Dra. Teodora Foss Moraes

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Porto Alegre 1 endereço

Número de registro: CRP RS 45575

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Experiência

Sou psicóloga formada pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), com atuação clínica orientada pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e em especialização em Terapias Comportamentais Contextuais.

Acredito em uma psicologia baseada em evidências científicas, mas também humana e individualizada, que respeita a singularidade de cada história. Meu trabalho é construído junto com cada paciente, buscando compreender o que é importante para ele e identificar mudanças possíveis para que possa viver uma vida que faça sentido, de acordo com seus valores.

Atendo adolescentes e adultos com demandas diversas, oferecendo um espaço de acolhimento, escuta e construção conjunta.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicologia clínica

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
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Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 150

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 150

  • Teleconsulta

    R$ 150

  • Consulta psicológica do adolescente

    R$ 150

  • Consulta psicológica do adulto

    R$ 150

Consultórios (2)

Teodora Foss Moraes

Teleconsulta

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Número de telefone

(51) 99929...
Teodora Foss Moraes
Teodora Foss - Psicóloga

Rua Tenente Coronel Fabricio Pillar 55, sala 505, Moinhos De Vento, Porto Alegre 90670-120

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Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • Cartão de Crédito
  • Cartão de Débito
  • PIX
  • Dinheiro

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

3 opiniões

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  • E

    Erick

    atenciosa e muito empática. gostei demais. valeu cada minuto

     • Teodora Foss - Psicóloga • Consulta psicológica do adolescente  • 

  • G

    Giovanna Mafiolete Soares

    Acho muito boa as consultas, consigo me expressar bem e sentir-se confortável. É muito engraçada e simpática, aonde consegue me acalmar. Sabe muito bem falar, e consigo refletir melhor e querer me esforçar cada vez mais

     • Teodora Foss - Psicóloga • Consulta psicológica do adolescente  • 

  • L

    L.M.

    Teodora é uma excelente psicóloga. É atenciosa, empática, e altamente qualificada!

     • Teodora Foss - Psicóloga • Psicoterapia  • 

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Dúvidas respondidas

4 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Por que a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) sente necessidade de "falsificar" sinais s

Por que a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) sente necessidade de "falsificar" sinais sociais?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Teodora Foss Moraes

Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) muitas vezes “falsificam” ou mascaram sinais sociais como uma forma de se adaptar a um mundo que funciona com regras sociais implícitas que nem sempre são intuitivas para elas. Isso envolve estratégias como observar e copiar comportamentos de outras pessoas, ensaiar falas, controlar expressões faciais e monitorar constantemente o próprio comportamento para parecer “neurotípico” e "natural". Em termos simples, não é que a pessoa esteja sendo “falsa”, mas sim tentando traduzir e aplicar regras sociais que para outros são automáticas. Essa adaptação pode ser consciente (como decorar roteiros de conversa) ou mais automática, funcionando como uma forma de compensar dificuldades na comunicação social.

Essa necessidade está muito ligada ao desejo de pertencimento e à tentativa de evitar rejeição, julgamento ou estigma. Estudos mostram que muitas pessoas autistas mascaram seus comportamentos justamente para “se encaixar”, reduzir o risco de exclusão social e navegar melhor em contextos sociais e profissionais . Ou seja, a camuflagem funciona como uma estratégia de sobrevivência social: ela pode ajudar a criar conexões ou evitar conflitos, mas frequentemente tem um custo emocional alto, como cansaço, ansiedade e sensação de não poder ser autêntico. Em resumo, a “falsificação” dos sinais sociais não é uma escolha superficial, mas uma resposta adaptativa a um ambiente que nem sempre acolhe diferenças na forma de se comunicar e se relacionar.


Por que a inflexibilidade cognitiva pode ser um problema?

Por que a inflexibilidade cognitiva pode ser um problema?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Teodora Foss Moraes

A inflexibilidade cognitiva (ou psicológica) se torna um problema porque dificulta a adaptação da pessoa às mudanças e às demandas do ambiente. Esse tipo de rigidez está ligado a processos como fusão com pensamentos (levar tudo que se pensa como verdade absoluta), esquiva de experiências desconfortáveis e dificuldade de agir de acordo com os próprios valores . Na prática, isso faz com que a pessoa fique “presa” a padrões de pensamento e comportamento, mesmo quando eles não funcionam mais. Em vez de ajustar a forma de agir diante de novas situações, ela tende a repetir respostas automáticas, o que pode prejudicar decisões, relações e a capacidade de resolver problemas.

Além disso, a inflexibilidade cognitiva está associada a maior sofrimento psicológico e a dificuldades concretas no dia a dia, como a procrastinação. Isso acontece porque, ao evitar emoções difíceis ou ficar preso a pensamentos rígidos, a pessoa adia tarefas importantes e tem mais dificuldade de agir de forma eficaz . Em termos simples, quanto mais inflexível alguém é, menos consegue se adaptar, experimentar novas estratégias ou seguir o que realmente importa, o que aumenta sentimentos como ansiedade, estresse e frustração. Por isso, a flexibilidade psicológica é vista como uma habilidade central para o bem-estar e o funcionamento saudável.


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