Tenho uma tremenda dificuldade em conversar sobre sentimentos, olhar nos olhos, dizer te amo, sempre
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Tenho uma tremenda dificuldade em conversar sobre sentimentos, olhar nos olhos, dizer te amo, sempre tento fugir das situações, impulsividade. Tenho esses problemas em conversar desde criança, alguns me acham doente e retardada. Pode ser algum trauma ou estar relacionando à algo? Isso me causa problemas por não conseguir me comunicar.
A forma como fomos criados influencia muito a nossa vida adulta, por exemplo, se tivemos um ambiente pouco receptivo a manifestações de emoções isso pode potencializar um comportamento de se manter sem comunicar as emoções e ou sem perceber as próprias emoções. Porém, no seu caso, para falar sobre a sua situação é indispensável ter mais informações sobre o que está acontecendo, pois vários fatores podem influenciar a nossa forma de viver. Um psicólogo , com quem você se sinta bem e tenha confiança, pode te ajudar a entender o que está acontecendo e elaborar as necessidades percebidas.
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Querida anônima, obrigada por compartilhar algo tão íntimo e delicado. O simples fato de você estar buscando compreender essas dificuldades já mostra uma escuta interna muito valiosa e um desejo legítimo de se cuidar. Quero acolher seu relato com todo o respeito e sensibilidade que ele merece.
Muitas pessoas enfrentam dificuldades parecidas: sentir-se travado para expressar afeto, não conseguir sustentar o olhar, se esquivar de conversas emocionais, agir por impulso… e isso, muitas vezes, tem raízes profundas na história emocional de cada um. Desde a infância, vamos construindo maneiras de lidar com o mundo — maneiras que, em algum momento, nos ajudaram a sobreviver ou nos proteger, mas que depois podem começar a limitar nossos vínculos, nossa espontaneidade e até nossa autoestima.
Pode, sim, haver marcas deixadas por vivências precoces — traumas, relações em que o afeto não pôde ser vivido com segurança, experiências de crítica, abandono ou exposição emocional que fizeram com que você aprendesse, mesmo sem perceber, a se calar, se proteger ou fugir. E isso não significa que você é “doente” ou “retardada”, como, tristemente, você ouviu. Muito pelo contrário: você tem uma história que merece ser escutada com profundidade e cuidado.
Na psicanálise, não buscamos corrigir comportamentos de forma direta ou apressada. Ao contrário, oferecemos um espaço onde essas experiências, sentimentos e dificuldades possam emergir, serem ditos — mesmo que aos poucos, no tempo certo de cada um. Não há pressão. Há escuta, acolhimento e, principalmente, um caminho para que você possa se escutar também. A impulsividade, o medo de se expor, o silêncio, tudo isso pode ganhar algum sentido quando é colocado em palavras, com alguém que não vai julgar, mas ajudar a pensar.
Com o tempo, e com a construção de um vínculo terapêutico seguro, essas defesas vão podendo relaxar. E você pode se surpreender com sua própria capacidade de sentir, de falar, de se conectar. A dor que hoje se manifesta no corpo, na fala travada, no afastamento, pode começar a encontrar novos caminhos.
Se você sente que está difícil lidar sozinha com isso, saiba que há lugar para você na escuta psicanalítica. Um lugar sem rótulos, sem pressa, e onde sua história pode finalmente ser dita — e transformada. Estou aqui para, se desejar, te acompanhar nesse processo. Você não está sozinha.
Muitas pessoas enfrentam dificuldades parecidas: sentir-se travado para expressar afeto, não conseguir sustentar o olhar, se esquivar de conversas emocionais, agir por impulso… e isso, muitas vezes, tem raízes profundas na história emocional de cada um. Desde a infância, vamos construindo maneiras de lidar com o mundo — maneiras que, em algum momento, nos ajudaram a sobreviver ou nos proteger, mas que depois podem começar a limitar nossos vínculos, nossa espontaneidade e até nossa autoestima.
Pode, sim, haver marcas deixadas por vivências precoces — traumas, relações em que o afeto não pôde ser vivido com segurança, experiências de crítica, abandono ou exposição emocional que fizeram com que você aprendesse, mesmo sem perceber, a se calar, se proteger ou fugir. E isso não significa que você é “doente” ou “retardada”, como, tristemente, você ouviu. Muito pelo contrário: você tem uma história que merece ser escutada com profundidade e cuidado.
Na psicanálise, não buscamos corrigir comportamentos de forma direta ou apressada. Ao contrário, oferecemos um espaço onde essas experiências, sentimentos e dificuldades possam emergir, serem ditos — mesmo que aos poucos, no tempo certo de cada um. Não há pressão. Há escuta, acolhimento e, principalmente, um caminho para que você possa se escutar também. A impulsividade, o medo de se expor, o silêncio, tudo isso pode ganhar algum sentido quando é colocado em palavras, com alguém que não vai julgar, mas ajudar a pensar.
