Sei que é comum o paciente se apaixonar pelo psicólogo, mas o contrário também pode ocorrer? Caso si
Sei que é comum o paciente se apaixonar pelo psicólogo, mas o contrário também pode ocorrer? Caso sim, qual seria a maneira mais ética de lidar?
34 respostas
Olá! Sim. O contrário também pode ocorrer, Psicólogos também se apaixonam. Se ocorrer, a questão deve ser levada e trabalhada na terapia pessoal do Psicólogo e também na Supervisão do caso clínico em questão. A transferência( em Psicanálise), ou o vínculo terapêutico, é fundamental para que a análise (a terapia) avance. Ela é a mola-mestra na Psicanálise, porém a transferência amorosa de ambas as partes, pode atrapalhar o avanço do tratamento. Por isso a análise pessoal do analista é importante, para discernir o que é dele e o que é do outro no sentido dos afetos que atravessam essa análise.
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Olá! Assim como o paciente pode se apaixonar pelo psicólogo/a, o contrário também pode ocorrer, uma vez que os dois são seres humanos, passíveis de emoções e sentimentos; ainda que a segunda alternativa seja menos frequente. Entendo que é preciso você analisar de que forma este profissional demonstrou essa paixão. Se declarou? Você percebe pela forma como ele a trata? A forma mais ética seria conversar com ele a respeito para compreender melhor, uma vez que você parece incomodada com a situação e isso pode interferir no seu tratamento. Espero ter ajudado. Abraço
O contrário, quer dizer você detesta o seu psicólogo? É a mesma coisa que como você se apaixonasse: Você focaliza no psicólogo e não em você mesma ou mesmo. É uma maneira de resistência à psicoterapia. A sua mente se protege contra a intervenção e contra a mudança, pois assim ela se construiu. Ela apreendeu a viver do jeito que vive apesar de talvez ser um jeito neurótico, ou seja, que lhe priva de certos prazeres e sucessos aceitando com prazeres e sucessos menores que o necessário ou até nocivos para você e talvez as pessoas com quem você convive. Esta mente sua, digo o inconsciente seu, aproveita qualquer pretexto para ser deixada em "paz." Ódio do psicólogo é uma manobra inconsciente para não mudar. Precisa ser suportado para a psicoterapia continuar. Claro que existem psicoterapeutas realmente odiáveis. Mas podem ser bons assim mesmo. De toda maneira, sentimentos fortes seus para com o psicoterapeuta pode ser um sinal da terapia estar num bom caminho.
Olá, tudo bem? Muito importante sua questão. A resposta é sim, isso pode acontecer. A relação com o paciente é transferencial e contratransferencial. Quando o psicólogo - seja em sua terapia pessoal ou em supervisão de caso - percebe esse fenômeno, pode então analisar e avaliar como trabalhar essa emoção (utilizando o potencial que o sentimento traz) ou ainda concluir que se trata de uma situação que limita e prejudica o processo terapêutico. Nesse último caso a indicação é encaminhar o paciente a outro profissional. No mais, a interpretação que a Psicanálise nos traz é a ideia de projeção. A compreensão deste conceito facilita o manejo dos sentimentos que o contato com o outro pode despertar.
Boa tarde, sim pode acontecer sim, caso o psicólogo consiga manejar isso em sua terapia e trabalhar na supervisão cabe a ele observar se pode dar conta de continuar o tratamento ou não com paciente. O ideal na minha concepção seria encaminhar o paciente a outro profissional e conversar com o paciente sobre o que está ocorrendo.
Sim, pode acontecer. O psicólogo deve trabalhar isso em análise. Se você está com esse tipo de dúvida, o ideal seria falar sobre isso com o profissional que te acompanha. Espero ter ajudado!
Oi! Tudo bem? É claro que sim, apesar de psicólogos somos todos humanos não é. No entanto se isso ocorrer é provável que atrapalhe a análise, por isso recomenda-se que o psicólogo leve para sua própria análise e supervisão. Caso a paixão seja muito intensa e difícil de manejar, recomenda-se que o terapeuta interrompa o tratamento e encaminhe o caso para outro colega. Não é ético por exemplo que o psicólogo tenha uma relação amorosa com seu paciente.
A transferência é comum, o mais aconselhável é conversar com o paciente e falar que a partir do momento é melhor que ele ou ela procure um outro especialista, eu normalmente indico alguém de minha confiança.
Sim pode acontecer, o ideal é que se for da parte do paciente ele conversar com o profissional que o acompanha para que ele tome a decisão mais assertiva, no caso teria que encaminhar o paciente para um outro profissional pois a terapia pode ficar intoxicada e isso poderá atrapalhar o andamento e o desempenho do tratamento, em relação ao psicólogo se apaixonar pelo cliente tb pode atrapalhar os resultados da terapia o ideal é o psicólogo levar para seu psicólogo a situação e tomar também uma decisão mais assertiva para que não atrapalhe o tratamento do paciente, o profissional tem que ter uma postura neutra em relação a seus atendimentos e quando tiver um sentimento de paixão envolvido não tem como ter a neutralidade do tratamento...também há a necessidade de encaminhar o paciente a outro profissional... :) espero ter ajudado...
