Para um pré-adolescente de 13 anos ir ao psicólogo é obrigatório que um responsável o acompanhe?
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Para um pré-adolescente de 13 anos ir ao psicólogo é obrigatório que um responsável o acompanhe?
Caso sim, tudo que é dito nas sessões fica entre paciente e psicólogo? Este profissional realmente não conta nada do que foi dito por exemplo a mãe do paciente?
Caso sim, tudo que é dito nas sessões fica entre paciente e psicólogo? Este profissional realmente não conta nada do que foi dito por exemplo a mãe do paciente?
Para um pré-adolescente de 13 anos iniciar um acompanhamento psicológico é necessário o consentimento e a presença de um responsável legal no primeiro contato. Essa presença é importante para formalizar o início do processo e esclarecer o que é a psicoterapia, tanto para o adolescente quanto para os pais ou cuidadores.
A partir daí, as sessões individuais com o adolescente passam a respeitar o sigilo profissional, que é uma parte fundamental do vínculo terapêutico. Isso quer dizer que o psicólogo não deve contar aos pais tudo o que o jovem compartilha nas sessões. O sigilo serve justamente para garantir que o adolescente tenha um espaço seguro para falar, sem medo de ser exposto ou julgado.
No entanto, o psicólogo pode conversar com os responsáveis quando for necessário, especialmente se houver algo que envolva riscos à integridade física ou emocional do adolescente. Mesmo nesses casos, busca-se sempre incluir o jovem na conversa e trabalhar isso com sensibilidade e respeito.
Esse equilíbrio entre acolher o adolescente e manter um canal de diálogo com os pais é parte do trabalho do psicólogo, e cada situação é conduzida com ética e cuidado.
A partir daí, as sessões individuais com o adolescente passam a respeitar o sigilo profissional, que é uma parte fundamental do vínculo terapêutico. Isso quer dizer que o psicólogo não deve contar aos pais tudo o que o jovem compartilha nas sessões. O sigilo serve justamente para garantir que o adolescente tenha um espaço seguro para falar, sem medo de ser exposto ou julgado.
No entanto, o psicólogo pode conversar com os responsáveis quando for necessário, especialmente se houver algo que envolva riscos à integridade física ou emocional do adolescente. Mesmo nesses casos, busca-se sempre incluir o jovem na conversa e trabalhar isso com sensibilidade e respeito.
Esse equilíbrio entre acolher o adolescente e manter um canal de diálogo com os pais é parte do trabalho do psicólogo, e cada situação é conduzida com ética e cuidado.
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Sim, para que um pré-adolescente de 13 anos inicie acompanhamento psicológico, é necessário que um responsável legal (pai, mãe, tutor ou guardião) autorize e acompanhe o processo de entrada no atendimento, geralmente na primeira sessão ou no momento da assinatura do termo de consentimento. Isso está previsto tanto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) quanto nas Resoluções do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que asseguram o direito ao cuidado com responsabilidade e proteção.
No entanto, isso não significa que o psicólogo deva ou possa compartilhar tudo que o paciente diz nas sessões com seus responsáveis.
A relação entre paciente e psicólogo é regida pelo princípio do sigilo profissional, mesmo quando se trata de crianças e adolescentes. A confidencialidade é uma ferramenta essencial para criar um espaço seguro onde o jovem possa se expressar com liberdade e confiança, condição fundamental para que o processo terapêutico funcione.
É claro que, por se tratar de um menor de idade, o psicólogo tem o dever ético de manter diálogo com os responsáveis, principalmente sobre o desenvolvimento do processo, possíveis encaminhamentos e temas relevantes para o cuidado do adolescente. Mas isso é feito com cuidado, mediação e respeito à autonomia progressiva do paciente. O conteúdo das sessões só deve ser compartilhado com autorização do paciente (quando possível) e nunca de forma invasiva ou desrespeitosa.
