Boa noite , tenho uma filha de 4 anos e de uns tempos pra cá, ela não desgruda de mim em nenhum mome

25 respostas
Boa noite , tenho uma filha de 4 anos e de uns tempos pra cá, ela não desgruda de mim em nenhum momento, até na hora de ir ao banheiro ela quer ir junto , quando não deixo ela fica sentada na porta até eu sair quando ando pela casa ela fica atrás de mim o tempo todo, e agora tbm ela fala tudo que faz , se ela pega no rosto ela me conta se ela arrota ela me conta , se ela solta pum ela me conta , se ela encosta em algo ela me conta , me chama pra falar exatamente tudo que ela faz. Gostaria de saber se isso tudo é normal?
 Christine Frayha
Psicólogo
Rio de Janeiro
Boa noite! O comportamento que você descreve pode ser considerado normal para uma criança de 4 anos. Nessa idade, é comum que as crianças sejam muito ligadas aos pais e queiram estar perto deles o tempo todo. Elas também estão desenvolvendo habilidades de comunicação e adoram compartilhar suas atividades e experiências com os pais como forma de buscar atenção e aprovação.

No entanto, é importante equilibrar a necessidade de dar espaço à sua filha para que ela desenvolva sua independência e explore o mundo por conta própria. Você pode gradualmente encorajá-la a brincar sozinha por curtas períodos de tempo e elogiar seu comportamento independente quando ela o fizer. Isso ajudará a promover um senso saudável de autonomia à medida que ela cresce.

Se você tiver preocupações sobre o comportamento dela ou se isso estiver causando desconforto, pode ser útil conversar com um pediatra ou especialista em desenvolvimento infantil para obter orientação mais específica para a situação dela.

