Minha enteada 6 anos vive falando que vai matar minha filha de 15 anos,que quer ver ela morta que va
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Minha enteada 6 anos vive falando que vai matar minha filha de 15 anos,que quer ver ela morta que vai dá tiro,ela é uma criança agressiva as vezes, não aceita regras desobediente,impulsiva as vezes manipuladora, gostaria de ajudar ela.
Olá, é necessário poder entender como é o clima na sua casa e a forma como sua família se comporta uns com os outros. Pode ser que haja um possível TOD - Transtorno Opositor Desafiador, não estou dizendo que ela tem isso, apenas que alguns sintomas podem estar atrelado a isso e que você deve ficar em observação. Recomendo inseri-la no processo de psicoterapia para que se investigue e descubra. Na terapia ela vai poder aprender a lidar com a raiva e até extinguir esses padrões agressivos.
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Olá! Imagino como a situação deve ser angustiante para você. Minha indicação é juntamente com os responsáveis por ela, buscar um processo psicoterápico para sua enteada, junto com a profissional vocês poderão investigar melhor o que está acontecendo, observar como é a dinâmica dela em todos os ambientes sociais, escola, dentro de casa, com outras crianças, além de que ela terá alguém de fora do 'círculo' para conversar, podendo proporcionar confiança para ela expor o que vem sentindo ou pensando e paralelamente trabalhar esses sentimentos e sintomas. Boa sorte e se cuide!
Olá como está? Primeiramente é importante entender a dinâmica familiar. É muito comum que essa situação que você descreveu aconteça. Sua enteada talvez se sinta "ameaçada" por sua filha, no sentido de perder o espaço afetivo em relação aos cuidadores e reage dessa forma. Essa é uma possibilidade. Seria importante ter muitas outras informações e um acompanhamento psicoterapêutico para que a família, como um todo, possa ser ajudada. Ela também pode iniciar uma terapia com um terapeuta especialista em atendimento infantil, para poder aprender a identificar, nomear e lidar com as emoções. Em relação a ser uma criança "desobediente", "não aceitar regras" esse é um ponto importante de ser abordado com a família e os cuidadores, pois, nem sempre é fácil colocar limites de forma assertiva; firme, porém com gentileza e amorosidade, acolhendo todas essas emoções que você descreveu. A terapia individual para os cuidadores (o que pode incluir você, dependendo da dinâmica de vocês) também pode ajudar. Essa situação é desafiadora mesmo. Que bom que você já está buscando ajuda e orientação. Caberia aqui mais muitas outras discussões. Essas podem ser algumas pistas. Espero ter ajudado. Abraços
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Olá! Tudo bem? Imagino que esteja sendo difícil para você passar por isso.
Bom, o ideal seria buscar ajuda de uma psicóloga infantil, que realize também orientação de pais.
A psicoterapia infantil é uma forma de terapia que se concentra em ajudar crianças e adolescentes a lidar com problemas emocionais, comportamentais e de desenvolvimento. A psicoterapia infantil pode ajudar as crianças a aprender habilidades para lidar com a ansiedade, depressão, problemas de comportamento, problemas de relacionamento e outros problemas emocionais.
A terapia infantil pode ser realizada por um psicólogo ou psicoterapeuta com formação em psicoterapia infantil. O terapeuta trabalha com a criança em sessões individuais ou em grupo, usando técnicas como o jogo terapêutico, a arte terapia e a terapia comportamental.
Além da psicoterapia infantil, a orientação dos pais também é uma parte importante do tratamento. Os pais podem ser orientados sobre como ajudar seus filhos a lidar com seus problemas emocionais, além de aprender habilidades de comunicação, resolução de conflitos e disciplina positiva.
A orientação de pais ou cuidadores é importante pois eles desempenham um papel fundamental no tratamento da saúde mental de seus filhos. A orientação dos pais pode incluir o ensino de estratégias de gerenciamento de comportamento, como reforço positivo e limites claros, e estratégias de comunicação, como ouvir ativamente e validar os sentimentos da criança.
