Olá! Eu tenho 30 anos, sou casado e possuo uma libido muito alta desde a adolescência. Sempre procur
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Olá! Eu tenho 30 anos, sou casado e possuo uma libido muito alta desde a adolescência. Sempre procurei domar este desejo para não incorrer em situações que prejudiquem minha saúde ou vida social.
Parece que não importa o quão satisfatória seja a relação sexual ou quantas vezes elas ocorram, minha libido torna a subir em poucas horas (se houver estímulo, volta em poucos minutos...). Tirando a fase da adolescência (época difícil para segurar as emoções...), isso não era um problema na vida adulta, pois me casei aos 20 anos e sempre consegui satisfazer os meus desejos em uma frequência que me mantinha sob controle.
No início do casamento, tínhamos, pelo menos, 1 relação sexual por dia, sendo que comumente chegávamos à 3 diariamente.
Não demorou muito e tivemos 1 filho. A rotina foi ficando mais árdua e, naturalmente, a frequência reduziu bastante (2 à 5 vezes semanalmente).
Porém, atualmente, estou tendo apenas 4 à 6 relações sexuais por MÊS. Eu procuro sempre seguir algumas regras sociais impostas por mim mesmo para conseguir canalizar o meu desejo somente para a minha esposa, pois abomino a possibilidade de traí-la, mas está muito, muito difícil me concentrar no dia a dia e, mais importante ainda, me manter fiel à minha esposa, pois esta frequência está muito baixa para mim.
No quesito de controle da libido, a masturbação praticamente não serve para nada, então somente a relação sexual pode me ajudar a me manter sob controle por algumas horas.
Eu conversei com minha esposa sobre o tema e ela me indicou procurar ajuda, pois, para ela, a frequência está bem saudável, dado que o sexo é muito satisfatório (ela consegue ter 2 ou mais orgasmos por relação). Mesmo no início do casamento, manter uma rotina com a quantidade de relações sexuais que tínhamos, ela já considerava puxado, mas atualmente, ela já não consegue mais atender à esta minha demanda.
O meu maior medo, é alguma mulher perceber essa minha fraqueza e procurar explorá-la (já aconteceu tentativas antes, mas pelas regras que eu procuro seguir, eu consegui resistir). Eu não quero trair minha esposa por nada. Não quero perder a minha família.
Também não vou ficar fazendo chantagem para a minha esposa, insinuando que se ela não aumentar a frequência, eu posso traí-la. Isso não seria saudável.
Atualmente, estou procurando me exercitar bastante, o que, para meu espanto, tem funcionado um pouco (estou conseguindo me concentrar muito mais no dia a dia).
Vocês já trataram algum caso assim? Teriam alguma indicação de leitura, qualquer coisa?
Muito obrigado.
Parece que não importa o quão satisfatória seja a relação sexual ou quantas vezes elas ocorram, minha libido torna a subir em poucas horas (se houver estímulo, volta em poucos minutos...). Tirando a fase da adolescência (época difícil para segurar as emoções...), isso não era um problema na vida adulta, pois me casei aos 20 anos e sempre consegui satisfazer os meus desejos em uma frequência que me mantinha sob controle.
No início do casamento, tínhamos, pelo menos, 1 relação sexual por dia, sendo que comumente chegávamos à 3 diariamente.
Não demorou muito e tivemos 1 filho. A rotina foi ficando mais árdua e, naturalmente, a frequência reduziu bastante (2 à 5 vezes semanalmente).
Porém, atualmente, estou tendo apenas 4 à 6 relações sexuais por MÊS. Eu procuro sempre seguir algumas regras sociais impostas por mim mesmo para conseguir canalizar o meu desejo somente para a minha esposa, pois abomino a possibilidade de traí-la, mas está muito, muito difícil me concentrar no dia a dia e, mais importante ainda, me manter fiel à minha esposa, pois esta frequência está muito baixa para mim.
No quesito de controle da libido, a masturbação praticamente não serve para nada, então somente a relação sexual pode me ajudar a me manter sob controle por algumas horas.
Eu conversei com minha esposa sobre o tema e ela me indicou procurar ajuda, pois, para ela, a frequência está bem saudável, dado que o sexo é muito satisfatório (ela consegue ter 2 ou mais orgasmos por relação). Mesmo no início do casamento, manter uma rotina com a quantidade de relações sexuais que tínhamos, ela já considerava puxado, mas atualmente, ela já não consegue mais atender à esta minha demanda.
O meu maior medo, é alguma mulher perceber essa minha fraqueza e procurar explorá-la (já aconteceu tentativas antes, mas pelas regras que eu procuro seguir, eu consegui resistir). Eu não quero trair minha esposa por nada. Não quero perder a minha família.
Também não vou ficar fazendo chantagem para a minha esposa, insinuando que se ela não aumentar a frequência, eu posso traí-la. Isso não seria saudável.
Atualmente, estou procurando me exercitar bastante, o que, para meu espanto, tem funcionado um pouco (estou conseguindo me concentrar muito mais no dia a dia).
Vocês já trataram algum caso assim? Teriam alguma indicação de leitura, qualquer coisa?
Muito obrigado.
O comportamento que você descreveu pode ser reflexo de várias causas, como desequilíbrios hormonais, especialmente considerando seu relato sobre a libido sexual, que se mantém estável desde a puberdade. Fatores cotidianos, como estresse, ansiedade ou questões emocionais não resolvidas, também podem contribuir para a predisposição ao aumento da libido.
Para entender o que está realmente acontecendo, é fundamental buscar um diagnóstico diferencial. O primeiro passo seria descartar alterações hormonais e endócrinas, pois disfunções na tireoide, por exemplo, podem causar alterações na libido. Além disso, algumas pessoas podem apresentar alterações de humor e quadros depressivos sem serem diagnosticadas com depressão. Por isso, é importante consultar um especialista para descartar essas condições.
Procure acompanhamento psicológico, que pode te ajudar a lidar com a angústia que isso tem gerado. Nossa avaliação também é essencial no diagnóstico diferencial e no diálogo com outros profissionais. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, pode ajudar a identificar gatilhos emocionais e comportamentais, oferecendo ferramentas práticas para lidar com o desconforto e desenvolver habilidades para controlar o impulso sexual e o excesso de masturbação.
O mais importante neste momento é buscar um diagnóstico preciso com o apoio de profissionais qualificados.
Lembre-se de que buscar ajuda é um sinal de força, e que há caminhos concretos para encontrar o equilíbrio. Você não está sozinho nesse processo, e estou à disposição para orientá-lo no melhor caminho para sua saúde e bem-estar.
Para entender o que está realmente acontecendo, é fundamental buscar um diagnóstico diferencial. O primeiro passo seria descartar alterações hormonais e endócrinas, pois disfunções na tireoide, por exemplo, podem causar alterações na libido. Além disso, algumas pessoas podem apresentar alterações de humor e quadros depressivos sem serem diagnosticadas com depressão. Por isso, é importante consultar um especialista para descartar essas condições.
Procure acompanhamento psicológico, que pode te ajudar a lidar com a angústia que isso tem gerado. Nossa avaliação também é essencial no diagnóstico diferencial e no diálogo com outros profissionais. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, pode ajudar a identificar gatilhos emocionais e comportamentais, oferecendo ferramentas práticas para lidar com o desconforto e desenvolver habilidades para controlar o impulso sexual e o excesso de masturbação.
