Eu tenho um adolescente que com 15 anos era um adolescente alegre que e enturmava com todos tinha vá

7 respostas
Eu tenho um adolescente que com 15 anos era um adolescente alegre que e enturmava com todos tinha vários amigos depois que completou 16 se isolou só quer fica dentro do quarto no celular se afastou dos amigos se afastou da família,ele fala que não tem amigos gosta de ficar sozinho, gosta de ler livros de desenho,gosta de desenhar não quer ir de jeito nenhum em psicólogo dormir tarde anda triste desanimado não conversa não olha na cara da gente não é com toda que ele conversa as vezes ele está ótimo depois do nada fica triste desanimado isolado as vezes sai às vezes não quer sair fala que ele não tem amigos fala que ele não está na idade de namorar ela está com 17 anos vai fazer 18 anos em outubro ele fala que os jovens de hj só fica fazendo coisas erradas tento conversar com ele mais ele não conversa só conversar quando está precisando de alguma coisa ou quando está sentindo alguma coisa
O que fazer? Como ajudar?
 Deborah Cal
Psicólogo
Rio de Janeiro
Obrigada por confiar e trazer essa situação, entendo que dá muita angústia não saber como ajudar.
Pelo que você descreve, seu filho saiu de um perfil mais social para um isolamento, desânimo e oscilação de humor. Algumas coisas podem estar acontecendo ao mesmo tempo: fase da adolescência, busca de identidade, possível ansiedade/depressão, ou até experiências sociais difíceis que ele não consegue expressar.

O mais importante agora não é forçar ele a falar, e sim manter a conexão aberta.
Algumas abordagens que podem ajudar:
- Diminua a pressão por conversa: quanto mais se sentir cobrado, a tendencia é que se feche mais. Tente aproximações leves: sentar perto, comentar algo neutro, estar disponível sem exigir.

- Entrar pelo interesse dele, pergunte sobre os desenhos, peça pra ver. Isso cria vínculo.

- Validar o jeito dele, sem reforçar o isolamento
Ex: “eu sei que você gosta de ficar mais sozinho, mas também me importo com você e quero estar perto”.

É importante que observe sinais de alerta, como:
isolamento extremo e constante
tristeza frequente
alteração grande no sono
perda de interesse geral
Se isso estiver intenso, precisa de atenção mais direta.

Sobre a recusa em terapia é comum, especialmente em adolescentes. Em vez de impor, você pode: sugerir como um espaço neutro, não como “porque tem algo errado” ou até mesmo começar você a fazer a terapia.

- Pequenos convites, sem obrigação: Chamar pra sair, comer algo, fazer algo juntos, mesmo que ele recuse, o convite mostra presença.

Caso deseje iniciar o processo de terapia, me coloco a disposição.

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 Tadeu Manfroni
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, sua pergunta demonstra um grande preocupação, e você está certa em estar assim. Normalmente, na adolescência, devido ao crescimento hormonal, a variação das emoções é muito grande e rápidas, do modo como você descreveu. Muitos pais de adolescentes se sentem como você. Apesar de ser uma situação frequente nos consultórios de Psicologia, para quem passa é um fase de medo, preocupação e muito sofrimento.
Respondendo sua pergunta, você deve deixar a porta aberta para o dialogo, e se houverem mais pessoas na família, orientá-los a fazer o mesmo. O adolescente deseja ser adulto, mas ainda tem muita imaturidade, ele procura definir a sua identidade e para isso procura pessoas que pensem do mesmo modo, ou as mesma coisas, para se sentir pertencente a um grupo social. E muitas vezes, pelo impacto dos hormônios, o adolescente com as emoções a flor da pele se chateia com aqueles que até um momento da sua vida eram aqueles que o validavam, o aceitavam como é. E nesse momento, o adolescente deixa de acreditar nele e nos outros, e de forma ainda imatura, para se proteger, se isola para não ter outras decepções.
É uma fase de adaptação e aprendizado muito grande, é preciso paciência e se possível ter uma ajuda profissional para a família. Eu entendi que ele não aceita passar por terapia, é muito compreensível, pois os amigos o decepcionaram, a família não vai me entender, imagine se um estranho irá me compreender.
Por esses motivos expostos acima, estar sempre próxima dele para o diálogo é demonstrar afeto e aceitação. Ele precisa sentir que tem um lugar que pode se recolher e ser compreendido. Pode parecer que ele não tem esta noção, mas é o conviver sem críticas que o fortalecerá.
Espero tê-la ajudado. Boa sorte!
Olá, boa tarde.

