Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue rea
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Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue realmente amar um filho, ou não, ela sempre o fará sofrer ?
Transtorno de personalidade Narcisista...porque tem se falado tanto?
Você sofre deste transtorno? As mídias sociais estimulam ou desencadeiam estes sintonas?
PERSONALIDADE NARCISISTA ( Manual MSD)
O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão generalizado de grandiosidade, necessidade de adulação e falta de empatia. O diagnóstico é por critérios clínicos.
Como os pacientes com transtorno de personalidade narcisista têm dificuldades para regular a autoestima, eles precisam de louvação e afiliações com pessoas ou instituições especiais; eles também tendem a desvalorizar outras pessoas para que possam manter uma sensação de superioridade.
Comorbidades são comuns. Os pacientes muitas vezes também têm transtorno depressivo (p. ex., transtorno depressivo maior, transtorno depressivo persistente), anorexia nervosa, transtorno por uso abusivo de substâncias (especialmente cocaína) ou outro transtorno de personalidade (histriônico, borderline, paranoico).
Etiologia do transtorno de personalidade narcisista
Poucas pesquisas sobre os fatores biológicos que contribuem para o transtorno de personalidade narcisista foram feitas, embora pareça haver um componente hereditário significativo. Algumas teorias postulam que os cuidadores podem não ter tratado a criança de forma adequada—por exemplo, sendo excessivamente críticos ou elogiando, admirando ou favorecendo excessivamente a criança.
Alguns pacientes com esse transtorno têm dons ou talentos especiais e tornam-se acostumados a associar sua autoimagem e senso do eu à admiração e estima dos outros.
Sinais e sintomas do transtorno de personalidade narcisista
Pacientes com transtorno de personalidade narcisista superestimam suas habilidades e exageram suas realizações. Eles acham que são superiores, originais ou especiais. Essa superestimação de seu próprio valor e realizações muitas vezes implica uma subestimação do valor e das realizações dos outros.
Esses pacientes estão preocupados com fantasias de grandes realizações—de serem admirados por sua inteligência ou beleza avassaladora, de ter prestígio e influência ou de experimentar um grande amor. Eles sentem que devem se relacionar apenas com outros tão especiais e talentosos quanto eles mesmos, não com pessoas comuns. Esse relacionamento com pessoas extraordinárias é usado para suportar e melhorar sua autoestima.
Como os pacientes com transtorno narcisista precisam ser admirados, sua autoestima depende da consideração positiva dos outros e é, portanto, geralmente muito frágil. As pessoas com esse transtorno frequentemente observam para ver o que os outros pensam deles e avaliar o quão bem eles estão fazendo. Eles são sensíveis e se chateiam com as críticas dos outros e pelo fracasso, o que faz com que se sintam humilhados e derrotados. Eles podem responder com raiva ou desprezo, ou podem contra-atacar violentamente. Ou eles podem se afastar ou aceitar externamente a situação em um esforço para proteger sua sensação de autoimportância (grandiosidade). Eles podem evitar situações em que podem falhar.
No caso de uma mãe narcisista , a falta de empatia , dependendo do grau , pode impedir o desenvolvimento do sentimento amoroso pois é um sentimento que é centrado na doação total da afetividade de uma pessoa, sem egoísmo, a pessoa de dedica a outra intensamente deixando de lado suas próprias necessidades, o que é impossível para um narcisista.
Você sofre deste transtorno? As mídias sociais estimulam ou desencadeiam estes sintonas?
PERSONALIDADE NARCISISTA ( Manual MSD)
O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão generalizado de grandiosidade, necessidade de adulação e falta de empatia. O diagnóstico é por critérios clínicos.
Como os pacientes com transtorno de personalidade narcisista têm dificuldades para regular a autoestima, eles precisam de louvação e afiliações com pessoas ou instituições especiais; eles também tendem a desvalorizar outras pessoas para que possam manter uma sensação de superioridade.
Comorbidades são comuns. Os pacientes muitas vezes também têm transtorno depressivo (p. ex., transtorno depressivo maior, transtorno depressivo persistente), anorexia nervosa, transtorno por uso abusivo de substâncias (especialmente cocaína) ou outro transtorno de personalidade (histriônico, borderline, paranoico).
Etiologia do transtorno de personalidade narcisista
Poucas pesquisas sobre os fatores biológicos que contribuem para o transtorno de personalidade narcisista foram feitas, embora pareça haver um componente hereditário significativo. Algumas teorias postulam que os cuidadores podem não ter tratado a criança de forma adequada—por exemplo, sendo excessivamente críticos ou elogiando, admirando ou favorecendo excessivamente a criança.
Alguns pacientes com esse transtorno têm dons ou talentos especiais e tornam-se acostumados a associar sua autoimagem e senso do eu à admiração e estima dos outros.
Sinais e sintomas do transtorno de personalidade narcisista
Pacientes com transtorno de personalidade narcisista superestimam suas habilidades e exageram suas realizações. Eles acham que são superiores, originais ou especiais. Essa superestimação de seu próprio valor e realizações muitas vezes implica uma subestimação do valor e das realizações dos outros.
Esses pacientes estão preocupados com fantasias de grandes realizações—de serem admirados por sua inteligência ou beleza avassaladora, de ter prestígio e influência ou de experimentar um grande amor. Eles sentem que devem se relacionar apenas com outros tão especiais e talentosos quanto eles mesmos, não com pessoas comuns. Esse relacionamento com pessoas extraordinárias é usado para suportar e melhorar sua autoestima.
Como os pacientes com transtorno narcisista precisam ser admirados, sua autoestima depende da consideração positiva dos outros e é, portanto, geralmente muito frágil. As pessoas com esse transtorno frequentemente observam para ver o que os outros pensam deles e avaliar o quão bem eles estão fazendo. Eles são sensíveis e se chateiam com as críticas dos outros e pelo fracasso, o que faz com que se sintam humilhados e derrotados. Eles podem responder com raiva ou desprezo, ou podem contra-atacar violentamente. Ou eles podem se afastar ou aceitar externamente a situação em um esforço para proteger sua sensação de autoimportância (grandiosidade). Eles podem evitar situações em que podem falhar.
No caso de uma mãe narcisista , a falta de empatia , dependendo do grau , pode impedir o desenvolvimento do sentimento amoroso pois é um sentimento que é centrado na doação total da afetividade de uma pessoa, sem egoísmo, a pessoa de dedica a outra intensamente deixando de lado suas próprias necessidades, o que é impossível para um narcisista.
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Olá! Essa é uma questão muito delicada, dentro da psicanálise analisamos que, as mães narcisistas se tornam incapazes de estabelecer vínculos e de criar conexões nas relações. Se elas sentirem que não tiveram atenção e suporte, tratarão seus filhos sem a menor empatia, contradizendo e rebaixando-os para se sentirem melhores. Os narcisistas são capazes de amar e agir de maneira amorosa, mas isso tende a ser condicional, pois as demonstrações de amor dependem do que você pode dar a eles em troca. Para pessoas com transtorno de personalidade narcisista, os relacionamentos tendem a ser transacionais. O amor não é egoísta, orgulhoso, explorador ou invejoso. Um relacionamento, com alguém diagnosticado com transtorno de personalidade narcisista pode ser tóxico, cheio de drama e, em alguns casos, traumático. É importante entender que ter traços narcisistas não significa que uma pessoa não seja capaz de amar alguém. A maneira como esses recursos prejudicam o funcionamento em várias áreas, como identidade, auto direção, empatia e intimidade da vida de uma pessoa é a diferença entre um diagnóstico de transtorno de personalidade narcisista e traços narcisistas. Segundo Freud, o narcisismo é uma característica comum a todos nós. Ela está relacionada a uma fase da infância, onde a criança, em sua ilusão pueril, acredita ser “única e especial”, achando-se o centro do universo. À medida que ela vai crescendo e se deparando com as frustrações da vida, isso vai se dissipando, e assim segue a formação saudável do psiquismo. No entanto, nem todos conseguem sair desta fase e permanecem nesse auto fascínio a vida toda. Nesse caso, o narcisismo se transforma em patologia, ou seja, passa de um estado normal para doentio. Procure terapia, ela pode fornecer um espaço seguro para você processar e explorar seus sentimentos sobre seu relacionamento. Participar da terapia ajuda você a se entender, identificar gatilhos e desenvolver habilidades de enfrentamento, fico à sua disposição, forte abraço.
