Minha filha vai fazer 3 anos ela destroi todas as bonecas , nao sei o motivo , ela risca todas nao p
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Minha filha vai fazer 3 anos ela destroi todas as bonecas , nao sei o motivo , ela risca todas nao poder ver mas o rosto quero saber se e normal?
Olá! É necessário uma avaliação psicológica da sua filha. Ela pode estar expressando no brinquedo algo que tem retido dentro de si, nos pensamentos e sentimentos. Alguma situação conflituosa no ambiente que ela fica ou algo que viu/ouviu, pode estar levando a mocinha a ter esse tipo de comportamento. Procure ajuda de um Psicólogo, orientação e acompanhamento nunca é demais.
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Olá! É importante buscar ajuda com um psicólogo infantil ou sistêmico familiar. Atitudes como essas podem ser o manifesto de alguma sintoma de alguma situação conflituosa ou que angustiou sua filha. Pode acontecer que essa menina tenha vivenciado, em ambiente doméstico, familiar, ambientes que a família frequenta ou escolinha. Procure um psicólogo na sua região.
Ola, boa tarde. Crianças , normalmente, externalizam seus problemas em brincadeiras. Recomendo que você busque um psicologo que atue com a infância e a adolescência. Conte comigo.
Olá, sua filha pode está expressando algum sentimento nessas atitudes. Mas não se desespere, sua filha tem apenas 3 anos, nessa idade não é nenhum transtorno... Pode ser uma imagem que ela tem de algo, exemplo, você usar maquiagem, mostrar para ela a importância da maquiagem e ela achar bonito... Então ela vai querer pintar os rostos para todas as bonecas ficarem bonitas. Só realmente uma consulta com psicólogo pode esclarecer realmente o que está acontecendo e lhe ajudar.
As brincadeiras infantis normalmente são o recurso utilizado pela criança para tentar dar conta daquilo que a aflige psiquicamente. Este é o único comportamento de sua filha que tem lhe causado preocupação? A princípio, levando em conta apenas este comportamento isolado, pode ser que não seja nada grave e que passe com o tempo. No entanto, se você notar outras ações de sua filha que lhe chamem atenção e caso você tenha dúvidas se ela está bem ou não, sugiro que procure um psicanalista. A psicanálise promove uma escuta cuidadosa dos sintomas da criança, contextualizando-os, em cada caso, com a história singular de cada paciente, promovendo um atendimento personalizado e proporcionando à criança um espaço para elaboração de seus conflitos psíquicos. Se você estiver no Rio de Janeiro, Niterói ou Cabo Frio, coloco-me à disposição.
Olá !!!acho que seria importante entender o que está acontecendo,apenas um sintoma isolado fica difícil fazer uma análise. As crianças nas suas brincadeiras expressam muitos sentimentos,acredito que seria bom uma avaliação psicológica para entender melhor. Qualquer dúvida ,coloco-me à disposição
Fique tranquila, não é associado a um ''problema'', mas é um sinal! crianças dessa idade não tem respaldo emocional e comunicacional para se expressar, então usa das brincadeiras e das birras para falar, mas você precisa saber ouvir de forma aberta e interpretativa, a psicoterapia com foco na comunicação pode te auxiliar. Um abraço
A primeira vista esse comportamento é normal para a idade ela está descobrindo e testando coisas mas preste atenção enquanto ela brinca. Se houver algum sinal de raiva ou agressividade é importante sim buscar uma avaliação profissional.
Procure conversar com ela para entender o significado dos riscos, e/ou procure auxilio com um psicólogo, este profissional é capacitado para entender e orientar a família no desenvolvimento emocional !
Depende, aconselhado buscar um profissional para avaliar. Ela pode estar expressando sentimentos na brincadeira, o que é normal. É normal sentir raiva, frustação, tristeza etc. Ela pode achar mais divertido pintar a boneca do que ninar. Você pode dar a ela uma brinquedo apropriado para que ela rabisque e brincar de boneca com ela, assim ela vai perceber como se brinca de boneca e onde rabiscar. Tudo isso, é suposição, uma resposta exata mesmo, você conseguirá com uma avaliação profissional adequada.