O mais importante neste momento é buscar um diagnóstico preciso com o apoio de profissionais qualificados.
Lembre-se de que buscar ajuda é um sinal de força, e que há caminhos concretos para encontrar o equilíbrio. Você não está sozinho nesse processo, e estou à disposição para orientá-lo no melhor caminho para sua saúde e bem-estar.
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Gastar energia em atividades físicas realmente podem ajudar, uma coisa a considera é tentar perceber se não há algo mais envolvido, como uma compulsão. Como você luta com isso a muito tempo, acredito que vale a pena investigar se tem algo além de fatores físicos, como a testosterona alta, por exemplo, pois podem haver fatores emocionais que geram a compulsão. Um psicólogo pode te ajudar
A angústia que você traz reflete um conflito interno importante entre desejo, compromisso e valores pessoais. Você reconhece sua alta libido e o impacto que isso tem sobre sua vida, mas também deixa claro o quanto valoriza sua fidelidade e sua relação conjugal. Esse cenário, por si só, já demonstra um nível significativo de reflexão e responsabilidade emocional da sua parte.
A questão do desejo não se limita apenas ao corpo, mas também envolve aspectos psíquicos profundos. O fato de que, mesmo com uma frequência sexual elevada no início do casamento, você já percebia que seu desejo retornava rapidamente sugere que há algo além do simples fator biológico. O desejo, na psique humana, não se esgota na satisfação imediata; pelo contrário, ele é muitas vezes impulsionado pela falta, pela idealização e até mesmo por elementos inconscientes que precisam ser explorados.
A forma como você se colocou mostra que já tentou manejar essa questão por meio da conversa com sua esposa, do exercício físico e do autocontrole, mas a dificuldade persiste. Isso sugere que talvez seja interessante aprofundar essa investigação: o que sustenta esse desejo? O que ele representa para você além do ato em si? Como você lida com o intervalo entre a satisfação e o retorno da vontade?
Esse é um tema que pode ser trabalhado em um processo terapêutico, proporcionando um espaço para compreender melhor suas dinâmicas internas, os significados atribuídos ao desejo e a forma como você lida com ele. Muitas vezes, o problema não está apenas na intensidade da libido, mas na maneira como ela é vivida e no impacto emocional que gera.
Buscar esse aprofundamento pode ser um caminho valioso para encontrar um equilíbrio que contemple tanto sua necessidade quanto a realidade do seu relacionamento, sem que isso se torne um sofrimento constante.
A questão do desejo não se limita apenas ao corpo, mas também envolve aspectos psíquicos profundos. O fato de que, mesmo com uma frequência sexual elevada no início do casamento, você já percebia que seu desejo retornava rapidamente sugere que há algo além do simples fator biológico. O desejo, na psique humana, não se esgota na satisfação imediata; pelo contrário, ele é muitas vezes impulsionado pela falta, pela idealização e até mesmo por elementos inconscientes que precisam ser explorados.
A forma como você se colocou mostra que já tentou manejar essa questão por meio da conversa com sua esposa, do exercício físico e do autocontrole, mas a dificuldade persiste. Isso sugere que talvez seja interessante aprofundar essa investigação: o que sustenta esse desejo? O que ele representa para você além do ato em si? Como você lida com o intervalo entre a satisfação e o retorno da vontade?
Esse é um tema que pode ser trabalhado em um processo terapêutico, proporcionando um espaço para compreender melhor suas dinâmicas internas, os significados atribuídos ao desejo e a forma como você lida com ele. Muitas vezes, o problema não está apenas na intensidade da libido, mas na maneira como ela é vivida e no impacto emocional que gera.
Buscar esse aprofundamento pode ser um caminho valioso para encontrar um equilíbrio que contemple tanto sua necessidade quanto a realidade do seu relacionamento, sem que isso se torne um sofrimento constante.
É importante encontrar novas atividades para preencher o seu tempo livre. Dessa forma, você pode encontrar novas fontes de satisfação e distração que possam ajudá-lo a evitar os comportamentos compulsivos. Aprender técnicas de relaxamento, como a respiração profunda e a meditação é uma forma eficaz de lidar como o estresse e mantê-lo em equilíbrio emocional.
Olá, como tem passado?
Me parece, ao longo da leitura do seu relato, que a questão sexual para você e em sua vida se constituiu de uma maneira peculiar e interessante, atravessada por vários significados. Em seu caso, pode ser interessante procurar uma terapia para falar mais sobre alguns desses elementos e elaborar suas posições em sua vida.
A fim de explorar mais, elaborar mais e repensar seus sentidos para sua própria vida, parece que o tempo aí também é uma questão crucial que você relata, a passagem do tempo e a mudança na vida, nas disposições e prioridades.
Para além disso, o que significa uma relação para você? O que significa o sexo? De qual intimidade estamos falando? Existe alguma? Qual compulsão seria essa? É para não se perder ou não trair o que?
Diversos(as) psicólogos(a) aqui já atenderam pacientes com questões diretamente ligadas à sexualidade e marcar umas boas sessões de terapia para falar mais sobre isso em sua vida.
Espero ter ajudado, até a próxima.
Me parece, ao longo da leitura do seu relato, que a questão sexual para você e em sua vida se constituiu de uma maneira peculiar e interessante, atravessada por vários significados. Em seu caso, pode ser interessante procurar uma terapia para falar mais sobre alguns desses elementos e elaborar suas posições em sua vida.
A fim de explorar mais, elaborar mais e repensar seus sentidos para sua própria vida, parece que o tempo aí também é uma questão crucial que você relata, a passagem do tempo e a mudança na vida, nas disposições e prioridades.
Para além disso, o que significa uma relação para você? O que significa o sexo? De qual intimidade estamos falando? Existe alguma? Qual compulsão seria essa? É para não se perder ou não trair o que?
Diversos(as) psicólogos(a) aqui já atenderam pacientes com questões diretamente ligadas à sexualidade e marcar umas boas sessões de terapia para falar mais sobre isso em sua vida.
Espero ter ajudado, até a próxima.
Diante do que foi relatado, sugiro que busque ajuda psicológica e psiquiátrica, para que tenho um acompanhamento mais adequado à sua queixa.
Olá, a libido é uma energia que atravessa o corpo e a mente. Não existe um padrão de qual a é quantidade de libido um homem ou mulher deve ter. Pelo seu relato, é ter uma intensidade de desejo maior que o da sua esposa neste momento. A libido por se tratar de uma energia, ela pode ser direcionada para outros canais como a atividade física , como você pode perceber . Recomendo buscar ajuda terapêutica para trabalhar melhor suas questões
É muito positivo que você tenha tanta clareza sobre seus valores e esteja buscando formas saudáveis de lidar com essa situação. Algumas estratégias que podem te ajudar:
Literatura e conhecimento: Livros como “O Cérebro no Amor e no Sexo”, de Daniel G. Amen, e “A Ciência do Desejo”, de Emily Nagoski, podem te ajudar a entender melhor os aspectos neurológicos e emocionais da libido.
Controle do impulso: Técnicas de mindfulness e meditação podem ajudar a direcionar seus pensamentos e evitar que o desejo se torne uma distração constante. Aplicativos como Headspace ou Insight Timer podem ser úteis.