Na medida em que a lógica do narcisismo demanda um investimento de afetos excessivamente voltado para o próprio sujeito, a relação mãe e filho pode acabar por se constituir de forma deficitária para este último, que não se sente suficientemente amparado pelo outro. Relações deste tipo podem causar prejuízos emocionais para a criança, que se encontra em uma posição dependente e, mais do que isso, compõe a sua maneira de ser no mundo a partir da relação com os cuidadores. O sujeito com traços narcisistas exacerbados cria estratégias múltiplas, eminentemente defensivas, na tentativa de compensar ou mesmo suplantar qualquer perda de afeto percebida, projetando desta maneira suas angústias nas pessoas com as quais se relaciona. Em alguns casos, os filhos existem apenas como propriedade destes sujeitos e enquanto servem aos seus impulsos narcísicos. É comum que aqueles que tenham se relacionado com pessoas assim na infância, produzam uma percepção inferiorizada de si e nutram o desejo, por um lado, de "consertar" os seus cuidadores como forma de "garantir" que tenham sido amados e, de outro, de se ver livres deles como única maneira de projetar algo de originalmente seu no mundo. A análise pessoal abre espaço para que se chegue a um concerto (com "c" mesmo), permitindo compor e executar uma outra sinfonia de afetos a partir de suas vivências do passado.
Independente do diagnóstico clínico, que muitas vezes é generalizado e colocam as pessoas ‘em caixinhas’; é importante saber que as pessoas amam de maneiras diferentes, nem sempre a forma de demonstrar o amor é o que esperamos, isso acontece muito na relação mãe e filha, que é uma relação por si só um tanto narcísica (uma vez que a filha é inconscientemente uma extensão da mãe), muitas vezes para a mãe é difícil aceitar que os filhos tomem caminhos diferentes dos dela. Isso não significa de forma alguma que essa mãe não possa amar, seria necessário uma tomada de consciência e uma análise para se desprender um pouco da questão narcísica que essa relação desperta na mãe.
Olá. Muito pertinente a sua questão.
Se pudermos estudar as lições do pai da Psicanálise, Sigmund Freud , verificaremos que um tanto de narcisismo todas as pessoas possuem nas suas mentes , em graus variáveis.
Muito se fala em mães narcisistas, e mães e pessoas tóxicas, quando na verdade precisamos avaliar o grau de distúrbio essas pessoas estão vivenciando.
Acredito muito que o trabalho em Psicoterapia psicanalista contribui para que possamos todos percebermos os problemas em nós e nós outros
Obrigada pela atenção.
Estamos aqui.
Se pudermos estudar as lições do pai da Psicanálise, Sigmund Freud , verificaremos que um tanto de narcisismo todas as pessoas possuem nas suas mentes , em graus variáveis.
Muito se fala em mães narcisistas, e mães e pessoas tóxicas, quando na verdade precisamos avaliar o grau de distúrbio essas pessoas estão vivenciando.
Acredito muito que o trabalho em Psicoterapia psicanalista contribui para que possamos todos percebermos os problemas em nós e nós outros
Obrigada pela atenção.
Estamos aqui.
Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade:
R: evidente que sim. Não importa o quanto alguém possa gostar e preferir a si, sempre irá gostar de algo externo ao seu ser.
tipo uma mãe narcisista: a mãe narcisista foi uma filha narcisista.
R: Essa pergunta é para saber da mãe ou da filha?
ela consegue realmente amar um filho, ou não, ela sempre o fará sofrer?
R: Essa 'propaganda' que as supostas mães farão seus filhos sofrer, trata-se de agenda ideológica feminista e parece que tem feito sucesso, pois é a base para difundir a defesa do aborto e para disseminar dificuldades de relacionamento e intolerância dentro da família, vista como 'tradicional'.
Toda nova geração trará mudanças relativas aos novos formatos de vivência e isso gera novas formas de neuroses.
R: evidente que sim. Não importa o quanto alguém possa gostar e preferir a si, sempre irá gostar de algo externo ao seu ser.
tipo uma mãe narcisista: a mãe narcisista foi uma filha narcisista.
R: Essa pergunta é para saber da mãe ou da filha?
ela consegue realmente amar um filho, ou não, ela sempre o fará sofrer?
R: Essa 'propaganda' que as supostas mães farão seus filhos sofrer, trata-se de agenda ideológica feminista e parece que tem feito sucesso, pois é a base para difundir a defesa do aborto e para disseminar dificuldades de relacionamento e intolerância dentro da família, vista como 'tradicional'.
Toda nova geração trará mudanças relativas aos novos formatos de vivência e isso gera novas formas de neuroses.
Olá! Uma questão muito pertinente ligada à sua pergunta é como o filho ou a filha pode lidar com esse objeto de amor (a mãe narcisista, no seu exemplo) sem ser refém dos gatilhos emocionais que são disparados, diminuindo, assim a carga de sofrimento.
O processo analítico é um instrumento importantíssimo que auxilia na identificação das questões emocionais para que a pessoa tenha melhores condições de se relacionar consigo e com quem convive - independentemente se os envolvidos têm ou não diagnóstico de algum transtorno.
O processo analítico é um instrumento importantíssimo que auxilia na identificação das questões emocionais para que a pessoa tenha melhores condições de se relacionar consigo e com quem convive - independentemente se os envolvidos têm ou não diagnóstico de algum transtorno.
Olá! As peculiaridades que envolvem a personalidade narcisista são complexas. O perfil se caracteriza por ter opinião elevada sobre si, exigir admiração constante e crer que outras pessoas são inferiores. Te responder essa pergunta de forma enfática é complicado, o entendimento de amor pelo narcisista é bem diferente do que é para qualquer outra pessoa. Sugiro que você faça terapia para ajudar e ter respostas corretas.
O vínculo mãe e filho envolve muitas peculiaridades, e classificações como esta - narcisista - mais atrapalham que ajudam. Toda relação envolve dissabores em maior ou menor grau e um processo de análise favorecerá você a se perceber nas suas relações, na forma como você se coloca diante delas e no que você pode modificar para se sentir mais confortável. Busque um profissional que possa lhe escutar e ajudar nesse processo.
