A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu

A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu com meus amigos, enfim, acho q dei uma piorada, estou tomando remedios mas quero enfrentar sem e nao consigo, me sinto extremamente solitária

56 respostas


Sentir que a ansiedade social está te isolando é muito doloroso — e, ao mesmo tempo, mais comum do que parece. Quando alguém passa por um relacionamento em que houve controle sobre amizades ou circulação social, o psiquismo tende a “aprender” a evitar o mundo externo como forma de proteção. É como se o corpo e a mente ainda estivessem reagindo a regras antigas, mesmo que você já tenha saído desse cenário. A ansiedade social pode criar essa sensação de solidão intensa, medo de contato e dificuldade de retomar vínculos. E mesmo usando medicação — que ajuda no sintoma — ainda existe a parte emocional e inconsciente que pede elaboração. Na psicanálise, falamos muito sobre como experiências anteriores moldam nossos movimentos no presente, mesmo quando racionalmente queremos fazer diferente. “O eu não é senhor em sua própria casa”, como dizia Freud. Por isso, tentar enfrentar tudo sozinha, “na força”, sem apoio profissional, acaba parecendo impossível — e não é falta de vontade sua. É um mecanismo interno que precisa ser compreendido, nomeado e trabalhado com alguém capacitado. A combinação entre acompanhamento psicológico e, quando necessário, o suporte medicamentoso costuma trazer resultados muito mais estáveis e duradouros. Procure um profissional com quem você se sinta segura para reconstruir esse espaço interno. A terapia pode te ajudar a resgatar sua autonomia, recuperar vínculos saudáveis e reconstruir sua vida social no seu ritmo, sem pressão e sem culpa. Não é um caminho rápido, mas é um caminho possível — e você não precisa fazer isso sozinha.

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Doctor #913581

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A solidão que você sente é legítima e dolorosa, agravada por um histórico de controle que restringiu seu mundo. Na Gestalt-Terapia, vemos a medicação não como uma "muleta" a ser descartada com pressa, mas como um suporte ambiental temporário, necessário para lhe dar estabilidade enquanto você fortalece seu auto-suporte. Querer "enfrentar sem remédios" agora pode ser uma cobrança interna excessiva. O caminho de volta não exige grandes saltos, mas pequenos experimentos de contato. Comece devagar, respeitando seu ritmo e entendendo que aceitar a ajuda (química e terapêutica) neste momento é um ato de responsabilidade e amor próprio, fundamental para reconstruir suas pontes com o mundo.

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Doctor #938918

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A ansiedade social pode realmente criar um ciclo de isolamento muito difícil de quebrar, especialmente depois de um relacionamento em que suas amizades foram limitadas ou desencorajadas. Quando isso acontece, o corpo e a mente acabam associando o convívio social a risco, conflito ou rejeição — e isso não se desfaz com força de vontade. Muitas pessoas chegam até mim com essa sensação de solidão intensa, misturada com o desejo genuíno de se conectar novamente, mas também com um bloqueio emocional que parece maior do que elas. E isso não é sinal de fraqueza. É sinal de que houve história, experiências dolorosas e aprendizados de proteção que agora precisam ser trabalhados de forma cuidadosa. O remédio pode ajudar a reduzir a intensidade dos sintomas, mas o processo de reconstrução emocional acontece no passo a passo. Em terapia, exploramos o que alimenta esse medo, como ele se manifesta no corpo e na mente, e começamos a criar pequenas experiências novas — realistas, possíveis — que devolvem a sensação de segurança e autonomia nas relações. Não é sobre “enfrentar tudo sozinho(a)” ou abandonar o tratamento de uma vez. É sobre ir fortalecendo recursos internos, entendendo seus limites, acolhendo sua solidão e reconstruindo vínculos de forma gradual. A ansiedade social não precisa ser uma prisão permanente. Com apoio, cuidado e um ritmo que respeite sua história, é totalmente possível voltar a se relacionar com mais leveza, presença e confiança.

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Doctor #923440

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Olá. Sinto muito que você esteja se sentindo solitária. Enfrentar a ansiedade social não acontece de uma vez só, é um processo. Os medicamentos podem ser uma parte importante desse cuidado, sendo muitas vezes indicado enquato você ainda está construindo recursos internos para lidar com tudo isso. Com acompanhamento profissional, é possível avaliar, no tempo certo, a redução ou a interrupção da medicação, se esse for o seu desejo e se você estiver preparada para isso. A psicoterapia pode ajudar muito nesse caminho. Ela oferece um espaço seguro para entender melhor seus sentimentos, elaborar suas experiências e desenvolver estratégias para voltar a se conectar com as pessoas de forma gradual e respeitosa com seu próprio ritmo. Um abraço.

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Doctor #91518

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Olá, eu entendo o quanto isso pesa. A sensação de isolamento costuma crescer quando passamos por relações que limitaram nossos vínculos, e reconstruir essa confiança em si e nos outros leva tempo. A medicação pode ajudar a estabilizar, mas ela não precisa ser sua única medida de força, buscar apoio, conversar sobre o que sente e retomar pequenos passos de convivência já é um começo. Você não está sozinha nesse processo, e reconhecer essa dificuldade já mostra um movimento de cuidado consigo.

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Doctor #665971

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Sentir-se solitária e ansiosa após perdas nas relações é algo muito doloroso. É importante não enfrentar isso sozinha. O tratamento psicológico, aliado ao acompanhamento médico quando necessário, pode ajudar a reconstruir vínculos, fortalecer sua segurança e trazer mais qualidade de vida com cuidado e acolhimento.

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Doctor #378390

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Imagino o quanto tudo isso tem sido difícil para você, ainda mais depois de perder amizades e viver um relacionamento em que houve renúncias e aparentemente muito investimento emocional. A solidão somada à ansiedade social realmente pode intensificar o sofrimento. Mesmo assim, é possível retomar a sua vida, reconstruir laços e criar novos espaços de convivência, e isso passa por um processo gradual de se expor novamente e permitir que novas relações aconteçam. Além da medicação, pode ser muito importante considerar o acompanhamento psicoterapêutico, que oferece um espaço seguro para trabalhar esses sentimentos, fortalecer sua confiança e explorar caminhos para voltar a se conectar com outras pessoas de um jeito que faça sentido para você.

