Luciana Armani

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Campinas 1 endereço

Número de registro: 06/6335

8 opiniões

Experiência

Olá! Que bom ter você aqui.

Nem sempre é fácil pedir ajuda. Muitas pessoas chegam até a terapia cansadas, confusas ou sentindo que estão enfrentando tudo sozinhas. Se esse é o seu momento, saiba que você encontrou um espaço de acolhimento, respeito e escuta.

Meu trabalho é ajudar adolescentes e adultos a compreenderem melhor suas emoções, fortalecerem a autoestima, enfrentarem a ansiedade, melhorarem seus relacionamentos e desenvolverem recursos para lidar com os desafios da vida de uma forma mais saudável.

Utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem baseada em evidências que une acolhimento e estratégias práticas para promover mudanças reais no dia a dia.

Acredito que a terapia não é sobre ter todas as respostas, mas sobre encontrar, juntos, caminhos que façam sentido para a sua história. Meu compromisso é caminhar ao seu lado, respeitando o seu tempo, seus objetivos e tudo o que faz de você uma pessoa única.

Se você sente que chegou a hora de cuidar de si, será um prazer acompanhar esse processo.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia de casal
Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Problemas de relacionamentos
  • Psicologia clínica

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    A partir de R$ 150

  • Orientação profissional

    A partir de R$ 150

  • Tratamento da ansiedade

    A partir de R$ 150

  • Terapia de Família

    A partir de R$ 180

  • Terapia de Casal

    A partir de R$ 180

Consultório

Luciana Armani
Luciana armani psicóloga clínica comportamental

Rua Doutor Barbosa da Cunha 434, Jardim Guanabara, Campinas 13073-320

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Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

8 opiniões

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  • A

    Ap

    Excelente profissional. Recomendo muito!!! Pessoa atenciosa, humana. Nota 10

     • Luciana armani psicóloga clínica comportamental • Consulta Psicologia  • 

  • I

    Isabel Cardinales

    Excelente profissional, muito dedicada e atenciosa com os pacientes.

     • Luciana armani psicóloga clínica comportamental • Consulta de psicologia online  • 

  • E

    Elaine

    Uma profissional extremamente acolhedora, sensível e competente. Conduz tudo com muita escuta, cuidado e respeito

     • Luciana armani psicóloga clínica comportamental • Consulta Psicologia  • 

  • M

    MASB

    Profissional muito atenciosa, com escuta ativa e direciona para a busca de um caminho.

     • Luciana armani psicóloga clínica comportamental • Teleconsulta  • 

  • I

    Inez Correia

    Luciana, sempre prestativa e pronta a ajudar no que precisar, parabéns

     • Luciana armani psicóloga clínica comportamental • Aconselhamento Psicológico  • 

  • K

    Katia Hayashida

    Excelente profissional!!! Excelente pessoa!!! Super indico!!

     • Luciana armani psicóloga clínica comportamental • Teleconsulta  • 

  • D

    Dely moia

    Muito atenciosa muito profissional,atendimento no horário ótima indico super

     • Luciana armani psicóloga clínica comportamental • Consulta de psicologia online  • 

  • N

    NN

    A Lu me acompanha há anos em várias etapas da minha vida. Me ajudou a passar por cada etapa me cobrando menos e na minha busca por autoconhecimento. Ótima profissional, com carinho, escuta e profissionalismo

     • outro lugar • Outro  • 

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Dúvidas respondidas

24 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu

Olá, boa noite.
Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
Eu deveria procurar ajuda?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Luciana Armani

Sim, eu acredito que seria muito importante você procurar ajuda profissional. O que você descreve vai além de simplesmente estar passando por uma fase ruim. Essa sensação de vazio, de distanciamento das próprias experiências, a falta de vontade e, principalmente, os pensamentos de “acabar com tudo” mostram que você está vivendo um sofrimento emocional que precisa ser acolhido e cuidado.

Na terapia, podemos compreender melhor de onde vêm essas sensações e por que, mesmo nos momentos felizes, parece existir uma desconexão entre aquilo que você vive e aquilo que consegue sentir depois. Aos 18 anos, você também não precisa ter toda a sua vida planejada ou saber exatamente onde estará daqui a alguns anos. Quando estamos emocionalmente muito sobrecarregados, o futuro pode parecer sem saída e os nossos desejos muito mais distantes do que realmente estão.

Eu recomendaria procurar um psicólogo e também considerar uma avaliação com um psiquiatra, principalmente pela presença desses pensamentos sobre acabar com a própria vida. E não espere esses pensamentos ficarem mais intensos para pedir ajuda. Se em algum momento você sentir que pode fazer algo contra si mesmo, procure imediatamente alguém de confiança e um serviço de urgência. Você também pode conversar gratuitamente com o CVV pelo 188, 24 horas por dia.

Você não precisa descobrir sozinho como sair desse lugar. O primeiro passo pode ser justamente permitir que alguém caminhe com você enquanto as coisas ainda parecem tão confusas.


Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Luciana Armani

Eu entendo por que você chegou a essa conclusão. Quando a gente se envolve, cria vínculo e depois vê as pessoas se afastando, é natural pensar: “se eu não precisar de ninguém, também não vou sofrer quando forem embora”. A autossuficiência, nesse caso, pode parecer uma forma de proteção.

Mas existe uma diferença importante entre aprender a ficar bem sozinho e decidir não criar vínculos para não correr o risco de perdê-los. A primeira coisa é autonomia emocional; a segunda pode acabar se tornando uma forma de evitar a dor.

Nem todo relacionamento precisa durar para ter valido a pena. Algumas amizades nos acompanham durante muitos anos; outras pertencem a determinadas fases da nossa vida. Pessoas mudam de cidade, começam relacionamentos, constituem família, mudam de trabalho e prioridades. Isso pode doer, mas não significa necessariamente que aquele vínculo foi falso ou que investir nele foi um desperdício.

Talvez o caminho não seja procurar pessoas para “preencher lacunas”, mas construir uma vida que tenha sentido também quando você está sozinho e, ao mesmo tempo, permitir que algumas pessoas façam parte dela enquanto houver reciprocidade.

Ser desapegado não precisa significar não amar, não confiar ou não precisar de ninguém. Pode significar conseguir gostar muito de alguém sem transformar a permanência dessa pessoa em uma condição para você ficar bem.

E eu prestaria atenção especialmente a uma coisa: quando você pensa “é melhor ser sozinho”, tente perceber se isso realmente lhe traz paz ou se traz apenas a sensação de que, dessa maneira, ninguém mais terá a oportunidade de abandoná-lo. São coisas bastante diferentes — e essa diferença seria muito interessante de compreender em terapia.


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Perguntas frequentes