Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança

Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança de ter ansiedade desde a adolescência, tenho muitos traumas de infância que ainda me afetam (como agressão dos pais, problemas de atenção, bullying (psicológico) por colegas da escola e familiares, solidão, isolamento e muitas fugas da realidade por divagação), também sou bem paranoica desde criança, insegura, tenho crises de pânico e choro repentinas, estresses severos que me dão enxaqueca forte e vômito ou refluxo no estômago e trauma de chorar. Recentemente, finalmente estou criando coragem e juntando dinheiro para começar a me tratar e descobrir meus reais problemas, mas não faço ideia de qual profissional especifico eu deveria ir, já que tem tantas vertentes e tipos.

42 respostas


Olá! Sinto muito pelas experiências em que você esteve exposta, o fato de estar buscando ajuda já é um passo muito importante e corajoso. Diante de uma história com diferentes questões, pode ser muito interessante iniciar com um psicólogo (que é quem faz terapia). A psicoterapia é um espaço onde você poderá organizar melhor suas demandas, compreender suas vivências e construir, junto com o profissional, um caminho de cuidado que faça sentido para você. Ao longo desse processo, caso seja identificado que alguns sintomas estão muito intensos, como crises de pânico, ansiedade elevada ou impactos físicos (como enxaqueca, vômitos, etc.), pode ser indicada também uma avaliação com um psiquiatra. Esse profissional pode auxiliar, quando necessário, com medicação, contribuindo para estabilizar os sintomas e facilitar seu processo terapêutico. É importante destacar que psicoterapia e psiquiatria não se excluem, pelo contrário, muitas vezes funcionam de forma complementar. Você não precisa decidir tudo de uma vez. Começar pela psicoterapia já pode te ajudar a ter mais clareza sobre suas necessidades e sobre os próximos passos. Além disso, ter alguém testemunhando seu processo pode ser transformador. Alex Mendes - Psicologia

Alex Mendes

Alex Mendes

Psicólogo

São Paulo

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Olá, agradeço por compartilhar sua história. Sei que não é fácil dar esse passo. Pelos aspectos que você descreve, como ansiedade persistente desde a adolescência, experiências traumáticas na infância, insegurança, desconfiança e impactos físicos do estresse, é muito importante buscar um acompanhamento profissional. E o fato de você estar criando coragem e se organizando para isso já é um movimento muito significativo. O psicólogo é o profissional indicado para trabalhar questões emocionais, traumas, ansiedade, padrões de comportamento e sofrimento psíquico por meio da psicoterapia. Já o psiquiatra é um médico que pode avaliar a necessidade de medicação, especialmente quando há crises intensas, sintomas físicos importantes ou um sofrimento mais agudo. Em muitos casos, o acompanhamento conjunto entre psicólogo e psiquiatra pode ser o mais adequado. No meu caso sou psicólogo psicanalista, meu trabalho é oferecer um espaço de escuta, onde você possa compreender as origens desses sentimentos, elaborar os traumas vividos e entender como essas experiências continuam afetando sua vida hoje. A psicanálise busca não apenas aliviar os sintomas, mas acessar as causas mais profundas do sofrimento, respeitando seu tempo e sua história. Iniciar um processo psicoterapêutico pode te ajudar a entender melhor sua ansiedade e suas crises, elaborar vivências difíceis da infância, trabalhar inseguranças e encontrar formas mais saudáveis de lidar com emoções intensas. Caso os sintomas físicos estejam muito presentes, uma avaliação com psiquiatra também pode ser um complemento importante. O mais importante é que você não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Buscar ajuda é um passo fundamental e muito corajoso. Se fizer sentido para você, fico à disposição para te acompanhar nesse processo.


Olá, como tem passado ? Diante de um quadro como esse, o mais prudente não é pensar em “qual único profissional eu devo escolher”, mas em qual combinação de cuidado melhor acolhe a complexidade do sofrimento. Quando há história de traumas infantis, crises de pânico, choro repentino, sintomas físicos intensos ligados ao estresse e um sofrimento que se arrasta desde a adolescência, costuma fazer muito sentido buscar um(a) psicólogo(a) para psicoterapia e também um(a) psiquiatra para avaliação clínica. Também ajuda separar os nomes: “terapeuta” é um termo mais amplo; psicólogo(a) é o profissional da Psicologia que pode realizar avaliação e psicoterapia; e psiquiatra é o médico especialista em saúde mental. No seu caso, se fosse para pensar em prioridade prática, eu diria que valeria procurar um(a) psicólogo(a) , mas sem adiar uma consulta com psiquiatra, porque a intensidade das crises e dos sintomas corporais merece avaliação cuidadosa. E, se houver dificuldade financeira, também é importante lembrar que no Brasil a porta de entrada pode ser a UBS e, em situações de sofrimento psíquico mais importante ou crise, os CAPS oferecem acolhimento, acompanhamento e atendimento de crise, inclusive com acesso direto em muitos casos, além de existirem projetos de atendimentos mais em conta também, tanto psicológicos quanto psiquiátricos. Sob uma leitura mais psicanalítica, porém, há algo fundamental: nem sempre o essencial é apenas nomear um transtorno, mas compreender como a história de violência, humilhação, solidão e medo foi sendo inscrita no corpo e na vida psíquica. Muitas vezes, pânico, desconfiança, insegurança, fugas da realidade e sofrimento somático aparecem como formas de expressão de marcas traumáticas antigas que não puderam ser simbolizadas suficientemente. Por isso, além da avaliação psiquiátrica quando necessária, pode ser muito fecundo buscar um psicanalista, de preferência um profissional sério, qualificado e com quem você sinta possibilidade de vínculo, para que esse sofrimento não seja tratado apenas como um conjunto de sintomas, mas também como uma história que precisa encontrar escuta, elaboração e sentido. Espero ter ajudado e sigo à disposição.

