Estou sentindo muitas dores há mais de 2 meses. Não tem 1 dia que não tenho dor. São dores de cabeça

45 respostas
Estou sentindo muitas dores há mais de 2 meses. Não tem 1 dia que não tenho dor. São dores de cabeça horríveis, parece que vou morrer, às vezes se enrradia pro pescosso e para os braços. Já fiz vários exames e não encontro resposta. Todos normais. Eu tenho muito medo de morrer, as vezes eu penso que tenho uma doença grave, que tenho pouco tempo de vida. Sinto uma necessidade de fazer exame de tudo. As vezes desconfio dos resultados dos meus exames e penso em fazer outro bem mais profundo. vivo com medo, vivo ansiosa e estressada. Alguns médicos que fui me passaram remédios controlados. Minha família acredita que é tudo psicológico. Minha dor pode ser psicológica? Estou sofrendo muito
Olá, a dor é uma experiência sensorial ou emocional desagradável que ocorre em diferentes graus de intensidade, ela vai do desconforto leve à agonia, podendo resultar da estimulação do nervo em decorrência de lesão, doença ou distúrbio emocional.
Procure um Psicólogo o quanto antes para verificar se é de ordem emocional, pelo seu relato pode ser que seja um quadro de ansiedade e estresse, porém, teria que avaliar mais profundamente o seu caso.
Independente da medicação que esteja tomando, em conjunto com o psicólogo encontrarão ferramentas para você viver uma vida mais leve e feliz. Espero ter ajudado. um abraço!