Além disso, a orientação dos pais também pode incluir o ensino de estratégias para lidar com o estresse parental e a promoção do autocuidado dos pais. Ajudar os pais a gerenciar seu próprio estresse e a cuidar de sua própria saúde mental pode beneficiar toda a família.
Em resumo, a psicoterapia infantil e a orientação dos pais são duas formas importantes de tratamento para problemas emocionais e comportamentais em crianças e adolescentes. Essas intervenções podem ajudar a melhorar a saúde mental da criança, fortalecer a comunicação e os relacionamentos familiares e fornecer estratégias de gerenciamento de comportamento eficazes para ajudar a criança a lidar com desafios emocionais futuros.
Espero que fiquem bem!
Bom, o ideal seria buscar ajuda de uma psicóloga infantil, que realize também orientação de pais.
A psicoterapia infantil é uma forma de terapia que se concentra em ajudar crianças e adolescentes a lidar com problemas emocionais, comportamentais e de desenvolvimento. A psicoterapia infantil pode ajudar as crianças a aprender habilidades para lidar com a ansiedade, depressão, problemas de comportamento, problemas de relacionamento e outros problemas emocionais.
A terapia infantil pode ser realizada por um psicólogo ou psicoterapeuta com formação em psicoterapia infantil. O terapeuta trabalha com a criança em sessões individuais ou em grupo, usando técnicas como o jogo terapêutico, a arte terapia e a terapia comportamental.
Além da psicoterapia infantil, a orientação dos pais também é uma parte importante do tratamento. Os pais podem ser orientados sobre como ajudar seus filhos a lidar com seus problemas emocionais, além de aprender habilidades de comunicação, resolução de conflitos e disciplina positiva.
A orientação de pais ou cuidadores é importante pois eles desempenham um papel fundamental no tratamento da saúde mental de seus filhos. A orientação dos pais pode incluir o ensino de estratégias de gerenciamento de comportamento, como reforço positivo e limites claros, e estratégias de comunicação, como ouvir ativamente e validar os sentimentos da criança.
Além disso, a orientação dos pais também pode incluir o ensino de estratégias para lidar com o estresse parental e a promoção do autocuidado dos pais. Ajudar os pais a gerenciar seu próprio estresse e a cuidar de sua própria saúde mental pode beneficiar toda a família.
Em resumo, a psicoterapia infantil e a orientação dos pais são duas formas importantes de tratamento para problemas emocionais e comportamentais em crianças e adolescentes. Essas intervenções podem ajudar a melhorar a saúde mental da criança, fortalecer a comunicação e os relacionamentos familiares e fornecer estratégias de gerenciamento de comportamento eficazes para ajudar a criança a lidar com desafios emocionais futuros.
Espero que fiquem bem!
Olá! Imagino como tem sido difícil toda essa situação para você! Indico a psicoterapia para sua enteada, precisa ser entendido o que está de fato acontecendo com ela e o por que desse comportamento. Fico á disposição!
Olá, muitas vezes as crianças falam coisas com uma conotação negativa, agressiva, como uma forma de expressar sua raiva, seus sentimentos e não significa que desejam literalmente aquilo que está sendo expressado. Mas é claro que é muito ruim de ouvir e isso deve ser conversado e mostrado pra criança.
Um processo psicoterapêutico pode ajudar muito tanto a criança, proporcionando um espaço para que ela possa trabalhar suas emoções, quanto a família, dando suporte e orientando como podem lidar com essas reações.
Espero que fique tudo bem!
Se precisar de ajuda, disponha ;)
Um processo psicoterapêutico pode ajudar muito tanto a criança, proporcionando um espaço para que ela possa trabalhar suas emoções, quanto a família, dando suporte e orientando como podem lidar com essas reações.
Espero que fique tudo bem!