Cirano Araújo

Cirano Araújo

Psicólogo

Belo Horizonte

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Bom dia. Sugiro que você comece procurando um psicólogo, este profissional poderá avaliar e iniciar o tratamento. Neste momento, entendo que seja importante você considerar a forma como o profissional trabalho, avaliando se você se sente à vontade e interessada em continuar.

Matheus Vieira

Matheus Vieira

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá, boa tarde. É muito importante ter coragem para desvendar suas questões. Pelo que você disse, tem muitos sintomas que são desencadeado por traumas. O tratamento psicoterapêutico é muito indicado, pois, através da fala, você pode elaborar suas questões. Pelo que você disse, você já está procurando descobrir seus reais problemas, sendo assim, é um ponto ótimo para iniciar uma análise.

Dr. Matheus Abade

Dr. Matheus Abade

Psicólogo

Belo Horizonte

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O mais importante é encontrar um espaço seguro, acolhedor e sem julgamentos onde você possa se expressar e se compreender com profundidade. Nesse sentido, começar com um psicólogo clínico costuma ser o caminho mais indicado, pois esse profissional pode te ajudar a explorar suas experiências, traumas e padrões emocionais com cuidado e no seu ritmo. Ao mesmo tempo, considerando que você relata crises de pânico intensas e sintomas físicos fortes, pode ser importante também uma avaliação com um psiquiatra, não como substituto da terapia, mas como complemento caso haja necessidade de suporte medicamentoso para estabilizar esses sintomas. Resumindo, você não precisa ter tudo definido agora: começar por um psicólogo já é um passo significativo, e ele próprio poderá te orientar sobre encaminhamentos, sempre respeitando sua autonomia e seu processo.


Olá, boa tarde. O mais recomendado para ansiedade é a busca de um psicólogo e um psiquiatra. Um psicólogo irá te ajudar a lidar com as causas do seu sofrimento. Vocês terão conversas em prol de alinhar o que precisa ser feito para que suas questões sejam resolvidas ou atenuadas. Já o psiquiatra te ajudará na parte química do cérebro. Te ajudando a aliviar os sintomas de ansiedade que você sente.

Bruno Henrique Braz dos Santos

Bruno Henrique Braz dos Santos

Psicólogo

São José dos Campos

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Olá, pela sua descrição há uma história familiar e social que carece de cuidados e novos entendimentos. Ao meu ver, essa é a principal causa de uma vida com tanto sofrimento emocional. Procure um Psicólogo que ele irá analisar a sua história, os seus sintomas, as suas necessidades e te encaminhará a outros profissionais se for o caso. O psicólogo é fundamental para acompanhamento semanal das suas questões. Espero tê-la ajudado numa direção de cuidado, constância e consistência da sua vida. Boa sorte!

Tadeu Manfroni

Tadeu Manfroni

Psicólogo

São Paulo

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Olá! É muito importante você estar buscando ajuda — isso já é um grande passo. Pelo que você descreve (ansiedade, crises de pânico, histórico de traumas e sintomas físicos), o ideal é começar com um psicólogo. Ele vai fazer uma avaliação mais completa da sua história e te ajudar a entender o que está acontecendo, além de iniciar o tratamento terapêutico. Se os sintomas estiverem muito intensos (como pânico frequente, vômitos, insônia, etc.), também pode ser importante consultar um psiquiatra, que é o médico responsável por avaliar a necessidade de medicação para ajudar na estabilização. Psicólogo e psiquiatra podem trabalhar juntos. Sobre a abordagem, a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) costuma ajudar bastante em casos de ansiedade, pânico e pensamentos intensos, mas o mais importante é você se sentir acolhida e segura com o profissional. Você não precisa acertar tudo de primeira — começar já é o mais importante. Com o tempo, o próprio profissional pode te orientar melhor sobre o caminho ideal para o seu caso.


Os três profissionais podem te ajudam em diferentes níveis - podendo até mesmo serem complementares entre si. O psiquiatra é um médico com especialização no cuidado da saúde mental. Ele vai te avaliar e fazer um tratamento com medicação - o que pode te ajudar muito com os sintomas mais fisiológicos como o vômito, o refluxo, a enxaqueca forte e também o grau de severidade do estresse sentido. O terapeuta precisa ser muito bem avaliado e ponderado, pois muitas terapias não exigem formação acadêmica formal (uma faculdade) e nem mesmo uma instituição que regulamente a qualidade e responsabilidade ética e profissional que o terapeuta deve ter com o paciente (diferentemente do psicólogo que responde ao Conselho de Psicologia e do médico que responde ao Conselho de Medicina). Recomenda-se que só vá até um terapeuta por indicação de um psicólogo ou psiquiatra. O psicólogo irá te ajudar a compreender, elaborar, simbolizar e regular suas vivências psicoemocionais (como a insegurança, a ansiedade, a crise de pânico). Também te ajudará a lidar com os comportamentos e vivências difíceis (traumas, o impacto do bullying, o isolamento, a fuga da realidade e os choros repentinos). O psicólogo cuida do paciente com psicoterapia. Há ainda uma submodalidade do psicólogo que é mais especializada em avaliação: o neurogpsicólogo. Ele realiza testes psicológicos, entrevistas e anamneses para buscar um diagnóstico psicológico mais preciso (especialmente para neurodivergências). Dito tudo isso, o mais recomendado para o seu caso me parece ser o psicólogo. A partir de sua escuta e condução do caso, ele poderá encaminhar para os outros profissionais, caso veja necessidade.


