Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança
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Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança de ter ansiedade desde a adolescência, tenho muitos traumas de infância que ainda me afetam (como agressão dos pais, problemas de atenção, bullying (psicológico) por colegas da escola e familiares, solidão, isolamento e muitas fugas da realidade por divagação), também sou bem paranoica desde criança, insegura, tenho crises de pânico e choro repentinas, estresses severos que me dão enxaqueca forte e vômito ou refluxo no estômago e trauma de chorar. Recentemente, finalmente estou criando coragem e juntando dinheiro para começar a me tratar e descobrir meus reais problemas, mas não faço ideia de qual profissional especifico eu deveria ir, já que tem tantas vertentes e tipos.
Olá!
Sinto muito pelas experiências em que você esteve exposta, o fato de estar buscando ajuda já é um passo muito importante e corajoso.
Diante de uma história com diferentes questões, pode ser muito interessante iniciar com um psicólogo (que é quem faz terapia). A psicoterapia é um espaço onde você poderá organizar melhor suas demandas, compreender suas vivências e construir, junto com o profissional, um caminho de cuidado que faça sentido para você.
Ao longo desse processo, caso seja identificado que alguns sintomas estão muito intensos, como crises de pânico, ansiedade elevada ou impactos físicos (como enxaqueca, vômitos, etc.), pode ser indicada também uma avaliação com um psiquiatra. Esse profissional pode auxiliar, quando necessário, com medicação, contribuindo para estabilizar os sintomas e facilitar seu processo terapêutico.
É importante destacar que psicoterapia e psiquiatria não se excluem, pelo contrário, muitas vezes funcionam de forma complementar.
Você não precisa decidir tudo de uma vez. Começar pela psicoterapia já pode te ajudar a ter mais clareza sobre suas necessidades e sobre os próximos passos. Além disso, ter alguém testemunhando seu processo pode ser transformador.
Alex Mendes - Psicologia
Sinto muito pelas experiências em que você esteve exposta, o fato de estar buscando ajuda já é um passo muito importante e corajoso.
Diante de uma história com diferentes questões, pode ser muito interessante iniciar com um psicólogo (que é quem faz terapia). A psicoterapia é um espaço onde você poderá organizar melhor suas demandas, compreender suas vivências e construir, junto com o profissional, um caminho de cuidado que faça sentido para você.
Ao longo desse processo, caso seja identificado que alguns sintomas estão muito intensos, como crises de pânico, ansiedade elevada ou impactos físicos (como enxaqueca, vômitos, etc.), pode ser indicada também uma avaliação com um psiquiatra. Esse profissional pode auxiliar, quando necessário, com medicação, contribuindo para estabilizar os sintomas e facilitar seu processo terapêutico.
É importante destacar que psicoterapia e psiquiatria não se excluem, pelo contrário, muitas vezes funcionam de forma complementar.
Você não precisa decidir tudo de uma vez. Começar pela psicoterapia já pode te ajudar a ter mais clareza sobre suas necessidades e sobre os próximos passos. Além disso, ter alguém testemunhando seu processo pode ser transformador.
Alex Mendes - Psicologia
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Olá, agradeço por compartilhar sua história. Sei que não é fácil dar esse passo.
Pelos aspectos que você descreve, como ansiedade persistente desde a adolescência, experiências traumáticas na infância, insegurança, desconfiança e impactos físicos do estresse, é muito importante buscar um acompanhamento profissional. E o fato de você estar criando coragem e se organizando para isso já é um movimento muito significativo.
O psicólogo é o profissional indicado para trabalhar questões emocionais, traumas, ansiedade, padrões de comportamento e sofrimento psíquico por meio da psicoterapia. Já o psiquiatra é um médico que pode avaliar a necessidade de medicação, especialmente quando há crises intensas, sintomas físicos importantes ou um sofrimento mais agudo. Em muitos casos, o acompanhamento conjunto entre psicólogo e psiquiatra pode ser o mais adequado.
No meu caso sou psicólogo psicanalista, meu trabalho é oferecer um espaço de escuta, onde você possa compreender as origens desses sentimentos, elaborar os traumas vividos e entender como essas experiências continuam afetando sua vida hoje. A psicanálise busca não apenas aliviar os sintomas, mas acessar as causas mais profundas do sofrimento, respeitando seu tempo e sua história.
Iniciar um processo psicoterapêutico pode te ajudar a entender melhor sua ansiedade e suas crises, elaborar vivências difíceis da infância, trabalhar inseguranças e encontrar formas mais saudáveis de lidar com emoções intensas. Caso os sintomas físicos estejam muito presentes, uma avaliação com psiquiatra também pode ser um complemento importante.
