Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso
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Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso apenas sonhando com isso. Recentemente consegui um emprego na minha área, tenho muito medo muito mesmo. Estou ha 3 dias sem dormir, sem comer, com ânsia de vomito e com o intestino desregulado. Não consigo me concentrar. Nem me sentir feliz. Não consigo pensar em mais nada, só sinto medo e passo mal e choro. Me dar falta de ar e piriri. Choro que falta o ar. Sinto angústia e me dói o peito. Me disseram que é frescura ou preguiça, mas não é. Eu sinto a mesma coisa quando penso que todo mundo consegue fazer coisas simples ou básicas (como arrumar um emprego) e eu não. E agora que consegui um emprego, me sinto ainda pior. Eu não sei o que fazer. Eu quero desistir e deixar o emprego, mas é muito difícil arrumar emprego na minha cidade e eu não cumpri nenhum dia de serviço ainda. Como lidar com isso?
Olá! Psicólogo Adriano Galocha aqui. O que você está sentindo não é frescura e nem preguiça. Seu corpo e sua mente estão reagindo a um nível muito alto de ansiedade, provavelmente algo próximo de uma crise de ansiedade intensa ou até um quadro de pânico antecipatório.
Perceba uma coisa importante: o problema não é o emprego em si, mas o que ele representa para você.
Pode estar ligado a medo de não dar conta, de ser julgado, de falhar ou até de confirmar uma ideia interna de “não sou capaz”. Sendo direto, você precisa de terapia e eu posso lhe ajudar, mas você precisa dar o primeiro passo e só você pode fazer isto. Sugiro você agendar uma sessão e depois você me diz o que achou. Que tal?
Perceba uma coisa importante: o problema não é o emprego em si, mas o que ele representa para você.
Pode estar ligado a medo de não dar conta, de ser julgado, de falhar ou até de confirmar uma ideia interna de “não sou capaz”. Sendo direto, você precisa de terapia e eu posso lhe ajudar, mas você precisa dar o primeiro passo e só você pode fazer isto. Sugiro você agendar uma sessão e depois você me diz o que achou. Que tal?
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Percebo o quanto tudo isso tem sido intenso e sofrido para você. Os sintomas que você descreve — como falta de ar, choro frequente, dificuldade para dormir, alterações no apetite e no funcionamento intestinal — mostram que seu corpo e sua mente estão em um nível elevado de ansiedade, e isso não é “frescura” nem “preguiça”. É um sofrimento real e merece cuidado.
Diante desse cenário, é muito importante que você não enfrente isso sozinha. A psicoterapia pode te ajudar a compreender melhor a origem desses sentimentos de medo, insegurança e incapacidade, que parecem surgir especialmente diante de situações de responsabilidade ou mudanças importantes, como esse novo emprego.
Mesmo você reconhecendo que é uma profissional capacitada e tendo conquistado uma oportunidade relevante, esses pensamentos e sensações ainda estão te limitando. Por isso, será fundamental investigar de forma mais profunda quando esses sentimentos começaram, quais experiências podem estar associadas a eles e como eles têm influenciado sua forma de se perceber e agir no dia a dia.
A partir desse processo, será possível desenvolver estratégias para lidar melhor com a ansiedade, fortalecer sua autoconfiança e reduzir esse nível de sofrimento, permitindo que você consiga viver esse momento com mais equilíbrio e segurança.
Não passe por tudo isso sozinha. Espero que fique bem! =)
Diante desse cenário, é muito importante que você não enfrente isso sozinha. A psicoterapia pode te ajudar a compreender melhor a origem desses sentimentos de medo, insegurança e incapacidade, que parecem surgir especialmente diante de situações de responsabilidade ou mudanças importantes, como esse novo emprego.
Mesmo você reconhecendo que é uma profissional capacitada e tendo conquistado uma oportunidade relevante, esses pensamentos e sensações ainda estão te limitando. Por isso, será fundamental investigar de forma mais profunda quando esses sentimentos começaram, quais experiências podem estar associadas a eles e como eles têm influenciado sua forma de se perceber e agir no dia a dia.
A partir desse processo, será possível desenvolver estratégias para lidar melhor com a ansiedade, fortalecer sua autoconfiança e reduzir esse nível de sofrimento, permitindo que você consiga viver esse momento com mais equilíbrio e segurança.
Não passe por tudo isso sozinha. Espero que fique bem! =)
Olá! Como vai? Sinto muito que você esteja passando por algo tão intenso. Pelo que você descreve — insônia há dias, náusea, alteração intestinal, falta de ar, choro frequente e pensamentos repetitivos de medo — isso não é “frescura” nem “preguiça”. É um quadro de ansiedade importante, com sinais físicos e emocionais reais, e que merece cuidado.
Algo que pode ajudar a entender o que está acontecendo: Quando surge um compromisso importante (como esse novo emprego), seu corpo entra em estado de alerta máximo, como se estivesse diante de uma ameaça. Isso faz com que você não consiga descansar, sua mente fique presa no cenário temido e seu corpo reaja com sintomas intensos — mesmo que, racionalmente, você queira que dê certo.
Um ponto importante: A vontade de desistir não necessariamente significa que você não quer esse trabalho — muitas vezes, ela aparece como uma tentativa de aliviar esse nível de sofrimento imediato.
Sobre como lidar com isso agora: 1. Priorize estabilizar seu corpo antes de qualquer decisão -
Você está há dias sem dormir e comer direito. Nessas condições, qualquer decisão tende a vir carregada de exaustão e desespero. Tente focar primeiro em pequenas regulações: Comer algo leve, mesmo sem fome (líquidos, sopas, frutas), Técnicas de respiração (inspirar contando 4, segurar 2, soltar em 6–8), Reduzir estímulos antes de dormir (luz, celular); 2. Diminua o “tamanho” da situação - Em vez de pensar “vou começar um emprego e preciso dar conta de tudo”, tente reduzir para: “Vou só no primeiro dia”, “Vou só conhecer o ambiente”. Você não precisa resolver sua vida inteira agora; 3. Entenda o padrão que se repete - Você mencionou que isso acontece sempre que tem compromissos importantes e também quando se compara com outras pessoas. Isso sugere um padrão de ansiedade antecipatória + autocobrança muito elevada. Isso é tratável em psicoterapia; 4. Procure ajuda profissional o quanto antes -
Diante da intensidade dos sintomas físicos e da privação de sono/alimentação, é importante buscar: Psicoterapia (inclusive online, se necessário), Avaliação psiquiátrica, se os sintomas persistirem nesse nível — medicação pode ser um apoio temporário importante; 5. Sobre o trabalho - Evite tomar a decisão de desistir agora, no auge da crise. Se possível, dê a si mesma a chance de tentar um primeiro contato, mesmo que imperfeito. Muitas pessoas com ansiedade intensa sentem exatamente isso antes de começar — e, com apoio, conseguem atravessar esse início.
