É possível alguém que já foi abusada ou molestada sentir prazer ao lembrar do abuso?
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É possível alguém que já foi abusada ou molestada sentir prazer ao lembrar do abuso?
Há diversas maneiras de reagir diante de uma situação de assédio sexual! A terapia é uma ferramenta valiosa para compreender e resignificar experiências que vivênciamos. Estou aqui para oferecer apoio e orientação durante esse processo.
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Com certeza é uma questão bem complexa para você. É possível sim. Se o abuso ocorre na infância, apesar de a criança ainda não ter consciência do que esteja acontecendo, o corpo responde ao estímulo sexual de alguma maneira. E se ocorre na fase adulta o estímulo sexual existe apesar de todo o incômodo e dor causado pela violação. Por isso o trauma de um abuso sexual é tão complexo, o fato de seu corpo ser molestado não elimina a possibilidade de ativar zonas erógenas no corpo, trazendo prazer sexual por um lado e tristeza, raiva e nojo por outro. Portanto, não se sinta culpada, mas, se isso ainda é desafiador para você busque ajuda profissional.
Sim, muitas crianças demoram a entender que estão sendo abusadas. Em muitos casos existe uma relação de confiança com o abusador e por isso algumas vítimas até se julgam apaixonadas pelo abusador. Requer tratamento especializado em abuso sexual. A disposição
Olá! Não existe um modo único de lidar com situações de abuso, nem de percebê-las ou senti-las. Isso significa que a maneira como cada um elabora essas memórias traumáticas e as fantasias decorrentes delas é algo extremamente subjetivo, ou seja, não há um padrão, variando amplamente de pessoa para pessoa. Contudo, parece que isso lhe traz alguma perturbação, inquietação ou certo estranhamento, pela sua colocação. Para que fique mais tranquila em relação a essa questão, a terapia desponta como um lugar seguro. Nela se abre espaço para que consiga compreender melhor os desdobramentos desse período em sua história, além de acolher a expressão dos possíveis conflitos que vierem a suscitar. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!
Este assunto é um assunto muito complexo, pois depende da idade em que a pessoa foi abusada/molestada, depende da situação e de alguns outros fatores. É sempre importante lembrar que a pessoa abusada é a vítima e não pode se culpar por ter sentido desejo e/ou prazer, a culpa é sempre do abusador. Procure uma ajuda profissional que possa investigar a raiz desse desejo/prazer para que você possa libertar dessa situação e viver com mais leveza e tranquilidade.
Em concordância com meus colegas, ressalto que nossas experiências individuais possam ser observadas por diferentes ângulos. Respondendo a sua pergunta, é possível. Mas para uma abordagem mais assertiva, seria interessante um aprofundamento maior em relação à vivência de prazer ao lembrar da situação e outras variáveis. Caso esse sentimento e pensamentos estejam lhe trazendo sofrimento, indico a psicoterapia como uma possibilidade.
São muitas as maneiras de se reagir ao abuso ou molestado sexual. E mesmo com a instalação de um trauma, é natural que o corpo responda a estímulos e zonas erógenas sejam ativadas pelo toque. Você não deixa claro se se refere à abuso na infância ou na vida adulta. Essa informação pode mudar um pouco a perspectiva da análise do caso. De qualquer forma, é importante saber que as fantasias sexuais são muito variadas. Acredito que com psicoterapia sob o viés da Psicanálise aspectos inconscientes dessa fantasia possam ser melhor compreendidos.
Olá. O que você está chamando de prazer geralmente é uma excitação sexual fisiológica produzida pelo corpo como uma resposta biológica. Situações como essa podem gerar muitas consequências emocionais para a vítima, principalmente se o crime acontece na infância, e não há o tempo do desmentido que seria de forma resumida o momento em que um adulto de confiança da criança abusada valida o sofrimento, sinaliza que aquilo não deveria ter acontecido, que é errado, agindo de maneira protetora e acolhedora, por isso, papel da terapia é de extrema importância para que haja um espaço de escuta sensível e acolhimento para a pessoa que sofreu abuso!
