Perguntas do paciente (18)

  • . Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    . Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    O medo de rejeição é uma das dificuldades que muitas pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) enfrentam. Pela perspectiva da neuropsicologia, esse medo pode estar relacionado a uma maior sensibilidade emocional, fazendo com que situações do dia a dia sejam percebidas como sinais de afastamento, crítica ou abandono, mesmo quando essa não é a intenção da outra pessoa. Compreender esse funcionamento é importante porque ajuda a desenvolver estratégias para lidar melhor com as emoções, fortalecer a autoestima e construir relacionamentos mais seguros e saudáveis.


  • “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a cognição social nas interações interpes

    “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a cognição social nas interações interpessoais sob a perspectiva da neuropsicologia?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Essa é uma excelente pergunta. O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode fazer com que a pessoa tenha mais dificuldade para interpretar situações sociais e lidar com emoções nos relacionamentos. Muitas vezes, pequenos acontecimentos podem ser percebidos de forma mais intensa, gerando medo de rejeição, insegurança ou conflitos interpessoais. A neuropsicologia nos ajuda a compreender como o cérebro processa essas informações e emoções, permitindo desenvolver estratégias para melhorar a comunicação, fortalecer os vínculos e promover relações mais saudáveis.


  • "Como os achados da avaliação neuropsicológica podem auxiliar na compreensão das dificuldades de per

    "Como os achados da avaliação neuropsicológica podem auxiliar na compreensão das dificuldades de pertencimento social observadas em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Os resultados da sua avaliação neuropsicológica podem nos ajudar a compreender melhor algumas dificuldades que você vivencia nos relacionamentos e no sentimento de pertencimento aos grupos e às pessoas ao seu redor.

    Em alguns momentos, emoções muito intensas, a sensibilidade à rejeição e a forma como determinadas situações são interpretadas podem fazer com que você se sinta excluída, incompreendida ou insegura em suas relações, mesmo quando deseja muito estar conectada aos outros.

    A avaliação não serve para definir quem você é, mas para entender como sua mente processa emoções, pensamentos e interações sociais. Com essas informações, podemos identificar suas dificuldades, mas também suas potencialidades, construindo estratégias que favoreçam relações mais seguras, maior autoconfiança e um sentimento mais saudável de pertencimento.
    Lembre-se de que essas dificuldades não definem seu valor como pessoa. Elas representam desafios que podem ser compreendidos e trabalhados ao longo do processo terapêutico.


  • Pessoas com "Inteligência Limítrofe" precisam de intervenção especializada?

    Pessoas com "Inteligência Limítrofe" precisam de intervenção especializada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    A chamada “inteligência limítrofe” (ou funcionamento intelectual limítrofe) refere-se a um desempenho cognitivo que fica entre a média inferior e o limite da deficiência intelectual, geralmente associado a maiores dificuldades de aprendizagem, raciocínio abstrato e adaptação às demandas do dia a dia.

    Nem todas as pessoas com esse perfil precisam, necessariamente, de intervenção especializada intensa, mas muitas se beneficiam significativamente de acompanhamento adequado e individualizado. Isso acontece porque, em alguns contextos, podem surgir dificuldades em tarefas acadêmicas, organização, compreensão de instruções mais complexas e resolução de problemas.

    As intervenções mais importantes costumam envolver apoio pedagógico, adaptações no ambiente escolar ou de trabalho, desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais, além de estratégias que favoreçam autonomia e funcionalidade no cotidiano.

    Do ponto de vista clínico e educacional, o foco não é apenas no “rótulo”, mas na forma como a pessoa funciona na prática e nas necessidades reais que apresenta. Por isso, a avaliação e o acompanhamento multidisciplinar são fundamentais para orientar o tipo e a intensidade do suporte necessário.