Te convidamos para uma consulta: Consulta psicologia - R$ 180
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Boa noite, a sua pergunta trata de uma questão complexa e delicada. Seria interessante compreender sua intenção ao realizar essa pergunta: você suspeita que é narcisista e se questiona sobre ser mãe? Você é filha de alguém que supõe ser narcisista e quer saber se ela te ama? Etc. Percebe como é uma resposta adequada para essa pergunta exigiria de fato uma analise das questões que te fizeram perguntar isso? Cada pessoa é única no mundo, seja na saúde ou na doença, o que posso fazer aqui é lhe dizer que usando como referencia a teoria sobre o transtorno de personalidade narcisista, o que pode-se dizer com base em muitos estudos relacionados ao tema é que em geral pessoas com este transtorno tem (dependendo do grau) uma dificuldade ou incapacidade de se colocar no lugar do outro (empatia), o que certamente prejudica a qualidade dessa relação. Porém acredito que até para alguém com esse transtorno existem ferramentas importantíssimas que poderiam lhe ajudar, seja filho ou mãe... Não importa.
Fico a disposição caso tenhas interesse em iniciar esse processo comigo. Grande abraço e não perca a fé.
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Olá. Sua pergunta é interessante por se tratar de um tema valorizado nas redes atualmente. Muitas pessoas têm essa dúvida. O problema é que a chamada personalidade narcisista responde muito rápido uma questão bem complexa. O narcisismo, para a psicanálise, faz parte de qualquer aparelho psíquico. Ele normalmente tem a ver com a autoestima. Sendo assim, um narcisismo exagerado faz com que a pessoa tenha uma estima desproporcional por si mesma e, um narcisismo mais baixo, cria a necessidade de aprovação e de agradar o próximo para se sentir bem consigo mesmo. Em linhas gerais seria dessa forma e o narcisista, por óbvio, se encaixa com o tipo elevado. Mais importante no seu caso, porém, seria formular ainda mais perguntas: você sente que não recebeu o amor do qual precisava? Como você demonstra e recebe o amor dos outros? Você está preocupado com a relação que tem com outras pessoas? Essas perguntas também podem ajudar a nortear um processo terapêutico. Recomendo que busque um psicólogo se estas questões são caras a você. Abraço!
Olá,
Segundo Zimerman, “o narcisismo vem ocupando um crescente espaço na literatura psicanalítica.
Mesmo sabendo das diferenças e singularidades possíveis numa personalidade narcisista, não podemos negar que algumas características são comuns a todos, como: um certo estado de indiferenciação, a questão da onipotência, a necessidade de admiração exacerbada, a ilusão de que é uma majestade, o problema da baixa autoestima, e geralmente é a partir dessa posição que ele se relaciona com o mundo externo.
Um sujeito narcisista sempre elege uma outra pessoa e a mantém sob um controle, e isso pode acontecer inclusive com os filhos. Geralmente os narcisistas patológicos não conseguem uma conexão com outras pessoas, a não ser, para dominar. Uma mãe narcisista, ou é indiferente ou possessiva, e tem a capacidade de usar seus próprios filhos para se promover diante dos outros. Certamente, uma mãe narcisista prejudicará o desenvolvimento saudável dos filhos, ou seja, esses filhos terão graves sequelas a partir desse vínculo patológico. Sobre amar ou não amar? Desde que esse vínculo traga algum benefício para ela, existe a possibilidade de efeitos. Não sei de qual posição sua pergunta parte, de mãe ou filho? Recomendo uma boa análise para compreender todo esse processo melhor.
Segundo Zimerman, “o narcisismo vem ocupando um crescente espaço na literatura psicanalítica.
Mesmo sabendo das diferenças e singularidades possíveis numa personalidade narcisista, não podemos negar que algumas características são comuns a todos, como: um certo estado de indiferenciação, a questão da onipotência, a necessidade de admiração exacerbada, a ilusão de que é uma majestade, o problema da baixa autoestima, e geralmente é a partir dessa posição que ele se relaciona com o mundo externo.
Um sujeito narcisista sempre elege uma outra pessoa e a mantém sob um controle, e isso pode acontecer inclusive com os filhos. Geralmente os narcisistas patológicos não conseguem uma conexão com outras pessoas, a não ser, para dominar. Uma mãe narcisista, ou é indiferente ou possessiva, e tem a capacidade de usar seus próprios filhos para se promover diante dos outros. Certamente, uma mãe narcisista prejudicará o desenvolvimento saudável dos filhos, ou seja, esses filhos terão graves sequelas a partir desse vínculo patológico. Sobre amar ou não amar? Desde que esse vínculo traga algum benefício para ela, existe a possibilidade de efeitos. Não sei de qual posição sua pergunta parte, de mãe ou filho? Recomendo uma boa análise para compreender todo esse processo melhor.
Uma pessoa com transtorno de personalidade narcisista pode ter dificuldade em mostrar empatia e amor verdadeiro em relacionamentos. Eles tendem a se enxergar como superiores e a se preocupar mais com sua própria imagem do que com os sentimentos dos outros. Isso pode levar a um comportamento egoísta e manipulativo em relacionamentos.
No caso de uma mãe narcisista, ela pode ter dificuldade em mostrar amor e preocupação genuína pelo bem-estar do filho e pode se envolver em comportamentos que causam sofrimento emocional ao filho. No entanto, é importante notar que cada indivíduo é único e pode apresentar diferentes graus e tipos de transtorno de personalidade narcisista. Portanto, algumas pessoas com transtorno de personalidade narcisista podem ser capazes de amar e se preocupar com os outros, embora possam ter dificuldades em expressar isso de maneira saudável.
No caso de uma mãe narcisista, ela pode ter dificuldade em mostrar amor e preocupação genuína pelo bem-estar do filho e pode se envolver em comportamentos que causam sofrimento emocional ao filho. No entanto, é importante notar que cada indivíduo é único e pode apresentar diferentes graus e tipos de transtorno de personalidade narcisista. Portanto, algumas pessoas com transtorno de personalidade narcisista podem ser capazes de amar e se preocupar com os outros, embora possam ter dificuldades em expressar isso de maneira saudável.
As pessoas com transtorno de personalidade narcisista podem ter dificuldade em desenvolver relacionamentos saudáveis e amorosos, incluindo relações com familiares. Eles tendem a ver as outras pessoas como objetos para satisfazer suas necessidades e desejos, em vez de como indivíduos com suas próprias necessidades e desejos.
No caso de uma mãe narcisista, ela pode sentir amor pelo filho, mas esse amor pode ser condicional e baseado na capacidade do filho de atender às suas necessidades e reforçar sua autoestima. Ela pode se sentir desapontada ou frustrada se o filho não atende a essas expectativas e isso pode levar a comportamentos abusivos e manipuladores.
É importante notar que cada pessoa é única e pode ter diferentes graus de transtorno de personalidade narcisista e diferentes formas de expressá-lo, então não é possível generalizar. No entanto, é importante buscar ajuda profissional se você estiver lidando com comportamentos abusivos ou danosos de uma pessoa narcisista em sua vida.
No caso de uma mãe narcisista, ela pode sentir amor pelo filho, mas esse amor pode ser condicional e baseado na capacidade do filho de atender às suas necessidades e reforçar sua autoestima. Ela pode se sentir desapontada ou frustrada se o filho não atende a essas expectativas e isso pode levar a comportamentos abusivos e manipuladores.
É importante notar que cada pessoa é única e pode ter diferentes graus de transtorno de personalidade narcisista e diferentes formas de expressá-lo, então não é possível generalizar. No entanto, é importante buscar ajuda profissional se você estiver lidando com comportamentos abusivos ou danosos de uma pessoa narcisista em sua vida.