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Doctor #795254

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Olá, Boa Tarde! A ansiedade social costuma surgir como uma defesa: é como se o corpo dissesse: “relacionar-se é perigoso” porque, em algum momento, estar com outras pessoas realmente trouxe dor, controle ou perda. Quando você perdeu amizades por causa do antigo relacionamento, houve uma ruptura na sua rede de apoio — e isso tem um impacto profundo. Agora, ao tentar voltar ao convívio social, parte de você deseja se aproximar, enquanto outra parte ainda teme reviver aquilo que um dia feriu. Psicanaliticamente eu vejo que a ansiedade social pode ser entendida como um conflito interno entre o desejo de ser vista e o medo de ser julgada ou invadida. Algo em você tenta evitar novas dores, mas esse mesmo movimento impede que o desejo de conexão circule. Dar-se tempo, reconhecer a história que te trouxe até aqui e permitir-se pequenos movimentos de aproximação — mesmo desconfortáveis — é parte fundamental da cura. Não se trata de “enfrentar sem remédios”, mas de integrar o que você sente, acolher a ferida e, pouco a pouco, permitir que novas experiências emocionais atualizem essa antiga narrativa de isolamento. Você não está falhando; está reconstruindo algo muito sensível. Se precisar de ajuda para enfrentar esse processo, estou aqui.

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Doctor #830013

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A frustração de querer enfrentar sem os remédios e não conseguir é compreensível. No entanto, é possível ter outro entendimento: que os remédios estão justamente te oferecendo as condições para seguir em frente e talvez te deixando um pouco mais disponível para elaborar o que aconteceu. Perceber que abrir mão de coisas que são suas por outro é capaz de mostrar o quanto isso é caro para você. Ao mesmo tempo, talvez essa “brecha” seja uma chance de entender o porquê de isso ter acontecido, o que é essa ansiedade social e se um resgate disso que era seu é possível. Ter um espaço, como uma análise ou terapia, para falar sobre tudo isso é fundamental para começar a enfrentar, mesmo que, inicialmente, com o auxílio dos remédios.

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Doctor #961871

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Olá, que ruim que esteja passando por esse momento! Sinto muito! Parece que um dos pontos centrais do seu sofrimento são questões relacionadas a esse término, é isso? Não sei se o término exacerbou pontos que já existiam ou se essa dificuldade social e isolamento apareceram depois. De qualquer forma os dois pontos (consequências do término e ansiedade social) precisam de cuidados. Um término é um luto, uma transição de vida que mexe muito com qualquer pessoa. Entrar nos pormenores disso, no que te feriu e em como você saiu dessa relação é algo bem importante ao entrar nessa nova fase da sua vida. Entender mais sobre sua ansiedade social é algo bem importante. Que medos são esses, que habilidades sociais seria legal você desenvolver, que experiências você precisa viver gradativamente até ir ganhando mais confiança? Sobre a medicação, é legal avaliar se ela está te ajudando em algum ponto. O que te leva a querer enfrentar esse momento de vida sem os remédios? Parece ser um momento bastante desafiador, não tenho dúvidas de que você precisa de diversos pontos de apoio e a medicação pode ser um deles. De qualquer forma, o isolamento social é algo que demanda cuidados pois ele nos afeta bastante. Fique perto de pessoas que já são da sua confiança e com quem você fica confortável. Busque apoio e segurança nelas, já é algo bem importante! Espero que fique bem por aí! Tudo de bom pra você!

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Doctor #347932

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Quando os nossos relacionamentos sempre envolvem pessoas que nos criticam, desprezam, tratam com indiferença, etc. pode ser um sinal de baixa autoestima. Para situações como essa, uma boa psicoterapia, com um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, pode te ajudar.

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Doctor #912912

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Posso estar enganada, mas sua mensagem me deu a sensação de que você ainda está vivendo um luto por esse relacionamento antigo. É compreensível que tudo esteja parecendo mais difícil já que você se afastou de pessoas importantes por causa dele. Os remédios ajudam, mas não dão conta de tudo que ficou marcado emocionalmente. Fazer psicoterapia pode te ajudar a enfrentar essa dor e, pouco a pouco, a reconstruir laços que se perderam pelo caminho (e/ou construir novos laços que façam mais sentido no momento).

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Doctor #825709

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Sinto muito que você esteja se sentindo tão isolada e solitária. É totalmente compreensível que a ansiedade social tenha piorado, especialmente após um relacionamento que te afastou dos seus amigos. É muito corajoso da sua parte querer enfrentar essa ansiedade. Lembre-se que superar a ansiedade não significa parar de tomar os medicamentos de repente, mas sim dar pequenos passos e com ajuda profissional, procure ajuda você não precisa passar por esse momento sozinha.

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Doctor #948655

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Compreendo como experiências anteriores, especialmente em relacionamentos que limitaram sua vida social, podem contribuir para o aumento da ansiedade e para o sentimento de isolamento. Após vivências assim, é comum enfrentar insegurança para retomar vínculos e interações. A medicação pode auxiliar na regulação dos neurotransmissores e na redução dos sintomas, mas, isoladamente, costuma não promover mudanças completas. Para resultados duradouros, é importante trabalhar também os padrões de pensamento, as emoções e os comportamentos que mantêm a ansiedade social. A psicoterapia oferece esse espaço: acolher sua história, compreender os impactos emocionais deixados pela relação anterior e desenvolver estratégias para reconstruir sua vida social com segurança, autonomia e no seu ritmo.

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Doctor #778540

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Seria indicado o acompanhamento psicológico para que possa tratar a ansiedade e as relações interpessoais. A medicação por si só auxilia nos sintomas, porém, não atua nas causas, que envolvem questões cognitivas e comportamentais, por exemplo, habilidades sociais e treinamentos de respiração, no caso da TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental). Em análise, você poderá se expressar e ter ali a cura pela fala através de outros caminhos. Costumo ensinar e compartilhar essas estratégias com os meus pacientes.