Com o tempo, e com a construção de um vínculo terapêutico seguro, essas defesas vão podendo relaxar. E você pode se surpreender com sua própria capacidade de sentir, de falar, de se conectar. A dor que hoje se manifesta no corpo, na fala travada, no afastamento, pode começar a encontrar novos caminhos.
Se você sente que está difícil lidar sozinha com isso, saiba que há lugar para você na escuta psicanalítica. Um lugar sem rótulos, sem pressa, e onde sua história pode finalmente ser dita — e transformada. Estou aqui para, se desejar, te acompanhar nesse processo. Você não está sozinha.
Dificuldades como as que você descreve podem, sim, estar relacionadas a vários fatores, mas não significam que você seja "doente" ou "retardada" (termo esse que é ofensivo e deve ser abolido). O mais importante é entender que há um motivo para esses sentimentos e comportamentos, e que é possível buscar caminhos de compreensão e transformação. Algumas possibilidades que merecem atenção: experiências traumáticas precoces; transtornos do neurodesenvolvimento ou da personalidade; estilo de apego. Nesse caso, altamente recomendado um processo psicoterapêutico. Desejo sucesso! Sempre às ordens!
Olá! Entendo que essa dificuldade de comunicação cause sofrimento, recomendo que você procure por uma avaliação psicológica. É necessário compreender a origem dessa dificuldade e cuidar de você. E uma questão importante: você não é "doente" nem "retardada". Palavras como essas nos machucam e não nos ajudam a entender e a cuidar do que realmente precisamos. O que você vive é uma dificuldade real, que precisa ser entendida e tratada para que você possa viver melhor!
Olá, tudo bem?
O que você descreve carrega uma profundidade que, provavelmente, vai muito além de uma simples timidez ou “dificuldade para se expressar”. Quando sentimentos parecem um território perigoso ou quando o impulso de se proteger fala mais alto do que a vontade de se conectar, o corpo e a mente encontram jeitos bem criativos – e às vezes dolorosos – de manter distância. A evitação, o desconforto ao olhar nos olhos, o medo de dizer coisas afetivas… tudo isso pode estar refletindo experiências antigas que foram, de alguma forma, registradas como ameaçadoras.
Você se lembra quando começou a evitar essas situações? Há alguma lembrança marcante que envolva julgamentos, vergonha ou sensação de inadequação? Ou será que isso foi se construindo silenciosamente, como uma adaptação para sobreviver em um ambiente emocionalmente desconfortável? Perguntar-se isso, com gentileza, pode ser um ponto de partida.
Sob a perspectiva da neurociência, é como se seu cérebro tivesse aprendido que acessar e expor sentimentos pode representar risco – e para te proteger, ativa mecanismos automáticos de defesa como o congelamento emocional, o impulso de fuga ou até a impulsividade, que funciona como uma descarga para aliviar tensões internas. E isso não significa que há algo de errado com você, mas sim que seu sistema aprendeu a responder assim diante de certos estímulos emocionais. O ponto é: esse padrão aprendido pode ser ressignificado.
Talvez a pergunta mais útil aqui não seja “por que eu sou assim?”, mas “o que isso tentou proteger em mim por tanto tempo?”. O que poderia acontecer se, em vez de fugir, você tivesse espaço seguro para apenas observar o que sente – sem cobrança para se explicar ou agradar ninguém?
Essas questões que você trouxe podem ser trabalhadas com muito cuidado em terapia. Se fizer sentido pra você, posso te acompanhar nesse processo com embasamento técnico, sensibilidade e um olhar atento às suas emoções, comportamentos e ao funcionamento do seu cérebro.
Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve carrega uma profundidade que, provavelmente, vai muito além de uma simples timidez ou “dificuldade para se expressar”. Quando sentimentos parecem um território perigoso ou quando o impulso de se proteger fala mais alto do que a vontade de se conectar, o corpo e a mente encontram jeitos bem criativos – e às vezes dolorosos – de manter distância. A evitação, o desconforto ao olhar nos olhos, o medo de dizer coisas afetivas… tudo isso pode estar refletindo experiências antigas que foram, de alguma forma, registradas como ameaçadoras.
Você se lembra quando começou a evitar essas situações? Há alguma lembrança marcante que envolva julgamentos, vergonha ou sensação de inadequação? Ou será que isso foi se construindo silenciosamente, como uma adaptação para sobreviver em um ambiente emocionalmente desconfortável? Perguntar-se isso, com gentileza, pode ser um ponto de partida.
Sob a perspectiva da neurociência, é como se seu cérebro tivesse aprendido que acessar e expor sentimentos pode representar risco – e para te proteger, ativa mecanismos automáticos de defesa como o congelamento emocional, o impulso de fuga ou até a impulsividade, que funciona como uma descarga para aliviar tensões internas. E isso não significa que há algo de errado com você, mas sim que seu sistema aprendeu a responder assim diante de certos estímulos emocionais. O ponto é: esse padrão aprendido pode ser ressignificado.