A única exceção ao sigilo ocorre em casos de risco iminente à integridade física ou psíquica do paciente ou de terceiros (como automutilações graves, risco de suicídio ou situações de violência). Nesses casos, o psicólogo pode e deve acionar os responsáveis ou as redes de proteção, conforme orienta o Código de Ética Profissional do Psicólogo (CFP, 2005).
Portanto:
- Sim, é necessário o responsável para autorizar o início do acompanhamento.
- Sim, o conteúdo das sessões é protegido pelo sigilo.
- Não, o psicólogo não compartilha tudo com os pais, e quando precisa fazê-lo, age com cuidado, ética e critério clínico.
Esse modelo respeita tanto o direito da criança e do adolescente à escuta quanto a função dos responsáveis no cuidado. O vínculo com ambos, paciente e família, precisa ser construído com diálogo, confiança e acolhimento.
No entanto, isso não significa que o psicólogo deva ou possa compartilhar tudo que o paciente diz nas sessões com seus responsáveis.
A relação entre paciente e psicólogo é regida pelo princípio do sigilo profissional, mesmo quando se trata de crianças e adolescentes. A confidencialidade é uma ferramenta essencial para criar um espaço seguro onde o jovem possa se expressar com liberdade e confiança, condição fundamental para que o processo terapêutico funcione.
É claro que, por se tratar de um menor de idade, o psicólogo tem o dever ético de manter diálogo com os responsáveis, principalmente sobre o desenvolvimento do processo, possíveis encaminhamentos e temas relevantes para o cuidado do adolescente. Mas isso é feito com cuidado, mediação e respeito à autonomia progressiva do paciente. O conteúdo das sessões só deve ser compartilhado com autorização do paciente (quando possível) e nunca de forma invasiva ou desrespeitosa.
A única exceção ao sigilo ocorre em casos de risco iminente à integridade física ou psíquica do paciente ou de terceiros (como automutilações graves, risco de suicídio ou situações de violência). Nesses casos, o psicólogo pode e deve acionar os responsáveis ou as redes de proteção, conforme orienta o Código de Ética Profissional do Psicólogo (CFP, 2005).
Portanto:
- Sim, é necessário o responsável para autorizar o início do acompanhamento.
- Sim, o conteúdo das sessões é protegido pelo sigilo.
- Não, o psicólogo não compartilha tudo com os pais, e quando precisa fazê-lo, age com cuidado, ética e critério clínico.
Esse modelo respeita tanto o direito da criança e do adolescente à escuta quanto a função dos responsáveis no cuidado. O vínculo com ambos, paciente e família, precisa ser construído com diálogo, confiança e acolhimento.
Sim, para um pré-adolescente de 13 anos iniciar acompanhamento psicológico, é necessário que um responsável legal autorize e acompanhe esse processo, especialmente no início — não apenas por uma questão legal, mas também para garantir segurança, confiança e alinhamento entre o psicólogo, o jovem e a família. No entanto, durante as sessões, o vínculo entre paciente e psicólogo é protegido pelo sigilo profissional, que é um princípio ético fundamental da Psicologia. Isso significa que tudo que for compartilhado em sessão é tratado com confidencialidade e respeito — o que é essencial para que o adolescente se sinta à vontade para se expressar com liberdade. O psicólogo poderá conversar com os responsáveis quando necessário, mas sempre com cuidado, buscando proteger o espaço do adolescente e, se possível, envolvendo-o nas decisões sobre o que será compartilhado. O objetivo nunca é esconder, mas sim construir uma relação de confiança que favoreça o crescimento emocional e o diálogo saudável com a família.
Olá, tudo bem?
Quando um adolescente (como um de 13 anos) entra na psicoterapia, existe um compromisso de sigilo entre o paciente e o psicólogo, mesmo que os pais sejam os responsáveis legais. Isso quer dizer que: O que o adolescente diz em sessão não é automaticamente repassado aos pais. O psicólogo pode — e deve — manter a confidencialidade, a menos que exista risco à vida ou à integridade física do adolescente ou de terceiros.
O psicólogo atua como mediador (talvez seja esse o “mediatório” que você quis dizer), e precisa construir aliança tanto com o adolescente quanto com os responsáveis. Se precisar de ajuda, estou à sua disposição! um abraço!