Se precisar de ajuda, disponha ;)
Olá, seria interessante passar com um profissional da psicologia que cuide de criança, para avaliar melhor o caso dela, me parece que tem muito sofrimento ai, para ela e para a familia, tem um trantorno que as vezes acomete as crianças o TOD - Transtorno Opositor Desafiador, seria muito importate verificar e caso seja isso tratar, ou poder tratar qualquer outra desregulação emocional que estaja ocorrendo. Procure ajuda. Abraço
Bom dia! É importante um profissional da área de Psicologia que trabalhe com crianças para fazer uma avaliação do caso. Procure ajuda.
Uma criança de 6 anos com esse tipo de fala não é natural. Além de apresentar agressividade, ela traz conteúdos de fala adulta. Dessa forma é importante entender o contexto envolvido, para saber se ela está repetindo o que ouviu em algum lugar, e a partir disso trabalhar esse conteúdo, ou se essa fala traz características emocionais dela, que podem ser devidos ao transtorno psiquiátrico, que também deve ser tratado com psicólogo e médico psiquiatra.
Olá, tudo bem? Se você que ajudá-la, seria interessante procurar um psicólogo infantil e iniciar o tratamento.
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Oi, meu nome é Camila, sou psicóloga clínica, em minha experiência atendo crianças de diversas demandas e pelo que voce relata pode ser que sua enteada esteja sendo exposta a modos de violências, seja por meio do que ela assiste, já ouviu ou já presenciou. Pela idade provavelmente ela não tem entendimento real do que é a morte, talvez ela fale coisas nesse sentido para expressar sentimentos negativos pela sua filha, por exemplo. É comum que as crianças sintam ciúme mas, elas não tem recurso para lidar. Um caminho seria que ela iniciasse psicoterapia
Olá tudo bem? imagino que está sendo um desafio pra você, posso compreender sua preocupação. Sua enteada tem um histórico de vida que é importante conhecer e analisar, é preciso entender também a dinâmica familiar, o ambiente escolar. Esses ambientes influenciam diretamente a percepção dessa criança sobre si mesma, que lugar de importância ela ocupa e essa percepção influenciará seu modo de comportar-se e de se expressar. Da maneira como trás, ela ainda não aprendeu a regular suas emoções, a lidar com suas angustias. Procure um psicólogo, ele poderá ajuda-la a lidar com suas emoções, promovendo saúde mental e também com orientação a família.
Primeiro, é importante que você procure ajuda profissional para a sua enteada. Ela pode estar passando por algum problema de saúde mental ou emocional que precisa ser tratado. Além disso, você pode procurar um terapeuta infantil ou um psicólogo infantil para ajudar a entender o que está acontecendo com ela e como ajudá-la.
Você também pode tentar estabelecer limites claros e consistentes para a sua enteada. Isso significa que você deve estabelecer regras e consequências para o comportamento dela e se certificar de que ela as siga. Isso ajudará a ensiná-la a controlar seus impulsos e a se comportar de forma adequada.
Você também pode tentar estabelecer limites claros e consistentes para a sua enteada. Isso significa que você deve estabelecer regras e consequências para o comportamento dela e se certificar de que ela as siga. Isso ajudará a ensiná-la a controlar seus impulsos e a se comportar de forma adequada.
Olá. Lamento estarem passando por essa situação. Há diversos fatores a serem levados em consideração, como o ambiente no qual ela está inserida, quais os tipos de contato que possui com a internet, amigos de escola, etc. Conversar com os responsáveis seria o melhor a se fazer de início; levando a eles as questões trazidas acima. Um dos caminhos a serem seguidos é a psicoterapia infantil, como meus colegas citaram. Um profissional dessa área terá conhecimento para auxiliar na compreensão e mudança nos comportamentos dela.
Boa tarde . De fato esta crianca parece estar convivendo , com algumas situacoes de vulnerabilidade , e de violencia . Precisa , sim ser cuidada , e os adultos precisam olhar para as necessidades desta crianca de viver a infancia . Estou a disposicao .
Olá! Recomendo fortemente acompanhamento psicológico com profissional especialista em crianças.