O mais importante é que você não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Buscar ajuda é um passo fundamental e muito corajoso.
Se fizer sentido para você, fico à disposição para te acompanhar nesse processo.
Pelos aspectos que você descreve, como ansiedade persistente desde a adolescência, experiências traumáticas na infância, insegurança, desconfiança e impactos físicos do estresse, é muito importante buscar um acompanhamento profissional. E o fato de você estar criando coragem e se organizando para isso já é um movimento muito significativo.
O psicólogo é o profissional indicado para trabalhar questões emocionais, traumas, ansiedade, padrões de comportamento e sofrimento psíquico por meio da psicoterapia. Já o psiquiatra é um médico que pode avaliar a necessidade de medicação, especialmente quando há crises intensas, sintomas físicos importantes ou um sofrimento mais agudo. Em muitos casos, o acompanhamento conjunto entre psicólogo e psiquiatra pode ser o mais adequado.
No meu caso sou psicólogo psicanalista, meu trabalho é oferecer um espaço de escuta, onde você possa compreender as origens desses sentimentos, elaborar os traumas vividos e entender como essas experiências continuam afetando sua vida hoje. A psicanálise busca não apenas aliviar os sintomas, mas acessar as causas mais profundas do sofrimento, respeitando seu tempo e sua história.
Iniciar um processo psicoterapêutico pode te ajudar a entender melhor sua ansiedade e suas crises, elaborar vivências difíceis da infância, trabalhar inseguranças e encontrar formas mais saudáveis de lidar com emoções intensas. Caso os sintomas físicos estejam muito presentes, uma avaliação com psiquiatra também pode ser um complemento importante.
O mais importante é que você não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Buscar ajuda é um passo fundamental e muito corajoso.
Se fizer sentido para você, fico à disposição para te acompanhar nesse processo.
Olá, como tem passado ?
Diante de um quadro como esse, o mais prudente não é pensar em “qual único profissional eu devo escolher”, mas em qual combinação de cuidado melhor acolhe a complexidade do sofrimento. Quando há história de traumas infantis, crises de pânico, choro repentino, sintomas físicos intensos ligados ao estresse e um sofrimento que se arrasta desde a adolescência, costuma fazer muito sentido buscar um(a) psicólogo(a) para psicoterapia e também um(a) psiquiatra para avaliação clínica.
Também ajuda separar os nomes: “terapeuta” é um termo mais amplo; psicólogo(a) é o profissional da Psicologia que pode realizar avaliação e psicoterapia; e psiquiatra é o médico especialista em saúde mental. No seu caso, se fosse para pensar em prioridade prática, eu diria que valeria procurar um(a) psicólogo(a) , mas sem adiar uma consulta com psiquiatra, porque a intensidade das crises e dos sintomas corporais merece avaliação cuidadosa.
E, se houver dificuldade financeira, também é importante lembrar que no Brasil a porta de entrada pode ser a UBS e, em situações de sofrimento psíquico mais importante ou crise, os CAPS oferecem acolhimento, acompanhamento e atendimento de crise, inclusive com acesso direto em muitos casos, além de existirem projetos de atendimentos mais em conta também, tanto psicológicos quanto psiquiátricos.
Sob uma leitura mais psicanalítica, porém, há algo fundamental: nem sempre o essencial é apenas nomear um transtorno, mas compreender como a história de violência, humilhação, solidão e medo foi sendo inscrita no corpo e na vida psíquica. Muitas vezes, pânico, desconfiança, insegurança, fugas da realidade e sofrimento somático aparecem como formas de expressão de marcas traumáticas antigas que não puderam ser simbolizadas suficientemente. Por isso, além da avaliação psiquiátrica quando necessária, pode ser muito fecundo buscar um psicanalista, de preferência um profissional sério, qualificado e com quem você sinta possibilidade de vínculo, para que esse sofrimento não seja tratado apenas como um conjunto de sintomas, mas também como uma história que precisa encontrar escuta, elaboração e sentido.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Diante de um quadro como esse, o mais prudente não é pensar em “qual único profissional eu devo escolher”, mas em qual combinação de cuidado melhor acolhe a complexidade do sofrimento. Quando há história de traumas infantis, crises de pânico, choro repentino, sintomas físicos intensos ligados ao estresse e um sofrimento que se arrasta desde a adolescência, costuma fazer muito sentido buscar um(a) psicólogo(a) para psicoterapia e também um(a) psiquiatra para avaliação clínica.