Quando um adolescente (como um de 13 anos) entra na psicoterapia, existe um compromisso de sigilo entre o paciente e o psicólogo, mesmo que os pais sejam os responsáveis legais. Isso quer dizer que: O que o adolescente diz em sessão não é automaticamente repassado aos pais. O psicólogo pode — e deve — manter a confidencialidade, a menos que exista risco à vida ou à integridade física do adolescente ou de terceiros.
O psicólogo atua como mediador (talvez seja esse o “mediatório” que você quis dizer), e precisa construir aliança tanto com o adolescente quanto com os responsáveis. Se precisar de ajuda, estou à sua disposição! um abraço!
Para um pré-adolescente é obrigatório a autorização dos pais. Habitualmente o psicólogo tem uma primeira conversa com os pais e depois as sessões são realizadas individualmente com o adolescente, SEM a presença dos pais. Tudo o que é dito se mantem em sigilo, o psicólogo pontua aos pais como a terapia esta evoluindo sem entrar em detalhes com o que foi dito pelo adolescente e sempre alinhando com este a devolutiva.
Boa noite. O responsável deve estar ciente do atendimento e o psicólogo se encarrega de explicar isso ao adolescente. Quanto ao sigilo é mantido obrigatoriamente, não se preocupe quanto a isso, exceto em casos específicos, que incluem risco.
Sim, para um pré-adolescente de 13 anos iniciar um acompanhamento psicológico, é necessário o consentimento de um responsável legal — normalmente mãe, pai ou guardião. Esse responsável precisa autorizar o início da terapia e, geralmente, acompanhar o início do processo (como nas primeiras sessões ou nos trâmites iniciais).
Mas a partir do momento em que o atendimento começa, o conteúdo das sessões é protegido por sigilo profissional, garantido pelo Código de Ética da Psicologia. Isso significa que o que é falado na sessão entre o psicólogo e o adolescente não pode ser repassado a terceiros — nem mesmo aos pais ou responsáveis — sem o consentimento do paciente, exceto em situações em que exista risco grave à vida ou à integridade do próprio adolescente ou de outras pessoas.
O psicólogo pode, sim, conversar com os responsáveis sobre o processo — mas sempre preservando o que é dito pelo adolescente. O objetivo é criar um espaço de confiança, onde ele possa falar sem medo de ser julgado ou exposto.
Em muitos casos, o psicólogo pode até sugerir que certos temas sejam compartilhados com os pais, mas isso é construído junto com o próprio adolescente, no ritmo dele. O respeito à sua voz é parte fundamental do processo terapêutico.
Mas a partir do momento em que o atendimento começa, o conteúdo das sessões é protegido por sigilo profissional, garantido pelo Código de Ética da Psicologia. Isso significa que o que é falado na sessão entre o psicólogo e o adolescente não pode ser repassado a terceiros — nem mesmo aos pais ou responsáveis — sem o consentimento do paciente, exceto em situações em que exista risco grave à vida ou à integridade do próprio adolescente ou de outras pessoas.
O psicólogo pode, sim, conversar com os responsáveis sobre o processo — mas sempre preservando o que é dito pelo adolescente. O objetivo é criar um espaço de confiança, onde ele possa falar sem medo de ser julgado ou exposto.
Em muitos casos, o psicólogo pode até sugerir que certos temas sejam compartilhados com os pais, mas isso é construído junto com o próprio adolescente, no ritmo dele. O respeito à sua voz é parte fundamental do processo terapêutico.
Sim. Para um pré-adolescente de 13 anos é necessário o consentimento e o acompanhamento de um responsável legal, pelo menos na primeira consulta. Isso é exigido pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo e pelas normas legais de atendimento a menores de idade. O responsável precisa autorizar formalmente o início da psicoterapia.
O psicólogo tem o dever ético de proteger o sigilo do paciente, mas também precisa manter os responsáveis minimamente informados, especialmente se houver riscos (como autolesão, abuso ou outros temas graves). Nesse caso, ele vai buscar dialogar com o adolescente sobre a melhor forma de envolver os pais, sem quebrar a confiança do vínculo terapêutico de forma abrupta.