Atividade física e rotina ocupada: O exercício físico realmente pode ajudar a regular os níveis hormonais e direcionar a energia de forma produtiva. Manter-se ocupada com hobbies, estudos e outras atividades pode diminuir a frequência dos pensamentos sexuais.
Psicoterapia: Se sentir que está impactando muito seu dia a dia, uma terapia pode ser um espaço seguro para explorar estratégias de regulação do desejo sem prejudicar sua relação ou bem-estar.
Conexão emocional com sua esposa: Às vezes, aumentar a intimidade de outras formas, como momentos de carinho, conversas profundas e atividades conjuntas, pode fortalecer a conexão e trazer um equilíbrio entre suas necessidades e as dela.
O que acha dessas ideias?
Literatura e conhecimento: Livros como “O Cérebro no Amor e no Sexo”, de Daniel G. Amen, e “A Ciência do Desejo”, de Emily Nagoski, podem te ajudar a entender melhor os aspectos neurológicos e emocionais da libido.
Controle do impulso: Técnicas de mindfulness e meditação podem ajudar a direcionar seus pensamentos e evitar que o desejo se torne uma distração constante. Aplicativos como Headspace ou Insight Timer podem ser úteis.
Atividade física e rotina ocupada: O exercício físico realmente pode ajudar a regular os níveis hormonais e direcionar a energia de forma produtiva. Manter-se ocupada com hobbies, estudos e outras atividades pode diminuir a frequência dos pensamentos sexuais.
Psicoterapia: Se sentir que está impactando muito seu dia a dia, uma terapia pode ser um espaço seguro para explorar estratégias de regulação do desejo sem prejudicar sua relação ou bem-estar.
Conexão emocional com sua esposa: Às vezes, aumentar a intimidade de outras formas, como momentos de carinho, conversas profundas e atividades conjuntas, pode fortalecer a conexão e trazer um equilíbrio entre suas necessidades e as dela.
O que acha dessas ideias?
Olá! Obrigada pelo relato honesto. Eu já tratei algumas compulsões: por compras e comida. Geralmente está relacionado com algo que ainda está oculto ou encoberto e que só na terapia é possível compreender o que está acontecendo. Entendo que sua compulsão está te prejudicando em alguns níveis na concentração e na sua relação, então talvez seja o momento de buscar um profissional. Fico a disposição.
É compreensível que essa situação esteja te causando desconforto, especialmente porque você valoriza seu relacionamento e quer agir de maneira que esteja alinhada com seus princípios. Parece que você se encontra em um dilema entre um desejo intenso, que sempre esteve presente na sua vida, e as mudanças naturais que ocorrem dentro de um relacionamento duradouro, especialmente após a chegada dos filhos e a transformação da rotina.
Talvez o que te angustie não seja apenas a diferença de desejo entre você e sua esposa, mas o impacto disso na forma como você se sente no relacionamento e na sua própria identidade. O que essa frustração te faz sentir sobre si mesmo? Como você percebe a ligação entre desejo e conexão emocional? Pode ser interessante olhar para além da frequência e explorar o que o sexo representa para você e para o vínculo que você construiu com sua esposa.
O fato de você estar buscando estratégias, como os exercícios físicos e o diálogo aberto com sua esposa, já mostra um esforço para lidar com isso de forma consciente. Você já pensou em conversar mais profundamente com ela sobre as necessidades emocionais e físicas de ambos, para além da questão da frequência? Criar novos espaços de intimidade pode ser uma forma de ressignificar esse desejo dentro da relação, sem que ele se torne um peso ou uma ameaça para você.
Talvez o que te angustie não seja apenas a diferença de desejo entre você e sua esposa, mas o impacto disso na forma como você se sente no relacionamento e na sua própria identidade. O que essa frustração te faz sentir sobre si mesmo? Como você percebe a ligação entre desejo e conexão emocional? Pode ser interessante olhar para além da frequência e explorar o que o sexo representa para você e para o vínculo que você construiu com sua esposa.
O fato de você estar buscando estratégias, como os exercícios físicos e o diálogo aberto com sua esposa, já mostra um esforço para lidar com isso de forma consciente. Você já pensou em conversar mais profundamente com ela sobre as necessidades emocionais e físicas de ambos, para além da questão da frequência? Criar novos espaços de intimidade pode ser uma forma de ressignificar esse desejo dentro da relação, sem que ele se torne um peso ou uma ameaça para você.
Bom dia, tudo bem?
A princípio seu caso parece ser um pouco complexo e não parece ser somente psicológico, poderia dar uma olhada com um médico, urologista e endocrinologista, as vezes seus hormônios estão desequilibrados ou pode ter alguma associação com distúrbios hormonais. Não é incomum que homens possam ter desequilíbrio hormonal, entendendo inclusive que há mudanças no ciclo hormonal do homem assim como da mulher porém não tão intenso.
Caso queira atendimento com psicólogo para ajudar em demandas não medicamentosas, pode me chamar que posso ajudar.
Quanto aos exercícios, a fadiga ajuda a regular sua taxa hormonal e pode de fato auxiliar sim nessa desregulação, talvez com exercícios com maior intensidade possa ajudar ainda mais. Mas acredito que primeiramente, o ideal seria procurar um médico. Pois se sua taxa de hormônio está desregular, pode ou não afetar outras áreas, como sistema circulatório, respiratório ou nervoso. Espero ter ajudado!
A princípio seu caso parece ser um pouco complexo e não parece ser somente psicológico, poderia dar uma olhada com um médico, urologista e endocrinologista, as vezes seus hormônios estão desequilibrados ou pode ter alguma associação com distúrbios hormonais. Não é incomum que homens possam ter desequilíbrio hormonal, entendendo inclusive que há mudanças no ciclo hormonal do homem assim como da mulher porém não tão intenso.
Caso queira atendimento com psicólogo para ajudar em demandas não medicamentosas, pode me chamar que posso ajudar.
Quanto aos exercícios, a fadiga ajuda a regular sua taxa hormonal e pode de fato auxiliar sim nessa desregulação, talvez com exercícios com maior intensidade possa ajudar ainda mais. Mas acredito que primeiramente, o ideal seria procurar um médico. Pois se sua taxa de hormônio está desregular, pode ou não afetar outras áreas, como sistema circulatório, respiratório ou nervoso. Espero ter ajudado!
Olá não há outra forma para você tratar disso fora de uma analise ou de uma psicoterapia.
Olá! Há pessoas que buscam o sexo para aliviar a ansiedade e estresse. Já avaliou se isso está acontecendo com você? Procure um psicólogo para ajudar a compreender esse momento. Outra alternativa, além da atividade física, tente buscar outra atividade que goste.
Olá! As doenças, sintomas e compulsões carregam histórias de vida e do próprio sistema familiar que podem ser repetidas por gerações através do DNA e do campo emocional, mental e físico de sua ancestralidade. Para casos de compulsão que esteja trazendo sofrimento o indicado é fazer psicoterapia com um psicólogo para que através de um processo de aprofundamento das suas questões vc possa encontrar um caminho de solução específico prá vc. Leituras ajudam, mas nesses casos a terapia é fundamental.
