada como um recurso para ampliar a organização, a continuidade e a qualidade do processo, sempre subordinada aos critérios técnicos, éticos e clínicos da avaliação psicológica e neuropsicológica.

Formação acadêmica e especializações

Além do mestrado e do doutorado, possuo mais de 20 pós-graduações, concentradas principalmente em áreas relacionadas à Neuropsicologia, Avaliação Psicológica, Psicodiagnóstico, Saúde Mental, Psicopatologia, Transtornos Neurocognitivos, demências, Transtorno do Espectro Autista, transtornos do neurodesenvolvimento, personalidade e tratamento de condições psicológicas complexas.

Essa formação ampla permite analisar cada demanda a partir de diferentes perspectivas, evitando conclusões baseadas em um único sintoma ou instrumento. Dificuldades de atenção, por exemplo, podem estar relacionadas ao TDAH, mas também podem ocorrer em quadros de ansiedade, depressão, transtorno bipolar, privação de sono, sobrecarga emocional ou outras condições. Da mesma forma, impulsividade, instabilidade emocional e dificuldades relacionais exigem diferenciação cuidadosa entre aspectos do neurodesenvolvimento, transtornos do humor, traços de personalidade e experiências de vida.

Também sou autor de livros técnicos e psicoeducativos relacionados à Psicologia, à saúde mental e ao desenvolvimento humano.

Investimento na avaliação

O investimento total no processo de avaliação neuropsicológica é de R$ 2.280,00. Esse valor contempla as sete sessões e todo o trabalho técnico de análise, integração dos dados, elaboração do laudo e devolutiva.

O pagamento pode ser realizado das seguintes formas:

• R$ 2.040,00 à vista;

• R$ 2.280,00 parcelados em até 12 vezes, com os juros da plataforma;

• pagamento de R$ 240,00 a cada sessão e do trabalho técnico de análise, integração dos resultados e elaboração do laudo antes da etapa final.

O paciente também pode iniciar pela primeira consulta, no valor de R$ 240,00, para apresentar sua demanda, conhecer a metodologia e decidir se deseja prosseguir com o processo completo.

Psicoterapia e reabilitação neuropsicológica

Além das avaliações, realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos, especialmente em situações que envolvem ansiedade, depressão, TDAH, TEA, transtorno bipolar, transtorno de personalidade borderline, desregulação emocional, impulsividade, dificuldades de autocontrole, conflitos nos relacionamentos, compulsões, sofrimento persistente e quadros clínicos complexos.

O acompanhamento integra recursos da Terapia Cognitivo-Comportamental, das terapias contextuais e da escuta psicodinâmica, de acordo com as características, necessidades e objetivos de cada paciente.

Também desenvolvo processos individualizados de reabilitação cognitiva e neuropsicológica, voltados ao fortalecimento de habilidades como atenção, memória, planejamento, organização, autorregulação, manejo emocional e autonomia na vida cotidiana.

Meu compromisso profissional

Meu compromisso é oferecer um processo ético, cuidadoso, transparente e humanizado, sem conclusões precipitadas ou promessas de cura. Mais do que atribuir um rótulo diagnóstico, procuro ajudar cada paciente a compreender seu funcionamento, reconhecer suas dificuldades e potencialidades e encontrar caminhos mais adequados para o tratamento, para os relacionamentos e para a vida cotidiana.

Dr. Mário Neto, PhD
Psicólogo e Neuropsicólogo
CRP-11/22868

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise
Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Reabilitação neuropsicológica
  • Avaliação neuropsicológica

Pacientes que trato

Adultos
Crianças a partir dos 12 anos de idade

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (5)
Consulta por vídeo

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Novidades

Dr. Mário Neto

Avenida Nossa Senhora de Copacabana 123456, Psicoterapia e avaliação neuropsicológica on-line, Rio de Janeiro 22020-001

Com base na minha experiência clínica e no contato próximo com meus pacientes, compreendo que o processo de diagnóstico da depressão exige sensibilidade, escuta qualificada e uma avaliação cuidadosa que vai muito além da identificação de sintomas isolados. A depressão não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas, e por isso cada história precisa ser acolhida em sua singularidade.

Muitos pacientes chegam ao consultório relatando tristeza persistente, perda de interesse ou prazer em atividades antes significativas, cansaço constante, alterações no sono e no apetite, dificuldade de concentração, sentimentos de culpa, inutilidade ou desesperança. Em alguns casos, surgem também pensamentos recorrentes sobre morte ou desejo de não existir. Esses sinais, quando persistem por semanas e comprometem o funcionamento social, profissional e emocional, indicam a necessidade de uma investigação clínica mais aprofundada.

O diagnóstico é construído ao longo do processo terapêutico, a partir de uma anamnese detalhada, que considera a história de vida do paciente, eventos estressores recentes, padrões relacionais, histórico familiar, possíveis traumas e comorbidades, como ansiedade, uso de substâncias ou doenças clínicas. Também observo como o paciente percebe a si mesmo, o mundo e o futuro — tríade cognitiva frequentemente alterada nos quadros depressivos.

Na prática clínica, percebo que muitos pacientes têm dificuldade em nomear o que sentem. Às vezes, a depressão se apresenta mais como apatia, irritabilidade ou vazio emocional do que como tristeza propriamente dita. Por isso, o vínculo terapêutico é fundamental, pois cria um espaço seguro para que o paciente possa se expressar sem julgamentos e, gradualmente, compreender o que está vivenciando.

Uma vez estabelecido o diagnóstico, o tratamento psicoterapêutico torna-se um recurso central no processo de recuperação. A psicoterapia possibilita que o paciente compreenda os fatores emocionais e cognitivos que contribuem para a manutenção do quadro depressivo. Trabalhamos juntos para identificar pensamentos automáticos negativos, crenças disfuncionais sobre si mesmo e padrões de comportamento que reforçam o isolamento e a desmotivação.

Ao longo das sessões, o paciente aprende a questionar essas interpretações distorcidas, desenvolvendo uma visão mais realista e compassiva sobre si. Também estimulamos a retomada gradual de atividades, o fortalecimento da rede de apoio, a construção de rotinas mais saudáveis e o resgate de projetos pessoais, respeitando sempre o ritmo individual.

Além disso, utilizo estratégias de regulação emocional, manejo do estresse e desenvolvimento de habilidades sociais, ajudando o paciente a expressar suas necessidades, estabelecer limites e lidar de forma mais adaptativa com frustrações e perdas.

Em alguns casos, quando o quadro é mais grave ou persistente, o tratamento pode ser associado ao uso de medicação antidepressiva, sempre com acompanhamento psiquiátrico. No entanto, reforço que a psicoterapia é fundamental para promover mudanças profundas, prevenindo recaídas e fortalecendo recursos internos.

Na minha experiência clínica, testemunho que, com suporte adequado, vínculo terapêutico e engajamento no processo, muitos pacientes conseguem ressignificar suas vivências, reconstruir a autoestima e recuperar o sentido da própria existência. A psicoterapia não apenas trata os sintomas, mas oferece um espaço de reconstrução subjetiva, possibilitando ao paciente retomar o protagonismo de sua própria história.

Dr. Mário Neto, PhD.

22/06/2026

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