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Dra. Crisélia Sanromán Barral
Psicanalista, Psicólogo
Brasília
Hola, primeiro vc deve realizar consultas com um neurologista. Após os exames afastarem qualquer causa física, deve iniciar um tratamento psicológico. A psicanálise é muito efetiva tratando somatizacoes ( são conflitos psíquicos inconsciente nao resolvidos que se convertem em sofrimentos físicos) . Procure ajuda terapêutica.
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Dra. Adriana Franco
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá as dores podem estar relacionadas a problemas emocionais, decorrente de ansiedade, stress , angústia e medo . Procure um psicólogo para que possa verificar a causa emocional . Técnicas de hipnose também podem te ajudar bastante a aliviar a ansiedade e o medo .
 Fernanda Santos
Psicólogo
Belém do Pará
Olá, imagino que esteja sendo difícil para você conviver com tudo isso que verbaliza, principalmente ao dizer que está sofrendo muito. Sobre sua pergunta se sua dor pode ser psicológica, sim, toda a dor, tem alguma relação com algo psicológico, algumas, inclusive, são apenas de origem psíquica. Quando você sinaliza que 'os médicos afirmam que não tenha nenhuma doença', e ainda assim apresenta esses sintomas, na certa, é indicado que faça acompanhamento psicológico, pois significa que seu sofrimento é do funcionamento psíquico. Como a sociedade ainda não está tão familiarizada com o que não é de origem do físico/biológico/químico, não é tão simples de se considerar que algo que incomoda não seja tratado pela medicina, mas pela psicologia, por exemplo, algumas queixas que são sentidas fisicamente, são de funcionamento da hipocondria (uma condição de frequente queixa de patologia com frequente busca por diagnósticos, testes, exames e outros). Mas acima de tudo, considero importante dizer a você que é possível melhorar essa condição e que não precisa lidar com isso sozinha. Procure apoio de psicólogo! Um profissional formado em psicologia e com especialização em saúde mental terá muito a lhe oferecer, principalmente em caso de ter vasta experiência em diversos casos clínicos.
 Ana Célia Mayrink
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá. Primeiramente, se você conseguiu fazer os exames para patologias mais graves, e deram todos normais, provavelmente não se trata de uma enfermidade fatal, embora sua preocupação seja essa. Lidar com dores é difícil, mas trata-se do corpo tentando te passar alguma mensagem. Pode ter um fundo picológico, mas também ser uma cefaléia de tensão, que está afetando o seu sistema nervoso. Em relação a tudo isso, você pode pedir uma avaliação psiológica ou neuropsicológica.
 Weslley Sá Farias
Psicólogo, Psicanalista
Aracaju
É possível que dores de cabeça e no corpo seja sintomas psíquicos, são chamados sintomas psicossomáticos, geralmente são uma forma de descarga de emoções ou impulsos reprimidos. Além das dores, o seu medo de morrer é intrigante, não que todos não tenhamos medo de morrer, mas passamos por um processo de cisão no qual a certeza da morte é afastada da consciência para conseguirmos viver de forma estável, parece que algo está comprometendo esse ponto do seu funcionamento psíquico. Eu sugiro um acompanhamento com psicólogo ou psicanalista, se possível. No mais, fico à disposição no que puder ajudar. Um grande abraço!
 Elisabete Kethilin Corá
Psicólogo
Campos Dos Goytacazes
Olá! Buscar ajuda de profissional de psicologia é muito importante. No caso relacionado a dor psicossomática, a investigação se estende para outros profissionais como: neurocirurgião , psiquiatra, fisioterapeuta , psicólogo, todos especializados para seu caso. É importante salientar que, toda queixa do paciente, deve ser levado em consideração, por todos profissionais de saúde envolvidos.
 Cleide Marchiotti
Psicólogo, Psicanalista
Maringá
Olá! Sim suas dores podem ser emocionais, no sentido de que os seus sentimentos estão, de alguma forma reprimidos. Importante que você já fez todos os exames e nso foram encontrados causas físicas. Portanto vale a pena a investigação psicológica. Procurevpor um profissional da psicanálise/psicologia para te ajudar a nomear suas dores e ansiedades.
Olá!
Viver sentido dor é algo muito difícil. Gera muito sofrimento e pode desencadear limitações severas a sua vida.
É importante que você continue a busca de um diagnóstico médico para o seu caso. Não desanime e não desista de buscar o diagnóstico e tratamento correto para o problema. Às vezes, o processo diagnóstico pode ser muito demorado mesmo.
Enquanto ainda não tem uma definição de tratamento médico, sugiro que busque apoio psicólogico, pois conviver com a dor pode desencadear muitos problemas emocionais e nas suas relações pessoais e profissionais. Além disso, se a dor ou parte dela for decorrente de aspectos emocionais, você já estará tratando pelo menos parte do problema.
Um grande abraço!
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Além do que os colegas disseram, destaco que dos sintomas da dor de cabeça, do medo de morrer, de buscar diagnóstico seja bastante necessário falar destes sofrimentos em si. O tratamento psicológico e/ou psicanalítico é muito indicado no seu caso!
Fico à disposição!
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 Liliana Moreira
Psicólogo
Fortaleza
Bom dia!
O melhor para você realmente é procurar um psicólogo, para tentar junto com ele descobrir o que está desencadeando todo esse seu incomodo.
Abraços.
 Carla de Carvalho
Psicólogo
Nova Iguaçu
Olá, pela forma como escreveu pude notar o quanto está sofrendo com tudo que vem passando. Se você já procurou especialistas e não conseguiu encontrar respostas, sugiro sim procurar um psicólogo. Existem dores na alma que sim, podem ser totalmente perceptíveis no corpo. Procure ajuda!
Olá as dores podem estar relacionadas a problemas emocionais, decorrente de ansiedade, stress , angústia e medo .
Acredito que um processo de terapia cognitiva comportamental, possa te ajudar.
Dr. Jeozadaque Silva
Psicólogo
Goiânia
Olá, sabe quando os pais usam a expressão "Tá enchendo, quando passar e eu me estourar, não fala que avisei"? Então, o nosso corpo funciona da mesma forma, quando não falamos, não lidamos com sentimentos, sensações, ignoramos frustrações, o nosso corpo começa a psicossomátizar, e as dores começa a aparecer, por que seu corpo não está sabendo lhe dá com tantos sentimentos retraídos. Um acompanhamento a um Psicólogo poderá te ajudar no processo de autoconhecimento, assim se mapear e fazer as pazes com seu corpo. Espero ter te ajudado. Abraços!
