Mentir de maneira compulsiva, e aliar a mentira e maneira espontânea , e chegar ao ponto de criar situações
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Mentir de maneira compulsiva, e aliar a mentira e maneira espontânea , e chegar ao ponto de criar situações e pessoas, é normal? existe algum tratamento psicológico e psiquiátrico , para pessoas que mentem de maneira compulsiva?
O termo a que se refere, tem o nome de Pseudologia fantástica (mentiroso compulsivo). A pessoa com esse trastorno, muitas vezes faz inconsciente. O tratamento é apenas psicoterapêutico, só há necessidade de medicamentos de houver outra comorbidade envolvida.
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Olá! Primeiramente deve se descobrir a função das mentiras na vida da pessoa. Realmente há algumas situações que a pessoa não se dá conta, vive em uma outra realidade, bem fantasiosa... outras vezes há situações que prejudicam outros, com intenções ruins ou de tirar vantagens! Enfim o fato da mentira existir com certa frequencia é preocupante e necessita ser avaliada por um profissional com profundidade! Procure primeiramente um psicólogo para avaliação, se for o caso ele orientará para psiquiatra e uso de medicações, em muitos casos o processo psicoterapeutico já mostra mudanças! Espero ter ajudado!
Este Transtorno Psicológico, onde o indivíduo mente compulsivamente e não reconhece como fantasia quando confrontado com a realidade, tem um nome: MITOMANIA.
É necessário sim uma avaliação psiquiátrica (para o caso da necessidade de uso de medicamentos) e psicológico para que se possa acessar o núcleo psíquico - que trouxe como consequência este transtorno - e para que condutas adequadas sejam tomadas, antes que se cronifique e se torne um impeditivo para um desenvolver sadio e confiável deste indivíduo!
É necessário sim uma avaliação psiquiátrica (para o caso da necessidade de uso de medicamentos) e psicológico para que se possa acessar o núcleo psíquico - que trouxe como consequência este transtorno - e para que condutas adequadas sejam tomadas, antes que se cronifique e se torne um impeditivo para um desenvolver sadio e confiável deste indivíduo!
A mentira é uma característica normal praticamente de todos os seres vivos, até as plantas com seus perfume e cores são capazes de camuflar e esconder seus verdadeiros objetivos. Nós humanos também usamos a mentira como forma de sairmos melhores em diversas competições e conquistas. Podemos pescar sem isca? O que me diz de tingir os cabelos e usar batom?
Podemos usar da mentira para nos aproximar dos objetivos ou nos afastar de situações incomodas. A mentira é uma forma de resolver problemas, no entanto, quando utilizamos rotineiramente podemos estar presos a padrões sem repertório para uma melhor solução, tal situação pode e deve ser revista em conjunto com um especialista. Mas leve em consideração que nenhum comportamento se perpetua se não há um benefício, além disso, sua existência depende de uma complementariedade, ou seja, quais as consequências de tantas mentiras?
Existe sim tratamento, procure um psicólogo de sua confiança, com certeza ele poderá lhe ajudar.
Forte abraço.
Podemos usar da mentira para nos aproximar dos objetivos ou nos afastar de situações incomodas. A mentira é uma forma de resolver problemas, no entanto, quando utilizamos rotineiramente podemos estar presos a padrões sem repertório para uma melhor solução, tal situação pode e deve ser revista em conjunto com um especialista. Mas leve em consideração que nenhum comportamento se perpetua se não há um benefício, além disso, sua existência depende de uma complementariedade, ou seja, quais as consequências de tantas mentiras?
Existe sim tratamento, procure um psicólogo de sua confiança, com certeza ele poderá lhe ajudar.
Forte abraço.
Buscar ajuda em um atendimento especializado, e um ótimo primeiro passo, para encontrar sua verdade! Continue se esforçando!
Recomendo uma avaliação psicológica com um especialista para um melhor entendimento da importância da mentira dentro do funcionamento mental da pessoa
Mentir com determinada frequência é preocupante, pois por mais que muitas vezes seja inconsciente pode-se chegar a um determinado momento em que não sabe-se mais o que é realidade ou fantasia.
Aconselho a busca de um Psicólogo para avaliação. Somente conhecendo melhor pode-se ter um diagnóstico preciso.
Aconselho a busca de um Psicólogo para avaliação. Somente conhecendo melhor pode-se ter um diagnóstico preciso.
Existe sim e várias abordagens podem ser consideradas! Eu iria correndo à um psicanalista! Boa sorte!
O atendimento psicanalítico trata o mal-estar e o sofrimento em sua condição singular.
É uma forma de abordagem do humano tem particularidades e método clínico. A clínica psicanalítica é um conjunto de procedimentos exige diagnostica (sintoma), semiologia (signos) e etiologia (causa)
Contemporaneamente nos definimos e nos percebermos, e através de ideais e construções sócio -históricas, categorizadas, e muitas vezes, de forma objectificável, imposta, repetida e também transmitida de forma desapercebida, mas não sem consequências.
Catalogação patologizante de sinais, sintomas e distúrbios (TOC, depressão, ansiedade, déficit de atenção, hiperatividade, estresse pós-traumático, somatização etc.) Faixa etária, fases da vida, gerações (criança, adultescente, terceira idade, y, x, boomers, nem-nens, millennials etc.); cor de pele, raça, etnia; anatomia, identidade de gênero, orientação afetiva (cis, trans, hétero, homo etc.); papéis familiares, profissionais e culturais (casais, pais, separados, mães, filhos, gestantes, puérperas, adotados, empresários, aposentados, desempregados etc.) ; diagnósticos biofísicos, intelectuais, comportamentais.
