Perguntas do paciente (164)

  • Como a impulsividade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é explicada neuropsicologicamen

    Como a impulsividade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é explicada neuropsicologicamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!
    Essa é uma pergunta muito interessante. Do ponto de vista neuropsicológico, a impulsividade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costuma ser entendida como uma dificuldade na regulação das emoções e no controle dos impulsos. Algumas pesquisas mostram que áreas do cérebro relacionadas ao processamento emocional, como a amígdala, podem apresentar uma resposta mais intensa a situações percebidas como ameaçadoras ou emocionalmente dolorosas. Ao mesmo tempo, regiões responsáveis pelo planejamento, tomada de decisões e inibição de comportamentos impulsivos, como partes do córtex pré-frontal, podem ter mais dificuldade em modular essas reações.
    Na prática, isso significa que emoções muito intensas podem surgir rapidamente e gerar uma sensação urgente de agir para aliviar o sofrimento, mesmo que a consequência daquela ação não seja a mais benéfica a longo prazo. A impulsividade, portanto, não é simplesmente uma "falta de controle", mas o resultado de uma interação complexa entre fatores biológicos, emocionais e experiências de vida.
    Vale lembrar que cada pessoa é única, e a impulsividade pode se manifestar de formas diferentes. Por isso, uma avaliação individual é sempre importante para compreender como esses processos acontecem em cada caso.
    Se você gostaria de entender melhor essas questões em relação à sua própria história e desenvolver estratégias para lidar com emoções intensas e impulsividade, será um prazer conversar com você. Fique à vontade para agendar uma sessão e iniciar seu processo terapêutico comigo.


  • Quais funções cognitivas costumam estar alteradas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    Quais funções cognitivas costumam estar alteradas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!. O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode estar associado a alterações em algumas funções cognitivas, especialmente em momentos de maior intensidade emocional. Entre as mais estudadas estão o controle dos impulsos, a tomada de decisões, a atenção, a memória de trabalho e a flexibilidade cognitiva. Isso significa que, quando a pessoa está emocionalmente sobrecarregada, pode ter mais dificuldade para interromper comportamentos impulsivos, analisar consequências de longo prazo, manter a concentração ou considerar diferentes perspectivas diante de uma situação.
    Além disso, algumas pessoas com TPB apresentam dificuldades relacionadas à cognição social, que é a capacidade de compreender e interpretar emoções, intenções e comportamentos de outras pessoas. Em contextos de estresse ou medo de rejeição, por exemplo, podem ocorrer interpretações mais negativas ou ameaçadoras das interações interpessoais. É importante destacar que essas alterações não indicam menor inteligência ou incapacidade cognitiva. Na maioria das vezes, elas estão mais relacionadas ao impacto que a intensa ativação emocional exerce sobre o funcionamento cognitivo do que a déficits permanentes.
    Cada pessoa apresenta um funcionamento único, por isso a compreensão dessas características deve sempre considerar sua história de vida, seus relacionamentos e a forma como lida com as emoções no dia a dia.
    Se você tem interesse em entender melhor como esses processos podem estar presentes na sua vida e desenvolver estratégias para lidar com eles de forma mais saudável, será um prazer acompanhar você em psicoterapia.


  • Qual é a relação entre Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e neuropsicologia?

    Qual é a relação entre Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e neuropsicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!
    A neuropsicologia contribui para a compreensão do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ao estudar como o funcionamento cerebral influencia emoções, pensamentos e comportamentos. Embora o TPB seja um transtorno complexo, que envolve fatores biológicos, psicológicos e ambientais, pesquisas neuropsicológicas mostram que pessoas com esse diagnóstico podem apresentar diferenças em processos relacionados à regulação emocional, controle dos impulsos, tomada de decisões e cognição social.
    De forma geral, observa-se que emoções intensas podem interferir no funcionamento de habilidades cognitivas importantes, tornando mais difícil refletir antes de agir, lidar com frustrações ou interpretar situações interpessoais de maneira equilibrada. Além disso, estudos sugerem alterações em circuitos cerebrais envolvidos tanto no processamento emocional quanto no controle executivo, o que ajuda a explicar algumas das dificuldades características do transtorno.
    É importante destacar que a neuropsicologia não reduz o TPB apenas ao cérebro. Pelo contrário, ela busca compreender como aspectos neurológicos interagem com experiências de vida, relacionamentos e contextos emocionais, oferecendo uma visão mais ampla e integrada do funcionamento da pessoa.
    Se você deseja compreender melhor essas questões ou busca apoio para lidar com dificuldades emocionais e relacionais, será um prazer acompanhar você em psicoterapia.