Mas também é importante dizer: Você não precisa se forçar além do limite sem suporte. O ideal é não enfrentar isso sozinha. Se em algum momento a falta de ar ou a dor no peito se intensificarem muito, procure atendimento médico para avaliação — tanto para descartar causas físicas quanto para receber suporte imediato.
Você está lidando com algo difícil, mas que tem tratamento e melhora. Com o acompanhamento adequado, esse ciclo de medo antecipatório pode ser trabalhado de forma consistente. E sabe o que mais? Eu consigo te ajudar! Coloco-me à disposição, caso tenha interesse em iniciar um processo terapêutico. Boa ressignificação!
Algo que pode ajudar a entender o que está acontecendo: Quando surge um compromisso importante (como esse novo emprego), seu corpo entra em estado de alerta máximo, como se estivesse diante de uma ameaça. Isso faz com que você não consiga descansar, sua mente fique presa no cenário temido e seu corpo reaja com sintomas intensos — mesmo que, racionalmente, você queira que dê certo.
Um ponto importante: A vontade de desistir não necessariamente significa que você não quer esse trabalho — muitas vezes, ela aparece como uma tentativa de aliviar esse nível de sofrimento imediato.
Sobre como lidar com isso agora: 1. Priorize estabilizar seu corpo antes de qualquer decisão -
Você está há dias sem dormir e comer direito. Nessas condições, qualquer decisão tende a vir carregada de exaustão e desespero. Tente focar primeiro em pequenas regulações: Comer algo leve, mesmo sem fome (líquidos, sopas, frutas), Técnicas de respiração (inspirar contando 4, segurar 2, soltar em 6–8), Reduzir estímulos antes de dormir (luz, celular); 2. Diminua o “tamanho” da situação - Em vez de pensar “vou começar um emprego e preciso dar conta de tudo”, tente reduzir para: “Vou só no primeiro dia”, “Vou só conhecer o ambiente”. Você não precisa resolver sua vida inteira agora; 3. Entenda o padrão que se repete - Você mencionou que isso acontece sempre que tem compromissos importantes e também quando se compara com outras pessoas. Isso sugere um padrão de ansiedade antecipatória + autocobrança muito elevada. Isso é tratável em psicoterapia; 4. Procure ajuda profissional o quanto antes -
Diante da intensidade dos sintomas físicos e da privação de sono/alimentação, é importante buscar: Psicoterapia (inclusive online, se necessário), Avaliação psiquiátrica, se os sintomas persistirem nesse nível — medicação pode ser um apoio temporário importante; 5. Sobre o trabalho - Evite tomar a decisão de desistir agora, no auge da crise. Se possível, dê a si mesma a chance de tentar um primeiro contato, mesmo que imperfeito. Muitas pessoas com ansiedade intensa sentem exatamente isso antes de começar — e, com apoio, conseguem atravessar esse início.
Mas também é importante dizer: Você não precisa se forçar além do limite sem suporte. O ideal é não enfrentar isso sozinha. Se em algum momento a falta de ar ou a dor no peito se intensificarem muito, procure atendimento médico para avaliação — tanto para descartar causas físicas quanto para receber suporte imediato.
Você está lidando com algo difícil, mas que tem tratamento e melhora. Com o acompanhamento adequado, esse ciclo de medo antecipatório pode ser trabalhado de forma consistente. E sabe o que mais? Eu consigo te ajudar! Coloco-me à disposição, caso tenha interesse em iniciar um processo terapêutico. Boa ressignificação!
O que você está vivenciando pode ser compreendido como uma intensa ativação emocional diante de uma situação que representa mudança, responsabilidade e exposição. O início de um novo emprego pode mobilizar não apenas a realidade atual, mas também conteúdos inconscientes ligados a medo de falhar, insegurança, autocrítica ou experiências anteriores em que você pode ter se sentido incapaz ou sobrecarregado. Assim, a intensidade do que você sente não está relacionada apenas ao trabalho em si, mas ao significado que essa situação assume na sua vida psíquica.
O processo terapêutico pode ajudar a entrar em contato com esses conteúdos de forma mais segura, favorecendo a ampliação da consciência e a integração dessas experiências. Com o tempo, isso tende a reduzir a intensidade das reações e permitir que você se posicione diante dessas situações com mais estabilidade.
Ainda assim, considerando a intensidade dos sintomas físicos e o impacto no seu dia a dia, é importante buscar apoio profissional. Você não precisa enfrentar isso sozinho, e esse tipo de sofrimento tem cuidado e possibilidade de melhora.
O processo terapêutico pode ajudar a entrar em contato com esses conteúdos de forma mais segura, favorecendo a ampliação da consciência e a integração dessas experiências. Com o tempo, isso tende a reduzir a intensidade das reações e permitir que você se posicione diante dessas situações com mais estabilidade.
Ainda assim, considerando a intensidade dos sintomas físicos e o impacto no seu dia a dia, é importante buscar apoio profissional. Você não precisa enfrentar isso sozinho, e esse tipo de sofrimento tem cuidado e possibilidade de melhora.
Olá, boa tarde.
O que você relatou é um sinal de grande adoecimento. Recomendo que procure o quanto antes um psiquiatra para avaliar tanto seu quadro do ponto de vista psicológico quanto sua saúde. Recomendo também a procura de um psicólogo para iniciar um tratamento. ambos precisam ser presenciais para atender melhor à sua demanda.
O que você relatou é um sinal de grande adoecimento. Recomendo que procure o quanto antes um psiquiatra para avaliar tanto seu quadro do ponto de vista psicológico quanto sua saúde. Recomendo também a procura de um psicólogo para iniciar um tratamento. ambos precisam ser presenciais para atender melhor à sua demanda.