Olá
É possível sim, que a causa seja psicológica/emocional, no entanto você não está inventando essas dores. Elas são reais e trazem muito sofrimento para você.
Procure um/a psicoterapeuta que possa te ajudar a entender o que está acontecendo com você e que possa te dar um apoio nesse momento.
Boa sorte
Olá! Sua dor pode, de fato, ser “psicológica”. E ser com esta origem a torna tão real como qualquer outra dor. Observo, como meus colegas, ser importante que procure por psicoterapia. A (o) psicóloga (o) te ajudará a compreender melhor o que está ocorrendo com você, inicialmente, e assim poderá orientar o melhor tratamento. Por exemplo, não ficou claro em seu relato se foi a partir do momento em que começou a sentir estas dores, há cerca de 2 meses, que os outros sintomas também tiveram início (como a “necessidade de fazer exame de tudo”, por exemplo). Seja o que for, tenho certeza que se beneficiará de um tratamento psicológico. Atenciosamente, Cinthia.
Olá, bom dia. Sinto muito pelo que está passando. Se você já fez exames e eles não detectaram nada, certamente é algo emocional/psicológico. Busque um psicólogo que você se sinta segura, confie e se identifique para começar a tratar dessas dores.
 Júlia Moreira
Psicólogo
São José dos Campos
Parece que suas dores de cabeça se tornaram um problema crônico. Importante que já tenha consultado especialista e feito exames para descartar fatores fisiológicos. A dor de cabeça pode ser de origem psicossomática, proveniente do stress e da ansiedade que vem sentindo. Procure um profissional da psicologia para te ajudar a compreender o que está passando e avaliar se a origem da sua dor de cabeça possa ser de cunho emocional.
É provável que você esteja somatizando todo esse estresse.
É importante buscar ajuda com a psicoterapia pra te ajudar com técnicas de manejo da ansiedade e de relaxamento.
Com certeza sentir dor constante é algo muito ruim. com certeza é importante uma boa avaliação médica. No caso de já teres feito e contatado que é algo de fundo emocional iniciar psicoterapia pode ser muito benéfico. A medicação faz parte do tratamento, junto com isso a psicoterapia pode atingir resultados mais satisfatórios. A busca pelo autoconhrcimento e a causa das tuasdores pode ser um diferencial para atingir a qualidade de vida que esperas. As dores emocionais muitas vezes se manifesta a partir do físico. Uma forma do teu corpo se comunicar contigo a respeito de que algo não está bem. Espero ter te ajudado de alguma forma!
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
O centro cerebral que identifica a dor é o mesmo centro responsável pelas emoções e responsável por todo o sistema endocrinólogico e o sistema nervoso autônomo; o famoso sistema límbico. Portanto é comum haver junto com a ansiedade; tensão muscular, dores, aceleração do coração e medo; tudo junto e misturado... Por isso que pessoas que tem dores crônicas se tratam com antidepressivos. Se você já fez todos os exames é provável que seja ansiedade mesmo. Procure ajuda de um profissional de confiança para te ajudar a entender melhor e resolver isso. Abraço
Olá, as dores são sempre sinais/respostas do nosso corpo indicando que algo não vai bem. Você disse em seu relato que segundo os exames que já realizou as questões físicas estão sendo eliminadas até o momento.De toda forma, buscar por uma ajuda psicológico poderá te ajudar a construir um espaço de fala da suas dores (a qual não tem resposta até o momento, já que deve estar sendo um desafio conviver com elas e ainda partilhar com outras pessoas).Paralelo você pode continuar investigando por meio de consulta a outros profissionais como neurologista, oftalmologista, por exemplo. Um acompanhamento psicológico pode também ajudá-la com outras questões que podem estar influenciando em seu corpo e acarretando dores. Atualmente existe psicoterapia on-line, você pode fazer a sessão de atendimento da sua casa, caso tenha alguma dúvida entre em contato.
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 Celda Mota Fontes
Psicólogo
Aracaju
Em primeiro lugar, sua dor é real, seja qual for a origem. É algo que lhe têm trazido grande sofrimento. A dor pode ser originada por motivos diversos. Como somos únicos, podem ocorrer dificuldades no diagnóstico. Algo que não esteja visível no quotidianos dos médicos ou que seja de difícil identificação. Se tiver, de fato, origem tensional, caso seja uma somatização, a psicoterapia poderá ajudar bastante. Procurar um(a) psicóloga(o) pode ser uma alternativa, inclusive, enquanto você busca outras opiniões médicas, até para não se correr o risco de descartar completamente um diagnóstico que pode não ter acontecido por ser difícil. Entretanto, corpo e mente estão ligados, e os benefícios da psicoterapia vão além da compreensão dessa dor. Vale muito a pena experimentar.
 Letícia de Paulo
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Sua dor pode ter causa psicológica, mas isso não significa que você deve desqualificá-la. Procure ajuda de um/a psicóloga/o para te orientar e para entender seus conflitos e medos que podem estar causando a sua dor. Um abraço e fico à disposição.
Essas dores podem ser resposta a desequilíbrios neuroquímicos causando pela ansiedade. Importante buscar ajuda precocemente para consiga viver uma vida mais autônoma e possa entender essas se essas dores de fato são por conta de fatores emocionais. Quanto mais precocemente procurar um tratamento, maior efetividade e menor o prejuízo social e emocional, então estudo a possibilidade de fazer terapia.
 Maria Verônica Sousa
Psicólogo
Aracaju
Olá!
Essas dores podem ser sim de ordem emocional, tendo em vista que já foi investigado o físico através de exames e como você relatou nada foi encontrado que justifique esses sintomas que você apresenta. Acredito ser necessário procurar ajuda de um psicólogo para uma investigação de ordem psíquica que resulte num projeto terapêutico onde essas dores sejam ressignificadas. Em alguns casos é necessário também o tratamento medicamentoso.
 Ricardo Alexandre Ribeiro
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Sim, é possível que a mente e os processos psicológicos gerem reflexos como a dor física no corpo. É o que chamamos de doenças psicossomáticas. Neste caso, o recomendável é que você faça psicoterapia para o autoconhecimento onde será possível esclarecer todas estas questões relacionadas a mente. Um abraço.
Olá, boa tarde, tudo bem?