Você já deu um passo muito importante ao reconhecer isso e buscar ajuda. O mais indicado para começar é um psicólogo, que poderá avaliar sua história, seus sintomas e te acompanhar no processo terapêutico. Diante das crises de pânico, intensidade emocional e sintomas físicos, também pode ser importante uma avaliação com psiquiatra, caso haja necessidade de medicação. Em resumo: Psicólogo → início do acompanhamento e compreensão do quadro Psiquiatra → avaliação complementar, se necessário Você não precisa saber tudo agora — começar já é o mais importante.

Dra. Fernanda Lana de Paula

Dra. Fernanda Lana de Paula

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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muito importante você estar dando esse passo. Seus sintomas fazem sentido dentro da sua história, e você não precisa lidar com isso sozinha. O ideal é começar com um psicólogo, que vai te ajudar a entender e trabalhar essas questões. Em alguns casos, o psiquiatra também pode ser importante, principalmente se os sintomas estiverem mais intensos. Sobre abordagem, a TCC pode ajudar bastante na parte mais prática, como lidar com ansiedade, pensamentos e crises no dia a dia. Mas, pelo que você trouxe, existe uma carga emocional mais profunda ligada a experiências de infância e situações marcantes. Por isso, integrar com abordagens como o EMDR pode fazer bastante diferença. Esse tipo de trabalho ajuda a reorganizar essas experiências que ainda estão muito ativas no sistema nervoso, reduzindo a intensidade das reações e trazendo mais sensação de segurança interna. Você não precisa acertar tudo de primeira. O mais importante é começar com um profissional que te acolha e te faça sentir segura. A partir daí, o próprio processo vai te ajudando a ajustar o caminho.


Olá. De forma suscinta e direta, psicólogo é o profissional indicado para trabalhar suas questões de ansiedade, insegurança, choro e etc. O psiquiatra é o médico que avalia diagnóstico e a necessidade de medicação, especialmente quando há sintomas mais intensos como crises de pânico, alterações físicas ou sofrimento frequente. O ideal é um trabalho integrado dos dois. Quanto às diferentes vertentes dentro da psicologia, penso que o mais importante é encontrar um profissional com o qual você se sinta à vontade para falar. A partir daí, o próprio processo vai te ajudando a entender o que faz sentido para você. abraço.

Gisele Rodrigues

Gisele Rodrigues

Psicólogo

Florianópolis

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O ideal é começar com um psicólogo(a). Ele(a) vai te ajudar a entender tudo isso com profundidade e organizar um plano de tratamento. Se houver necessidade, o próprio psicólogo pode indicar um(a) Psiquiatria (psiquiatra) para avaliar medicação, muitas vezes os dois trabalham juntos.. E eu já trabalhei com um caso semelhante, então me coloco à disposição para te acompanhar nesse processo.

Paola Rodrigues

Paola Rodrigues

Psicólogo

Porto Alegre

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Olá. Pelo que você descreve, há várias experiências que te marcaram ao longo do tempo e que ainda hoje aparecem de formas diferentes — no corpo, nas emoções e no seu dia a dia. Dar atenção a isso já é um passo muito importante. Em relação ao tipo de profissional, a psicologia pode ser um bom ponto de partida. A partir dos atendimentos, é possível compreender melhor o que você está vivendo e, se houver necessidade, o próprio profissional pode te orientar sobre a busca por outros cuidados. Mais do que escolher a “vertente certa” antes de começar, o mais importante é encontrar um espaço em que você se sinta à vontade para falar sobre o que viveu e o que sente hoje, no seu tempo. Iniciar esse movimento de cuidado consigo mesma já é algo muito significativo — e pode ser o começo de um caminho mais possível para você.

Lívia Coxir

Lívia Coxir

Psicólogo

Rio de Janeiro

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A psicoterapia seria um caminho importante pra isso, por ser um lugar onde você começa a entender como essas experiências te marcaram, como aparecem hoje e ir construindo outras formas de se relacionar com tudo isso. Não é só sobre reduzir sintomas, mas sobre conseguir se sentir mais segura dentro de si. Pelo nível de intensidade que você descreve, principalmente as crises de pânico e as reações físicas, pode fazer uma avaliação com psiquiatra. Com relação a especialidade da psicoterapia, eu diria que o principal é você encontrar um profissional com quem consiga te ajudar. O processo começa muito mais pelo vínculo do que por uma escolha técnica perfeita.