Sinto muito que você esteja passando por isso. É fundamental começar dizendo o que você já sabe, mas que precisa ouvir de um profissional: o que você sente não é preguiça, falta de vontade ou "frescura".
O que você descreve — a insônia, a dor no peito, a falta de ar e as reações gastrointestinais — são manifestações psicossomáticas de uma ansiedade aguda. O seu corpo está reagindo a esse novo emprego como se estivesse diante de uma ameaça vital, um perigo real de morte, e não como um evento social ou profissional.
Por que isso acontece justamente agora?
Muitas vezes, a conquista de algo muito desejado (como o emprego na sua área) pode disparar o que chamamos de "angústia de separação" ou um medo profundo de não corresponder a um ideal de perfeição. A sensação de que "todo mundo consegue e eu não" revela uma cobrança interna cruel, que ignora o seu tempo e a sua dor.
Como lidar com isso agora?
Busque ajuda profissional imediata: O seu quadro atual é de alto sofrimento e privação (sono e alimentação). Você precisa de um suporte que combine a Psiquiatria (para estabilizar os sintomas físicos e permitir que você volte a dormir e comer) e a Psicologia/Psicanálise (para entender o que esse emprego representa simbolicamente e por que ele se tornou tão aterrorizante).
Não tome decisões definitivas sob crise: No auge do desespero, a nossa mente só quer "fugir" da dor, e por isso o desejo de desistir do emprego é tão forte. Tente focar apenas em sobreviver ao dia de hoje. Se possível, procure um pronto-atendimento se a falta de ar e a dor no peito persistirem, para descartar causas físicas e receber medicação de alívio imediato.
Acolha a sua fragilidade: Tentar lutar contra o medo ou se cobrar para "estar feliz" só aumenta a ansiedade. Entenda que, neste momento, você está doente. E, como qualquer pessoa doente, você precisa de cuidado e tratamento, não de julgamento.
O medo de falhar ou de ser exposto em um novo ambiente é paralisante, mas ele pode ser tratado. Você não precisa carregar esse peso sozinha e não é menos capaz por estar sofrendo agora. Procure ajuda o quanto antes para que você possa, aos poucos, retomar o seu espaço de vida.
O que você descreve — a insônia, a dor no peito, a falta de ar e as reações gastrointestinais — são manifestações psicossomáticas de uma ansiedade aguda. O seu corpo está reagindo a esse novo emprego como se estivesse diante de uma ameaça vital, um perigo real de morte, e não como um evento social ou profissional.
Por que isso acontece justamente agora?
Muitas vezes, a conquista de algo muito desejado (como o emprego na sua área) pode disparar o que chamamos de "angústia de separação" ou um medo profundo de não corresponder a um ideal de perfeição. A sensação de que "todo mundo consegue e eu não" revela uma cobrança interna cruel, que ignora o seu tempo e a sua dor.
Como lidar com isso agora?
Busque ajuda profissional imediata: O seu quadro atual é de alto sofrimento e privação (sono e alimentação). Você precisa de um suporte que combine a Psiquiatria (para estabilizar os sintomas físicos e permitir que você volte a dormir e comer) e a Psicologia/Psicanálise (para entender o que esse emprego representa simbolicamente e por que ele se tornou tão aterrorizante).
Não tome decisões definitivas sob crise: No auge do desespero, a nossa mente só quer "fugir" da dor, e por isso o desejo de desistir do emprego é tão forte. Tente focar apenas em sobreviver ao dia de hoje. Se possível, procure um pronto-atendimento se a falta de ar e a dor no peito persistirem, para descartar causas físicas e receber medicação de alívio imediato.
Acolha a sua fragilidade: Tentar lutar contra o medo ou se cobrar para "estar feliz" só aumenta a ansiedade. Entenda que, neste momento, você está doente. E, como qualquer pessoa doente, você precisa de cuidado e tratamento, não de julgamento.
O medo de falhar ou de ser exposto em um novo ambiente é paralisante, mas ele pode ser tratado. Você não precisa carregar esse peso sozinha e não é menos capaz por estar sofrendo agora. Procure ajuda o quanto antes para que você possa, aos poucos, retomar o seu espaço de vida.
Olá primeiramente lamento pelo que você está sentindo. Pelo seu relato isso parece ser um transtorno de ansiedade. Pra que você consiga lidar melhor com esse sentimento recomendado que você submeta um processo de terapia para entender o que é que te gera essa ansiedade. Não dá pra fazer afirmações diante de tão poucas informações. É preciso investigar escutando você minuciosamente em um processo terapêutico. Pois é preciso entender que outras situações geram em você ansiedade além dessa e assim fazia um tratamento mais assertivo. Caso deseje procurar ajuda me coloco à disposição!
Muitas das nossas reações parecem sem sentido olhando apenas a situação em si, sem saber todo o contexto. Cada pessoa tem seu próprio temperamento, sua história de vida, suas habilidades, etc. que fazem com que para a mesma situação pessoas diferentes tenham reações diferentes. Muitas vezes, acreditamos que conseguiremos fazer determinada coisa, sem nunca ter feito nada parecido, por outro lado podemos acreditar que não conseguiremos fazer determinada coisa, por mais que tenhamos recursos internos. Para lhe dar com situações de muita insegurança, vale a pena buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança.
Primeiramente, sinto muito pelo seu relato, claramente esta sendo muito difícil. Quero que saiba que Isso não é frescura. É o seu corpo e sua mente pedindo socorro de um jeito muito real.
O que você descreveu , sem dormir, sem comer, o coração acelerado, o choro que tira o ar são sofrimentos de verdade, e faz todo sentido estar exausta.
O ponto é que o emprego não criou esse medo, só trouxe à tona algo que já estava dentro de você há um tempo. E isso tem solução.
Quero que saiba que foi muito corajoso escrever esse relato, e o passo mais importante para mudar essa situação. Se quiser conversar, estou aqui. Atendo online e posso te ajudar a entender o que está acontecendo e encontrar um caminho mais leve!
O que você descreveu , sem dormir, sem comer, o coração acelerado, o choro que tira o ar são sofrimentos de verdade, e faz todo sentido estar exausta.
O ponto é que o emprego não criou esse medo, só trouxe à tona algo que já estava dentro de você há um tempo. E isso tem solução.
