Atiliana Leite

Psicopedagoga · Mais sobre as especializações

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Experiência

Sou Psicopedagoga clínica e Neuropsicopedagoga, com pós-graduação em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia Clinica e Institucional e formação multidisciplinar em Pedagogia e Ciências Sociais. Meu trabalho é centrado no atendimento clínico psicopedagógico e neuropsicopedagógico, guiado por um protocolo de cuidado personalizado para cada fase da vida. Realizo avaliação, diagnóstico e intervenção diante de dificuldades e transtornos de aprendizagem, de forma integrada, considerando como cada pessoa pensa, sente e como o cérebro participa do processo de aprender.

Esse protocolo é estruturado em quatro pilares: avaliação, com diagnóstico preciso para identificar necessidades específicas; intervenção, com estratégias terapêuticas direcionadas ao desenvolvimento e à superação de desafios; orientação parental, com suporte e direcionamento para a família no contexto do desenvolvimento; e orientação escolar, com mediação e suporte junto à instituição de ensino.

O atendimento é organizado por faixa etária. Para crianças, o foco está no desenvolvimento cognitivo, na aprendizagem, na regulação emocional, no comportamento e nas habilidades sociais. Para adolescentes, o apoio envolve autoconhecimento, organização, foco, manejo de emoções, escolhas e projetos de vida. Para adultos, busco o aprimoramento do desempenho cognitivo, o equilíbrio emocional, as relações interpessoais, a autoestima e a qualidade de vida. Para idosos, o trabalho estimula a memória e a atenção, preserva a autonomia e promove bem-estar e envelhecimento com qualidade.

Essa vivência clínica é fortalecida por uma trajetória que atravessa diferentes áreas, o que amplia minha compreensão dos contextos sociais, educacionais e das políticas públicas presentes em cada caso. Com isso, consigo propor intervenções sensíveis à realidade de cada aprendiz e de sua família.

Meu compromisso é pautado por rigorosa ética, garantindo sigilo, respeito e responsabilidade em cada etapa. Realizo atendimentos humanizados, baseados em evidências, com horários flexíveis conforme a necessidade. Acolher, avaliar, intervir e orientar são os pilares que transformam potencial em conquistas em todas as fases da vida.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicopedagogia clinica
  • Psicopedagogia institucional
  • Neuropsicopedagogia
  • Análise do comportamento aplicada (aba)

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

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Novidades

Atiliana Leite

avenida soares lopes, Sala 3, Ilhéus 45652-065

Nexo - Núcleo de Neuro Aprendizagem Aprender não é igual para todo mundo. E deveria ser mais leve.
No Núcleo de Neuroaprendizagem, unimos conhecimento científico e escuta acolhedora para compreender como cada pessoa aprende. Realizamos atendimentos neuropsicopedagógicos e psicopedagógicos e oficinas neurocognitivas para crianças, adolescentes e adultos que enfrentam dificuldades de aprendizagem ou que querem ir mais longe.
Avaliação cuidadosa, intervenção personalizada e apoio próximo à família e à escola.
Compreender para aprender. Aprender para ir além.

23/10/2026

Serviços e preços

  • Consulta Psicopedagogia

    R$ 180 - R$ 230

  • Primeira consulta Psicopedagogia

    R$ 180

  • Retorno de consultas Psicopedagogia

    R$ 180

  • Teleconsulta

    R$ 180

  • Acompanhamento de transtorno do espectro autista (TEA)

    R$ 180

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Atiliana Leite
Clinica Perfil Sala 03

Avenida Soares Lopes 1032, Centro, Ilhéus 45652-065

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(73) 99951...
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Instituto Sagrado coração de Jesus

avenida soares lopes, Sala 3, Centro, Ilhéus 45652-065

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  • L

    Lucimeire

    > Atiliana, obrigada por todo apoio, carinho e dedicação na avaliação e intervenção da nossa filha. Seu trabalho é essencial e somos muito gratos por ter você conosco nessa caminhada!

     • outro lugar • Outro  • 

  • L

    Lorena Regia

    Profissional muitoatenciosa com o paciente, cuidadosa, sempre dispostaa tirar dúvidas. Servos incluoa família no tratamento da criança pasta haver
    uma sinergia entre todos. Influencia diretamente de forma positiva no dia a dia da escola.