Pelo que você descreve, o mais indicado é iniciar com um psicólogo. A psicoterapia é o espaço adequado para compreender sua história, os traumas vividos, os sintomas atuais e como tudo isso se conecta. É a partir dessa escuta cuidadosa que se constrói um entendimento mais claro do que está acontecendo e quais caminhos de tratamento são mais adequados. Muitas vezes, a pessoa chega com várias dúvidas e sofrimentos diferentes, e o papel do psicólogo é justamente ajudar a organizar essas questões, sem a necessidade de você já saber exatamente o que tem. Se, ao longo do processo, houver necessidade de uma avaliação complementar, o próprio psicólogo poderá orientar sobre outros encaminhamentos. O mais importante é que você já deu um passo fundamental, que é reconhecer o sofrimento e buscar ajuda. Saiba mais em @elenirparo.psicologia


Olá, tudo bem? Pelo que você descreve, existe um conjunto de sintomas importantes — ansiedade desde cedo, crises de pânico, traumas de infância, desconfiança intensa, estresse com repercussões físicas — então faz sentido buscar um cuidado mais estruturado. O melhor ponto de partida é um psicólogo. Ele vai te ajudar a organizar tudo isso, entender como esses padrões se formaram e trabalhar formas de lidar com ansiedade, trauma e essas reações intensas no dia a dia. Sobre “qual tipo de psicólogo”, você não precisa acertar isso de forma perfeita no início. O mais importante é que seja um profissional qualificado e, de preferência, com experiência em ansiedade e trauma. Abordagens como Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia do Esquema ou terapias focadas em trauma costumam ajudar bastante nesses casos. Mas mais importante do que o rótulo da abordagem é a qualidade do vínculo e a experiência do profissional com esse tipo de demanda. Pelo nível de intensidade dos sintomas físicos e das crises de pânico que você mencionou, também faz sentido considerar uma avaliação com psiquiatra. Não necessariamente para usar medicação, mas para avaliar o quadro de forma mais completa. Em muitos casos, o tratamento funciona melhor com a combinação dos dois — psicoterapia para trabalhar as causas e estratégias, e psiquiatria como suporte, se necessário. Talvez valha você se perguntar: o que hoje mais te incomoda — as crises, a desconfiança, os pensamentos ou o impacto físico? Em quais momentos isso piora? E o quanto isso tem interferido na sua rotina e nas suas relações? Essas respostas ajudam a direcionar melhor o início do tratamento. Você já deu um passo importante ao reconhecer tudo isso e começar a se organizar para buscar ajuda. Não precisa ter todas as respostas antes de começar — o próprio processo vai te ajudar a construir isso com mais clareza. Caso precise, estou à disposição.

Larissa Zani

Larissa Zani

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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É muito importante você estar dando esse passo — isso já mostra uma força enorme, mesmo com tudo que você viveu. Pelo que você descreve (ansiedade desde cedo, traumas, crises de pânico, oscilação emocional, sintomas físicos intensos), o mais indicado é começar por um psicólogo. Ele vai fazer uma escuta mais aprofundada, entender sua história e te ajudar a organizar tudo isso com cuidado e no seu tempo. Se possível, procure um psicólogo que trabalhe com: – Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda bastante com ansiedade, pensamentos e crises ou – abordagens focadas em trauma (como EMDR ou terapias integrativas), que trabalham experiências passadas que ainda impactam hoje Durante o processo, esse próprio profissional pode avaliar se há necessidade de encaminhamento para um psiquiatra. O psiquiatra entra quando os sintomas estão muito intensos (como crises de pânico frequentes, insônia forte, sintomas físicos importantes), podendo ajudar com medicação para estabilizar, enquanto a terapia trabalha as causas. Ou seja, não precisa escolher “um só” agora: comece com psicólogo e, se necessário, associe com psiquiatra depois O mais importante não é acertar a abordagem perfeita de primeira, mas encontrar um profissional com quem você se sinta segura. O vínculo terapêutico faz muita diferença. E algo essencial: nada do que você descreveu é “frescura” ou exagero. Seu corpo e sua mente estão reagindo a tudo que foi vivido, e isso tem tratamento. Você não precisa dar conta disso sozinha.


Antes de tudo, é importante dizer que buscar ajuda já é um passo muito significativo, especialmente depois de tantas experiências difíceis. Pelo que você descreve, começar com um psicólogo pode ser um bom caminho. Na terapia você terá um espaço seguro de escuta e acolhimento, ajudando a compreender melhor sua história, suas emoções e os impactos dessas vivências ao longo do tempo. Em paralelo, pode ser importante também a avaliação com um psiquiatra, principalmente por conta das crises de pânico, da ansiedade intensa e dos sintomas físicos. Caso seja necessário, o uso de medicação pode ajudar a trazer mais estabilidade para que o processo terapêutico aconteça com mais suporte. Você não precisa ter todas as respostas agora. O processo começa justamente com alguém disposto a te ouvir, no seu ritmo, com respeito e sem julgamentos.


Sobre esses padrões comportamentais: alta desconfiança, ansiedade, memórias traumáticas, bullying, isolamento social, fugas experienciais, ansiedade e pânico; a psicologia teria muito a contribuir. Para aspectos mais fisiológicos como enxaqueca, vômito e refluxo (além da ansiedade/pânico, incontinência emocional), um profissional médico/psiquiatra seria um suporte fundamental. No seu caso, ambos os profissionais poderiam oferecer cuidados muito proveitosos e de grande valia. Se for necessário escolher, avalie quais sintomas são mais significativos, se os comportamentais (então escolha um psicólogo) ou orgânicos (então escolha um médico).