Saúde e paz,
o conceito de narcisismo foi mobilizado por Freud, na construção do saber psicanalítico, no começo de século XX. Depois foi aprimorado por outros especialistas: Melaine Klein, Donald Winnicott, entre outros. É fundamental percebermos a dessemelhança entre o comportamento narcísico e o narcisismo patológico. Este pode se traduzir, como foi dito acima, em uma Perturbação de Personalidade Narcísica (PPN). A mãe - ou a figura social que cumpre esta função - desempenha um papel nevrálgico em nossa vida psíquica. É ela que nos retira do desamparo ao nascermos. É a primeira pessoa a nos acolher. Diga-se, aliás, que inicialmente o bebê não sabe que ele e a mãe são seres distintos. Contudo, algumas mães manipulam, fazem chantagem emocional, assediam moralmente, quando não agridem fisicamente os filhos. Tal postura impede que o descendente tenha independência e autonomia. Assim, ele torna-se vítima de um sequestro emocional permanente, tendo grandes chances de se transformar em um adulto infantilizado e inseguro. Certa feita, provocativamente, Jacques Lacan disse que lidar com o desejo da mãe era como estar na boca de um crocodilo. Deve-se ter muito cuidado para não satanizar a mãe narcisista. Ela, não raras vezes, ignora o fato de que o drama que sustenta seu discurso é uma forma de aprisionamento do filho. Isso não que dizer que a progenitora não ame seu rebento. Mas como evitar o sofrimento? Fazendo análise. A travessia analítica estimula a montagem de diques emocionais que conterão a incidência da dramaticidade materna sobre o ser/espírito dos filhos. Sem tais "diques" o binômio alienação e padecimento psicológico continuarão a existir. E mais: o prosseguimento da alienação, por exemplo, cria maridos que não têm a capacidade de escolher a sua própria cueca ou meia sem a intervenção da esposa (simbolicamente uma nova mãe). Ou seja, companheiros psiquicamente mutilados, sem proatividade para enfrentar os desafios do mundo.
o conceito de narcisismo foi mobilizado por Freud, na construção do saber psicanalítico, no começo de século XX. Depois foi aprimorado por outros especialistas: Melaine Klein, Donald Winnicott, entre outros. É fundamental percebermos a dessemelhança entre o comportamento narcísico e o narcisismo patológico. Este pode se traduzir, como foi dito acima, em uma Perturbação de Personalidade Narcísica (PPN). A mãe - ou a figura social que cumpre esta função - desempenha um papel nevrálgico em nossa vida psíquica. É ela que nos retira do desamparo ao nascermos. É a primeira pessoa a nos acolher. Diga-se, aliás, que inicialmente o bebê não sabe que ele e a mãe são seres distintos. Contudo, algumas mães manipulam, fazem chantagem emocional, assediam moralmente, quando não agridem fisicamente os filhos. Tal postura impede que o descendente tenha independência e autonomia. Assim, ele torna-se vítima de um sequestro emocional permanente, tendo grandes chances de se transformar em um adulto infantilizado e inseguro. Certa feita, provocativamente, Jacques Lacan disse que lidar com o desejo da mãe era como estar na boca de um crocodilo. Deve-se ter muito cuidado para não satanizar a mãe narcisista. Ela, não raras vezes, ignora o fato de que o drama que sustenta seu discurso é uma forma de aprisionamento do filho. Isso não que dizer que a progenitora não ame seu rebento. Mas como evitar o sofrimento? Fazendo análise. A travessia analítica estimula a montagem de diques emocionais que conterão a incidência da dramaticidade materna sobre o ser/espírito dos filhos. Sem tais "diques" o binômio alienação e padecimento psicológico continuarão a existir. E mais: o prosseguimento da alienação, por exemplo, cria maridos que não têm a capacidade de escolher a sua própria cueca ou meia sem a intervenção da esposa (simbolicamente uma nova mãe). Ou seja, companheiros psiquicamente mutilados, sem proatividade para enfrentar os desafios do mundo.
Sim, é capaz de amar. Porém a relação será tóxica, disfuncional e possivelmente este filho terá muitos traumas e sentimento de culpa em relação a essa mãe. É bem provável que se torne um adulto inseguro.
Sim, uma pessoa narcisista pode gostar de alguém de verdade. No entanto, a forma como eles expressam esse amor pode ser diferente da forma como outras pessoas expressam amor. Por exemplo, uma mãe narcisista pode mostrar amor por seu filho, mas pode também usar o amor como uma forma de manipulação ou controle. Isso pode levar a sentimentos de confusão e sofrimento para o filho.
Sim, é possível que uma pessoa narcisista goste de alguém de verdade. No entanto, a maneira como eles demonstram e experimentam esse sentimento pode ser diferente da forma como uma pessoa não narcisista o faz.
Uma pessoa narcisista tem um ego inflado e tende a se preocupar principalmente com suas próprias necessidades e desejos. Eles podem ter dificuldade em ver as coisas do ponto de vista dos outros e em se preocupar com as necessidades e desejos dos outros. Como resultado, a maneira como eles demonstram amor e afeto pode ser mais voltada para si mesmos, com um foco em como a outra pessoa os faz sentir bem ou como essa pessoa pode beneficiá-los.
No entanto, isso não significa que uma pessoa narcisista não possa experimentar emoções profundas e genuínas em relação a outra pessoa. Eles podem sentir amor e conexão emocional, mas pode ser mais difícil para eles expressar esses sentimentos de maneira saudável e equilibrada, sem que haja um excesso de foco em si mesmos.
É importante lembrar que o narcisismo é um espectro e que nem todas as pessoas que exibem traços narcisistas se comportam da mesma maneira. Alguns podem ser capazes de desenvolver relacionamentos saudáveis e significativos com outras pessoas, enquanto outros podem ter mais dificuldade nessa área.
Uma pessoa narcisista tem um ego inflado e tende a se preocupar principalmente com suas próprias necessidades e desejos. Eles podem ter dificuldade em ver as coisas do ponto de vista dos outros e em se preocupar com as necessidades e desejos dos outros. Como resultado, a maneira como eles demonstram amor e afeto pode ser mais voltada para si mesmos, com um foco em como a outra pessoa os faz sentir bem ou como essa pessoa pode beneficiá-los.
No entanto, isso não significa que uma pessoa narcisista não possa experimentar emoções profundas e genuínas em relação a outra pessoa. Eles podem sentir amor e conexão emocional, mas pode ser mais difícil para eles expressar esses sentimentos de maneira saudável e equilibrada, sem que haja um excesso de foco em si mesmos.
É importante lembrar que o narcisismo é um espectro e que nem todas as pessoas que exibem traços narcisistas se comportam da mesma maneira. Alguns podem ser capazes de desenvolver relacionamentos saudáveis e significativos com outras pessoas, enquanto outros podem ter mais dificuldade nessa área.
Olá, espero que fique bem. Cada um gosta e expressa os seus sentimentos e emoções a seu modo, ainda que de forma tóxica e abusiva, pois, foi essa a linguagem que ela aprendeu até então. Quando a gente toma consciência madura e adquire autoridade sobre a própria vida, compreendemos que ninguém pode nos ferir, inclusive, a nossa mãe. Um filho que se liberta da opressão emocional e deixa de ser um ECO do egoísmo materno, compreendeu o que é a vida e passa a ensinar a essa mãe [ser humano] a grande lição do amor-livre incondicional.