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Doctor #369881

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Oi, tudo bem? Sinto muito que você esteja passando por essa solidão , sei que ela dói de verdade, ainda mais quando vem acompanhada de ansiedade social. É muito comum que, após relacionamentos que limitam amizades, a gente se sinta isolada e insegura para se reconectar com os outros. É importante saber que o fato de você estar tomando remédio não significa que está “falhando”. Ele pode ajudar a reduzir sintomas, mas enfrentar a ansiedade social depende de prática, paciência e pequenas exposições graduais. Não se cobre para resolver tudo de uma vez. Começar com passos bem pequenos ,uma conversa curta, retomar contato com alguém de confiança, participar de atividades onde se sinta segura , já é progresso. A terapia pode te apoiar nisso, ajudando a identificar pensamentos que te paralisam, criar estratégias para se aproximar de pessoas de forma segura e reconstruir sua rede social. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e cada passo, mesmo pequeno, conta. Espero ter ajudado e pode contar comigo.

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Doctor #1092015

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O que você descreve é muito comum em quadros de ansiedade social: isolamento, medo de se aproximar novamente das pessoas e uma solidão que pesa no corpo. E sim; apenas a medicação pode no máximo aliviar os sintomas, mas não transforma os padrões internos que te levam a repetir esse ciclo. A mudança real acontece na psicoterapia, onde você aprende a: entender de onde vem esse medo; reconstruir sua autoestima e segurança interna; ressignificar experiências passadas (como o relacionamento que te afastou dos seus amigos); desenvolver novas habilidades sociais e emocionais. Com o tratamento certo, você volta a se conectar; com as pessoas e consigo mesma. Se quiser começar esse processo de forma segura e profunda, estou aqui para te ajudar. Isadora Klamt - Psicóloga Clínica CRP 07/19323

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Doctor #425816

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Olá, boa tarde. Os remédios são muito bons para se lidar com ansiedade social, mas apenas tomá-los muitas vezes não é o suficiente para a ansiedade passar. Busque se colocar em ambientes que te façam sentir confortável, mas que sejam desafiadores para sua ansiedade. Comece com algo simples, talvez um local espaçoso que tenha uma pessoa. A partir daí vá expandindo para mais locais com cada vez mais pessoas. Sempre evolua esse processo quando o anterior começar a se tornar pouco ansiogênico (causador de ansiedade). Espero ter ajudado, grande abraço.

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Doctor #530692

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Olá! A psicoterapia ajuda a recuperar a autoestima, resignificar o passado e se desafiar a sair de casa, fazer novas amizades, mas também saber ficar bem em momentos solitários.

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Doctor #1137823

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Sinto muito que você esteja passando por isso. A combinação entre ansiedade social, isolamento e o impacto emocional de um relacionamento controlador realmente pode deixar tudo mais pesado. É importante saber que não há fraqueza nenhuma em precisar de medicação. Os remédios não tiram sua força; eles apenas reduzem a carga para que você consiga caminhar. A medicação pode ajudar a reduzir a intensidade dos sintomas, e a psicoterapia é fundamental para reconstruir a confiança, retomar as relações e enfrentar a ansiedade de forma gradual e segura. Com apoio adequado, é possível recuperar sua vida social no seu ritmo e sem culpa.

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Doctor #838176

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Olá, além do medicamento, busque também pela psicoterapia.

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Doctor #772812

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Quando a ansiedade social começa a isolar, não estamos apenas lidando com um medo do outro, mas também com uma história de vínculos que, de alguma forma, deixaram marcas. Você menciona um relacionamento anterior que limitou suas amizades e seu espaço de expressão; situações assim frequentemente enfraquecem nossa confiança e nos fazem duvidar do próprio direito de existir entre os outros. A solidão que você sente hoje não é apenas ausência de pessoas, mas resultado de processos que foram se acumulando ao longo do tempo. E é justamente por isso que buscar ajuda é tão importante: para que possamos, juntos, compreender essas experiências, elaborar o que foi vivido e construir caminhos mais livres, onde as relações possam ser retomadas sem medo. Os medicamentos podem ajudar a estabilizar, mas o enfrentamento profundo costuma acontecer no espaço terapêutico, quando você pode falar, ser ouvida e descobrir novas possibilidades de estar no mundo.

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Doctor #923665

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Olá. Muito interessante essa reflexão porque abrange a complexidade dos seus sentimentos. Imagino o quanto deve ser desafiador esse seu momento mas você deu um passo importante para o bem estar. O medo do julgamento pode levar a exaustão emocional, que leva ao isolamento auto imposto. Você relata a retirada forçada do convívio dos seus amigos, que hoje seria sua rede de apoio e isso te causa um vazio social e afetivo. Isso é um estado de alerta para futuro relacionamento. A resistência a medicação não é um "defeito" mas sim a oportunidade de se ouvir e não querer silenciar sua dor. Porém você precisa de ajuda para mudar a relação com seus pensamentos. Precisa reconhecer a origem deles. Espero ter ajudado. Deixo meu carinho.

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Doctor #569854

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Sinto muito que você esteja vivendo tudo isso. Quando você conta que perdeu amizades porque seu antigo parceiro não queria que você estivesse com elas, isso já sinaliza um padrão de controle comum em relações abusivas e isso realmente aumenta a ansiedade e a solidão. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para entender como essas experiências afetaram seus pensamentos, suas emoções e sua autoconfiança. Mesmo usando medicação, uma avaliação psicológica pode orientar o melhor caminho agora e, alinhar o cuidado junto ao médico psiquiatra que acompanha você. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Há caminhos possíveis para reconstrução, acolhimento e retomada da sua vida.