O psicólogo tem o dever ético de proteger o sigilo do paciente, mas também precisa manter os responsáveis minimamente informados, especialmente se houver riscos (como autolesão, abuso ou outros temas graves). Nesse caso, ele vai buscar dialogar com o adolescente sobre a melhor forma de envolver os pais, sem quebrar a confiança do vínculo terapêutico de forma abrupta.
Como é menor de idade precisa sim que um responsável acompanhe. Existe sigilo entre profissional e paciente e isso se aplica a menores de idade também, acontece de as vezes o profissional convocar os pais ou responsáveis pelo menor para um feedback do andamento da sessão, ou por exemplo no caso deste menor apresentar algum comportamento que envolva um risco a sua própria vida.
Olá, tudo bem?
Sua pergunta é muito importante — e demonstra maturidade em querer entender como funciona esse espaço tão especial que é a terapia. Para adolescentes com menos de 18 anos, sim, é necessário que um responsável legal autorize o atendimento psicológico. Isso pode ser feito presencialmente ou por um termo de consentimento, dependendo da modalidade do atendimento (online ou presencial).
Agora, sobre o que é conversado nas sessões: a psicoterapia é, sim, um espaço de confiança. O psicólogo tem o dever ético, estabelecido pelo Conselho Federal de Psicologia, de manter sigilo sobre o que é compartilhado durante os atendimentos. Isso significa que sua mãe, pai ou qualquer outro responsável só saberá o que foi falado se você autorizar ou se for algo que represente risco à sua vida ou à de outras pessoas. Fora isso, o que é dito ali permanece protegido — como uma espécie de "cofre emocional" entre você e o psicólogo.
Te pergunto: como seria pra você ter esse espaço onde poderia falar sobre qualquer coisa, sem julgamento, com alguém preparado pra te escutar de verdade? O que você acredita que poderia ser diferente se tivesse um lugar assim só seu, onde até mesmo suas dúvidas mais confusas pudessem ser respeitadas?
Se você estiver passando por algo que mexe com seus sentimentos ou pensamentos e não sabe muito bem como lidar, a terapia pode ser um caminho pra ir entendendo tudo isso aos poucos, com calma e respeito ao seu tempo. E, claro, se tiver dúvidas ou inseguranças, vale muito a pena conversar com seus pais ou cuidadores sobre isso.
Caso precise, estou à disposição.
Sua pergunta é muito importante — e demonstra maturidade em querer entender como funciona esse espaço tão especial que é a terapia. Para adolescentes com menos de 18 anos, sim, é necessário que um responsável legal autorize o atendimento psicológico. Isso pode ser feito presencialmente ou por um termo de consentimento, dependendo da modalidade do atendimento (online ou presencial).
Agora, sobre o que é conversado nas sessões: a psicoterapia é, sim, um espaço de confiança. O psicólogo tem o dever ético, estabelecido pelo Conselho Federal de Psicologia, de manter sigilo sobre o que é compartilhado durante os atendimentos. Isso significa que sua mãe, pai ou qualquer outro responsável só saberá o que foi falado se você autorizar ou se for algo que represente risco à sua vida ou à de outras pessoas. Fora isso, o que é dito ali permanece protegido — como uma espécie de "cofre emocional" entre você e o psicólogo.
Te pergunto: como seria pra você ter esse espaço onde poderia falar sobre qualquer coisa, sem julgamento, com alguém preparado pra te escutar de verdade? O que você acredita que poderia ser diferente se tivesse um lugar assim só seu, onde até mesmo suas dúvidas mais confusas pudessem ser respeitadas?
Se você estiver passando por algo que mexe com seus sentimentos ou pensamentos e não sabe muito bem como lidar, a terapia pode ser um caminho pra ir entendendo tudo isso aos poucos, com calma e respeito ao seu tempo. E, claro, se tiver dúvidas ou inseguranças, vale muito a pena conversar com seus pais ou cuidadores sobre isso.