Talvez a pergunta mais útil aqui não seja “por que eu sou assim?”, mas “o que isso tentou proteger em mim por tanto tempo?”. O que poderia acontecer se, em vez de fugir, você tivesse espaço seguro para apenas observar o que sente – sem cobrança para se explicar ou agradar ninguém?
Essas questões que você trouxe podem ser trabalhadas com muito cuidado em terapia. Se fizer sentido pra você, posso te acompanhar nesse processo com embasamento técnico, sensibilidade e um olhar atento às suas emoções, comportamentos e ao funcionamento do seu cérebro.
Caso precise, estou à disposição.
Sim, essa dificuldade pode estar relacionada a traumas, experiências negativas na infância ou até a condições como ansiedade social, alexitimia ou neurodivergências (como autismo). Não significa que você seja "doente" ou "retardada", e sim que há algo emocional ou neurológico que pode ser compreendido e tratado com apoio psicológico. Procurar ajuda profissional é um passo importante.
Pode ser uma dificuldade relacionada a experiências anteriores ou até a vivências da infância, mas o mais importante é que, se isso é algo que te incomoda e que você deseja transformar, é possível construir. A forma como nos comunicamos e nos relacionamos com os sentimentos pode ser desenvolvida ao longo do tempo com o apoio da psicoterapia, que oferece um espaço seguro para compreender o que está por trás dessas dificuldades e criar maneiras mais confortáveis de se expressar e se conectar com os outros.
Olá!
É muito importante você conseguir reconhecer isso e colocar em palavras, mesmo dizendo que é difícil. Muita gente tem essa mesma dificuldade — de falar sobre sentimentos, de manter o olhar, de lidar com certas emoções. E normalmente isso não acontece por acaso.
Pode ser que, em algum momento da vida, você tenha aprendido que mostrar o que sente não era seguro ou bem-vindo. E aí, sem perceber, seu corpo e sua mente foram criando formas de se proteger — como se afastar, evitar certos assuntos, ou achar impossível se abrir. Talvez a terapia possa lhe ajudar a compreender de onde vem os pensamentos e sentimentos, um abraço!
É muito importante você conseguir reconhecer isso e colocar em palavras, mesmo dizendo que é difícil. Muita gente tem essa mesma dificuldade — de falar sobre sentimentos, de manter o olhar, de lidar com certas emoções. E normalmente isso não acontece por acaso.
Pode ser que, em algum momento da vida, você tenha aprendido que mostrar o que sente não era seguro ou bem-vindo. E aí, sem perceber, seu corpo e sua mente foram criando formas de se proteger — como se afastar, evitar certos assuntos, ou achar impossível se abrir. Talvez a terapia possa lhe ajudar a compreender de onde vem os pensamentos e sentimentos, um abraço!
Obrigado por compartilhar isso com tanta honestidade. O que você descreve — essa dificuldade de falar sobre sentimentos, de olhar nos olhos, de expressar afeto ou até de se manter em certas conversas — parece trazer um peso grande, ainda mais quando vem acompanhado de julgamentos tão duros, como ser chamada de “doente” ou “retardada”. Imagino o quanto isso possa machucar e aumentar ainda mais esse silêncio que você já vem carregando desde a infância.
Será que essas dificuldades foram, de algum modo, uma forma que você encontrou para se proteger de algo que doía? Às vezes, o que chamam de “problema de comunicação” é, na verdade, uma tentativa do corpo e da mente de sobreviver a experiências difíceis, de guardar sentimentos que talvez não encontraram espaço para serem expressos com segurança. Quando você diz que isso já vem desde criança, me faz pensar: como era quando você tentava se expressar? Havia espaço? Havia escuta?
É possível, sim, que essas reações estejam ligadas a vivências passadas — talvez situações de crítica, de exposição, de medo ou até de negligência emocional. Mas mais do que um “nome” ou uma explicação técnica, talvez o mais importante agora seja poder explorar com cuidado esse lugar de silêncio, sem pressa, num espaço onde você não precise fugir ou se defender o tempo todo. Já pensou em buscar um acompanhamento terapêutico para ir abrindo esse espaço aos poucos? Às vezes, basta que alguém se disponha a escutar de verdade para que, devagar, a palavra comece a encontrar caminho. Se quiser, posso te acompanhar nisso.
Será que essas dificuldades foram, de algum modo, uma forma que você encontrou para se proteger de algo que doía? Às vezes, o que chamam de “problema de comunicação” é, na verdade, uma tentativa do corpo e da mente de sobreviver a experiências difíceis, de guardar sentimentos que talvez não encontraram espaço para serem expressos com segurança. Quando você diz que isso já vem desde criança, me faz pensar: como era quando você tentava se expressar? Havia espaço? Havia escuta?