Muitas são as crianças que apresentam dificuldades em expressar seus sentimentos e não verbalizam suas emoções por não saberem lidar com o problema em questão. É importante ressaltar que a dificuldade de se expressar emocionalmente e reagir com afeto pode acarretar uma série de problemas futuros. Converse com a criança a respeito e observe os detalhes. Uma avaliação psicológica é essencial.
Boa tarde.
A partir de alguns anos , eles já começam a ser mais questionadores, exploradores e, além de todas as coisas que testam, tocam, perguntam e mexem durante o dia, ainda precisam entender (ou quase isso) o porque de tudo e tem mais: se você “perder” 2 minutos dando explicações bem longas, extensas e cheias de ilustrações no ar, eles ficam mega satisfeitos e encerram os intermináveis “por quês”.
Tem alguns truques pra remover estas “artes”:
Tem canetinhas a base de água, giz de cera lavável...
Caso fuja do controle as “explorações”, acredito que deva conversar com especialistas.
Boa sorte!
Bjs
A partir de alguns anos , eles já começam a ser mais questionadores, exploradores e, além de todas as coisas que testam, tocam, perguntam e mexem durante o dia, ainda precisam entender (ou quase isso) o porque de tudo e tem mais: se você “perder” 2 minutos dando explicações bem longas, extensas e cheias de ilustrações no ar, eles ficam mega satisfeitos e encerram os intermináveis “por quês”.
Tem alguns truques pra remover estas “artes”:
Tem canetinhas a base de água, giz de cera lavável...
Caso fuja do controle as “explorações”, acredito que deva conversar com especialistas.
Boa sorte!
Bjs
Psicanalistas diriam tratar-se de uma "identificação projetiva". Não se prenda a isso. Apenas tente escutá-la, p. ex. , naquilo que ela tenta passar-lhe de "enunciacões". Procure um psicanalista de Escola Francesa, se lhe conveniente, como mãe e como "presença de mãe".
Quando a criança arranca as rodas, as portas do carrinho, a cabeça ou os braços da boneca não o faz com a intenção de estragar o brinquedo. Pode ser que esteja apenas reconhecendo, explorando-o de formas, diferente das usadas habitualmente ou exercitando sua curiosidade. Também pode ser que esteja extravasando raiva ou a dor por algo que a incomoda naquele momento.
Não significa que a criança seja um destruidor de brinquedos ou um relaxado com seus pertences, como algumas mães denominam. Destruir os brinquedos é apenas a conseqüência de algo que não vai bem .
Que bom que a crianca encontrou no brinquedo uma válvula de escape. Muito melhor que se fechar, esconder, podendo inclusive, somatizar.
Pode ser que o processo de quebra-quebra seja apenas fruto da falta de habilidade, maturidade e até coordenação motora para entendê-lo e utilizá-lo de forma correta. Por exemplo, uma criança de dois anos não consegue observar um objeto sem querer pegá-lo; portanto, um robô que gira, acende, pisca, anda, roda, cai e levanta sozinho, sem precisar ser tocado, não conseguirá reter a atenção dela por muito tempo e, provavelmente, será destruído alguns minutos após sua maravilhosa apresentação.
Ao notar esse tipo de comportamento procure ajuda de um profissional capacitado como psicólogo, Neuro/psicopedagogo.
Nesse tipo de atendimento a criança pode elaborar suas angústias e incômodos e, de modo natural, sua relação com os brinquedos vai se ajustando pois os sentimentos que precisava expressar foram transformando-se.
Não significa que se deva permitir que os filhos estraguem todos os brinquedos, que o deixe quebrar à vontade, e que não se ensine o cuidado com os pertences. Pelo contrário, isto é fundamental. Mas chamo atenção para a necessidade de um olhar mais atento à relação da criança com os objetos.
Muitas vezes, os brinquedos mais interessantes são justamente os que não são uma coisa definida. Neste sentido, mais vale um brinquedo destruído, desmontado, que serviu de exploração para criança, que um lindo e caro brinquedo enfeitando a prateleira.