Olá! É possível ter excitação fisiológica frente a uma estimulação. No entanto, é necessário observar quais são as circunstâncias em que esse abuso ocorreu, afinal, pode haver um vínculo emocional ou não com o abusador. Isso pode desencadear várias questões emocionais que precisam ser melhor investigados e acompanhados por um profissional para auxiliá-la na ressignificação dessa vivência. Fico à disposição.
Sim, isso é absolutamente normal. Porque a pessoa que foi abusada, foi estimulada nas áreas erogenas; também pode sentir prazer no domínio que o outro exerceu sobre ela. Cada pessoa desenvolve reações diferentes.
Um abraço,
Lea
Um abraço,
Lea
Boa noite! Sim,é possível sim devido a forma como a estimulação do corpo responde no momento do abuso (com prazer) no entanto a vitima percebe que há algo de errado/se sente mal no pensamento (desprazer)
e os dois ocorrem simultaneamente na mente da pessoa gerando confusão! É parte importante do da superação realizar um acompanhamento psicológico. Fico à disposição no presencial ou online.
e os dois ocorrem simultaneamente na mente da pessoa gerando confusão! É parte importante do da superação realizar um acompanhamento psicológico. Fico à disposição no presencial ou online.
Sofrer abuso ou ser molestada pode causar um grande trauma na pessoa e as reações ao lembrar desses fatos pode ser as mais diversas possíveis, muitas criam um mecanismo de defesa para conseguir viver com isso, e sim é possivel sentir prazer ao lembrar, se te incomada você pode buscar a ajuda profissional para buscar a compreensação de porque se sente dessa forma. Se precisar fico a disposição.
Atenciosamente
Delta Medeiros
Atenciosamente
Delta Medeiros
OIá. Sim, é possível, podemos ter sentimentos controversos ou mesmo antagônicos, especialmente em situações que geram traumas.
Olá, como está?
É possível sentir uma diversidade e uma gama imensa de sentimentos ao se lembrar de abusos, pois é interessante entender como é esse suposto prazer, digo suposto pois pode ser que ainda não tenha sido bem elaborado tal afeto ou sentimento relacionado ao abuso. Um evento traumático, complexo e violento pode suscitar diversas sensações confusas, abstratas e que necessitam de elaboração e trabalho para que não sejam prejudiciais para o sujeito, recomendo um(a) psicólogo(a).
Espero ter ajudado, até mais.
É possível sentir uma diversidade e uma gama imensa de sentimentos ao se lembrar de abusos, pois é interessante entender como é esse suposto prazer, digo suposto pois pode ser que ainda não tenha sido bem elaborado tal afeto ou sentimento relacionado ao abuso. Um evento traumático, complexo e violento pode suscitar diversas sensações confusas, abstratas e que necessitam de elaboração e trabalho para que não sejam prejudiciais para o sujeito, recomendo um(a) psicólogo(a).
Espero ter ajudado, até mais.
Olá!
A psicanálise de Freud sugere que a sexualidade humana pode ser complexa e muitas vezes envolve sentimentos contraditórios. Em situações de abuso sexual, a pessoa pode experimentar uma mistura confusa de sensações, incluindo prazer físico, mesmo que emocionalmente ela se sinta perturbada, assustada ou enojada.
Essa reação paradoxal pode ocorrer devido a vários fatores, incluindo a resposta física do corpo a estímulos sexuais, confusão emocional, manipulação psicológica por parte do agressor, entre outros. É importante ressaltar que o prazer físico não significa consentimento ou desejo pela experiência, e a pessoa que passou por abuso nunca é responsável pelo abuso sofrido.
Em casos de trauma sexual, é crucial buscar apoio profissional adequado, como terapia psicológica especializada em trauma e abuso, para compreender e lidar com essas experiências de forma saudável e construtiva.