Também ajuda separar os nomes: “terapeuta” é um termo mais amplo; psicólogo(a) é o profissional da Psicologia que pode realizar avaliação e psicoterapia; e psiquiatra é o médico especialista em saúde mental. No seu caso, se fosse para pensar em prioridade prática, eu diria que valeria procurar um(a) psicólogo(a) , mas sem adiar uma consulta com psiquiatra, porque a intensidade das crises e dos sintomas corporais merece avaliação cuidadosa.
E, se houver dificuldade financeira, também é importante lembrar que no Brasil a porta de entrada pode ser a UBS e, em situações de sofrimento psíquico mais importante ou crise, os CAPS oferecem acolhimento, acompanhamento e atendimento de crise, inclusive com acesso direto em muitos casos, além de existirem projetos de atendimentos mais em conta também, tanto psicológicos quanto psiquiátricos.
Sob uma leitura mais psicanalítica, porém, há algo fundamental: nem sempre o essencial é apenas nomear um transtorno, mas compreender como a história de violência, humilhação, solidão e medo foi sendo inscrita no corpo e na vida psíquica. Muitas vezes, pânico, desconfiança, insegurança, fugas da realidade e sofrimento somático aparecem como formas de expressão de marcas traumáticas antigas que não puderam ser simbolizadas suficientemente. Por isso, além da avaliação psiquiátrica quando necessária, pode ser muito fecundo buscar um psicanalista, de preferência um profissional sério, qualificado e com quem você sinta possibilidade de vínculo, para que esse sofrimento não seja tratado apenas como um conjunto de sintomas, mas também como uma história que precisa encontrar escuta, elaboração e sentido.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Bom dia.
Sugiro que você comece procurando um psicólogo, este profissional poderá avaliar e iniciar o tratamento. Neste momento, entendo que seja importante você considerar a forma como o profissional trabalho, avaliando se você se sente à vontade e interessada em continuar.
Sugiro que você comece procurando um psicólogo, este profissional poderá avaliar e iniciar o tratamento. Neste momento, entendo que seja importante você considerar a forma como o profissional trabalho, avaliando se você se sente à vontade e interessada em continuar.
Olá, boa tarde. É muito importante ter coragem para desvendar suas questões. Pelo que você disse, tem muitos sintomas que são desencadeado por traumas. O tratamento psicoterapêutico é muito indicado, pois, através da fala, você pode elaborar suas questões. Pelo que você disse, você já está procurando descobrir seus reais problemas, sendo assim, é um ponto ótimo para iniciar uma análise.
O mais importante é encontrar um espaço seguro, acolhedor e sem julgamentos onde você possa se expressar e se compreender com profundidade. Nesse sentido, começar com um psicólogo clínico costuma ser o caminho mais indicado, pois esse profissional pode te ajudar a explorar suas experiências, traumas e padrões emocionais com cuidado e no seu ritmo. Ao mesmo tempo, considerando que você relata crises de pânico intensas e sintomas físicos fortes, pode ser importante também uma avaliação com um psiquiatra, não como substituto da terapia, mas como complemento caso haja necessidade de suporte medicamentoso para estabilizar esses sintomas. Resumindo, você não precisa ter tudo definido agora: começar por um psicólogo já é um passo significativo, e ele próprio poderá te orientar sobre encaminhamentos, sempre respeitando sua autonomia e seu processo.
Olá, boa tarde.
O mais recomendado para ansiedade é a busca de um psicólogo e um psiquiatra.
Um psicólogo irá te ajudar a lidar com as causas do seu sofrimento. Vocês terão conversas em prol de alinhar o que precisa ser feito para que suas questões sejam resolvidas ou atenuadas.
Já o psiquiatra te ajudará na parte química do cérebro. Te ajudando a aliviar os sintomas de ansiedade que você sente.
O mais recomendado para ansiedade é a busca de um psicólogo e um psiquiatra.
Um psicólogo irá te ajudar a lidar com as causas do seu sofrimento. Vocês terão conversas em prol de alinhar o que precisa ser feito para que suas questões sejam resolvidas ou atenuadas.
Já o psiquiatra te ajudará na parte química do cérebro. Te ajudando a aliviar os sintomas de ansiedade que você sente.
Agir em prol de si, como você relatou, é extremamente saudável. Parabéns, não pare, continue perseverando nessa busca de si mesma. Sobre o profissional a escolher, a abordagem importa, claro, faz diferença na técnica de você faz a terapia com um analista ou alguém da TCC, por exemplo, e vale pesquisar um puco sobre as abordagens. Mas o principal é a "aliança terapêutica", é você gostar da sua sessão, sentir confiança em quem está com você, sentir-se bem para falar o que quiser. Isso é construído com o tempo, mas é fundamental, sem aliança não se pode fazer muito. Mesmo que você consulte com alguém, pode ser que precise continuar procurando até encontrar. Então a dica é: não desista na primeira, siga em frente, buscando o que você quer até conseguir.
