Tenho uma filha de 7 anos, ela está no 2º ano do fundamental, tenho percebido que ela vem com alguns
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Tenho uma filha de 7 anos, ela está no 2º ano do fundamental, tenho percebido que ela vem com alguns comportamentos que estão bem diferentes do que ela é. Na hora de escrever é perfeccionista ao ponto de escrever certo de primeira, mas se tiver uma letra maior ou menor, apaga quantas vezes forem precisos para corrigir e diz que nao está entendendo que letra é aquela e fala que escreve muito feio, que tem a letra horrível...(tentei varias vezes conversar com ela e ela nao acredita em mim). Não sai dali até terminar para passar para uma outra atividade da escola, está com dermatite atopica grave (pele bem inflamada) se coça de madrugada inconcientemente.(tenho passado pomada, cremes hidratantes próprio para isso), tem vergonha dos braços e pernas quando vai para a escola e não quer que ninguém veja ou fale alguma coisa...isso está afetando de um jeito que sensibiliza com qualquer palavra e fica triste. Há duas semanas teve crises de asma, (agora voltei com o tratamento para asma para controlar os episódios). Tem dormido pouco, acorda de madrugada perguntando se já terminou a tarefa da escola( caso a gente fale para ela que falta pouco ou que já terminou, ela acorda no meio da noite querendo terminar e volta na mesma tecla dizendo que não sabe escrever, não está enxergando a letra). Me separei do meu marido há quase 2 meses...não dava mais..estava muito sofrido para mim. e não sei se isso tem haver...mas gostaria de saber qual profissional cuida desta parte... ela muda de comportamento repentinamente...faz as coisas e depois não lembra...ja fiz de tudo para saber o que está acontecendo e não sei mais quem procurar..
Olá, boa tarde. Nesse caso é importante uma atenção multiprofissional, com psicólogo e psiquiatra. Para fazer a construção do caso clínico.
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Olá! Obrigada por compartilhar uma situação tão delicada. Dá para perceber o quanto você está atenta e preocupada com o bem-estar da sua filha isso já é um passo muito importante no cuidado com ela.
Pelos comportamentos que você descreve, alguns sinais merecem atenção clínica:
* perfeccionismo intenso na escrita, com dificuldade de seguir para a próxima atividade;
* autocrítica forte (“minha letra é feia”) e dificuldade de aceitar tranquilização;
* despertares noturnos preocupada com tarefas escolares;
* sensibilidade emocional aumentada;
* vergonha do corpo por causa da dermatite;
* mudanças recentes importantes na rotina familiar (separação);
* episódios em que faz algo e depois não lembra claramente.
Esse conjunto pode estar relacionado a ansiedade infantil, especialmente ansiedade de desempenho/escolar, e possivelmente ao impacto emocional da separação dos pais — mesmo quando necessária e saudável para a família, ela costuma ser vivida pela criança como uma mudança grande. Além disso, condições físicas como dermatite atópica e asma também podem aumentar a sensibilidade emocional e afetar o sono nessa fase.
Qual profissional procurar?
O profissional mais indicado neste momento é:
psicólogo infantil (preferencialmente com experiência em desenvolvimento escolar e ansiedade infantil).
Dependendo da avaliação, pode ser útil também:
* neuropediatra (especialmente pela questão de fazer algo e depois não lembrar);
* psiquiatra infantil, se houver necessidade de avaliação complementar;
* manter acompanhamento com dermatologista e pneumopediatra, pois pele inflamada e crises respiratórias influenciam diretamente o emocional e o sono.
Sinais importantes que justificam avaliação breve
Sugiro procurar atendimento psicológico infantil se persistirem:
* preocupação excessiva com tarefas escolares;
* acordar à noite pensando em obrigações;
* vergonha corporal intensa;
* autocrítica muito rígida;
* mudanças de comportamento recentes após separação;
* episódios de “não lembrar” o que fez.
Quanto mais cedo a criança recebe apoio, mais rápido costuma recuperar segurança emocional.