Do ponto de vista psicanalítico, a questão da sua libido elevada pode estar relacionada a um conflito interno entre desejos profundos e o esforço para manter controle sobre esses impulsos. Esse controle excessivo pode gerar um sofrimento silencioso, pois a libido nunca desaparece, apenas se transforma ou se reprime. O desejo de manter a fidelidade e a relação com sua esposa pode estar relacionado a uma idealização do amor e do compromisso, algo que você tenta proteger, mas que, ao mesmo tempo, entra em tensão com suas necessidades. A frustração diante da diminuição da frequência sexual talvez reflita um desejo de maior proximidade emocional e física, mas que ainda precisa ser compreendido de forma mais profunda. A psicanálise poderia ajudar a explorar essas emoções e desejos mais sutis, oferecendo uma maior compreensão de como você se relaciona com seu desejo e com os outros.
Olá,
- Sim, atendo muitos homens e mulheres com questões semelhantes.
- Existem várias causas e tratamentos, quanto a literatura você pode estar procurando algum artigo científico quanto a redução da testosterona, e sobre o hipotálamo e os desejos.
- No mais cabe uma análise mais profunda do seu caso para entender o que causa esse alto desejo;
- Mesmo que encontre outras parceiras, sem o tratamento adequado pode ser que nenhuma corresponda as suas demandas.
Caso tenha mais dúvidas nos pergunte novamente, estamos sempre por aqui para poder acolher qualquer demanda que haja.
Abraços
- Sim, atendo muitos homens e mulheres com questões semelhantes.
- Existem várias causas e tratamentos, quanto a literatura você pode estar procurando algum artigo científico quanto a redução da testosterona, e sobre o hipotálamo e os desejos.
- No mais cabe uma análise mais profunda do seu caso para entender o que causa esse alto desejo;
- Mesmo que encontre outras parceiras, sem o tratamento adequado pode ser que nenhuma corresponda as suas demandas.
Caso tenha mais dúvidas nos pergunte novamente, estamos sempre por aqui para poder acolher qualquer demanda que haja.
Abraços
Boa tarde!
Olá! Seu relato revela um desejo em excesso que parece buscar algo além do prazer sexual - talvez uma forma de preencher uma falta que persiste mesmo após a satisfação. A psicanálise entende que a libido nunca é apenas sobre sexo, mas sobre o que esse impulso representa em sua história singular.
Sugiro:
Explorar o significado desse desejo constante - o que ele tampa? Que angústia ele tenta acalmar?
Entender por que apenas o ato sexual traz alívio - há outros modos de canalizar essa energia?
Trabalhar o medo de ser "dominado" pelo desejo - sua força moral já mostra que você não é escravo dele.
Livro útil: "O Mal-Estar na Civilização" de Freud, que fala sobre como lidamos com pulsões que a sociedade não aceita.
Sugiro:
Explorar o significado desse desejo constante - o que ele tampa? Que angústia ele tenta acalmar?
Entender por que apenas o ato sexual traz alívio - há outros modos de canalizar essa energia?
Trabalhar o medo de ser "dominado" pelo desejo - sua força moral já mostra que você não é escravo dele.
Livro útil: "O Mal-Estar na Civilização" de Freud, que fala sobre como lidamos com pulsões que a sociedade não aceita.
Conselho, opinião ou leitura, dificilmente pode lhe auxiliar a lidar com essa questão. A psicoterapia pode lhe auxiliar, a partir de sua história de vida, perceber as origens desta "voracidade" e o porquê outras atividades cotidianas não lhe proporcionam, pelo que você descreveu, prazer como o ato sexual. É notável que você usa a palavra "desejo" no lugar de "vontade"; e, pelo que você descreve, para você é tido como uma necessidade fisiológica: "deu vontade de urinar, preciso esvaziar a bexiga". Essa confusão pode lhe trazer prejuízos relacionais, por mais que em seu texto você expresse certa preocupação em relação a outrem. Nada do que for lhe respondido por aqui substituirá o auxílio profissional, porque é notável que você está percebendo que seus recursos para lidar com isso estão se esgotando e, lidar desta maneira não está funcionando mais para você. O psicoterapeuta ou psicanalista, pode operar no vínculo, compreendendo entrelinhas de seu discurso que podem lhe auxiliar na construção de um desejo, e não apenas da realização de vontades.
O que você relata demonstra um grande compromisso com seu relacionamento e um desejo genuíno de manter sua fidelidade e os valores que considera importantes. A libido pode variar amplamente entre as pessoas e ao longo da vida, sendo influenciada por fatores biológicos, emocionais e psicológicos. Não há nada de errado em ter um desejo sexual elevado, mas quando isso começa a gerar sofrimento ou conflitos internos, pode ser útil compreender melhor os fatores envolvidos.
O desejo intenso pode estar ligado a aspectos além da biologia, como ansiedade, padrões inconscientes ou mesmo a forma como você aprendeu a lidar com emoções e necessidades afetivas. A psicoterapia pode ser um espaço valioso para explorar essas questões, ajudando a entender o papel da sexualidade na sua vida e como encontrar um equilíbrio saudável.
Outro ponto importante é o diálogo com sua esposa. A frequência sexual ideal é subjetiva e depende da sintonia entre os parceiros. Investir em outras formas de intimidade e conexão emocional pode fortalecer a relação e ajudar a construir um espaço de compreensão mútua.
Você já percebeu que a prática de exercícios tem ajudado a canalizar parte dessa energia, e isso é positivo. Outras estratégias, como técnicas de autocontrole e mudanças na rotina, podem ser exploradas. Buscar conhecimento sobre sexualidade, vínculos afetivos e autoconhecimento pode ajudá-lo a entender melhor suas necessidades e encontrar caminhos mais saudáveis para lidar com essa questão.
O desejo intenso pode estar ligado a aspectos além da biologia, como ansiedade, padrões inconscientes ou mesmo a forma como você aprendeu a lidar com emoções e necessidades afetivas. A psicoterapia pode ser um espaço valioso para explorar essas questões, ajudando a entender o papel da sexualidade na sua vida e como encontrar um equilíbrio saudável.
Outro ponto importante é o diálogo com sua esposa. A frequência sexual ideal é subjetiva e depende da sintonia entre os parceiros. Investir em outras formas de intimidade e conexão emocional pode fortalecer a relação e ajudar a construir um espaço de compreensão mútua.
Você já percebeu que a prática de exercícios tem ajudado a canalizar parte dessa energia, e isso é positivo. Outras estratégias, como técnicas de autocontrole e mudanças na rotina, podem ser exploradas. Buscar conhecimento sobre sexualidade, vínculos afetivos e autoconhecimento pode ajudá-lo a entender melhor suas necessidades e encontrar caminhos mais saudáveis para lidar com essa questão.
Seu relato expõe uma inquietação fundamental: como sustentar um casamento e uma vida ética quando o corpo parece demandar mais do que o mundo pode oferecer? Você descreve uma libido que não se aquieta, um desejo que resiste à saciedade, como se o sexo – por mais intenso ou frequente que seja – nunca bastasse. Isso nos leva a uma questão psicanalítica crucial: o que esse excesso está tentando dizer?