O que devemos saber é que as crianças, assim como passam por uma fase de ordem (entre 2 e 3 anos de idade), também vive a necessidade constante de experimentar as coisas do mundo. Querer pintar as bonecas e outras superfícies faz parte do processo de conhecer o mundo e se autoconhecimento. Há pais que preferem não dar materiais de artes às crianças a fim de preservar os móveis e as paredes da casa.
Prefira preservar a liberdade de expressão da criança.
Não significa que a criança seja um destruidor de brinquedos ou um relaxado com seus pertences, como algumas mães denominam. Destruir os brinquedos é apenas a conseqüência de algo que não vai bem .
Que bom que a crianca encontrou no brinquedo uma válvula de escape. Muito melhor que se fechar, esconder, podendo inclusive, somatizar.
Pode ser que o processo de quebra-quebra seja apenas fruto da falta de habilidade, maturidade e até coordenação motora para entendê-lo e utilizá-lo de forma correta. Por exemplo, uma criança de dois anos não consegue observar um objeto sem querer pegá-lo; portanto, um robô que gira, acende, pisca, anda, roda, cai e levanta sozinho, sem precisar ser tocado, não conseguirá reter a atenção dela por muito tempo e, provavelmente, será destruído alguns minutos após sua maravilhosa apresentação.
Ao notar esse tipo de comportamento procure ajuda de um profissional capacitado como psicólogo, Neuro/psicopedagogo.
Nesse tipo de atendimento a criança pode elaborar suas angústias e incômodos e, de modo natural, sua relação com os brinquedos vai se ajustando pois os sentimentos que precisava expressar foram transformando-se.
Não significa que se deva permitir que os filhos estraguem todos os brinquedos, que o deixe quebrar à vontade, e que não se ensine o cuidado com os pertences. Pelo contrário, isto é fundamental. Mas chamo atenção para a necessidade de um olhar mais atento à relação da criança com os objetos.
Muitas vezes, os brinquedos mais interessantes são justamente os que não são uma coisa definida. Neste sentido, mais vale um brinquedo destruído, desmontado, que serviu de exploração para criança, que um lindo e caro brinquedo enfeitando a prateleira.
O que devemos saber é que as crianças, assim como passam por uma fase de ordem (entre 2 e 3 anos de idade), também vive a necessidade constante de experimentar as coisas do mundo. Querer pintar as bonecas e outras superfícies faz parte do processo de conhecer o mundo e se autoconhecimento. Há pais que preferem não dar materiais de artes às crianças a fim de preservar os móveis e as paredes da casa.
Prefira preservar a liberdade de expressão da criança.
Olá! Recomendo que você a leve a um psicologo para avaliação relativa à autoimagem dela.É exatamente nessa idade que as crianças começam a construir a autoimagem e pode ser que ela esteja representando isso nas bonecas. Abraços
Muitas das brincadeiras de crianças são reproduções do que vivencia ou presencia em seu dia a dia ou cotidiano. Neste caso pode ser um brincar diferente onde há exploração do brinquedo, mas pode ser também um desconforto interno que esteja lhe incomodando e por não dar conta de verbalizar, reproduz desta forma na boneca.
É sempre recomendado procurar uma avaliação de um Psicólogo para melhor identificar o que se passa com esta criança. Abraço.
É sempre recomendado procurar uma avaliação de um Psicólogo para melhor identificar o que se passa com esta criança. Abraço.
É interessante a psicoterapia infantil, onde o profissional irá ajudar a família, pois a criança pode está reproduzindo a vivencia familiar conflituosa, ou externalizando sua representação. Isso nao significa necessariamente que ela seja agressiva . ( Lutotetapia )
Att: Yelris
Att: Yelris
Olá! Sugiro um avaliação com psicólogo infantil. Abraços
Como já colocado pelos colegas. É necessário e urgente que você a passe por um especialista infantil. De preferência um psicólogo
Regra! Nunca compre um brinquedo fácil de quebrar... o barato pode sair caro. Brinquedos confeccionados em madeira ou bonecas de pano são mais confiáveis na primeira infância. Brinquedos “1,99” tenderá para que sua filha nunca dê valor nas coisas mais duráveis futuramente... ela tenderá a esperar que quebre logo, se não acontecer, ela o fará . Desejo sucesso. Fico à disposição.