A psicanálise de Freud sugere que a sexualidade humana pode ser complexa e muitas vezes envolve sentimentos contraditórios. Em situações de abuso sexual, a pessoa pode experimentar uma mistura confusa de sensações, incluindo prazer físico, mesmo que emocionalmente ela se sinta perturbada, assustada ou enojada.
Essa reação paradoxal pode ocorrer devido a vários fatores, incluindo a resposta física do corpo a estímulos sexuais, confusão emocional, manipulação psicológica por parte do agressor, entre outros. É importante ressaltar que o prazer físico não significa consentimento ou desejo pela experiência, e a pessoa que passou por abuso nunca é responsável pelo abuso sofrido.
Em casos de trauma sexual, é crucial buscar apoio profissional adequado, como terapia psicológica especializada em trauma e abuso, para compreender e lidar com essas experiências de forma saudável e construtiva.
Oi, muito boa pergunta. Espero que esteja tudo bem! Difícil e ao mesmo tempo oportuna. Existe uma questão fisiológica e que em geral, os abusadores sabem como criar formatos que geram prazer na pessoa abusada, mesmo sem ela querer. E que essa lembrança pode ficar no inconsciente e voltar porque nossos pensamentos podem vir de forma automática.
Vc não está sozinha. Venha participar de um programa de psicoterapia que dura entre 6-16 semanas. Nesse tempo iremos desenvolver uma relação terapêutica e alcançaremos objetivos amplos e com muito pé no chão. Sua CONDIÇÃO atual não define quem vc é. Essa possível sensação da lembrança do evento traumático que está trazendo esses sentimentos é uma altamente tratável e acontece principalmente quando estamos com ruminação (de pensamentos) e sentimentos de culpa. A psicoterapia na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), minha linha de estudo e trabalho é eficaz, comprovada cientificamente em mais de 80 % dos casos. Fico no aguardo de um contato, abs e espero ter ajudado mostrando que vc não é assim. Vc está assim!. abs e fique bem!
Vc não está sozinha. Venha participar de um programa de psicoterapia que dura entre 6-16 semanas. Nesse tempo iremos desenvolver uma relação terapêutica e alcançaremos objetivos amplos e com muito pé no chão. Sua CONDIÇÃO atual não define quem vc é. Essa possível sensação da lembrança do evento traumático que está trazendo esses sentimentos é uma altamente tratável e acontece principalmente quando estamos com ruminação (de pensamentos) e sentimentos de culpa. A psicoterapia na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), minha linha de estudo e trabalho é eficaz, comprovada cientificamente em mais de 80 % dos casos. Fico no aguardo de um contato, abs e espero ter ajudado mostrando que vc não é assim. Vc está assim!. abs e fique bem!
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Olá bom dia,
De modo geral, é possível. Mas, cada caso apresenta formas diferentes de reações, e ainda tem muitas interferências diante da história de vida da pessoa que passou por isso e como aconteceu. Têm pessoas apresentam sintomas corporais voltados à alguma disfunção sexual física, outras ao ciclo de relacionamento (não necessariamente amoroso), outras para o desejo especifico, e assim por diante.
O ideal seria buscar a psicoterapia, com alguém que possa ajudar a compreender as emoções e o quanto isso interfere ou não na vida e na saúde emocional.
De modo geral, é possível. Mas, cada caso apresenta formas diferentes de reações, e ainda tem muitas interferências diante da história de vida da pessoa que passou por isso e como aconteceu. Têm pessoas apresentam sintomas corporais voltados à alguma disfunção sexual física, outras ao ciclo de relacionamento (não necessariamente amoroso), outras para o desejo especifico, e assim por diante.
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Sim é possível. A questão é você decidir se quer continuar assim para sempre ou se desenvolver psicologicamente com um psicoterapeuta. Tudo de bom.
A questão que você trouxe é complexa e delicada, e envolve entender as respostas psicológicas e emocionais que podem ocorrer em consequência de uma experiência de trauma, como o abuso sexual. É importante destacar que as reações a tais experiências podem variar significativamente entre as pessoas, e o que você mencionou é uma possibilidade dentro de um espectro amplo de reações.
