Sou casada a 8 anos e venho pensando mto e observando meu casamento , chego a pensar que meu marido
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Sou casada a 8 anos e venho pensando mto e observando meu casamento , chego a pensar que meu marido tem um pouco de possessividade .
Ele é tímido ,tem vergonha de me elogiar , é mto nervoso ao ponto de eu ficar com medo de perguntar algo pra ele ou fazer algo que ele não goste , estes 8 anos ele nunca me levou pra passear ir para uma praia e olha que tem dinheiro , a desculpa dele é que ele tem q quitar as dividas para poder fazer alguma coisa legal , minhas irmãs e minha mãe são uma inimigas ,ontem fui falar pra ele que eu ia na casa da minha irmã ele levantou a voz e quis ser mto agressivo , penso em separar mas ele disse que vai melhorar e procurar ajuda psicológica.
Eu não sei esse tipo de amor dele se ama ou não , ele está bem e do nada me responde rude e nervoso e difícil escrever uma 8 anos mas resumindo ,não sei se devo largar dele .
Ele é tímido ,tem vergonha de me elogiar , é mto nervoso ao ponto de eu ficar com medo de perguntar algo pra ele ou fazer algo que ele não goste , estes 8 anos ele nunca me levou pra passear ir para uma praia e olha que tem dinheiro , a desculpa dele é que ele tem q quitar as dividas para poder fazer alguma coisa legal , minhas irmãs e minha mãe são uma inimigas ,ontem fui falar pra ele que eu ia na casa da minha irmã ele levantou a voz e quis ser mto agressivo , penso em separar mas ele disse que vai melhorar e procurar ajuda psicológica.
Eu não sei esse tipo de amor dele se ama ou não , ele está bem e do nada me responde rude e nervoso e difícil escrever uma 8 anos mas resumindo ,não sei se devo largar dele .
Olá. Obrigada por dividir algo tão delicado. Ao longo do seu relato, aparece uma mulher que foi, pouco a pouco, se calando, se adaptando e deixando de se sentir segura para ser quem é dentro da relação e isso costuma afetar profundamente a autoestima.
Quando você passa a ter medo de perguntar, de sair ou de desagradar, algo importante acontece internamente: você começa a duvidar de si, dos seus desejos e até do que sente. Isso não significa fraqueza, mas sim que você está há muito tempo tentando se encaixar para manter a relação.
Mais do que responder se ele ama ou não, é essencial olhar para você:
Você se sente valorizada? Respeitada? Ouvida?
A forma como nos sentimos em um relacionamento diz muito sobre ele.
A terapia individual ou de casal pode ser um espaço seguro para fortalecer sua autoestima, resgatar sua voz e ajudá-la a compreender o que você precisa para se sentir bem emocionalmente. Com mais clareza interna, as decisões ficam menos confusas e menos dolorosas.
Você merece uma relação em que não precise ter medo de ser você.
Atendo presencial no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro/RJ ou Online.
Quando você passa a ter medo de perguntar, de sair ou de desagradar, algo importante acontece internamente: você começa a duvidar de si, dos seus desejos e até do que sente. Isso não significa fraqueza, mas sim que você está há muito tempo tentando se encaixar para manter a relação.
Mais do que responder se ele ama ou não, é essencial olhar para você:
Você se sente valorizada? Respeitada? Ouvida?
A forma como nos sentimos em um relacionamento diz muito sobre ele.
A terapia individual ou de casal pode ser um espaço seguro para fortalecer sua autoestima, resgatar sua voz e ajudá-la a compreender o que você precisa para se sentir bem emocionalmente. Com mais clareza interna, as decisões ficam menos confusas e menos dolorosas.