É possível, sim, que essas reações estejam ligadas a vivências passadas — talvez situações de crítica, de exposição, de medo ou até de negligência emocional. Mas mais do que um “nome” ou uma explicação técnica, talvez o mais importante agora seja poder explorar com cuidado esse lugar de silêncio, sem pressa, num espaço onde você não precise fugir ou se defender o tempo todo. Já pensou em buscar um acompanhamento terapêutico para ir abrindo esse espaço aos poucos? Às vezes, basta que alguém se disponha a escutar de verdade para que, devagar, a palavra comece a encontrar caminho. Se quiser, posso te acompanhar nisso.
Muito obrigado por compartilhar algo tão sensível — é importante reconhecer a coragem que existe em buscar compreensão para aquilo que nos desafia desde cedo. Dificuldades em expressar sentimentos, manter contato visual, demonstrar afeto e lidar com impulsos podem, sim, estar associadas a experiências precoces marcantes, traumas ou até a padrões aprendidos ao longo da vida, mas também podem refletir aspectos do nosso funcionamento emocional ou traços de personalidade que merecem ser compreendidos com cuidado e acolhimento. A Psicologia oferece um espaço seguro, livre de julgamentos, para explorar essas questões com profundidade, construir e aprender novas formas de se relacionar consigo e com os outros, e desenvolver habilidades de comunicação emocional. Ir ao psicólogo não significa que você esteja “doente”, mas sim que está disposta a se conhecer melhor e cuidar da sua saúde mental com respeito e dignidade. Você merece ser ouvida, compreendida e acompanhada com empatia nesse processo. Estou preparado para atende-la nesta caminhada!
Oi! Obrigada por compartilhar algo tão profundo. Falar sobre essas dificuldades já é um passo importante.
Na Psicanálise, entendemos que ter dificuldade para expressar sentimentos, olhar nos olhos ou se comunicar pode estar ligado a vivências emocionais do passado — situações que deixaram marcas e fizeram com que sua mente criasse formas de se proteger, como fugir ou agir por impulso.
Ser diferente e ter sua própria maneira de sentir e se relacionar não é algo ruim. Todos nós somos únicos. Só vale cuidar com mais atenção quando você sente que isso está te fazendo sofrer ou atrapalhando sua vida.
Esses conflitos internos não significam que você está “errada” — apenas que tem algo aí dentro pedindo para ser escutado com carinho. Com o tempo e em um espaço de escuta terapêutica, é possível entender melhor o que você sente e encontrar formas mais leves de se relacionar consigo mesma e com os outros.
Se sentir que precisa de apoio nesse caminho, estou aqui pra te escutar.
Na Psicanálise, entendemos que ter dificuldade para expressar sentimentos, olhar nos olhos ou se comunicar pode estar ligado a vivências emocionais do passado — situações que deixaram marcas e fizeram com que sua mente criasse formas de se proteger, como fugir ou agir por impulso.
Ser diferente e ter sua própria maneira de sentir e se relacionar não é algo ruim. Todos nós somos únicos. Só vale cuidar com mais atenção quando você sente que isso está te fazendo sofrer ou atrapalhando sua vida.
Esses conflitos internos não significam que você está “errada” — apenas que tem algo aí dentro pedindo para ser escutado com carinho. Com o tempo e em um espaço de escuta terapêutica, é possível entender melhor o que você sente e encontrar formas mais leves de se relacionar consigo mesma e com os outros.
Se sentir que precisa de apoio nesse caminho, estou aqui pra te escutar.
Olá! Você descreve algo que toca muita gente: a dificuldade de expressar o que sente, especialmente em situações que envolvem afeto, vínculo e vulnerabilidade. Não há uma resposta pronta para o que você vive, e talvez nem caiba nomear isso como “problema” ou “doença”. O que pode fazer diferença é poder falar sobre isso em um espaço onde essa experiência seja levada a sério — sem julgamentos, mas com escuta. Uma análise permite justamente isso: olhar com cuidado para o que se repete, para o que angustia, e criar outras possibilidades de se colocar no mundo. Estou disponível para atendimentos online.
Bom dia! Não necessariamente esses problemas estão relacionados a um trauma ou transtorno, pode ser um comportamento que ainda não foi muito bem desenvolvido. Em terapia você poderia desenvolver essas habilidades. Mas caso você ache interessante, sugiro que faça uma avaliação neuropsicológica para avaliar a possibilidade de você ser neurodivergente. Mesmo dando negativo, é uma oportunidade para conhecer seu funcionamento um pouco melhor e fazer adaptações para a sua vida.
Olá, tudo bem?
Perceber essas dificuldades e conseguir colocá-las em palavras já é um passo muito importante. Falar sobre sentimentos, se abrir, se comunicar com o outro, especialmente quando isso envolve afeto, pode ser algo bastante desafiador, ainda mais quando essas dificuldades estão presentes desde cedo.
É normal que, diante de situações difíceis a gente crie formas de se proteger, como se afastar, evitar o contato direto ou se fechar. Muitas vezes, isso está ligado à sua história, a experiências que marcaram sua forma de se relacionar com os outros e com você mesma. Um tratamento pode te ajudar a percorrer esses caminhos de sentimentos, dificuldades e a forma como sua história te marcou.