Se você já fez todos os exames físicos, e nada foi constatado, então sim, é possível que todos esses sintomas sejam resultados de um quadro de ansiedade. A ansiedade se apresenta com um amplo número de sintomas, desde dores no corpo, medos, falta de ar, pensamentos perturbadores, dentre outros. Além disso, pode estar associada a outros transtornos, como a hipocondria, que é o medo intenso de ter uma doença.
Recomendo que você procure ajuda de um profissional da Psicologia. Em psicoterapias, os seus sintomas serão melhores investigados, e as suas questões emocionais e contextos de sua vida que podem influenciar esses sintomas serão trabalhados também. Se for necessário, também poderá fazer um tratamento com um psiquiatra, com o uso de medicamentos.

Espero ter esclarecido!

Estou à disposição!
As dores que você está sentindo podem ser de origem psicossomática, o que significa que podem ter uma componente emocional ou psicológica associada a elas. A dor psicossomática é uma resposta do corpo a estresse, ansiedade, emoções reprimidas ou outros fatores psicológicos, e pode se manifestar em diferentes partes do corpo, incluindo a cabeça, pescoço e braços, como você descreveu.

É importante lembrar que a dor psicossomática é real e pode ser debilitante, mesmo que não haja uma causa orgânica aparente nos exames médicos. Fatores emocionais, como o estresse e a ansiedade, podem desencadear uma resposta física no corpo, levando a sintomas dolorosos.

É válido considerar a possibilidade de que a sua dor esteja relacionada a fatores psicológicos, especialmente se os exames médicos já foram realizados e não mostraram nenhuma anormalidade. A ansiedade, o estresse e outras condições emocionais podem afetar o corpo de várias maneiras, incluindo a manifestação de dor.

É importante discutir seus sintomas detalhadamente com seu médico, incluindo suas preocupações e medos em relação à sua saúde. Um profissional de saúde qualificado pode realizar uma avaliação completa e ajudar a determinar se há fatores emocionais envolvidos em suas dores. Se a dor for considerada de origem psicossomática, uma abordagem integrada de tratamento que envolva tanto o tratamento médico quanto o acompanhamento psicoterapêutico pode ser recomendada.

Além disso, a terapia psicoterapêutica pode ser útil no tratamento da dor psicossomática, ao ajudar a identificar e gerenciar os fatores emocionais e cognitivos que podem contribuir para a dor. O autocuidado, incluindo a prática de técnicas de relaxamento, atividade física regular, sono adequado e a adoção de hábitos saudáveis de estilo de vida, também pode ser benéfico para o gerenciamento da dor.

Lembrando que cada caso é único, e é importante trabalhar em conjunto com sua equipe médica e profissional de saúde mental para determinar a melhor abordagem de tratamento para você. Não hesite em buscar apoio profissional e conversar abertamente sobre seus sintomas e preocupações.
 Letícia Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá, bom dia! Como vc está hoje?
Primeiramente, sinto muito que você se sinta assim. Imagino o quão difícil deva ser carregar essa sentimento consigo de medo e inseguranças. Mas, esse pensamento que há um problema com você e que te persegue isso sim é um problema. Imagino que haja mais vários pensamentos que te joguem pra baixo. E que isso te deixe insegura e afeta tua vida. Vou te contar um segredo: você não está sozinha. As vezes tem-se a pensar que é algo que ocorre somente conosco, mas não é.. A grande questão é que no seu caso tem inclusive te impedido de viver, e te coloco nessa frenesi de buscar um diagnóstico que justifique seus medos. .Sugiro urgentemente a psicoterapia para você com um psicólogo que vc sinta confiança. A terapia seria um ótimo espaço para vc aprofundar suas questões, se entender e entender o que significa essa busca desenfreada. Para fortalecer sua autoestima aos pouquinhos e você se sentir mais corajosa e confiante e combatendo essa insegurança.. ;) Espero ter oferecido algum insight. Fico à disposição se puder te ajudar! Sou a Letícia, sou psicóloga e me coloco à disposição para conhecer meu trabalho. @leticiafernandespsi
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Sua dor não é psicológica, ela é real, mas pode ter causas psicólogicas digamos assim. Somos nosso corpo, mas também nossas emoções, penso que na sua busca por saúde vale a pena considerar consultar um psicólogo para entender melhor suas emoções e como elas influenciam em você de forma geral. Abraço.
 Keith Lee
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Pelo seu relato recomendo há dois estados mentais que podem estar influenciando e muito suas dores de cabeça, que são: ansiedade e estresse. A ansiedade/ medo dispara alarmes para o seu corpo e aciona mecanismos de dor, bem como o estresse influência no almento de cortisol no cérebro. A ajuda psicológica aliada a outras terapias como medicamentosa e atividade física podem colaborar para sua melhora. Estou a sua disposição para este apoio psicológico. ;-)
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 André Luiz Almeida
Psicólogo
Belo Horizonte

Entendo como você deve estar se sentindo, e lamento muito pela dor constante e pela angústia. Quando você sente dores intensas e frequentes, é natural se preocupar e buscar respostas. Embora você tenha feito vários exames e tudo tenha dado normal, o que você está passando pode estar muito relacionado à ansiedade e ao estresse. A ansiedade pode causar sintomas físicos reais, como dores de cabeça, no pescoço, nos braços e uma sensação de mal-estar. O corpo pode reagir ao estresse com essas dores, mesmo que não haja uma causa médica grave.