Olá, pela sua descrição há uma história familiar e social que carece de cuidados e novos entendimentos. Ao meu ver, essa é a principal causa de uma vida com tanto sofrimento emocional. Procure um Psicólogo que ele irá analisar a sua história, os seus sintomas, as suas necessidades e te encaminhará a outros profissionais se for o caso. O psicólogo é fundamental para acompanhamento semanal das suas questões.
Espero tê-la ajudado numa direção de cuidado, constância e consistência da sua vida. Boa sorte!
Espero tê-la ajudado numa direção de cuidado, constância e consistência da sua vida. Boa sorte!
Olá! É muito importante você estar buscando ajuda — isso já é um grande passo. Pelo que você descreve (ansiedade, crises de pânico, histórico de traumas e sintomas físicos), o ideal é começar com um psicólogo. Ele vai fazer uma avaliação mais completa da sua história e te ajudar a entender o que está acontecendo, além de iniciar o tratamento terapêutico. Se os sintomas estiverem muito intensos (como pânico frequente, vômitos, insônia, etc.), também pode ser importante consultar um psiquiatra, que é o médico responsável por avaliar a necessidade de medicação para ajudar na estabilização. Psicólogo e psiquiatra podem trabalhar juntos. Sobre a abordagem, a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) costuma ajudar bastante em casos de ansiedade, pânico e pensamentos intensos, mas o mais importante é você se sentir acolhida e segura com o profissional. Você não precisa acertar tudo de primeira — começar já é o mais importante. Com o tempo, o próprio profissional pode te orientar melhor sobre o caminho ideal para o seu caso.
Os três profissionais podem te ajudam em diferentes níveis - podendo até mesmo serem complementares entre si.
O psiquiatra é um médico com especialização no cuidado da saúde mental. Ele vai te avaliar e fazer um tratamento com medicação - o que pode te ajudar muito com os sintomas mais fisiológicos como o vômito, o refluxo, a enxaqueca forte e também o grau de severidade do estresse sentido.
O terapeuta precisa ser muito bem avaliado e ponderado, pois muitas terapias não exigem formação acadêmica formal (uma faculdade) e nem mesmo uma instituição que regulamente a qualidade e responsabilidade ética e profissional que o terapeuta deve ter com o paciente (diferentemente do psicólogo que responde ao Conselho de Psicologia e do médico que responde ao Conselho de Medicina). Recomenda-se que só vá até um terapeuta por indicação de um psicólogo ou psiquiatra.
O psicólogo irá te ajudar a compreender, elaborar, simbolizar e regular suas vivências psicoemocionais (como a insegurança, a ansiedade, a crise de pânico). Também te ajudará a lidar com os comportamentos e vivências difíceis (traumas, o impacto do bullying, o isolamento, a fuga da realidade e os choros repentinos). O psicólogo cuida do paciente com psicoterapia.
Há ainda uma submodalidade do psicólogo que é mais especializada em avaliação: o neurogpsicólogo. Ele realiza testes psicológicos, entrevistas e anamneses para buscar um diagnóstico psicológico mais preciso (especialmente para neurodivergências).
Dito tudo isso, o mais recomendado para o seu caso me parece ser o psicólogo. A partir de sua escuta e condução do caso, ele poderá encaminhar para os outros profissionais, caso veja necessidade.
O psiquiatra é um médico com especialização no cuidado da saúde mental. Ele vai te avaliar e fazer um tratamento com medicação - o que pode te ajudar muito com os sintomas mais fisiológicos como o vômito, o refluxo, a enxaqueca forte e também o grau de severidade do estresse sentido.
O terapeuta precisa ser muito bem avaliado e ponderado, pois muitas terapias não exigem formação acadêmica formal (uma faculdade) e nem mesmo uma instituição que regulamente a qualidade e responsabilidade ética e profissional que o terapeuta deve ter com o paciente (diferentemente do psicólogo que responde ao Conselho de Psicologia e do médico que responde ao Conselho de Medicina). Recomenda-se que só vá até um terapeuta por indicação de um psicólogo ou psiquiatra.
O psicólogo irá te ajudar a compreender, elaborar, simbolizar e regular suas vivências psicoemocionais (como a insegurança, a ansiedade, a crise de pânico). Também te ajudará a lidar com os comportamentos e vivências difíceis (traumas, o impacto do bullying, o isolamento, a fuga da realidade e os choros repentinos). O psicólogo cuida do paciente com psicoterapia.
Há ainda uma submodalidade do psicólogo que é mais especializada em avaliação: o neurogpsicólogo. Ele realiza testes psicológicos, entrevistas e anamneses para buscar um diagnóstico psicológico mais preciso (especialmente para neurodivergências).