Na psicanálise, entendemos que a sexualidade nunca é apenas sobre o corpo ou o prazer imediato. Ela é linguagem. Seu desejo incessante pode ser um sintoma – não no sentido médico, mas como um “signo” de algo que ainda não foi nomeado. Pode ser um medo inconsciente da passagem do tempo, uma angústia diante da rotina conjugal, ou até mesmo uma forma de manter afastados outros fantasmas (a solidão, a finitude, o peso da responsabilidade). Você menciona que a masturbação "não serve para nada", mas por quê? O que falta nela que só o sexo parece oferecer? A resposta pode revelar que esse não é um problema de quantidade, mas de significado.
Seu temor de ser "explorado" por outra mulher também chama atenção. Por que imagina que seu desejo é uma fraqueza a ser usada contra você? Há aqui uma contradição: você se vê como vítima potencial de uma sedução alheia, mas também como alguém que não se permite cair. Essa tensão entre ‘querer e não poder’ merece ser investigada. Será que essa libido inesgotável não é, em parte, uma forma de manter-se em estado de alerta – como se o verdadeiro perigo não fosse o desejo, mas o que viria ‘se ele finalmente se acalmasse’?
Você já percebeu que o exercício físico tem ajudado – não por acaso. Ele age como um sublimação, canalizando energia psíquica para outro lugar. Mas a análise poderia ir além: o que mais poderia ser feito com essa força que não cessa? Talvez haja outras formas de criatividade, outros projetos ou investimentos afetivos que possam dar vazão a esse excesso, sem depender exclusivamente do sexo ou do controle rígido que você impõe a si mesmo.
Seu sofrimento é real, mas também é uma ‘porta de entrada’. A análise poderia ajudá-lo a decifrar essa mensagem cifrada do seu inconsciente. Juntos, poderíamos explorar:
- Que ‘outras histórias’ estão escondidas por trás dessa urgência sexual?
- Como sua relação com o desejo foi moldada na sua vida?
- O que aconteceria se você ‘não precisasse mais lutar contra si mesmo’?
Não se trata de "reduzir" sua libido, mas de entendê-la como um ‘sintoma de vida’ – algo que pulsa e pede para ser escutado, não apenas contido. Se quiser dar o próximo passo, estou aqui para acompanhá-lo nessa jornada. Às vezes, o que parece um excesso a ser dominado é, na verdade, uma parte de si que ainda não encontrou seu lugar legítimo no mundo.
"O desejo é o que resta quando se subtrai da demanda a necessidade" (Lacan). O que resta, para você, quando o orgasmo passa?
Na psicanálise, entendemos que a sexualidade nunca é apenas sobre o corpo ou o prazer imediato. Ela é linguagem. Seu desejo incessante pode ser um sintoma – não no sentido médico, mas como um “signo” de algo que ainda não foi nomeado. Pode ser um medo inconsciente da passagem do tempo, uma angústia diante da rotina conjugal, ou até mesmo uma forma de manter afastados outros fantasmas (a solidão, a finitude, o peso da responsabilidade). Você menciona que a masturbação "não serve para nada", mas por quê? O que falta nela que só o sexo parece oferecer? A resposta pode revelar que esse não é um problema de quantidade, mas de significado.
Seu temor de ser "explorado" por outra mulher também chama atenção. Por que imagina que seu desejo é uma fraqueza a ser usada contra você? Há aqui uma contradição: você se vê como vítima potencial de uma sedução alheia, mas também como alguém que não se permite cair. Essa tensão entre ‘querer e não poder’ merece ser investigada. Será que essa libido inesgotável não é, em parte, uma forma de manter-se em estado de alerta – como se o verdadeiro perigo não fosse o desejo, mas o que viria ‘se ele finalmente se acalmasse’?
Você já percebeu que o exercício físico tem ajudado – não por acaso. Ele age como um sublimação, canalizando energia psíquica para outro lugar. Mas a análise poderia ir além: o que mais poderia ser feito com essa força que não cessa? Talvez haja outras formas de criatividade, outros projetos ou investimentos afetivos que possam dar vazão a esse excesso, sem depender exclusivamente do sexo ou do controle rígido que você impõe a si mesmo.
Seu sofrimento é real, mas também é uma ‘porta de entrada’. A análise poderia ajudá-lo a decifrar essa mensagem cifrada do seu inconsciente. Juntos, poderíamos explorar:
- Que ‘outras histórias’ estão escondidas por trás dessa urgência sexual?
- Como sua relação com o desejo foi moldada na sua vida?
- O que aconteceria se você ‘não precisasse mais lutar contra si mesmo’?
Não se trata de "reduzir" sua libido, mas de entendê-la como um ‘sintoma de vida’ – algo que pulsa e pede para ser escutado, não apenas contido. Se quiser dar o próximo passo, estou aqui para acompanhá-lo nessa jornada. Às vezes, o que parece um excesso a ser dominado é, na verdade, uma parte de si que ainda não encontrou seu lugar legítimo no mundo.
"O desejo é o que resta quando se subtrai da demanda a necessidade" (Lacan). O que resta, para você, quando o orgasmo passa?
Olá!
A situação que você descreve é uma questão delicada e complexa, mas quero começar parabenizando-o pela coragem de compartilhar suas preocupações e buscar ajuda. A libido elevada, como você mencionou, pode ser uma característica pessoal que, em certos contextos, se torna um desafio. Em casamentos e relacionamentos, a discrepância de desejo sexual pode gerar tensões, e é importante abordá-las de maneira saudável e construtiva.
Em primeiro lugar, é essencial entender que a libido é influenciada por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. O fato de você estar buscando maneiras de gerenciar seu desejo de forma respeitosa e compromissada com sua esposa já é um passo significativo. A comunicação aberta com ela, como você já iniciou, é crucial para encontrar um equilíbrio que funcione para ambos.
Do ponto de vista da terapia cognitivo-comportamental, uma abordagem pode ser explorar as crenças e expectativas que você tem em relação ao sexo e à intimidade. Identificar pensamentos automáticos que possam estar contribuindo para a sua ansiedade é um caminho para redefini-los de forma mais adaptativa. Além disso, técnicas de mindfulness podem ser úteis para aumentar a consciência e o controle sobre seus impulsos, permitindo que você viva o momento presente com maior plenitude.
O exercício físico, como você mencionou, pode ser uma excelente válvula de escape, pois ajuda a regular hormônios e a aliviar o estresse. Continuar com essa prática, aliado a uma rotina de autocuidado que inclua uma alimentação balanceada e um sono adequado, pode ter um impacto positivo.
É importante lembrar que buscar suporte profissional é um passo vital. Um psicólogo especializado pode ajudá-lo a desenvolver estratégias personalizadas e fornecer um espaço seguro para explorar suas preocupações. Recomendo que você considere marcar uma consulta para discutir suas necessidades de forma mais aprofundada.
Para mais informações ou para agendar um atendimento, você pode visitar meu perfil no Doctoralia ou acessar o site HumanaMente Falando. Fico à disposição para ajudá-lo nessa jornada.
Fique bem!
Com afeto,
Leonir Troscki - CRP12/12755.
A situação que você descreve é uma questão delicada e complexa, mas quero começar parabenizando-o pela coragem de compartilhar suas preocupações e buscar ajuda. A libido elevada, como você mencionou, pode ser uma característica pessoal que, em certos contextos, se torna um desafio. Em casamentos e relacionamentos, a discrepância de desejo sexual pode gerar tensões, e é importante abordá-las de maneira saudável e construtiva.