Imagino como deve ser uma situação desesperadora para você, como mãe, escutar ameaças de uma criança para sua filha. Mas se pensarmos, no início, o melhor caminho seria separar sua filha desta criança, pensando em proteção, mas ao mesmo tempo conversar com os pais e responsáveis de sua enteada para mostrar que, no atual momento, ela precisaria de ajuda para compreensão de seus comportamentos, sentimentos e pensamentos, pois não são saudáveis para a idade. Muitas vezes ela pode estar imitando um comportamento que assistiu em casa ou na televisão, até mesmo na escola. Não teria como afirmar.
Olá! Que bom observar sua empatia e disposição em ajudar sua enteada. Uma ajuda que poderia ser muito potente nesse momento seria leva-la a uma Psicóloga infantil para avaliação e acompanhamento Psicoterápico. Outro fator chave é os adultos responsáveis fazerem treinamento de pais para aprenderem como fazer no dia a dia para contribuir ainda mais. Estou à disposição.
Compreendo sua preocupação. O comportamento agressivo e as ameaças da sua enteada podem ser indicativos de problemas emocionais ou de desenvolvimento. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos para identificar os pensamentos e sentimentos que levam a esses comportamentos, ajudando a criança a desenvolver habilidades de autocontrole e empatia. É essencial procurar um psicólogo infantil para uma avaliação detalhada e um plano de intervenção apropriado, envolvendo a família no processo terapêutico para garantir um ambiente seguro e acolhedor.
Leve-a para avaliação psicológica para entender o que acontece e ajudar concretamente.
Estou disponibilizando breve consulta gratuitamente
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Ela faz terapia?
Com esses comportamentos, é crucial que sua enteada faça terapia!
Ela precisa de ajuda para entender as emoções e saber o que fazer com elas de forma que não rompa os laços sociais.
É preciso investigar como ela se sente em relação aos pais serem separados, como os pais dela lidam com isso, o que ela sente ao ter uma madrastra e uma irmã agregada à família.
Com esses comportamentos, é crucial que sua enteada faça terapia!
Ela precisa de ajuda para entender as emoções e saber o que fazer com elas de forma que não rompa os laços sociais.
É preciso investigar como ela se sente em relação aos pais serem separados, como os pais dela lidam com isso, o que ela sente ao ter uma madrastra e uma irmã agregada à família.
Olá! Procure ajuda profissional, assim poderá relatar melhor e o profissional irá orientar a melhor forma de conduzir as questões apresentadas.
Abraço.
Abraço.
É compreensível que você se preocupe com esses comportamentos agressivos e preocupantes de sua enteada, principalmente considerando a gravidade das ameaças que ela fez à sua filha. Esses tipos de declarações são muito sérios e devem ser abordados com cuidado e sensibilidade. A criança pode estar expressando dificuldades emocionais, comportamentais ou sociais, e o mais importante é tratar essas questões de forma eficaz e com apoio profissional. Aqui estão algumas sugestões de como lidar com isso:
1. Leve a sério as ameaças
Embora seja comum que algumas crianças façam declarações impulsivas ou que não compreendam totalmente as palavras que estão dizendo, ameaças de morte, especialmente se forem frequentes, não devem ser minimizadas. Esse tipo de comportamento pode ser um sinal de uma dificuldade emocional mais profunda, e é essencial tratar a situação com seriedade.
2. Busca por um profissional especializado
É importante buscar a ajuda de um psicólogo infantil ou um psiquiatra infantil, pois ele pode ajudar a entender as razões por trás desse comportamento agressivo e de ameaças. Algumas possíveis razões para comportamentos assim incluem dificuldades de regulação emocional, problemas familiares, ou até mesmo a manifestação de alguma condição psicológica (como ansiedade, depressão ou transtornos de conduta).
O psicólogo pode trabalhar com ela para entender suas emoções e melhorar sua habilidade de lidar com frustração e raiva.
Um psiquiatra infantil pode ser necessário se houver a necessidade de um acompanhamento medicamentoso, por exemplo, em casos de transtornos emocionais mais graves.