Reações Psicológicas ao Trauma
Em alguns casos, indivíduos que foram abusados ou molestados podem, de fato, relatar sentir prazer ao lembrar do abuso. Isso não significa que a experiência foi positiva ou desejada, mas sim que a resposta psicológica e emocional ao trauma pode ser complexa e, às vezes, contraditória. Existem várias razões pelas quais isso pode ocorrer:
Mecanismos de Defesa: Algumas vezes, o prazer ou a excitação podem ser mecanismos de defesa ou estratégias inconscientes utilizadas para lidar com o trauma. Tais respostas podem ajudar a pessoa a se distanciar emocionalmente da dor e do medo associados ao abuso.
Condicionamento: Durante o abuso, a estimulação física pode resultar em uma resposta fisiológica de prazer, mesmo que a situação seja profundamente indesejada e traumática. Isso pode criar uma confusão intensa entre prazer físico e o trauma emocional vivenciado.
Complexidade das Respostas Emocionais: Em alguns casos, o prazer lembrado pode estar relacionado com a atenção ou afeto percebidos durante a experiência, especialmente em contextos onde o abuso ocorreu de uma forma que envolvia manipulação emocional ou confusão sobre as intenções do abusador.
Implicações e Apoio
Sentir prazer ao lembrar de um abuso pode ser profundamente perturbador e confuso para a pessoa que sofreu o trauma, levando a sentimentos de culpa, vergonha ou confusão sobre sua própria resposta. É fundamental que qualquer pessoa que esteja lidando com reações complexas a experiências de abuso busque apoio psicológico especializado.
A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar todas as emoções e respostas associadas ao trauma, sem julgamento. Um terapeuta especializado em trauma pode ajudar a pessoa a entender suas reações, trabalhar através dos sentimentos conflitantes, e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com as lembranças do abuso.
Conclusão
Se você ou alguém que você conhece está lidando com questões semelhantes, é importante lembrar que a ajuda está disponível e que não há uma "resposta normal" para o trauma. O processo de cura é pessoal e pode requerer a exploração de aspectos complexos da experiência da pessoa. A busca por apoio profissional é um passo crucial para lidar com o trauma de maneira saudável e construtiva.
Reações Psicológicas ao Trauma
Em alguns casos, indivíduos que foram abusados ou molestados podem, de fato, relatar sentir prazer ao lembrar do abuso. Isso não significa que a experiência foi positiva ou desejada, mas sim que a resposta psicológica e emocional ao trauma pode ser complexa e, às vezes, contraditória. Existem várias razões pelas quais isso pode ocorrer:
Mecanismos de Defesa: Algumas vezes, o prazer ou a excitação podem ser mecanismos de defesa ou estratégias inconscientes utilizadas para lidar com o trauma. Tais respostas podem ajudar a pessoa a se distanciar emocionalmente da dor e do medo associados ao abuso.
Condicionamento: Durante o abuso, a estimulação física pode resultar em uma resposta fisiológica de prazer, mesmo que a situação seja profundamente indesejada e traumática. Isso pode criar uma confusão intensa entre prazer físico e o trauma emocional vivenciado.
Complexidade das Respostas Emocionais: Em alguns casos, o prazer lembrado pode estar relacionado com a atenção ou afeto percebidos durante a experiência, especialmente em contextos onde o abuso ocorreu de uma forma que envolvia manipulação emocional ou confusão sobre as intenções do abusador.
Implicações e Apoio
Sentir prazer ao lembrar de um abuso pode ser profundamente perturbador e confuso para a pessoa que sofreu o trauma, levando a sentimentos de culpa, vergonha ou confusão sobre sua própria resposta. É fundamental que qualquer pessoa que esteja lidando com reações complexas a experiências de abuso busque apoio psicológico especializado.