Quero que saiba que foi muito corajoso escrever esse relato, e o passo mais importante para mudar essa situação. Se quiser conversar, estou aqui. Atendo online e posso te ajudar a entender o que está acontecendo e encontrar um caminho mais leve!
Olá! Primeiramente, gostaria de lhe dizer que isso que você sente não é frescura. Esses sintomas são reais e podem estar relacionados a um quadro de ansiedade mais intensa, principalmente diante de situações de responsabilidade e mudança, como iniciar um novo trabalho.
Estes sintomas que você descreveu são bem característicos de um quadro de ansiedade, onde seu corpo está reagindo como se estivesse em um constante estado de alerta. É comum esse quadro acontecer, quando vem acompanhado de um medo de não dar conta, de falhar. Nesse momento, o mais importante é buscar ajuda profissional. A psicoterapia pode te ajudar a entender o que está por trás dessa ansiedade e, principalmente, a desenvolver formas de lidar com esses sintomas para que eles não te paralisem, especialmente em algo importante como o seu trabalho.
Enquanto isso, se possível, tente dar pequenos passos: não precisa resolver tudo de uma vez. Foque no “primeiro dia”, no momento presente, sem antecipar tudo o que pode dar errado. E, se os sintomas físicos estiverem muito intensos, também é válido procurar um médico para avaliação.
Você não está sozinha, e isso tem tratamento. Com o apoio certo, é possível atravessar esse momento e retomar o controle da sua rotina. Conte comigo!
Estes sintomas que você descreveu são bem característicos de um quadro de ansiedade, onde seu corpo está reagindo como se estivesse em um constante estado de alerta. É comum esse quadro acontecer, quando vem acompanhado de um medo de não dar conta, de falhar. Nesse momento, o mais importante é buscar ajuda profissional. A psicoterapia pode te ajudar a entender o que está por trás dessa ansiedade e, principalmente, a desenvolver formas de lidar com esses sintomas para que eles não te paralisem, especialmente em algo importante como o seu trabalho.
Enquanto isso, se possível, tente dar pequenos passos: não precisa resolver tudo de uma vez. Foque no “primeiro dia”, no momento presente, sem antecipar tudo o que pode dar errado. E, se os sintomas físicos estiverem muito intensos, também é válido procurar um médico para avaliação.
Você não está sozinha, e isso tem tratamento. Com o apoio certo, é possível atravessar esse momento e retomar o controle da sua rotina. Conte comigo!
O que você está descrevendo não é frescura e nem preguiça, é um nível de ansiedade que está alto a ponto de prejudicar sua qualidade de vida, seu sono, sua alimentação e até seu funcionamento no dia a dia. Sentir ansiedade diante de algo novo, como um emprego, é natural, mas quando ela chega nesse grau, com sintomas físicos intensos, medo constante e dificuldade de pensar em qualquer outra coisa, é importante olhar para isso com mais cuidado. Buscar um acompanhamento psicológico pode ser um passo fundamental para te ajudar a entender o que está acontecendo, aprender a lidar com essa ansiedade e encontrar formas de diminuir essa intensidade para que você consiga viver esse momento de forma mais possível. Sobre o emprego, a ansiedade pode estar te fazendo enxergar isso como algo mais ameaçador do que realmente é, então antes de tomar uma decisão como desistir, pode ser importante tentar dar pequenos passos, no seu ritmo, enquanto busca ajuda, porque é possível aprender a lidar com essa ansiedade com o apoio adequado.
Sinto muito que você esteja passando por isso e é importante dizer: realmente isso não é frescura nem preguiça. O que você descreve me parecem ser sinais intensos de ansiedade, que podem afetar tanto o corpo quanto os pensamentos, principalmente diante de situações novas ou que envolvem responsabilidade, como um novo emprego. Esse medo pode fazer tudo parecer maior e mais difícil do que realmente é, e levar seu corpo a entrar em um estado de alerta constante. Tentar enfrentar tudo sozinha pode ser muito pesado, por isso o acompanhamento psicológico é fundamental para te ajudar a entender esses sintomas, reduzir essa ansiedade e construir estratégias para lidar com esses momentos com mais segurança. Você não precisa desistir agora, é possível trabalhar isso aos poucos, no seu ritmo. Se quiser, posso te acompanhar nesse processo e te oferecer um espaço acolhedor para te ajudar a passar por isso!
Olá! Achei que sua pergunta expõe muito bem o que a leitura existencialista entende como ansiedade: basicamente, ela denuncia a presença de uma ameaça. Então, relatar medo faz muito sentido. O medo, ou, a presença de uma ameaça, se desdobra de diversas formas em cada pessoa. Seu corpo parece estar também gritando isso pra você. Uma coisa curiosa sobre a questão do sono é que, para adormecermos, é necessário relaxar. Agora, como relaxar se um perigo te assombra, não é? Acho interessante pensar, junto de um profissional de preferência, o que sente que está ameaçado em ti.
Abraços!
Abraços!
Através do acompanhamento psicológico será investigado o porque destes sintomas e como lida internamente com compromissos. Você já fez tratamento antes para buscar tirar suas duvidas e consegui uma resolução ?
O que você está descrevendo não é frescura nem preguiça. É uma resposta intensa de ansiedade, com sinais físicos claros de ativação do sistema de ameaça, como insônia, náusea, alteração intestinal, falta de ar e dor no peito.
Quando a ansiedade atinge esse nível, o corpo entra em estado de alerta constante. O cérebro interpreta o compromisso como risco, ativa a amígdala e reduz a capacidade do córtex pré-frontal de organizar pensamentos. Por isso você não consegue se concentrar, descansar ou sentir alívio.
Alguns pontos importantes, de forma direta:
Primeiro, seu corpo precisa desacelerar. Mesmo que a mente esteja acelerada, tente intervenções fisiológicas simples. Respiração lenta, inspirando pelo nariz em 4 segundos e soltando pela boca em 6 a 8 segundos, por alguns minutos. Isso ajuda a reduzir a ativação do sistema nervoso.
Segundo, reduza a antecipação. O sofrimento está acontecendo antes da experiência real. Tente focar apenas no primeiro passo, como ir no primeiro dia, sem pensar no futuro inteiro.
Terceiro, acolha o sintoma sem se atacar. Pensar que “todo mundo consegue e eu não” aumenta ainda mais a ansiedade e reforça o ciclo de medo.