     • Clinica Perfil Sala 03 •  • 

    Atiliana Leite

    Gratidão Lorena !

    Imensa é a minha gratidão pela sua confiança e pela sua presença tão amorosa.
    Obrigada por incluir a família no plano de atendimento psicopedagógico. Quando a família entra junto, o cérebro da criança entende que ela não está sozinha para aprender, e isso muda todo o processo.

    Honro sua história, seu cuidado e a forma tão dedicada como você tem sustentado essa caminhada. Cuidar da aprendizagem é cuidar do vínculo, e você faz isso com excelência.

    Seguimos juntas, com leveza, compromisso e muito carinho pelo desenvolvimento do nosso aprendiz

    Gratidão!.


  • A

    Araildes

    Porque a minha filha estava com crise de ansiedade,através da consulta ela esta bem melhor

     • Clinica Perfil Sala 03 • Retorno de consultas Psicopedagogia  • 

    Atiliana Leite

    Querida Araildes

    Recebi sua mensagem e meu coração ficou tão grato.

    Obrigada por me contar que a filha estava em crise de ansiedade e que após nosso encontro com acolhimento ela melhorou tanto.

    Isso é o poder do ambiente seguro. Quando o cérebro se sente acolhido, sem julgamento, ele sai do modo de alerta e entra no modo de aprendizagem e calma. Não foi só a técnica, foi o vínculo. Foi ela se sentir vista, ouvida e segura.
    Honro a sua sensibilidade de mãe em perceber a crise e buscar ajuda com tanto carinho, e honro a coragem da em se permitir ser acolhida.

    Seguimos juntas, um passo de cada vez, cuidando da emoção para florescer com leveza.

    Conte sempre comigo!


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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

É verdade que o aluno consegue se sair bem numa pedagogia ruim, bastando-o somente se esforçar? Uma

É verdade que o aluno consegue se sair bem numa pedagogia ruim, bastando-o somente se esforçar? Uma psicanalista me disse isso, mas eu, sendo tdah, nunca aprendi matemática além do básico, e percebo que a pedagogia usada no meu ensino de matemática é diferente da época dos meus pais e posso afirmar que eles, mesmo não tendo os mesmos conhecimentos que o meu, são muito bons em matemática, até mesmo a minha mãe que tem tdah! Estudei em escolas consideradas "boas", mas é aquela coisa: a escola só dáa base, o pai e o aluno têm que se virarem para aprender o resto do conteúdo e minha mãe foi orientada a me matricular no kumon, mas fazendo o teste deles "descobri" que meu problema era a interpretação de texto, e não o cálculo em si. Apesar de anos depois ter feito o kumon de português, nunca percebi uma melhora nas minhas habilidades matemáticas, e nem consegui aprender o resto.
Todos insistem que eu tenho alguma coisa que não seja "não sabe o conteúdo", até mesmo minha psicóloga. eu deveria procurar um psicopedagogo especializado em alguma área? essa pessoa vai insistir para eu correr atrás do prejuízo, agora que já estou terminando a faculdade e sem mais tempo para aprender matemática?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Atiliana Leite