  • Como ocorre o manejo clínico de comportamentos suicidas e autolesivos no Transtorno de Personalidade

    Como ocorre o manejo clínico de comportamentos suicidas e autolesivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!. O manejo clínico de comportamentos suicidas e autolesivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige uma abordagem cuidadosa, estruturada e baseada na construção de uma relação terapêutica segura. Inicialmente, é fundamental realizar uma avaliação contínua do risco, investigando a frequência, intensidade e função desses comportamentos, bem como a presença de ideação suicida, planejamento e fatores de proteção.
    Além da avaliação, o tratamento busca ajudar a pessoa a desenvolver formas mais saudáveis de lidar com emoções intensas, sofrimento psicológico e conflitos interpessoais. Muitas vezes, os comportamentos autolesivos funcionam como uma tentativa de aliviar emoções difíceis, reduzir sentimentos de vazio ou comunicar sofrimento. Por isso, compreender a função que esses comportamentos exercem é tão importante quanto interrompê-los.
    A psicoterapia tem papel central nesse processo, auxiliando no desenvolvimento de habilidades de regulação emocional, tolerância ao estresse, resolução de problemas e fortalecimento dos vínculos interpessoais. Também é comum a elaboração de planos de segurança, que ajudam a identificar sinais de crise, estratégias de enfrentamento e fontes de apoio para momentos de maior vulnerabilidade.
    Embora os comportamentos suicidas e autolesivos sejam frequentemente associados ao TPB, eles não devem ser vistos como características inevitáveis do transtorno. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem reduzir significativamente esses comportamentos e construir formas mais seguras e eficazes de lidar com o sofrimento emocional.
    Se você gostaria de compreender melhor esse tema ou está buscando acompanhamento psicológico especializado, será um prazer acolher sua demanda e acompanhar você em seu processo terapêutico.


  • “Quais funções emocionais e psicopatológicas estão associadas aos comportamentos autoagressivos?”

    “Quais funções emocionais e psicopatológicas estão associadas aos comportamentos autoagressivos?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!
    Os comportamentos autoagressivos podem estar associados a diferentes funções emocionais e psicopatológicas, variando de acordo com a história e o contexto de cada pessoa. Em muitos casos, eles funcionam como uma estratégia para lidar com emoções intensas, como tristeza, raiva, culpa, vergonha, ansiedade ou sensação de vazio. A autolesão pode proporcionar um alívio momentâneo do sofrimento emocional, mesmo que não resolva a causa do problema e acabe gerando consequências negativas posteriormente.
    Do ponto de vista psicopatológico, esses comportamentos podem estar presentes em diversos transtornos e condições psicológicas, como Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), depressão, transtornos de ansiedade, transtornos relacionados a traumas e dificuldades na regulação emocional. Também podem estar relacionados à autocrítica excessiva, sentimentos de desamparo, baixa autoestima e dificuldades para comunicar ou expressar o sofrimento de maneira verbal.
    É importante compreender que a autoagressão geralmente não ocorre por um único motivo. Na maioria das vezes, ela representa uma tentativa de lidar com uma dor emocional significativa utilizando os recursos que a pessoa consegue acessar naquele momento. Por isso, a avaliação clínica cuidadosa é fundamental para compreender a função específica desse comportamento e construir estratégias mais saudáveis de enfrentamento.
    Se você deseja aprofundar essa compreensão ou buscar ajuda para lidar com sofrimento emocional e dificuldades de regulação das emoções, será um prazer acompanhar você em psicoterapia.