Quarto, seu nível de sofrimento já indica a necessidade de ajuda profissional. Um acompanhamento psicológico é fundamental, e uma avaliação psiquiátrica pode ser importante para estabilizar esses sintomas, principalmente pela privação de sono e alimentação.
Quinto, sobre o emprego, desistir agora pode aliviar no curto prazo, mas tende a reforçar o medo no longo prazo. O ideal é tentar com suporte, não sozinha, ajustando o ritmo se possível.
Se a falta de ar, dor no peito ou a exaustão aumentarem, procure um serviço de saúde. Seu corpo está pedindo cuidado.
Você não está fracassando. Você está sobrecarregada. E isso tem tratamento.
Quando a ansiedade atinge esse nível, o corpo entra em estado de alerta constante. O cérebro interpreta o compromisso como risco, ativa a amígdala e reduz a capacidade do córtex pré-frontal de organizar pensamentos. Por isso você não consegue se concentrar, descansar ou sentir alívio.
Alguns pontos importantes, de forma direta:
Primeiro, seu corpo precisa desacelerar. Mesmo que a mente esteja acelerada, tente intervenções fisiológicas simples. Respiração lenta, inspirando pelo nariz em 4 segundos e soltando pela boca em 6 a 8 segundos, por alguns minutos. Isso ajuda a reduzir a ativação do sistema nervoso.
Segundo, reduza a antecipação. O sofrimento está acontecendo antes da experiência real. Tente focar apenas no primeiro passo, como ir no primeiro dia, sem pensar no futuro inteiro.
Terceiro, acolha o sintoma sem se atacar. Pensar que “todo mundo consegue e eu não” aumenta ainda mais a ansiedade e reforça o ciclo de medo.
Quarto, seu nível de sofrimento já indica a necessidade de ajuda profissional. Um acompanhamento psicológico é fundamental, e uma avaliação psiquiátrica pode ser importante para estabilizar esses sintomas, principalmente pela privação de sono e alimentação.
Quinto, sobre o emprego, desistir agora pode aliviar no curto prazo, mas tende a reforçar o medo no longo prazo. O ideal é tentar com suporte, não sozinha, ajustando o ritmo se possível.
Se a falta de ar, dor no peito ou a exaustão aumentarem, procure um serviço de saúde. Seu corpo está pedindo cuidado.
Você não está fracassando. Você está sobrecarregada. E isso tem tratamento.
O que você está vivendo não é frescura nem preguiça.
Os sintomas que você descreve, ansiedade intensa antes de compromissos, insônia, náusea, diarreia, falta de ar, choro e sensação de descontrole, são muito compatíveis com um quadro de ansiedade elevada/pânico.
E existe um ponto importante aqui: não é o emprego em si que está te fazendo mal.
É o que esse momento ativa dentro de você.
Situações como começar um trabalho novo podem disparar medos profundos, especialmente em quem já estava com uma ansiedade alta e generalizada antes.
Esses pensamentos não aparecem do nada. Eles costumam vir de padrões emocionais antigos, que fazem o seu corpo reagir como se estivesse em perigo real, por isso os sintomas físicos são tão intensos.
Por isso também, quando você tenta “fugir” (desistir do emprego), parece que alivia… mas no longo prazo isso reforça o ciclo da ansiedade.
Aqui não é sobre força de vontade.
É sobre aprender a regular o seu sistema emocional e entender a raiz desse medo.
A Terapia do Esquema ajuda muito nesse tipo de situação, porque trabalha exatamente essas bases mais profundas, como insegurança, medo de falhar, sensação de incapacidade, e te ensina a se sustentar emocionalmente mesmo diante de situações que hoje parecem insuportáveis. Alinhado a ferramentas de regulação emocional que ensino na psicoterapia.
Você não precisa passar por isso sozinho(a), nem desistir por causa desse medo.
Se você quiser, posso te acompanhar em psicoterapia, de forma acolhedora e estruturada, pra te ajudar a sair desse ciclo e construir mais estabilidade emocional na sua vida. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Os sintomas que você descreve, ansiedade intensa antes de compromissos, insônia, náusea, diarreia, falta de ar, choro e sensação de descontrole, são muito compatíveis com um quadro de ansiedade elevada/pânico.
E existe um ponto importante aqui: não é o emprego em si que está te fazendo mal.
É o que esse momento ativa dentro de você.
Situações como começar um trabalho novo podem disparar medos profundos, especialmente em quem já estava com uma ansiedade alta e generalizada antes.
Esses pensamentos não aparecem do nada. Eles costumam vir de padrões emocionais antigos, que fazem o seu corpo reagir como se estivesse em perigo real, por isso os sintomas físicos são tão intensos.
Por isso também, quando você tenta “fugir” (desistir do emprego), parece que alivia… mas no longo prazo isso reforça o ciclo da ansiedade.
Aqui não é sobre força de vontade.
É sobre aprender a regular o seu sistema emocional e entender a raiz desse medo.
A Terapia do Esquema ajuda muito nesse tipo de situação, porque trabalha exatamente essas bases mais profundas, como insegurança, medo de falhar, sensação de incapacidade, e te ensina a se sustentar emocionalmente mesmo diante de situações que hoje parecem insuportáveis. Alinhado a ferramentas de regulação emocional que ensino na psicoterapia.
Você não precisa passar por isso sozinho(a), nem desistir por causa desse medo.
Se você quiser, posso te acompanhar em psicoterapia, de forma acolhedora e estruturada, pra te ajudar a sair desse ciclo e construir mais estabilidade emocional na sua vida. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
O que você está sentindo é muito real, não tem nada a ver com "preguiça" ou "frescura". Ficar dias sem dormir e sem conseguir se alimentar mostra que você não está podendo dar conta disso sozinho(a). Meu conselho é que você procure ajuda profissional o quanto antes. Um psicólogo pode te oferecer um espaço para entender e superar esse medo, e pode pensar junto contigo sobre caminhos para lidar com essa situação de forma mais tranquila.
Se os sintomas físicos piorarem, como a falta de ar ou a dor no peito, procure um atendimento médico sem esperar. Você não precisa enfrentar isso sozinho e não tem problema algum pedir ajuda.
Se os sintomas físicos piorarem, como a falta de ar ou a dor no peito, procure um atendimento médico sem esperar. Você não precisa enfrentar isso sozinho e não tem problema algum pedir ajuda.