O que você já pode fazer em casa
Algumas atitudes ajudam bastante neste momento:
* validar os sentimentos dela (“entendo que está difícil para você”);
* reduzir pressão sobre desempenho escolar;
* reforçar esforço, não resultado;
* evitar corrigir muitas vezes a escrita neste período;
* manter rotina previsível de sono;
* tranquilizá-la sobre a separação (sem excesso de detalhes).
Sua observação cuidadosa mostra que você está oferecendo um ambiente de proteção importante para ela. Procurar um psicólogo infantil agora pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo e evitar que esse sofrimento aumente.
Pelos comportamentos que você descreve, alguns sinais merecem atenção clínica:
* perfeccionismo intenso na escrita, com dificuldade de seguir para a próxima atividade;
* autocrítica forte (“minha letra é feia”) e dificuldade de aceitar tranquilização;
* despertares noturnos preocupada com tarefas escolares;
* sensibilidade emocional aumentada;
* vergonha do corpo por causa da dermatite;
* mudanças recentes importantes na rotina familiar (separação);
* episódios em que faz algo e depois não lembra claramente.
Esse conjunto pode estar relacionado a ansiedade infantil, especialmente ansiedade de desempenho/escolar, e possivelmente ao impacto emocional da separação dos pais — mesmo quando necessária e saudável para a família, ela costuma ser vivida pela criança como uma mudança grande. Além disso, condições físicas como dermatite atópica e asma também podem aumentar a sensibilidade emocional e afetar o sono nessa fase.
Qual profissional procurar?
O profissional mais indicado neste momento é:
psicólogo infantil (preferencialmente com experiência em desenvolvimento escolar e ansiedade infantil).
Dependendo da avaliação, pode ser útil também:
* neuropediatra (especialmente pela questão de fazer algo e depois não lembrar);
* psiquiatra infantil, se houver necessidade de avaliação complementar;
* manter acompanhamento com dermatologista e pneumopediatra, pois pele inflamada e crises respiratórias influenciam diretamente o emocional e o sono.
Sinais importantes que justificam avaliação breve
Sugiro procurar atendimento psicológico infantil se persistirem:
* preocupação excessiva com tarefas escolares;
* acordar à noite pensando em obrigações;
* vergonha corporal intensa;
* autocrítica muito rígida;
* mudanças de comportamento recentes após separação;
* episódios de “não lembrar” o que fez.
Quanto mais cedo a criança recebe apoio, mais rápido costuma recuperar segurança emocional.
O que você já pode fazer em casa
Algumas atitudes ajudam bastante neste momento:
* validar os sentimentos dela (“entendo que está difícil para você”);
* reduzir pressão sobre desempenho escolar;
* reforçar esforço, não resultado;
* evitar corrigir muitas vezes a escrita neste período;
* manter rotina previsível de sono;
* tranquilizá-la sobre a separação (sem excesso de detalhes).
Sua observação cuidadosa mostra que você está oferecendo um ambiente de proteção importante para ela. Procurar um psicólogo infantil agora pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo e evitar que esse sofrimento aumente.
O que você está descrevendo não parece algo “simples” ou passageiro e sim um conjunto de sinais que merece avaliação profissional com mais cuidado, principalmente pela intensidade, pela mudança recente de comportamento e pelo impacto no sono e no dia a dia.
O conjunto de sintomas descritos pode estar ligado a ansiedade infantil, possivelmente com traços obsessivos (como essa necessidade de refazer até “ficar perfeito”), além de impacto emocional pela fase que ela está vivendo. Também é importante considerar o quanto as doenças pré-existentes (que já são condições estressantes para a criança) estão contribuindo para esse quadro.
Diante de tudo isso, o sono interrompido, a ansiedade intensa e a mudança de comportamento, eu recomendaria não esperar muito para buscar um psicólogo para auxiliá-la.
O conjunto de sintomas descritos pode estar ligado a ansiedade infantil, possivelmente com traços obsessivos (como essa necessidade de refazer até “ficar perfeito”), além de impacto emocional pela fase que ela está vivendo. Também é importante considerar o quanto as doenças pré-existentes (que já são condições estressantes para a criança) estão contribuindo para esse quadro.
