Meu filho tem 14 anos ele foi diagnosticado quando era mais novo só que não fez o tratamento será qu

12 respostas
Meu filho tem 14 anos ele foi diagnosticado quando era mais novo só que não fez o tratamento será que agora ele consegue ser tratado .
 Matheus Vieira
Psicólogo
Florianópolis
Sim, ainda é possível. Com 14 anos, as intervenções ainda são muito eficazes.

Penso que seja importante fazer uma reavaliação com um psicólogo (e, se preciso, outros profissionais especialistas) para definir o melhor tratamento.

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Bom dia, qual o diagnostico do seu filho? Qual tratamento foi prescrito?
Olá. Sim, é possível iniciar um acompanhamento mesmo agora. Aos 14 anos, seu filho ainda está em um momento importante de desenvolvimento, e buscar ajuda pode fazer diferença.
Os transtornos de aprendizagem podem ser trabalhados em qualquer fase, principalmente quando há um olhar cuidadoso para as necessidades específicas de cada adolescente. O acompanhamento pode envolver avaliação atualizada e, a partir disso, intervenções que auxiliem tanto no processo de aprendizagem quanto nos aspectos emocionais envolvidos.

Além das dificuldades escolares, é importante considerar como ele se sente em relação a isso, já que essas experiências também podem impactar autoestima e motivação.

Buscar um profissional pode ser um passo importante para compreender melhor o momento atual e pensar nos caminhos possíveis de cuidado.
Dr. Matheus Abade
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá, boa tarde! Nunca é tarde para iniciar o tratamento. Com um profissional qualificado você pode conversar sobre como é o prognóstico mais indicado para o seu filho.
Sim, ele ainda pode ser tratado.
Talvez haja uma diferença na efetividade do tratamento, mas certamente pode-se melhorar um quadro, independente da idade que ele esteja.
Olá! Sim, consegue sim — e é muito importante buscar ajuda, independentemente da idade. A adolescência ainda é uma fase de desenvolvimento, então o tratamento pode trazer muitos benefícios. O ideal é começar com uma avaliação com psicólogo e, se necessário, também com um psiquiatra infantil/juvenil, para entender como ele está hoje e qual o melhor acompanhamento.
E um ponto importante: independente do diagnóstico, o que ele estiver sentindo ou apresentando pode ser tratado e cuidado. Nunca é tarde para buscar ajuda e promover melhorias na qualidade de vida.
Sim, consegue sim. Nunca é tarde para iniciar o tratamento, e na adolescência ainda há bastante possibilidade de melhora quando o acompanhamento é feito de forma adequada.

Mesmo que ele não tenha tratado antes, começar agora pode ajudar muito no entendimento do que ele sente, na forma de lidar com as emoções e também no comportamento do dia a dia. Muitas vezes, inclusive, na adolescência ele já consegue participar mais ativamente do processo e se beneficiar ainda mais.

O ideal é procurar um psicólogo para uma nova avaliação, para entender como esse diagnóstico se apresenta hoje — porque com o tempo algumas características podem mudar. Dependendo do caso, também pode ser importante o acompanhamento com psiquiatra infantil/juvenil.

O mais importante é dar esse primeiro passo com cuidado e acolhimento, sem culpa pelo que não foi feito antes. O que faz diferença é o que vocês podem construir a partir de agora.
Dra. Fernanda Lana de Paula
Psicólogo
Santana de Paranaíba
Qual o diagnóstico? Provavelmente sim.
 Paola Rosa
Psicólogo
Porto Alegre
Sim, ainda é possível ajudar seu filho.
Aos 14 anos, ele pode ter bons avanços com o acompanhamento certo, tanto na aprendizagem quanto na autoestima.
E se você sente algum sentimento de culpa, Não se sinta culpada, você está buscando ajuda agora, e isso já faz diferença. Se quiser, posso te orientar nos próximos passos.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Sim, ele pode ser tratado agora. Não existe uma “idade limite” para iniciar acompanhamento, e aos 14 anos ainda há muita possibilidade de evolução. Na verdade, muitas pessoas só começam o tratamento na adolescência ou até na vida adulta e conseguem bons resultados.

O ponto importante não é quando começou, mas como está hoje. Se ele foi diagnosticado mais novo, provavelmente já existiam sinais, mas o funcionamento atual é o que vai orientar o tratamento. Nessa fase da adolescência, além das questões cognitivas, entram também aspectos emocionais, sociais e de identidade, o que torna o cuidado ainda mais relevante.

O tratamento costuma envolver acompanhamento psicológico para trabalhar organização, atenção, comportamento e emoções. Em alguns casos, o psiquiatra pode ser indicado para avaliar a necessidade de medicação, dependendo da intensidade dos sintomas e do impacto na rotina escolar e social.

Talvez valha você observar: quais são as maiores dificuldades dele hoje? É na escola, na organização, na atenção ou no comportamento? Ele demonstra sofrimento com isso ou mais resistência? E como isso tem afetado o dia a dia dele e da família?

Buscar ajuda agora pode fazer diferença importante, principalmente porque ele está em uma fase de desenvolvimento em que intervenções bem conduzidas tendem a ter um impacto muito positivo.

Caso precise, estou à disposição.
Sempre há tempo para realizar tratamento, dependendo de como é o diagnóstico pode ser que o resultado esperando leve mais tempo para atingir o objtivo.
Olá! Sim, o tratamento ainda pode trazer benefícios importantes nessa fase. Aos 14 anos, o cérebro continua em desenvolvimento, e intervenções adequadas podem auxiliar bastante no desempenho escolar, na organização, na autoestima e nas estratégias de aprendizagem.

O primeiro passo é realizar uma reavaliação para compreender como estão atualmente as dificuldades, quais áreas permanecem mais afetadas e quais habilidades já foram desenvolvidas ao longo do tempo. Em muitos casos, é importante investigar também aspectos emocionais, atencionais e comportamentais que podem estar associados às dificuldades de aprendizagem.

A partir disso, podem ser indicados acompanhamentos específicos, como intervenção psicopedagógica, acompanhamento psicológico, fonoaudiológico e/ou avaliação médica, dependendo das necessidades identificadas.

Quanto mais cedo ocorre a intervenção, melhor tende a ser o prognóstico, mas nunca é “tarde demais” para buscar ajuda e desenvolver estratégias que favoreçam o aprendizado e o bem-estar do adolescente.

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