Sinto muito que esteja passando por algo tão extenuante. O que você descreve realmente não é frescura nem preguiça; são alterações fisiológicas reais (respostas de luta ou fuga) que comprometem seu funcionamento biológico básico.
Sobre a sua vontade de desistir, é fundamental fazermos uma distinção clínica:
Desejo Real vs. Falta de Dados: A desistência pode parecer uma escolha consciente, mas como você ainda não experimentou o dia a dia do emprego, será que teria base suficiente para essa decisão agora?
Esquiva Comportamental: Desistir interrompe o sofrimento imediato, mas isso gera um ciclo. O alívio "fortalece" o padrão de fuga, tornando o próximo desafio ainda mais assustador e mantendo a sensação de incapacidade a longo prazo.
Um tratamento psicoterapêutico sério, como na ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso) ou Análise do Comportamento, focaria no enfrentamento gradual e na investigação da causa: se é um quadro de ansiedade ou se há componentes de hipersensibilidade sensorial envolvidos (essa é uma investigação sutil e que muda completamente o manejo).
Recomendação imediata: Você relata estar há dias sem comer e dormir adequadamente; sua capacidade de decisão está severamente prejudicada pela privação biológica. Antes de pedir demissão, busque estabilizar esses sintomas com um psicólogo e um psiquiatra. Não é prudente tomar decisões definitivas com o corpo em estado de choque.
Sobre a sua vontade de desistir, é fundamental fazermos uma distinção clínica:
Desejo Real vs. Falta de Dados: A desistência pode parecer uma escolha consciente, mas como você ainda não experimentou o dia a dia do emprego, será que teria base suficiente para essa decisão agora?
Esquiva Comportamental: Desistir interrompe o sofrimento imediato, mas isso gera um ciclo. O alívio "fortalece" o padrão de fuga, tornando o próximo desafio ainda mais assustador e mantendo a sensação de incapacidade a longo prazo.
Um tratamento psicoterapêutico sério, como na ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso) ou Análise do Comportamento, focaria no enfrentamento gradual e na investigação da causa: se é um quadro de ansiedade ou se há componentes de hipersensibilidade sensorial envolvidos (essa é uma investigação sutil e que muda completamente o manejo).
Recomendação imediata: Você relata estar há dias sem comer e dormir adequadamente; sua capacidade de decisão está severamente prejudicada pela privação biológica. Antes de pedir demissão, busque estabilizar esses sintomas com um psicólogo e um psiquiatra. Não é prudente tomar decisões definitivas com o corpo em estado de choque.
Pelo que você descreve, os sintomas são bastante intensos e estão causando um grande sofrimento. Isso não é “frescura” nem “preguiça”. O que você está vivenciando se parece com um quadro de ansiedade muito elevada, possivelmente com crises de ansiedade ou até sintomas de pânico.
Quando a ansiedade chega a esse nível, é comum surgirem sintomas como:
dificuldade para dormir ou não conseguir descansar;
falta de apetite;
náuseas, alterações intestinais;
falta de ar, choro intenso;
sensação de angústia e aperto no peito;
dificuldade de concentração.
Além disso, o fato de você estar prestes a iniciar algo importante — como um novo emprego — pode estar sendo percebido pelo seu corpo como uma situação de ameaça, mesmo que racionalmente você queira essa oportunidade.
O primeiro passo agora é cuidar da intensidade desses sintomas.
Como você está há dias sem dormir e sem se alimentar adequadamente, o mais indicado é procurar um psiquiatra. Em muitos casos, a medicação pode ajudar a estabilizar esses sintomas mais agudos e trazer um alívio inicial.
O segundo passo é iniciar psicoterapia.
A terapia vai te ajudar a entender melhor esses medos, de onde eles vêm e, principalmente, a desenvolver formas mais saudáveis de lidar com situações como trabalho e responsabilidades, que hoje estão sendo muito difíceis para você.
Outro ponto importante:
Nesse momento de fragilidade, tente não enfrentar isso sozinho. Procure alguém de confiança — familiar ou amigo — para te apoiar. A ansiedade pode levar a decisões impulsivas, como desistir do emprego antes mesmo de começar, e isso pode aumentar ainda mais o sofrimento depois.
Por fim, vale lembrar:
Você conseguiu esse emprego, mesmo com toda essa dificuldade. Isso já mostra que existe capacidade aí — mesmo que agora esteja encoberta pelo medo.
Com o tratamento adequado, é possível reduzir esses sintomas e retomar sua rotina com mais segurança.
Você não precisa passar por isso sozinho.
Quando a ansiedade chega a esse nível, é comum surgirem sintomas como:
dificuldade para dormir ou não conseguir descansar;
falta de apetite;
náuseas, alterações intestinais;
falta de ar, choro intenso;
sensação de angústia e aperto no peito;
dificuldade de concentração.
Além disso, o fato de você estar prestes a iniciar algo importante — como um novo emprego — pode estar sendo percebido pelo seu corpo como uma situação de ameaça, mesmo que racionalmente você queira essa oportunidade.
O primeiro passo agora é cuidar da intensidade desses sintomas.
Como você está há dias sem dormir e sem se alimentar adequadamente, o mais indicado é procurar um psiquiatra. Em muitos casos, a medicação pode ajudar a estabilizar esses sintomas mais agudos e trazer um alívio inicial.
O segundo passo é iniciar psicoterapia.
A terapia vai te ajudar a entender melhor esses medos, de onde eles vêm e, principalmente, a desenvolver formas mais saudáveis de lidar com situações como trabalho e responsabilidades, que hoje estão sendo muito difíceis para você.
Outro ponto importante:
Nesse momento de fragilidade, tente não enfrentar isso sozinho. Procure alguém de confiança — familiar ou amigo — para te apoiar. A ansiedade pode levar a decisões impulsivas, como desistir do emprego antes mesmo de começar, e isso pode aumentar ainda mais o sofrimento depois.
Por fim, vale lembrar:
Você conseguiu esse emprego, mesmo com toda essa dificuldade. Isso já mostra que existe capacidade aí — mesmo que agora esteja encoberta pelo medo.
Com o tratamento adequado, é possível reduzir esses sintomas e retomar sua rotina com mais segurança.
Você não precisa passar por isso sozinho.
Olá! Obrigada por compartilhar a sua situação. A resposta pode ajudar muitos outros pacientes que passam pelo mesmo que você está passando.