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Olá! Na idade de sua filha e por um bom período da infância, as crianças precisam sentir que os adultos de referência (especialmente os pais) estão disponíveis para elas. Dessa forma, querem estar perto, conversar, serem ouvidas, que brinquemos com elas. Em poucas palavras, elas demandam a nossa atenção na grande maior parte do tempo.
Contudo, se esse comportamento da sua pequena está gerando preocupação e desconforto, acredito que a avaliação e orientação de um psicólogo que trabalha com orientação parental sejam medidas que podem ajudar bastante.
Dra. Lisiane Hadlich Machado
Psicólogo, Psicanalista
Niterói
Olá! As crianças são como esponjas do emocional dos adultos. Por mais que ela seja pequena, demonstrações de elevada insegurança, como você escreve, eu sugiro buscar um psicólogo de abordagem familiar. Que bom que você está percebendo, uma terapia traria mais clareza nesses sintomas de insegurança. Abc
Oi,boa noite.
Difícil dizer se está normal o que conta, sem saber a quantas andam as experiências de sua filha dentro do núcleo familiar e de como você e o pai de sua filha estão se relacionando.
Sugiro que você procure por um(a) psicólogo(a) para o qual você possa relatar suas angústias e dúvidas e sua filha também passar por uma avaliação,caso necessário.
Fazendo isso , voce , sua filha e a família estarão amparadas adequadamente do ponto de vista técnico.
Busque por ajuda profissional.
Fiquem bem!
Olá. Uma criança demandar muito a companhia, da mãe, pai, cuidadores principais é esperado, sim. Na primeora infância, ɛeríodo compreendido dos 0 a 6 anos, principalmente. Contudo, se você observa que foi uma mudança de comportamento, que algo pode estar acontecendo e que essa conduta pode representar um sinal de que algo está errado, converse com sua criança, observe-a, acolha, respeite suas necessidades, forneça segurança.. sugiro também que você busque um profissional para prientação, caso essa situaçãp se apresente de fprma persistente ou outras questões se expressem.
 Juliana Arango
Psicanalista
Niterói
Olá!
É importante entender que o ENTENDIMENTO e o TRABALHO nas dificuldades para entender ao outro, no caso à própria filha, é um assunto pessoal, que talvez seja interessante levar para um processo psicoterapêutico ou psicanalítico pessoal.
Por outro lado, as razões pelas quais uma pessoa, individualmente, desenvolve comportamentos específicos, são particulares de cada caso. Fica muito difícil adivinhar sem conhecer as pessoas, o contexto, as problemáticas cotidianas... talvez um processo psicoterapêutico familiar possa ajudar, entendendo que podem surgir recomendações que só uma pessoa que possa escutar às partes envolvidas irá conseguir formular.
Boa sorte!
Se tiver interesse no processo pessoal para você, adulto/a, eu estou disponível.
;)
Dr. Judson Riker
Psicólogo, Psicanalista
Salvador
Quando li sua mensagem entendi que você está notando um comportamento exagero na sua filha. Todo exagero revela um desequilíbrio e pode ser sintoma de uma doença emocional. Será insegurança? Será que você está sendo superprotetora? (Pesquise está doença no YouTube) Será que está havendo excesso de dependência?
Procure um psicólogo competente na área da psicoterapia. Existe tratamento e cura.
 Milena Fiorini
Psicólogo
Florianópolis
Boa noite! Bem, imagino que esteja preocupada. O fato de sua filha estar precisando tanto de contato com você pode ter relação com diversas variáveis. Pode se tratar de algo bem pontual, como um medo gerado por determinada fantasia ou insegurança diante de alguma situação delicada que esteja ocorrendo na família, na escola ou em outro contexto de convívio da criança. Também pode indicar um sintoma mais amplo, que diz respeito à relação com você. As crianças costumam sentir/perceber quando estamos passando por momentos difíceis e acabam se aproximando como uma forma de nos proteger/ajudar, tudo de forma inconsciente/subjetiva. Portanto, seria importante buscar ajuda psicológica, seja com um especialista em psicoterapia infantil ou familiar. Assim, você compreenderá melhor os fatores que tem gerado essa dependência. Espero ter contribuído e fico à disposição!
 Gabrielle Lucio Silva
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, bom dia!
Ela pode está vivendo a angustia de separação por começar a perceber que você tem outros afazeres além dela, ou seja, quando começa a perceber que o mundo não se restringe apenas em uma relação de mãe e filha, há muito mais para se experimentar, inclusive a ausência da mãe que gera angustia.
Oriento a terapia para melhor lidar com esta fase.
Aguardo o contato!
 Giovana Durat Milani
Psicólogo
Curitiba
Oi, como você está? Crianças nessa idade apresentam esse comportamento e isso é muito normal. Mudanças na rotina, como iniciar em uma escola nova, mudar de professora, passar menos tempo perto dos pais, abandonar um hábito antigo... podem gerar uma necessidade maior de estar junto para sentir segurança, conforto, acolhimento. Mas, um ponto importante, é que quem cuida também precisa de cuidado. Eu imagino que viver essa fase esteja sendo bem desafiador para você, é normal se sentir sobrecarregada e querer pelo menos 5min sozinha. É muito importante que, dentro das possibilidades, você tenha um espaço para cuidar de você e ter as suas questões também ouvidas, cuidadas e acolhidas. Caso sinta necessidade, estou à disposição (:
 Renata Bombine Pimentel
Psicólogo
São Paulo
Olá! A criança nesta idade ainda é dependente emocionalmente dos pais, desta forma é natural querer compartilhar o que acontece com ela. Pelo seu relato ela sente-se angustiada no momento da separação. Para compreender melhor é necessário uma avaliação para investigar como é a rotina dela, se tem outros relacionamentos, como por exemplo ir à escola, como você lida com a situação. Sou psicóloga infantil e fico à disposição.