É comum que o medo de ter uma doença grave se amplifique nesses casos, levando a um ciclo de preocupação e a vontade de fazer mais exames. Isso acontece porque, quando estamos ansiosos, nosso corpo se mantém em alerta constante, e isso pode gerar mais tensão e dor.

Sua dor pode, sim, ter uma origem psicológica, e isso é mais comum do que parece. O acompanhamento com um psicólogo pode ajudar a lidar com esses sentimentos e a reduzir a ansiedade.
 Marcella Fleuri
Psicólogo
São Paulo
Olá, sinto muito que você esteja passando por essa situação tão difícil e angustiante. Pelo que você descreve, parece que você está lidando com uma combinação de dor crônica, medo constante de ter uma doença grave e ansiedade, o que está gerando um ciclo muito difícil de quebrar. Vou tentar te ajudar a entender melhor o que pode estar acontecendo e como você pode lidar com isso.

Dores e Sintomas Psicológicos: É Possível?
Sim, a dor pode ser psicológica. Isso não significa que você está inventando ou exagerando, mas sim que a ansiedade, o medo constante e o estresse podem se manifestar fisicamente no corpo de várias maneiras, incluindo dores intensas, como as que você descreve. É comum que pessoas com transtornos de ansiedade, transtornos hipocondríacos ou transtornos somatoformes apresentem sintomas físicos que não têm uma causa orgânica detectável, mesmo que sejam muito reais e dolorosos.

Quando a mente está constantemente em alerta e o corpo está em um estado de stress crônico, o sistema nervoso autônomo (responsável por regular funções automáticas do corpo, como o coração, a respiração e a dor) pode desencadear uma série de respostas físicas, como:

Dores de cabeça intensas (que podem ser tensões ou até mesmo enxaquecas);
Dor no pescoço e nos ombros (geralmente causada por tensão muscular crônica);
Sensações de dor irradiada para o braço (o estresse pode provocar espasmos musculares e dor que se irradia);
Sensação de cansaço extremo e fadiga, como se o corpo não estivesse funcionando direito.
A ansiedade pode fazer com que o corpo se mantenha em um estado constante de alerta, o que provoca uma hipersensibilidade à dor e uma sensação de que algo está errado com a saúde.

O Medo de Morrer e a Hipocondria
O medo constante de ter uma doença grave e a necessidade de fazer exames repetidos (mesmo com exames anteriores normais) são sinais típicos de um quadro de hipocondria ou ansiedade relacionada à saúde. Nesses casos, a pessoa pode ficar obcecada com a ideia de que algo está muito errado com sua saúde, mesmo quando os exames não apontam nada grave.

É completamente normal que, ao sentir dor e desconforto constante, surjam pensamentos de que há algo mais sério acontecendo. Esse medo de morrer ou de ter uma doença fatal, especialmente quando acompanhado de pensamentos intrusivos e incessantes, é um reflexo da ansiedade e do medo constante do desconhecido ou da perda de controle.

A Relação Entre Mente e Corpo
É importante compreender que mente e corpo estão intimamente conectados. Quando passamos por um estresse emocional prolongado, a mente envia sinais para o corpo de que ele está em perigo, mesmo que não haja uma ameaça física real. Isso pode causar sintomas físicos reais como dores, tensão muscular, falta de ar, dor no peito, entre outros, conhecidos como somatização.

Pessoas que têm transtornos de ansiedade ou medo de doenças muitas vezes somatizam suas preocupações, ou seja, transformam suas ansiedades em sintomas físicos que parecem reais, mas não têm uma causa física aparente.

O Papel dos Medicamentos
Você mencionou que alguns médicos prescreveram medicação controlada. Isso é um passo importante no tratamento da ansiedade. Medicamentos como ansiolíticos (como alprazolam, diazepam) ou antidepressivos (como ISRS - inibidores seletivos da recaptação de serotonina) podem ser úteis no controle dos sintomas de ansiedade e na redução da hipersensibilidade à dor.

Se você não percebeu uma melhoria significativa com a medicação até agora, pode ser necessário ajustar a dose ou mudar o medicamento, sempre sob orientação médica. Também é importante lembrar que a medicação sozinha nem sempre é suficiente. Terapia psicológica pode ser um componente crucial para lidar com as causas emocionais e psicológicas dessas dores e medos.