Olá, tudo bem? Pelo que você contou, você passou por muitas coisas difíceis e faz sentido que isso ainda te afete hoje. Esses sintomas que você descreveu não são exagero, são sinais de que seu corpo e sua mente estão sobrecarregados há bastante tempo. Um caminho pra se sentir mais seguro, pode ser começar procurando um psicólogo. É esse profissional que vai te escutar de verdade, com calma, te ajudar a entender tudo isso e ir organizando essas experiências e sentimentos aos pouquinhos. E, como seus sintomas são bem intensos, também pode ser importante passar por um psiquiatra, não porque é grave demais, mas porque às vezes a medicação ajuda a dar um alívio inicial e te deixa mais estável pra conseguir se cuidar melhor. Sobre as diferentes abordagens, não precisa se preocupar muito com isso agora. O mais importante é você se sentir seguro com o profissional, sentir que pode falar sem medo e que está sendo compreendido. O que você viveu explica muita coisa do que você sente hoje, mas isso não significa que você vai ficar assim pra sempre. Dá pra cuidar disso, sim, no seu tempo e com ajuda profissional. Se você quiser, eu também faço esse tipo de acompanhamento e posso te ajudar nesse processo com cuidado e sem julgamentos. Estou à disposição pra caminhar com você nisso!


É admirável que você esteja reunindo coragem e recursos para cuidar de si; esse é o passo mais importante para transformar a sobrevivência em uma vida com mais sentido. Pelo que você descreve — um histórico de traumas profundos, sintomas físicos severos e essa sensação constante de alerta e insegurança — o ideal é buscar um trabalho conjunto entre psicólogo e psiquiatra. O psiquiatra será o médico responsável por ajudar a acalmar os sintomas mais urgentes, como o pânico, o refluxo e as enxaquecas, trazendo um equilíbrio químico que permitirá que você consiga olhar para suas feridas sem se sentir tão sobrecarregada fisicamente. Já o psicólogo será o profissional que caminhará ao seu lado para processar os traumas de infância, entender essa necessidade de "fugir da realidade" e reconstruir sua segurança interna. Dentro da psicologia, busque por profissionais que trabalhem com abordagens focadas em trauma e regulação emocional, como as Terapias Cognitivas e Contextuais, que olham para o ser humano além dos diagnósticos. Eu estou aqui para te oferecer exatamente esse suporte. Minha prática é voltada para ajudar pessoas a processarem histórias difíceis e a encontrarem alívio para crises de pânico e inseguranças profundas, sempre com muito respeito ao seu tempo e ao seu sofrimento. Você não precisa mais carregar esse peso sozinha nem tentar decifrar tudo por conta própria. Vamos dar esse primeiro passo juntas para descobrir quem você é para além dos seus traumas? Agende sua consulta e vamos começar esse processo de cura.


Pelo que você descreve, é bem provável que o cuidado mais indicado envolva psicólogo(a) e psiquiatra trabalhando em conjunto. O(a) psicólogo(a) pode ajudar a compreender sua história, seus traumas, suas crises, seus padrões de insegurança, isolamento, ansiedade e sofrimento emocional. Você não precisa chegar sabendo exatamente “qual é o seu problema”; parte do processo é justamente organizar tudo isso e trabalhar novos padrões de pensamentos e comportamentos. O(a) psiquiatra também parece importante no seu caso, principalmente pela intensidade dos sintomas: crises de pânico, choro repentino, enxaqueca forte, vômitos, refluxo e estresse severo. Esse profissional pode avaliar se há algum transtorno associado e se existe necessidade de medicação para estabilizar os sintomas. Então, eu começaria por um(a) psicólogo(a) com CRP ativo e, se possível, também buscaria uma avaliação psiquiátrica.

Dra. Jamile Lima Pio

Dra. Jamile Lima Pio

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Com base nos sintomas relatados (traumas, pânico, dissociação), a melhor abordagem é iniciar com um psiquiatra para avaliação diagnóstica e, simultaneamente, buscar um psicólogo com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou abordagens focadas em trauma. Essa combinação trata tanto as causas físicas quanto as emocionais.


Antes de tudo, quero te dizer: faz muito sentido você se sentir assim depois de tudo o que viveu. Você não está exagerando — seu corpo e sua mente aprenderam a funcionar em alerta por muito tempo. E o fato de você estar juntando dinheiro e criando coragem para se cuidar já mostra o quanto você quer mudar isso. Isso é um passo muito importante. Sobre qual profissional procurar: o mais indicado para começar é um psicólogo. É na terapia que você vai conseguir falar sobre esses traumas, entender esses padrões (ansiedade, crises, insegurança, desconfiança) e começar a reorganizar tudo isso com mais segurança. * o psiquiatra entra quando há necessidade de medicação, principalmente se as crises estão muito intensas (como pânico, enxaqueca forte, vômito, insônia). Mas, mesmo nesses casos, o ideal é fazer junto com a terapia. Ou seja: não precisa escolher “um ou outro” agora. Você pode começar pela terapia, e, se necessário, o próprio profissional vai te orientar sobre encaminhamento. O mais importante não é acertar “a vertente perfeita”, e sim encontrar um profissional com quem você se sinta segura para começar. No meu trabalho, eu utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental junto com a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), justamente para ajudar pessoas que passaram por experiências difíceis a lidarem com ansiedade, crises e inseguranças, de forma mais leve e estruturada. Se tudo isso que você descreveu já está te causando sofrimento, te deixando em alerta constante ou dificultando sua vida, eu posso te ajudar a começar esse processo com mais cuidado e segurança, no seu ritmo!

Dra. Lara Almeida

Dra. Lara Almeida

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Pelo que você descreve, o mais indicado é começar com um psicólogo. A psicoterapia é o espaço para compreender esses traumas, a ansiedade, as crises e tudo o que você vem carregando ao longo do tempo. É um processo que vai te ajudar a organizar essas experiências e desenvolver mais estabilidade emocional. O psiquiatra pode ser importante também, principalmente se as crises de pânico, a ansiedade ou os sintomas físicos estiverem muito intensos. Ele avalia a necessidade de medicação, se for o caso. Então, de forma simples: Psicólogo → base do tratamento Psiquiatra → apoio, se necessário O mais importante é que você já deu o passo mais difícil, que é decidir se cuidar.