A grande maioria das crianças nessa faixa etária quebram os brinquedos em forma de querer construir o seu próprio modelo. se com o passar do tempo, a criança continuar a querer quebra-los, seria interessante uma avaliação .
Olá !
As crianças expressam o que sentem através de brincadeiras ou desenhos, desmontando, riscando, etc. Ela está descobrindo sentimentos e sensações. É muito importante que você a leve em um psicólogo para que seja avaliado o que realmente está acontecendo.
Boa sorte e estou à disposição!
As crianças expressam o que sentem através de brincadeiras ou desenhos, desmontando, riscando, etc. Ela está descobrindo sentimentos e sensações. É muito importante que você a leve em um psicólogo para que seja avaliado o que realmente está acontecendo.
Boa sorte e estou à disposição!
Sim, é comum nessa idade. Riscar bonecas pode ser uma forma de explorar ou expressar emoções. Mas se for frequente e só nos rostos, vale observar com atenção. Se vier com outros sinais (agressividade, atraso, isolamento), é bom buscar uma avaliação.
Em geral, as dificuldades de aprendizagem são consideradas condições de origem neurobiológica e costumam manifestar-se na infância, durante o processo escolar. Elas são caracterizadas por dificuldades persistentes em áreas como leitura, escrita, matemática ou atenção, apesar de a pessoa ter inteligência dentro da média ou acima dela
. Essas dificuldades, como a dislexia, disortografia ou discalculia, normalmente acompanham o indivíduo ao longo da vida, mas são identificadas, na maioria dos casos, ainda na infância ou adolescência.
No entanto, não é comum que dificuldades de aprendizagem específicas surjam de repente apenas na vida adulta. Se um adulto começa a apresentar dificuldades significativas de aprendizagem que não estavam presentes antes, é importante investigar outras causas, como:
Problemas emocionais ou psicológicos (ansiedade, depressão, estresse intenso)
Alterações neurológicas (traumatismos, AVC, doenças degenerativas)
Fatores ambientais (mudanças de contexto, falta de estímulo, etc.)
Ou seja, as dificuldades de aprendizagem específicas são, por definição, permanentes e não costumam ter início apenas na vida adulta
. O que pode acontecer é que uma dificuldade leve, não percebida na infância, só se torne evidente diante de novas exigências acadêmicas ou profissionais na vida adulta.
Se um adulto percebe dificuldades novas e persistentes para aprender, é fundamental procurar avaliação profissional para identificar a causa e receber o apoio adequado.
. Essas dificuldades, como a dislexia, disortografia ou discalculia, normalmente acompanham o indivíduo ao longo da vida, mas são identificadas, na maioria dos casos, ainda na infância ou adolescência.
No entanto, não é comum que dificuldades de aprendizagem específicas surjam de repente apenas na vida adulta. Se um adulto começa a apresentar dificuldades significativas de aprendizagem que não estavam presentes antes, é importante investigar outras causas, como:
Problemas emocionais ou psicológicos (ansiedade, depressão, estresse intenso)
Alterações neurológicas (traumatismos, AVC, doenças degenerativas)
Fatores ambientais (mudanças de contexto, falta de estímulo, etc.)
Ou seja, as dificuldades de aprendizagem específicas são, por definição, permanentes e não costumam ter início apenas na vida adulta
. O que pode acontecer é que uma dificuldade leve, não percebida na infância, só se torne evidente diante de novas exigências acadêmicas ou profissionais na vida adulta.
Se um adulto percebe dificuldades novas e persistentes para aprender, é fundamental procurar avaliação profissional para identificar a causa e receber o apoio adequado.
Bom dia,
Todos oscomportamentos das crianças tem uma função.
Sugiro a busca de um psicoterapeuta para acalma-la e orienta-la.
Todos oscomportamentos das crianças tem uma função.
Sugiro a busca de um psicoterapeuta para acalma-la e orienta-la.
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