O Que Você Pode Fazer?
Procure um psicoterapeuta especializado em ansiedade ou transtornos somatoformes: A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para tratar a ansiedade e o medo excessivo de doenças. Ela ajuda a identificar e modificar pensamentos distorcidos, além de ensinar técnicas de relaxamento e manejo do estresse.

Trate a ansiedade com paciência: O processo de tratar ansiedade crônica e hipocondria pode levar tempo. Algumas pessoas podem demorar um pouco mais para responder ao tratamento. A medicação pode ajudar a aliviar os sintomas físicos e emocionais, mas a psicoterapia é importante para mudar os padrões de pensamento.

Evite a busca excessiva por exames: A constante procura por exames médicos pode acabar reforçando o medo e a preocupação com a saúde. Converse com seu médico sobre a possibilidade de evitar exames excessivos, pois isso pode estar contribuindo para a ansiedade e o ciclo de preocupação. Focar em cuidados preventivos, mas sem a obsessão por exames, pode ser um bom passo.

Técnicas de relaxamento e controle do estresse: Experimente práticas como meditação, respiração profunda, yoga ou exercícios físicos regulares. Essas práticas ajudam a reduzir o estresse, a melhorar a percepção do corpo e a minimizar a ansiedade.

Explorar a causa das suas emoções: Muitas vezes, a dor física pode estar relacionada a emoções não resolvidas ou estresse emocional acumulado. A psicoterapia pode ajudar a explorar esses aspectos e ajudá-la a se sentir mais leve emocionalmente.

Conclusão
A dor que você está sentindo, especialmente porque é persistente e sem explicação médica, pode estar fortemente ligada à sua ansiedade crônica. Mesmo sem uma causa orgânica aparente, a mente pode provocar sintomas físicos muito reais, como as dores que você descreve. Procurar ajuda com um psiquiatra para ajustar a medicação e com um psicólogo para lidar com as questões emocionais pode ser muito útil para quebrar o ciclo de dor, medo e ansiedade.

Eu sei que está sendo um momento muito difícil, mas lembre-se de que não está sozinha e há tratamento. Buscar ajuda é um passo importante para melhorar sua qualidade de vida e encontrar formas de lidar com a ansiedade de maneira mais eficaz.

Se precisar de mais orientações, estarei à disposição para conversar.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
Alguns sofrimentos físicos de fato podem ter relações com conflitos psíquicos, como angústias, ansiedade e pensamentos. A partir disso, alguns sintomas podem aparecer no corpo e gerarem o que você relata. Parece ser a hora de procurar um psicólogo e começar uma terapia para poder falar mais e elaborar mais sobre esse medo de morrer, o medo de ter uma doença grave, a necessidade de fazer de tudo para tentar estar viva e mesmo assim sofrer tanto. Procure um psicólogo para começar uma terapia e falar mais sobre essa ansiedade e outros pensamentos, fico à disposição.
 Camila Santos Vieira
Psicólogo
Itabuna
Sinto muito por você estar passando por tanto sofrimento físico e emocional. A dor física persistente, especialmente quando associada a um medo constante de doença, pode, sim, ter uma relação com o aspecto emocional, como a ansiedade e o estresse. Isso não significa que a dor seja 'só psicológica', mas que o corpo pode estar reagindo ao sofrimento emocional de forma intensa. É importante que você continue buscando apoio médico para investigar a causa física da dor, mas também é essencial trabalhar a parte emocional, como o medo e a ansiedade. Um psicólogo pode te ajudar a lidar com esses sentimentos e trazer mais alívio. O mais importante é que você não está sozinha e pode buscar formas de se sentir melhor.
 Valter Rodrigues
Psicanalista, Psicólogo
Contagem
Compreendo o seu sofrimento e a angústia que tem vivenciado com essas dores persistentes e o medo constante de ter uma doença grave. É importante considerar a interação complexa entre fatores físicos e emocionais na sua experiência de dor.

A Relação entre Dor Crônica e Saúde Mental

A dor crônica pode estar relacionada à frustração e ao sentimento de impotência, o que pode levar à depressão e ansiedade. A ansiedade, a depressão e outros fatores psicológicos podem intensificar a dor e limitar as atividades diárias. O medo e a ansiedade podem reduzir a produção de substâncias que diminuem a sensibilidade dos neurônios à dor.

O cérebro tem a capacidade de criar dor, condição conhecida como dor psicogênica. Pacientes com dor crônica podem desenvolver transtornos mentais, como depressão e ansiedade, que retroalimentam a dor.

A dor crônica pode afetar a saúde mental, alterando os hormônios do estresse e as substâncias químicas cerebrais. Conforme a dor se torna crônica, as áreas afetadas no cérebro se expandem, alterando a forma como os sinais de dor são processados.

A dor crônica pode ser um fator desestabilizador, principalmente em pessoas com predisposição genética a transtornos psiquiátricos. A dor pode exacerbar quadros de ansiedade e depressão.

