Daniela F. Viotto

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Barra Bonita 1 endereço

Número de registro: CRP 06/197670

Experiência

Olá, é um prazer ver você aqui!

Me chamo Daniela Viotto, sou graduada em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia e Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental, porém continuo me aprofundando nos estudos e me desenvolvendo cada vez mais na profissão.

Realizo atendimentos clínicos na modalidade virtual atualmente, atendo desde crianças a partir de 04 anos de idade, adolescentes e adultos na abordagem da (TCC) Terapia Cognitivo-Comportamental.

Meu objetivo clinico é oferecer um espaço acolhedor, seguro e respeitoso com uma escuta ativa ao paciente para que você possa se sentir seguro(a) para se expressar livremente.

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Pacientes que trato

Adultos
Crianças a partir dos 4 anos de idade

Serviços e preços

  • Psicoterapia

    R$ 150

  • Psicoterapia online

    R$ 150

Consultório

Daniela F. Viotto
Daniela F. Viotto l Psicóloga

Rua Rio Branco, 63, Centro, Barra Bonita 17340-057

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7 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Doutores(as), tenho 25 anos e, ultimamente (já há uns 6 meses), tenho me sentindo muito desanimada c

Doutores(as), tenho 25 anos e, ultimamente (já há uns 6 meses), tenho me sentindo muito desanimada com o meu trabalho. Sinto uma exaustão mental, às vezes até física, muita falta de interesse, meu rendimento caiu bastante, já não tenho vontade de participar de nada que reúna todos (sejam lanches simples do dia a dia, ou até mesmo festas), me sinto angustiada em estar trabalhando presencialmente, entre outras coisas que também tenho passado, como por exemplo, apesar de tentar deitar cedo para dormir, durante a noite acordo muito e não durmo bem.
Fico me perguntando se isso poderia ser uma possível síndrome de bournout.
Porque às vezes penso ser exagero meu e me julgo, pois sou nova, trabalho só 6 horas por dias e fico nesse impasse para buscar um profissional.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Daniela F. Viotto

Gostaria de começar dizendo que o seu sofrimento não é um exagero e não deve ser invalidado pela sua idade ou pela carga horária do seu trabalho. Cada pessoa vivencia as demandas profissionais de maneira diferente, e trabalhar seis horas por dia não significa, necessariamente, que o desgaste emocional seja pequeno.
Os sinais que você descreve, como exaustão mental e física, desânimo, perda de interesse, redução do rendimento, afastamento das atividades coletivas e alterações no sono, merecem atenção. Eles podem estar relacionados à síndrome de burnout, especialmente quando associados ao estresse crônico no trabalho. Porém, também podem aparecer em outros quadros como ansiedade, depressão ou outras condições, por isso não é possível estabelecer um diagnóstico apenas com esses relatos.
Pela perspectiva da TCC, seria importante compreender como você tem interpretado as situações no trabalho, quais pensamentos surgem diante das suas responsabilidades e como isso tem afetado suas emoções e seus comportamentos. Além disso, o sentimento de culpa por considerar que está sofrendo “sem motivos suficientes” pode intensificar ainda mais o seu desgaste.
Minha orientação é que você procure ajuda psicológica, sem esperar que a situação se agrave. O fato de esses sintomas persistirem há cerca de seis meses já é motivo suficiente para buscar acolhimento e avaliação profissional. E lembre-se: você não precisa chegar ao seu limite para merecer cuidado.


Como a TCC explica o por que que alguns jogadores de futebol, entram em campo mais calmos, tranquilo

Como a TCC explica o por que que alguns jogadores de futebol, entram em campo mais calmos, tranquilos e confiantes. Enquanto outros entram em campo mais ansiosos, nervosos e inseguros? Isso se dá por conta das crenças disfuncionais e pensamentos disfuncionais que o atleta tem?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Daniela F. Viotto

A TCC compreende que essa diferença pode estar relacionada à forma como cada atleta interpreta as situações, avalia suas próprias capacidades e lida com as exigências e pressões do ambiente esportivo.
Exemplo, diante de uma final importante, um jogador pode pensar: “Estou preparado, treinei para esse momento e posso dar o meu melhor”. Esse pensamento tende a favorecer sentimentos de confiança e uma ansiedade mais manejável. Já outro atleta pode pensar: “Não posso errar, se eu jogar mal vou decepcionar todo mundo”. Nesse caso, a situação pode ser interpretada como uma ameaça, aumentando a ansiedade, o medo de falhar e a insegurança.
Nesse sentido, sim, as crenças disfuncionais e os pensamentos automáticos podem contribuir para essas diferenças, mas não são os únicos fatores envolvidos. A experiência esportiva, o histórico de desempenho, a preparação, as experiências anteriores de fracasso ou sucesso, a pressão externa e até as condições físicas também podem influenciar a resposta emocional do jogadr.
Na TCC, o objetivo não é fazer com que o jogador nunca sinta ansiedade ou nervosismo, mas ajudá-lo a reconhecer e modificar padrões de pensamento que intensificam essas emoções, desenvolver estratégias de enfrentamento e aprender a lidar melhor com a pressão competitiva.
É importante lembrar que sentir ansiedade antes de uma partida é natural e não significa, necessariamente, falta de confiança ou preparo. A diferença está, muitas vezes, na maneira como o atleta interpreta essa ansiedade e consegue responder a ela.
Portanto, mais do que simplesmente entrar em campo sem nervosismo, o desenvolvimento psicológico busca ajudar o jogador a atuar com concentração, confiança e flexibilidade emocional, mesmo quando a pressão está presente.


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