Em primeiro lugar, é essencial entender que a libido é influenciada por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. O fato de você estar buscando maneiras de gerenciar seu desejo de forma respeitosa e compromissada com sua esposa já é um passo significativo. A comunicação aberta com ela, como você já iniciou, é crucial para encontrar um equilíbrio que funcione para ambos.
Do ponto de vista da terapia cognitivo-comportamental, uma abordagem pode ser explorar as crenças e expectativas que você tem em relação ao sexo e à intimidade. Identificar pensamentos automáticos que possam estar contribuindo para a sua ansiedade é um caminho para redefini-los de forma mais adaptativa. Além disso, técnicas de mindfulness podem ser úteis para aumentar a consciência e o controle sobre seus impulsos, permitindo que você viva o momento presente com maior plenitude.
O exercício físico, como você mencionou, pode ser uma excelente válvula de escape, pois ajuda a regular hormônios e a aliviar o estresse. Continuar com essa prática, aliado a uma rotina de autocuidado que inclua uma alimentação balanceada e um sono adequado, pode ter um impacto positivo.
É importante lembrar que buscar suporte profissional é um passo vital. Um psicólogo especializado pode ajudá-lo a desenvolver estratégias personalizadas e fornecer um espaço seguro para explorar suas preocupações. Recomendo que você considere marcar uma consulta para discutir suas necessidades de forma mais aprofundada.
Para mais informações ou para agendar um atendimento, você pode visitar meu perfil no Doctoralia ou acessar o site HumanaMente Falando. Fico à disposição para ajudá-lo nessa jornada.
Fique bem!
Com afeto,
Leonir Troscki - CRP12/12755.
Olá! Atendo casos bastante parecidos. Existem grupos anônimos para dependentes sexo-afetivos (DASA), com reuniões anônimas estilo Alcoolicos Anônimos. Esse tipo de ajuda é comprovadamente eficaz no tratamento de vários quadros caracterizados como "dependências", então vale a pena se informar sobre. Claro que o grupo ajuda muito, mas o tratamento ideal é ir aos grupos e também fazer uma terapia em paralelo, para que seja possível explorar mais densamente certo assuntos e enfim, atingir a sua recuperação!
Seu relato mostra o quanto você está comprometido com sua relação e atento ao que sente. O que descreve revela um sofrimento real, que não se resume à frequência sexual, mas ao impacto que esse desejo intenso tem na sua concentração, no bem-estar e nos vínculos afetivos.
Buscar ajuda profissional pode ser importante nesse momento — não apenas para lidar com o desejo em si, mas para compreender o que ele busca preencher, o que ele mobiliza emocionalmente e como se articula com sua história de vida. É possível trabalhar isso de forma cuidadosa e sem julgamentos, com alguém que possa escutar de verdade.
Conversar com sua esposa e reconhecer seus limites já foi um passo importante. Continuar nesse caminho, agora com apoio terapêutico, pode abrir outras formas de lidar com esse conflito — sem que você precise enfrentar tudo sozinho. Se quiser, posso sugerir algumas leituras que se aproximam dessa escuta.
Buscar ajuda profissional pode ser importante nesse momento — não apenas para lidar com o desejo em si, mas para compreender o que ele busca preencher, o que ele mobiliza emocionalmente e como se articula com sua história de vida. É possível trabalhar isso de forma cuidadosa e sem julgamentos, com alguém que possa escutar de verdade.
Conversar com sua esposa e reconhecer seus limites já foi um passo importante. Continuar nesse caminho, agora com apoio terapêutico, pode abrir outras formas de lidar com esse conflito — sem que você precise enfrentar tudo sozinho. Se quiser, posso sugerir algumas leituras que se aproximam dessa escuta.
Compreendo perfeitamente sua situação e a angústia que a disparidade de libido está causando em seu casamento. É louvável sua preocupação em manter a fidelidade e buscar soluções para essa questão. A diferença no desejo sexual entre parceiros é algo comum, e o fato de sua esposa ter uma percepção diferente da frequência ideal não invalida seu sofrimento e suas necessidades. Sua alta libido, presente desde a adolescência, parece ser uma característica marcante, e a dificuldade em encontrar satisfação apenas na masturbação reforça a importância da relação sexual para você.
É positivo que você tenha encontrado no exercício físico uma forma de canalizar sua energia e melhorar seu foco, demonstrando sua proatividade em buscar alternativas saudáveis. A comunicação aberta com sua esposa é um passo fundamental, e a sugestão dela para que você procure ajuda indica uma preocupação com seu bem-estar. No entanto, é importante que ambos se sintam ouvidos e que as necessidades de ambos sejam consideradas na busca por um equilíbrio.
A terapia sexual é uma abordagem especializada que pode ser muito útil em casos como o seu. Um terapeuta sexual pode auxiliar na exploração das dinâmicas do seu relacionamento, nas necessidades e desejos individuais de cada um, e na busca por estratégias que atendam melhor a ambos. Isso pode envolver aprimorar a comunicação sobre sexo, explorar diferentes formas de intimidade e prazer, e até mesmo trabalhar em técnicas para modular a libido, caso seja um objetivo para você.
A hipnoterapia e a Programação Neurolinguística (PNL) também podem ser ferramentas complementares valiosas nesse processo. Através da hipnose, é possível trabalhar a ansiedade e a preocupação relacionadas ao seu desejo sexual, além de fortalecer seu autocontrole e explorar novas formas de vivenciar sua sexualidade de maneira saudável dentro do seu casamento. A PNL pode ajudar a identificar e modificar padrões de pensamento que contribuem para o desconforto e a desenvolver estratégias para lidar com a situação de forma mais eficaz. Se você sentir que posso te auxiliar nessa jornada, convido você a conhecer meu perfil aqui na Doctoralia e agendar uma consulta, seja online ou presencial, aqui em Campo Grande, MS.
É positivo que você tenha encontrado no exercício físico uma forma de canalizar sua energia e melhorar seu foco, demonstrando sua proatividade em buscar alternativas saudáveis. A comunicação aberta com sua esposa é um passo fundamental, e a sugestão dela para que você procure ajuda indica uma preocupação com seu bem-estar. No entanto, é importante que ambos se sintam ouvidos e que as necessidades de ambos sejam consideradas na busca por um equilíbrio.
A terapia sexual é uma abordagem especializada que pode ser muito útil em casos como o seu. Um terapeuta sexual pode auxiliar na exploração das dinâmicas do seu relacionamento, nas necessidades e desejos individuais de cada um, e na busca por estratégias que atendam melhor a ambos. Isso pode envolver aprimorar a comunicação sobre sexo, explorar diferentes formas de intimidade e prazer, e até mesmo trabalhar em técnicas para modular a libido, caso seja um objetivo para você.
A hipnoterapia e a Programação Neurolinguística (PNL) também podem ser ferramentas complementares valiosas nesse processo. Através da hipnose, é possível trabalhar a ansiedade e a preocupação relacionadas ao seu desejo sexual, além de fortalecer seu autocontrole e explorar novas formas de vivenciar sua sexualidade de maneira saudável dentro do seu casamento. A PNL pode ajudar a identificar e modificar padrões de pensamento que contribuem para o desconforto e a desenvolver estratégias para lidar com a situação de forma mais eficaz. Se você sentir que posso te auxiliar nessa jornada, convido você a conhecer meu perfil aqui na Doctoralia e agendar uma consulta, seja online ou presencial, aqui em Campo Grande, MS.