  • . Como lidar com ameaças de abandono do tratamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    . Como lidar com ameaças de abandono do tratamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, tudo bem?
    Lidar com ameaças de abandono no Transtorno de Personalidade Borderline pode ser realmente desafiador, tanto para quem vive isso quanto para quem está ao redor. Muitas vezes, essas falas não significam um desejo real de interromper o cuidado, mas sim uma forma intensa de expressar dor, medo de rejeição ou sensação de não estar sendo compreendido.
    Nesses momentos, o mais importante é acolher o sentimento por trás da fala, sem invalidar, mas também sem reforçar a ideia de que o vínculo é instável. Manter uma postura firme e ao mesmo tempo empática ajuda a construir segurança. É essencial mostrar que o espaço terapêutico continua disponível, mesmo quando surgem oscilações emocionais ou impulsos de afastamento.
    Também é muito útil trabalhar, ao longo do processo terapêutico, estratégias de regulação emocional e formas mais seguras de expressar necessidades. Com o tempo, a pessoa pode aprender a reconhecer esses momentos de crise e lidar com eles de maneira menos impulsiva.
    Se você está passando por isso ou convive com alguém nessa situação, saiba que não precisa enfrentar sozinho. A terapia pode ser um espaço importante para entender esses padrões e construir relações mais estáveis e seguras.
    Se fizer sentido para você, será um prazer te acompanhar nesse processo.


  • Por que o vínculo terapêutico é mais desafiador no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Por que o vínculo terapêutico é mais desafiador no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom receber a sua pergunta.
    O vínculo terapêutico no Transtorno de Personalidade Borderline costuma ser mais desafiador porque as relações, de forma geral, já são vividas com muita intensidade emocional. A pessoa pode sentir tudo de maneira muito profunda e, ao mesmo tempo, ter um medo grande de abandono ou rejeição. Isso pode aparecer também na relação com o terapeuta.
    Em alguns momentos, pode haver uma idealização do profissional, como se ele fosse alguém perfeito, que vai resolver tudo. Em outros, pequenas frustrações podem ser sentidas de forma muito forte, levando a sentimentos de decepção ou até afastamento. Essas mudanças não são intencionais, fazem parte do funcionamento emocional do transtorno.
    Além disso, confiar no outro pode ser difícil. Muitas vezes existem histórias de relações dolorosas ou instáveis, o que faz com que se abrir na terapia gere medo, insegurança ou até vontade de desistir no meio do processo.
    Mas é justamente aí que a terapia se torna tão potente. O vínculo vai sendo construído com cuidado, consistência e segurança, permitindo que, aos poucos, a pessoa experimente uma relação diferente, mais estável e acolhedora.
    Se isso faz sentido para você ou se você se reconhece em alguma dessas experiências, vou ficar feliz em te acompanhar nesse processo. Podemos construir juntos um espaço seguro para você se entender melhor e lidar com tudo isso de uma forma mais leve.


  • Como manejar contratransferência intensa no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como manejar contratransferência intensa no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, tudo bem?
    Essa é uma questão muito importante e, ao mesmo tempo, bastante delicada. Quando falamos de contratransferência intensa no Transtorno de Personalidade Borderline, estamos lidando com reações emocionais do terapeuta que podem ser muito fortes, como sensação de impotência, frustração, necessidade de resgatar ou até afastamento. Isso acontece porque a relação terapêutica com pessoas com TPB costuma mobilizar vínculos profundos e, muitas vezes, ambivalentes.
    O primeiro passo é reconhecer essas emoções sem julgamento. Sentir faz parte do processo, e não significa que algo está “errado” com você. Pelo contrário, essas reações podem trazer informações valiosas sobre o que está acontecendo na dinâmica do paciente.
    Outro ponto fundamental é buscar supervisão ou espaços de troca profissional. Falar sobre o que você sente ajuda a organizar essas experiências e evita que elas sejam atuadas na relação terapêutica.
    Também é importante fortalecer seus próprios limites internos e manter clareza do seu papel como terapeuta. Isso ajuda a sustentar o vínculo sem se deixar levar por impulsos de salvar, afastar ou reagir de forma automática.
    Cuidar de si também entra aqui. Estar em contato com suas emoções, fazer sua própria terapia e ter momentos de descanso são essenciais para conseguir sustentar casos mais intensos.
    Se você quiser, podemos conversar mais sobre isso em um espaço seguro e acolhedor. Vai ser um prazer te acompanhar nesse processo.