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Doctor #229389

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Olá, sinto muito que esteja se sentindo assim. Nesse momento seria interessante dar início à psicoterapia. Caso ainda não consiga, vou te deixar algumas sugestões para pensar sobre, ok? Em alguns relacionamentos, as pessoas acabam transformando os momentos com o(a) parceiro(a) a única fonte de prazer e lazer, e ao terminar ficam sem atividades cotidianas que trazem esses sentimentos bons. Seria importante você retomar aos poucos as coisas que gostava de fazer antes desse relacionamento, fazer sozinha o que gostava de fazer no relacionamento e até descobrir coisas novas que te agradam. Caso você consiga, tente retomar essas amizades aos poucos. As atividades sociais que são muito cansativas ou estressantes, faça em "doses" menores, ou seja, não precisa ficar até o final de tudo, conversar com todas as pessoas, estar sempre se comunicando. Vá até seu limite e descanse depois =)

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Doctor #704172

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Você tem muita razão de mencionar essa fase passada, pois relacionamento envolve um conforto social, uma forte identidade, uma situação que pode ter sido seu amparo nessa dificuldade específica. Mas chegou ao fim e você provavelmente passou pelo sofrimento do término, um sofrimento que tem tudo a ver com a perda de um modo de viver social que você construiu com essa pessoa, independente do quanto esse modo te limitou e fragilizou suas amizades, até de forma violenta. Mas tenha cuidado com as falas do senso comum. Embora eu seja psicólogo e não médico, devo frisar que o tratamento medicamentoso não é uma "muleta" e não significa que você só vai enfrentar o problema sem os remédios. Muito pelo contrário, o papel da medicação, quando bem acompanhada pelo especialista, é te ajudar a aprender, a praticar a mudança comportamental necessária, sem que essa prática seja um fardo e te prejudique ainda mais na ansiedade social. Outro lembrete que sempre faço aos pacientes nos momentos de psicoeducação é que os principais remédios na maioria dos tratamentos psiquiátricos não ajudam a "enfrentar" o problema no mesmo dia que você toma, e sim trabalham os seus sintomas ao longo de semanas e meses seguindo a prescrição. Dito isso, é claro que um profissional psicólogo tem tudo para contribuir, e até avaliar o que mais existe de complexo por trás da ansiedade social, que sempre ou quase sempre faz parte de um quadro muito maior.

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Doctor #1249160

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Olá anônima, a solidão e o isolamento podem ser consequências comuns para a depressão, ainda mais quando algumas relações já estão afastadas. É altamente indicado que você procure um atendimento psicológico, que vai te proporcionar um ambiente acolhedor, onde você poderá se sentir escutada e recuperar forças. Com o tempo, a terapia te ajuda a se reconectar com você mesma e com outras pessoas.

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Doctor #813928

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Olá, espero que você esteja bem. A ansiedade social pode trazer muito desconforto e um sentimento de solidão, e é importante lembrar que você não precisa enfrentar isso sozinha. A terapia oferece um espaço seguro para compreender o que está acontecendo, dar nome aos medos que aparecem nas relações e construir, pouco a pouco, formas mais cuidadosas de se aproximar dos outros. Sobre a medicação: ela costuma ajudar a regular os níveis de ansiedade e a diminuir a intensidade dos sintomas físicos e emocionais. Isso não “resolve” tudo, mas cria mais estabilidade para que você consiga olhar para o que sente com mais clareza e avançar no processo terapêutico. Ou seja, o remédio ajuda no funcionamento, enquanto a psicoterapia te ajuda a compreender a história por trás dessas experiências e a desenvolver novas possibilidades de estar consigo e com o mundo. Na terapia, caminhamos juntas para compreender o que tornou o contato tão difícil, reconhecer o que você precisa para se sentir segura nas relações e fortalecer seus recursos internos — para que você não precise “forçar” nada, mas possa reconstruir seus vínculos de forma mais leve e possível para você. Espero que minha resposta tenha ajudado. Se sentir necessidade de um acompanhamento mais próximo para atravessar esse momento, estou à disposição para te receber e pensarmos juntas sobre seus próximos passos.

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Doctor #842222

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Fica evidente o quanto esse período tem sido desafiador para você... A ansiedade social muitas vezes se intensifica após experiências de controle ou isolamento em relacionamentos, e é comum que o corpo e a mente permaneçam “vigilantes”, podendo aumentar a evitação mesmo quando existe o desejo genuíno de se reconectar. É compreensível que você queira enfrentar isso sem medicação, mas é importante reconhecer que os medicamentos podem ajudar a estabilizar sintomas. Cada caso precisa ser avaliado, mas muitas vezes o caminho envolve uma combinação gradual entre tratamento medicamentoso e psicoterapia. Na terapia, podemos explorar como suas experiências anteriores influenciam a sua forma atual de se relacionar e o impacto disso na sua autoestima e no seu senso de pertencimento, também podemos desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade social, explorar o significado da solidão que você sente hoje, entendendo o que ela comunica sobre suas necessidades emocionais e seus desejos de vínculo... Se surgir alguma dúvida ou se quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição.

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Doctor #1236030

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Você está passando por um processo de reconstrução, é difícil, mas é possível. Antes de voltar para o mundo social, sua relação mais importante precisa ser fortalecida: você com você. Se quiser, posso te ajudar a montar um plano semanal para enfrentar a ansiedade, treinar autoconfiança e exercícios para retomar contatos.

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Doctor #1199891

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Entendo como a ansiedade social pode te afastar das pessoas e como a perda de amizades num relacionamento controlador intensifica essa sensação de solidão. Mesmo usando remédios, é normal sentir dificuldade para enfrentar tudo sozinha, porque o processo emocional leva tempo. Isso não significa fraqueza, significa que você está se recuperando de algo que te machucou. Aos poucos, com apoio e pequenos passos, é possível retomar sua segurança, criar novos vínculos e sentir-se menos sozinha.