Muito obrigado por compartilhar sua experiência com tanta clareza, responsabilidade e maturidade emocional — seu relato mostra o quanto você valoriza sua família e deseja preservar seu relacionamento.
Desejo não é o problema. O desafio real é quando ele começa a ocupar um espaço maior do que aquilo que faz sentido para a vida que queremos construir.
O que você descreve pode estar relacionado a um padrão de ativação intensa do sistema de recompensa, no qual o prazer sexual se torna uma principal rota de regulação emocional e descarga fisiológica. É como se o seu corpo tivesse aprendido, ao longo dos anos, que o caminho mais eficiente para aliviar tensão fosse a relação sexual — mesmo quando há satisfação envolvida.
Exercícios físicos, autoconsciência e diálogo conjugal, como você já tem feito, são ótimos aliados. Mas é possível aprofundar esse processo com estratégias clínicas voltadas à gestão do desejo, modulação de impulsos e fortalecimento dos vínculos emocionais.
Agradeço novamente pela confiança. Se desejar, estou à disposição para te acompanhar nesse processo de forma ética, sigilosa e respeitosa.
Desejo não é o problema. O desafio real é quando ele começa a ocupar um espaço maior do que aquilo que faz sentido para a vida que queremos construir.
O que você descreve pode estar relacionado a um padrão de ativação intensa do sistema de recompensa, no qual o prazer sexual se torna uma principal rota de regulação emocional e descarga fisiológica. É como se o seu corpo tivesse aprendido, ao longo dos anos, que o caminho mais eficiente para aliviar tensão fosse a relação sexual — mesmo quando há satisfação envolvida.
Exercícios físicos, autoconsciência e diálogo conjugal, como você já tem feito, são ótimos aliados. Mas é possível aprofundar esse processo com estratégias clínicas voltadas à gestão do desejo, modulação de impulsos e fortalecimento dos vínculos emocionais.
Agradeço novamente pela confiança. Se desejar, estou à disposição para te acompanhar nesse processo de forma ética, sigilosa e respeitosa.
Olá. Todo excesso pode indicar alguma outra questão que quem possui a compulsão não consegue identificar naturalmente. Neste caso, com toda a angústia que foi relatada, a melhor maneira de minimizar sua dificuldade de lidar com o seu desejo sexual é procurando tratamento terapêutico. A psicanálise seria ideal para o seu caso.
Olá! O que você descreve pode ter diferentes origens: fatores biológicos (como níveis hormonais ou funcionamento do sistema de recompensa cerebral), psicológicos (ansiedade, impulsividade, padrões de prazer aprendidos) e relacionais (diferenças no ritmo sexual do casal, fases da vida, rotina, cansaço, entre outros).
Quando o excesso da libido causa sofrimento, prejuízo no foco diário ou risco de comportamento impulsivo, é recomendável buscar acompanhamento psicológico para trabalhar o autocontrole, manejo do desejo e equilíbrio entre desejo e vínculo afetivo. Em alguns casos, pode ser útil também uma avaliação médica (urologista ou endocrinologista), para descartar causas hormonais ou metabólicas.
Estratégias complementares, como atividade física regular, técnicas de relaxamento e mindfulness, e o diálogo aberto com a parceira, costumam ajudar bastante no manejo da energia sexual.
Um acompanhamento psicoterapêutico especializado pode ajudar você a entender melhor o funcionamento da sua libido e desenvolver recursos para lidar com ela de forma saudável, sem que isso prejudique sua vida afetiva e familiar.
Quando o excesso da libido causa sofrimento, prejuízo no foco diário ou risco de comportamento impulsivo, é recomendável buscar acompanhamento psicológico para trabalhar o autocontrole, manejo do desejo e equilíbrio entre desejo e vínculo afetivo. Em alguns casos, pode ser útil também uma avaliação médica (urologista ou endocrinologista), para descartar causas hormonais ou metabólicas.
Estratégias complementares, como atividade física regular, técnicas de relaxamento e mindfulness, e o diálogo aberto com a parceira, costumam ajudar bastante no manejo da energia sexual.
Um acompanhamento psicoterapêutico especializado pode ajudar você a entender melhor o funcionamento da sua libido e desenvolver recursos para lidar com ela de forma saudável, sem que isso prejudique sua vida afetiva e familiar.
O que você descreve pode ser compreendido como uma libido constitucionalmente elevada associada a dificuldade de regulação do desejo, agravada por um descompasso de desejo sexual no casal, algo relativamente comum após filhos e mudanças de rotina.
Alguns pontos técnicos importantes:
* Alta libido não é, por si só, patológica. Torna-se um problema quando gera sofrimento, prejuízo no funcionamento diário ou risco aos valores pessoais (como o medo constante de trair).
* O fato de a masturbação não aliviar o impulso e de o desejo retornar rapidamente indica que não se trata apenas de excitação sexual, mas também de regulação emocional e condicionamento ao estímulo sexual.
* A discrepância de desejo não significa que alguém esteja “errado”, mas exige manejo, pois insistir apenas em aumento de frequência tende a gerar desgaste no vínculo.
O tratamento mais indicado costuma envolver psicoterapia individual, com foco em:
* regulação de impulsos e manejo de estímulos,
* diferenciação entre desejo sexual, ansiedade e tensão,
* ampliação de estratégias de descarga que não dependam exclusivamente do sexo (o exercício físico, como você notou, é uma delas),
* prevenção de comportamentos de risco.
Em alguns casos, após esse trabalho individual, terapia de casal pode ajudar a negociar intimidade, expectativas e formas de conexão que não se limitem à frequência sexual.
Quanto a leituras, materiais sobre regulação emocional, desejo sexual e discrepância de libido em casais costumam ser mais úteis do que conteúdos focados apenas em “controle da libido”.
Você está correto em buscar ajuda antes que isso gere rupturas. Há manejo clínico para quadros como o seu, e o fato de você ter consciência, valores claros e desejo de preservação da família é um importante fator de proteção.
Alguns pontos técnicos importantes:
* Alta libido não é, por si só, patológica. Torna-se um problema quando gera sofrimento, prejuízo no funcionamento diário ou risco aos valores pessoais (como o medo constante de trair).
* O fato de a masturbação não aliviar o impulso e de o desejo retornar rapidamente indica que não se trata apenas de excitação sexual, mas também de regulação emocional e condicionamento ao estímulo sexual.
* A discrepância de desejo não significa que alguém esteja “errado”, mas exige manejo, pois insistir apenas em aumento de frequência tende a gerar desgaste no vínculo.
O tratamento mais indicado costuma envolver psicoterapia individual, com foco em:
* regulação de impulsos e manejo de estímulos,
* diferenciação entre desejo sexual, ansiedade e tensão,
* ampliação de estratégias de descarga que não dependam exclusivamente do sexo (o exercício físico, como você notou, é uma delas),
* prevenção de comportamentos de risco.