O que você está sentindo é muito intenso e é real. Acontece com muito mais pessoas do que você pode imaginar. Não é frescura e nem preguiça. Seu corpo entrou em um estado de alerta muito intenso, e isso explica os sintomas físicos, o medo constante e a dificuldade de descansar.
Provavelmente o seu sistema está sobrecarregado.
De uma forma prática, aqui vão algumas dicas que podem te ajudar a melhorar:
1. Acalme o corpo primeiro: respiração lenta (4 segundos inspirando, 6 segundos soltando) por alguns minutos já ajuda a reduzir a falta de ar e a angústia.
2. Tente parar de lutar contra a ansiedade: em vez de “não posso sentir isso”, tente dizer para si mesmo(a) “estou ansioso(a) agora, e tudo bem dar um passo mesmo assim”.
3. Dê passos bem pequenos: não pense no emprego inteiro, só no primeiro momento, depois no próximo.
4. Evite decidir no pico do medo: a vontade de desistir é uma tentativa de alívio e de proteção do seu cérebro, não necessariamente o que você realmente quer.
E, sendo bem direta: pelo nível dos sintomas (dias sem dormir e comer), é muito importante buscar ajuda profissional. Isso tem tratamento e melhora muito com acompanhamento.
Você não precisa esperar a ansiedade ir embora para começar.
Estou aqui para te ajudar. Conte comigo.
O que você está sentindo é muito intenso e é real. Acontece com muito mais pessoas do que você pode imaginar. Não é frescura e nem preguiça. Seu corpo entrou em um estado de alerta muito intenso, e isso explica os sintomas físicos, o medo constante e a dificuldade de descansar.
Provavelmente o seu sistema está sobrecarregado.
De uma forma prática, aqui vão algumas dicas que podem te ajudar a melhorar:
1. Acalme o corpo primeiro: respiração lenta (4 segundos inspirando, 6 segundos soltando) por alguns minutos já ajuda a reduzir a falta de ar e a angústia.
2. Tente parar de lutar contra a ansiedade: em vez de “não posso sentir isso”, tente dizer para si mesmo(a) “estou ansioso(a) agora, e tudo bem dar um passo mesmo assim”.
3. Dê passos bem pequenos: não pense no emprego inteiro, só no primeiro momento, depois no próximo.
4. Evite decidir no pico do medo: a vontade de desistir é uma tentativa de alívio e de proteção do seu cérebro, não necessariamente o que você realmente quer.
E, sendo bem direta: pelo nível dos sintomas (dias sem dormir e comer), é muito importante buscar ajuda profissional. Isso tem tratamento e melhora muito com acompanhamento.
Você não precisa esperar a ansiedade ir embora para começar.
Estou aqui para te ajudar. Conte comigo.
Entendo profundamente sua dor e quero que saiba, antes de tudo: o que você sente não é "frescura", mas seu corpo em alerta máximo tentando te proteger de um medo que parece gigante. Essa tempestade física de falta de ar e mal-estar é seu sistema nervoso reagindo ao novo emprego como se fosse uma ameaça real à sua vida.
Para o agora, não pense nos meses que virão; foque apenas nos próximos dez minutos e use água bem gelada no rosto ou uma pedra de gelo nas mãos para ajudar a "resetar" essa angústia física imediata. Eu estou aqui para te oferecer o suporte e as ferramentas que você precisa para acalmar esse alarme interno e retomar sua segurança emocional. Não precisa carregar esse peso sozinha; vamos transformar esse medo paralisante em passos possíveis e gentis para você. Agende sua conversa comigo e vamos começar a cuidar disso juntos agora mesmo.
Para o agora, não pense nos meses que virão; foque apenas nos próximos dez minutos e use água bem gelada no rosto ou uma pedra de gelo nas mãos para ajudar a "resetar" essa angústia física imediata. Eu estou aqui para te oferecer o suporte e as ferramentas que você precisa para acalmar esse alarme interno e retomar sua segurança emocional. Não precisa carregar esse peso sozinha; vamos transformar esse medo paralisante em passos possíveis e gentis para você. Agende sua conversa comigo e vamos começar a cuidar disso juntos agora mesmo.
O que você está descrevendo não é frescura nem preguiça. Esses sintomas são muito reais e costumam aparecer quando a ansiedade atinge um nível mais intenso. Falta de ar, náusea, alterações no sono e no intestino, pensamentos repetitivos e sensação de medo constante são sinais de que o seu corpo está em um estado de alerta elevado, como se estivesse tentando te proteger de algo.
É compreensível que um novo emprego, mesmo sendo algo desejado, desperte esse tipo de reação. Mudanças importantes podem ativar inseguranças, medo de não dar conta ou de ser avaliado. Quando a ansiedade entra nesse ciclo, ela acaba se alimentando dos próprios pensamentos, o que dificulta descansar, se alimentar e até enxergar a situação com mais clareza.
Dentro da abordagem cognitivo-comportamental, trabalhamos justamente em identificar esses pensamentos automáticos, entender o que está por trás desse medo e desenvolver estratégias práticas para regular o corpo e a mente. Pequenos passos já fazem diferença, como tentar manter uma rotina mínima de alimentação e sono, além de técnicas de respiração para reduzir essa sensação de sufoco nos momentos mais intensos.
É importante olhar para isso com cuidado, principalmente porque já está impactando seu sono, sua alimentação e seu bem-estar geral. Você não precisa passar por isso sozinho(a). A psicoterapia pode te ajudar a entender melhor esse processo e encontrar formas mais seguras e leves de lidar com essa ansiedade, inclusive nesse momento de início no trabalho.
É compreensível que um novo emprego, mesmo sendo algo desejado, desperte esse tipo de reação. Mudanças importantes podem ativar inseguranças, medo de não dar conta ou de ser avaliado. Quando a ansiedade entra nesse ciclo, ela acaba se alimentando dos próprios pensamentos, o que dificulta descansar, se alimentar e até enxergar a situação com mais clareza.
Dentro da abordagem cognitivo-comportamental, trabalhamos justamente em identificar esses pensamentos automáticos, entender o que está por trás desse medo e desenvolver estratégias práticas para regular o corpo e a mente. Pequenos passos já fazem diferença, como tentar manter uma rotina mínima de alimentação e sono, além de técnicas de respiração para reduzir essa sensação de sufoco nos momentos mais intensos.
