Iago Argolo

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP BA 29518

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Experiência

Fico feliz em te ver por aqui. Vamos lá, deixa eu me apresentar para você!

Sou psicólogo (CRP 03/29518) com formação sólida e trajetória voltada ao desenvolvimento humano. Iniciei minha carreira atuando no ensino infantil, experiência que me proporcionou um olhar atento às bases do comportamento humano e ao impacto das relações no processo de aprendizagem. Posteriormente, trabalhei como monitor de turma, o que ampliou minha compreensão sobre motivação, desempenho e saúde emocional.


Atualmente, dedico-me à clínica psicológica com foco no atendimento de adultos e adolescentes, utilizando a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Busco oferecer um espaço acolhedor, ético e colaborativo, voltado à compreensão e manejo de questões como ansiedade, depressão, relacionamentos, estresse, autocrítica, sexualidade, dificuldades de autoestima, entre outros.


Sou pós-graduado em Psicologia com ênfase em Terapia Cognitivo-Comportamental, e tenho como objetivo auxiliar meus pacientes a desenvolverem estratégias práticas e reflexivas para lidar melhor com seus pensamentos, emoções e comportamentos no cotidiano.

Na minha prática clínica, compreendo o sofrimento psicológico não apenas como algo individual ou interno, mas também como resultado das relações, das exigências sociais e das condições históricas em que cada pessoa está inserida.

Assim, meu trabalho busca ajudar o paciente a se compreender de forma mais ampla:reconhecendo seus padrões de pensamento e comportamento, mas também entendendo como eles foram construídos ao longo de sua história e nas relações que estabelece com o mundo. A partir disso, construímos juntos estratégias que não visam apenas “funcionar melhor”, mas viver de maneira mais consciente, alinhada aos próprios valores, com maior autonomia emocional e qualidade de vida.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Pacientes que trato

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Iago Argolo

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Faço emissão de nota fiscal para quem precisar de reembolso.

12/02/2026

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  • Primeira consulta psicologia

    Consultar valores

  • Teleconsulta

    R$ 150

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    R$ 150

  • Consulta psicológica do adolescente

    R$ 150

Consultórios (4)

Iago Argolo

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Consultório Particular Dr Iago Argolo - Online

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Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
  • Explicações detalhadas
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  • I

    IB

    Atendimento muito bom. Desde o primeiro contato muito atencioso, acolhedor e profissional. Soube conduzir a conversa de forma leve e ao mesmo tempo muito cuidadosa, fazendo perguntas pertinentes e realmente ouvindo o que eu tinha a dizer. Recomendo.

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  • I

    I. N. D.

    Pontual, atencioso, com um postura interessada nas demandas do paciente. Além de ser claro no diálogo e nas explicações. Recomendo Iago como profissional.

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  • I

    Iane

    É minha terceira sessão e estou gostando bastante!

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    Iago Argolo

    Fico feliz com seu retorno! Tem sido uma satisfação te acompanhar nessa jornada!


  • B

    Breno

    Muito bom profissional! Gostei, indico a todos vocês

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    Iago Argolo

    Muito obrigado pelo retorno!


  • L

    Letícia

    Iago sempre bem humorado nas consultas e atencioso!!! Tem me ajudado muito nesse processo.

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    Iago Argolo

    Fico muito feliz em saber, te agradeço muito pela mensagem e pela confiança! Abraço!


  • N

    Naira

    Profissional empático, atencioso e paciente. Recomendo.

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    Iago Argolo

    Muito grato pela confiança. Abraço!


  • R

    Ronaldo Barbosa Silva de Oliveira Junior

    gostei. muito bom! muito atecioso e vou continuar com ele.

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    Iago Argolo

    Agradeço pelo comentário! Vamos sim.


  • V

    VH

    Atendimento otimo, nunca me senti tao confortavel com um psicologo, extremamente atencioso e inteligente.

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    Iago Argolo

    Agradeço demais pelo comentário e pela confiança no meu trabalho. É muito gratificante saber que o processo terapêutico foi signficativo para você. Obrigado! Um prazer acompanhar sua caminhada.


  • A

    Anthony Mazutti

    Super atencioso e simpático, me trouxe bastante reflexões com os casos que me afetam de uma maneira super confortável, um ótimo profissional!

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    Iago Argolo

    Agradeço muito pelo seu feedback! Fico contente em saber que você se sentiu confortável durante o processo e que os atendimentos têm contribuído para suas reflexões. Seguimos juntos nesse caminho!


  • W

    WS

    A consulta foi extremamente positiva. O psicólogo demonstrou muita empatia e uma escuta atenta, conseguindo compreender rapidamente meu perfil comportamental. Os insights foram claros, profundos e aplicáveis à minha realidade, trazendo mais autoconhecimento e direcionamento. Saí da sessão com mais clareza e confiança. Recomendo muito.