  • Quais são os benefícios da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) na redução de sintomas de ansiedad

    Quais são os benefícios da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) na redução de sintomas de ansiedade em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e trombose mesentérica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom você trazer essa questão. A Terapia Cognitivo-Comportamental pode ajudar bastante na redução da ansiedade em pessoas que convivem com condições médicas como o lúpus e a trombose mesentérica. Quando alguém enfrenta doenças crônicas, é comum surgir um ciclo de preocupação constante, medo de crises, insegurança com o corpo e até pensamentos catastróficos sobre o futuro. A TCC atua justamente nesses pontos.
    Um dos principais benefícios é ajudar você a identificar e reorganizar pensamentos que aumentam a ansiedade, como antecipações negativas ou sensação de falta de controle. Aos poucos, você aprende a construir formas mais realistas e equilibradas de interpretar o que está vivendo, o que reduz o sofrimento emocional.
    Além disso, a TCC trabalha estratégias práticas para lidar com sintomas físicos da ansiedade, como técnicas de respiração, relaxamento e manejo do estresse, que são especialmente úteis quando o corpo já está mais sensível por conta das condições de saúde.
    Outro ponto importante é o fortalecimento do senso de autonomia. Mesmo convivendo com uma doença crônica, é possível desenvolver uma sensação maior de controle sobre a própria vida, rotina e emoções, o que impacta diretamente na qualidade de vida.
    Também ajuda muito no enfrentamento do medo de recaídas ou complicações, trazendo mais segurança para lidar com incertezas sem ficar paralisado pela ansiedade.
    Se você sentir que faz sentido, posso te acompanhar nesse processo com um cuidado acolhedor e personalizado. Vai ser um prazer caminhar com você nessa jornada.


  • Como os psicólogos podem ajudar a aumentar a adesão ao tratamento no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LE

    Como os psicólogos podem ajudar a aumentar a adesão ao tratamento no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom que você trouxe essa pergunta.
    Conviver com o lúpus pode ser bastante desafiador, não só pelos sintomas físicos, mas também pelo impacto emocional que a doença traz no dia a dia. É comum que, em alguns momentos, a pessoa se sinta desanimada, cansada do tratamento ou até com dificuldade de seguir as orientações médicas de forma contínua.
    A psicologia pode ajudar justamente nesse ponto. Em terapia, trabalhamos para entender o que está por trás da dificuldade de adesão ao tratamento. Às vezes pode ser negação da doença, medo dos efeitos dos medicamentos, tristeza, ansiedade ou até a sensação de perda de controle sobre a própria vida.
    Além disso, o acompanhamento psicológico ajuda a fortalecer a motivação, criar uma rotina mais possível e adaptada à realidade da pessoa, e desenvolver estratégias para lidar com momentos de crise ou desânimo. Também é um espaço seguro para falar sobre as emoções envolvidas no processo, sem julgamento.
    Outro ponto importante é ajudar a pessoa a se reconectar com o autocuidado, não como uma obrigação pesada, mas como uma forma de se proteger e viver melhor, mesmo com a doença.
    Se você sente que está difícil manter o tratamento ou lidar com tudo isso, não precisa passar por isso sozinho. Se fizer sentido para você, te convido a iniciar esse processo comigo. Vou ficar feliz em te acompanhar nessa jornada


  • Quando buscar ajuda psicológica durante o tratamento de linfoma?

    Quando buscar ajuda psicológica durante o tratamento de linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom que você trouxe essa pergunta.
    O tratamento de um linfoma não envolve só o corpo, mas também mexe bastante com o emocional. Buscar ajuda psicológica pode ser importante em diferentes momentos, não precisa esperar “ficar muito difícil”. Muitas pessoas procuram apoio logo no início, quando recebem o diagnóstico, para conseguir lidar com o impacto da notícia. Outras sentem mais necessidade durante o tratamento, por causa dos efeitos colaterais, do cansaço ou das mudanças na rotina. E há também quem busque suporte depois, no período de adaptação e recuperação.
    Alguns sinais de que pode ser a hora de procurar ajuda são quando surgem sentimentos intensos de ansiedade, tristeza frequente, medo constante, dificuldade para dormir, irritação, ou até sensação de estar sobrecarregado e sozinho com tudo isso. Mas mesmo sem esses sinais, a terapia pode ser um espaço de acolhimento, para organizar pensamentos, fortalecer emocionalmente e atravessar esse momento com mais suporte.
    Se você sentir que faz sentido para você, vai ser um prazer te acompanhar nesse processo. Estou à disposição para caminhar com você nesse momento.