Essas categorizações falham ao não levar em conta a particularidade da vivência pessoal diante dos acontecimentos da vida.
Todavia, cada termo possui um conjunto de características próprias que o qualifica e nos identifica, constitui-nos, dão-nos lugar. O que torna possível definir previamente o público a quem se destina nossos serviços, e delimitar assim especializações psicoterapêuticas e especificações para a efetivação de políticas públicas e outros fins.
Lembrando, a psicanálise privilegia o encontro, no um a um e a cada sessão de análise. Sem a necessidade de ter um nome, uma descrição para legitimar, acolher e tratar o sofrimento. Leva em conta as narrativas de cada sujeito, sem medidas normatizadas as quais se adequar.
Atendimento a pacientes com: Depressão; Estresse; Ansiedades; isolamento; dificuldades de relacionamento; medos; fobias; síndrome do pânico; transtorno afetivo bipolar; transtorno obsessivo-compulsivo; transtornos alimentares, entre outros diagnósticos descritos pelo CID 10 – Classificação Estatística Internacional de Doenças. Levando em conta uma experiência de cura , calcada em uma confrontação com a verdade do sujeito, que não se define apenas pelo comportamento objetificável, mas pela relação que o sujeito estabelece com aquilo.
O sintoma tem relação com nossa vida, nossa família e nossa cultura. Respeitar o sintoma até que o sujeito não precise mais disso, e possa estar com o outro e reconhecer seu desejo de outra maneira
É uma forma de abordagem do humano tem particularidades e método clínico. A clínica psicanalítica é um conjunto de procedimentos exige diagnostica (sintoma), semiologia (signos) e etiologia (causa)
Contemporaneamente nos definimos e nos percebermos, e através de ideais e construções sócio -históricas, categorizadas, e muitas vezes, de forma objectificável, imposta, repetida e também transmitida de forma desapercebida, mas não sem consequências.
Catalogação patologizante de sinais, sintomas e distúrbios (TOC, depressão, ansiedade, déficit de atenção, hiperatividade, estresse pós-traumático, somatização etc.) Faixa etária, fases da vida, gerações (criança, adultescente, terceira idade, y, x, boomers, nem-nens, millennials etc.); cor de pele, raça, etnia; anatomia, identidade de gênero, orientação afetiva (cis, trans, hétero, homo etc.); papéis familiares, profissionais e culturais (casais, pais, separados, mães, filhos, gestantes, puérperas, adotados, empresários, aposentados, desempregados etc.) ; diagnósticos biofísicos, intelectuais, comportamentais.
Essas categorizações falham ao não levar em conta a particularidade da vivência pessoal diante dos acontecimentos da vida.
Todavia, cada termo possui um conjunto de características próprias que o qualifica e nos identifica, constitui-nos, dão-nos lugar. O que torna possível definir previamente o público a quem se destina nossos serviços, e delimitar assim especializações psicoterapêuticas e especificações para a efetivação de políticas públicas e outros fins.
Lembrando, a psicanálise privilegia o encontro, no um a um e a cada sessão de análise. Sem a necessidade de ter um nome, uma descrição para legitimar, acolher e tratar o sofrimento. Leva em conta as narrativas de cada sujeito, sem medidas normatizadas as quais se adequar.
Atendimento a pacientes com: Depressão; Estresse; Ansiedades; isolamento; dificuldades de relacionamento; medos; fobias; síndrome do pânico; transtorno afetivo bipolar; transtorno obsessivo-compulsivo; transtornos alimentares, entre outros diagnósticos descritos pelo CID 10 – Classificação Estatística Internacional de Doenças. Levando em conta uma experiência de cura , calcada em uma confrontação com a verdade do sujeito, que não se define apenas pelo comportamento objetificável, mas pela relação que o sujeito estabelece com aquilo.
O sintoma tem relação com nossa vida, nossa família e nossa cultura. Respeitar o sintoma até que o sujeito não precise mais disso, e possa estar com o outro e reconhecer seu desejo de outra maneira
Olá! É um tipo de disfunção que acomete a pessoa como impulsos inconscientes. O que eu chamo de ações automáticas. Importante aprender a identificar por quais razões isso acontece o que se beneficia com isso. Portanto fazer terapia na abordagem cognitivo comportamental seria o mais assertivo. Um abraço!
Olá, Depende muito do diagnóstico. O paciente com Síndrome de Korsakoff (demência causada por uso intenso de álcool), por exemplo, relata eventos que não ocorreram como se fossem verdades, o que chamamos de "confabulações". Este sintoma é parte de seu quadro neurológico. Dei este exemplo para retratar que neste caso é necessário uma avaliação psicológica para perceber melhor a raíz das mentiras e indicar um tratamento adequado. Sugiro avaliação psicológica.
Olá
A mentira com certeza traz várias complicações para aquele que mente e para quem convive com ele. Se a pessoa que mente se sente mal com esse comportamento e quiser procurar ajuda profissional, com certeza um psicólogo será de grande utilidade.
Boa sorte
A mentira com certeza traz várias complicações para aquele que mente e para quem convive com ele. Se a pessoa que mente se sente mal com esse comportamento e quiser procurar ajuda profissional, com certeza um psicólogo será de grande utilidade.
Boa sorte
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