  • Quais são as escalas de rastreamento específicas para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (D

    Quais são as escalas de rastreamento específicas para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Essa é uma pergunta muito importante — e fico feliz que você esteja buscando entender melhor.
    Na psicologia, não existe uma única escala isolada que “feche” o diagnóstico de Transtorno do Desenvolvimento Intelectual. O que fazemos é uma avaliação cuidadosa e integrada, sempre olhando a pessoa para além dos testes.
    De forma geral, os principais instrumentos de rastreamento e avaliação envolvem:
    Testes de funcionamento intelectual (como escalas de inteligência), que ajudam a compreender o raciocínio, a memória e a capacidade de aprendizagem.
    Escalas de comportamento adaptativo, que avaliam como a pessoa lida com a vida diária, comunicação, autonomia e relações sociais.
    Entrevistas clínicas e anamnese, fundamentais para entender a história de desenvolvimento, escolar e familiar.
    Observação clínica, que permite captar habilidades, potencialidades e necessidades reais de apoio.
    Mais importante do que o nome do instrumento é como essa avaliação é conduzida: com respeito, sem rótulos e considerando o contexto de vida da pessoa.
    Se você tem essa dúvida, o melhor caminho é uma avaliação psicológica acompanhada, onde tudo pode ser explicado com calma e onde o foco não é a limitação, mas as possibilidades de cuidado e desenvolvimento. Você não precisa passar por isso sozinha.


  • A pessoa com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) e Transtorno de Déf

    A pessoa com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) e Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) consegue focar em algo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Sim, consegue. Pessoas com deficiência intelectual e TDAH são capazes de focar, especialmente quando a atividade faz sentido para elas, é concreta, interessante e respeita seu ritmo.
    O que costuma existir é mais dificuldade em manter a atenção por longos períodos, organizar tarefas ou lidar com estímulos excessivos, não a ausência de foco. Com adaptações, apoio emocional e estratégias adequadas — inclusive acompanhamento psicológico — o potencial de atenção pode ser fortalecido.
    Com cuidado, paciência e vínculo, o foco se constrói.


  • Pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) têm sentimentos norm

    Pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) têm sentimentos normais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Sim. Pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (deficiência intelectual) têm sentimentos tão reais e legítimos quanto qualquer outra pessoa.
    Elas sentem alegria, tristeza, medo, raiva, afeto, frustração e amor. O que pode mudar não é a existência dos sentimentos, mas a forma de compreender, expressar ou regular essas emoções, dependendo do nível de apoio necessário.
    Por isso, escuta, respeito e acompanhamento psicológico são fundamentais: ajudam a traduzir emoções, fortalecer vínculos e promover qualidade de vida. Sentir é humano — e o cuidado emocional também é um direito.


  • Quais são os pilares de sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) ?

    Quais são os pilares de sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Os pilares do TDAH se organizam, principalmente, em três grupos de sintomas: desatenção, hiperatividade e impulsividade. Eles podem aparecer juntos ou de formas diferentes em cada pessoa, afetando a organização, o foco, o controle dos impulsos e a regulação emocional no dia a dia.

    Se esses sinais geram sofrimento ou prejuízo, a terapia é um espaço seguro para compreender como eles se manifestam na sua vida e construir estratégias mais gentis e eficazes de cuidado. Você não precisa lidar com isso sozinho.


  • fui diagnosticado clinicamente com a Síndrome de Ehlers-Danlos hipermovel (SEDh), e minha reumatolog

    fui diagnosticado clinicamente com a Síndrome de Ehlers-Danlos hipermovel (SEDh), e minha reumatologista comentou que o TDAH é uma manifestação comum associada à síndrome. Ela sugeriu que eu "continuasse no meu seguimento clínico", mas, no momento, não tenho nenhum acompanhamento voltado para isso.
    vale a pena, de fato, procurar ajuda especializada para o TDAH nesse contexto, já que ele parece ser uma parte da SEDh?.
    exite bibliografia confiavel sobre o tema?.
    que tipo de ajuda seria a mais indicada? Devo buscar um neurologista, um psiquiatra (especializado em TDAH ou em condições complexas), ou outro profissional?.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Mesmo quando o TDAH aparece associado à síndrome de Ehlers-Danlos hipermóvel, ele merece atenção própria. Buscar ajuda especializada não é exagero, é cuidado. Uma avaliação adequada pode ajudar a diferenciar o que vem da condição física e o que pode ser tratado de forma específica, trazendo mais qualidade de vida. Cuidar da saúde mental também é parte do seguimento clínico.


  • Olhar para um espelho sem piscar faz cair ondas cerebrais e ir até pra Teta? O espelho tem um efeito

    Olhar para um espelho sem piscar faz cair ondas cerebrais e ir até pra Teta? O espelho tem um efeito hipnótico??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Às vezes, experiências simples — como olhar fixamente para um espelho — podem provocar sensações estranhas, mudanças na percepção ou um certo afastamento de si. Isso não significa, necessariamente, que algo “profundo” ou perigoso esteja acontecendo no cérebro.