Sim, pode acontecer do psicólogo(a) se apaixonar pelo paciente e o o contrario também, pois os dois são humanos e possíveis de serem dominados pelas emoções. Porem o profissional deve estar de bem com a vida no relacionamento e ser firme no vinculo terapêutico para que não intoxique o processo terapêutico. O processo terapêutico deve ser com a água do riacho vai escorrendo de macio e moldando sem machucar.
Sim, de fato pode acontecer da psicóloga se apaixonar pelo paciente, como dito por outros colegas, é necessário que a psicóloga leve essa demanda para a terapia dela e, caso não dê conta de manejar essa situação encaminhe o paciente para outro profissional.
Olá! Pode acontecer sim do psicólogo se apaixonar pelo paciente, pois como sabemos, trata-se de suas almas humanas. O psicólogo deve levar isso para sua terapia e supervisão. Também se faz necessário encaminhar o paciente para outro profissional, visto que esse envolvimento pode prejudicar o tratamento e a relação entre ambos. Um abraço!
Sim, isso pode acontecer por se tratar de relações humanas, o ideal é o psicólogo tratar essas questão na sua terapia individual ou na supervisão, caso queira iniciar uma relação amorosa, terá quer deixar de ser a psicóloga da pessoa em questão.
Olá! Caso você esteja passando por isto e não se sente à vontade com a situação, seria interessante conversar sobre o assunto, e conduzir de forma respeitosa e sempre com ética. Se entenderem que não tem como dar continuidade com a terapia por interesse mútuo, ou por não conseguir separar a questão tratamento e pessoal, aconselho buscar um novo Psicólogo.
É comum existir transferências e contratransferências em ambientes de escuta psicanalítica, portanto é necessário transparecer entre ambos o sentido dos acontecimentos que possam extrapolar para além da escuta analítica. Em caso de constatação extra análise é importante que o atendimento seja interrompido para uma possível relação independente do vínculo psicanalista-paciente.
Bem interssante essa pergunta. Comum não é mas pode acontecer sim , fale para seu psicologo sobre a sua percepção, caso ele nao tenha verbaliado que esta apaixonado por você , pode ser que seja a sua percepção. De qualquer forma verbalize a sua percepção para o profissional, pode ser um fato ou uma interpretação.
Olá! Isso pode acontecer, dentro da linha teórica em que trabalho, chamamos isso de transferência, onde o paciente vive diversos afetos de suas relações interpessoais com a figura do terapeuta, podendo vivenciar, amor, ódio, raiava entre outros, assim como o contrário também é verdadeiro. Caso se sinta a vontade converse com ele e juntos vocês podem analisar isso melhor. Um abraço!
Sim, isso pode acontecer e chamamos de contratransferência. Em primeiro lugar o profissional deveria levar isso para um supervisor para entender o porque da contratransferencia e lidar com isso. Psicólogos são humanos e também podem se apaixonar por um paciente. Esse envolvimento pode comprometer a aliança terapeutica e o trabalho como um todo, sendo recomendado caso o terapeuta nao consiga entender e superar esse sentimento que se interrompa a terapia e encaminhe o paciente para um colega. É uma situação bastante complicada posto que o paciente é vulneravel e pode se perder a confiança.
Sim, de fato pode acontecer da psicóloga se apaixonar pelo paciente. Caso a profissional não consiga diferenciar o paciente do sentimento transferencial, é necessário que faça supervisão, e se mesmo assim não conseguir seguir o tratamento, o mais indicado é que ela indique outro profissional para continuar o tratamento. Abraço!
Ola, td bem? A paixao é uma fantasia, e psicologos também fantasiam, certo ;) ? O que a gente espera é que ele proprio tenha a condicao adequada em saber como manejar sua propria fantasia! No caso do analista nao dar conta, o adequado é a indicacao do paciente para outro profissional! :) Um grande abraco!
O psicólogo pode tratar sua contratransferência na Terapia dele, entender porque ele está "se apaixonando" por um(a) paciente seu.
Sim, pode acontecer. Nesse caso o psicólogo deve lidar com a questão, decidindo se segue o processo com o paciente ou não.
Pode acontecer sem problemas porque o psicólogo é um ser humano como outro qualquer, cabe a ele conversar com você e te encaminhar para outro profissional, pois com ele já era a terapia.
Sim, é uma situação que pode ocorrer, contudo, cabe ao profissional uma postura ética e responsável para com o paciente. O psicólogo precisa trabalhar suas próprias emoções em seu processo de psicoterapia, para que isso não comprometa o vínculo profissional estabelecido com o paciente.