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Doctor #983972

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Olá, tudo bem? O que você descreve revela um sofrimento que não começou agora; ele foi sendo construído aos poucos, especialmente quando um relacionamento limita seu convívio social. Quando saímos de vínculos assim, é comum que a ansiedade social aumente, porque o cérebro se acostuma a viver encolhido, com pouca troca, e reaprender a se abrir para o mundo pode parecer assustador. A solidão que você sente não é fraqueza — é consequência de ter ficado muito tempo sem poder ser você mesma com outras pessoas. Mesmo tomando medicação, é importante reconhecer que ela não substitui o processo de reconstrução emocional. Ela ajuda a estabilizar, mas não ensina o caminho de volta para a vida social. Muitas vezes, a parte mais difícil não é “enfrentar sem remédio”, e sim enfrentar o medo do julgamento, do abandono ou da sensação de não pertencer que ficou marcada lá atrás. Você já conseguiu perceber o que mais te paralisa quando pensa em retomar amizades? É o receio de não saber conversar? A vergonha por tudo o que viveu? Ou o medo de se machucar de novo? Outra pergunta que pode ajudar é: quando você imagina sua vida com mais conexão, como ela se parece? Às vezes não conseguimos nos movimentar porque estamos tentando dar passos grandes demais, enquanto seu emocional talvez só precise de micro-movimentos, pequenas aproximações, até que o corpo reconheça que agora é seguro. O isolamento não significa que você “não quer” voltar a ter vínculos; significa que ainda não encontrou um caminho que seja gentil com o seu tempo. Esse é justamente o tipo de situação em que a terapia tem muito a contribuir. Não para pressionar você a se expor, mas para fortalecer sua capacidade de se sentir inteira novamente e reconstruir relações na velocidade que o seu coração aguenta. A solidão que você sente agora não é o destino final — é um retrato momentâneo de alguém que está tentando renascer depois de muito tempo silenciada. Caso precise, estou à disposição.

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Doctor #790280

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Olá, estar em meio social em seu caso é um grande desafio, sobretudo após esse período de fechamento. Porém, a retomada, ainda que incômoda é necessária. Nesse caso um bom acompanhamento psicológico pode te ajudar a encarar essa situação.

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Doctor #807180

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Para construir relacionamentos saudáveis, é necessário que a própria pessoa também deseje isso. A fobia social muitas vezes acontece por medo do que as outras pessoas irão pensar sobre você. É importante reconhecer quais são as suas fobias específicas e buscar acompanhamento profissional.

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Doctor #1274807

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Sinto muito que esteja passando por isso. É realmente doloroso sentir essa solidão e perceber como a ansiedade social e relacionamentos passados impactaram suas conexões. É muito importante não parar ou reduzir os medicamentos por conta própria. Converse com o médico que os prescreveu (psiquiatra). Procure um psicólogo (especializado em TCC ou ansiedade social).

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Doctor #1285310

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Olá! Sinto muito pela sua dor, dá para sentir seu sofrimento pelo seu relato. A ansiedade social é um transtorno que tende a piorar ao longo do tempo se a pessoa não tiver uma rede de apoio e/ou profissionais acompanhando. Recomendo fazer um acompanhamento com psicóloga, especialmente da abordagem Terapia Cognitivo Comportamental. Ela vai te ajudar a entender sua ansiedade, te ensinará técnicas de relaxamento, enfrentamento e comunicação, além de toda questão que tu levar para ela. Não conheço seu caso, mas normalmente manter o remédio por um tempo durante o tratamento psicológico é recomendado, para te dar mais qualidade de vida e melhorar a regulação emocional e mental. Mas isso é algo que deva conversar com um psiquiatra de confiança e com a terapeuta. Espero que fique bem!

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Doctor #745830

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A ansiedade social pode levar ao isolamento e à solidão, especialmente após a perda de vínculos importantes. A medicação ajuda, mas o enfrentamento precisa ser gradual e acompanhado. Não conseguir sozinha não é fraqueza. A psicoterapia é essencial para retomar vínculos e fortalecer a autoestima com mais segurança.

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Doctor #1274395

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O que você descreve não é apenas “timidez”. Quando a ansiedade social começa a provocar isolamento, perda de vínculos e sofrimento constante, ela já está interferindo na sua vida de forma significativa. Além disso, um relacionamento em que houve restrição do seu convívio pode deixar marcas importantes. Não é raro que a pessoa passe a associar contato social a risco, crítica ou conflito e isso mantém o ciclo de evitação. A boa notícia é que isso tem tratamento. Psicoterapia ajuda a trabalhar as crenças de rejeição e a retomar, de forma gradual e segura, a vida social. Em alguns casos, avaliação psiquiátrica também pode ser indicada. Sofrer calado tende a ampliar o isolamento; buscar ajuda é um passo consistente na direção oposta.

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Doctor #1310014

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Olá, O que você relata demonstra o quanto essa situação tem sido dolorosa. A ansiedade social pode, de fato, levar ao isolamento e ao sentimento de solidão, especialmente quando houve experiências anteriores que impactaram suas relações e sua rede de apoio. É compreensível que você deseje enfrentar isso sem o uso de medicação, porém qualquer ajuste ou interrupção deve ser feito apenas com orientação do médico responsável. A medicação pode ser um suporte importante em determinados momentos do tratamento. A psicoterapia é um espaço fundamental para trabalhar a ansiedade social, fortalecer a autoestima, reconstruir vínculos e desenvolver recursos para retomar relações de forma mais segura e gradual. Também pode ajudar na elaboração das experiências vividas no relacionamento anterior e no impacto que isso teve na sua vida social. Você não precisa atravessar esse processo sozinha. Buscar acompanhamento pode ser um passo importante para compreender o que está acontecendo e construir novas formas de se relacionar. Estou à disposição caso deseje iniciar esse acompanhamento ou conversar mais sobre o assunto.

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Doctor #1394596

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A ansiedade social pode intensificar o isolamento, especialmente após um relacionamento que limitou vínculos e contribuiu para o afastamento de amigos. Mesmo com medicação, é comum ainda sentir dificuldade para se expor e retomar conexões. Enfrentar sem apoio pode ser muito difícil; o ideal é manter o acompanhamento médico e associar psicoterapia para trabalhar gradualmente a exposição social e reconstrução de vínculos. A sensação de solidão é compreensível nesse contexto, mas é possível reconstruir rede de apoio com tempo e suporte adequado.