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O que você descreve merece atenção e cuidado: sentir medo de falar, lidar com reações agressivas, controle sobre suas relações familiares e viver na incerteza emocional não são sinais de um relacionamento saudável. Amor, segundo a Psicologia, se expressa em respeito, segurança, diálogo e previsibilidade emocional, e não em promessas de mudança sem atitudes consistentes. A busca por ajuda psicológica é fundamental tanto para que ele possa trabalhar questões como nervosismo, possessividade e comunicação, quanto para que você fortaleça sua autoestima, compreenda seus limites e tome decisões com mais clareza e proteção emocional. A Psicologia não decide por você, mas oferece suporte para que você cuide da sua saúde mental e faça escolhas mais seguras, lembrando sempre que ninguém deve permanecer em uma relação onde o medo e o sofrimento emocional se tornam constantes. Conte com minha ajuda neste processo de autoconhecimento: a vida vale a pena ser vivida em plenitude!!
Essa dúvida sobre “se ele ama ou não” parece partir da busca por uma verdade absoluta, como se o amor fosse algo que pudesse ser comprovado fora da experiência vivida. Talvez faça mais sentido deslocar a pergunta: como você se sente nessa relação? Você se sente amada e cuidada?
O amor não se mostra apenas na intenção ou na promessa, mas na forma como ele se manifesta no cotidiano. Quando você relata medo de perguntar, receio da reação dele, episódios de agressividade e isolamento em relação à sua família, estamos falando de experiências que atravessam seu corpo, suas emoções e sua liberdade de ser.
Quando ele fala sobre a possibilidade de mudança e de buscar ajuda, é importante reconhecer que a mudança é sempre possível, mas também nunca é garantida. O futuro não oferece certezas. Apostar na mudança é sempre uma escolha, assim como escolher não esperar também é. A questão então não é “ele vai mudar?”, mas: quanto tempo você está disposta a sustentar essa dúvida? E a que custo para você? Vale se perguntar se você tem vivido essa relação mais sustentada por uma esperança no futuro ou pelo sentido que ela faz no presente. Como foram esses oito anos para você?
Toda escolha implica perda, porque não temos acesso a como teria sido o outro caminho. Justamente por isso, a decisão não pode se apoiar em garantias inexistentes, mas no que está dado agora. O que está em jogo para você permanecer? O que está em jogo se você decidir sair?
Talvez, a terapia seja um espaço pra que você possa pensar essas questões.
O amor não se mostra apenas na intenção ou na promessa, mas na forma como ele se manifesta no cotidiano. Quando você relata medo de perguntar, receio da reação dele, episódios de agressividade e isolamento em relação à sua família, estamos falando de experiências que atravessam seu corpo, suas emoções e sua liberdade de ser.
Quando ele fala sobre a possibilidade de mudança e de buscar ajuda, é importante reconhecer que a mudança é sempre possível, mas também nunca é garantida. O futuro não oferece certezas. Apostar na mudança é sempre uma escolha, assim como escolher não esperar também é. A questão então não é “ele vai mudar?”, mas: quanto tempo você está disposta a sustentar essa dúvida? E a que custo para você? Vale se perguntar se você tem vivido essa relação mais sustentada por uma esperança no futuro ou pelo sentido que ela faz no presente. Como foram esses oito anos para você?
Toda escolha implica perda, porque não temos acesso a como teria sido o outro caminho. Justamente por isso, a decisão não pode se apoiar em garantias inexistentes, mas no que está dado agora. O que está em jogo para você permanecer? O que está em jogo se você decidir sair?
Talvez, a terapia seja um espaço pra que você possa pensar essas questões.
Olá. Sinto muito que você esteja passando por isso. O seu relato traz pontos que merecem muita atenção, especialmente quando você menciona que sente medo de perguntar algo ou de agir. Em um relacionamento saudável, o respeito e a segurança devem ser a base, e o medo não deve ocupar esse espaço.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos para que você consiga identificar esses padrões de comportamento e entender o impacto deles na sua saúde mental e na sua identidade. É fundamental que você tenha um espaço seguro — a psicoterapia — para avaliar se essa promessa de mudança dele é genuína e, principalmente, para você fortalecer sua autonomia e rede de apoio. Você não precisa decidir tudo agora, mas buscar ajuda profissional ajudará você a enxergar a situação com mais clareza e segurança.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos para que você consiga identificar esses padrões de comportamento e entender o impacto deles na sua saúde mental e na sua identidade. É fundamental que você tenha um espaço seguro — a psicoterapia — para avaliar se essa promessa de mudança dele é genuína e, principalmente, para você fortalecer sua autonomia e rede de apoio. Você não precisa decidir tudo agora, mas buscar ajuda profissional ajudará você a enxergar a situação com mais clareza e segurança.