Avaliação e Tratamento

É fundamental que o tratamento da dor crônica envolva uma abordagem biopsicossocial, que inclui medicações, psicoterapia e reabilitação física.

O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender os aspectos que podem estar ocasionando a dor. Técnicas e métodos podem ser utilizados para deslocar a atenção do paciente para atividades prazerosas.

A psicanálise pode ser útil para explorar as causas inconscientes da sua ansiedade e medo, ajudando a desenvolver mecanismos de enfrentamento mais saudáveis. A terapia psicanalítica visa trazer à consciência os conflitos psíquicos não resolvidos que podem estar se manifestando através das dores e do medo de morrer.

O tratamento da dor crônica geralmente envolve uma equipe multidisciplinar, com médicos, fisioterapeutas e psicólogos.

É importante reconhecer e buscar ajuda para os sintomas de depressão ou ansiedade.

Considerando seus sintomas de dores persistentes, medo intenso de morrer e ansiedade, é possível que sua dor tenha um componente psicológico significativo. Acredito que a combinação de psicoterapia (psicanálise) e, se necessário, o uso de medicações controladas, possa ser benéfica para o seu caso.

Disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar a investigação das causas da sua dor e delinear um plano de tratamento individualizado.
 Aline Braga
Psicólogo
Rio de Janeiro
Sinto muito que você esteja passando por tanta dor e desespero — isso é realmente difícil, e seu sofrimento é legítimo. É compreensível que, sentindo dores constantes e intensas sem uma explicação médica clara, você esteja com medo e muito ansiosa.

Sim, é possível que essas dores tenham uma ligação com fatores emocionais ou psicológicos, especialmente quando os exames não indicam causas físicas. Na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que ansiedade intensa e estresse crônico podem, sim, se manifestar por meio do corpo — com dores reais, como as que você descreve.

Mas isso não significa que a dor “é coisa da sua cabeça” ou que você está inventando. A dor é real, o sofrimento é real — e merece cuidado. O que acontece é que o corpo e a mente estão profundamente conectados, e emoções como medo, ansiedade e tensão podem gerar ou intensificar sintomas físicos.

A boa notícia é que isso pode ser tratado. Com o acompanhamento psicológico adequado e, se necessário, suporte médico, é possível aliviar esses sintomas e entender melhor o que está por trás deles. Você não está sozinha, e há caminhos para melhorar.

Sinto muito pelo seu sofrimento. O que você descreve é muito real e desgastante, e a resposta mais curta e direta é sim, a sua dor pode ter uma origem psicológica, mas isso não a torna menos real ou "imaginária". A ciência já comprovou que existe uma forte conexão entre a nossa saúde física e o que você mencionou sobre emoções e esquemas cognitivos. É um processo complexo que envolve o sistema nervoso e hormonal.
É fundamental buscar respostas além dos exames físicos, com um olhar mais completo sobre sua saúde!
O que você descreve — dores constantes, medo de ter uma doença grave e necessidade de repetir exames — é muito comum em quadros de ansiedade intensa. Quando o corpo vive em estado de alerta por muito tempo, ele pode começar a manifestar sintomas físicos reais, mesmo sem uma causa médica identificável. Chamamos isso de sintomas psicossomáticos.

A dor é real, o sofrimento é real — mas a origem pode estar no emocional sobrecarregado. O medo de morrer e a desconfiança nos resultados dos exames também são sinais de ansiedade generalizada ou transtorno de ansiedade por saúde (hipocondria).

O mais indicado é manter o acompanhamento com psiquiatra para controle dos sintomas e buscar terapia psicológica para compreender o que está por trás desse medo constante e aprender a regular o corpo e os pensamentos.

Com o tempo e o tratamento certo, é possível reduzir a dor, controlar a ansiedade e voltar a viver com mais leveza e confiança.
Suas dores podem ter origem psicológica, especialmente quando os exames físicos estão normais e os sintomas persistem junto com medo constante e ansiedade intensa. Isso é conhecido como somatização: quando a mente, sob forte estresse ou ansiedade, manifesta o sofrimento por meio do corpo.
Procure acompanhamento psicológico, pois a terapia vai te ajudar a compreender e reduzir os gatilhos emocionais que intensificam a dor e o medo.
Evite buscar exames repetidamente; isso apenas aumenta o ciclo da ansiedade e da desconfiança.
Foque em práticas de relaxamento, respiração e rotina equilibrada, pois ajudam o corpo a sair do estado constante de alerta.
Você não está imaginando as dores, elas são reais, mas provavelmente têm uma origem emocional, e com o tratamento certo, é possível aliviar tanto o sofrimento físico quanto o mental.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Dá para sentir o quanto isso tem sido angustiante para você. Dor todos os dias, exames normais, medo constante de morrer… isso esgota qualquer pessoa. E antes de qualquer coisa, é importante dizer algo com clareza: dor “psicológica” não significa dor inventada. A dor é real. O sofrimento é real.