Antes de tudo, é importante dizer que o que você está sentindo é válido e merece cuidado. Você descreve uma história com muitas experiências difíceis e sintomas que vêm se repetindo há bastante tempo, como ansiedade, crises de pânico, insegurança e impactos físicos do estresse. Isso não é algo pequeno, e faz sentido que esteja buscando ajuda agora. Sobre qual profissional procurar, existem algumas possibilidades que podem se complementar: O psicólogo é o profissional que vai trabalhar com você na psicoterapia, ajudando a entender sua história, os padrões emocionais, os pensamentos e comportamentos que se repetem, além de desenvolver estratégias para lidar com tudo isso no dia a dia. Dentro da abordagem cognitivo-comportamental, por exemplo, o foco é justamente te ajudar a compreender esses ciclos e encontrar formas mais práticas e eficazes de enfrentamento. O psiquiatra é um médico que pode avaliar a necessidade de medicação, especialmente quando os sintomas estão mais intensos, como crises de pânico frequentes, dificuldade importante para dormir, se alimentar ou funcionar no dia a dia. Em muitos casos, o acompanhamento com psicólogo já é um ótimo primeiro passo. A partir disso, se houver necessidade, o próprio profissional pode te orientar sobre uma avaliação psiquiátrica. Pelo que você descreve, iniciar a psicoterapia pode te ajudar muito a organizar tudo isso com mais cuidado, entender a origem desses sentimentos e começar a construir caminhos mais seguros para lidar com eles. E um ponto importante: você não precisa ter todas as respostas antes de começar. Buscar ajuda já é um passo grande. Se fizer sentido para você, a psicoterapia pode ser um espaço acolhedor para olhar para tudo isso com mais profundidade e, aos poucos, encontrar formas mais leves de lidar com o que você vem carregando há tanto tempo.


Oi! Pelo que você descreve, faz muito sentido começar por uma psicóloga ou psicólogo clínico. A psicoterapia pode te ajudar a organizar essa história com cuidado, entender o que é ansiedade, o que pode estar ligado a trauma, pânico, insegurança, isolamento, sintomas no corpo e essas formas de “fugir da realidade” que muitas vezes aparecem quando a vida ficou difícil demais por muito tempo. Você não precisa chegar sabendo exatamente “qual é o seu problema”. Isso também é parte do processo. Um bom profissional vai te escutar, avaliar com calma e, se perceber que há necessidade de medicação ou de uma avaliação mais específica, pode te encaminhar para um psiquiatra. O psiquiatra é médico e pode ajudar principalmente quando há crises de pânico intensas, sofrimento muito alto, sintomas físicos importantes, sono muito alterado, depressão, pensamentos de risco ou quando a ansiedade está impedindo a vida de funcionar. Sobre as abordagens, eu diria para procurar alguém que trabalhe com traumas, ansiedade e pânico, e com quem você se sinta minimamente segura. Mais do que escolher “a vertente perfeita”, é importante encontrar uma escuta cuidadosa, ética, que não te julgue e que respeite seu tempo. Quando houve muita agressão, bullying, medo e solidão, o vínculo terapêutico precisa ser um lugar de confiança, não de pressão. Então, um bom caminho seria: começar com psicoterapia e, se necessário, fazer também acompanhamento psiquiátrico. Não é uma coisa contra a outra. Muitas vezes, os dois cuidados caminham juntos. E queria te dizer uma coisa: criar coragem para buscar ajuda depois de tanta coisa já é um movimento muito importante. O que você viveu não precisa continuar sendo carregado sozinha. Espero ter ajudado. Um abraço!


O tratamento necessário, neste caso, pode ser tanto com o psicólogo quanto com o psiquiatra. Pelo que descreveu, há vivências de sofrimento desde muito cedo, o que acarreta consequências na vida adulta, como sintomas físicos e danos psicológicos. O psicólogo poderá te ajudar em relação a toda a dinâmica (cognitiva, existencial, comportamental) e o psiquiatra com os sintomas apresentados.


O que você descreve parece carregar muitas experiências difíceis acumuladas ao longo do tempo, e faz sentido que exista essa dúvida sobre por onde começar. Quando a gente passa muitos anos tentando lidar sozinho com ansiedade, medo, crises, insegurança, traumas e uma sensação constante de alerta, às vezes tudo começa a parecer misturado e até difícil de nomear. Pelo que você relata, me parece que o mais importante agora não é encontrar “o profissional perfeito” ou a abordagem exata logo de início, mas encontrar um espaço em que você consiga começar a falar sobre tudo isso com segurança e continuidade. Um psicólogo pode ser um bom primeiro passo justamente para ajudar você a compreender melhor o que vem acontecendo, como essas experiências da infância ainda aparecem hoje e como isso tem afetado sua vida, seu corpo, seus relacionamentos e sua forma de se sentir no mundo. Muitas vezes, ao longo do próprio processo, vai ficando mais claro também se existe necessidade de um acompanhamento psiquiátrico junto — especialmente quando há crises muito intensas, ansiedade muito elevada, dificuldade para dormir, pânico ou sofrimento emocional que esteja muito difícil de sustentar sozinho. E acho importante dizer também que você não precisa chegar já sabendo exatamente “qual é o seu problema” ou com um diagnóstico definido. A terapia não precisa começar a partir de uma resposta pronta. Às vezes ela começa justamente desse lugar de confusão, medo, excesso e tentativa de entender o que está acontecendo consigo mesma. Talvez mais importante do que escolher uma linha teórica específica neste momento seja perceber se você se sente minimamente acolhida, escutada e à vontade com o profissional. Porque o vínculo e a possibilidade de construir confiança costumam fazer muita diferença no processo.