Olá, como vai?
Nesse caso, eu sugiro que você procure por apoio psicológico para avaliar esses 8 anos de casamento. Avaliar o passado, o presente e pensar no futuro, no sentido de é essa a vida que você quer ter. Você já se imaginou no futuro dentro desse relacionamento? Quando será que você poderá ir à praia? Se fosse com a família e amigas, você já teria ido? É importante ressaltar que em casos de violência, qualquer que seja, procure a delegacia da mulher e se afaste dele. Você não precisa passar por isso, e esperar que um dia, quem sabe, ele vá procurar a ajuda. Procure para você e por você mesma.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Nesse caso, eu sugiro que você procure por apoio psicológico para avaliar esses 8 anos de casamento. Avaliar o passado, o presente e pensar no futuro, no sentido de é essa a vida que você quer ter. Você já se imaginou no futuro dentro desse relacionamento? Quando será que você poderá ir à praia? Se fosse com a família e amigas, você já teria ido? É importante ressaltar que em casos de violência, qualquer que seja, procure a delegacia da mulher e se afaste dele. Você não precisa passar por isso, e esperar que um dia, quem sabe, ele vá procurar a ajuda. Procure para você e por você mesma.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Olá, é importante procurarem terapia individual e talvez de casal. Sugiro iniciar com terapia individual para que o psicólogo possa entender melhor a situação e então propor uma terapia, se for o caso. Pela descrição, parece que você não tem tido muita liberdade de escolha no seu casamento, e isso pode ser um problema. Seu marido igualmente pode estar sofrendo de alguma forma. Sugiro procurar um psicólogo.
Ola, como você está? Essa é unica decisão que precisa ser sua, avaliando o que você sente nessa relação e o que espera ao se separar. Talvez buscar ajuda pra você possa ser um caminho que te ajude a reavaliar essa relação, entender e talvez construir autoconfiança para qualquer que seja a sua decisão. Espero que busque ajuda para você mesma, pois embora a outra pessoa diga que irá buscar ajuda, não é algo que esta no nosso controle se, quando e como ele buscará ajuda.
O que você descreve merece ser levado muito a sério. Medo de perguntar algo, receio de reações nervosas, agressividade ao falar de sua família e restrições à sua liberdade não são sinais de cuidado, e sim de uma relação que pode estar emocionalmente adoecida. Amor saudável não gera medo, tensão constante ou silenciamento.
Promessas de mudança só têm valor quando acompanhadas de atitudes consistentes, como buscar ajuda psicológica de forma contínua e assumir responsabilidade real pelos comportamentos. Ainda assim, é importante lembrar: você não é responsável por “aguentar” enquanto o outro decide mudar.
A psicoterapia pode te ajudar a organizar sentimentos, fortalecer sua autonomia e clarear limites, para que você decida com mais segurança o que é saudável para você- seja permanecer ou se separar.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com acolhimento, escuta cuidadosa e respeito ao seu tempo. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Promessas de mudança só têm valor quando acompanhadas de atitudes consistentes, como buscar ajuda psicológica de forma contínua e assumir responsabilidade real pelos comportamentos. Ainda assim, é importante lembrar: você não é responsável por “aguentar” enquanto o outro decide mudar.