  • . Quais são os impactos psicológicos de um diagnóstico de linfoma?

    . Quais são os impactos psicológicos de um diagnóstico de linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Oi, tudo bem? Obrigada por trazer essa pergunta.
    Receber um diagnóstico de linfoma costuma ser um momento bastante delicado, e os impactos psicológicos podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns sentimentos são bem comuns. Muitas pessoas relatam um choque inicial, como se fosse difícil acreditar no que está acontecendo. Depois disso, podem surgir medo, ansiedade e preocupação com o futuro, com o tratamento e com as mudanças na rotina.
    Também é comum aparecer tristeza, sensação de perda de controle e até questionamentos sobre a própria vida. Em alguns casos, a autoestima pode ser afetada, especialmente por mudanças físicas durante o tratamento. Além disso, o cansaço emocional pode ser grande, já que lidar com consultas, exames e expectativas exige muita energia.
    Por outro lado, algumas pessoas também desenvolvem uma maior conexão com o que é importante para elas, repensam prioridades e fortalecem vínculos afetivos. Ainda assim, isso não diminui o peso emocional do processo, e ter apoio faz muita diferença.
    O acompanhamento psicológico pode ajudar a organizar esses sentimentos, reduzir a ansiedade e trazer mais recursos internos para enfrentar esse momento com mais equilíbrio e acolhimento.
    Se você quiser, posso te acompanhar nesse processo. Vai ser um espaço seguro para você falar sobre tudo isso com calma e sem julgamentos.


  • Como a terapia psicológica pode auxiliar na gestão do medo da recaída do câncer?

    Como a terapia psicológica pode auxiliar na gestão do medo da recaída do câncer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, tudo bem?
    O medo da recaída é algo muito comum em quem já passou pelo câncer. Mesmo depois do tratamento, o corpo pode estar bem, mas a mente continua em alerta, como se precisasse estar sempre preparada para o pior. Isso pode gerar ansiedade, preocupação constante e até dificuldade de aproveitar o presente.
    A terapia psicológica ajuda justamente a cuidar dessa parte emocional. É um espaço seguro para você falar sobre esses medos sem julgamento, entender de onde eles vêm e como eles afetam o seu dia a dia. Aos poucos, trabalhamos formas de lidar com esses pensamentos, reduzindo a ansiedade e fortalecendo a sensação de segurança interna.
    Também é possível desenvolver estratégias para diferenciar um cuidado saudável com a saúde de um estado de vigilância constante que desgasta emocionalmente. Além disso, a terapia pode ajudar a reconstruir a confiança no próprio corpo e na vida, permitindo que você volte a fazer planos e viver com mais tranquilidade.
    Se você sente que esse medo tem te acompanhado e gostaria de aprender a lidar melhor com ele, será um prazer te acolher nesse processo. Estou à disposição para começarmos juntos essa caminhada.


  • Como superar a dor de uma traição por pornografia? Descobri em Agosto do ano passado, mas há dias qu