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Doctor #1042565

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O que você descreve pode ser muito doloroso. A ansiedade social costuma intensificar sentimentos de isolamento e, quando há experiências anteriores de controle ou afastamento das amizades em um relacionamento, isso pode deixar marcas importantes. É compreensível que exista o desejo de enfrentar a ansiedade sem medicação, mas essa decisão deve sempre ser feita junto ao médico que acompanha seu tratamento. A medicação e a psicoterapia podem atuar de forma complementar no cuidado. Na psicoterapia, é possível trabalhar tanto a ansiedade social quanto os efeitos emocionais dessas experiências passadas, além de reconstruir, aos poucos, vínculos e espaços de convivência. Você não precisa lidar com essa solidão sozinha

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Doctor #925223

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A ansiedade social pode levar ao isolamento e à sensação de solidão, especialmente após experiências difíceis em relacionamentos. Esse sofrimento emocional é mais comum do que parece e pode ser tratado. A psicoterapia ajuda a trabalhar autoestima, segurança emocional e reconstrução de vínculos, permitindo que a pessoa volte a se sentir mais confiante em suas relações. Mesmo quando há uso de medicação a terapia é fundamental para tratar as causas emocionais da ansiedade social e recuperar qualidade de vida. Dra. Miriam Ramos Psicóloga Clínica

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Doctor #1397678

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A ansiedade social pode trazer exatamente esse tipo de impacto na vida das pessoas: dificuldade de manter relações, sensação de isolamento e muito desconforto em situações sociais. Pelo que você descreve, parece que essa experiência se tornou ainda mais difícil depois de um relacionamento em que suas amizades acabaram se afastando. Quando isso acontece, muitas pessoas se veem com uma rede de apoio reduzida, o que pode aumentar a sensação de solidão. O uso de medicação pode ser um recurso importante no tratamento da ansiedade e, em muitos casos, ajuda a reduzir a intensidade dos sintomas. Ao mesmo tempo, a psicoterapia pode contribuir para compreender melhor essas dificuldades nas relações, trabalhar a confiança para se expor socialmente e reconstruir, aos poucos, formas mais seguras de se conectar com outras pessoas. O desejo de conseguir enfrentar a ansiedade sem depender apenas da medicação também é algo bastante compreensível, e pode ser explorado com cuidado junto aos profissionais que acompanham o tratamento. A sensação de solidão que você descreve é dolorosa, mas ela não precisa ser enfrentada sem apoio.

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Doctor #1359820

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Sinto muito que você esteja passando por isso. O isolamento, a perda de vínculos e a sensação de solidão podem intensificar muito a ansiedade social, e isso não significa fraqueza sua. Também é compreensível querer conseguir enfrentar sem medicação, mas isso não precisa virar uma exigência contra você mesma. Em alguns momentos, o mais importante não é provar que consegue sem remédio, e sim construir um tratamento que realmente ajude, com segurança e consistência. A psicoterapia pode ser muito importante nesse caso, tanto para trabalhar a ansiedade social quanto os efeitos desse relacionamento anterior sobre seus vínculos, sua confiança e sua autonomia. Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha.

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Doctor #917107

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Sinto muito que esteja passando por isso. A ansiedade social é algo extremamente delicado pois vem do interno do ser, mas afeta diretamente as relações externas, tão importantes. Durante a psicoterapia, juntos buscamos entender aquilo que originou essa ansiedade - normalmente de alguma insegurança ou situações vividas no passado. Falar e ser ouvido é muito importante para entender melhor estes sentimentos. Fico à disposição

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Doctor #1360665

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Sinto muito que você esteja se sentindo assim… essa solidão pesa mesmo, ainda mais depois de tudo que você passou nesse relacionamento. A ansiedade social pode isolar bastante, e quando vem junto de experiências assim, é natural que fique mais difícil confiar, se abrir e retomar amizades. Não é fraqueza — é algo que foi sendo construído aos poucos. Sobre querer enfrentar sem remédio: é compreensível, mas não precisa ser “tudo ou nada”. A medicação pode estar te ajudando a ter um pouco mais de base enquanto você trabalha isso emocionalmente. Não precisa tirar de uma vez, nem sozinha — o ideal é conversar com seu psiquiatra antes de qualquer mudança. O psicólogo pode te ajudar muito nesse processo, principalmente pra ir retomando o contato com as pessoas aos poucos, no seu tempo, sem pressão. Pequenos passos já contam, como mandar mensagem pra alguém de confiança ou tentar um encontro mais tranquilo. E sobre essa sensação de solidão: ela é real, mas não precisa ser permanente. Dá pra reconstruir vínculos, sim — devagar, com cuidado e respeitando o que você consegue hoje. Você não precisa passar por isso sozinha

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Doctor #1391442

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Olá, como tem passado ? O que você descreve não parece ser apenas “timidez” ou uma fase ruim; soa como uma experiência em que a ansiedade social foi se entrelaçando com perdas afetivas, controle vivido em um relacionamento anterior e um sentimento crescente de solidão. Quando alguém vai sendo afastado dos vínculos, sobretudo por uma relação em que o outro não tolerava suas amizades, o isolamento deixa de ser só circunstancial e pode começar a ser vivido como destino, como se a pessoa já não se reconhecesse mais com direito ao laço, à presença e à reciprocidade. A ansiedade social, clinicamente, pode de fato impactar fortemente a vida e as relações, e costuma ser tratada com psicoterapia, medicação ou ambos, conforme a necessidade de cada caso. Sob uma perspectiva psicanalítica, há algo ainda mais delicado aí: depois de um vínculo que restringiu sua circulação afetiva, não é raro que o medo do encontro com o outro ganhe mais força. O outro passa a ser vivido, ao mesmo tempo, como aquilo que se deseja e aquilo que ameaça. Quer-se companhia, mas teme-se exposição; quer-se proximidade, mas algo no psiquismo avisa que se aproximar pode custar muito caro. Nesses casos, o isolamento não é simples falta de vontade: ele pode funcionar como defesa contra a angústia, contra a vergonha, contra a repetição de experiências em que o vínculo trouxe sofrimento em vez de amparo. Então, uma boa resposta seria reconhecer que sua solidão não é sinal de fraqueza, mas expressão de um sofrimento que mistura ansiedade, marcas relacionais e perda de confiança nos vínculos. E que enfrentar isso não significa se jogar sozinha contra o medo, mas construir condições internas e externas para voltar, pouco a pouco, à vida de relação. A psicoterapia pode ajudar justamente nisso: transformar o isolamento de pura defesa em algo pensável, nomeável e elaborável. E, se o sofrimento estiver muito intenso ou o acesso particular estiver difícil, no SUS existem UBS e CAPS como portas de entrada para cuidado em saúde mental. Espero ter ajudado e sigo à disposição.