A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar todas as emoções e respostas associadas ao trauma, sem julgamento. Um terapeuta especializado em trauma pode ajudar a pessoa a entender suas reações, trabalhar através dos sentimentos conflitantes, e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com as lembranças do abuso.
Conclusão
Se você ou alguém que você conhece está lidando com questões semelhantes, é importante lembrar que a ajuda está disponível e que não há uma "resposta normal" para o trauma. O processo de cura é pessoal e pode requerer a exploração de aspectos complexos da experiência da pessoa. A busca por apoio profissional é um passo crucial para lidar com o trauma de maneira saudável e construtiva.
Sim é possível. Um dos dramas que algumas mulheres sofrem e tem mais dificuldade de falar na terapia é sobre ter sentido prazer e algum tipo de abuso que sofreram. Já atendi mulheres que se recriminavam por terem sido abusdas quando crianças e terem sentido prazer na situação. Mas é importante esclarecer, ABUSO É ABUSO, independente de sentir ou não prazer. Qualquer dúvida só chamar, abraços
Sim, é possível que algumas pessoas que passaram por abuso ou molestamento experimentem uma reação complexa de prazer ao relembrar do ocorrido, embora isso não signifique que o abuso tenha sido de alguma forma desejado ou aceitável. Esse fenômeno pode ser relacionado a uma resposta do corpo e da mente, em que sentimentos conflitantes, como prazer e dor, podem se misturar. Isso não é uma experiência incomum e pode ocorrer devido à maneira como o cérebro processa experiências traumáticas. A pessoa pode desenvolver um mecanismo de defesa ou uma forma de dissociação, onde o prazer é uma resposta fisiológica que está desconectada das emoções dolorosas associadas ao abuso.
É importante lembrar que essas reações não definem a responsabilidade ou a culpabilidade de quem passou por abuso. A experiência de abuso é traumatizante e é essencial que a pessoa busque ajuda profissional, como terapia, para compreender e lidar com os efeitos do trauma de maneira segura e saudável. Psicoterapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou a EMDR (dessensibilização e reprocessamento por movimento dos olhos) têm sido bastante eficazes para ajudar a tratar traumas. A terapia online pode ser uma boa opção, pois permite que a pessoa busque ajuda com mais conforto e privacidade.
Em minha experiência, já obtive resultados positivos ao tratar casos semelhantes, oferecendo um espaço de apoio e compreensão para a pessoa lidar com suas emoções e traumas.
É importante lembrar que essas reações não definem a responsabilidade ou a culpabilidade de quem passou por abuso. A experiência de abuso é traumatizante e é essencial que a pessoa busque ajuda profissional, como terapia, para compreender e lidar com os efeitos do trauma de maneira segura e saudável. Psicoterapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou a EMDR (dessensibilização e reprocessamento por movimento dos olhos) têm sido bastante eficazes para ajudar a tratar traumas. A terapia online pode ser uma boa opção, pois permite que a pessoa busque ajuda com mais conforto e privacidade.
Em minha experiência, já obtive resultados positivos ao tratar casos semelhantes, oferecendo um espaço de apoio e compreensão para a pessoa lidar com suas emoções e traumas.
Olá, tudo bem?
Essa é uma pergunta delicada, mas extremamente importante — e a forma como você a trouxe mostra coragem em tocar em um tema que, para muitas pessoas, é envolto por dor, culpa e confusão. Sim, é possível que alguém que tenha passado por uma situação de abuso ou molestamento sinta sensações físicas de prazer ao lembrar ou até mesmo durante o próprio episódio, especialmente se isso aconteceu na infância ou adolescência. E aqui é fundamental dizer, com muita clareza: isso não significa consentimento, nem que a pessoa "gostou" do que aconteceu. O corpo e a vontade consciente são coisas diferentes — e é justamente aí que muitas vítimas acabam se sentindo ainda mais confusas ou culpadas.