Diante de tudo isso, o sono interrompido, a ansiedade intensa e a mudança de comportamento, eu recomendaria não esperar muito para buscar um psicólogo para auxiliá-la.
Olá, pelas sua descrição, os sintomas da sua filha demonstram um grau de autocobrança muito severo. Me parece que esse quadro já está ficando crônico pela gravidade das emoções(autocritica, autocobrança, irritabilidade, isolamento, nervosismo, perfeccionismo) e dos sintomas na pele. Deve ter se iniciado há mais tempo do que 2 meses, mas não se pode descartar o processo da separação desde o início. Enfim, me parece que há no mínimo dois fatores, a estrutura emocional da família e o processo de separação, que devem ser considerados como importantes na formação emocional dela.
Para ajuda-la, por favor, procure um profissional da Psicologia que atenda crianças, ele saberá conduzir um tratamento que utiliza métodos lúdicos e irá orientar a família sobre possíveis necessidades dos adultos. Boa sorte!
Para ajuda-la, por favor, procure um profissional da Psicologia que atenda crianças, ele saberá conduzir um tratamento que utiliza métodos lúdicos e irá orientar a família sobre possíveis necessidades dos adultos. Boa sorte!
Olá! Entendo sua preocupação, e faz muito sentido você estar atenta a essas mudanças. Pelo que você descreve — perfeccionismo, autocrítica, dificuldade para parar tarefas, alterações no sono e maior sensibilidade — sua filha pode estar com ansiedade elevada. A separação recente também pode estar impactando, mesmo que ela não consiga expressar isso claramente. Crianças costumam mostrar o que sentem pelo comportamento e pelo corpo, então sintomas como dermatite, asma e acordar à noite podem estar relacionados ao emocional. O mais indicado é procurar um psicólogo infantil, que vai avaliar de forma adequada e ajudá-la a lidar com isso. Enquanto isso, acolha sem pressionar, valide o que ela sente e reforce que errar faz parte. Buscar ajuda agora pode fazer muita diferença.
Pelo que você descreve, dá para sentir o quanto você está atenta e preocupada — e com razão. Sua filha está mostrando vários sinais ao mesmo tempo: perfeccionismo intenso, autocrítica (“minha letra é horrível”), dificuldade de parar a tarefa, sono ruim com pensamentos repetitivos, vergonha do corpo, além dos sintomas físicos (dermatite, asma). Tudo isso junto costuma indicar que ela pode estar vivendo um nível alto de ansiedade.
Em crianças, a ansiedade muitas vezes aparece justamente assim: necessidade de fazer tudo “perfeito”, medo de errar, dificuldade de se desligar, pensamentos que voltam (como a tarefa), sensibilidade maior a comentários e também manifestações no corpo — a pele e o sistema respiratório são muito afetados por estados emocionais.
A separação recente pode sim ter impacto. Mesmo quando é a melhor decisão, para a criança é uma mudança grande, que pode gerar insegurança, medo de perder controle ou necessidade de “dar conta” de tudo sozinha.
Sobre qual profissional procurar: o mais indicado é um psicólogo infantil. Se possível, alguém que trabalhe com terapia cognitivo-comportamental ou abordagem voltada para ansiedade em crianças. Esse profissional vai conseguir avaliar com cuidado o que está acontecendo e ajudar sua filha a lidar com esses pensamentos, emoções e comportamentos de forma mais leve. Em alguns casos, também pode ser importante uma avaliação com psiquiatra infantil, mas o primeiro passo costuma ser a psicoterapia.
Além disso, vale manter o acompanhamento com pediatra/dermatologista/pneumologista, porque o emocional e o físico estão bem conectados nesse momento.