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Doctor #664850

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O que você descreve não é só a ansiedade social em si, mas também um empobrecimento dos vínculos depois de um relacionamento que parece ter limitado seu acesso ao outro, então hoje não é apenas “falar com pessoas”, é retomar um lugar de pertencimento que foi, de certa forma, interditado, e isso torna o movimento muito mais difícil e solitário, mesmo com vontade de mudar, e o fato de você querer enfrentar sem medicação pode acabar virando mais uma exigência sobre si, quando talvez o ponto seja ir construindo pequenas reaproximações possíveis, sem precisar dar conta de tudo de uma vez, porque a solidão que você sente não se resolve só com exposição, mas com experiências onde você possa, aos poucos, se sentir segura novamente na presença do outro, então talvez valha se perguntar qual seria o menor passo possível hoje que não te paralise, mas também não te afaste de você.

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Doctor #837863

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O isolamento e a solidão profunda provocados pela ansiedade social pesam imensamente no cotidiano. Quero acolher o seu desabafo com todo o afeto e pedir que você não se culpe por ter dado essa "piorada". Romper com ciclos do passado e tentar retomar a vida exige uma energia gigantesca, e é perfeitamente compreensível que a sua mente esteja exausta e assustada agora. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e ao ler o seu relato, a minha intenção é te receber com total respeito e cuidado, sem qualquer tipo de julgamento. Você mencionou termos como depressão e ansiedade social e, independentemente de você ter recebido esse diagnóstico de um profissional ou de ter se identificado com esses sintomas ao pesquisar sobre a sua dor, o mais importante agora é o seu desejo de melhora. Para encontrarmos o melhor caminho para a sua recuperação, nós precisamos, juntas no consultório, compreender a fundo o que você está sentindo, pois investigar essa raiz de forma técnica é o que nos permite traçar um plano preciso para que você avance e recupere a sua vida. Sobre o seu desejo de enfrentar essa situação sem os remédios, quero te tranquilizar e dizer que a medicação é uma parte muito importante do processo de tratamento. Em quadros de sofrimento intenso, os remédios funcionam como um suporte essencial para diminuir o barulho físico do medo e dar o fôlego biológico que o seu cérebro precisa. No entanto, embora o medicamento estabilize os sintomas, é na terapia baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) que nós vamos encontrar as respostas reais e as ferramentas para modificar o que está te fazendo sofrer. A TCC pode colaborar de forma muito prática e estruturada para que você vença a solidão. Na terapia, compreendemos que o isolamento e as experiências passadas instalam filtros na nossa mente que nos fazem acreditar que as pessoas vão nos julgar ou rejeitar. No consultório, nós trabalharemos lado a lado para identificar e questionar esses pensamentos de insegurança que o antigo relacionamento ajudou a fixar em você. A TCC vai te equipar para que, aos poucos, você diminua a dependência do suporte medicamentoso no futuro, conduzindo a retirada em parceria com o seu psiquiatra quando você já estiver firme e segura. O sentimento de extrema solidão tenta nos convencer de que estamos sozinhas para sempre, mas isso é apenas a mente distorcendo a realidade devido à sobrecarga. Você tem o desejo de enfrentar e de melhorar, e esse é o motor que precisamos para iniciar a sua reconstrução. Eu e minha equipe na Clínica Espaço Único estamos à sua inteira disposição no consultório para te oferecer um espaço seguro. Estamos aqui para ajudar você a desarmar esse medo social, para que possa reconquistar a sua liberdade e reencontrar a leveza nos seus dias. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único

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Doctor #713502

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A ansiedade social tem me causado um isolamento profundo. Afastei-me de amigos no passado devido a um relacionamento controlador, e sinto que meu quadro piorou. Atualmente, faço uso de medicações, mas o desejo de enfrentar isso sem os remédios gera frustração por não conseguir, resultando em uma solidão extrema.

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Doctor #709472

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Olá! O que você descreve parece envolver não apenas a ansiedade social, mas também as consequências de uma experiência relacional que acabou reduzindo sua rede de apoio. Perder amizades, se afastar de pessoas importantes e perceber que hoje se sente mais isolada pode gerar um sentimento de solidão muito intenso. Pelo seu relato, é possível que existam duas dificuldades acontecendo ao mesmo tempo: por um lado, a ansiedade social, que pode tornar os contatos interpessoais mais difíceis; por outro, a falta de oportunidades de conexão decorrente dos afastamentos que ocorreram durante o relacionamento anterior. Quando essas duas coisas se combinam, é comum que a pessoa se sinta presa em um ciclo: sente-se sozinha, mas a ansiedade dificulta a aproximação das pessoas, o que aumenta ainda mais a solidão. Também me chamou atenção quando você diz que gostaria de enfrentar isso sem os remédios. É compreensível desejar recuperar a sensação de autonomia, mas é importante não encarar a medicação como um sinal de fraqueza ou incapacidade. Para algumas pessoas, ela funciona como um apoio temporário ou complementar enquanto desenvolvem outras formas de lidar com a ansiedade. Qualquer mudança no tratamento deve ser discutida com o psiquiatra que a acompanha. A boa notícia é que a ansiedade social costuma responder bem à psicoterapia. Muitas vezes, o objetivo não é eliminar completamente o medo ou a insegurança, mas aprender a se aproximar das pessoas mesmo na presença dessas emoções, reconstruindo gradualmente a confiança nas relações. Além disso, talvez seja importante olhar para essa solidão com gentileza. Sentir falta de vínculos depois de ter perdido amizades não é um sinal de fraqueza; é um sinal de que as relações têm valor para você. E, embora hoje pareça difícil imaginar, vínculos podem ser reconstruídos aos poucos. Acredito que um acompanhamento psicológico possa ajudá-la não apenas a lidar com a ansiedade social, mas também a elaborar as perdas vividas e recuperar espaços de conexão e pertencimento. Espero ter ajudado. Rodrigo Vieira Psicólogo Clínico (CRP 06/204166)