3. Entenda o contexto da criança
Comportamentos agressivos e impulsivos em crianças podem estar relacionados a uma série de fatores, como dificuldades na adaptação familiar, problemas de socialização ou dificuldade em aceitar limites. A situação de uma criança convivendo com uma nova família (como no caso de uma enteada) pode gerar sentimentos de insegurança, ciúmes ou até raiva, que podem se manifestar em comportamentos desafiadores.
Perguntas que podem ajudar a entender melhor o comportamento dela:
Ela sente que está sendo tratada de forma justa dentro da família?
Ela tem dificuldades em aceitar ou expressar seus sentimentos?
Há alguma mudança significativa ou estressor recente na vida dela que possa estar afetando seu comportamento?
4. Estabeleça regras e limites claros
É fundamental que você, seu parceiro e outros membros da família definam regras consistentes e claras sobre o comportamento esperado e as consequências de atitudes agressivas. Crianças precisam de estruturas claras e de previsibilidade para se sentirem seguras e entenderem os limites.
Quando ela fizer algo inadequado, como ameaçar sua filha ou agir de forma agressiva, deve haver uma consequência clara, mas sempre com um foco em ensinar o que é o comportamento adequado, não apenas punir.
Reforços positivos também podem ser usados para reforçar comportamentos desejáveis, como gentileza, cooperação e respeito aos outros.
5. Trabalhe a empatia e a comunicação emocional
Uma abordagem importante no apoio a crianças com comportamentos agressivos é trabalhar o desenvolvimento da empatia e da expressão emocional. Ensine-a a identificar seus sentimentos e a lidar com a frustração de maneira mais construtiva.
Ajudar a criança a identificar as emoções (como raiva, frustração, tristeza) pode ser muito útil. Você pode usar histórias, livros ou atividades para ajudar a criança a aprender a reconhecer e expressar seus sentimentos de uma forma saudável.
Praticar formas alternativas de resolver conflitos, como conversar, pedir ajuda ou buscar o que deseja de maneira respeitosa, é uma habilidade essencial.
6. Trabalhe a relação entre ela e sua filha
As dinâmicas entre sua enteada e sua filha de 15 anos podem ser delicadas, principalmente se a enteada se sentir ameaçada ou rejeitada pela irmã mais velha. É importante trabalhar a relação entre as duas com conversas abertas e talvez até sessões de terapia familiar, para ajudá-las a entender as necessidades e os sentimentos uma da outra.
7. Promova atividades positivas
Envolver a enteada em atividades que estimulem o comportamento positivo e a socialização, como esportes, arte ou grupos de interesse, pode ser útil. Ela pode se beneficiar de atividades extracurriculares que a ajudem a se concentrar e a desenvolver habilidades sociais.
Em resumo:
O comportamento da sua enteada de 6 anos exige uma abordagem cuidadosa e estruturada. Busque a ajuda de profissionais especializados em saúde mental infantil, como psicólogos ou psiquiatras, que possam avaliar a situação e oferecer suporte adequado. Além disso, estabeleça regras claras, trabalhe a empatia e busque fortalecer as relações familiares de forma a promover um ambiente mais seguro e compreensivo para ela.
1. Leve a sério as ameaças
Embora seja comum que algumas crianças façam declarações impulsivas ou que não compreendam totalmente as palavras que estão dizendo, ameaças de morte, especialmente se forem frequentes, não devem ser minimizadas. Esse tipo de comportamento pode ser um sinal de uma dificuldade emocional mais profunda, e é essencial tratar a situação com seriedade.
2. Busca por um profissional especializado
É importante buscar a ajuda de um psicólogo infantil ou um psiquiatra infantil, pois ele pode ajudar a entender as razões por trás desse comportamento agressivo e de ameaças. Algumas possíveis razões para comportamentos assim incluem dificuldades de regulação emocional, problemas familiares, ou até mesmo a manifestação de alguma condição psicológica (como ansiedade, depressão ou transtornos de conduta).
O psicólogo pode trabalhar com ela para entender suas emoções e melhorar sua habilidade de lidar com frustração e raiva.