Sim claro que sim! Todos nós somos narcisistas ao ponto de proteger nossa auto estima. Mas quando a autoestima está baixa, a pessoa ao tentar se auto afirmar para si mesma ou perante os outros acaba depreciando alguém ou acredita que sua opinião é referência mundial. Se torna um transtorno quando esta atitude se torna frequente. No caso de mães narcisistas, o histórico da infância desta mãe e seus pais podem definir algumas coisas para um diagnóstico.
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Sua pergunta envolve dois assuntos que precisariam de atenção, narcisismo e amor.
Para conseguir uma resposta, seria interessante entender melhor a situação, e o que essa situação causa, procurando terapia pode te ajudar a achar a sua resposta e também como lidar melhor com a situação.
Fico à disposição.
Para conseguir uma resposta, seria interessante entender melhor a situação, e o que essa situação causa, procurando terapia pode te ajudar a achar a sua resposta e também como lidar melhor com a situação.
Fico à disposição.
A relação entre uma pessoa narcisista e sua capacidade de amar genuinamente pode ser complexa. Na teoria psicanalítica, o narcisismo é caracterizado por um foco excessivo no próprio eu, uma necessidade constante de admiração e uma falta de empatia significativa pelos outros. Portanto, uma pessoa com traços narcisistas pode enfrentar desafios na expressão de um amor genuíno e saudável.
No contexto de uma mãe narcisista e seu filho, é possível que ela experimente sentimentos que podem ser interpretados como amor. No entanto, essa forma de amor pode ser influenciada pelo narcisismo, resultando em uma dinâmica complicada. A mãe narcisista pode ver o filho como uma extensão de si mesma, buscando validação e satisfação pessoal através do sucesso ou comportamento da criança.
É importante notar que, em alguns casos, uma pessoa com traços narcisistas pode buscar tratamento e mudar comportamentos prejudiciais, o que pode impactar positivamente os relacionamentos.
Se você estiver enfrentando desafios em um relacionamento com uma pessoa narcisista, pode ser útil buscar orientação de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta, para entender melhor as dinâmicas envolvidas e explorar estratégias para lidar com a situação, caso possa te ajudar, estou a disposição para falarmos a respeito
No contexto de uma mãe narcisista e seu filho, é possível que ela experimente sentimentos que podem ser interpretados como amor. No entanto, essa forma de amor pode ser influenciada pelo narcisismo, resultando em uma dinâmica complicada. A mãe narcisista pode ver o filho como uma extensão de si mesma, buscando validação e satisfação pessoal através do sucesso ou comportamento da criança.
É importante notar que, em alguns casos, uma pessoa com traços narcisistas pode buscar tratamento e mudar comportamentos prejudiciais, o que pode impactar positivamente os relacionamentos.
Se você estiver enfrentando desafios em um relacionamento com uma pessoa narcisista, pode ser útil buscar orientação de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta, para entender melhor as dinâmicas envolvidas e explorar estratégias para lidar com a situação, caso possa te ajudar, estou a disposição para falarmos a respeito
Em psicanálise, não existe esta palavra "sempre'.Então sua pergunta sobre a mãe narcisista fazer sempre o filho sofrer, não pode ser respondida como uma verdade absoluta. Cada pessoa é um indivíduo com personalidade e comportamentos próprios. Portanto, o transtorno narcisista não é igual em todos os indivíduos que o apresentam. E a análise psicanalítica é uma jornada de transformação e mudança. Se a mãe em questão se comprometer com sua análise, mudanças podem acontecer, porque, como disse, em psicanálise desde que o indivíduo se proponha a isso, transformações podem acontecer.
Boa noite!!
Espero que estejas bem.
Fazer sofrer e amar ao mesmo tempo é possível, principalmente quando não se percebe o mal provocado por nossos comportamento.
O narcisista não age pensando no mal, o problema é justamente o contrário ele só pensa em sí mesmo.
Sendo você essa mãe, procure ajuda urgentemente.
Sendo você esse filho, compreenda está patologia, auxilie-a da melhor forma.
Passe a enxergar a situação de outra forma, as mesmas atitudes não podem gerar novas feridas, a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento sempre é uma escolha.
Procure ajuda profissional, e siga em paz
Espero que estejas bem.
Fazer sofrer e amar ao mesmo tempo é possível, principalmente quando não se percebe o mal provocado por nossos comportamento.
O narcisista não age pensando no mal, o problema é justamente o contrário ele só pensa em sí mesmo.
Sendo você essa mãe, procure ajuda urgentemente.
Sendo você esse filho, compreenda está patologia, auxilie-a da melhor forma.
Passe a enxergar a situação de outra forma, as mesmas atitudes não podem gerar novas feridas, a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento sempre é uma escolha.
Procure ajuda profissional, e siga em paz
O relacionamento entre uma pessoa narcisista e seus entes queridos, como um filho, pode ser complexo e variar dependendo de vários fatores, incluindo a gravidade do narcisismo, o contexto familiar e o desenvolvimento emocional da pessoa narcisista.
É importante notar que o narcisismo pode se manifestar de diferentes maneiras e em diferentes graus. Além disso, mesmo uma pessoa que exiba traços narcisistas pode ser capaz de sentir amor genuíno por outras pessoas, incluindo seus filhos. No entanto, esse amor pode ser complicado pelos padrões de comportamento narcisista, como a necessidade de atenção e admiração constante, a falta de empatia e a tendência a priorizar suas próprias necessidades e desejos sobre os outros.
Uma mãe narcisista, por exemplo, pode ser capaz de sentir amor por seu filho, mas pode expressar esse amor de maneiras que são prejudiciais ou dolorosas para a criança. Ela pode esperar que seu filho satisfaça suas necessidades emocionais, manipular ou controlar o filho para atender às suas próprias necessidades, ou até mesmo menosprezar o filho se ele não corresponder às expectativas narcisistas da mãe.
Esses padrões de comportamento podem causar sofrimento emocional para o filho e podem afetar negativamente seu desenvolvimento emocional e seu relacionamento com a mãe. No entanto, isso não significa necessariamente que a mãe não seja capaz de sentir amor pelo filho, mas sim que o narcisismo dela pode distorcer a maneira como ela expressa e vivencia esse amor.
Em alguns casos, com intervenção terapêutica adequada, uma pessoa narcisista pode ser capaz de desenvolver uma relação mais saudável e genuína com seus entes queridos, incluindo seus filhos. No entanto, isso geralmente requer um reconhecimento e uma disposição por parte da pessoa narcisista para trabalhar em seus padrões de comportamento e em sua capacidade de empatia e relacionamento interpessoal.
É importante notar que o narcisismo pode se manifestar de diferentes maneiras e em diferentes graus. Além disso, mesmo uma pessoa que exiba traços narcisistas pode ser capaz de sentir amor genuíno por outras pessoas, incluindo seus filhos. No entanto, esse amor pode ser complicado pelos padrões de comportamento narcisista, como a necessidade de atenção e admiração constante, a falta de empatia e a tendência a priorizar suas próprias necessidades e desejos sobre os outros.
Uma mãe narcisista, por exemplo, pode ser capaz de sentir amor por seu filho, mas pode expressar esse amor de maneiras que são prejudiciais ou dolorosas para a criança. Ela pode esperar que seu filho satisfaça suas necessidades emocionais, manipular ou controlar o filho para atender às suas próprias necessidades, ou até mesmo menosprezar o filho se ele não corresponder às expectativas narcisistas da mãe.
