Sou casado a 11 anos tenho uma filha de 9 eu e minha esposa de 4 anos pra cá vivermos brigando por b
Sou casado a 11 anos tenho uma filha de 9 eu e minha esposa de 4 anos pra cá vivermos brigando por besteiras minhas eu acho por proibir ela de ir na rua com as amigas do trabalho comprar algo falar com a irmã dela que praticamente ela fala todos os dia e toda hora desconfiança e agora faz 21 dias que ela me mandou embora de casa cansou das minhas promessas de mudar não quer nos veremos mais ou aproximação alguma me trata com frieza e toda hora fala que o tempo pode nos dar alguma chance algum dia ou nunca mais voltarmos estou desisperado sem saber oque fazer mais não consigo comer dormi trabalhar muito menos levar o dia dia
11 respostas
É MUITO importante que você a chame para uma conversa a dois e se possível terem uma pessoa mediando essa conversa. Se você realmente a ama, estabeleça com ela uma estratégia prática de iniciar as mudanças paulatinamente. Ninguém consegue mudar radicalmente sem uma ajuda.
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Olá, boa tarde. Recomendo que procure terapia para lidar com essa questão. Sei que pode parecer algo insensível, uma vez que esteja buscando apoio aqui nas perguntas, mas acredito ser uma questão muito séria para buscar a solução através desse canal. Sinto muito que esteja passando por isso.
Boa tarde, como vai? Você trás alguns pontos que chamam atenção, como proibir a circulação dela em alguns espaços e as pessoas as quais ela se relaciona, o que são situações que possuem certa gravidade e podem prejudicar profundamente um relacionamento. Infelizmente, não podemos controlar ou até mesmo dizer se a outra pessoa irá voltar; entretanto, o senhor pontuou que já disse anteriormente que pretendia mudar, e alguns comportamentos podem ser difíceis de mudar por conta própria, e, apesar de não o conhecer e não ter conhecimento aprofundado de sua situação, frequentemente comportamentos como esse podem ser indicativos de insegurança, ou até mesmo receio ou medo de que a pessoa venha o abandonar, e na tentativa de controlar isso, acabam surgindo ações que prejudicam de forma profunda as relações interpessoais. Por conta disso, é de suma importância que passe por um processo de psicoterapia realizado por um psicólogo competente, para que dessa forma, seja possível construir relações mais saudáveis, seja com ela, ou com outra pessoa que você venha se relacionar futuramente, assim como também, ser capaz de retomar as atividades de seu cotidiano. Me coloco a disposição para maiores dúvidas, e qualquer eventual necessidade, pode entrar em contato.
Você está vivendo uma dor imensa e uma crise profunda, e é compreensível que se sinta paralisado. O primeiro passo, neste momento de desespero, é buscar cuidar das suas necessidades físicas básicas (comer, dormir) com ajuda profissional. Um médico ou psiquiatra pode oferecer suporte emergencial para estabilizar seu corpo e mente. Este sofrimento sinaliza que os padrões de ciúme, controle e desconfiança descritos eram sintomas de algo mais profundo que precisa ser compreendido. A psicoterapia é o espaço para explorar essas dores, medos e inseguranças que levaram a esses comportamentos e à crise atual. É um caminho para entender sua história e se reconstruir, seja para uma reconciliação futura (respeitando o tempo e a decisão dela) ou para seguir em frente. Por favor, busque ajuda profissional hoje. Você não precisa passar por isso sozinho.
Olá, como vai? Aparentemente, você está lidando com a consequência de suas escolhas. Chegou a um ponto que para ela o casamento era insustentável, e para ela não se desintegrar, precisou sair. O que você pode fazer é procurar por psicoterapia e analisar o seu casamento e as atitudes que você tinha nele, como o exemplo das proibições citado. Espero ter ajudado, fico à disposição!
O que você descreve é um estado de sofrimento emocional intenso, e ele precisa ser levado a sério. A perda do convívio, a frieza da sua esposa e a incerteza sobre o futuro ativam ansiedade, medo de abandono, culpa e desorganização emocional, o que explica a dificuldade para dormir, comer, trabalhar e funcionar no dia a dia. Isso não significa fraqueza - significa que seu sistema emocional está em colapso. É importante reconhecer algo com honestidade: controle excessivo, desconfiança e proibições não costumam nascer de maldade, mas de insegurança, medo de perder e dificuldade de regular emoções. Quando isso se repete ao longo do tempo, o outro se esgota, mesmo diante de promessas de mudança. A reação dela indica cansaço emocional, não necessariamente ausência total de sentimento. Neste momento, insistir, pressionar ou tentar convencer tende a aumentar o afastamento. O foco precisa ser cuidar de você agora, estabilizar o emocional e assumir responsabilidade real pelas próprias atitudes - não para “trazê-la de volta”, mas para interromper o ciclo que te adoeceu e adoeceu a relação. A psicoterapia é fundamental nesse ponto: para atravessar o desespero, trabalhar ciúme, controle, ansiedade e aprender novas formas de se relacionar, independentemente do desfecho do casamento. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
É fundamental buscar ajuda profissional o quanto antes, pois esse nível de angústia merece cuidado, escuta e apoio para que você não enfrente isso sozinho.
