Desenvolvi um medo de que não consigo controlar meus próprios pensamentos e emoções depois de uma ex

14 respostas
Desenvolvi um medo de que não consigo controlar meus próprios pensamentos e emoções depois de uma experiência bastante exaustiva de auto cobranças por uma seleção de pós graduação. Fico me vigiando pra ver se consigo controlar pensamentos, tento provar que x y pensamento não faz sentido. Mas quanto mais faço isso mais fico remoendo e mais sinto falta de controle. Passei a entender que meu problema é que estou com uma ideia muito rígida de controle mental e que ela não falta de capacidade emocional, estou no caminho certo?
 Tadeu Manfroni
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, a sua experiência com o curso da pós-graduação ocorre com muitas pessoas. Os pré-requisitos são imensos, a concorrência é enorme e as provas de seleção e qualificação são rigorosas. Para algumas pessoas, esse tipo de processo é tão marcante que acaba sensibilizando as suas emoções como se fosse uma experiência traumática, algo que "violentou" os seus princípios e valores de maneira única em sua vida. Seu organismo responde a esse "trauma", produz hormônios que te deixam em estado de alerta, como se algo fosse acontecer e você deve estar preparado. É uma sensação de sobrevivência e estado de alerta continuo.
Dito isto, sim, você está no caminho certo. Provavelmente, você precisará de um profissional da Psicologia para conduzir uma dessensibilização emocional de redução do estado de alerta e produção dos hormônios que a provocam fisicamente.
Espero tê-lo ajudado com essa questão. Boa sorte!

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Dra. Rosana Paula Silva Medeiros
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá, seja bem vindo!
Muitas vezes quanto mais tentamos suprimir ou monitorar um pensamento, mais o cérebro entende que aquele conteúdo é uma "ameaça" e passa a focar nele obsessivamente para "nos proteger" Sua exaustão com a pós-graduação acabou colocando você num estado de alerta máximo de atenção.

A "Vigilância" é o combustível: Ao se vigiar para ver se tem controle, você cria um processo de monitoramento que mantém o pensamento vivo. É como tentar dormir checando o relógio a cada 5 minutos para ver se já pegou no sono.

Pensamentos não são fatos: Tentar provar que um pensamento "não faz sentido" é entrar em um debate infinito com a mente. A mente sempre encontrará um "mas e se?". O problema não é o conteúdo do pensamento, mas a importância que você dá a ele.

Rigidez vs. Flexibilidade: O controle mental saudável não é sobre impedir pensamentos de surgirem, mas sobre desenvolver a capacidade de deixá-los passar sem lutar contra eles (flexibilidade psicológica);

Hipervigilância Cognitiva: Após experiências traumáticas ou de alta pressão (como sua exaustão na pós-graduação), o sistema nervoso entra em alerta máximo . O pensamento excessivo torna-se uma forma de tentar prever todas as ameaças possíveis para que você nunca mais seja "pego de surpresa" pela dor ou pelo fracasso.

O risco dessa defesa:
O problema é que a intelectualização é como tentar apagar um incêndio com um manual de instruções sobre o fogo: você entende a química das chamas, mas continua se queimando . O excesso de pensamento acaba se tornando um "refúgio" que, ironicamente, impede a cura real, pois a emoção precisa ser sentida e processada, não apenas analisada.

Quando você para de lutar, o pensamento perde o "peso" e, com o tempo, a mente relaxa. Mas relaxa tempo suficiente para você buscar entender o que esta ocorrendo na sua vida que de forma Inconsciente esta fazendo você pensar excessivamente em outras situações tão compulsivamente?

Pensar excessivamente é, muitas vezes, uma estratégia de sobrevivência que o cérebro desenvolve para lidar com o que parece perigoso ou incontrolável.
A Intelectualização: É um mecanismo de defesa clássico onde você usa a lógica e a razão para se distanciar de uma dor emocional.

Em vez de sentir o medo ou a angústia (que são viscerais e caóticos), você pensa sobre eles. . Isso cria uma ilusão de controle e segurança, transformando uma emoção assustadora em um "problema lógico" a ser resolvido .