No dia a dia, algumas atitudes podem ajudar:
tente acolher mais o sentimento do que corrigir o conteúdo (“eu vejo que isso está te deixando muito preocupada” ao invés de “sua letra está bonita”);
evite entrar na lógica da perfeição — ajude ela a tolerar o “bom o suficiente” aos poucos;
crie um ritual de fechamento das tarefas (algo concreto que sinalize “acabou”, como guardar o material juntos);
e cuide bastante do momento de dormir, com rotina previsível e tranquila.
Você não está exagerando em buscar ajuda — pelo contrário, está fazendo exatamente o que ela precisa agora. Quanto antes ela tiver um espaço para elaborar isso, mais leve tende a ser esse processo.
Em crianças, a ansiedade muitas vezes aparece justamente assim: necessidade de fazer tudo “perfeito”, medo de errar, dificuldade de se desligar, pensamentos que voltam (como a tarefa), sensibilidade maior a comentários e também manifestações no corpo — a pele e o sistema respiratório são muito afetados por estados emocionais.
A separação recente pode sim ter impacto. Mesmo quando é a melhor decisão, para a criança é uma mudança grande, que pode gerar insegurança, medo de perder controle ou necessidade de “dar conta” de tudo sozinha.
Sobre qual profissional procurar: o mais indicado é um psicólogo infantil. Se possível, alguém que trabalhe com terapia cognitivo-comportamental ou abordagem voltada para ansiedade em crianças. Esse profissional vai conseguir avaliar com cuidado o que está acontecendo e ajudar sua filha a lidar com esses pensamentos, emoções e comportamentos de forma mais leve. Em alguns casos, também pode ser importante uma avaliação com psiquiatra infantil, mas o primeiro passo costuma ser a psicoterapia.
Além disso, vale manter o acompanhamento com pediatra/dermatologista/pneumologista, porque o emocional e o físico estão bem conectados nesse momento.
No dia a dia, algumas atitudes podem ajudar:
tente acolher mais o sentimento do que corrigir o conteúdo (“eu vejo que isso está te deixando muito preocupada” ao invés de “sua letra está bonita”);
evite entrar na lógica da perfeição — ajude ela a tolerar o “bom o suficiente” aos poucos;
crie um ritual de fechamento das tarefas (algo concreto que sinalize “acabou”, como guardar o material juntos);
e cuide bastante do momento de dormir, com rotina previsível e tranquila.
Você não está exagerando em buscar ajuda — pelo contrário, está fazendo exatamente o que ela precisa agora. Quanto antes ela tiver um espaço para elaborar isso, mais leve tende a ser esse processo.
Crianças sofrem muitas vezes através de sintomas... Imagino o quanto isso tem te preocupado, dá uma sensação de impotência ver uma filha tão pequena sofrendo assim.
Pelos sinais que você descreve (perfeccionismo, autocrítica, dificuldade de parar, acordar preocupada e sintomas físicos), é possível que ela esteja com ansiedade elevada, e mudanças recentes, como a separação, podem ter contribuído para isso.
O mais indicado agora é buscar um psicólogo infantil, que vai ajudá-la a expressar o que está sentindo e a lidar melhor com essas emoções. Se necessário, pode haver encaminhamento para psiquiatra infantil.
Você está atenta e cuidando — isso já faz muita diferença nesse momento.
Pelos sinais que você descreve (perfeccionismo, autocrítica, dificuldade de parar, acordar preocupada e sintomas físicos), é possível que ela esteja com ansiedade elevada, e mudanças recentes, como a separação, podem ter contribuído para isso.
O mais indicado agora é buscar um psicólogo infantil, que vai ajudá-la a expressar o que está sentindo e a lidar melhor com essas emoções. Se necessário, pode haver encaminhamento para psiquiatra infantil.
Você está atenta e cuidando — isso já faz muita diferença nesse momento.
Olá, tudo bem?
O que você descreve na sua filha merece bastante atenção, e você fez certo em observar e buscar ajuda. Esses comportamentos — perfeccionismo intenso, autocrítica (“minha letra é feia”), dificuldade de parar a tarefa, acordar à noite preocupada com a escola, sensibilidade emocional, vergonha do corpo e essas mudanças recentes — sugerem um nível de ansiedade elevado para a idade dela. E, sim, a separação recente pode estar influenciando, porque mudanças familiares importantes costumam impactar bastante a segurança emocional da criança.