Dito tudo isso, o mais recomendado para o seu caso me parece ser o psicólogo. A partir de sua escuta e condução do caso, ele poderá encaminhar para os outros profissionais, caso veja necessidade.
Você já deu um passo muito importante ao reconhecer isso e buscar ajuda.
O mais indicado para começar é um psicólogo, que poderá avaliar sua história, seus sintomas e te acompanhar no processo terapêutico. Diante das crises de pânico, intensidade emocional e sintomas físicos, também pode ser importante uma avaliação com psiquiatra, caso haja necessidade de medicação.
Em resumo:
Psicólogo → início do acompanhamento e compreensão do quadro
Psiquiatra → avaliação complementar, se necessário
Você não precisa saber tudo agora — começar já é o mais importante.
O mais indicado para começar é um psicólogo, que poderá avaliar sua história, seus sintomas e te acompanhar no processo terapêutico. Diante das crises de pânico, intensidade emocional e sintomas físicos, também pode ser importante uma avaliação com psiquiatra, caso haja necessidade de medicação.
Em resumo:
Psicólogo → início do acompanhamento e compreensão do quadro
Psiquiatra → avaliação complementar, se necessário
Você não precisa saber tudo agora — começar já é o mais importante.
muito importante você estar dando esse passo. Seus sintomas fazem sentido dentro da sua história, e você não precisa lidar com isso sozinha.
O ideal é começar com um psicólogo, que vai te ajudar a entender e trabalhar essas questões. Em alguns casos, o psiquiatra também pode ser importante, principalmente se os sintomas estiverem mais intensos.
Sobre abordagem, a TCC pode ajudar bastante na parte mais prática, como lidar com ansiedade, pensamentos e crises no dia a dia. Mas, pelo que você trouxe, existe uma carga emocional mais profunda ligada a experiências de infância e situações marcantes.
Por isso, integrar com abordagens como o EMDR pode fazer bastante diferença. Esse tipo de trabalho ajuda a reorganizar essas experiências que ainda estão muito ativas no sistema nervoso, reduzindo a intensidade das reações e trazendo mais sensação de segurança interna.
Você não precisa acertar tudo de primeira. O mais importante é começar com um profissional que te acolha e te faça sentir segura. A partir daí, o próprio processo vai te ajudando a ajustar o caminho.
O ideal é começar com um psicólogo, que vai te ajudar a entender e trabalhar essas questões. Em alguns casos, o psiquiatra também pode ser importante, principalmente se os sintomas estiverem mais intensos.
Sobre abordagem, a TCC pode ajudar bastante na parte mais prática, como lidar com ansiedade, pensamentos e crises no dia a dia. Mas, pelo que você trouxe, existe uma carga emocional mais profunda ligada a experiências de infância e situações marcantes.
Por isso, integrar com abordagens como o EMDR pode fazer bastante diferença. Esse tipo de trabalho ajuda a reorganizar essas experiências que ainda estão muito ativas no sistema nervoso, reduzindo a intensidade das reações e trazendo mais sensação de segurança interna.
Você não precisa acertar tudo de primeira. O mais importante é começar com um profissional que te acolha e te faça sentir segura. A partir daí, o próprio processo vai te ajudando a ajustar o caminho.
Olá. De forma suscinta e direta, psicólogo é o profissional indicado para trabalhar suas questões de ansiedade, insegurança, choro e etc. O psiquiatra é o médico que avalia diagnóstico e a necessidade de medicação, especialmente quando há sintomas mais intensos como crises de pânico, alterações físicas ou sofrimento frequente.
O ideal é um trabalho integrado dos dois.
Quanto às diferentes vertentes dentro da psicologia, penso que o mais importante é encontrar um profissional com o qual você se sinta à vontade para falar. A partir daí, o próprio processo vai te ajudando a entender o que faz sentido para você.
abraço.
O ideal é um trabalho integrado dos dois.
Quanto às diferentes vertentes dentro da psicologia, penso que o mais importante é encontrar um profissional com o qual você se sinta à vontade para falar. A partir daí, o próprio processo vai te ajudando a entender o que faz sentido para você.
abraço.
O ideal é começar com um psicólogo(a). Ele(a) vai te ajudar a entender tudo isso com profundidade e organizar um plano de tratamento.
Se houver necessidade, o próprio psicólogo pode indicar um(a) Psiquiatria (psiquiatra) para avaliar medicação, muitas vezes os dois trabalham juntos..
E eu já trabalhei com um caso semelhante, então me coloco à disposição para te acompanhar nesse processo.