Espero ter ajudado, e caso precisar sigo a disposição! Abçs
Boa Tarde! Sempre recomendo entrar em contato com profissionais que possam ajudar a compreender as questões que se apresentam na vida de cada um. Você passou por um processo de auto cobranças em função da pós graduação que gera ansiedade. Você já identifica que não é falta de de capacidade emocional , mas sim uma ideia rígida de controle mental. Seria bom iniciar uma terapia que possa ajudar a compreender o que esta acontecendo, e contribuir a romper a fase de ruminação e rigidez cognitiva. É recomendável também prestar atenção na higiene do sono, rotinas diárias, estilo de vida e alimentação com profissional da área. Fico a disposição.
Olá! Sim, você parece estar no caminho certo na sua compreensão. Pela TCC, o problema muitas vezes não é o pensamento em si, mas a relação que você criou com ele. Quanto mais você tenta vigiar, controlar ou provar que um pensamento “não faz sentido”, mais atenção dá a ele — e mais ele tende a persistir. Isso alimenta o ciclo da ruminação. Faz sentido também perceber que existe uma ideia rígida de controle mental, como se você precisasse dominar tudo o que pensa ou sente. Na prática, essa exigência de controle absoluto pode estar mantendo a ansiedade. Na TCC, trabalhamos justamente aprender que ter um pensamento não significa precisar responder a ele, e que sentir dúvida não é perder o controle. Se isso tem te causado sofrimento, buscar ajuda psicológica pode ser muito importante. Um psicólogo, especialmente com abordagem em TCC, pode te ajudar a entender melhor esse ciclo e desenvolver estratégias para reduzir essa vigilância mental e lidar com mais flexibilidade com pensamentos e emoções.
Muitas vezes ficamos presos em pensamentos circulares e não conseguimos sair disso e isso independe do nível intelectual. Nem sempre temos alguém confiável para expressar o que estamos sentindo e pensando, e também não temos quem possa entender ou simplesmente ouvir o que temos a dizer. Para algumas situações o só falar para um outra pessoa já pode ser de grande ajuda, porém algumas situações podem demandar mais do que isso, uma ajuda nos sentido de perceber outras coisas que estão envolvidas nos pensamentos, comportamentos e sentimentos. Para essas situações um bom psicólogo, com quem você se sinta bem pode te ajudar.
Olá, boa tarde.

Você está, sim, no caminho certo ao perceber que a questão central não é “falta de controle”, mas uma exigência rígida de controle mental. Esse padrão é muito comum em quadros de ansiedade.

O que costuma acontecer é um ciclo: surge um pensamento → você tenta controlar, testar ou provar que ele não faz sentido → isso aumenta sua atenção sobre ele → o pensamento volta mais forte → cresce a sensação de perda de controle. Ou seja, o problema não é o pensamento em si, mas a forma como você passa a se relacionar com ele.

Na prática clínica, trabalhamos alguns ajustes importantes:

Primeiro, entender que pensamentos não precisam ser controlados para que você esteja bem. O cérebro produz conteúdos automaticamente, especialmente quando está sob pressão ou estresse.

Segundo, reduzir a “vigilância mental”. Ficar checando se está no controle (“será que estou pensando certo?”) mantém o sistema ativado. É como tentar pegar água com a mão: quanto mais força, menos funciona.

Terceiro, sair da lógica de provar ou resolver pensamentos. Nem todo pensamento precisa de resposta. Muitas vezes, o movimento mais eficaz é reconhecer (“estou tendo esse pensamento”) e não engajar.

Quarto, desenvolver uma relação mais flexível com a mente. Em vez de “preciso controlar”, a ideia passa a ser “posso ter esse pensamento e ainda assim seguir com o que é importante”.

Um ponto importante: essa sensação de “estou perdendo o controle” é um efeito da ansiedade, não um sinal real de que você perdeu o controle. Quanto mais você tenta garantir esse controle, mais a ansiedade cresce.

Na prática, começo a trabalhar com os pacientes exatamente nesse ponto que você já identificou: flexibilizar essa regra interna rígida e treinar novas respostas aos pensamentos, com exercícios bem objetivos no dia a dia.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
 Emily Ribeiro
Psicólogo
São José Dos Pinhais
Sim, você está no caminho certo e essa percepção já é terapêutica em si.
O que você descreve é um padrão bem conhecido: quanto mais você tenta controlar um pensamento, mais atenção direciona a ele, e mais ele persiste. É o efeito do "não pense em um elefante rosa" a tentativa de controle alimenta exatamente o que você quer eliminar.
A ideia rígida de controle mental parte de uma premissa falsa: a de que pensamentos e emoções deveriam ser domados pela razão. Mas o objetivo saudável não é controlar é observar sem se fundir. Deixar o pensamento existir sem tratá-lo como verdade absoluta ou como ameaça que precisa ser neutralizada.
A vigilância constante que você descreve é esgotante porque transforma sua própria mente em um campo de batalha. E batalhas internas não têm vencedor.
Você já faz acompanhamento terapêutico? Abordagens como ACT e TCC têm ferramentas muito específicas para esse padrão.
Olá, boa tarde.

Sim, está no caminho certo. Nós não temos capacidade para controlarmos o que estamos pensando. Digo mais: quanto mais você quer controlar o que pensa, mais você tem os pensamentos que quer evitar. Conhece o TOC? Muitas vezes ele começa a se desenvolver porque as pessoas querem evitar esses pensamentos.