Caso precise, estou à disposição.
Para pré-adolescentes, a participação dos responsáveis no início do atendimento pode ocorrer para garantir segurança e contexto. Conforme o desenvolvimento, o psicólogo pode realizar sessões individuais, respeitando o sigilo profissional. O que é falado nas sessões permanece confidencial entre paciente e terapeuta, salvo situações de risco. Esse cuidado garante um espaço seguro para o jovem se expressar.
Olá! Para menores de idade, é necessário o consentimento de um responsável para iniciar o atendimento psicológico, mas o responsável não precisa estar presente durante as sessões. O psicólogo mantém sigilo profissional sobre tudo o que é conversado, compartilhando apenas informações gerais sobre o andamento do tratamento, sem revelar detalhes pessoais. O sigilo só pode ser quebrado em situações excepcionais, como risco grave para o paciente ou terceiros. Essa proteção garante um espaço seguro e de confiança para o paciente.
Sim, para uma adolescente de 13 anos iniciar o acompanhamento psicológico, é necessário o consentimento de pelo menos um responsável legal.
A confidencialidade é um princípio fundamental na psicologia, inclusive com adolescentes. Isso significa que, como psicóloga, não compartilho automaticamente com os responsáveis o que é dito nas sessões. Preservo ao máximo a confiança que o(a) paciente deposita em mim, pois essa confiança é essencial para que o processo terapêutico aconteça.
Contudo, existem situações em que é necessário envolver os responsáveis. Nesses casos, tento priorizar conversar com o adolescente antes, explicando a necessidade dessa comunicação e, sempre que possível, convidando-o a participar da conversa com os responsáveis. Isso evita que ele se sinta traído e mantém o vínculo terapêutico.
Acredito na importância de acolher a experiência vivida do(a) adolescente e de respeitar o seu tempo e seu modo de ser. A decisão sobre o que pode ou não ser compartilhado com os responsáveis é feita com critério clínico, levando em conta o processo do(a) paciente — e não apenas a curiosidade dos adultos envolvidos.
A confidencialidade é um princípio fundamental na psicologia, inclusive com adolescentes. Isso significa que, como psicóloga, não compartilho automaticamente com os responsáveis o que é dito nas sessões. Preservo ao máximo a confiança que o(a) paciente deposita em mim, pois essa confiança é essencial para que o processo terapêutico aconteça.
Contudo, existem situações em que é necessário envolver os responsáveis. Nesses casos, tento priorizar conversar com o adolescente antes, explicando a necessidade dessa comunicação e, sempre que possível, convidando-o a participar da conversa com os responsáveis. Isso evita que ele se sinta traído e mantém o vínculo terapêutico.
Acredito na importância de acolher a experiência vivida do(a) adolescente e de respeitar o seu tempo e seu modo de ser. A decisão sobre o que pode ou não ser compartilhado com os responsáveis é feita com critério clínico, levando em conta o processo do(a) paciente — e não apenas a curiosidade dos adultos envolvidos.
Sim, para um adolescente de 13 anos iniciar a psicoterapia é necessário que um responsável o acompanhe na primeira sessão, já que é a pessoa legalmente autorizada a permitir o atendimento. Depois desse primeiro encontro, as sessões costumam acontecer apenas com o adolescente, respeitando seu espaço e sigilo. No entanto, é comum que o psicólogo mantenha um acompanhamento junto à família, realizando encontros com os responsáveis de tempos em tempos ou, quando necessário, sessões conjuntas. Nessas conversas, as informações são compartilhadas com muito cuidado, sempre respeitando o paciente e buscando o equilíbrio entre o sigilo terapêutico e a importância do apoio familiar no processo. O foco é garantir que o adolescente se sinta acolhido e compreendido, e que os responsáveis também possam acompanhar de forma adequada o cuidado com sua saúde emocional.