    O que ocorre, na maioria das vezes, são efeitos naturais da atenção prolongada e da forma como o nosso sistema perceptivo funciona. O corpo e a mente reagem ao excesso de foco, podendo gerar desconforto, confusão ou estranhamento.

    Por isso, é importante lembrar: nem toda experiência intensa é terapêutica, e nem todo estado alterado é saudável. Cuidar da saúde mental envolve segurança, escuta e acompanhamento profissional.

    Se algo gera angústia, medo ou perda de referência de si, isso é um sinal para acolher, não para insistir. Em terapia, essas experiências podem ser compreendidas com calma, respeitando os limites e a história de cada pessoa.

    Você não precisa atravessar nada sozinho. O cuidado começa quando alguém te ajuda a entender o que está acontecendo — com respeito, presença e amor.


  • Quais são os sintomas da ansiedade existencial? .

    Quais são os sintomas da ansiedade existencial? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    A ansiedade existencial é um tipo de angústia relacionada a questões profundas da vida, como propósito, liberdade, responsabilidade, envelhecimento, solidão e a própria finitude humana. Embora cada pessoa a vivencie de forma diferente, alguns sinais são comuns:

    • Preocupações frequentes sobre o sentido da vida e o futuro.
    • Sensação de vazio ou falta de propósito.
    • Medo intenso da morte ou do passar do tempo.
    • Dificuldade para tomar decisões importantes por receio das consequências.
    • Sentimentos de insegurança diante das incertezas da vida.
    • Questionamentos constantes sobre identidade, valores e objetivos pessoais.
    • Angústia, inquietação ou tristeza sem uma causa específica aparente.
    • Sensação de desconexão consigo mesmo, com os outros ou com o mundo ao redor.

    É importante lembrar que refletir sobre essas questões faz parte da experiência humana. No entanto, quando essas preocupações se tornam frequentes e passam a causar sofrimento significativo ou prejuízos no dia a dia, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender esses sentimentos e encontrar formas mais saudáveis de lidar com eles.


  • Quais os Sintomas de um desequilíbrio emocional (crise existencial) ?

    Quais os Sintomas de um desequilíbrio emocional (crise existencial) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Uma crise existencial é um período em que a pessoa passa a questionar profundamente aspectos da própria vida, como identidade, propósito, valores e futuro. Esse processo pode gerar um desequilíbrio emocional temporário e se manifestar de diferentes formas.

    Alguns sinais comuns incluem:

    • Sensação de vazio ou falta de propósito.
    • Questionamentos frequentes sobre o sentido da vida.
    • Angústia, inquietação ou tristeza persistente.
    • Dificuldade para tomar decisões importantes.
    • Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas.
    • Sentimento de desconexão consigo mesmo ou com outras pessoas.
    • Medo excessivo do futuro, do envelhecimento ou da morte.
    • Cansaço mental, desmotivação e dificuldade de concentração.
    • Alterações no sono e no apetite em alguns casos.

    É importante lembrar que uma crise existencial não é necessariamente um transtorno psicológico. Muitas vezes, ela representa um momento de reflexão e transformação pessoal. No entanto, quando os sintomas causam sofrimento intenso ou prejudicam a rotina, buscar apoio psicológico pode ajudar a compreender melhor essas experiências e encontrar novos sentidos para a vida.


  • O que é a sensação de ausência de propósito? .

    O que é a sensação de ausência de propósito? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    A sensação de ausência de propósito é a percepção de que a vida perdeu o significado, a direção ou os objetivos que antes pareciam importantes. Muitas pessoas descrevem essa experiência como um sentimento de vazio, falta de motivação ou dificuldade para encontrar razões que tragam satisfação e realização no dia a dia.

    Essa sensação pode surgir em diferentes momentos da vida, especialmente durante períodos de mudança, perdas, crises pessoais ou quando antigos objetivos já não fazem mais sentido. Embora seja uma experiência relativamente comum, quando se torna intensa ou persistente, pode gerar sofrimento emocional e impactar a qualidade de vida.

    A psicologia compreende essa vivência como uma oportunidade de reflexão sobre valores, desejos e projetos de vida, ajudando a pessoa a reconstruir sentidos e encontrar caminhos mais alinhados com aquilo que considera importante para si.


  • Quais são os Sinais de Comportamento Disruptivo que Levam à Avaliação Neuropsicológica ?