Quando exames repetidos vêm normais e mesmo assim a dor persiste, uma das hipóteses que os médicos consideram é o que chamamos de dor relacionada à tensão e à ansiedade crônica. O medo constante ativa o sistema de alerta do corpo. Músculos ficam contraídos, especialmente na região do pescoço e ombros, a respiração muda, o sono piora, e isso pode gerar cefaleias intensas que irradiam para pescoço e braços. Além disso, o próprio foco constante no corpo aumenta a percepção da dor.

O que chama bastante atenção no seu relato é o ciclo do medo. Surge a dor, vem o pensamento “é algo grave”, aumenta a ansiedade, o corpo fica mais tenso, a dor piora, e isso reforça a crença de que há algo sério acontecendo. A necessidade de repetir exames e a desconfiança dos resultados também sugerem um nível alto de ansiedade relacionada à saúde. Isso é mais comum do que parece e pode ser tratado.

Quero te perguntar algo importante: quando você recebe um exame normal, quanto tempo dura o alívio antes que a dúvida volte? A dor piora quando você está mais estressada? Você percebe tensão muscular constante no pescoço ou mandíbula? E como está o seu sono nesses dois meses?

É fundamental continuar acompanhando com médico para segurança clínica, principalmente se houver qualquer sintoma novo ou diferente. Mas, quando já houve investigação adequada e os exames seguem normais, trabalhar a ansiedade de saúde e a regulação emocional em psicoterapia costuma ser um divisor de águas. O corpo não mente, mas ele também responde diretamente ao medo. E viver em alerta constante faz qualquer organismo adoecer de tensão.

Seu sofrimento merece ser levado a sério, não reduzido a “é coisa da sua cabeça”. Existe tratamento para esse ciclo e você não precisa continuar refém dele. Caso precise, estou à disposição.
 Junior Noronha da Fonseca
Psicólogo, Psicanalista
Taubaté
Olá, sim suas dores podem ser psicológicas sobretudo porque os médicos nada encontraram nos exames. Te recomento buscas por psicoterapia e também por psiquiatra tendo em vista seu sofrimento intenso, eles poderão lhe ajudar a não apenas aliviar sintomas, mas encontrar as respostas que precisa para sair desse sofrimento. Melhoras.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você está vivendo é muito intenso, e dá para perceber o quanto isso tem te desgastado. Sentir dor todos os dias, sem encontrar uma explicação clara nos exames, costuma gerar exatamente esse tipo de medo que você descreve. A mente começa a tentar preencher esse vazio com hipóteses mais graves, como se precisasse encontrar uma resposta urgente para se sentir segura.

Respondendo de forma direta e cuidadosa: sim, a dor pode ter origem ou forte influência psicológica. Isso não significa que ela “não é real”. Pelo contrário, ela é real no corpo. O que acontece é que o sistema nervoso pode ficar em estado de alerta constante, tensionando músculos, alterando a percepção de dor e amplificando sensações. Dores de cabeça que irradiam para pescoço e braços, por exemplo, são muito comuns em quadros de ansiedade e tensão crônica.

Existe um ponto importante aqui. Quando você faz exames, recebe resultados normais, mas ainda assim sente necessidade de repetir ou buscar algo mais profundo, isso mostra que o problema não está apenas na dor, mas na relação que sua mente está construindo com essa dor. É como se o cérebro dissesse: “e se ainda não descobrimos algo grave?”. E esse “e se” mantém o ciclo ativo.

Quero te convidar a observar algumas coisas com calma. O quanto seus sintomas aumentam quando você começa a pensar que pode ter algo grave? E quando você recebe um resultado normal, por quanto tempo você se sente aliviada antes da dúvida voltar? Você percebe se a busca por exames realmente te tranquiliza ou acaba alimentando ainda mais a preocupação?

Esse padrão que você descreve tem tratamento, e costuma responder muito bem à psicoterapia. Em alguns casos, o acompanhamento com psiquiatra também ajuda a regular esse estado de alerta do corpo. O foco não é negar a dor, mas entender como seu sistema emocional está participando dela e te ajudando a sair desse ciclo de medo, dor e busca constante por confirmação.

Você não está exagerando no que sente, mas talvez esteja lutando contra algo que não vai se resolver apenas com mais exames. Esse é um ponto importante de virada no tratamento.

Caso precise, estou à disposição.
Sinto muito que você esteja passando por isso. Dores diárias por 2 meses com medo da morte indicam sofrimento intenso, comum em quadros de cefaleia crônica diária, enxaqueca ou transtornos de ansiedade. Embora exames normais sejam frustrantes, eles ajudam a descartar doenças graves estruturais, sugerindo causas funcionais, como tensão extrema, que respondem a tratamentos especializados.

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