    Como superar a dor de uma traição por pornografia? Descobri em Agosto do ano passado, mas há dias que são mais e menos difíceis para mim, não consigo ter relação sem me sentir profundamente triste e decepcionada, e ele parece incomodado ou com raiva quando me ve chorando ou questionando. Não consigo me entender nesse momento. Desde já agradeço!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, sou Larissa Kloss Haas, psicóloga clínica, e vou responder à sua pergunta.
    A dor que você está sentindo é legítima e compreensível. Quando falamos em traição relacionada à pornografia, muitas vezes o que machuca não é apenas o comportamento em si, mas o significado que ele assume dentro da relação. Pode surgir a sensação de quebra de confiança, comparação, inadequação e exclusão da intimidade do parceiro. Isso atinge diretamente a autoestima e a segurança emocional.
    O fato de ainda existirem dias mais difíceis mostra que essa situação não foi completamente elaborada. Experiências de quebra de confiança costumam gerar um processo semelhante ao luto, com momentos de tristeza intensa, raiva, dúvida e tentativa de entender o que aconteceu. Essa oscilação emocional é comum quando algo atinge um vínculo afetivo importante.
    A dificuldade em manter relações sem sentir tristeza e decepção é um sinal de que seu corpo e suas emoções ainda não se sentem seguros. A intimidade exige confiança e conexão. Quando há uma ferida aberta, o momento íntimo pode reativar pensamentos dolorosos, inseguranças e questionamentos sobre valor pessoal e desejo. Não é uma reação exagerada, é uma resposta emocional a algo que abalou a base da relação.
    Quando o parceiro demonstra incômodo ou raiva diante do seu choro ou dos seus questionamentos, isso pode intensificar a sensação de solidão e incompreensão. Para que haja reconstrução, é fundamental que exista espaço para diálogo, validação e responsabilidade emocional. Sem isso, a dor tende a se manter.
    O mais importante agora é você se entender, e não se cobrar por ainda estar sofrendo. Perguntar a si mesma o que exatamente foi ferido, quais limites foram atravessados e o que você precisa para se sentir segura novamente pode ser um começo. Às vezes, o sofrimento está ligado não apenas ao fato ocorrido, mas ao impacto que ele teve na sua autoestima e na forma como você se percebe dentro da relação.
    A terapia pode ser um espaço seguro para organizar essas emoções, fortalecer sua autoconfiança e ajudá-la a decidir, com mais clareza, quais são seus limites e necessidades. Se você sentir que precisa de apoio para atravessar esse momento, convido você a iniciar um processo terapêutico. Cuidar da sua saúde emocional é essencial para que você possa viver relações mais seguras e respeitosas.


  • Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.

    Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, sou Larissa Kloss Haas, psicóloga clínica, e vou responder à sua pergunta.
    Sentir crises de ansiedade ao ver alguém de quem você gosta é mais comum do que parece. Quando estamos emocionalmente envolvidos, nosso cérebro interpreta essa pessoa como alguém importante e tudo o que é importante ativa nosso sistema de alerta. Isso acontece porque há desejo de aceitação, medo de rejeição, expectativa de corresponder às próprias idealizações e insegurança sobre como estamos sendo percebidos.
    Do ponto de vista biológico, o encontro com alguém por quem sentimos atração ativa áreas cerebrais ligadas à recompensa e ao apego, liberando substâncias como dopamina e adrenalina. O aumento da frequência cardíaca, a sensação de frio na barriga, a respiração mais curta e a agitação podem ser confundidos com ansiedade intensa. Em algumas pessoas, especialmente aquelas que já têm tendência ansiosa, essa ativação fisiológica pode se tornar mais intensa e evoluir para uma crise.
    Além do fator químico e fisiológico, há aspectos emocionais importantes. Se você tem medo de não ser suficiente, receio de rejeição, experiências passadas de frustração afetiva ou dificuldade com vulnerabilidade, o simples contato com essa pessoa pode ativar pensamentos automáticos como: “E se eu fizer algo errado?”, “E se ela não gostar de mim?”, “E se eu me machucar?”. Esses pensamentos aumentam a ansiedade.
    Também é possível que exista um padrão de apego mais ansioso, no qual há maior necessidade de confirmação e maior sensibilidade a sinais de distanciamento. Nesse caso, a presença da pessoa não traz apenas alegria, mas também ativa insegurança.
    É importante observar:
    A ansiedade surge apenas na presença dela? Ou também quando você pensa na possibilidade de perdê-la? Há medo de rejeição? De exposição? De não corresponder às expectativas?
    Na terapia, investigamos essas respostas emocionais, trabalhamos autoestima, segurança interna e estratégias de regulação da ansiedade. O objetivo não é eliminar o sentimento, mas permitir que você viva essa experiência com mais equilíbrio e menos sofrimento.
    Se isso tem sido intenso a ponto de gerar crises ou evitar situações, convido você a iniciar um processo terapêutico. Com compreensão e acompanhamento adequado, é possível transformar essa ansiedade em uma vivência afetiva mais tranquila e segura.


  • A hipersensibilidade pode ser controlada ou tratada no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

    A hipersensibilidade pode ser controlada ou tratada no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!
    A hipersensibilidade emocional é uma característica frequente no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), porém pode sim ser tratada e manejada ao longo do processo terapêutico. Com acompanhamento psicológico adequado, é possível desenvolver habilidades de regulação emocional, ampliar a tolerância às emoções intensas e reduzir reações impulsivas, melhorando a qualidade de vida e os relacionamentos.