Se houver necessidade, o próprio psicólogo pode indicar um(a) Psiquiatria (psiquiatra) para avaliar medicação, muitas vezes os dois trabalham juntos..
E eu já trabalhei com um caso semelhante, então me coloco à disposição para te acompanhar nesse processo.
Olá.
Pelo que você descreve, há várias experiências que te marcaram ao longo do tempo e que ainda hoje aparecem de formas diferentes — no corpo, nas emoções e no seu dia a dia. Dar atenção a isso já é um passo muito importante.
Em relação ao tipo de profissional, a psicologia pode ser um bom ponto de partida. A partir dos atendimentos, é possível compreender melhor o que você está vivendo e, se houver necessidade, o próprio profissional pode te orientar sobre a busca por outros cuidados.
Mais do que escolher a “vertente certa” antes de começar, o mais importante é encontrar um espaço em que você se sinta à vontade para falar sobre o que viveu e o que sente hoje, no seu tempo.
Iniciar esse movimento de cuidado consigo mesma já é algo muito significativo — e pode ser o começo de um caminho mais possível para você.
Pelo que você descreve, há várias experiências que te marcaram ao longo do tempo e que ainda hoje aparecem de formas diferentes — no corpo, nas emoções e no seu dia a dia. Dar atenção a isso já é um passo muito importante.
Em relação ao tipo de profissional, a psicologia pode ser um bom ponto de partida. A partir dos atendimentos, é possível compreender melhor o que você está vivendo e, se houver necessidade, o próprio profissional pode te orientar sobre a busca por outros cuidados.
Mais do que escolher a “vertente certa” antes de começar, o mais importante é encontrar um espaço em que você se sinta à vontade para falar sobre o que viveu e o que sente hoje, no seu tempo.
Iniciar esse movimento de cuidado consigo mesma já é algo muito significativo — e pode ser o começo de um caminho mais possível para você.
A psicoterapia seria um caminho importante pra isso, por ser um lugar onde você começa a entender como essas experiências te marcaram, como aparecem hoje e ir construindo outras formas de se relacionar com tudo isso. Não é só sobre reduzir sintomas, mas sobre conseguir se sentir mais segura dentro de si. Pelo nível de intensidade que você descreve, principalmente as crises de pânico e as reações físicas, pode fazer uma avaliação com psiquiatra. Com relação a especialidade da psicoterapia, eu diria que o principal é você encontrar um profissional com quem consiga te ajudar. O processo começa muito mais pelo vínculo do que por uma escolha técnica perfeita.
Pelo que você descreve, o mais indicado é iniciar com um psicólogo.
A psicoterapia é o espaço adequado para compreender sua história, os traumas vividos, os sintomas atuais e como tudo isso se conecta. É a partir dessa escuta cuidadosa que se constrói um entendimento mais claro do que está acontecendo e quais caminhos de tratamento são mais adequados.
Muitas vezes, a pessoa chega com várias dúvidas e sofrimentos diferentes, e o papel do psicólogo é justamente ajudar a organizar essas questões, sem a necessidade de você já saber exatamente o que tem.
Se, ao longo do processo, houver necessidade de uma avaliação complementar, o próprio psicólogo poderá orientar sobre outros encaminhamentos.
O mais importante é que você já deu um passo fundamental, que é reconhecer o sofrimento e buscar ajuda.
Saiba mais em @elenirparo.psicologia
A psicoterapia é o espaço adequado para compreender sua história, os traumas vividos, os sintomas atuais e como tudo isso se conecta. É a partir dessa escuta cuidadosa que se constrói um entendimento mais claro do que está acontecendo e quais caminhos de tratamento são mais adequados.
Muitas vezes, a pessoa chega com várias dúvidas e sofrimentos diferentes, e o papel do psicólogo é justamente ajudar a organizar essas questões, sem a necessidade de você já saber exatamente o que tem.
Se, ao longo do processo, houver necessidade de uma avaliação complementar, o próprio psicólogo poderá orientar sobre outros encaminhamentos.
O mais importante é que você já deu um passo fundamental, que é reconhecer o sofrimento e buscar ajuda.
Saiba mais em @elenirparo.psicologia
Olá, tudo bem?
Pelo que você descreve, existe um conjunto de sintomas importantes — ansiedade desde cedo, crises de pânico, traumas de infância, desconfiança intensa, estresse com repercussões físicas — então faz sentido buscar um cuidado mais estruturado. O melhor ponto de partida é um psicólogo. Ele vai te ajudar a organizar tudo isso, entender como esses padrões se formaram e trabalhar formas de lidar com ansiedade, trauma e essas reações intensas no dia a dia.