Buscar entender tudo isso com a ajuda de um profissional pode ser um caminho muito valioso. Um processo terapêutico permite olhar com mais cuidado para os sentimentos, para os medos e para o que foi vivido, ajudando a construir formas mais leves e possíveis de se comunicar e se sentir melhor nas relações.
Perceber essas dificuldades e conseguir colocá-las em palavras já é um passo muito importante. Falar sobre sentimentos, se abrir, se comunicar com o outro, especialmente quando isso envolve afeto, pode ser algo bastante desafiador, ainda mais quando essas dificuldades estão presentes desde cedo.
É normal que, diante de situações difíceis a gente crie formas de se proteger, como se afastar, evitar o contato direto ou se fechar. Muitas vezes, isso está ligado à sua história, a experiências que marcaram sua forma de se relacionar com os outros e com você mesma. Um tratamento pode te ajudar a percorrer esses caminhos de sentimentos, dificuldades e a forma como sua história te marcou.
Buscar entender tudo isso com a ajuda de um profissional pode ser um caminho muito valioso. Um processo terapêutico permite olhar com mais cuidado para os sentimentos, para os medos e para o que foi vivido, ajudando a construir formas mais leves e possíveis de se comunicar e se sentir melhor nas relações.
Essa dificuldade que você sente em se comunicar, que vem desde a infância, é um desafio real para muitas pessoas e, de forma alguma, faz de você "doente" ou "retardada" — ignore esses comentários tão cruéis. Essa barreira pode ter surgido de experiências passadas onde expressar suas emoções não foi bem recebido, ou onde você aprendeu a se proteger evitando conversas mais profundas. Às vezes, existe uma dificuldade genuína em identificar o que se sente, e em outras, um grande medo do julgamento, que leva a evitar contato visual ou a falar em certas situações. Até mesmo a impulsividade pode ser uma forma rápida de lidar com o desconforto, sem dar tempo para pensar. Buscar um psicólogo pode ser um passo transformador. Esse profissional pode te ajudar a entender as origens dessas dificuldades, a lidar com experiências passadas e a desenvolver formas saudáveis para que sua voz e seus sentimentos fluam livremente, conectando você mais autenticamente com os outros e com você mesma. O objetivo não é a perfeição, mas sim que você seja cada vez mais você, com conforto e verdade. Se precisar conversar, estou à disposição.
Olá. O movimento de se colocar perguntas é uma boa forma de pensar sobre as próprias questões e dificuldades, assim você pode buscar o caminho que faz sentido para você, tanto de como quer lidar essa dificuldade quanto ao que está relacionado o seu problema em não conseguir se comunicar. Alguns profissionais podem vir a estar junto com você nesse processo e fazer algumas perguntas e pontuações que podem fazer sentido, mas é você quem sabe o que passou e como pode/quer trabalhar com sua dificuldade.
Pode ser trauma, abuso psicológico, necessidades não atendidas na infância.... Orienta-se procurar atendimento psicológico.
O que você descreve não é “frescura” nem “doença” no sentido pejorativo que, infelizmente, muita gente usa por aí. Essa sua dificuldade de olhar nos olhos, de dizer o que sente, de sustentar conversas íntimas, pode ter muitas raízes… e a psicanálise nos convida justamente a olhar com calma para o que há por trás desses comportamentos.
Muitas vezes, o que parece ser apenas timidez ou impulsividade esconde histórias antigas de silenciamento emocional, experiências de não ter sido escutado na infância ou até vivências de vergonha e medo de se expor afetivamente.
Algumas perguntas que talvez possam te ajudar a começar a pensar sobre isso:
Na sua infância, o que acontecia quando você tentava expressar sentimentos?
Existia espaço para falar? Ou era motivo de crítica, punição, ou risos?
Como você aprendeu a lidar com o afeto: teve que esconder, evitar, calar?
Na psicanálise, a gente entende que muitas dessas dificuldades não são só um “jeito de ser”, mas formas de defesa que o sujeito criou para se proteger de algo que, em algum momento, foi vivido como ameaçador ou doloroso.
O fato de você reconhecer esse incômodo já é um passo enorme. O desejo de entender e de mudar é o que abre caminho para qualquer processo de elaboração.
Se sentir que isso está realmente te impedindo de viver suas relações de forma mais livre e tranquila, talvez seja a hora de buscar um espaço de escuta… uma terapia pode ajudar muito a abrir esse nó, no seu tempo, sem pressão.
Seu jeito de sentir pode ser mais legítimo do que você imagina. O importante é poder falar sobre ele.
Muitas vezes, o que parece ser apenas timidez ou impulsividade esconde histórias antigas de silenciamento emocional, experiências de não ter sido escutado na infância ou até vivências de vergonha e medo de se expor afetivamente.