Esses padrões de comportamento podem causar sofrimento emocional para o filho e podem afetar negativamente seu desenvolvimento emocional e seu relacionamento com a mãe. No entanto, isso não significa necessariamente que a mãe não seja capaz de sentir amor pelo filho, mas sim que o narcisismo dela pode distorcer a maneira como ela expressa e vivencia esse amor.
Em alguns casos, com intervenção terapêutica adequada, uma pessoa narcisista pode ser capaz de desenvolver uma relação mais saudável e genuína com seus entes queridos, incluindo seus filhos. No entanto, isso geralmente requer um reconhecimento e uma disposição por parte da pessoa narcisista para trabalhar em seus padrões de comportamento e em sua capacidade de empatia e relacionamento interpessoal.
Uma mãe narcisista pode ser capaz de desenvolver um vínculo emocional genuíno com seu filho e demonstrar amor verdadeiro.
O comportamento narcisista da mãe pode causar sofrimento ao filho, especialmente se ele se sentir constantemente invalidado, negligenciado, criticado ou usado para atender às necessidades da mãe. Isso pode resultar em problemas emocionais, baixa autoestima e dificuldades nos relacionamentos.
O comportamento narcisista da mãe pode causar sofrimento ao filho, especialmente se ele se sentir constantemente invalidado, negligenciado, criticado ou usado para atender às necessidades da mãe. Isso pode resultar em problemas emocionais, baixa autoestima e dificuldades nos relacionamentos.
O narcisismo infantil aprisiona o sujeito numa pequena cela que o impede de se relacionar afetivamente com os outros para além do seu mundo interno, de modo que seu comportamento pode evoluir ao longo da vida para, como na pergunta, uma mãe que não sabe amar o filho. É importante saber que a impossibilidade de amar de alguém, não necessariamente precisa ferir o outro, mas é possível aprender a lidar com a aparente "maldade" presente em muitos sujeitos identificados como narcisistas.
Olá! O narcisismo pode afetar a forma como alguém ama, trazendo mais foco para suas próprias necessidades, o que pode dificultar uma entrega genuína ao outro. No entanto, isso não significa que seja incapaz de sentir amor, embora esse amor possa ser limitado ou condicionado. Cada história é única, e compreender essas dinâmicas pode trazer clareza e aliviar o sofrimento.
Abraço
@ffirenzepsicanalista
Abraço
@ffirenzepsicanalista
Infelizmente, se a pessoa sofre de um transtorno de personalidade ela terá muita dificuldade em amar. Amar envolve doação, empatia, aceitação do outro. Um narcisista não possui essas qualidades. Se você possui uma mãe narcisista, é importante buscar terapia para ganhar ferramentas para lidar com essa situação e não adoecer. Não é imprescindível se afastar da sua mãe, às vezes a terapia vai te ajudar a entender todas as limitações dela e você conseguirá amá-la nas na imperfeição dela, isso não significa concordar e sucumbir ao seu controle . Na terapia você vai trabalhar sua autoestima, se fortalecer para conseguir colocar limites saudáveis.
Uma pessoa com Transtorno Narcisista pode ter dificuldades em expressar amor genuíno, especialmente em relacionamentos familiares como entre uma mãe e um filho. Embora seja possível que uma mãe narcisista sinta algum tipo de amor por seu filho, esse amor frequentemente é distorcido e condicionado. O amor narcísico tende a ser mais sobre como o filho reflete a imagem da mãe ou atende às suas necessidades emocionais do que sobre um amor incondicional.
As mães narcisistas podem demonstrar afeto em momentos, mas esse comportamento pode ser inconsistente e muitas vezes está ligado ao seu próprio bem-estar emocional. Quando a mãe se sente bem, ela pode ser carinhosa e atenciosa, mas em períodos de estresse ou quando suas necessidades não são atendidas, ela pode se afastar ou tratar o filho de maneira fria e distante. Isso pode resultar em sentimentos de rejeição e sofrimento para a criança.
Além disso, o amor de uma pessoa narcisista é frequentemente caracterizado por uma falta de empatia e uma necessidade de controle, o que pode levar a dinâmicas emocionais tóxicas. É importante reconhecer que essa relação pode causar danos emocionais significativos ao filho, que pode crescer sentindo-se inadequado ou desvalorizado.
Se você está lidando com os efeitos de uma relação com uma mãe narcisista ou tem preocupações sobre como isso impacta sua vida emocional, estou disponível para consultas e posso ajudá-la a explorar essas questões e encontrar formas de lidar com os sentimentos envolvidos.
As mães narcisistas podem demonstrar afeto em momentos, mas esse comportamento pode ser inconsistente e muitas vezes está ligado ao seu próprio bem-estar emocional. Quando a mãe se sente bem, ela pode ser carinhosa e atenciosa, mas em períodos de estresse ou quando suas necessidades não são atendidas, ela pode se afastar ou tratar o filho de maneira fria e distante. Isso pode resultar em sentimentos de rejeição e sofrimento para a criança.
Além disso, o amor de uma pessoa narcisista é frequentemente caracterizado por uma falta de empatia e uma necessidade de controle, o que pode levar a dinâmicas emocionais tóxicas. É importante reconhecer que essa relação pode causar danos emocionais significativos ao filho, que pode crescer sentindo-se inadequado ou desvalorizado.
Se você está lidando com os efeitos de uma relação com uma mãe narcisista ou tem preocupações sobre como isso impacta sua vida emocional, estou disponível para consultas e posso ajudá-la a explorar essas questões e encontrar formas de lidar com os sentimentos envolvidos.
A questão sobre a capacidade de uma pessoa narcisista amar genuinamente alguém, como um filho, é complexa e envolve uma análise profunda dos mecanismos psicológicos envolvidos no transtorno de personalidade narcisista. O narcisismo, como um transtorno de personalidade, caracteriza-se por uma autoimagem inflada, uma necessidade excessiva de admiração e uma falta de empatia pelas necessidades e sentimentos dos outros. Uma pessoa narcisista, incluindo uma mãe narcisista, pode ter dificuldades em amar genuinamente, pois o transtorno narcisista é caracterizado por uma falta de empatia e uma necessidade constante de validação para alimentar sua autoestima. Embora a mãe narcisista possa demonstrar afeto, esse amor tende a ser condicionado pelo quanto o filho atende às suas expectativas ou reforça sua imagem, em vez de ser um amor incondicional e altruísta. Isso pode causar sofrimento emocional no filho, que se vê constantemente em busca de validação sem conseguir receber o apoio genuíno necessário. Embora o narcisista possa sentir algum tipo de afeição, essa conexão será distorcida e egoísta, resultando em uma relação emocionalmente prejudicial. O filho pode crescer sentindo-se insatisfeito, inseguro e emocionalmente ferido, pois a mãe narcisista geralmente não consegue formar vínculos emocionais profundos e equilibrados. Em resumo, o "amor" de uma pessoa narcisista é limitado, egocêntrico e muitas vezes causa sofrimento para quem está ao seu redor.
Uma mãe narcisista pode sentir afeto pelo filho, mas esse amor geralmente é condicionado à forma como ele reforça sua imagem e atende às suas expectativas. O filho é visto mais como uma extensão dela do que como um indivíduo com desejos próprios. Quando ele corresponde, pode ser idealizado; caso contrário, pode ser desvalorizado ou manipulado emocionalmente. O sofrimento surge dessa dinâmica imprevisível, onde o afeto é concedido ou retirado conforme sua conveniência. Nem toda mãe narcisista é incapaz de amar, mas sua forma de expressar amor tende a ser distorcida. Isso pode afetar a autoestima do filho, que precisa reconhecer essa dinâmica para se proteger emocionalmente.