Do ponto de vista da neurociência, o corpo pode reagir a certos estímulos com sensações físicas automáticas, mesmo que emocionalmente a experiência seja invasiva, violenta ou traumática. O sistema nervoso é sensível ao toque, e respostas fisiológicas — como excitação — podem acontecer independentemente do desejo. O cérebro, nesses momentos, pode gravar essa ambivalência como uma memória carregada de conflito, gerando muita vergonha ou sensação de “algo errado em mim”. Mas não há nada de errado com quem sente isso. O errado está no que foi feito com ela, sem consentimento.
Por isso, esse tipo de lembrança ou sensação merece ser acolhido em um espaço terapêutico ético e preparado. Te pergunto com muito cuidado: será que há partes suas que se sentem culpadas por algo que, no fundo, nunca esteve sob seu controle? O quanto isso ainda interfere na forma como você sente o seu corpo hoje, sua sexualidade, sua autoestima? E como seria poder olhar para isso com menos julgamento e mais compaixão?
Essas vivências, mesmo quando silenciadas por muito tempo, podem ser transformadas com acompanhamento adequado. É possível resgatar a dignidade emocional, reintegrar o corpo, e reconstruir o senso de segurança interna — com tempo, cuidado e respeito profundo à sua história.
Caso precise, estou à disposição.
Essa é uma pergunta delicada, mas extremamente importante — e a forma como você a trouxe mostra coragem em tocar em um tema que, para muitas pessoas, é envolto por dor, culpa e confusão. Sim, é possível que alguém que tenha passado por uma situação de abuso ou molestamento sinta sensações físicas de prazer ao lembrar ou até mesmo durante o próprio episódio, especialmente se isso aconteceu na infância ou adolescência. E aqui é fundamental dizer, com muita clareza: isso não significa consentimento, nem que a pessoa "gostou" do que aconteceu. O corpo e a vontade consciente são coisas diferentes — e é justamente aí que muitas vítimas acabam se sentindo ainda mais confusas ou culpadas.
Do ponto de vista da neurociência, o corpo pode reagir a certos estímulos com sensações físicas automáticas, mesmo que emocionalmente a experiência seja invasiva, violenta ou traumática. O sistema nervoso é sensível ao toque, e respostas fisiológicas — como excitação — podem acontecer independentemente do desejo. O cérebro, nesses momentos, pode gravar essa ambivalência como uma memória carregada de conflito, gerando muita vergonha ou sensação de “algo errado em mim”. Mas não há nada de errado com quem sente isso. O errado está no que foi feito com ela, sem consentimento.
Por isso, esse tipo de lembrança ou sensação merece ser acolhido em um espaço terapêutico ético e preparado. Te pergunto com muito cuidado: será que há partes suas que se sentem culpadas por algo que, no fundo, nunca esteve sob seu controle? O quanto isso ainda interfere na forma como você sente o seu corpo hoje, sua sexualidade, sua autoestima? E como seria poder olhar para isso com menos julgamento e mais compaixão?
Essas vivências, mesmo quando silenciadas por muito tempo, podem ser transformadas com acompanhamento adequado. É possível resgatar a dignidade emocional, reintegrar o corpo, e reconstruir o senso de segurança interna — com tempo, cuidado e respeito profundo à sua história.
Caso precise, estou à disposição.
Essa é uma pergunta muito delicada, mas extremamente importante. A resposta curta é: sim, é possível — e isso não significa que a pessoa consentiu, gostou ou foi culpada pelo que aconteceu.
isso pode acontecer por que durante um abuso ou molestamento, o corpo pode reagir fisiologicamente com excitação sexual (lubrificação, ereção, orgasmo), mesmo quando a pessoa está com medo, em choque ou sentindo dor emocional.
Isso acontece por reflexo corporal automático, e não por desejo real ou consentimento.
isso pode acontecer por que durante um abuso ou molestamento, o corpo pode reagir fisiologicamente com excitação sexual (lubrificação, ereção, orgasmo), mesmo quando a pessoa está com medo, em choque ou sentindo dor emocional.
Isso acontece por reflexo corporal automático, e não por desejo real ou consentimento.
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