Qual a visão da logoterapia sobre o passado e a impulsividade?
2
respostas
Qual a visão da logoterapia sobre o passado e a impulsividade?
Em relação ao passado ele não pode ser mudado, mas ele pode ser ressignificado a qualquer momento. Tudo o que foi vivido ou sofrido com atitude digna fica salvo para sempre e vira fonte de sentido e força. O passado não te prende; ele pode te enriquecer.
Impulsividade: É a perda da distância espiritual. O ser humano pode e deve se afastar do impulso, observá-lo e escolher como responder. Você não é o impulso; você é maior que ele. Entre o impulso e a ação há sempre um espaço de liberdade.
Não importa o que aconteceu nem o que você sente agora você sempre pode escolher sua atitude. Essa é a última e invencível liberdade humana.
Impulsividade: É a perda da distância espiritual. O ser humano pode e deve se afastar do impulso, observá-lo e escolher como responder. Você não é o impulso; você é maior que ele. Entre o impulso e a ação há sempre um espaço de liberdade.
Não importa o que aconteceu nem o que você sente agora você sempre pode escolher sua atitude. Essa é a última e invencível liberdade humana.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
A logoterapia compreende que o passado influencia a forma como a pessoa vivencia e expressa sua impulsividade, mas não a determina de modo absoluto, pois reconhece a liberdade humana de atribuir novos sentidos às experiências vividas e de escolher respostas mais responsáveis no presente, favorecendo um olhar que acolhe a história sem aprisionar o indivíduo a ela e sustenta um processo terapêutico ético, esperançoso e orientado para o sentido.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Como os comportamentos autolesivos se relacionam com impulsos primitivos?
- Qual a diferença entre funcionamento borderline e transtorno de personalidade borderline (TPB)?
- “Quais são as diferenças entre um padrão de organização de personalidade com traços borderline (funcionamento borderline subclínico) e o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em termos de regulação afetiva, funcionamento executivo e integração identidade–realidade?”
- Quais indicadores neuropsicológicos permitem distinguir traços ou funcionamento borderline de um quadro clínico compatível com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
- Qual a síntese contemporânea do funcionamento borderline?
- De que maneira o funcionamento borderline e o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) diferem quanto aos processos de autorregulação emocional, funcionamento executivo e adaptação psicossocial?
- Qual a relação entre impulsividade e instintos primitivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- O que é a divisão entre idealização e desvalorização e como ela se relaciona com mecanismos primitivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Quais estratégias psicoterapêuticas consideram as defesas primitivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- “De que forma a ativação do sistema nervoso autônomo e as respostas psicofisiológicas corporais participam das reações emocionais intensas e impulsivas em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 5084 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.