Ola, vamos conversar,
são necessárias sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, traumas, feridas do passados e atuais ... alegrias desejos ... até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues
são necessárias sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, traumas, feridas do passados e atuais ... alegrias desejos ... até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues
Sim, uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade. Ter o diagnóstico de narcisista não significa que a pessoa não tenha sentimentos. Significa que ainda está faltando conhecimento e experiência com sentimentos para que a pessoa possa vivincia-los de forma satisfatória. Fico à disposição para uma consulta online sem custo, para você conhecer a minha abordagem e trabalho. Abraço.
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
Essa é uma pergunta profunda, especialmente porque envolve vínculos que, por natureza, deveriam ser incondicionais, como o de uma mãe e um filho. A resposta, infelizmente, não é simples, mas vou te explicar com clareza e com base na psicologia.
Depende do grau do narcisismo e da capacidade que essa pessoa desenvolveu (ou não) de empatia e autorreflexão.
Existem níveis de narcisismo. Todo ser humano tem um certo grau — o que é saudável e necessário para autoestima. Mas quando falamos de Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN), estamos nos referindo a algo mais profundo e estruturante na personalidade, que afeta a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros.
No caso de uma mãe com traços narcisistas ou com TPN:
Ela pode sentir afeição por um filho, mas seu amor tende a ser condicional, baseado no que o filho representa ou faz por ela.
A criança muitas vezes é vista como uma extensão dela mesma, e não como um ser separado e com individualidade.
Quando o filho obedece, enche de orgulho ou reforça a imagem da mãe, ele é amado. Mas quando expressa sua própria identidade, frustra expectativas ou se distancia, ele é punido com rejeição, críticas ou chantagem emocional.
Essa dinâmica faz o filho se sentir constantemente insuficiente ou culpado, mesmo quando tenta agradar.
Não é uma regra absoluta, mas a tendência é que cause sofrimento emocional sim, especialmente se o narcisismo for mais severo e não houver nenhum processo terapêutico envolvido.
Porque o amor de uma mãe narcisista vem com cobrança, controle e manipulação.
O filho sente que precisa ser alguém diferente para merecer afeto.
Não há espaço seguro para expressar vulnerabilidade, crítica ou autonomia.
Nem sempre ela faz isso por propósito. Muitas mães narcisistas reproduzem padrões familiares e traumas não elaborados. Algumas acreditam, de fato, que estão “fazendo o melhor” — mas esse melhor é distorcido por uma visão centrada nelas mesmas.
Mudança é possível, mas demanda consciência e disposição para um processo terapêutico profundo — o que raramente parte espontaneamente de uma pessoa com traços narcisistas, já que admitir vulnerabilidade fere o “ego idealizado”.
Depende do grau do narcisismo e da capacidade que essa pessoa desenvolveu (ou não) de empatia e autorreflexão.
Existem níveis de narcisismo. Todo ser humano tem um certo grau — o que é saudável e necessário para autoestima. Mas quando falamos de Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN), estamos nos referindo a algo mais profundo e estruturante na personalidade, que afeta a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros.
No caso de uma mãe com traços narcisistas ou com TPN:
Ela pode sentir afeição por um filho, mas seu amor tende a ser condicional, baseado no que o filho representa ou faz por ela.
A criança muitas vezes é vista como uma extensão dela mesma, e não como um ser separado e com individualidade.
Quando o filho obedece, enche de orgulho ou reforça a imagem da mãe, ele é amado. Mas quando expressa sua própria identidade, frustra expectativas ou se distancia, ele é punido com rejeição, críticas ou chantagem emocional.
Essa dinâmica faz o filho se sentir constantemente insuficiente ou culpado, mesmo quando tenta agradar.
Não é uma regra absoluta, mas a tendência é que cause sofrimento emocional sim, especialmente se o narcisismo for mais severo e não houver nenhum processo terapêutico envolvido.
Porque o amor de uma mãe narcisista vem com cobrança, controle e manipulação.
O filho sente que precisa ser alguém diferente para merecer afeto.
Não há espaço seguro para expressar vulnerabilidade, crítica ou autonomia.
Nem sempre ela faz isso por propósito. Muitas mães narcisistas reproduzem padrões familiares e traumas não elaborados. Algumas acreditam, de fato, que estão “fazendo o melhor” — mas esse melhor é distorcido por uma visão centrada nelas mesmas.
Mudança é possível, mas demanda consciência e disposição para um processo terapêutico profundo — o que raramente parte espontaneamente de uma pessoa com traços narcisistas, já que admitir vulnerabilidade fere o “ego idealizado”.
Pessoas com traços narcisistas, especialmente aquelas com o que a gente chama de transtorno de personalidade narcisista, têm uma forma muito específica de se relacionar com o outro. Elas têm dificuldade em reconhecer os sentimentos alheios, precisam constantemente de admiração e muitas vezes colocam suas próprias necessidades e imagem acima de tudo. Isso pode afetar profundamente a forma como elas exercem a maternidade.
E isso pode causar sofrimento e dor, exigindo da criança amor, reconhecimento e validação constante para si, e muitas vezes invalidando e despresando suas qualidades reagindo com frieza e até com maldades.
E isso pode causar sofrimento e dor, exigindo da criança amor, reconhecimento e validação constante para si, e muitas vezes invalidando e despresando suas qualidades reagindo com frieza e até com maldades.
Uma mãe narcisista pode até sentir algo por seu filho, mas esse sentimento é limitado, condicionado e geralmente não é o amor empático e incondicional que se espera de uma mãe. O filho, infelizmente, tende a sofrer com esse tipo de vínculo, mas buscar apoio psicológico pode ajudar a minimizar os impactos e promover relações mais saudáveis no futuro
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É possível aprender a amar, mesmo para uma pessoa com características narcísicas exageradas. Mas provavelmente não isso não acontecerá sem algum tipo de tratamento, pois quem não sabe amar está doente. A psicanálise é um tratamento que ajuda as pessoas que desejam aprender a amar e a desfrutar a vida, mesmo quando esta se apresenta difícil.
Na psicologia e psicanálise, o amor de uma pessoa narcisista pode ser complexo e condicional. Frequentemente, o foco está nas necessidades e na imagem da própria pessoa, usando os outros para suprir essas demandas. Uma mãe narcisista pode ter um tipo de amor que muitas vezes causa sofrimento, pois pode ser manipulador ou negligente, dependendo das características individuais. Qualquer coisa, estou por aqui. Fique bem!
Pessoas com traços narcísicos podem estabelecer vínculos, mas costumam ter dificuldade em reconhecer o outro como sujeito separado, com necessidades próprias. O amor tende a ser atravessado por expectativas, controle e fragilidade empática.
Isso não significa que todo vínculo será necessariamente destrutivo, mas pode gerar sofrimento, especialmente quando não há elaboração ou tratamento.
A psicoterapia ajuda tanto quem convive com alguém assim quanto quem apresenta esses traços a compreender limites e possibilidades. Estou disponível para essa escuta.
Isso não significa que todo vínculo será necessariamente destrutivo, mas pode gerar sofrimento, especialmente quando não há elaboração ou tratamento.
A psicoterapia ajuda tanto quem convive com alguém assim quanto quem apresenta esses traços a compreender limites e possibilidades. Estou disponível para essa escuta.
