Meu filho tem 14 anos ele foi diagnosticado quando era mais novo só que não fez o tratamento será qu
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Meu filho tem 14 anos ele foi diagnosticado quando era mais novo só que não fez o tratamento será que agora ele consegue ser tratado .
Sim, ainda é possível. Com 14 anos, as intervenções ainda são muito eficazes.
Penso que seja importante fazer uma reavaliação com um psicólogo (e, se preciso, outros profissionais especialistas) para definir o melhor tratamento.
Penso que seja importante fazer uma reavaliação com um psicólogo (e, se preciso, outros profissionais especialistas) para definir o melhor tratamento.
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Bom dia, qual o diagnostico do seu filho? Qual tratamento foi prescrito?
Olá. Sim, é possível iniciar um acompanhamento mesmo agora. Aos 14 anos, seu filho ainda está em um momento importante de desenvolvimento, e buscar ajuda pode fazer diferença.
Os transtornos de aprendizagem podem ser trabalhados em qualquer fase, principalmente quando há um olhar cuidadoso para as necessidades específicas de cada adolescente. O acompanhamento pode envolver avaliação atualizada e, a partir disso, intervenções que auxiliem tanto no processo de aprendizagem quanto nos aspectos emocionais envolvidos.
Além das dificuldades escolares, é importante considerar como ele se sente em relação a isso, já que essas experiências também podem impactar autoestima e motivação.
Buscar um profissional pode ser um passo importante para compreender melhor o momento atual e pensar nos caminhos possíveis de cuidado.
Os transtornos de aprendizagem podem ser trabalhados em qualquer fase, principalmente quando há um olhar cuidadoso para as necessidades específicas de cada adolescente. O acompanhamento pode envolver avaliação atualizada e, a partir disso, intervenções que auxiliem tanto no processo de aprendizagem quanto nos aspectos emocionais envolvidos.
Além das dificuldades escolares, é importante considerar como ele se sente em relação a isso, já que essas experiências também podem impactar autoestima e motivação.
Buscar um profissional pode ser um passo importante para compreender melhor o momento atual e pensar nos caminhos possíveis de cuidado.
Olá, boa tarde! Nunca é tarde para iniciar o tratamento. Com um profissional qualificado você pode conversar sobre como é o prognóstico mais indicado para o seu filho.
Sim, ele ainda pode ser tratado.
Talvez haja uma diferença na efetividade do tratamento, mas certamente pode-se melhorar um quadro, independente da idade que ele esteja.
Talvez haja uma diferença na efetividade do tratamento, mas certamente pode-se melhorar um quadro, independente da idade que ele esteja.
Olá! Sim, consegue sim — e é muito importante buscar ajuda, independentemente da idade. A adolescência ainda é uma fase de desenvolvimento, então o tratamento pode trazer muitos benefícios. O ideal é começar com uma avaliação com psicólogo e, se necessário, também com um psiquiatra infantil/juvenil, para entender como ele está hoje e qual o melhor acompanhamento.
E um ponto importante: independente do diagnóstico, o que ele estiver sentindo ou apresentando pode ser tratado e cuidado. Nunca é tarde para buscar ajuda e promover melhorias na qualidade de vida.
E um ponto importante: independente do diagnóstico, o que ele estiver sentindo ou apresentando pode ser tratado e cuidado. Nunca é tarde para buscar ajuda e promover melhorias na qualidade de vida.
Sim, consegue sim. Nunca é tarde para iniciar o tratamento, e na adolescência ainda há bastante possibilidade de melhora quando o acompanhamento é feito de forma adequada.
Mesmo que ele não tenha tratado antes, começar agora pode ajudar muito no entendimento do que ele sente, na forma de lidar com as emoções e também no comportamento do dia a dia. Muitas vezes, inclusive, na adolescência ele já consegue participar mais ativamente do processo e se beneficiar ainda mais.
O ideal é procurar um psicólogo para uma nova avaliação, para entender como esse diagnóstico se apresenta hoje — porque com o tempo algumas características podem mudar. Dependendo do caso, também pode ser importante o acompanhamento com psiquiatra infantil/juvenil.
O mais importante é dar esse primeiro passo com cuidado e acolhimento, sem culpa pelo que não foi feito antes. O que faz diferença é o que vocês podem construir a partir de agora.
Mesmo que ele não tenha tratado antes, começar agora pode ajudar muito no entendimento do que ele sente, na forma de lidar com as emoções e também no comportamento do dia a dia. Muitas vezes, inclusive, na adolescência ele já consegue participar mais ativamente do processo e se beneficiar ainda mais.
O ideal é procurar um psicólogo para uma nova avaliação, para entender como esse diagnóstico se apresenta hoje — porque com o tempo algumas características podem mudar. Dependendo do caso, também pode ser importante o acompanhamento com psiquiatra infantil/juvenil.
O mais importante é dar esse primeiro passo com cuidado e acolhimento, sem culpa pelo que não foi feito antes. O que faz diferença é o que vocês podem construir a partir de agora.
Qual o diagnóstico? Provavelmente sim.
Sim, ainda é possível ajudar seu filho.
Aos 14 anos, ele pode ter bons avanços com o acompanhamento certo, tanto na aprendizagem quanto na autoestima.