É importante olhar para isso com cuidado, principalmente porque já está impactando seu sono, sua alimentação e seu bem-estar geral. Você não precisa passar por isso sozinho(a). A psicoterapia pode te ajudar a entender melhor esse processo e encontrar formas mais seguras e leves de lidar com essa ansiedade, inclusive nesse momento de início no trabalho.
Seu corpo está reagindo com um nível muito alto de estresse, em decorrência da projeção que sua mente faz massivamente de possibilidades das coisas darem errado. São sim comportamentos clássicos de ansiedade, onde somente o profissional que te acompanha ou acompanhará poderá fechar um diagnóstico.É um ciclo gerado pelo seu Sistema Nervoso Simpático em decorrência da ativação do seu sistema de luta ou fuga, onde o cérebro entra em "modo de proteção", "imaginando" que essas situações cotidianas que você relata são situações de perigo para vocês. Acredito que seja importante que a sua terapia seja focada, além da escuta ativa, obviamente, em você realmente entender como os efeitos sentidos podem na verdade ser mais perturbadores do que qualquer diagnóstico ou evento cotidiano em si. Nossa mente faz projeções e nos leva a temermos coisas que racionalmente sabemos que não nos representam perigo. Um psicólogo experiente e capacitado, certamente te ajudará muito.
Um abraço!
Um abraço!
A quadro que você relata é de uma ansiedade muito intensa, maior que o esperado para a situação. Aparentemente existe grande expectativa de sua parte em relação ao trabalho e, possivelmente, uma grande cobrança para que as coisas ocorram dentro do esperado. A falta de controle e as ameaças que uma situação oferece são fatores típicos de crises de ansiedade. Desenvolver a tolerância ao mal-estar pode ser um aspecto importante para você, mas também desenvolver habilidades para resolução de situações problemas. O que indica que a busca por um psicólogo poderia ser proveitosa. Seria importante avaliar, também, o acompanhamento com um psiquiatra.
Oi, tudo bem? O que você está vivendo não é frescura nem preguiça. O seu corpo está reagindo como se estivesse diante de um perigo real, mesmo sendo um compromisso importante como começar um trabalho. Essa intensidade que você descreve — falta de sono, náusea, dor no peito, choro, falta de ar — mostra um nível de ativação muito alto do sistema de ansiedade. É como se o seu organismo estivesse em modo de alerta contínuo, sem conseguir “desligar”.
Tem um ponto que costuma confundir muito: quando finalmente algo importante acontece, como conseguir um emprego, a ansiedade não diminui… ela pode aumentar. Porque agora não é mais só uma possibilidade, virou realidade. E o cérebro, que já vinha antecipando dificuldades, começa a tentar prever tudo o que pode dar errado. Fico pensando… quando você imagina ir trabalhar, o que aparece com mais força? Medo de não dar conta, de errar, de ser julgada?
O fato de você não conseguir dormir nem se alimentar há alguns dias já mostra que não é só um desconforto emocional, é algo que está afetando o seu corpo de forma importante. E aí entra um ponto muito sério: você não precisa enfrentar isso sozinha. Um acompanhamento psicológico pode te ajudar a entender e regular esse padrão, mas, nesse nível de intensidade, uma avaliação com psiquiatra também é muito importante para estabilizar o organismo nesse momento.
Sobre a vontade de desistir, ela faz sentido dentro desse estado. Quando o corpo entra em alerta assim, ele tenta te tirar da situação que está sendo interpretada como ameaça. Mas desistir agora resolveria a causa… ou só aliviaria temporariamente o sintoma? Essa é uma pergunta difícil, mas importante.
Talvez, neste momento, o foco não precise ser “dar conta de tudo”, mas conseguir atravessar o próximo passo com o máximo de apoio possível. Existe alguém próximo com quem você possa compartilhar isso de forma mais direta? Porque passar por isso sozinho tende a intensificar ainda mais a sensação de descontrole.
Você não está falhando — seu sistema emocional está sobrecarregado. E isso tem tratamento. Com o suporte adequado, esse tipo de resposta pode ser reduzido de forma consistente.
Se fizer sentido, podemos pensar juntos em formas mais seguras de você atravessar esses próximos dias.
Tem um ponto que costuma confundir muito: quando finalmente algo importante acontece, como conseguir um emprego, a ansiedade não diminui… ela pode aumentar. Porque agora não é mais só uma possibilidade, virou realidade. E o cérebro, que já vinha antecipando dificuldades, começa a tentar prever tudo o que pode dar errado. Fico pensando… quando você imagina ir trabalhar, o que aparece com mais força? Medo de não dar conta, de errar, de ser julgada?
O fato de você não conseguir dormir nem se alimentar há alguns dias já mostra que não é só um desconforto emocional, é algo que está afetando o seu corpo de forma importante. E aí entra um ponto muito sério: você não precisa enfrentar isso sozinha. Um acompanhamento psicológico pode te ajudar a entender e regular esse padrão, mas, nesse nível de intensidade, uma avaliação com psiquiatra também é muito importante para estabilizar o organismo nesse momento.
Sobre a vontade de desistir, ela faz sentido dentro desse estado. Quando o corpo entra em alerta assim, ele tenta te tirar da situação que está sendo interpretada como ameaça. Mas desistir agora resolveria a causa… ou só aliviaria temporariamente o sintoma? Essa é uma pergunta difícil, mas importante.
Talvez, neste momento, o foco não precise ser “dar conta de tudo”, mas conseguir atravessar o próximo passo com o máximo de apoio possível. Existe alguém próximo com quem você possa compartilhar isso de forma mais direta? Porque passar por isso sozinho tende a intensificar ainda mais a sensação de descontrole.
Você não está falhando — seu sistema emocional está sobrecarregado. E isso tem tratamento. Com o suporte adequado, esse tipo de resposta pode ser reduzido de forma consistente.
Se fizer sentido, podemos pensar juntos em formas mais seguras de você atravessar esses próximos dias.
Primeiramente, meu abraço apertado. Aconselho você a procurar ajuda de um especialista , psicólogo e psiquiatra, para compreender melhor o funcionamento da sua ansiedade e em favor de quê ela está existindo. Ter clareza pode te ajudar a acolher melhor e a manejar seus sintomas.
Especialistas
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