Olá! Sinto muito pelo que você está passando, dá para perceber o quanto isso está te abalando. Uma separação, ainda mais depois de tantos anos, traz mesmo desespero, ansiedade e essa sensação de perder o chão. Pelo que você descreve, as brigas, o controle e a desconfiança foram desgastando muito a relação. Nesse momento, o mais importante é entender que insistir ou pressionar pode afastar ainda mais. Talvez o primeiro passo seja respeitar o espaço que ela pediu e usar esse tempo para olhar com sinceridade para seus comportamentos e buscar mudança real, não só promessa. Também é essencial cuidar de você agora: mesmo difícil, tente manter o básico (comer, dormir) e, se possível, procure um psicólogo. Isso pode te ajudar a lidar com essa dor, a ansiedade e a construir mudanças mais consistentes — independentemente do futuro do relacionamento. Ainda pode haver chance, mas ela virá muito mais de atitudes concretas e tempo do que de desespero. Você não precisa passar por isso sozinho.
Pelo que eu entendi sua esposa deseja viver uma individualidade saudável e você talvez esteja sentindo um pouco de ciúme. Isso é perfeitamente tratável em terapia de casal. Vocês poderiam iniciar um processo para respeitar a individualidade um do outro e aprender a entregar mais confiança para que ambos se sintam seguros na relação.
A situação é muito dolorosa, mas o primeiro passo é separar duas questões: o seu sofrimento atual e a decisão da sua esposa sobre o relacionamento. Você relata que não está conseguindo comer, dormir, trabalhar nem manter a rotina. Isso representa uma perda importante de funcionamento e merece avaliação profissional rápida, preferencialmente ainda hoje, com psicólogo, psiquiatra, UBS, CAPS ou pronto atendimento. Uma avaliação adequada considera não apenas os sintomas, mas também sua intensidade, duração, prejuízo funcional e riscos associados. Ao mesmo tempo, é importante reconhecer com seriedade que proibir sua esposa de sair, comprar algo ou conversar com familiares não é apenas “brigar por besteira”. São comportamentos de controle que restringem a autonomia dela e podem produzir medo e sofrimento psicológico. A OMS e documentos oficiais brasileiros incluem comportamentos controladores entre as formas de violência psicológica nas relações íntimas. Reconhecer isso não significa que você seja incapaz de mudar, mas significa assumir responsabilidade sem minimizar o que aconteceu. Neste momento: Respeite integralmente o afastamento pedido por ela. Não apareça sem combinar, não a siga, não verifique onde está, não pressione familiares, não envie várias mensagens e não use sua filha para obter informações ou convencê-la. Uma mensagem breve, caso ainda seja apropriada e ela não tenha pedido ausência total de contato, poderia ser: “Entendi que você precisa de distância e vou respeitar. Reconheço que meus comportamentos de ciúme e controle fizeram mal a você. Não vou pressioná-la nem pedir uma decisão agora. Vou procurar ajuda profissional e trabalhar seriamente nisso, independentemente de voltarmos ou não.” Depois disso, demonstre mudança principalmente por atitudes. Fazer novas promessas, implorar ou exigir uma definição pode aumentar a pressão sobre ela. Quando diz que “o tempo pode dar uma chance ou talvez nunca mais”, ela está comunicando que não pode prometer reconciliação. É necessário tolerar essa incerteza. Procure terapia individual para trabalhar ciúme, desconfiança, necessidade de controle, medo de abandono e regulação emocional. Na TCC, pode-se mapear o ciclo: gatilho → interpretação de ameaça → ansiedade → controle ou acusação → conflito e afastamento → aumento do medo e da desconfiança. O tratamento também deve ajudá-lo a interromper checagens, desenvolver formas respeitosas de comunicação e compreender que sentir ciúme não autoriza restringir a liberdade da parceira. Terapia de casal só deve ser considerada futuramente se ela desejar livremente, houver segurança e ambos concordarem; não deve ser usada como meio de pressioná-la a voltar. Nas próximas horas, peça a uma pessoa de confiança que permaneça próxima, tente ingerir pequenas porções e líquidos, evite álcool e outras substâncias e não dirija se estiver muito abalado ou privado de sono. Marque uma avaliação presencial. Você não precisa resolver o casamento hoje; precisa atravessar este momento com segurança e começar uma mudança que não dependa da resposta dela. Caso esteja pensando em morrer, desaparecer, machucar-se, machucar sua esposa ou perder o controle, não fique sozinho e não vá ao encontro dela. Procure imediatamente uma UPA, pronto-socorro ou CAPS, acione o SAMU pelo 192 ou ligue para o CVV no 188, que oferece apoio emocional gratuito 24 horas.
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. O que você descreve é um quadro de sofrimento emocional agudo. Quando há separação inesperada, especialmente após anos de vínculo, o cérebro entra em estado de hiperativação, causando: perda de apetite insônia dificuldade de concentração sensação de desespero pensamentos repetitivos medo de perda definitiva Isso não significa que você “não tem controle”. Significa que seu sistema emocional está sobrecarregado. Sobre o relacionamento: o padrão que você descreve, proibições, controle, desconfiança,costuma gerar exaustão emocional no parceiro. Quando ela diz “talvez um dia, talvez nunca”, isso significa: Ela precisa de distância para se sentir segura emocionalmente. Você precisa de tempo para reorganizar seu funcionamento emocional e comportamental. O foco agora não é “reconquistar”, mas estabilizar você: comer pequenas porções, dormir em blocos curtos, conversar com alguém de confiança, procurar apoio profissional. Quando você estabiliza, você pensa melhor, age melhor e se comunica melhor. Atenciosamente, Fernando Vicente Rébuli Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