Sim, é possível que o psicólogo desenvolva sentimentos afetivos em relação ao paciente. No entanto, é fundamental que o profissional mantenha uma postura ética e que esteja atento à dinâmica da transferência, se colocando no seu lugar profissional e não pessoal. Se o psicólogo perceber que está experimentando tais sentimentos, o mais ético é buscar supervisão clínica ou orientação para compreender e manejar essa situação, garantindo que a relação terapêutica permaneça focada no bem-estar do paciente e não seja desviada para um campo de troca emocional inadequada. Isso é essencial para preservar a integridade da terapia.
Não, é antiético por parte do profissional retribua. Entre em contato na minha página do Google e tire suas dúvidas agende seu horário para que eu possa lhe ajudar ok? Trabalhar o autoconhecimento e o autocuidado é melhorar a qualidade de vida.
É possível que um psicólogo desenvolva sentimentos de afeto ou atração por um paciente, embora isso seja menos comum do que o contrário. No entanto, a ética profissional exige que o terapeuta mantenha uma postura neutra e profissional em relação ao paciente. Se o psicólogo perceber que está desenvolvendo sentimentos românticos, é fundamental que ele lide com isso de maneira ética. Maneiras Éticas de Lidar com a Situação Reconhecimento dos Sentimentos: O psicólogo deve reconhecer seus sentimentos e refletir sobre o impacto que isso pode ter na relação terapêutica. É importante distinguir entre sentimentos pessoais e a responsabilidade profissional. Discussão com um Supervisor: O terapeuta pode buscar supervisão clínica para discutir seus sentimentos e obter orientações sobre como proceder. Isso ajuda a garantir que a situação seja tratada de forma adequada e profissional. Manter a Neutralidade: O psicólogo deve continuar a manter uma postura neutra durante as sessões, evitando qualquer comportamento que possa ser interpretado como romântico ou inadequado. Encaminhamento: Se os sentimentos interferirem no tratamento ou na objetividade do terapeuta, pode ser necessário encaminhar o paciente para outro profissional. Essa transferência deve ser feita de maneira sensível e respeitosa. Reflexão sobre a Relação Terapêutica: O terapeuta deve explorar com o paciente o que esses sentimentos significam no contexto da terapia, ajudando a entender as dinâmicas emocionais envolvidas. A ética na terapia é fundamental para proteger tanto o paciente quanto o terapeuta. Se você estiver passando por uma situação semelhante ou tiver preocupações sobre a dinâmica da sua terapia, estou disponível para consultas e posso ajudá-la a explorar essas questões de forma mais profunda.
Se apaixonar pelo psicólogo não é tão comum assim não. Um psicologo bem terapeutizado não vai se apaixonar pela paciente, mas se acontecer ele vai ter que tratar isso na terapia dele e, se necessário, transferir a paciente para outro profissional.
Na psicanálise chamamos esse fenômeno de transferência (ou contratransferência), quando uma das partes (ou mutuamente) acaba desenvolvendo sentimentos afetuosos com a outra. A recomendação genérica é a de que, quando o profissional reconhece esse afeto participando da dinâmica da dupla, ele precisa recorrer à supervisão e a análise pessoal. Dessa forma, procurará fazer uma separação dos seus conteúdos pessoais para que eles não interfiram no processo. Em alguns casos, será necessário interromper e encaminhar o paciente para outro colega, pois esse envolvimento pode representar uma falta ética grave (de acordo com o Código de Ética do Psicólogo - Resolução CFP Nº 010/05).
Olá! Psi Adriano Galocha aqui. @adrianogalocha O que aconteceu com você é grave e não é sua culpa. O psicólogo é quem tem o dever ético de manter os limites e quando ele se apaixona e expressa isso, ele deixa de ser terapeuta e te coloca numa situação de risco emocional. É absolutamente compreensível que isso te confunda ou até te faça duvidar do valor da terapia. Mas quero que saiba: a terapia em si não falhou, quem falhou foi o profissional. Eu recomendo que você procure um novo terapeuta, alguém ético, preparado e que te ajude, inclusive, a elaborar o impacto desse rompimento de confiança. Você merece um espaço seguro, confiável e acolhedor, você merece ser cuidada com ética, responsabilidade e profissionalismo e se você procurou terapia foi porque perceber que precisava de ajuda, então, não deixe de se tratar e cuidar da sua saúde. O que aconteceu foi um erro deste profissional mas que não abrange a classe dos grandes profissionais do mercado. Fico a sua disposição.
A maneira ética de lidar com atração por um paciente é o psicólogo reconhecer o sentimento, manter limites profissionais rígidos, buscar supervisão/terapia própria e, se o afeto interferir na objetividade, encaminhar o paciente para outro colega, sem nunca expressar ou agir sobre o sentimento. O foco deve ser sempre o bem-estar e a segurança do paciente, evitando a exploração de sua vulnerabilidade.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.




