Um psiquiatra infantil pode ser necessário se houver a necessidade de um acompanhamento medicamentoso, por exemplo, em casos de transtornos emocionais mais graves.
3. Entenda o contexto da criança
Comportamentos agressivos e impulsivos em crianças podem estar relacionados a uma série de fatores, como dificuldades na adaptação familiar, problemas de socialização ou dificuldade em aceitar limites. A situação de uma criança convivendo com uma nova família (como no caso de uma enteada) pode gerar sentimentos de insegurança, ciúmes ou até raiva, que podem se manifestar em comportamentos desafiadores.
Perguntas que podem ajudar a entender melhor o comportamento dela:
Ela sente que está sendo tratada de forma justa dentro da família?
Ela tem dificuldades em aceitar ou expressar seus sentimentos?
Há alguma mudança significativa ou estressor recente na vida dela que possa estar afetando seu comportamento?
4. Estabeleça regras e limites claros
É fundamental que você, seu parceiro e outros membros da família definam regras consistentes e claras sobre o comportamento esperado e as consequências de atitudes agressivas. Crianças precisam de estruturas claras e de previsibilidade para se sentirem seguras e entenderem os limites.
Quando ela fizer algo inadequado, como ameaçar sua filha ou agir de forma agressiva, deve haver uma consequência clara, mas sempre com um foco em ensinar o que é o comportamento adequado, não apenas punir.
Reforços positivos também podem ser usados para reforçar comportamentos desejáveis, como gentileza, cooperação e respeito aos outros.
5. Trabalhe a empatia e a comunicação emocional
Uma abordagem importante no apoio a crianças com comportamentos agressivos é trabalhar o desenvolvimento da empatia e da expressão emocional. Ensine-a a identificar seus sentimentos e a lidar com a frustração de maneira mais construtiva.
Ajudar a criança a identificar as emoções (como raiva, frustração, tristeza) pode ser muito útil. Você pode usar histórias, livros ou atividades para ajudar a criança a aprender a reconhecer e expressar seus sentimentos de uma forma saudável.
Praticar formas alternativas de resolver conflitos, como conversar, pedir ajuda ou buscar o que deseja de maneira respeitosa, é uma habilidade essencial.
6. Trabalhe a relação entre ela e sua filha
As dinâmicas entre sua enteada e sua filha de 15 anos podem ser delicadas, principalmente se a enteada se sentir ameaçada ou rejeitada pela irmã mais velha. É importante trabalhar a relação entre as duas com conversas abertas e talvez até sessões de terapia familiar, para ajudá-las a entender as necessidades e os sentimentos uma da outra.
7. Promova atividades positivas
Envolver a enteada em atividades que estimulem o comportamento positivo e a socialização, como esportes, arte ou grupos de interesse, pode ser útil. Ela pode se beneficiar de atividades extracurriculares que a ajudem a se concentrar e a desenvolver habilidades sociais.
Em resumo:
O comportamento da sua enteada de 6 anos exige uma abordagem cuidadosa e estruturada. Busque a ajuda de profissionais especializados em saúde mental infantil, como psicólogos ou psiquiatras, que possam avaliar a situação e oferecer suporte adequado. Além disso, estabeleça regras claras, trabalhe a empatia e busque fortalecer as relações familiares de forma a promover um ambiente mais seguro e compreensivo para ela.
O comportamento da sua enteada pode indicar dificuldades emocionais ou de regulação comportamental. É importante buscar a ajuda de um psicólogo infantil para avaliar a situação e compreender a origem dessas falas e atitudes. Além disso, estabelecer limites claros, reforçar comportamentos positivos e incentivar o diálogo podem ajudar. Se houver risco real de agressão, é essencial garantir a segurança de todos e procurar apoio profissional o quanto antes.
Sua enteada precisa de acompanhamento psicológico o quanto antes. Esses comportamentos quando não trabalhados na infância tendem a se intensificar na adolescência e idade adulta. E isso lhe causará muitos problemas, inclusive para quem convive com ela.
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