    Abordagens específicas, focadas em reconhecimento de emoções, construção de estratégias de enfrentamento e fortalecimento do autocontrole emocional, costumam trazer resultados consistentes ao longo do tempo. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico pode atuar de forma complementar.

    Caso você queira compreender melhor seus padrões emocionais e iniciar esse processo de cuidado, será um prazer começar a terapia com você. Estou à disposição para te acompanhar nesse caminho.


  • Como a sensibilidade física afeta o emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como a sensibilidade física afeta o emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá,
    No Transtorno de Personalidade Borderline, a sensibilidade física e o emocional estão profundamente conectados. O corpo costuma reagir de forma intensa aos estímulos do ambiente, como sons, toques, cheiros ou mudanças sutis ao redor, e essa ativação corporal acaba influenciando diretamente o estado emocional. Quando o sistema sensorial entra em sobrecarga, o cérebro interpreta essa experiência como ameaça ou desconforto, o que pode desencadear emoções fortes como ansiedade, irritabilidade, angústia ou sensação de vazio.
    Essa sensibilidade física elevada funciona como um amplificador emocional. Pequenos estímulos podem gerar reações emocionais desproporcionais não por falta de controle, mas porque o organismo já está em um nível alto de ativação. Isso explica por que, muitas vezes, a pessoa com TPB sente que as emoções surgem de forma repentina e intensa, com dificuldade para se acalmar ou organizar os pensamentos. O corpo reage primeiro e o emocional vem logo em seguida, criando um ciclo de tensão, sofrimento e exaustão.
    Com o tempo, essa experiência pode afetar a autoestima, os relacionamentos e a forma como a pessoa se percebe, gerando culpa, vergonha ou a sensação de ser “demais” para os outros. Na terapia, é possível compreender essa conexão corpo emoção, aprender a reconhecer os sinais físicos precoces e desenvolver estratégias para regular tanto as sensações corporais quanto as respostas emocionais. Esse processo fortalece o autocuidado, amplia a tolerância ao estresse e promove mais equilíbrio emocional.
    Se você se reconhece nesse padrão ou sente que suas emoções parecem sempre intensificadas pelo que o corpo sente, eu posso te ajudar. Convido você a fazer terapia comigo e agendar seu atendimento diretamente no meu perfil para iniciarmos esse caminho de compreensão, acolhimento e transformação.


  • Quais são os sintomas da hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB

    Quais são os sintomas da hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, é um prazer falar com você.

    A hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline pode se manifestar de maneiras sutis e, ao mesmo tempo, muito intensas no dia a dia. Muitas pessoas com TPB percebem estímulos comuns como excessivos ou difíceis de tolerar, como sons aparentemente normais que se tornam irritantes, luzes que incomodam mais do que o esperado, cheiros que provocam mal-estar ou até o toque físico que pode ser vivido como invasivo. Essa sensibilidade ampliada costuma estar ligada a um sistema emocional mais reativo, que processa informações com maior intensidade, fazendo com que o corpo e a mente entrem rapidamente em estado de alerta.

    Além do desconforto sensorial, é comum surgirem reações emocionais intensas, como irritação repentina, ansiedade, vontade de se afastar de ambientes movimentados ou sensação de sobrecarga mental. Em alguns momentos, a pessoa pode sentir dificuldade para organizar os pensamentos, manter o foco ou regular as próprias emoções após uma exposição prolongada a estímulos. Isso não é fraqueza nem exagero, mas um funcionamento neurológico e emocional que responde de forma mais intensa ao mundo ao redor.

    Na terapia, trabalhamos para identificar esses gatilhos, compreender como eles se conectam às emoções e desenvolver estratégias para ampliar a tolerância aos estímulos, fortalecer a autorregulação emocional e promover mais qualidade de vida. Com acompanhamento adequado, é possível reduzir o sofrimento, aumentar a sensação de controle e construir relações mais seguras consigo mesmo e com os outros.

    Se você se identificou com essas experiências ou sente que a hipersensibilidade tem impactado sua vida, convido você a fazer terapia comigo. O agendamento pode ser realizado diretamente no meu perfil, e será um prazer caminhar com você nesse processo de cuidado e transformação.