Sobre “qual tipo de psicólogo”, você não precisa acertar isso de forma perfeita no início. O mais importante é que seja um profissional qualificado e, de preferência, com experiência em ansiedade e trauma. Abordagens como Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia do Esquema ou terapias focadas em trauma costumam ajudar bastante nesses casos. Mas mais importante do que o rótulo da abordagem é a qualidade do vínculo e a experiência do profissional com esse tipo de demanda.
Pelo nível de intensidade dos sintomas físicos e das crises de pânico que você mencionou, também faz sentido considerar uma avaliação com psiquiatra. Não necessariamente para usar medicação, mas para avaliar o quadro de forma mais completa. Em muitos casos, o tratamento funciona melhor com a combinação dos dois — psicoterapia para trabalhar as causas e estratégias, e psiquiatria como suporte, se necessário.
Talvez valha você se perguntar: o que hoje mais te incomoda — as crises, a desconfiança, os pensamentos ou o impacto físico? Em quais momentos isso piora? E o quanto isso tem interferido na sua rotina e nas suas relações? Essas respostas ajudam a direcionar melhor o início do tratamento.
Você já deu um passo importante ao reconhecer tudo isso e começar a se organizar para buscar ajuda. Não precisa ter todas as respostas antes de começar — o próprio processo vai te ajudar a construir isso com mais clareza.
Caso precise, estou à disposição.
Pelo que você descreve, existe um conjunto de sintomas importantes — ansiedade desde cedo, crises de pânico, traumas de infância, desconfiança intensa, estresse com repercussões físicas — então faz sentido buscar um cuidado mais estruturado. O melhor ponto de partida é um psicólogo. Ele vai te ajudar a organizar tudo isso, entender como esses padrões se formaram e trabalhar formas de lidar com ansiedade, trauma e essas reações intensas no dia a dia.
Sobre “qual tipo de psicólogo”, você não precisa acertar isso de forma perfeita no início. O mais importante é que seja um profissional qualificado e, de preferência, com experiência em ansiedade e trauma. Abordagens como Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia do Esquema ou terapias focadas em trauma costumam ajudar bastante nesses casos. Mas mais importante do que o rótulo da abordagem é a qualidade do vínculo e a experiência do profissional com esse tipo de demanda.
Pelo nível de intensidade dos sintomas físicos e das crises de pânico que você mencionou, também faz sentido considerar uma avaliação com psiquiatra. Não necessariamente para usar medicação, mas para avaliar o quadro de forma mais completa. Em muitos casos, o tratamento funciona melhor com a combinação dos dois — psicoterapia para trabalhar as causas e estratégias, e psiquiatria como suporte, se necessário.
Talvez valha você se perguntar: o que hoje mais te incomoda — as crises, a desconfiança, os pensamentos ou o impacto físico? Em quais momentos isso piora? E o quanto isso tem interferido na sua rotina e nas suas relações? Essas respostas ajudam a direcionar melhor o início do tratamento.
Você já deu um passo importante ao reconhecer tudo isso e começar a se organizar para buscar ajuda. Não precisa ter todas as respostas antes de começar — o próprio processo vai te ajudar a construir isso com mais clareza.
Caso precise, estou à disposição.
É muito importante você estar dando esse passo — isso já mostra uma força enorme, mesmo com tudo que você viveu.
Pelo que você descreve (ansiedade desde cedo, traumas, crises de pânico, oscilação emocional, sintomas físicos intensos), o mais indicado é começar por um psicólogo. Ele vai fazer uma escuta mais aprofundada, entender sua história e te ajudar a organizar tudo isso com cuidado e no seu tempo.
Se possível, procure um psicólogo que trabalhe com:
– Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda bastante com ansiedade, pensamentos e crises
ou
– abordagens focadas em trauma (como EMDR ou terapias integrativas), que trabalham experiências passadas que ainda impactam hoje
Durante o processo, esse próprio profissional pode avaliar se há necessidade de encaminhamento para um psiquiatra. O psiquiatra entra quando os sintomas estão muito intensos (como crises de pânico frequentes, insônia forte, sintomas físicos importantes), podendo ajudar com medicação para estabilizar, enquanto a terapia trabalha as causas.
Ou seja, não precisa escolher “um só” agora:
comece com psicólogo
e, se necessário, associe com psiquiatra depois
O mais importante não é acertar a abordagem perfeita de primeira, mas encontrar um profissional com quem você se sinta segura. O vínculo terapêutico faz muita diferença.
E algo essencial: nada do que você descreveu é “frescura” ou exagero. Seu corpo e sua mente estão reagindo a tudo que foi vivido, e isso tem tratamento.
Você não precisa dar conta disso sozinha.