Em alguns casos, após esse trabalho individual, terapia de casal pode ajudar a negociar intimidade, expectativas e formas de conexão que não se limitem à frequência sexual.
Quanto a leituras, materiais sobre regulação emocional, desejo sexual e discrepância de libido em casais costumam ser mais úteis do que conteúdos focados apenas em “controle da libido”.
Você está correto em buscar ajuda antes que isso gere rupturas. Há manejo clínico para quadros como o seu, e o fato de você ter consciência, valores claros e desejo de preservação da família é um importante fator de proteção.
Obrigado por confiar e trazer algo tão íntimo, dá pra sentir o quanto você leva seus valores, seu casamento e sua família a sério. O que você descreve não é falta de caráter, nem desvio moral, é um conflito real entre uma libido naturalmente alta e uma realidade conjugal que mudou com o tempo, com filhos, cansaço e fases diferentes de vida. Isso acontece com mais gente do que parece, só que poucos conseguem falar com tanta honestidade. É importante separar algumas coisas: desejo alto não é, por si só, um problema, o sofrimento aparece quando ele vira fonte constante de tensão, culpa, medo de perder o controle ou de machucar quem você ama. O fato de a masturbação não aliviar e de o desejo voltar rápido mostra que não se trata só de descarga sexual, mas de algo que envolve excitação, vínculo, regulação emocional e até identidade masculina. Também chama atenção o quanto você vive em estado de vigilância, criando regras internas rígidas para não falhar, o que cansa muito e paradoxalmente pode aumentar a obsessão. O exercício estar ajudando faz sentido, porque o corpo encontra outra via de descarga e organização, mas isso costuma ser paliativo quando não se olha mais fundo. Um ponto delicado e importante é entender que o descompasso de desejo entre vocês não significa que um está certo e o outro errado, mas que estão em ritmos diferentes, e isso pede conversa mediada, não cobrança e nem silenciamento. Em acompanhamento psicológico, dá pra trabalhar exatamente isso: entender de onde vem essa intensidade do desejo, como você lida com frustração e excitação, como construir estratégias internas de autorregulação que não dependam exclusivamente do sexo e como proteger o vínculo conjugal sem se violentar por dentro. Já acompanhei sim pessoas com conflitos muito parecidos, e quando isso é cuidado com profundidade, a sensação de estar à beira de perder o controle diminui bastante. Você não precisa viver refém do próprio desejo, nem em guerra constante consigo mesmo. Buscar ajuda aqui não é exagero, é maturidade e cuidado com tudo o que você quer preservar.
Pelo que você descreve é possível perceber que existe uma preocupação genuína sua em manter o controle sobre seus impulsos e preservar o seu relacionamento e sua família. Esse já é um ponto muito importante pois demonstra consciência responsabilidade e valores bem estabelecidos.
A libido pode variar bastante entre as pessoas. Algumas possuem naturalmente um desejo sexual mais elevado, e isso, por si só, não caracteriza um problema. A questão passa a merecer atenção quando esse desejo começa a gerar sofrimento, dificuldade de concentração, sensação de perda de controle ou conflitos no relacionamento.
Nos relacionamentos de longo prazo é comum que, com o passar do tempo, a frequência sexual diminua em comparação ao início da relação. Rotina, trabalho, responsabilidades familiares, filhos e cansaço acabam influenciando diretamente o desejo sexual de um ou de ambos os parceiros. Muitas vezes surge então uma diferença de libido entre o casal, o que é relativamente frequente na prática clínica.
Outro ponto positivo na sua situação é que você conversou com sua esposa de forma aberta sobre o assunto. O diálogo é fundamental para que o casal possa encontrar um equilíbrio entre as necessidades de ambos, sem que isso se torne uma fonte constante de pressão ou frustração.
Quando o desejo sexual é muito intenso ou difícil de regular, pode ser útil trabalhar algumas estratégias de canalização dessa energia. Atividades físicas, como você mencionou, costumam ajudar bastante porque reduzem tensão, ansiedade e excesso de energia acumulada. Além disso, manter rotina estruturada, atividades que exijam foco mental e práticas de regulação emocional também podem contribuir para um melhor equilíbrio.
Em alguns casos, a psicoterapia pode ser bastante útil para compreender melhor como o desejo sexual está sendo vivido, identificar possíveis gatilhos de estímulo constante e desenvolver estratégias de autocontrole e manejo dos impulsos. O objetivo não é reprimir a sexualidade, mas aprender a integrá-la de forma saudável à vida emocional, conjugal e social.
Também é importante lembrar que fidelidade e compromisso não dependem apenas da intensidade da libido, mas das escolhas conscientes que a pessoa faz em relação aos seus valores e ao relacionamento que construiu. Pelo que você relata, existe um esforço significativo da sua parte para manter esse alinhamento.
Se esse tema continuar gerando sofrimento ou dificuldade de controle, buscar acompanhamento psicológico ou terapia sexual pode ajudar a encontrar estratégias mais eficazes para lidar com essa intensidade de desejo sem que isso prejudique sua vida pessoal ou conjugal.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga clínica
A libido pode variar bastante entre as pessoas. Algumas possuem naturalmente um desejo sexual mais elevado, e isso, por si só, não caracteriza um problema. A questão passa a merecer atenção quando esse desejo começa a gerar sofrimento, dificuldade de concentração, sensação de perda de controle ou conflitos no relacionamento.
Nos relacionamentos de longo prazo é comum que, com o passar do tempo, a frequência sexual diminua em comparação ao início da relação. Rotina, trabalho, responsabilidades familiares, filhos e cansaço acabam influenciando diretamente o desejo sexual de um ou de ambos os parceiros. Muitas vezes surge então uma diferença de libido entre o casal, o que é relativamente frequente na prática clínica.
Outro ponto positivo na sua situação é que você conversou com sua esposa de forma aberta sobre o assunto. O diálogo é fundamental para que o casal possa encontrar um equilíbrio entre as necessidades de ambos, sem que isso se torne uma fonte constante de pressão ou frustração.
Quando o desejo sexual é muito intenso ou difícil de regular, pode ser útil trabalhar algumas estratégias de canalização dessa energia. Atividades físicas, como você mencionou, costumam ajudar bastante porque reduzem tensão, ansiedade e excesso de energia acumulada. Além disso, manter rotina estruturada, atividades que exijam foco mental e práticas de regulação emocional também podem contribuir para um melhor equilíbrio.
Em alguns casos, a psicoterapia pode ser bastante útil para compreender melhor como o desejo sexual está sendo vivido, identificar possíveis gatilhos de estímulo constante e desenvolver estratégias de autocontrole e manejo dos impulsos. O objetivo não é reprimir a sexualidade, mas aprender a integrá-la de forma saudável à vida emocional, conjugal e social.
Também é importante lembrar que fidelidade e compromisso não dependem apenas da intensidade da libido, mas das escolhas conscientes que a pessoa faz em relação aos seus valores e ao relacionamento que construiu. Pelo que você relata, existe um esforço significativo da sua parte para manter esse alinhamento.
Se esse tema continuar gerando sofrimento ou dificuldade de controle, buscar acompanhamento psicológico ou terapia sexual pode ajudar a encontrar estratégias mais eficazes para lidar com essa intensidade de desejo sem que isso prejudique sua vida pessoal ou conjugal.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga clínica
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