Do ponto de vista psicanalítico, uma pessoa com traços ou estrutura narcisista pode, sim, gostar e amar, mas a forma desse amor é diferente daquela vivida por sujeitos que conseguem reconhecer o outro plenamente como separado de si.
No narcisismo, o outro costuma ser investido enquanto extensão do próprio eu. Ou seja, a pessoa ama aquilo que o outro representa para sua autoestima, para sua imagem ou para a sustentação de sua identidade. No caso de uma mãe narcisista, o filho pode ser amado enquanto corresponde às expectativas maternas, reforça sua imagem de “boa mãe”, traz orgulho ou reconhecimento social. Nesse sentido, há afeto, cuidado e até dedicação, mas condicionados.
O sofrimento aparece quando o filho começa a se afirmar como sujeito próprio com desejos, limites, opiniões e caminhos diferentes. Para a mãe narcisista, essa separação pode ser vivida como ameaça, rejeição ou ferida narcísica. Nessas situações, surgem comportamentos como controle excessivo, desqualificação, culpa, inversão de papéis ou dificuldade em reconhecer o sofrimento do filho. Não é, necessariamente, uma intenção consciente de ferir, mas uma incapacidade psíquica de sustentar a alteridade do outro.
Coloco-me à disposição como profissional para acolher essa reflexão com cuidado e profundidade, seja para quem viveu essa experiência como filho(a), seja para quem se interroga sobre suas próprias formas de amar. A compreensão é um passo fundamental para que o sofrimento não se repita como destino.
No narcisismo, o outro costuma ser investido enquanto extensão do próprio eu. Ou seja, a pessoa ama aquilo que o outro representa para sua autoestima, para sua imagem ou para a sustentação de sua identidade. No caso de uma mãe narcisista, o filho pode ser amado enquanto corresponde às expectativas maternas, reforça sua imagem de “boa mãe”, traz orgulho ou reconhecimento social. Nesse sentido, há afeto, cuidado e até dedicação, mas condicionados.
O sofrimento aparece quando o filho começa a se afirmar como sujeito próprio com desejos, limites, opiniões e caminhos diferentes. Para a mãe narcisista, essa separação pode ser vivida como ameaça, rejeição ou ferida narcísica. Nessas situações, surgem comportamentos como controle excessivo, desqualificação, culpa, inversão de papéis ou dificuldade em reconhecer o sofrimento do filho. Não é, necessariamente, uma intenção consciente de ferir, mas uma incapacidade psíquica de sustentar a alteridade do outro.
Coloco-me à disposição como profissional para acolher essa reflexão com cuidado e profundidade, seja para quem viveu essa experiência como filho(a), seja para quem se interroga sobre suas próprias formas de amar. A compreensão é um passo fundamental para que o sofrimento não se repita como destino.
Sim, uma pessoa com funcionamento narcísico pode gostar e ter vínculo com alguém, inclusive com um filho. Porém, a forma como ela ama costuma ser diferente — muitas vezes mais centrada em si mesma do que nas necessidades emocionais do outro.
No transtorno de personalidade narcísica, existe uma dificuldade importante de empatia e uma necessidade de validação. Isso não significa ausência total de sentimento, mas sim que o amor pode estar misturado com:
necessidade de controle
dificuldade de reconhecer o outro como separado
sensibilidade a críticas
tendência a colocar suas próprias necessidades em primeiro lugar
Uma mãe com esse funcionamento pode, sim, sentir amor pelo filho, mas pode ter dificuldade em oferecer um amor emocionalmente seguro e estável. Em alguns momentos, pode ser afetuosa; em outros, pode ser crítica, distante ou invalidante — não necessariamente por maldade consciente, mas por limitações emocionais internas.
O mais importante é entender que isso não é uma sentença imutável. O nível de sofrimento que isso causa depende de muitos fatores, como o grau desse funcionamento, a consciência da pessoa e a possibilidade de acompanhamento terapêutico.
E, principalmente, é essencial que o filho ou a pessoa envolvida tenha espaço para elaborar suas próprias experiências emocionais, pois o sofrimento não está apenas no que foi vivido, mas também no que ficou sem poder ser compreendido e acolhido.
Se essa pergunta toca algo pessoal em você, isso também merece cuidado e escuta.
No transtorno de personalidade narcísica, existe uma dificuldade importante de empatia e uma necessidade de validação. Isso não significa ausência total de sentimento, mas sim que o amor pode estar misturado com:
necessidade de controle
dificuldade de reconhecer o outro como separado
sensibilidade a críticas
tendência a colocar suas próprias necessidades em primeiro lugar
Uma mãe com esse funcionamento pode, sim, sentir amor pelo filho, mas pode ter dificuldade em oferecer um amor emocionalmente seguro e estável. Em alguns momentos, pode ser afetuosa; em outros, pode ser crítica, distante ou invalidante — não necessariamente por maldade consciente, mas por limitações emocionais internas.
O mais importante é entender que isso não é uma sentença imutável. O nível de sofrimento que isso causa depende de muitos fatores, como o grau desse funcionamento, a consciência da pessoa e a possibilidade de acompanhamento terapêutico.
E, principalmente, é essencial que o filho ou a pessoa envolvida tenha espaço para elaborar suas próprias experiências emocionais, pois o sofrimento não está apenas no que foi vivido, mas também no que ficou sem poder ser compreendido e acolhido.
Se essa pergunta toca algo pessoal em você, isso também merece cuidado e escuta.
Pessoas com traços narcisistas são capazes de sentir afeto, sim. O que acontece é que, muitas vezes, a forma de amar pode estar misturada com dificuldades emocionais, como necessidade de controle, dificuldade de reconhecer o outro como separado ou sensibilidade maior a frustrações.
Isso não significa que elas “sempre” farão sofrer, mas pode gerar relações mais complexas e, em alguns casos, dolorosas. Cada pessoa é única, e o grau desses traços varia muito.
A psicoterapia pode ajudar tanto a própria pessoa narcisista quanto quem convive com ela, promovendo mais consciência, limites saudáveis e relações menos sofridas.
Isso não significa que elas “sempre” farão sofrer, mas pode gerar relações mais complexas e, em alguns casos, dolorosas. Cada pessoa é única, e o grau desses traços varia muito.
A psicoterapia pode ajudar tanto a própria pessoa narcisista quanto quem convive com ela, promovendo mais consciência, limites saudáveis e relações menos sofridas.
Olá. Bom dia. Acredito que ficará mais fácil de compreender a questão separando os assuntos: ela é capaz de amar é um assunto, e fazer o outro sofrer é outro assunto.
A capacidade de amar fala do tipo de vínculo que a pessoa consegue fazer. O narcisista faz vínculo amoroso e ele é bem dependente desse vínculo. Fazer sofrer é outra coisa. Intencionalmente ou não, o sofrimento pode vir a acontecer. Isso acontece porque o narcisista tem a necessidade de que o outro o valide, de ser o centro das atenções, de não aceitar ser frustrado, entre outras características. E quando um narcisista se sente mal, ele faz o outro se sentir mal... Espero ter ajudado.
A capacidade de amar fala do tipo de vínculo que a pessoa consegue fazer. O narcisista faz vínculo amoroso e ele é bem dependente desse vínculo. Fazer sofrer é outra coisa. Intencionalmente ou não, o sofrimento pode vir a acontecer. Isso acontece porque o narcisista tem a necessidade de que o outro o valide, de ser o centro das atenções, de não aceitar ser frustrado, entre outras características. E quando um narcisista se sente mal, ele faz o outro se sentir mal... Espero ter ajudado.
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