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Doctor #1463034

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Olá tudo bem ? O medicamento não representa fraqueza nem impede que você desenvolva recursos internos. Em muitas pessoas, ele reduz a intensidade da ansiedade, permitindo que a psicoterapia e as experiências sociais sejam mais eficazes. Caso, no futuro, haja possibilidade de redução, isso deve ser feito em conjunto com o médico que acompanha o tratamento.

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Doctor #882000

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Antes de mais nada: que bom que você já deu esse passo de buscar ajuda antes, e está em tratamento. Isso já mostra uma força que talvez você nem esteja enxergando em si mesma agora. O que você descreve faz muito sentido dentro de um padrão conhecido: viver um relacionamento em que o isolamento era exigido ensina o cérebro a associar proximidade social com risco, com conflito, com perda. Depois que esse vínculo termina, é comum o sistema nervoso continuar reagindo como se o perigo ainda estivesse ali — mesmo com os amigos que sobraram, mesmo em situações novas. Isso não é "estar quebrada" nem um defeito seu: é uma resposta aprendida, e o que se aprende pode ser reaprendido. Sobre a vontade de enfrentar sem os remédios: entendo completamente o desejo de sentir que você mesma dá conta, sem depender de nada externo. Mas essa é uma decisão que precisa ser conversada com o psiquiatra que acompanha seu caso — reduzir ou suspender medicação por conta própria pode intensificar justamente os sintomas que você está tentando superar. O caminho mais seguro costuma ser: seguir a orientação médica enquanto o trabalho terapêutico avança, e revisar a necessidade da medicação junto com quem prescreveu, no tempo certo, com acompanhamento. A psicoterapia é onde dá pra trabalhar diretamente essa ansiedade social — entender as situações específicas que disparam o desconforto, processar o que ficou daquele relacionamento, e ir, aos poucos, reconstruindo a confiança de que se aproximar de novo das pessoas não é perigoso. A solidão que você sente agora não precisa ser definitiva. Se fizer sentido, posso te ajudar a dar esse próximo passo numa sessão inicial.

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Doctor #1394089

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Depois de perder amizades e passar um tempo mais isolada, é compreensível que voltar a se aproximar das pessoas pareça ainda mais difícil. A ansiedade social costuma criar um ciclo: você evita interações para não sentir medo, experimenta um alívio momentâneo, mas depois se sente mais sozinha e menos confiante para tentar novamente. Não conseguir enfrentar isso sem ajuda não representa fraqueza. E utilizar medicação também não diminui seu esforço ou torna sua melhora menos verdadeira. Se você deseja reduzir ou interromper o remédio, converse com o médico responsável antes de qualquer mudança. A psicoterapia pode acontecer junto com o tratamento medicamentoso e te ajudar a desenvolver recursos que permaneçam ao longo do tempo. A TCC trabalha justamente os pensamentos ligados ao medo de julgamento e a aproximação gradual das situações sociais evitadas. Você não precisa começar tentando criar muitas amizades. Talvez o primeiro passo seja mandar uma mensagem para alguém seguro, participar de uma atividade com poucas pessoas ou permanecer por um período curto em um ambiente social. Pequenos movimentos repetidos costumam ser mais úteis do que se obrigar a enfrentar tudo de uma vez. Um psicólogo pode te ajudar a reconstruir essa confiança e sua rede de apoio no seu ritmo. A solidão que você sente hoje não precisa definir sua vida daqui para frente.

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Doctor #937625

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O que você descreve mostra uma mistura de ansiedade social, isolamento e marcas de uma relação que limitou seus vínculos. Quando a rede de apoio diminui, é comum a solidão aumentar e a ansiedade ficar mais forte, criando um ciclo: quanto mais medo e insegurança, mais a pessoa evita contatos, e a sensação de isolamento cresce. O fato de você querer enfrentar isso já é um passo importante. Porém, tentar retirar a medicação por conta própria ou antes de estar preparada pode tornar o processo mais difícil. Se você pensa em parar os remédios, converse com o psiquiatra para que isso seja feito com segurança, se for indicado. A psicoterapia pode ajudar muito nesse processo, especialmente para reconstruir sua confiança, trabalhar o medo de julgamento e retomar vínculos aos poucos. Começar com pequenos movimentos, como uma conversa curta, uma mensagem para alguém de confiança ou uma atividade em grupo com pouca pressão, pode ser mais sustentável do que se cobrar uma mudança grande de uma vez. A solidão que você sente merece ser acolhida e cuidada; relações saudáveis podem ser reconstruídas gradualmente.

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Doctor #1450212

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Sinto muito que você esteja passando por isso, a solidão que vem depois de um relacionamento que te afastou das pessoas é bem pesada. Reconstruir vínculos depois disso não costuma ser rápido, e não tem problema precisar de apoio nessa fase, seja com medicação, seja com terapia, ou os dois juntos. Isso não é fraqueza, é o tratamento fazendo sentido pra sua história. Vale conversar com seu psiquiatra e considerar também acompanhamento psicológico pra trabalhar essa ansiedade social e retomar o contato com as pessoas no seu tempo.

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Doctor #759811

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.