 Stephanie Von Wurmb Helrighel
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
São muitos os desafios da maternidade. Deve estar sendo cansativo para você não é?
Eu faço um programa de orientação para pais vinculado a psicoterapia, para ajudar a passar e compreender esses períodos de mudança no desenvolvimento e consequentemente no comportamento dos filhos. Fico a disposição caso estejas procurando ajuda.
Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta - R$ 220
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 Angela Maria da Silva
Psicanalista, Psicólogo
Guarulhos
Boa tarde . Apesar de nesta fase , a crianca colar muito nos adultos em quem confia , ela parece estar manifestando um comportamento de muita insegurança, precisando colar o tempo todo , pra garantir que nao estara no desamparo . Importante mostrar sim que esta por perto , porem , aos poucos incentivar a autonomia dela , passando seguranca e protecao .
Estou a disposicao .
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
A partir da sua pergunta é possível de pensar várias coisas, comece a notar se ela tem esses comportamentos todos os dias da semana, se é somente com você ou com outra pessoa também, como esposa, marido, irmão, irmã, avó, avô, entre outros(as) parentes. Essa idade pode ser marcada por começar a compreender mais o mundo lá fora, o que tem de externo e também de firmar o conhecimento dela com ela mesma, descobrir o próprio corpo, os sentimentos, sensações e impressões. Além disso, como está a sua presença no geral na vida dela, como é a sua atenção para com ela e como está a atenção das outras pessoas para com ela. Diversas mudanças podem estar a ocorrer para ela e externamente a ela e ela pode manifestar isso, converse com ela, passe mais tempo de qualidade com ela, caso ainda te faça questionar alguns pontos e você se sinta angustiado, ansioso ou preocupado, procure um(a) psicólogo(a) para falar mais e elaborar mais sobre.
Espero ter ajudado.
Dr. Guilherme Schezzi Botelho
Psicólogo
Ribeirão Preto
Olá! Algumas crianças desde cedo já apresentam comportamentos de maior autonomia e outras de maior insegurança que são influenciados por fatores de personalidade, genéticos e ambientais (criação, postura dos pais, etc.). A ansiedade de separação também pode levar as crianças a esse tipo de comportamento, mas é importante uma avaliação por um psicólogo infantil. É importante os pais estarem atentos aos comportamentos dos filhos que podem ser prejudiciais, mas também às próprias atitudes em relação aos filhos.
 Paula Medri
Psicólogo, Psicanalista
Londrina
Olá. Ao que você relata, parece estar havendo uma dificuldade de separação da sua filha em relação a você. Em certa medida, é esperado que a criança sinta-se insegura em ter autonomia, em ficar sozinha. Porém, quando a situação extrapola, a ponto de gerar muito sofrimento para ela, é importante buscar ajuda profissional para que possa ser trabalhado esta questão em específico. Até lá, o que você pode tentar dizer para sua filha é que você vai estar com ela nos momentos possíveis, mas que em alguns momentos você precisará se ausentar... mas que você volta. (Isso ajudará ela a compreender que a separação é necessária, por vezes é difícil, mas que é necessário para que cada um tenha sua individualidade).
Dra. Marcia Wisniewski Schaly
Psicólogo, Psicanalista
Curitiba
Olá, Como vai?
Talvez sua filha esteja vivendo uma dificuldade em lidar com separação, nos momentos em que precisa se distanciar dos pais, como por exemplo, no momento em que precisa ir para a escola, principalmente se ficar em período integral. As crianças criam muitas fantasias e seria interessante perguntar a ela o que ela imagina que pode acontecer com os pais. Isto para investigar se ela tem medo de perdas (seja por fantasia ou situações de perdas já vivenciadas pela criança). Crescer implica em lidar com separação e momentos de desamparo e talvez a criança esteja passando por algo que esteja gerando insegurança. Um psicanalista poderá te ajudar a compreender melhor o que se passa nessa situação. Espero ter contribuído de alguma forma.
Grande abraço!
 Bruna Machado
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Pode ser um comportamento comum de uma criança de 4 anos, pensando sobre a angústia de separação. Sugiro avaliação psicológica para entender se de fato é algo da fase atual, ou se há outra motivação.
 Carolina Argollo
Psicólogo
São Paulo
Olá! Tendo como base seu relato, o comportamento de sua filha pode ser sim esperado para a faixa etária de 4 anos. Nós somos sujeitos relacionais e na fase da infância geralmente a família se mostra como principal norteador para nossas ações. Com isso em mente, é fundamental auxilia-la na nomeação de emoções, da relação para que assim ela entende esses comportamentos e tenha noção de limites. Caso você observe persistência desses comportamentos, é interesse se questionar sobre: houve alguma mudança signficativa na rotina da criança? Esse comportamento se manifesta quando acontece alguma situação específica? E, por fim, tambem pode ser sugerido a busca de psicoterapia, pois o psicólogo também auxiliará nesse manejo e questionamentos.
 Ana Paula Vitari
Psicólogo
São Caetano do Sul
Diante a sua descrição,parece estar insegura,buscando sua aprovação ao te contar.Leve-a para uma avaliação psicológica.
Dra. Karina Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá!
Sua filha possivelmente está com angústia de separação em relação a você. Pode haver medos motivando esses comportamentos.
É preciso investigar o que tem acontecido na vida dela, no meio familiar, na escola... Quais emoções ela tem sentido com os acontecimentos em torno dela. O que ela percebe que você tem vivenciado e sentido, etc.
Isso pode ser investigado junto à um psicólogo infantil.
Boa noite!