A psicoterapia pode te ajudar a organizar sentimentos, fortalecer sua autonomia e clarear limites, para que você decida com mais segurança o que é saudável para você- seja permanecer ou se separar.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com acolhimento, escuta cuidadosa e respeito ao seu tempo. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
O relacionamento no casamento é complexo, tem muitas coisa que influenciam, seja o temperamento de cada um , seja a forma como foram criados, os eventuais traumas, os valores de cada um, etc. Uma terapia de casais pode ser uma alternativa para melhorar o relacionamento conjugal, uma terapia individual pode ser muito interessante para trabalhar sentimentos, comportamentos, pensamentos que muitas vezes nem entendemos porque nos incomodam. Um psicólogo, com quem vocês se sintam bem e tenham confiança, pode ajudar bastante.
O que você descreve não é apenas dúvida sobre “amor”, mas um ambiente relacional marcado por medo, tensão e retraimento. Amor não se mede por declarações ou promessas de mudança, mas pela qualidade da convivência cotidiana. Quando você relata que evita perguntar, falar ou fazer algo por receio da reação dele, isso já indica que o vínculo está organizado mais pelo controle e pela imprevisibilidade emocional do que pela segurança.
Alguns pontos precisam ser olhados com clareza: timidez não explica agressividade; nervosismo recorrente não justifica rudeza; dificuldade financeira não explica oito anos sem experiências compartilhadas; e, principalmente, levantar a voz, reagir com agressividade e isolar você da sua família são sinais de alerta, independentemente de ele “amar” ou não. Amor que gera medo, silêncio e autocensura precisa ser questionado.
A promessa de “vou melhorar” ou “vou procurar ajuda” só tem valor quando acompanhada de movimento concreto e sustentado no tempo. Enquanto isso não acontece, quem está pagando o custo emocional é você. Separar ou permanecer não é uma decisão que ninguém na internet pode tomar por você, mas há uma pergunta que costuma ajudar muito: se esse relacionamento permanecer exatamente como está pelos próximos cinco anos, isso é uma vida que eu consigo sustentar?
Por fim, algo importante: você não precisa ter certeza absoluta para buscar proteção emocional. Às vezes, a dúvida já é um sinal de que algo não está saudável. Conversar com um profissional pode ajudá-la a diferenciar medo, esperança, dependência emocional e desejo real de permanecer — e a tomar uma decisão sem se violentar por dentro.
Buscar um profissional capacitado é o ideal. Fico à sua disposição.
Alan Santos — Psicólogo Clínico.
Alguns pontos precisam ser olhados com clareza: timidez não explica agressividade; nervosismo recorrente não justifica rudeza; dificuldade financeira não explica oito anos sem experiências compartilhadas; e, principalmente, levantar a voz, reagir com agressividade e isolar você da sua família são sinais de alerta, independentemente de ele “amar” ou não. Amor que gera medo, silêncio e autocensura precisa ser questionado.
A promessa de “vou melhorar” ou “vou procurar ajuda” só tem valor quando acompanhada de movimento concreto e sustentado no tempo. Enquanto isso não acontece, quem está pagando o custo emocional é você. Separar ou permanecer não é uma decisão que ninguém na internet pode tomar por você, mas há uma pergunta que costuma ajudar muito: se esse relacionamento permanecer exatamente como está pelos próximos cinco anos, isso é uma vida que eu consigo sustentar?
Por fim, algo importante: você não precisa ter certeza absoluta para buscar proteção emocional. Às vezes, a dúvida já é um sinal de que algo não está saudável. Conversar com um profissional pode ajudá-la a diferenciar medo, esperança, dependência emocional e desejo real de permanecer — e a tomar uma decisão sem se violentar por dentro.
Buscar um profissional capacitado é o ideal. Fico à sua disposição.
Alan Santos — Psicólogo Clínico.
Olá! Sinto muito que você esteja passando por isso. Nenhuma relação deveria fazer você ter medo de falar ou agir. É natural questionar se isso é amor quando há nervosismo, agressividade e controle. O fato de ele dizer que vai procurar ajuda é importante, mas mudanças precisam ser reais e constantes. Antes de decidir, talvez seja essencial olhar para como você se sente e quais são seus limites. Seus sentimentos são válidos. Procure um psicólogo para ajudar nesse momento.
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