O que mais recomendo para ti é deixar de evitar eles. Comece a pensar justamente neles, por mais que não façam sentido. Se mesmo assim eles não passarem, recomendo que procure um psicólogo para fazer um tratamento.
Você está fazendo uma reflexão importante ao perceber que essa tentativa de controlar e provar algo para si mesmo acaba intensificando ainda mais o ciclo, e essa ideia de um controle mental rígido pode mesmo estar contribuindo para esse desgaste e para a sensação de perda de controle. Quanto mais você tenta vigiar, responder ou eliminar os pensamentos, mais espaço eles parecem ganhar, o que não significa falta de capacidade emocional, mas sim uma relação mais tensa e exigente com o que você pensa e sente. Pode ser muito importante iniciar um acompanhamento psicológico, porque esse é um espaço onde você pode elaborar esses pensamentos com suporte, sem precisar combatê-los o tempo todo, entendendo melhor como esse padrão se formou e encontrando formas mais flexíveis de lidar com isso, o que tende a diminuir a intensidade e o impacto desses pensamentos no seu dia a dia.
 Camila Ferrari
Psicólogo, Psicanalista
Ribeirão Preto
Você está no caminho certíssimo: o seu problema não é falta de capacidade, é o excesso de esforço.

O que está acontecendo com você é um reflexo do cansaço extremo que a seleção da pós-graduação causou. Você treinou sua mente para ser rigorosa, analítica e não admitir erros. Agora, sem perceber, você está tentando aplicar esse "modo de estudo" dentro das suas emoções, e é aí que mora a armadilha.

Aqui estão três pontos para você entender o que está acontecendo:

1) O pensamento é como uma mola: Sabe quando você tenta empurrar uma mola para baixo com toda a força? Quanto mais você aperta, mais pressão ela faz para subir. Com o pensamento é igual. Quanto mais você diz "eu não posso pensar nisso" ou tenta provar logicamente que o pensamento é errado, mais importância você dá a ele — e mais ele volta para te assombrar.

2) Depois de tanta cobrança nos estudos, parece que um "fiscal" interno ficou ligado 24 horas por dia na sua cabeça. Você passou a vigiar seus pensamentos como se eles fossem uma prova que você não pode errar. Mas a mente humana não é uma ciência exata; ela produz coisas estranhas, bobas e sem sentido o tempo todo. O segredo da saúde mental não é controlar o que surge, mas não dar bola para o que não presta.

3) Sua mente está "frita" de tanto cansaço. Quando estamos exaustos, nossa capacidade de deixar os pensamentos passarem diminui. Você não perdeu o controle; você só está sem energia para ignorar o que deveria ser ignorado.

Como começar a melhorar?

Pare de debater: Quando um pensamento chato vier, não tente provar que ele não faz sentido. Apenas diga para você mesma: "Ih, lá vem aquele pensamento de novo. Deixa ele aí, estou cansada demais para brigar com ele agora".

Dê tempo ao tempo: Você precisa "desmamar" da adrenalina da pós-graduação. Seu corpo e sua mente precisam entender que a prova acabou e que agora você tem permissão para ser espontânea, e não apenas produtiva.

Se você sente que esse "remoer" está pesado demais, procure um terapeuta. O objetivo da terapia não será te ensinar a controlar os pensamentos, mas te ajudar a ficar em paz com o fato de que nem tudo precisa de controle.
 Nilzelly Martins
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá… o que você descreve é mais comum do que parece, embora seja muito angustiante quando estamos vivendo isso.

Essa sensação de “perder o controle dos próprios pensamentos” costuma aparecer justamente quando há um esforço muito grande de controle. É como um efeito paradoxal: quanto mais você tenta vigiar, corrigir ou provar que um pensamento não faz sentido, mais ele se repete e ganha força.

Você trouxe algo muito importante quando percebe que pode existir uma ideia rígida de controle mental. De fato, esperar ter total domínio sobre pensamentos e emoções é uma exigência muito alta e, na prática, impossível. Pensamentos surgem, passam, às vezes insistem… e isso não significa falta de capacidade emocional.

O ponto delicado é que, ao tentar controlar tudo, você acaba entrando em um ciclo de auto-observação constante (“estou conseguindo controlar?”), que aumenta a ansiedade e reforça justamente a sensação de descontrole.

Talvez o caminho não seja controlar mais, mas mudar a relação com esses pensamentos.

Em vez de precisar provar que eles fazem ou não sentido, existe um movimento possível de começar a observá-los com um pouco mais de distância, sem se fundir tanto com eles. Isso não acontece de uma hora para outra e nem sozinho, muitas vezes.