Sim, esse tipo de comportamento pode ser normal para uma criança de 4 anos, especialmente em uma fase em que ela está desenvolvendo a necessidade de proximidade e segurança. Nesse período, as crianças frequentemente têm uma ligação muito forte com os pais, e isso pode se manifestar de diferentes formas, como o comportamento de não desgrudar de você e o relato constante de tudo o que faz.

Aqui estão algumas explicações e observações que podem ajudar a entender melhor o que está acontecendo:

1. Busca por segurança e conforto
Na faixa etária de 4 anos, as crianças estão ainda explorando o mundo ao seu redor e, ao mesmo tempo, se sentindo mais inseguras sobre várias situações. A presença constante dos pais oferece uma sensação de segurança emocional, e ela pode estar buscando isso mais do que o normal nesse momento. Isso é comum, especialmente em crianças que são naturalmente mais apegadas.

A necessidade de estar sempre perto de você, como quando ela quer ir ao banheiro junto ou te segue pela casa, pode ser um comportamento de apego. A segurança emocional é muito importante para as crianças nessa idade, e elas geralmente buscam a confirmação de que estão seguras quando estão com os pais.

2. Desenvolvimento da linguagem e da percepção de si mesma
O fato de ela te contar tudo o que faz (como arrotos, toques, e até soltar pum) pode ser uma fase de desenvolvimento da linguagem e de percepção de si mesma. Ela está explorando o que é socialmente aceitável e também tentando compreender seu corpo e as interações com o mundo ao seu redor. A criança nessa idade geralmente começa a falar mais sobre o que faz porque está desenvolvendo o vocabulário e a capacidade de organizar suas ações verbalmente.

Além disso, ela está aprendendo a se perceber e a perceber os outros. Ao te contar sobre tudo o que faz, ela pode estar tentando garantir que você note o que ela está fazendo ou simplesmente quer compartilhar experiências do dia a dia, porque as crianças têm uma necessidade de dividir suas descobertas, mesmo que pequenas, com os pais.

3. Fase de transição emocional
Às vezes, o comportamento de se apegar mais aos pais pode ocorrer em momentos de transição emocional, como mudanças na rotina (como começar a escola, novas experiências, ou até mesmo mudanças familiares). Mesmo que nada grande tenha mudado, as crianças de 4 anos estão passando por várias transformações cognitivas e emocionais, e é natural que elas busquem mais apoio e atenção quando se sentem mais vulneráveis ou quando estão tentando entender o mundo.

Se ela está começando a explorar novas interações sociais, ou mesmo enfrentando medos ou ansiedades, o comportamento de buscar você constantemente pode ser uma tentativa de se sentir mais segura.

4. Desenvolvimento da empatia e da comunicação
Aos 4 anos, as crianças também estão começando a entender mais sobre empatia e as expectativas sociais. Ela pode estar começando a perceber que o que faz pode afetar os outros (por exemplo, soltar um pum ou arrotar), então ela te conta porque está começando a entender como as outras pessoas podem reagir a essas ações. Isso também faz parte do processo de socialização, em que ela está aprendendo a comunicar suas ações para obter reações ou aprovação dos outros.

5. Quando se preocupar?
Embora o comportamento descrito seja, em geral, normal para uma criança dessa idade, há algumas situações em que vale a pena observar mais de perto:

Mudanças significativas de comportamento: Se esse comportamento de apego excessivo e a necessidade constante de comunicação sobre tudo o que ela faz se intensificar repentinamente, pode ser um sinal de que ela está lidando com algum tipo de ansiedade ou medo. Nesse caso, é importante observar se há algum evento ou mudança na rotina que pode ter causado isso (como um novo ambiente, uma nova pessoa, ou uma mudança de hábito).