  • Como gerenciar a hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como gerenciar a hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, é um prazer te receber por aqui.

    A hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline costuma ser vivida como uma intensidade constante. Sons parecem mais altos, emoções chegam mais rápido, estímulos externos e internos atravessam com força e, muitas vezes, o corpo reage antes mesmo que a mente consiga organizar o que está acontecendo. Isso não é fraqueza nem exagero, é um sistema emocional e sensorial que funciona em alerta máximo, resultado de uma combinação entre fatores biológicos, emocionais e experiências de vida.

    Gerenciar essa hipersensibilidade começa pelo reconhecimento. Quando a pessoa entende que seu cérebro processa estímulos de forma mais intensa, deixa de se culpar e passa a observar seus limites com mais compaixão. A partir daí, o trabalho terapêutico ajuda a desenvolver consciência corporal e emocional, identificando sinais precoces de sobrecarga antes que ela se transforme em explosão emocional, impulsividade ou esgotamento.

    Na prática clínica, utilizamos estratégias que fortalecem a regulação emocional e sensorial, como o aprendizado de técnicas de aterramento, respiração e autorregulação do sistema nervoso, além do desenvolvimento da habilidade de nomear emoções e sensações físicas. Quando a pessoa consegue colocar em palavras o que sente, o cérebro reduz o estado de ameaça e recupera parte do controle. Também trabalhamos a construção de rotinas mais previsíveis, a organização de ambientes menos estimulantes quando possível e o fortalecimento de recursos internos para lidar com o inevitável, já que o mundo não vai se tornar menos intenso, mas você pode se tornar mais preparada para ele.

    Outro ponto fundamental é compreender como experiências emocionais precoces influenciam essa hipersensibilidade. Muitas vezes, o corpo aprendeu a ficar em alerta como forma de proteção. A terapia permite ressignificar essas vivências, criando novas formas de se relacionar consigo mesma e com os outros, com mais segurança emocional e menos sofrimento.

    Se você se identifica com essa vivência intensa e sente que precisa de apoio para aprender a lidar melhor com suas emoções e sensações, a terapia pode ser um espaço seguro, acolhedor e transformador. Te convido a iniciar esse processo comigo. Agende sua sessão pelo meu perfil e vamos cuidar disso juntos(as)


  • A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) consegue perceber a realidade social corre

    A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) consegue perceber a realidade social corretamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá, é muito bom ter você por aqui.
    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline geralmente têm capacidade de perceber a realidade social, compreender situações e interpretar o ambiente ao seu redor, mas essa percepção pode sofrer distorções em momentos de forte ativação emocional. Quando as emoções estão intensas, especialmente diante de medo de abandono, rejeição ou conflitos interpessoais, a leitura das intenções do outro pode se tornar mais rígida ou polarizada, fazendo com que gestos neutros sejam vividos como ameaças ou sinais de rejeição. Isso não significa perda de contato com a realidade, mas sim uma influência direta das emoções sobre a forma como as experiências são interpretadas.
    Em contextos de maior segurança emocional, a pessoa com TPB costuma demonstrar boa empatia, sensibilidade ao ambiente social e capacidade de compreender o ponto de vista do outro. No entanto, em situações de estresse, pode surgir uma sensação intensa de desconfiança, confusão ou até episódios breves de dissociação, nos quais a realidade parece distante ou distorcida. Esses estados são transitórios e estão ligados à dificuldade de regular emoções, não a um comprometimento permanente da percepção da realidade.
    A terapia tem um papel fundamental nesse processo, pois ajuda a fortalecer a consciência emocional, diferenciar fatos de interpretações e desenvolver formas mais estáveis e seguras de se relacionar. Com acompanhamento adequado, é possível construir uma percepção social mais equilibrada, reduzir mal-entendidos e viver relações com mais clareza e segurança emocional.
    Se você se identificou com essas vivências ou deseja compreender melhor seus relacionamentos e reações emocionais, convido você a fazer terapia comigo. O agendamento pode ser feito diretamente no meu perfil, e será um prazer te acompanhar nesse caminho de autoconhecimento e cuidado.


Perguntas frequentes

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