Você parece já ter uma boa percepção do que está acontecendo e isso é um passo importante. Mas aprofundar esse entendimento, com alguém que te ajude a sustentar esse processo sem cair novamente na auto cobrança, pode fazer bastante diferença.

Se fizer sentido para você, a terapia pode ser um espaço muito potente para trabalhar exatamente isso: flexibilizar essa exigência de controle, compreender de onde ela vem, e construir uma forma mais leve de se relacionar com seus próprios pensamentos e emoções.

Se quiser, estou por aqui para te acompanhar nesse processo.
não é apenas uma “ideia rígida de controle” como um erro cognitivo isolado, e sim uma forma de se relacionar com a própria experiência que acabou se estreitando.

É como se o pensar deixasse de ser um fluxo e se transformasse em um objeto sob inspeção. E aí surge um paradoxo importante: quanto mais você tenta controlar diretamente pensamentos e emoções, mais você se fixa neles. Não porque há uma falha sua, mas porque o próprio ato de "controlar" exige que você os mantenha em foco. Ou seja, o esforço de controle alimenta aquilo que você quer diminuir.
Quando você tenta provar que certos pensamentos “não fazem sentido”, aparece uma aposta de que seria possível organizar a experiência pela lógica, como se, ao corrigir o pensamento, a emoção também se ajustasse. Mas até que ponto isso é possível? Se a vida psíquica funcionasse assim, poderíamos quase matematizar o que sentimos, prever e eliminar qualquer desconforto com o raciocínio certo. E não é assim que a experiência humana se dá.

Pensamentos e emoções não são peças totalmente controláveis de um sistema lógico. Eles surgem, se transformam, e nem sempre respondem à argumentação racional. Quando a relação com eles passa a ser essa tentativa constante de cálculo, de correção, algo da própria experiência se empobrece, porque você deixa de se encontrar com o que sente para tentar “operar” sobre isso.

Do ponto de vista fenomenológico, talvez a questão não seja “como voltar a controlar?”, mas o que essa necessidade de controle está tentando garantir? o que se tornaria ameaçador se você não estivesse constantemente se monitorando?

Porque muitas vezes esse tipo de movimento aparece como uma tentativa de não entrar em contato com algo mais incerto, ambíguo ou desconfortável, mas que também fala sobre você e te constitui. O deslocamento possível não é abandonar toda forma de regulação, ela existe, mas reconhecer seus limites e abrir espaço para uma relação menos instrumental e mais experiencial com o que aparece. Podendo assim se apropriar da própria experiencia e de si.
 Deborah Cal
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Quanto mais você tenta controlar e testar seus pensamentos, mais eles voltam e mais você sente que perdeu o controle.

Isso acontece porque você entra em hipervigilância (“preciso controlar minha mente”) e passa a se observar o tempo todo e a tenta “corrigir” pensamentos. Esse processo constante mantém a mente ativa e presa no tema.

Aqui o problema pode estar sendo um excesso de tentativa de controle.

Alguns ajustes que podem te ajudar nesse processo é entender que pensamentos não precisam ser combatidos, nem todo pensamento precisa de resposta e ter um pensamento não significa que ele é verdadeiro ou importante

Imagine os pensamentos como uma onda, vem e vão, assim, perceber e deixar passar, mesmo com o desconforto é importante.

A psicoterapia te ajudará muito a reduzir a ruminação, flexibilizar essa necessidade de controle e a recuperar uma relação mais leve com seus pensamentos.
Se desejar posso te acompanhar nesse processo.
O que você descreve ,medo de perder o controle dos pensamentos, auto monitoramento constante, tentativa de provar que os pensamentos não fazem sentido e aumento da ruminação ,é muito comum em quadros de ansiedade com hipercontrole mental.
Sim, você está no caminho ao perceber que o problema não é falta de capacidade, mas uma ideia rígida de controle. O ponto central é que, quanto mais você tenta controlar ou neutralizar os pensamentos, mais o cérebro entende que eles são importantes e os repete, mantendo o ciclo de vigilância -Tentativa de controle- mais ansiedade -sensação de descontrole.
Pensamentos não precisam ser controlados o tempo todo. Eles são eventos mentais, não comandos. O que mantém o sofrimento é a relação de luta constante com eles.
O caminho é aprender a reduzir esse controle excessivo, aceitar a presença dos pensamentos sem entrar neles e voltar para o presente, desenvolvendo mais flexibilidade emocional.
A psicoterapia ajuda a quebrar esse ciclo, trabalhar a ansiedade e construir uma relação mais saudável com a própria mente.
Se você sente que está preso nesse loop de controle e exaustão, posso te ajudar a sair desse padrão e desenvolver mais leveza e segurança interna de forma consistente. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323

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