Pelo que você descreve (ansiedade desde cedo, traumas, crises de pânico, oscilação emocional, sintomas físicos intensos), o mais indicado é começar por um psicólogo. Ele vai fazer uma escuta mais aprofundada, entender sua história e te ajudar a organizar tudo isso com cuidado e no seu tempo.
Se possível, procure um psicólogo que trabalhe com:
– Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda bastante com ansiedade, pensamentos e crises
ou
– abordagens focadas em trauma (como EMDR ou terapias integrativas), que trabalham experiências passadas que ainda impactam hoje
Durante o processo, esse próprio profissional pode avaliar se há necessidade de encaminhamento para um psiquiatra. O psiquiatra entra quando os sintomas estão muito intensos (como crises de pânico frequentes, insônia forte, sintomas físicos importantes), podendo ajudar com medicação para estabilizar, enquanto a terapia trabalha as causas.
Ou seja, não precisa escolher “um só” agora:
comece com psicólogo
e, se necessário, associe com psiquiatra depois
O mais importante não é acertar a abordagem perfeita de primeira, mas encontrar um profissional com quem você se sinta segura. O vínculo terapêutico faz muita diferença.
E algo essencial: nada do que você descreveu é “frescura” ou exagero. Seu corpo e sua mente estão reagindo a tudo que foi vivido, e isso tem tratamento.
Você não precisa dar conta disso sozinha.
Antes de tudo, é importante dizer que buscar ajuda já é um passo muito significativo, especialmente depois de tantas experiências difíceis.
Pelo que você descreve, começar com um psicólogo pode ser um bom caminho. Na terapia você terá um espaço seguro de escuta e acolhimento, ajudando a compreender melhor sua história, suas emoções e os impactos dessas vivências ao longo do tempo.
Em paralelo, pode ser importante também a avaliação com um psiquiatra, principalmente por conta das crises de pânico, da ansiedade intensa e dos sintomas físicos. Caso seja necessário, o uso de medicação pode ajudar a trazer mais estabilidade para que o processo terapêutico aconteça com mais suporte.
Você não precisa ter todas as respostas agora. O processo começa justamente com alguém disposto a te ouvir, no seu ritmo, com respeito e sem julgamentos.
Pelo que você descreve, começar com um psicólogo pode ser um bom caminho. Na terapia você terá um espaço seguro de escuta e acolhimento, ajudando a compreender melhor sua história, suas emoções e os impactos dessas vivências ao longo do tempo.
Em paralelo, pode ser importante também a avaliação com um psiquiatra, principalmente por conta das crises de pânico, da ansiedade intensa e dos sintomas físicos. Caso seja necessário, o uso de medicação pode ajudar a trazer mais estabilidade para que o processo terapêutico aconteça com mais suporte.
Você não precisa ter todas as respostas agora. O processo começa justamente com alguém disposto a te ouvir, no seu ritmo, com respeito e sem julgamentos.
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- Me sinto uma fraude na frente das pessoas, pois elas me veem com alguém incrível ou inteligente, ambicioso ou dedicado, disciplinado e educado. Mas que não sinto que sou isso, quando não há ninguém me vendo, sinto uma exaustão física e mental, como se eu pudesse ser eu mesmo. Como se eu tivesse criado…
- É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro dia a tristeza volta. Passo a maior parte do tempo neutra e não consigo achar um modo de me sentir mais alegre no dia a dia, já vi muitas brigas dentro da minha própria casa e isso me persegue até hoje. (Isso…
- Tenho uma facilidade em esquecer coisas, reclamam bastante pra mim e as vezes marco de fazer algo mas depois perco o interesse e as pessoas se irritam comigo. O que é isso, e o que fazer?
- É normal sentir uma tristeza ou angústia ao olhar algum desconhecido na rua.. por exemplo, estou no ônibus e entra alguém, e quando eu olho tenho uma sensação estranha, sinto que é uma pessoa sofrida, e eu fico triste. Acontece frequentemente. O olhar, o jeito da pessoa me faz sentir isso
- É normal ficar nervoso e ficar com vontade de chorar quando alguém briga ou reclama com você? Ou também quando vê uma briga?
- O quão normal é perder o interesse pelas coisas muito rapidamente? Sempre que eu começo a estudar eu começo com toda empolgação do mundo, depois de uns dias eu desânimo e perco o interesse e pulo para outro assunto, eu já tentei aprender idiomas, estudar para concursos, vestibular, programação… já…
- É normal sentir as coisas com muita intensidade? Ex: quando fico feliz, eu fico extremamente feliz mesmo que seja algo simples, e quando fico triste, é uma tristeza que parece que a vida não tem sentido.
- Prezados É normal sentir apatia Tomando quetiapina??
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