Olá tudo bem ? O melhhor profissional neste momento seria um psicologo, pois esse profissional vai poder avaliar todo seu historico de vida e identificar como poderá te ajudar. Os sintomas fisicos tem ligação direta com nosso emocional, independente da abordagem ou vertente que o profissional seguir é muito importante que você se sinta a vontade para falar sobre seus sentimentos. Espero ter ajudado


Sinto muito pelo sofrimento que vens passando. No seu caso, começaria com uma consulta com psicólogo da Terapia Cognitiva Comportamental -TCC.


pelo que você descreve, existe um sofrimento antigo, complexo e com impacto emocional e físico importante. nesse caso, o psicólogo é um bom ponto de partida, especialmente um profissional com experiência em trauma, ansiedade e regulação emocional. a psicoterapia pode ajudar a organizar sua história, compreender seus sintomas e construir recursos para lidar com eles. pela intensidade dos sintomas, crises de pânico, vômitos, enxaquecas, estresse severo e sofrimento persistente, também pode ser importante uma avaliação psiquiátrica, não como substituição da terapia, mas como cuidado complementar. não precisa escolher isso tudo sozinha de uma vez. começar por uma avaliação psicológica já pode ajudar a organizar os próximos passos. em muitos casos, o primeiro tratamento não é “resolver tudo”, mas finalmente ter um lugar seguro para entender o que aconteceu com você.


Existem diferenças entre as abordagens dos profissionais citados. Psiquiatras embora possam realizar psicoterapia possuem um enfoque biológico e na utilização de medicações. Terapeutas não necessariamente possuem formação em psicologia e caso busque um profissional que se descreve como tal, pode ser importante verificar a formação e inscrição no Conselho Regional de Psicologia (CRP). Psicólogos são profissionais que possuem formação em psicologia, realizada comumente no decorrer de 5 anos e possuem registro no Conselho Regional de Psicologia, possuindo uma atuação focada em um modelo geral de saúde (Biológico, Psicológico, Social e Espiritual), regidos por um código de ética que irão buscar compreender sua história de vida e contexto geral para buscar as origens das questões.


Pelo que você descreve, o primeiro passo seria buscar um psicólogo. A psicoterapia permitirá uma avaliação aprofundada da sua história, dos sintomas e do impacto que eles têm na sua vida, além de oferecer um espaço seguro para trabalhar questões como ansiedade, traumas, insegurança e crises de pânico. Como você relata sintomas intensos, como crises de pânico, sofrimento persistente, sintomas físicos importantes e traumas desde a infância, também pode ser indicado realizar uma avaliação com um psiquiatra. Caso haja necessidade, ele poderá avaliar se o uso de medicação pode auxiliar no controle dos sintomas enquanto o tratamento psicológico acontece. Não é possível definir um diagnóstico apenas pelo seu relato, pois diferentes condições podem apresentar sintomas semelhantes. O mais importante é que você já deu um passo fundamental: reconhecer que precisa de ajuda e decidir buscar tratamento. Quanto à abordagem terapêutica, o fator que mais contribui para bons resultados é encontrar um profissional com quem você se sinta acolhida, segura e estabeleça uma boa relação terapêutica. A partir de uma avaliação inicial, o próprio psicólogo poderá indicar, se necessário, outros profissionais para um acompanhamento conjunto. Parabéns pela coragem de iniciar esse processo. Buscar ajuda é um investimento na sua saúde emocional e pode fazer uma grande diferença na sua qualidade de vida.


Pelo que você descreve, o mais indicado é iniciar com um psicólogo clínico, preferencialmente com experiência em trauma, ansiedade e regulação emocional, para fazer uma avaliação e iniciar psicoterapia. Pela psicanálise, esses sintomas podem ser entendidos como expressões de experiências precoces de sofrimento que ainda não foram simbolizadas e continuam atuando no presente, aparecendo em forma de ansiedade, pânico, insegurança e reações físicas intensas, o que torna importante um espaço de escuta contínua para elaboração dessa história. Em paralelo, também é recomendável uma avaliação com psiquiatra, não como substituição da terapia, mas como suporte caso seja necessário manejo medicamentoso para estabilizar sintomas mais intensos enquanto o trabalho psicológico acontece.