E se você sente algum sentimento de culpa, Não se sinta culpada, você está buscando ajuda agora, e isso já faz diferença. Se quiser, posso te orientar nos próximos passos.
Aos 14 anos, ele pode ter bons avanços com o acompanhamento certo, tanto na aprendizagem quanto na autoestima.
E se você sente algum sentimento de culpa, Não se sinta culpada, você está buscando ajuda agora, e isso já faz diferença. Se quiser, posso te orientar nos próximos passos.
Olá, tudo bem?
Sim, ele pode ser tratado agora. Não existe uma “idade limite” para iniciar acompanhamento, e aos 14 anos ainda há muita possibilidade de evolução. Na verdade, muitas pessoas só começam o tratamento na adolescência ou até na vida adulta e conseguem bons resultados.
O ponto importante não é quando começou, mas como está hoje. Se ele foi diagnosticado mais novo, provavelmente já existiam sinais, mas o funcionamento atual é o que vai orientar o tratamento. Nessa fase da adolescência, além das questões cognitivas, entram também aspectos emocionais, sociais e de identidade, o que torna o cuidado ainda mais relevante.
O tratamento costuma envolver acompanhamento psicológico para trabalhar organização, atenção, comportamento e emoções. Em alguns casos, o psiquiatra pode ser indicado para avaliar a necessidade de medicação, dependendo da intensidade dos sintomas e do impacto na rotina escolar e social.
Talvez valha você observar: quais são as maiores dificuldades dele hoje? É na escola, na organização, na atenção ou no comportamento? Ele demonstra sofrimento com isso ou mais resistência? E como isso tem afetado o dia a dia dele e da família?
Buscar ajuda agora pode fazer diferença importante, principalmente porque ele está em uma fase de desenvolvimento em que intervenções bem conduzidas tendem a ter um impacto muito positivo.
Caso precise, estou à disposição.
Sim, ele pode ser tratado agora. Não existe uma “idade limite” para iniciar acompanhamento, e aos 14 anos ainda há muita possibilidade de evolução. Na verdade, muitas pessoas só começam o tratamento na adolescência ou até na vida adulta e conseguem bons resultados.
O ponto importante não é quando começou, mas como está hoje. Se ele foi diagnosticado mais novo, provavelmente já existiam sinais, mas o funcionamento atual é o que vai orientar o tratamento. Nessa fase da adolescência, além das questões cognitivas, entram também aspectos emocionais, sociais e de identidade, o que torna o cuidado ainda mais relevante.
O tratamento costuma envolver acompanhamento psicológico para trabalhar organização, atenção, comportamento e emoções. Em alguns casos, o psiquiatra pode ser indicado para avaliar a necessidade de medicação, dependendo da intensidade dos sintomas e do impacto na rotina escolar e social.
Talvez valha você observar: quais são as maiores dificuldades dele hoje? É na escola, na organização, na atenção ou no comportamento? Ele demonstra sofrimento com isso ou mais resistência? E como isso tem afetado o dia a dia dele e da família?
Buscar ajuda agora pode fazer diferença importante, principalmente porque ele está em uma fase de desenvolvimento em que intervenções bem conduzidas tendem a ter um impacto muito positivo.
Caso precise, estou à disposição.
Sempre há tempo para realizar tratamento, dependendo de como é o diagnóstico pode ser que o resultado esperando leve mais tempo para atingir o objtivo.
Olá! Sim, o tratamento ainda pode trazer benefícios importantes nessa fase. Aos 14 anos, o cérebro continua em desenvolvimento, e intervenções adequadas podem auxiliar bastante no desempenho escolar, na organização, na autoestima e nas estratégias de aprendizagem.
O primeiro passo é realizar uma reavaliação para compreender como estão atualmente as dificuldades, quais áreas permanecem mais afetadas e quais habilidades já foram desenvolvidas ao longo do tempo. Em muitos casos, é importante investigar também aspectos emocionais, atencionais e comportamentais que podem estar associados às dificuldades de aprendizagem.
A partir disso, podem ser indicados acompanhamentos específicos, como intervenção psicopedagógica, acompanhamento psicológico, fonoaudiológico e/ou avaliação médica, dependendo das necessidades identificadas.
Quanto mais cedo ocorre a intervenção, melhor tende a ser o prognóstico, mas nunca é “tarde demais” para buscar ajuda e desenvolver estratégias que favoreçam o aprendizado e o bem-estar do adolescente.
O primeiro passo é realizar uma reavaliação para compreender como estão atualmente as dificuldades, quais áreas permanecem mais afetadas e quais habilidades já foram desenvolvidas ao longo do tempo. Em muitos casos, é importante investigar também aspectos emocionais, atencionais e comportamentais que podem estar associados às dificuldades de aprendizagem.
A partir disso, podem ser indicados acompanhamentos específicos, como intervenção psicopedagógica, acompanhamento psicológico, fonoaudiológico e/ou avaliação médica, dependendo das necessidades identificadas.
Quanto mais cedo ocorre a intervenção, melhor tende a ser o prognóstico, mas nunca é “tarde demais” para buscar ajuda e desenvolver estratégias que favoreçam o aprendizado e o bem-estar do adolescente.
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