Existe um ponto importante aqui: quando a ansiedade aumenta, ela não aparece só como “medo”. Em crianças, ela pode surgir como perfeccionismo, necessidade de controle, dificuldade de relaxar, alterações no sono e até intensificação de sintomas físicos, como coceira (dermatite) e crises de asma. É como se o corpo e a mente estivessem em alerta constante.
Sobre qual profissional procurar: o mais indicado é um psicólogo infantil, de preferência com experiência em ansiedade na infância. Esse profissional vai conseguir avaliar o que está acontecendo de forma adequada para a idade dela, usando recursos que vão além da conversa direta. Dependendo da avaliação, pode ser indicado também um neuropediatra ou psiquiatra infantil para complementar, principalmente por causa do sono, da intensidade da ansiedade e dessas mudanças de comportamento.
Tem alguns pontos que valem sua observação enquanto isso: essas preocupações com erro e escrita aparecem só na escola ou em outras áreas também? Ela demonstra medo de decepcionar ou errar? As mudanças começaram após a separação ou já existiam de forma mais leve antes? E quando ela diz que “não está enxergando a letra”, isso parece mais uma dificuldade real ou uma expressão de ansiedade?
Outro aspecto importante é que ela não está fazendo isso “porque quer”. Esse nível de cobrança interna costuma vir de uma tentativa de dar conta de algo que ela ainda não sabe nomear. Por isso, quanto antes tiver um espaço para trabalhar isso, melhor tende a ser a evolução.
Você não precisa resolver isso sozinha, e ela também não. Com o acompanhamento adequado, esse tipo de quadro costuma melhorar bastante.
Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve na sua filha merece bastante atenção, e você fez certo em observar e buscar ajuda. Esses comportamentos — perfeccionismo intenso, autocrítica (“minha letra é feia”), dificuldade de parar a tarefa, acordar à noite preocupada com a escola, sensibilidade emocional, vergonha do corpo e essas mudanças recentes — sugerem um nível de ansiedade elevado para a idade dela. E, sim, a separação recente pode estar influenciando, porque mudanças familiares importantes costumam impactar bastante a segurança emocional da criança.
Existe um ponto importante aqui: quando a ansiedade aumenta, ela não aparece só como “medo”. Em crianças, ela pode surgir como perfeccionismo, necessidade de controle, dificuldade de relaxar, alterações no sono e até intensificação de sintomas físicos, como coceira (dermatite) e crises de asma. É como se o corpo e a mente estivessem em alerta constante.
Sobre qual profissional procurar: o mais indicado é um psicólogo infantil, de preferência com experiência em ansiedade na infância. Esse profissional vai conseguir avaliar o que está acontecendo de forma adequada para a idade dela, usando recursos que vão além da conversa direta. Dependendo da avaliação, pode ser indicado também um neuropediatra ou psiquiatra infantil para complementar, principalmente por causa do sono, da intensidade da ansiedade e dessas mudanças de comportamento.
Tem alguns pontos que valem sua observação enquanto isso: essas preocupações com erro e escrita aparecem só na escola ou em outras áreas também? Ela demonstra medo de decepcionar ou errar? As mudanças começaram após a separação ou já existiam de forma mais leve antes? E quando ela diz que “não está enxergando a letra”, isso parece mais uma dificuldade real ou uma expressão de ansiedade?
Outro aspecto importante é que ela não está fazendo isso “porque quer”. Esse nível de cobrança interna costuma vir de uma tentativa de dar conta de algo que ela ainda não sabe nomear. Por isso, quanto antes tiver um espaço para trabalhar isso, melhor tende a ser a evolução.
Você não precisa resolver isso sozinha, e ela também não. Com o acompanhamento adequado, esse tipo de quadro costuma melhorar bastante.
Caso precise, estou à disposição.
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