Primeiramente, quero reconhecer a coragem que você teve em compartilhar tudo isso e em decidir buscar ajuda. Pelo seu relato, esse sofrimento está presente há muitos anos e envolve diferentes aspectos da sua vida. Isso, por si só, já mostra que vale a pena procurar um acompanhamento profissional. Pela minha prática clínica, antes de tentar identificar um diagnóstico específico, o mais importante é compreender quais processos estão mantendo esse sofrimento. Você relata ansiedade, crises de pânico, insegurança, dificuldades relacionadas a experiências traumáticas na infância, além de sintomas físicos importantes. Esses sinais podem estar relacionados a diferentes condições psicológicas, e não é possível definir um diagnóstico apenas pela descrição dos sintomas. Minha recomendação é que você procure um psicólogo, preferencialmente que trabalhe com uma abordagem baseada em evidências, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Durante a avaliação, o profissional investigará sua história, o contexto em que os sintomas surgem, a frequência, a intensidade e o impacto que eles têm na sua vida. Isso permitirá compreender o quadro de forma mais ampla e elaborar um plano de tratamento individualizado. Também é importante entender que sentir ansiedade faz parte da experiência humana. A ansiedade é uma emoção natural e tem a função de nos preparar para lidar com desafios. Ela passa a merecer atenção clínica quando se torna muito intensa, frequente ou começa a causar sofrimento e prejuízos importantes, como parece estar acontecendo no seu caso. Caso o psicólogo identifique que seus sintomas podem se beneficiar também de tratamento medicamentoso, ele poderá orientá-la a procurar um psiquiatra, que poderá avaliar essa necessidade. Os dois profissionais costumam atuar de forma complementar. Ao escolher um psicólogo, verifique se ele possui registro ativo no Conselho Regional de Psicologia (CRP) e procure conhecer sua forma de trabalho. Mais do que encontrar um diagnóstico rapidamente, o objetivo é construir um espaço seguro para compreender sua história, tratar o sofrimento e ajudá-la a desenvolver estratégias para recuperar sua qualidade de vida.

Dra. Maiara Correa

Dra. Maiara Correa

Psicólogo

Florianópolis

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Que bom que você está se permitindo dar esse passo. Juntar coragem e dinheiro pra começar um tratamento já é, em si, um movimento de cuidado — e mostra que seu sistema nervoso está pedindo, há tempos, um espaço seguro pra processar tudo isso. Vou te ajudar a entender as diferenças, porque a confusão entre os termos é super comum: Psicólogo(a) é o profissional formado em Psicologia, registrado no Conselho Regional de Psicologia (CRP), habilitado a fazer psicoterapia. É quem vai te acompanhar no processo de entender os padrões que se formaram a partir das suas vivências — as fugas de realidade, a hipervigilância, o choro repentino, os medos que vêm de muito tempo. Verifique sempre o número de CRP antes de agendar. "Terapeuta" é um termo mais amplo e sem regulamentação exclusiva — pode incluir psicólogos, mas também outras abordagens não regulamentadas e sem resultados comprovados cientificamente. Pra terapia com base científica e ética profissional garantida, o caminho mais seguro é buscar especificamente um(a) psicólogo(a) com CRP ativo. Psiquiatra é uma pessoa formada em medicina, pode prescrever medicação e é fundamental quando o corpo está manifestando sofrimento de forma intensa — enxaqueca forte, vômito, refluxo em resposta ao estresse são sinais de que seu sistema nervoso está em um estado de ativação bem alto. Porém, a grande diferença entre psicólogo e psiquiatra é que o psiquiatra não faz encontros semanais para entender o seu problema de forma mais ampla e aprofundada. Nesses casos, muita gente se beneficia muito mais do acompanhamento psiquiátrico em paralelo à psicoterapia, especialmente enquanto o corpo aprende, aos poucos, a sair desse estado de alerta constante. Pelo que você descreve — histórico de traumas de infância, crises de pânico, sintomas físicos intensos e um padrão antigo de desconfiança e insegurança — eu recomendaria começar por psicoterapia com um(a) psicólogo(a) que trabalhe com trauma, e considerar, junto com ele(a), se uma avaliação psiquiátrica também faz sentido pro seu caso. Muitas vezes os dois caminham juntos, e é o próprio processo terapêutico que vai te ajudar a mapear isso com mais clareza. Você não precisa ter certeza de nada antes de começar. O processo é exatamente o espaço pra descobrir isso, com apoio. Se quiser, posso conversar com você numa sessão inicial pra entendermos juntas o melhor caminho — sem pressa, no seu tempo.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. Pelos sintomas que você descreve, traumas de infância, crises de pânico, paranoia, insegurança profunda, enxaquecas por estresse, choro reprimido e ansiedade desde a adolescência, o profissional mais indicado para começar é um psicólogo clínico, preferencialmente com experiência em trauma, ansiedade e regulação emocional. Ele fará uma avaliação completa e poderá indicar, se necessário, acompanhamento conjunto com um psiquiatra, especialmente se as crises forem intensas ou houver impacto físico significativo. Não é preciso escolher “a abordagem perfeita” agora; o mais importante é iniciar com alguém que trabalhe com trauma (Terapia do Esquema, EMDR, TCC focada em trauma). Depois, vocês ajustam juntos. O psiquiatra entra quando há sintomas que ultrapassam o emocional e atingem o corpo, como vômito, enxaqueca e pânico. Você está fazendo o certo ao buscar ajuda agora. Atenciosamente, Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


Pelo que você compartilhou, acredito que o melhor caminho seja começar por um psicólogo. Você descreve um sofrimento que parece acompanhar sua vida há bastante tempo, com ansiedade, traumas da infância, crises de pânico e sintomas físicos que merecem ser acolhidos e compreendidos com cuidado. Também pode ser importante consultar um psiquiatra, principalmente para avaliar as crises de pânico e verificar se algum tratamento complementar seria indicado. Não é possível saber exatamente o que está acontecendo apenas pelo seu relato, mas o fato de você estar buscando ajuda já é um passo muito importante. Você não precisa lidar com tudo isso sozinha, e um acompanhamento adequado pode ajudá-la a entender melhor o que está vivendo e a encontrar formas de aliviar esse sofrimento.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.