O que a frase acerta e onde ela erra
É verdade que esforço importa — motivação, prática distribuída e persistência mudam resultado. O erro está em tratar esforço do aluno e qualidade da instrução recebida como substituíveis. São variáveis independentes.
"Oportunidade de aprender" é pré-requisito, não detalhe. Quem "se sai bem apesar da pedagogia ruim" teve compensação: família que ensina, professor particular, material melhor em casa, memória de trabalho alta, base prévia sólida. Isso prova compensação, não que pedagogia não importa — mesmo raciocínio de "meu avô fumou 40 anos e viveu até os 90": anedota, não regra. Além disso, psicanálise não tem base empírica para afirmar nada sobre instrução matemática. Pode falar de desejo, resistência, transferência. Sobre ensino de matemática, não.
Por que seus pais parecem melhores
Três confundidores:
Seleção geracional — quem concluía o ensino médio décadas atrás era fração muito menor da população. Seus pais são sobreviventes de um funil.
Currículo diferente, não melhor — gerações anteriores tiveram muito mais repetição procedural (tabuada, algoritmo, treino massivo). Isso gera fluência de cálculo, não raciocínio matemático. A escola atual privilegia compreensão conceitual e automatiza menos — o que penaliza quem tem menos memória de trabalho disponível.
Carga cognitiva atual — mais demanda simultânea de atenção, telas, multitarefa.
Podem ser realmente bons em cálculo. Isso não valida a tese de que "a escola dá a base e o resto é por sua conta".
O que o teste do Kumon mostrou — e o que não mostrou
Mostrou: existe componente real de compreensão de linguagem no enunciado matemático (memória verbal, sintaxe, inferência).
Não mostrou: se a causa fosse só interpretação, o Kumon de português teria produzido transferência parcial. Não produziu. Logo, não é linguístico isolado. Hipóteses prováveis e não excludentes:
Lacunas em pré-requisitos — matemática é cumulativa; um buraco em fração, proporção ou negativo contamina tudo depois. Não é "não sabe o conteúdo", é "faltam blocos específicos".
Fluência insuficiente — quando a conta ainda exige esforço consciente, não sobra memória de trabalho para raciocinar. Muito comum em TDAH.
Ansiedade matemática — consome exatamente a memória de trabalho necessária para calcular. Vira ciclo: erra → evita → perde prática → erra mais.
Perfil neuropsicológico — TDAH afeta atenção sustentada, memória de trabalho e velocidade de processamento, todos recrutados em matemática. Discalculia do desenvolvimento atinge cerca de 5 a 7% da população e é altamente comórbida com TDAH.
Formato de instrução — Kumon é treino de procedimento, com baixa transferência para raciocínio aplicado. Automatiza; não ensina a pensar matematicamente.
Quando várias pessoas insistem que "há algo além de não saber o conteúdo", provavelmente estão certas — mas "algo" não é um rótulo único. É um perfil.
Sobre "correr atrás do prejuízo"
Um bom profissional não vai mandar você refazer a matemática escolar inteira. Em adulto, isso é má prática. O trabalho é por demanda funcional: o que você precisa usar, em qual contexto, com qual precisão.
No seu caso, a matemática que importa não é álgebra do ensino médio — é estatística, leitura de dados e interpretação de resultados. Isso se aprende por rota aplicada, dentro do seu próprio campo de pesquisa, com andaimes concretos. Mais eficaz e mais motivador do que recomeçar de fração.
Também não existe prazo perdido. Aprendizagem numérica em adulto é possível; o que muda é o custo de tempo e a exigência de instrução explícita, prática espaçada e retomada periódica. É executável — só não é rápido.
Vale a pena procurar um psicopedagogo — e por quê
Sim, vale muito. E vale por um motivo que vai além do seu caso: a maior parte da população não conhece a importância nem a riqueza dessa área. Há uma confusão difusa entre "aula de reforço", "explicar de novo" e o que é de fato a psicopedagogia com base científica — que parte de avaliação, levanta hipóteses funcionais, verifica pré-requisitos, analisa o padrão do erro e constrói intervenção individualizada com metas mensuráveis e indicadores de progresso.
O neuropsicopedagogo amplia isso ao diálogo explícito com as neurociências: memória de trabalho, funções executivas, atenção, velocidade de processamento, plasticidade e o efeito do contexto sobre a aprendizagem. É a diferença entre "estudar mais" e ensinar o cérebro certo a aprender do jeito certo. Essa riqueza é pouco divulgada, e é exatamente por isso que frases como "basta se esforçar" continuam circulando.
Buscar esse profissional não é admitir fracasso — é acessar o que existe de mais preciso sobre aprender.


O que é o plano de ensino individualizado (PEI) no tratamento de autismo?

O que é o plano de ensino individualizado (PEI) no tratamento de autismo?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Atiliana Leite

Olá Não o plano de ensino individualizado é um roteiro pedagógico personalizado que organiza o processo de ensino-aprendizagem de um estudante a partir do seu perfil real — não do currículo padrão.
Em essência, ele responde a quatro perguntas:
Quem é o aluno? → perfil, pontos fortes e necessidades específicas
Para onde vamos? → objetivos claros, mensuráveis, de curto e longo prazo
Como chegamos lá? → conteúdos priorizados, estratégias didáticas e recursos de apoio
Como saber se funcionou? → critérios de avaliação e revisão periódica do plano
Funciona como um ciclo contínuo: avaliar → planejar → intervir → monitorar → revisar. O plano não é fixo; ele se ajusta conforme o progresso do aluno.


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Perguntas frequentes