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Dúvidas respondidas

6 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

“Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) explica a instabilidade nos vínculos afetivos em paci

“Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) explica a instabilidade nos vínculos afetivos em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Iago Argolo

Na minha prática clínica com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline, uma das queixas mais frequentes é justamente essa: "eu não consigo manter um relacionamento estável". E a Terapia Cognitivo-comportamental nos oferece uma lente muito rica para entender por quê.
A base está nos esquemas cognitivos disfuncionais, que são definidas como crenças profundas e rígidas sobre si mesmo e sobre os outros, formadas geralmente em contextos de vínculos precoces inconsistentes, negligência ou abuso. Crenças como "as pessoas vão me abandonar", "eu não sou digno de amor" ou "os outros são perigosos" não ficam no campo das ideias: elas guiam percepções, emoções e comportamentos relacionais de forma automática e intensa.
O que acontece na prática é um ciclo bastante característico: diante de qualquer sinal de distanciamento do outro, seja uma mensagem não respondida ou um tom de voz diferente, o sistema de ameaça é ativado de forma desproporcional. Isso desencadeia reações emocionais e comportamentais intensas.
A TCC também nos ajuda a entender o pensamento dicotômico tão presente no TPB: a tendência de perceber pessoas e situações em extremos - completamente boas ou completamente más. Isso explica a chamada idealização/desvalorização: a mesma pessoa pode ser "perfeita" em um momento e "terrível" no outro, não por manipulação, mas porque o sistema cognitivo do paciente tem dificuldade em integrar ambivalência.
O trabalho terapêutico, portanto, passa por identificar e flexibilizar esses esquemas, desenvolver tolerância à incerteza relacional e construir, muitas vezes pela primeira vez, a experiência de um vínculo seguro e previsível: o próprio vínculo terapêutico.


Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afe

Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afetaram desde pequeno. Hoje sinto que isso ainda influencia muito minha vida diária.

Eu vivo um conflito constante:

Por um lado, sinto que preciso conquistar autonomia, independência financeira, rotina, trabalho e eventualmente sair de casa, porque o ambiente em que vivo ainda me faz mal emocionalmente.

Por outro lado, sinto que estou tão desgastado emocionalmente que tenho dificuldade de manter constância, disciplina, foco, energia e estabilidade pra conseguir justamente construir essa independência.

Então entro num looping:

- não consigo crescer porque estou emocionalmente mal e vivendo num ambiente ruim;
- mas continuo preso nesse ambiente porque ainda não consegui crescer.

Queria entender:

- até que ponto o ambiente atual pode estar mantendo meus problemas emocionais?
- sair de casa costuma ajudar pessoas nesse tipo de situação?
- devo priorizar primeiro estabilidade emocional/terapia ou construir independência mesmo ainda estando emocionalmente mal?
- como diferenciar “preciso me esforçar mais” de “meu sistema emocional está realmente sobrecarregado”?
- qual seria uma forma saudável e realista de construir autonomia nesse estado?
- dá pra carregar todo esse sofrimento e todos esses traumas e ainda conseguir manter rotina, crescimento pessoal pra conseguir independência e sair de casa?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Iago Argolo

Olá! Antes de tudo, queria dizer que o que você descreve faz bastante sentido dentro da sua história. Crescer em um ambiente marcado por negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas pode impactar profundamente a forma como você se percebe, se organiza emocionalmente e consegue sustentar rotina, foco e sensação de segurança no presente.

Muitas vezes, ambientes que continuam sendo emocionalmente desgastantes acabam mantendo estados de alerta, ansiedade, exaustão e desorganização emocional. Nesses casos, a dificuldade não costuma estar relacionada apenas à “falta de esforço” ou “falta de disciplina”, mas também ao quanto o seu sistema emocional já está sobrecarregado há muito tempo.

Sobre sair de casa: para algumas pessoas, conquistar mais autonomia e distância de ambientes adoecedores pode trazer melhora emocional importante. Porém, isso geralmente não acontece de forma mágica ou imediata. O sofrimento emocional não desaparece apenas com a mudança externa, embora um ambiente mais saudável possa favorecer muito o processo de recuperação e construção de estabilidade.

Também não acredito que exista uma lógica de “primeiro ficar bem emocionalmente para depois construir independência” ou o contrário. Na prática, essas duas coisas costumam precisar caminhar juntas, mesmo que em pequenos passos. Às vezes, você precisa começar a construir formas possíveis de autonomia enquanto simultaneamente cuida do sofrimento emocional que carrega.

A diferença entre “preciso me esforçar mais” e “estou emocionalmente sobrecarregado” geralmente aparece quando existe desejo genuíno de mudança, mas o corpo e a mente parecem constantemente exaustos, desregulados ou travados, mesmo diante de tentativas reais de agir. Isso não significa incapacidade, mas sim que talvez exista um nível importante de desgaste emocional precisando ser compreendido e acolhido.

E sim: é possível carregar dores profundas e ainda assim construir autonomia, rotina e crescimento pessoal. Mas normalmente isso acontece de maneira gradual, realista e com menos autocobrança do que muitas pessoas imaginam. O processo terapêutico pode ajudar justamente a entender esses padrões, fortalecer recursos emocionais e construir caminhos mais sustentáveis para sua independência sem ignorar o sofrimento que você viveu.


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