Não precisa contar. As informações que devem ser passadas aos pais são questões que os pais precisam ser envolvidos, situações que eles também precisam trabalhar em função da análise do filho(a)
Realmente é necessário que um responsável legal autorize e acompanhe os atendimentos; em geral na primeira ou primeiras sessões o responsável é inserido na sessão. Entretanto o sigilo é garantido por lei e faz parte da ética profissional, as informações só serão compartilhadas mediante autorização do paciente ou se a informação colocá-lo em risco ou houver risco a outras pessoas. Nesse caso o sigilo pode ser quebrado.
Quando se trata de crianças ou adolescentes, os pais ou responsáveis legais têm o direito de acompanhar o processo. No entanto, isso não dá ao psicólogo a autorização para relatar tudo o que acontece em sessão ou tudo o que o paciente diz. Fazer isso seria antiético. As informações só podem ser compartilhadas com os responsáveis em casos específicos, como quando há risco à vida da criança ou do adolescente, ou quando a participação dos pais é necessária para a elaboração de estratégias terapêuticas.
Olá! Sugiro que escolhas um psicólogo da sua confiança, pode ser online. Por ser menor, algum adulto terá que constar no seu cadastro e também pagar seu tratamento psicológico. Sugiro que escolhas um familiar da sua confiança também. Converse na consulta com o psicólogo sobre suas duvidas em relação a sigilo. Em casos de ideação suicida grave, pode-se contatar o responsável. Porem um profissional serio vai combinar essas questões com você e colocar-se a disposição para te atender em consultas extras em crises também . Muito importante confiar e gostar do profissional. Fico a disposição.
Legalmente, adolescentes de 13 anos precisam da autorização de um responsável para iniciar o acompanhamento psicológico. Em muitos casos, o responsável também participa da primeira sessão (ou de parte dela), especialmente para entender o motivo da busca por terapia e combinar alguns aspectos do atendimento.
O sigilo é garantido por lei e pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo. Isso significa que o psicólogo não pode sair contando para os responsáveis tudo o que o adolescente diz, a menos que:
1. haja risco real à vida dele ou de terceiros (como pensamentos suicidas ou situações de violência grave);
2. O adolescente autorize que certas informações sejam compartilhadas.
Ou seja: o espaço é de confiança, justamente para que o adolescente possa se expressar com liberdade. O psicólogo pode sim conversar com os pais sobre o processo de forma geral, mas sem expor detalhes íntimos que o paciente não queira que sejam compartilhados.
O sigilo é garantido por lei e pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo. Isso significa que o psicólogo não pode sair contando para os responsáveis tudo o que o adolescente diz, a menos que:
1. haja risco real à vida dele ou de terceiros (como pensamentos suicidas ou situações de violência grave);
2. O adolescente autorize que certas informações sejam compartilhadas.
Ou seja: o espaço é de confiança, justamente para que o adolescente possa se expressar com liberdade. O psicólogo pode sim conversar com os pais sobre o processo de forma geral, mas sem expor detalhes íntimos que o paciente não queira que sejam compartilhados.
Interessante a sua questão, bom, não é obrigatório que haja o acompanhamento dentro do consultório. O que é dito nas sessões é um acordo estabelecido entre profissional e paciente, e se tem algo que é falado na sessão que o/a adolescente não se sente confiante em falar com os pais e mães, deve-se pensar e analisar muito os motivos dessa família não conseguir construir um diálogo seguro e confortável para o/a adolescente, ou seja, é capaz de que os pais e as mães também necessitem de algum tipo de acompanhamento familiar para conseguir estabelecer um ambiente seguro e confortável para o/a adolescente. No mais o/a profissional fala sobre a evolução do paciente nas questões que o/a levaram a psicoterapia, o conteúdo das sessões em famílias minimante empenhadas já deve ter passado nos momentos de diálogos familiares.
Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
Abraços
Sim, um adolescente de 13 anos só pode ir ao psicólogo com autorização de um responsável. Mas o que ele fala na sessão é confidencial. O psicólogo não conta para os pais o que foi dito, a não ser que o adolescente esteja em risco (como se machucar ou machucar alguém). Isso é importante para que ele se sinta seguro para falar.
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