    Quais são os Sinais de Comportamento Disruptivo que Levam à Avaliação Neuropsicológica ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Os comportamentos disruptivos são aqueles que causam dificuldades significativas no convívio social, familiar, escolar ou profissional. Quando esses comportamentos são frequentes, intensos ou persistentes, uma avaliação neuropsicológica pode ajudar a compreender suas possíveis causas e identificar fatores cognitivos, emocionais e comportamentais envolvidos.

    Alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma avaliação incluem:

    • Impulsividade excessiva e dificuldade para controlar comportamentos.
    • Irritabilidade frequente e explosões de raiva desproporcionais.
    • Dificuldade em seguir regras, orientações ou limites.
    • Problemas recorrentes de atenção e concentração.
    • Comportamentos agressivos, opositores ou desafiadores.
    • Dificuldades de relacionamento com familiares, colegas ou professores.
    • Baixa tolerância à frustração.
    • Mudanças significativas no desempenho escolar ou profissional.
    • Agitação intensa ou dificuldade para permanecer em atividades por muito tempo.
    • Problemas na regulação emocional, com reações muito intensas diante de situações cotidianas.

    A avaliação neuropsicológica não busca apenas identificar dificuldades, mas compreender como a pessoa processa informações, regula emoções e responde às demandas do ambiente. Com isso, é possível direcionar intervenções mais adequadas e promover melhor qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.


  • Quais são as estratégias para lidar com crenças disfuncionais ?

    Quais são as estratégias para lidar com crenças disfuncionais ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    As crenças disfuncionais são pensamentos e interpretações rígidas ou distorcidas sobre si mesmo, os outros e o mundo, que acabam influenciando emoções e comportamentos de forma negativa. Elas podem estar associadas a sofrimento emocional, baixa autoestima, ansiedade e dificuldades nos relacionamentos.

    Algumas estratégias que ajudam a lidar com essas crenças incluem:

    • Identificar os pensamentos automáticos: observar o que passa pela mente em situações de estresse ou desconforto.
    • Questionar a veracidade desses pensamentos: avaliar se há evidências reais que os sustentem ou se são interpretações exageradas.
    • Buscar alternativas mais realistas: substituir pensamentos rígidos por interpretações mais equilibradas e flexíveis.
    • Desenvolver o autoconhecimento: compreender padrões repetitivos de pensamento e suas origens.
    • Trabalhar a reestruturação cognitiva: técnica utilizada na terapia cognitivo-comportamental para modificar crenças disfuncionais.
    • Praticar a autocompaixão: reduzir a autocrítica excessiva e desenvolver uma postura mais acolhedora consigo mesmo.
    • Fortalecer experiências positivas: registrar situações em que as crenças negativas não se confirmam.
    • Buscar apoio psicológico: o acompanhamento profissional ajuda a aprofundar essas mudanças de forma estruturada e segura.

    Essas estratégias não eliminam os pensamentos difíceis de forma imediata, mas ajudam a construir uma forma mais saudável e realista de interpretar as experiências ao longo do tempo.


  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    O melhor é fazer psicoterapia, para você junto com o profissional identificar onde é a origem que causa este desconforto.


  • Estou tomando escitalopram. Tem alguma coisa eu tomar chá de orégano?

    Estou tomando escitalopram. Tem alguma coisa eu tomar chá de orégano?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Olá! Querida (o) que bom que você está buscando informações, muito positiva sua atitude. As colocações que os demais colegas aqui regiatrramforam foram ótima, maravilhoso. Com certeza a atitude que você tomará em pro do cuidado com sua saúde será a melhor, sempre no pensamento positivo. Faça uma escolha ponderada e eficiente para você, conversado sempre com os profissionais que lhe acompanha. Saudações cordiais. Até.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Matheus De Oliveira Silva

    Boa tarde! Obrigado por compartilhar sua dúvida. Ansiedade e estresse podem apresentar sintomas semelhantes, como preocupação excessiva, irritabilidade, tensão muscular, cansaço e dificuldades para dormir. Por isso, uma avaliação psicológica é importante para compreender melhor o que está acontecendo e identificar as possíveis causas do seu sofrimento. Durante o processo, são realizadas entrevistas clínicas e, quando necessário, utilizados instrumentos específicos para avaliar sintomas emocionais e seu impacto no dia a dia. Buscar ajuda profissional é um passo importante para encontrar mais clareza e qualidade de vida.


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