Compulsão sexual - Informações, especialistas e perguntas frequentes

Nomes alternativos: Comportamento sexual compulsivo.

Especialistas em compulsão sexual

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Elisabeth Marques

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Psicanalista

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Luciano Barbosa Alves

Luciano Barbosa Alves

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Yuri Ghelfi

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Andressa Mara Netto

Psicólogo

Perguntas sobre Compulsão sexual

Nossos especialistas responderam a 11 perguntas sobre Compulsão sexual

Olá, tudo em excesso atrapalha, no seu caso é de fundamental importância você procurar fazer uma psicoterapia para se aprofundar nas questões relacionadas a esse fato.
Boa sorte.
7 respostas

 Danieli Zuanazzi
Danieli Zuanazzi
Psicólogo
Curitiba
Em um relacionamento não há regras específicas, principalmente em relação à vida sexual, desde que seja algo consensual entre ambos. Se você percebe que às vezes faz coisas que não gostaria ou…
7 respostas

Tudo em excesso pode atrapalhar, aconselho fazer uma psicoterapia para trabalhar essa compulsão.
Boa sorte
7 respostas

Especialistas falam sobre Compulsão sexual

Identifico quais são as crenças do paciente que estão causando e propiciando esse comportamento destrutivo, auxilio-o na moderação do mesmo, afim de evitar prejuízos maiores, reeduco meus pacientes para que retomem um vida mais regrada, ajuizada, de acordo com as leis e as normas sociais, sem jamais julgá-lo ou qualificá-lo.

Dínerson Fiuza

Psicólogo, Sexólogo

São Paulo

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Inicialmente tento compreender o que seria essa compulsão para a pessoa que me trouxe a demanda (quando começou, de que forma, em qual situação...), avalio também o histórico de vida levando em consideração relacionamentos atuais e anteriores, modelos familiares, religião, papel social e como a pessoa se sente atualmente. Através dessa análise passamos a avaliar os momentos em que essa compulsão é mais frequente e como afeta seus pensamentos, sentimentos... relacionamentos, entre outros. A ansiedade e o ócio (dentre outros fatores) estão muito presentes em pessoas que se descrevem com a compulsão, sendo assim, busco acolher e compreender pacientes que se descrevem nessa posição.

Luisa Miranda

Psicólogo, Sexólogo

Brasília


segundo estudiosos, se torna patologia (doença) quando este comportamento traz sofrimento emocional, ou quando este comportamento ocupa quase todos os pensamentos do sujeito, atrapalhando suas relações profissionais, familiares, amorosas, etc. Ai , sim seria um comportamento Obsessivo-Compulsivo com sintomatologia sexual. Vale avaliar quando ocorre este comportamento, em qual situação , ou se é constante...

Viviane Tavares Pessoa

Psicólogo

Feira de Santana


O corpo é objeto de culto desde os gregos ou antes deles.Virou piada nas rodas de amigos:"Se for para ser viciado, que seja em sexo". A voracidade em relação ao objeto de desejo cria caminhos que nos levam a compulsão: falhar ao resistir aos impulsos sexuais, excessivo gasto de tempo com tais comportamentos, irritação e ansiedade por não conseguir realizar o comportamento compulsivo, gastos excessivos e comprometimento pessoal, familiar e financeiro. O viciado está sempre procurando algo, anseia por novidades. Seja coleções de pornografia, amantes, objetos eróticos. É um fenômeno complexo, que envolve muitas variáveis. Nesse sentido, a psicoterapia surge como prática interventiva eficaz.

Katia Barbosa

Psicólogo, Sexólogo

Nova Iguaçu


A psicoterapia possibilita identificar fatores terapêuticos comuns que perpassam diferentes condições (por exemplo, proporcionar educação sexual, facilitar a comunicação e identificar fatores emocionais e culturais importantes que podem estar contribuindo para a disfunção sexual). "(Winkze; Bach; Barlow, 2009).

Igor Costa

Psicólogo

Salvador


Disfunção Sexual - Masculina e Feminina. Alterações ou perturbações no ciclo de resposta sexual surgindo dificuldades ou disfunções sexuais que impedem a vivência de uma vida sexual satisfatória e gratificante. Uma consulta junto de um terapeuta especializado é uma forma eficaz de desbloquear medos e ansiedades, permitindo a construção de atitudes positivas em relação ao sexo.

Quando se fala em sexualidade, ou no próprio ato sexual, seja ele compulsivo ou a sua completa ausência, entramos num campo de fortes resistências, onde as pessoas sentem-se envergonhadas, constrangidas e culpadas. A psicoterapia tem demonstrado que por mais anormal que as pessoas considerem sua sexualidade, ela não passa de uma forma de expressar desejos mais íntimos ligados a uma construção de vida que a levou para isso. Daí em diante, sentem-se menos culpadas, e conseguem viver sua sexualidade com qualidade, sem sentir pressões da cultura em que vive.

Sandro Alex Da Costa Silva

Psicólogo

João Pessoa

Quais profissionais tratam Compulsão sexual?


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