Algumas perguntas que talvez possam te ajudar a começar a pensar sobre isso:
Na sua infância, o que acontecia quando você tentava expressar sentimentos?
Existia espaço para falar? Ou era motivo de crítica, punição, ou risos?
Como você aprendeu a lidar com o afeto: teve que esconder, evitar, calar?
Na psicanálise, a gente entende que muitas dessas dificuldades não são só um “jeito de ser”, mas formas de defesa que o sujeito criou para se proteger de algo que, em algum momento, foi vivido como ameaçador ou doloroso.
O fato de você reconhecer esse incômodo já é um passo enorme. O desejo de entender e de mudar é o que abre caminho para qualquer processo de elaboração.
Se sentir que isso está realmente te impedindo de viver suas relações de forma mais livre e tranquila, talvez seja a hora de buscar um espaço de escuta… uma terapia pode ajudar muito a abrir esse nó, no seu tempo, sem pressão.
Seu jeito de sentir pode ser mais legítimo do que você imagina. O importante é poder falar sobre ele.
Ei...
- Antes de tudo, parabéns por vim aqui se abrir conosco. Pode não estar relacionado a algum trauma. Porém tem relação com a forma com que você aprendeu a se comunicar, suas relações afetivas e as situações de adversidades que tenham ocorrido na sua vida.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Antes de tudo, parabéns por vim aqui se abrir conosco. Pode não estar relacionado a algum trauma. Porém tem relação com a forma com que você aprendeu a se comunicar, suas relações afetivas e as situações de adversidades que tenham ocorrido na sua vida.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Sim, isso pode estar relacionado a traumas, inseguranças ou vivências da infância que afetaram sua forma de se expressar emocionalmente. Na psicanálise, entendemos que essas dificuldades muitas vezes têm raízes inconscientes e podem ser elaboradas com o tempo, no ambiente certo. Se quiser, podemos trabalhar isso juntas em terapia, num espaço acolhedor, sem julgamentos. Estou à disposição para te ajudar.
Olá! O modo como algo se repete é tão importante quanto a própria repetição. Indico a busca por profissional no campo da psicanálise ou psicologia para a possibilidade da construção de um saber que seja legítimo ao que lhe ocorre nestas situações apresentadas. Todo sentido que se dá a algo parte de uma construção. É importante olhar para além do momento presente.
Sua dificuldade em expressar sentimentos, evitar contato visual e fugir de situações emocionais pode estar ligada a traumas emocionais da infância, experiências de rejeição, timidez extrema ou até traços de ansiedade social. Isso não significa que você seja “doente” ou “retardada”, mas que seu modo de lidar com emoções pode ter sido moldado por vivências difíceis. Essa dificuldade pode causar impactos nas relações, mas é possível trabalhar isso com psicoterapia, que ajuda a desenvolver autoconhecimento, segurança emocional e habilidades de comunicação afetiva com o tempo.
Muito obrigado por compartilhar sua vivência com tanta sinceridade — isso já demonstra coragem e vontade de entender o que acontece aí dentro.
Muitas vezes, o que foi aprendido como forma de proteção na infância se transforma em bloqueio na vida adulta.
Evitar conversas profundas, fugir de olhares e sentir dificuldade em expressar afeto são comportamentos que, frequentemente, têm raízes em experiências emocionais marcantes, como críticas, rejeição ou ausência de acolhimento nas fases iniciais da vida. Por exemplo, uma criança que aprendeu que demonstrar sentimentos gerava julgamento ou dor pode, sem perceber, carregar esse padrão até a vida adulta.
Isso não significa que há algo “errado” com você — significa apenas que o sistema emocional aprendeu a se proteger. O bom é que é possível reeducar esse sistema, desenvolver novas formas de se comunicar e se conectar.
Agradeço novamente por confiar sua pergunta. Estou à disposição para conversarmos mais profundamente ou iniciarmos um processo terapêutico, se você desejar.
Muitas vezes, o que foi aprendido como forma de proteção na infância se transforma em bloqueio na vida adulta.
Evitar conversas profundas, fugir de olhares e sentir dificuldade em expressar afeto são comportamentos que, frequentemente, têm raízes em experiências emocionais marcantes, como críticas, rejeição ou ausência de acolhimento nas fases iniciais da vida. Por exemplo, uma criança que aprendeu que demonstrar sentimentos gerava julgamento ou dor pode, sem perceber, carregar esse padrão até a vida adulta.
Isso não significa que há algo “errado” com você — significa apenas que o sistema emocional aprendeu a se proteger. O bom é que é possível reeducar esse sistema, desenvolver novas formas de se comunicar e se conectar.
Agradeço novamente por confiar sua pergunta. Estou à disposição para conversarmos mais profundamente ou iniciarmos um processo terapêutico, se você desejar.
Antes de tudo, quero que saiba que você não está sozinha. Recebo suas palavras com muito respeito e carinho, porque sei o quanto pode ser doloroso sentir isso — principalmente quando outras pessoas não entendem e acabam te julgando.
