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Perguntas sobre Criptorquidia

Nossos especialistas responderam a 138 perguntas sobre Criptorquidia

Os testículos retidos, presos, na virilha devem ser operados com brevidade para evitar que permaneçam muito tempo num ambiente de maior temperatura que o da bolsa testicular , pois isso promove…
1 respostas


Olá
Muitas vezes o cordão é curto, o que impossibilita levar o testículo para uma posição mais baixa. Isso é frequente e não representa um problema desde que o testiculo esteja em uma…
1 respostas


O ideal é operar o quanto antes. Essa cirurgia pode ser realizada a partir dos 6 meses de vida. Quanto mais tempo o testículo ficar fora do lugar, maiores são os prejuízos no desenvolvimento…
2 respostas

Especialistas falam sobre Criptorquidia

O Criptorquidismo é caracterizado pela ausência do testículo na bolsa escrotal. O testículo inicia sua formação dentro do abdome e à medida que a gestação progride , ele migra até a bolsa escrotal. O normal é que entre o 7o. e o 9o. mês de gestação, o testículo atravesse o canal inguinal e desça até a bolsa escrotal. Quando isso não acontece , ele fica retido em algum ponto da sua trajetória. Como o testículo é um órgão que tem funções reprodutivas , ele deve estar posicionado na bolsa escrotal ; por isso, quando após 1 ano de vida , o testículo não está localizado na bolsa, está indicada a cirurgia para o seu abaixamento e fixação, evitando assim atrofias testiculares no futuro.

Mauricio Jose Lopes Pereima

Cirurgião pediátrico

Florianópolis


Criptorquidia ou testículo ectópico é a posição alterada do testículo fora da bolsa testicular. Pode-se resolver espontaneamente nos primeiros meses de vida e, caso não desça espontaneamente, o tratamento será cirúrgico. A criptorquidia está associada a déficit no desenvolvimento do testículo, resultando em infertilidade ou dificuldade de produção dos hormônios masculinos. Ainda, a criança com criptorquidia tem 6x mais chance de ter tumores no testículo. O tratamento é cirúrgico, preferencialmente antes dos 2 anos de idade para aumentar as chances de fertilidade. Baixar o testículo até a bolsa também permitirá o monitoramento do testículo para evitar câncer no início da vida adulta.

Guilherme Antonio Veloso Coaracy

Urologista

Brasília


Os testículos do bebê se formam dentro do abdômen e, ainda durante a gestação, descem por um canal na virilha de cada lado, até chegarem na bolsa escrotal. Em alguns casos, o testículo não completa a descida e, ao nascimento, não é identificado na bolsa. Essa situação bastante comum é chamada de criptorquidia. Os testículos podem terminar a descida mesmo após o nascimento, e hoje se sabe que isso ocorre no máximo até 3 a 6 meses de idade. Após essa idade, não há mais possibilidade de descida espontânea, e o testículo fora do lugar pode perder a sua função em longo prazo. Por esse motivo, indica-se a cirurgia para correção da criptorquidia a partir dos 6 meses de idade.

André Luís Fortes Alves

Cirurgião pediátrico

Curitiba

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A criptorquidia nada mais é que a ausência do testículo na bolsa testicular. O testículo se origina dentro do abdome junto ao polo inferior do rim e migra pelo canal inguinal até a bolsa testicular por volta da 7-9 semana de gestação. Quando está migração é frustra, ele pode ser encontrado intra-abdominal ou no canal inguinal. A indicação de cirurgia ocorre a partir de 6 meses de idade a fim de evitar alterações morfológicas deste testículo que podem culminar com a esterilidade e malignização, se não houver seguimento adequado.

Cristina Reuter

Cirurgião pediátrico

Blumenau


Ocorre quando o testículo não está ou não fica a maior parte do tempo no escroto ("saquinho" da criança), sendo fundamental avaliação especializada. O ideal é operar até os 2 anos de idade. Na operação, levo o testículo até o escroto, fixando-o neste local. A operação pode ser por via tradicional ou por via laparoscópica (vídeo), a depender do caso.

Rafael Miranda Lima

Cirurgião pediátrico

Florianópolis


A não descida do testiculo até a bolsa escrotal não é normal e não deve ser esperada além do sexto mês de vida. Devendo ser corrigida precocemente. Um olhar atento e acompanhamento e diferenciar criptorquidia de testiculo retratil é fundamental. A cirurgia pode ser via inguinal e laparoscópica. Tenho experiência em ambas técnicas e a indicação delas deve ser feita ao diagnóstico.

Luziane Lais Sabino Silva Luna

Cirurgião pediátrico

Recife


Criptorquidia é a não implantação do testículo na bolsa escrotal. O testículo se origina no abdome e durante o período fetal desliza e se fixa na bolsa escrotal. Algumas vezes isso não ocorre completamente e o testículo é chamado de ectópico (fora do lugar onde deveria estar). Na maioria das vezes é encontrado no canal inguinal. É uma situação que exige sempre abordagem cirúrgica, pois o testículo não fixado apresenta risco aumentado de desenvolver um câncer depois de adulto, além, também, de risco de infertilidade. Procure sempre o urologista para receber toda orientação necessária.

A criptorquidia (ou criptorquidismo) ocorre nos últimos meses de vida uterina, quando um dos testículos ou dois deles ficam parados entre o abdômen e a bolsa escrotal, para onde deveriam migrar. Isso acontece por causa de hérnias ou anomalias na conformação do abdômen inferior. Após o nascimento da criança, deve-se checar a existência da criptorquidia. Caso os testículos não estejam localizados na bolsa escrotal, o procedimento é observar a evolução do caso até 1 ano e meio, pois há a chance de eles migrarem naturalmente. Se isso não ocorrer, a anomalia deverá ser corrigida para preservar a função germinativa.

Rhaiana Gondim

Urologista

Brasília


Trata-se de doença congênita comum no menino, ou seja, que acontece ainda durante a vida intrauterina da criança e com causa ainda indefinida. O testículo é formado próximo ao rim, dentro do abdome. Ele migra para sua posição final no escroto no terceiro trimestre de gestação. Devido a retenção nesse processo de descida, ele pode ficar dentro do abdome, na região inguinal ou na entrada do escroto. Pode ser que nos primeiros meses de vida, ocorra a descida final até o escroto. Por isso, a conduta inicial na criptorquia é conservadora. Caso o testículo não desça ao escroto até o 6 mês de vida, deve-se avaliar a necessidade de correção cirúrgica.

Clécio Piçarro

Cirurgião pediátrico

Belo Horizonte

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