Dificuldade para se separar: Se ela tem muita dificuldade de se separar de você ou fica muito ansiosa em situações de afastamento (como na escola ou em visitas a outras pessoas), pode ser interessante conversar com um profissional, como um psicólogo infantil, para explorar as possíveis razões emocionais por trás desse comportamento.

Como lidar com isso:
Ofereça segurança e apoio emocional: Continue sendo uma fonte de apoio emocional para ela, garantindo que ela se sinta segura e amada. Você pode explicar que ela pode estar perto de você quando precisar, mas também pode começar a incentivar um pouco mais de independência, com pequenas conquistas, como brincar sozinha por um tempo ou realizar algumas atividades sem sua presença constante. Elogie quando ela conseguir fazer isso sozinha, isso pode ajudar a construir a confiança dela.

Estimule a autonomia: Encoraje-a a explorar o ambiente sozinha e a fazer algumas atividades sem a sua ajuda direta, de maneira gradual. Por exemplo, você pode incentivá-la a brincar no quarto sozinha por alguns minutos, ou permitir que ela faça pequenas escolhas de forma independente (como escolher um brinquedo ou uma atividade).

Estabeleça limites com carinho: Quando ela te chamar constantemente para relatar tudo o que faz, explique de maneira gentil, mas firme, que você está ouvindo e que ela pode fazer coisas sozinha também. Isso ajudará a promover um pouco mais de autonomia, sem que ela se sinta rejeitada ou ignorada.

Escute as emoções dela: Se ela falar sobre medos ou dúvidas de forma mais clara, tente ouvir com atenção, pois isso pode ajudá-la a processar suas emoções e a lidar com o que está sentindo.

Conclusão:
O comportamento que você está observando é muito comum para a idade dela e faz parte do processo de desenvolvimento emocional e cognitivo. Embora o apego excessivo possa ser cansativo, é uma fase natural em que ela está tentando entender seu lugar no mundo e sua relação com os outros, principalmente com você. Com paciência, segurança e incentivo à autonomia, ela irá gradualmente se sentir mais confiante e aprenderá a explorar o mundo de maneira mais independente.

Se você perceber que o comportamento começa a afetar o bem-estar dela ou a rotina familiar, procurar um psicólogo infantil pode ajudar a compreender melhor as causas subjacentes e encontrar formas de lidar com isso. Se precisar de mais conselhos ou ajuda, estou por aqui!



 Alice Ferreira Coutinho
Psicólogo
Rio de Janeiro
É normal que crianças de 4 anos busquem a presença constante dos pais e queiram compartilhar tudo o que fazem, pois estão desenvolvendo habilidades de socialização e buscando segurança emocional. No entanto, se o comportamento de dependência excessiva e necessidade de contar tudo for muito intenso e afetar o bem-estar da criança ou o seu, é interessante observar se isso está relacionado a algum estresse ou mudança na rotina. Conversar com um profissional, como um psicólogo infantil, pode ajudar a entender se há algo mais que precise ser abordado.
 Eveline Mariana Carvalho
Psicólogo
Sorocaba
É comum que crianças de 4 anos passem por fases de maior apego, especialmente em momentos de insegurança, mudanças ou busca por mais atenção e validação. Querer estar o tempo todo com os pais e contar tudo o que fazem pode ser uma forma de garantir conexão e sentir-se segura.

Por outro lado, quando esse comportamento é muito intenso e persistente, pode indicar ansiedade de separação ou dificuldades na construção de autonomia. Vale observar se há outros sinais (medo excessivo, irritabilidade, dificuldades para ficar sozinha, entre outros) e, se sim, procurar orientação psicológica pode ser um passo importante para ajudar a criança com segurança e afeto.
 Camila Queiroz
Psicólogo
Brasília
Bom dia! Ela pode estar desenvolvendo um tipo de apego inseguro, onde exige a presença constante de um cuidador próximo, no caso, a mãe. Quando o bebê nasce, ele tem essa sensação de pertencimento ao outro, mas com o tempo a separação vai acontecendo. Esse é um caso de regressão, ela já deveria estar no processo de individuação.

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