Quero te dizer com toda a tranquilidade: você não é “doente” ou “retardada”. Você tem dificuldades emocionais e de comunicação que podem, sim, ter relação com a sua história de vida, suas vivências e até com traumas antigos ou formas que você aprendeu para se proteger emocionalmente.
O que pode estar por trás disso?
Dificuldade de falar sobre sentimentos, evitar contato visual, fugir de situações mais íntimas e a impulsividade podem ter várias origens, como por exemplo:
Experiências na infância onde você não se sentiu acolhida ou segura para se expressar;
Medo de rejeição ou de ser julgada;
Vergonha ou autocobrança excessiva;
Padrões de defesa emocional que se formam para evitar a dor de se sentir vulnerável;
Em alguns casos, pode haver traços de ansiedade social, traumas relacionais ou até características de transtornos como fobia social ou dificuldades de regulação emocional.
Por que isso gera sofrimento?
Porque, no fundo, todos nós queremos nos sentir vistos, compreendidos e conectados — mas quando é tão difícil colocar os sentimentos pra fora, surge o isolamento, a frustração e os mal-entendidos nos relacionamentos. E aí a gente começa a se culpar, a acreditar que é “errado” ou “menos capaz”, quando na verdade o que existe é uma ferida emocional que pode ser cuidada.
O que você pode fazer?
Procurar ajuda de um psicólogo, de preferência alguém que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou com Abordagem Focada em Emoções, pode ser muito transformador.
Na terapia, você vai ter um espaço seguro para:
Entender de onde vem essa dificuldade;
Falar no seu ritmo, sem julgamentos;
Aprender a nomear emoções, organizar pensamentos e desenvolver estratégias para se expressar melhor.
É um processo passo a passo. Você não precisa virar uma pessoa “falante” da noite para o dia, mas pode, sim, aprender a se abrir de um jeito que faça sentido pra você.
Você não é o que disseram que você é. Você é muito mais do que isso. Você merece ser ouvida, acolhida e respeitada. Se quiser, estarei aqui para te ajudar a trilhar esse caminho com cuidado e gentileza. Vamos conversar?
Conte comigo!
Quero te dizer com toda a tranquilidade: você não é “doente” ou “retardada”. Você tem dificuldades emocionais e de comunicação que podem, sim, ter relação com a sua história de vida, suas vivências e até com traumas antigos ou formas que você aprendeu para se proteger emocionalmente.
O que pode estar por trás disso?
Dificuldade de falar sobre sentimentos, evitar contato visual, fugir de situações mais íntimas e a impulsividade podem ter várias origens, como por exemplo:
Experiências na infância onde você não se sentiu acolhida ou segura para se expressar;
Medo de rejeição ou de ser julgada;
Vergonha ou autocobrança excessiva;
Padrões de defesa emocional que se formam para evitar a dor de se sentir vulnerável;
Em alguns casos, pode haver traços de ansiedade social, traumas relacionais ou até características de transtornos como fobia social ou dificuldades de regulação emocional.
Por que isso gera sofrimento?
Porque, no fundo, todos nós queremos nos sentir vistos, compreendidos e conectados — mas quando é tão difícil colocar os sentimentos pra fora, surge o isolamento, a frustração e os mal-entendidos nos relacionamentos. E aí a gente começa a se culpar, a acreditar que é “errado” ou “menos capaz”, quando na verdade o que existe é uma ferida emocional que pode ser cuidada.
O que você pode fazer?
Procurar ajuda de um psicólogo, de preferência alguém que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou com Abordagem Focada em Emoções, pode ser muito transformador.
Na terapia, você vai ter um espaço seguro para:
Entender de onde vem essa dificuldade;
Falar no seu ritmo, sem julgamentos;
Aprender a nomear emoções, organizar pensamentos e desenvolver estratégias para se expressar melhor.
É um processo passo a passo. Você não precisa virar uma pessoa “falante” da noite para o dia, mas pode, sim, aprender a se abrir de um jeito que faça sentido pra você.
Você não é o que disseram que você é. Você é muito mais do que isso. Você merece ser ouvida, acolhida e respeitada. Se quiser, estarei aqui para te ajudar a trilhar esse caminho com cuidado e gentileza. Vamos conversar?
Conte comigo!
Sinto muito por estar enfrentando essas situações.
As dificuldades em expressar sentimentos, manter contato visual ou se comunicar de forma afetiva podem, sim, estar relacionadas a vivências emocionais da infância, traumas ou até padrões familiares aprendidos ao longo do desenvolvimento. Muitas vezes, como forma de proteção, a pessoa aprende a evitar o contato emocional mais direto — e isso pode se manifestar na vida adulta como impulsividade, bloqueios ou isolamento.
O processo terapêutico é fundamental para identificar as origens dessas dificuldades, compreender os gatilhos emocionais e desenvolver novas formas de se relacionar com mais segurança e autenticidade. Com o tempo, é possível fortalecer a autoestima, melhorar a comunicação e criar vínculos mais saudáveis.