Esse é a hora de vocês mostrarem o máximo que conseguirem um apoio. Mostrem interesse pelo que ele está fazendo, perguntem sobre o dia, se esforcem para não deixar o assunto morrer. O envolva nas conversas que estiver com outras pessoas. Os motivos que o deixaram desanimado ainda são desconhecidos, mas deve-se ter paciência para ir aprendendo aos poucos. Recomendo que diga sobre como você está se sentindo ao ver ele dessa forma. Só oriento você a ser honesta, não ofensiva. Há uma diferença enorme entre "olha o que você está me fazendo sentir" para um "ao te ver triste e não saber como poderia te ajudar, estou ficando desesperada. Pode me explicar nem que só um pouco o que está passando"?

Outra coisa é talvez pensar numa terapia familiar, envolvendo todo mundo. Talvez ele não queira algo individual, mas se envolver sua família pode ser que ajude.

Essa situação não tem jeito. É preciso esperar o tempo de seu filho.

Espero ter ajudado, me coloco à disposição para responder quaisquer outras dúvidas por mensagem direta.
Bom Dia! Sempre falo importância de entrar em contato com um profissional que ajude a compreender o que esta acontecendo com o adolescente e com os responsáveis. O isolamento na adolescência acontece como uma forma de se diferenciar dos pares, quebrar com a autoridade, período transitório, que acontece para afirmar a personalidade. Manter a comunicação e garantir a proteção a segurança dos adultos responsáveis é uma estratégia necessária. Quando se aproxima para pedir alguma coisa o quando esta sentindo algo aproveitar para conversar e motiva lo a procurar ajuda de um profissional. Também é importante sinalizar o que você esta sentindo em relação a situação. Fico a disposição.
Olá! Entendo sua preocupação, e é muito importante você estar atenta a essas mudanças. A adolescência já é uma fase de muitas transformações, e períodos de mais isolamento podem acontecer. Mas, quando há afastamento dos amigos e da família, desânimo, mudança de humor e dificuldade de se comunicar, é um sinal de que ele pode estar passando por algo emocional que precisa de cuidado. O mais importante agora é manter o vínculo, sem pressão. Tentar conversar de forma leve, sem cobranças ou interrogatórios, mostrando interesse genuíno pelo que ele gosta (como os desenhos, livros), pode ajudar a abrir espaço. Às vezes, estar presente e disponível já faz diferença, mesmo que ele fale pouco. Sobre a terapia, é comum adolescentes resistirem. Em vez de impor, você pode apresentar como um espaço de ajuda, não como obrigação, ou até começar com uma orientação para você, com um psicólogo, para aprender estratégias de como lidar com ele. Se o isolamento e a tristeza persistirem ou aumentarem, buscar ajuda profissional é importante, mesmo que inicialmente seja através de você. Você não está sozinha, e existem formas de ajudá-lo com cuidado e paciência.
Essa mudança chama atenção e merece cuidado, principalmente por estar acontecendo nessa fase da vida. O isolamento, a perda de interesse, a oscilação de humor e a dificuldade de se conectar podem estar relacionados a questões emocionais como ansiedade, depressão ou dificuldades próprias da adolescência.

O mais importante é manter um espaço de escuta sem julgamento. Às vezes, insistir muito pode afastar mais, então vale tentar aproximações mais leves, mostrando disponibilidade e interesse genuíno, mesmo que ele não responda de imediato.

Também é fundamental buscar ajuda profissional. Um psicólogo pode ajudar a entender o que está acontecendo e criar um espaço seguro para ele se expressar. Se necessário, uma avaliação psiquiátrica também pode complementar o cuidado.

Você não precisa lidar com isso sozinha, e quanto antes esse apoio chegar, maiores as chances de ajudá-lo a se reorganizar emocionalmente.
O que você descreve,isolamento, mudança de humor, desânimo, afastamento de amigos e da família em adolescentes, pode estar relacionado a ansiedade, depressão ou uma fase de retraimento emocional, comum nessa idade, mas que merece atenção.
O que observar
perda de interesse social
oscilação de humor
isolamento excessivo
dificuldade de comunicação
Nem sempre é “rebeldia”, muitas vezes é dificuldade emocional que ele não consegue expressar.
Como ajudar
evite pressão direta
mantenha presença e abertura sem cobrança
converse de forma leve, sem interrogatório
valorize pequenos momentos de conexão
observe sem invadir
Quanto mais pressionado, mais ele tende a se fechar.
Se o quadro persistir, o ideal é buscar ajuda profissional, mesmo que comece pelos pais.
A psicoterapia ajuda a entender o que está por trás desse comportamento e a construir formas mais saudáveis de comunicação e vínculo.
Se você se sente perdido sobre como lidar, posso te orientar nesse processo e te ajudar a encontrar a melhor forma de apoiar seu filho com mais clareza e segurança. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323

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