As dificuldades em expressar sentimentos, manter contato visual ou se comunicar de forma afetiva podem, sim, estar relacionadas a vivências emocionais da infância, traumas ou até padrões familiares aprendidos ao longo do desenvolvimento. Muitas vezes, como forma de proteção, a pessoa aprende a evitar o contato emocional mais direto — e isso pode se manifestar na vida adulta como impulsividade, bloqueios ou isolamento.
O processo terapêutico é fundamental para identificar as origens dessas dificuldades, compreender os gatilhos emocionais e desenvolver novas formas de se relacionar com mais segurança e autenticidade. Com o tempo, é possível fortalecer a autoestima, melhorar a comunicação e criar vínculos mais saudáveis.
Que coragem a sua compartilhar algo tão delicado e intimo. Muitas pessoas passam por este tipo de dificuldade e em silêncio por muito tempo. Que bom que você buscou compreender essa dificuldade. Isso manifesta seu desejo de se cuidar, percebo, na sua fala, um grande sofrimento em torno dessas dificuldades que se expressam na forma de se relacionar e comunicar. Por isso com todo o carinho e respeito por sua dor acolho o seu relato e espero poder te ajudar de alguma forma por aqui.
Cada um de nós trazemos raízes emocionais profundas . A forma como somos cuidados em nossa infância influência de forma significativa nossa vida adulta, e desta forma vamos construindo nossa maneira de interagir com o mundo. Muitas vezes tentando se proteger ou se fechando construímos barreiras que nos impedem de construir vínculos ou construímos vínculos disfuncionais .
Sim, pode estar relacionado. As marcas experenciadas através de traumas, relacionamentos vividos de maneira conflituosa, dores de abandono, rejeição, criticas e etc. Podem desta forma ter contribuído para que você se calasse . Isso não significa que você é “doente” ou “retardada”, como você tristemente ouviu. Desta forma acredito que seu relato deve ser acolhido e escutado com profundidade e respeito.
É importante entender que por trás destes sentimentos e comportamentos existe um motivo, e no qual é possível buscar caminhos de compreensão para essas dores, e desta forma poder resignificar para a transformação. Já parou para pensar do que a sua dificuldade do se expressar esta te protegendo? E se você tivesse um lugar seguro para poder se expressar com segurança e sem medo? E assim compreender o que sente.
Se você sentir que faz sentido para você, não hesite em buscar um processo terapêutico onde você possa escutar e entender suas dificuldades de comunicação, e assim se posicionar no mundo de uma maneira mais autentica consigo mesma.
Caso precise, estou a disposição.
Abços.
Caminhar num processo terapêutico dentro da abordagem sistêmica familiar onde é possível ampliar o olhar para além do individuo, assim considerando o sistema familiar como um todo e suas interações. Desta forma poder conhecer de onde surgiu esses sentimentos, e assim conseguir colocar em palavras todas as suas dores. Pois o que aparentemente você se cala para se proteger revela um desejo que se esconde através de sua dificuldade de comunicação , e que te paralisa e adoece.
Cada um de nós trazemos raízes emocionais profundas . A forma como somos cuidados em nossa infância influência de forma significativa nossa vida adulta, e desta forma vamos construindo nossa maneira de interagir com o mundo. Muitas vezes tentando se proteger ou se fechando construímos barreiras que nos impedem de construir vínculos ou construímos vínculos disfuncionais .
Sim, pode estar relacionado. As marcas experenciadas através de traumas, relacionamentos vividos de maneira conflituosa, dores de abandono, rejeição, criticas e etc. Podem desta forma ter contribuído para que você se calasse . Isso não significa que você é “doente” ou “retardada”, como você tristemente ouviu. Desta forma acredito que seu relato deve ser acolhido e escutado com profundidade e respeito.
É importante entender que por trás destes sentimentos e comportamentos existe um motivo, e no qual é possível buscar caminhos de compreensão para essas dores, e desta forma poder resignificar para a transformação. Já parou para pensar do que a sua dificuldade do se expressar esta te protegendo? E se você tivesse um lugar seguro para poder se expressar com segurança e sem medo? E assim compreender o que sente.
Se você sentir que faz sentido para você, não hesite em buscar um processo terapêutico onde você possa escutar e entender suas dificuldades de comunicação, e assim se posicionar no mundo de uma maneira mais autentica consigo mesma.
Caso precise, estou a disposição.
Abços.
Caminhar num processo terapêutico dentro da abordagem sistêmica familiar onde é possível ampliar o olhar para além do individuo, assim considerando o sistema familiar como um todo e suas interações. Desta forma poder conhecer de onde surgiu esses sentimentos, e assim conseguir colocar em palavras todas as suas dores. Pois o que aparentemente você se cala para se proteger revela um desejo que se esconde através de sua dificuldade de comunicação , e que te paralisa e adoece.
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